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Com empate, Flu faz o mínimo para tirar Fla da Sul-Americana

Clássico é ruim de novo, mas Roni e Denis Marques garantem golzinhos

Empatados em erros, Flamengo e Fluminense também ficaram na igualdade em gols, na noite desta quarta-feira, no Maracanã. Melhor para o time dirigido por Renato Gaúcho, que fez um de pênalti, com Roni, e passou a ter o regulamento debaixo do braço por, teoricamente, estar fora de casa. Com isso, eliminou o rival e, mesmo aos trancos, classificou-se para as oitavas-de-final da Copa Sul-Americana.

Dado o desdém do treinador dispensado à competição anteriormente, não se sabe se é ruim ou bom, já que as atenções ficarão divididas com o Campeonato Brasileiro, prioridade. Ao menos, os sorrisos voltaram aos tricolores e a motivação pode servir como um alento. Já o Rubro-Negro amarga o quarto jogo sem vitória.

Na próxima fase, o Tricolor das Laranjeiras encara quem passar de Alianza Atlético (PER) e Deportivo Anzoátegui (VEN), que só se enfrentam pelo segundo jogo no dia 15. Na ida, acabou 0 a 0.

1º TEMPO

Não bastaram os apelos da crítica e até dos próprios comandantes, que escalaram os titulares disponíveis. O segundo Fla-Flu internacional oficial foi mesmo uma decepção. Bem parecida com o “jogo de ida”. Entre aspas porque o palco era o mesmo. O Maracanã, de tantas histórias e clássicos, foi maltratado. Para se ter uma ideia só depois dos 15 minutos é que saiu o chute inaugural do duelo.

Na realidade, o que se viu foi um festival de erros. Com raras cabeças pensantes – Petkovic, mesmo em noite abaixo da média, se destacava pela categoria -, a disputa se tornou ainda mais ríspida e de bolas rifadas. Como o 0 a 0 levava para os pênaltis, ninguém parecia querer se arriscar.

Se o Rubro-Negro tinha esperanças, elas estavam depositadas em Emerson. Só que o Sheik, como havia avisado, não tinha condições físicas. Com dores fortes na coxa direita, saiu para a entrada de Zé Roberto. A rigor, o Flu era um pouquinho mais objetivo. Na base da correria, acionava Kieza e Conca, que tentavam bater em gol.

Como prêmio, em jogada polêmica Angelim derrubou o K-9 tricolor na linha da área. Carlos Chandía acertou em marcar o pênalti, cobrado por Roni, sem chances para Bruno, já nos acréscimos. No intervalo, uma visão meio distorcida de Pet chamou a atenção. Segundo ele, o time de Andrade fazia um partidaço, principalmente pela atuação de Fierro. Hein?

2º TEMPO

Sem mexidas, os rivais voltaram para o segundo tempo mais animados. Claramente, o Fluminense adotou postura mais cautelosa, já que estar em vantagem em um confronto é algo que não acontecia há tempos. Mas até que para quem se desacostumou a vencer, a estratégia foi certinha. Embora lentos, os contragolpes perturbavam a defesa rubro-negra.

Mas a sorte virou de lado. Ao menos no fugaz minuto 15. Desconcertado, Denis Marques lutou contra os zagueiros e conseguiu, depois de chutar completamente errado, acertar o gol. A bola desviou em João Paulo e em Zé Roberto antes de encobrir Rafael, que já vinha mostrando insegurança em lances anteriores.

O gol não mudou muito o clássico. Até porque Pet, cansado, pediu para sair. Renato Gaúcho preferia esperar para ver no que ia dar, e Andrade só pôs Camacho, na vaga do ídolo. Só depois é que Marquinho e Alan foram lançados.

Com sangue novo, o Flu atrasava a reação do adversário. E até animou a tímida torcida quando Kieza escapou em direção ao gol e foi puxado por David, que foi expulso. O mesmo aconteceria com Fierro pouco tempo depois.

