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Seleção passa sufoco, mas derrota a África do Sul de Joel Santana e vai à final

Joel até complica, mas Seleção se garante na final

No fim, Daniel Alves marca gol da vitória sobre África do Sul

Kaká disputa bola durante a semifinal (Crédito: EFE)

LANCEPRESS!

Joel Santana cumpriu a promessa de dificultar a vida da Seleção: somente aos 42 minutos do segundo tempo, o Brasil marcou o gol da vitória por 1 a 0 sobre a África do Sul, nesta quinta-feira, em Johanesburgo, pela semifinal da Copa das Confederações. Daniel Alves foi o heroi da partida.

A decisão contra os Estados Unidos acontece no domingo, às 15h30 (de Brasília), em Johanesburgo. Mais cedo, África do Sul e Espanha se enfrentam em Rustenburg pelo terceiro lugar da competição.

A prometida ofensividade de Joel não se concretizou – para a sorte dos sul-africanos. O técnico armou sua equipe na defesa, mas pensou também no ataque. Posicionou bem os apoiadores Pienaar e Tshabalala para os contragolpes.

Os brasileiros reagiram como de costume diante de retrancas: foram quase inofensivos. Os laterais André Santos e Maicon não tiveram espaços para subir. Ramires esteve perdido na ponta direita – posição muito bem ocupada por Kaká contra a Itália, dias antes.

A Seleção dependia de momentos de genialidade para chegar com perigo. Aos 15 minutos, Luis Fabiano ajeitou de letra para Ramires, que não pegou bem na bola. Enquanto isso, os sul-africanos assustavam nos chutes de longe.

A sorte também estava ao lado dos anfitriões. Aos 12 do segundo tempo, Modise arriscou de fora da área, a bola desviou em Luisão e se encaminhou para o canto esquerdo de Julio Cesar. O goleiro, no entanto, salvou com incrível defesa.

Apático, Dunga viu seu time tocar, tocar e tocar a bola. Sem qualquer mudança tática, a Seleção parecia entregue à retranca de Joel. Brilhou, então, a estrela do técnico, que tirou André Santos para improvisar Daniel Alves na esquerda.

O lateral do Barcelona não fez muito na nova posição. Mas, quando teve a chance, decidiu o jogo. Aos 42, Daniel cobrou falta com precisão, no ângulo esquerdo de Khune e garantiu a vitória brasileira.


FICHA TÉCNICA:

ÁFRICA DO SUL 0 X 1 BRASIL

Estádio: Ellis Park, Johanesburgo (AFS)
Data/hora: 25/6/2009 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Massimo Busacca (SUI)
Auxiliares: Matthias Arnet (SUI) e Francesco Buragina (SUI)

Cartões amarelos: Masilela (AFS); Felipe Melo, André Santos, Daniel Alves (BRA)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Daniel Alves, 41’/2ºT

ÁFRICA DO SUL: Khune, Gaxa, Mokoena, Booth e Masilela; Dikgacoi, Mhlongo, Pienaar (Van Heerden, 47’/2ºT) e Tshabalala (Mashego, 46’/2ºT); Modise (Mphela, 46’/2ºT) e Parker. Técnico: Joel Santana.

BRASIL: Julio César, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos (Daniel Alves, 36’/2ºT); Felipe Melo, Gilberto Silva, Ramires e Kaká; Robinho e Luis Fabiano (Kleberson, 46’/2ºT). Técnico: Dunga.

junho 25, 2009 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Caetano, São Paulo, Seleção brasileira., Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Fogão erra no fim e cede empate ao Americano

Time de Ney Franco não faz bom jogo e ainda é beneficiado por erro do árbitro

O público reduzido no Engenhão parecia indicar que a noite não era alvinegra. Ou melhor, a julgar pelo bom empate conquistado pelo visitante, também vestido de preto e branco, até poderia ser, só que da zebra Americano. Com pouca sorte e alguns vacilos cruciais na defesa, o Botafogo permitiu que o time de Campos chegasse, no fim, aos 2 a 2. E é bom lembrar que contou com uma mãozinha do juiz…

Os gols foram marcados por Victor Simões, que acabou expulso, e Reinaldo, além de Hernani e Kiesa. Com o placar, porém, o Glorioso segue na liderança do Grupo B, agora com dez pontos. Já o adversário foi a seis e é o sexto na outra chave.

