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Tinga ou Giuliano: nasce o melhor problema para o técnico Celso Roth

O herói do título de 2006, ídolo da torcida, ou o garoto-Libertadores, autor de cinco gols na competição: só um jogará a finalíssima

Paulo César Tinga: típico jogador que arruma o meio-campo, exemplo de vigor, herói do título continental de 2006, ídolo da torcida. Giuliano: o futuro em carne e osso, jogador de chute forte, técnico, e dono de uma estrela danada, autor de cinco gols na Libertadores. Azar do técnico Celso Roth, o responsável por escolher apenas um deles para a finalíssima da Libertadores da América. Melhor: sorte do técnico Celso Roth, privilegiado por poder escolher entre um e outro em um momento tão decisivo.

Tinga, expulso contra o São Paulo, não jogou a primeira partida da final. Foi substituído justamente por Giuliano, que não tinha sido titular em nenhum dos jogos das semifinais da Libertadores. Lá foi o garoto, predestinado, para o duelo contra o Chivas. E ele fez mais um gol. Impressionante.

Impressionante porque Giuliano, sem ser titular absoluto, comanda o time vermelho na Libertadores. Ele fez o gol que tirou o Inter do caminho do Cruzeiro e colocou o Colorado na trilha do Banfield, bem menos complicado; fez o gol que classificou o time gaúcho contra o Estudiantes, na Argentina; fez o gol da vitória de 1 a 0 sobre o São Paulo no Beira-Rio; e agora o mesmo contra o Chivas.

A grande questão é que Tinga é Tinga. E ser Tinga, para os colorados, não é pouco. Neste sábado, o treinador começará a definir a questão. Na quarta, mostrará qual foi a escolha para o jogo que, se tudo der certo, tornará o Inter bicampeão da Libertadores.

agosto 12, 2010 Posted by | Internacional | | Deixe um comentário