A partir daí, o Flamengo nem mesmo ameaçou o gol de Rafael e mostrou que a situação, sem Emerson e Adriano, deve ficar bem pior em breve. A péssima partida ainda perdurou por 51 minutos na etapa final, com os incríveis acréscimos do chileno de tanta cera que fez o Tricolor, e judiou os 10 mil presentes ao Maracanã.

FICHA TÉCNICA:
FLAMENGO 1 X 1 FLUMINENSE

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: 25/8/2009 às 21h50
Árbitro: Carlos Chandía (CHI)
Assistentes: Lorenzo Acuña (CHI) e Cristian Julio (CHI)
Renda/público: R$ 133.228,00/10.539 pagantes
Cartões amarelos: Willians, Aírton e David (FLA); João Paulo e Luiz Alberto (FLU)
Cartões vermelhos: David, 37’/2ºT (FLA); Fierro, 46’/2ºT (FLA)
GOLS: Roni, 47’/1ºT (0-1)

FLAMENGO: Bruno, David, Aírton e Ronaldo Angelim; Fierro, Willians, Lenon, Pekovic (Camacho, 28’/2ºT) e Everton; Emerson (Zé Roberto, 25’/1ºT) e Denis Marques – Técnico: Andrade.

FLUMINENSE: Rafael, Ruy, Cássio, Luiz Alberto e João Paulo; Fabinho, Diogo, Diguinho (Marquinho, 34’/2ºT) e Conca (Maicon, 40’/2ºT); Roni e Kieza – Técnico: Renato Gaúcho.

agosto 27, 2009 Posted by | Flamengo, Fluminense | , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Em jogo emocionante, Santos e Inter empatam na Vila

Alecsandro marcou três, Kléber Pereira dois e jogo termina igual; Colorado ainda pode levar o Osmarzão

Andrezinho e Ganso disputam bola no meio-de-campo (Crédito: Reginaldo Castro)

Andrezinho e Ganso disputam bola no meio-de-campo

FABRICIO CREPALDI

Em partida cheia de gols, Santos e Internacional empataram em 3 a 3 na Vila Belmiro, na noite desta quarta-feira, em jogo atrasado da 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. E os camisas 9 brilharam: Kléber Pereira, marcou duas vezes para o time da casa, enquanto Alecsandro fez os três do Colorado. Madson fez o outro do Peixe.

Com o resultado, o Peixe chegou a 29 pontos, ná décima posição. Já o Inter, com 34, é o quarto colocado. O Colorado ainda sonha com a conquista do Troféu Osmar Santos, oferecido pelo LANCE! ao campeão do primeiro turno. Para isso, o time gaúcho precisa vencer o Atlético-MG, no Beira-Rio.

A partida começou com as duas equipes buscando o gol e quem chegou mais próximo foi o clube gaúcho. Logo aos 4 minutos, Andrezinho apareceu livre na frente de Felipe e chutou de esquerda. O goleiro santista fez linda defesa.

O time da casa respondeu pouco depois. O zagueiro Fabão recebeu na intermediária e bateu com força. Lauro defendeu com segurança. O Santos ficava a maior parte do tempo com o domínio da bola, mas o Inter assustava nos contra-ataques, principalmente com o garoto Taison.

Porém, aos 13, o Alvinegro abriu o placar. O zagueiro Bolívar tentou fazer um recuo e errou. Madson foi mais rápido que a zaga, roubou a bola e na frente de Lauro tocou no canto, rasteiro, sem chances para o arqueiro.

O gol parece que desestabilizou o Colorado. Apenas dois minutos depois, o Peixe aumentou. Kléber Pereira recebeu passe dentro da área, deu lindo drible em Danilo e chutou de esquerda, no canto. Lauro ainda tentou chegar, mas a bola estufou a rede, fazendo a festa da torcida santista.