Disperso, o Botafogo começou sendo envolvido pelo Americano em algumas jogadas. A equipe de Campos marcava com todos os homens atrás da linha da bola e tinha certa liberdade para sair, sobretudo pelo lado direito. Com mais qualidade, porém, o time da casa levava perigo e o gol de abertura não demorou a sair.

Thiaguinho foi à linha de fundo, cruzou, Anderson falhou feio e Victor Simões emendou, de bico, no canto direito do goleiro Jefferson. A vantagem deu um pouco mais de tranquilidade ao Botafogo, que passou a trocar melhor os passes. O que os comandados de Ney Franco não esperavam era que o perigo, na verdade, vinha de longe.

Aos 23, o ala Ernani arriscou, de falta, da intermediária. A bola desviou no Pantera e atrapalhou Renan, que ainda assim poderia ter defendido, tanto que admitiu em seguida. Melhor em campo, o Alvinegro seguia com mais posse de bola e desperdiçava uma ou outra boa chance. Entretanto, as disputas no meio-de-campo eram vencidas em sua maioria pelo Americano.

No intervalo, Ney Franco promoveu a entrada de Gabriel na vaga de Léo Silva para forçar o lado esquerdo a aproveitar as subidas do lateral Paulo Henrique. A alternativa deu certo, até porque Thiaguinho, que já fizeram um bom primeiro tempo, passou a ter mais espaço para avançar no meio e criou bons momentos.

As chances, no entanto, eram desperdiçadas aos montes. Mais recuado, o Americano pedia que o Botafogo de aproximasse. O volante Fahel, outro que constantemente aparecia no ataque, dava azar nas conclusões. Atrás, o mesmo Fahel protagonizou um lance incrível. Kiesa driblou Renan e, com o gol vazio, ia marcar, se não fosse pelo camisa 8, que o puxou pela camisa.

Além de não expulsá-lo, o árbitro André Luis Paes Ramos não marcou pênalti e deu cartão amarelo para o atacante do rival, por simulação! Depois dessa, o Americano demorou a se encaixar de novo. Somente pelo fato de ter um amontado de jogadores dentro da área é que o Botafogo parecia não conseguir marcar.

Até que surgiu Reinaldo para desencantar e, até então, evitar mais um tropeço no Engenhão – além da derrota para o Volta Redonda, na Taça GB. Ao receber passe de Maicosuel, o camisa 7, pelo meio da defesa, bateu firme no cantinho direito. Houve tempo, ainda, em uma bobeira, para que Victor Simões fosse expulso, após mais um carrinho.

Se foi essa a causa ou não, ninguém vai saber. Porém, na sequência, em falta cobrada da lateral da área, o mesmo Kiesa que sofrera o pênalti subiu mais que a zaga para igualar a partida e deixar os cerca de 3 mil botafoguenses aborrecidos. Nos acréscimos, Kim desperdiçou oportunidade de virar. Definitivamente, uma noite para esquecer, Fogão!
FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO 2 X 2 AMERICANO

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 25/3/2009 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: André Luis Paes Ramos (RJ)
Auxiliares: Raimundo Araújo dos Santos (RJ) e Ricardo Saldanha Batermarqui (RJ)
Renda/público: R$ 36.841,00 / 2.248 pagantes (2.818 presentes)
Cartões amarelos: Victor Simões (BOT); Anderson, Siller, Kiesa e Renan (AME)
Cartões vermelhos: Victor Simões, 37’/2ºT (BOT) e Gil, 43’/2ºT (AME)
GOLS: Victor Simões, 12’/1ºT (1-0); Ernani, 22’/1ºT (1-1); Reinaldo, 32’/2ºT (2-1); Kiesa, 42’/2ºT (2-2)

BOTAFOGO: Renan, Emerson (Jean Carioca, 16’/2ºT), Juninho e Leandro Guerreiro; Alessandro, Fahel, Léo Silva (Gabriel, intervalo), Maicosuel e Thiaguinho; Reinaldo e Victor Simões – Técnico: Ney Franco.