E no ataque seguinte quase o time da casa fez mais um. Novamente Madson recebeu sozinho na área e tentou encobrir o goleiro, que conseguiu desviar e mandou para escanteio.

Com a vantagem no placar, o Santos parou de jogar. E o Internacional se aproveitou. Aos 24, Taison fez linda jogada pelo lado esquerdo e cruzou rasteiro. A bola atravessou toda a área e encontrou Alecsandro livre, dentro da pequena área. O atacante só teve o trabalho de empurrar e diminuir a diferença.

Assim como o adversário, o segundo gol do Inter veio dois minutos depois do primeiro. Kléber cobrou falta na cabeça de Alecsandro, que subiu mais que o goleiro Felipe e empatou a partida na Vila.

A resposta do Peixe veio com Paulo Henrique Ganso, que arriscou da intermediária e assustou Lauro. Antes do fim do primeiro tempo, o Alvinegro passou a pressionar mais. Novamente Ganso apareceu livre, na entrada da área e chutou com força. A bola passou raspando a trave. Em seguida, Léo cruzou da esquerda, Kléber Pereira cabeceou e Lauro fez linda defesa. Mesmo com a pressão santista, os times foram para o vestiário com a partida empatada.

A segunda etapa começou e logo no primeiro ataque, o Inter conseguiu a virada. Andrezinho fez linda jogada pelo meio-de-campo e lançou Alecsandro, que estava em posição legal. O atacante recebeu e tocou por cima de Felipe, marcando um lindo gol, o seu terceiro no jogo.

Quando parecia que o time da casa estava perdido em campo, errando muitos passes, veio o gol de empate, mais uma vez, com Kléber Pereira. George Lucas cruzou da direita e o centroavante chegou antes de Bolívar, cabeceando no ângulo de Lauro, igualando o marcador.

Após o gol, o jogo perdeu um pouco de sua emoção e as equipes pararam de atacar. O Santos se resumia a tentar algo por meio dos cruzamentos e o Colorado não conseguia segurar o jogo no campo de ataque. Em dois lances, a torcida santista pediu pênalti. No primeiro, Kléber Pereira caiu na área após cruzamento. No segundo, Madson dividiu com Daniel, mas em ambos o árbitro mandou seguir.

Aos 32, Kléber Pereira e Sorondo se desentenderam na área. O árbitro não viu e foi alertado pelo bandeira. Em seguida, os dois foram expulsos de campo. Na sequencia, Madson cruzou da esquerda, Bolívar tentou cortar e quase marcou contra.

Depois das expulsões, o Peixe passou a pressionar o adversário, principalmente com jogadas individuais de Madson pelo lado esquerdo, mas sem objetividade. Em cabeçada após cobrança de escanteio, Fabão chegou a assustar Lauro. Na última chance do jogo, Kléber cobrou falta na barreira. Ainda deu tempo do lateral Daniel ser expulso por fazer cera e a partida terminou mesmo empatada.

Na próxima rodada, o Santos recebe o Fluminense na Vila Belmiro, domingo, às 16h. Já o Internacional joga no mesmo dia, às 18h30, contra o Internacional, no Beira-Rio.


FICHA TÉCNICA:

SANTOS 3 X 3 INTERNACIONAL

Estádio: Vila Belmiro, Santos (SP)
Data/hora: 26/08/2009 – 21H (de Brasília)
Árbitro: Luiz Antônio dos Santos (RJ)
Auxiliares: Marco Aurélio dos Santos Pessanha (RJ) e Wagner de Almeida do Santos (RJ).
Renda/público: Não disponíveis
Cartões amarelos: Rodrigo Mancha, George Lucas, Fabão (SAN); Sandro, Guiñazú, Daniel (INT)
Cartões vermelhos: Kléber Pereira, 32’/2ºT (SAN); Sorondo, 32’/2ºT; Daniel, 49’/2ºT (INT)
GOLS: Madson, 13’/1ºT (1-0); Kléber Pereira, 15’/1ºT (2-0); Alecsandro, 24’/1ºT (2-1);
Alecsandro, 26’/1ºT (2-2); Alecsandro, 05’/2ºT (2-3); Kléber Pereira, 13’/2ºT (3-3)

SANTOS: Felipe; George Lucas, Fabão, Eli Sabiá e Léo; Rodrigo Mancha (Germano, intervalo), Rodrigo Souto (André, 39’/2ºT), Róbson (Neymar, 12’/2ºT), Paulo Henrique Ganso e Madson; Kléber Pereira. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

INTERNACIONAL: Lauro; Daniel, Bolívar, Sorondo e Kleber; Sandro, Guiñazú, Giuliano (Danny Morais, 33’/2ºT) e Andrezinho (Marcelo Cordeiro, 21’/2ºT); Alecsandro (Magrão, 26’/2ºT) e Taison. Técnico: Tite.

agosto 27, 2009 Posted by | Internacional, Santos | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Felipe salva e Timão empata com Ramalhão

Em noite inspirada, goleiro corintiano faz grandes defesas e evita derrota no interior paulista

Jorge Henrique tenta ganhar duelo contra jogador do Santo André (Crédito: Ari Ferreira)

Jorge Henrique tenta ganhar duelo contra jogador do Santo André (Crédito: Ari Ferreira)

Contra o Santo André, na noite desta quarta-feira, o Corinthians pôde contar com apenas cinco jogadores, dos titulares que conquistaram a Copa do Brasil e o Paulistão no primeiro semestre. E um deles foi fundamental no ponto conquistado em São José do Rio Preto, onde o Timão empatou em 1 a 1 com o Ramalhão.

Com mais uma grande atuação, Felipe só não conseguiu pegar uma cobrança perfeita de falta de Marcelinho e evitou o pior. Chicão, em cobrança de pênalti, fez o gol corintiano.

No primeiro tempo, o torcedor corintiano que compareceu ao estádio Teixeirão, em São José do Rio Preto, viu sua equipe ser dominada pelo Santo André e deu graças a Felipe que, em pelo menos quatro oportunidades, salvou a equipe.

Com mais iniciativa e organização, o Ramalhão levou perigo em duas oportunidades no início. Aos 10 minutos, após bola cruzada da direita, Osny ficou frente a frente com o goleiro corintiano, mas, por capricho, completou mal e desperdiçou grande chance. No minuto seguinte, Ricardo Conceição arriscou chute forte da entrada da área e Felipe fez nova defesa.

Sentindo falta de seu meio-de-campo titular, além de Ronaldo, sempre boa referência no ataque, o Timão só veio criar a primeira chance aos 26 minutos. Após bate e rebate na área, Henrique conseguiu bater de virada, mas Neneca pegou com segurança.

Depois da pressão inicial, a equipe comandada por Sandro Gaúcho, que assumiu interinamente após a demissão de Sérgio Guedes, deu uma esfriada e passou a fazer faltas desnecessárias. Ainda assim, o Corinthians não conseguia ganhar volume de jogo e, aos 27, viu Antônio Flávio acertar o travessão após cruzamento de Marcelinho. Aos 37, Henrique, novamente ele, ainda levou perigo ao escorar cruzamento de Marcinho.

No segundo tempo, a figura de Marcelinho Carioca, eterno ídolo corintiano, passou a incomodar. O camisa 7 do Ramalhão tomou conta das ações da equipe mandante e complicou o jogor para o lado Alvinegro.

Aos 9 minutos, após cobrança de falta do pé-de-anjo, Felipe fez grande defesa, espalmando para o lado. Na sequência, mais um chute forte, e novamente o goleiro apareceu para salvar, com mais uma grande defesa.