AMERICANO: Jefferson; Elson, Anderson e Carlão; Paulo Henrique, Renan, Siller (Kim, 28’/2ºT), Diego Sales (Cafezinho, 39’/2ºT) e Ernani; Eberson (Gil, 20’/2ºT) e Kieza – Técnico: Toninho Andrade.

março 26, 2009 Posted by | Botafogo | , , , , , , , , | Deixe um comentário

No fim, Flu empata em 1 a 1 com o Botafogo

Edcarlos marca aos 46 minutos do segundo tempo e dá banho de água fria no Alvinegro

Salvo no apagar das luzes. Desta forma o Fluminense conseguiu empatar a partida contra o Botafogo em 1 a 1 e salvou sua pele de acumular mais uma derrota no Campeonato Brasileiro. Com um gol aos 46 minutos do segundo tempo, marcado por Edcarlos, o Tricolor respirou aliviado e fez o Alvinegro ver a aproximação do G4 escorrer pelas suas mãos.

A formação ofensiva que o treinador Cuca mandou a campo surtiu efeito no início da partida. Com Conca dominando o meio-de-campo e explorando a velocidade dos atacantes Ciel e Maicon, o Fluminense tinha mais volume de jogo e era melhor. O Botafogo encontrava dificuldade para sair de seu campo de defensa e Wellington Paulista estava muito isolado na frente, disputando bolas com os zagueiros tricolores.

Ciel era a grata a surpresa e levava perigo ao gol alvinegro. Em duas oportunidades, quase abriu o placar. Em uma, Castilho fez ótima defesa, e em outra, a bola passou rente à trave.

Porém, quando o gol do Fluminense já parecia maduro, veio o golpe. Num contra-ataque, Lucio Flavio foi a linha de fundo e com sua maestria habitual, colocou a bola na cabeça de Carlos Alberto, que a mandou para o fundo das redes virando, assim, o autor do milésimo gol da história do clássico.

O feito do Glorioso acabou segurando o ímpeto tricolor que, após tal tento, não se encontrou mais em campo. Não fosse a trave, num chute cara-a-cara de Zé Carlos, o Botafogo poderia sair de campo com um resultado mais amplo no primeiro tempo.

Precisando desesperadamente da vitória, o Fluminense foi com tudo para a segunda etapa em busca do empate. Cuca colocou Alan no lugar de Somália para dar mais mobilidade ao ataque e a substituição parecia surtir efeito. Entretanto, quando mais uma vez era melhor na partida, o Tricolor sofreu uma ducha de água fria.

Carlos Alberto puxou um contra-ataque e levou um carrinho de Thiago Silva. O árbitro Péricles Bassols interpretou que a jogada merecia cartão vermelho e assim a fez. Com a expulsão, Cuca achou por bem tirar Ciel (que era o melhor em campo) e colocar Roger para repôr a defesa.

Com um a menos, o Fluminense não conseguiu mais se impôr e criar oportunidades. Ao Botafogo, restou administrar o placar e tocar a bola. O apito final do árbitro acabou não sendo bom para ninguém. O Tricolor continua na zona da degola e o Glorioso deixou de se aproximar dos líderes da competição.

BOTAFOGO 1 X 1 FLUMINENSE

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro
Data/hora: 28/9/2008 – 18h10 (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (RJ)
Auxiliares: Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ) e Wágner de Almeida Santos (RJ)
Renda/público: R$ 180.865 / 12.654 pagantes
Cartões amarelos: Luciano Almeida, Thiaguinho, Wellington Paulista (BOT); Maicon (FLU)
Cartões vermelhos: Thiago Silva, 17’/2ºT; Zé Carlos, 44’/2ºT
GOLS: Carlos Alberto, 28’/1ºT (1-0)

BOTAFOGO: Castillo, Alexsandro, Renato Silva, Andre Luis e Luciano Almeida (Thiaguinho, intervalo); Túlio (Eduardo, 32’/2ºT), Leandro Guerreiro, Lucio Flavio, Zé Carlos e Carlos Alberto (Fábio, 37’/2ºT); Wellington Paulista. Técnico: Ney Franco.

FLUMINENSE: Fernando Henrique, Carlinhos (Tartá, 27’/2ºT), Edcarlos, Thiago Silva e Junior César; Romeu, Arouca e Conca; Ciel (Roger, 20’/2ºT), Maicon e Somália (Alan, intervalo). Técnico: Cuca.

setembro 28, 2008 Posted by | Botafogo, Fluminense | , , | Deixe um comentário