Mas aos 19 minutos, o pé-de-anjo venceu o duelo com o goleiro corintiano, que esteve em grande noite. Em cobrança de falta na entrada da área, Marcelinho acertou um belo chute, sem chances para Felipe. A bola morreu no ângulo esquerdo.

Após o gol, Mano Menezes tentou mexer com o brio de seu time e fez duas substituições. Ele promoveu as entradas de Bill, que fez sua estreia, e de Souza. Este último, por ter entrado em campo pela sétima vez neste Campeonato Brasileiro, não poderá mais atuar por nenhuma outra equipe da Série A. Havia a possibilidade de Souza se transferir para o Goiás, ou mesmo para o Fluminense.

E aos 28, o próprio Souza sofreu pênalti, confirmando a boa mexida de Mano. Chicão cobrou com perfeição e empatou a partida.

Aos 33, Dentinho ainda arrumou tempo para ser expulso de campo, após fazer falta infantil no meio-de-campo. Com um homem a menos, o Timão tratou de segurar o resultado e, com a ajuda de Felipe, trouxe um ponto precioso de São José do Rio Preto.

Na próxima rodada, o Corinthians recebe o Avaí, no domingo, no Pacaembu. Já o Santo André enfrenta o Goiás no Anacletto Campanella, também no domingo.

FICHA TÉCNICA:
SANTO ANDRÉ 1 X 1 CORINTHIANS


Estádio: Teixeirão, São José do Rio Preto (SP)
Data/hora: 29/07/2009 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Cleber Wellington Abade (SP)
Auxiliares: Nilson de Souza Monção (SP) e Andreson José Coelho (SP)
Cartões amarelos: Gustavo Nery, Rômulo, Marcelinho Carioca, Arthur, Cesinha (STA); Dentinho (COR)
Cartão Vermelho: Dentinho, 33’/2ºT (COR)
Gols: Marcelinho Carioca, 19’/2ºT (STA); Chicão, 29’/2ºT (COR)

SANTO ANDRÉ: Neneca; Rômulo, Cesinha, Marcel e Arthur; Fernando, Ricardo Conceição, Marcelinho Carioca e Gustavo Nery (Pablo Escobar, Intervalo); Antônio Flávio (Rodriguinho, 39’/2ºT) e Osny (Ricardo Goulart, 23’/2ºT). Técnico Interino: Sandro Gaúcho.

CORINTHIANS: Felipe; Diogo, Chicão, William e Marcinho (Marcelinho, 26’/2ºT); Moradei, Jucilei e Morais; Jorge Henrique (Souza, 21’/2ºT), Dentinho e Henrique (Bill, 21’/2ºT). Técnico: Mano Menezes.

julho 30, 2009 Posted by | Corinthians, Santo André | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Neymar salva Santos na estreia de Luxemburgo

Jovem atacante entra no segundo tempo e marca o gol da quarta vitória santista no Brasileirão

Santos sofre mas consegue vencer na estréia de Luxemburgo (Foto: Ivan Storchi)

Santos sofre mas consegue vencer na estréia de Luxemburgo (Foto: Ivan Storchi)

Bruno Arraes

O Santos venceu o Atlético-PR por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro. O jogo marcou a reestreia de Vanderlei Luxemburgo no comando da equipe alvinegra. O treinador inicia seu trabalhando cumprindo o primeiro passo da meta preestabelecida: vencer todas as partidas em casa para tentar garantir vaga na próxima Copa Libertadores.

O triunfo foi o quarto do grupo santista nesta edição da competição e a terceira na Vila Belmiro. E manteve a invencibilidade de Luxa em estreias no comando alvinegro. Nas outras três passagens, ele venceu uma partida e empatou as outras duas.

Em contrapartida, o Atlético Paranaense segue mal. A equipe perdeu sua sétima partida na competição e pode terminar a rodada na zona de rebaixamento.

O técnico Vanderlei Luxemburgo admitiu durante a semana que a equipe santista era muito vulnerável e sua primeira missão seria compactá-la. Com isso, o Peixe entrou em campo com uma formação diferente no meio-de-campo. Com a volta de Rodrigo Souto e a permanência de Germano e Roberto Brum, os anfitriões iniciaram a partida com três volantes. O preterido por Luxa foi o jovem Paulo Henrique Lima, o Ganso. Madson e Robson foram os encarregados da armação, deixando a equipe com cinco jogadores no meio.

O jogo começou muito disputado, com as duas equipes partindo para o ataque. O Atlético-PR iniciou marcando forte as jogadas santistas pelas laterais e impediu a pressão inicial do adversário. Por isso, o primeiro lance de perigo só aconteceu aos 17 minutos. Em cobrança de falta de Madson, a bola desviou na zaga atleticana e sobrou para Robson. O camisa 7 cabeceou e a ela passou rente à trave direita do goleiro Vinícius.

No primeiro vacilo da zaga do Furacão, o zagueiro Vinícius saiu mal e perdeu para Germano. O volante rolou para o meio da área para a chegada do baixinho Madson, mas o zagueiro Rafael Santos chegou a tempo e impediu o arremate. Aos 38, o lateral Luizinho rolou na entrada da área para Germano, o volante chutou forte e a bola passou muito perto do gol de Vinícius.

Madson, como sempre, foi quem mais incomodou a zaga atleticana na primeira etapa. A esperança do Furacão estava depositada em Rafael Moura, porém o jogador ficou isolado entre os zagueiros do Peixe e não oferecia perigo ao jovem goleiro Felipe.

O Santos voltou para o segundo tempo com duas modificações. Os jovens Neymar e Paulo Henrique entraram. Com isso, Luxemburgo abandonou o esquema com três volantes, retirando Roberto Brum e Robson. Porém, o primeiro lance de perigo foi do Furacão, com Rafael Moura. O atacante, em sua primeira boa jogada na partida, cabeceou perto do gol.

O Santos só voltou a ameaçar aos 13 minutos em mais uma jogada de Madson. Ele cruzou bem para Paulo Henrique, mas o meia não conseguiu dominar e a bola escapou para as mãos do goleiro Vinícius. A partir daí, a equipe do Peixe passou a dominar amplamente o jogo, porém pecava no último passe e não conseguia entrar na área rival em condições de finalizar.

Aos 27 minutos Neymar e Roni fizeram ótima tabela. O jovem atacante recebeu dentro da área, cortou o zagueiro e chutou sem chances para o goleiro Vinícius, do Atlético-PR. Com o gol, Neymar salvou o Santos pela segunda vez em uma semana. Há sete dias, contra o Barueri, o jovem marcou o gol de empate aos 44 minutos do segundo tempo e evitou a derrota santista.

Após o gol, o Atlético-PR acordou e tentou pressionar, mas o Santos conseguiu se segurar e garantiu a vitória na estréia de Luxemburgo.

Na próxima rodada, o Santos receberá o conturbado Flamengo, na Vila Belmiro. Os cariocas empataram com o Barueri, no Maracanã, e completaram três igualdades seguidas. Na Arena da Baixada, o Atlético-PR enfrentará o embalado Avaí, que nesta quarta-feira venceu o Grêmio em casa por 1 a 0.

FICHA TÉCNICA:
SANTOS 1 X 0 ATLÉTICO-PR

Estádio: Vila Belmiro, Santos (SP)
Data/hora: 22/07/2009 – 21h (de Brasília)
Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo (SC)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (Fifa-SC) e Marco Antônio Martins (SC)
Renda/público: R$ 190.325,00 / 7.375 pagantes
Cartões amarelos: Neymar (SAN); Nei, Márcio Azevedo, Rhodolfo e Rafael Miranda (ATL)
GOLS: Neymar, 27’/2ºT (1-0);

SANTOS: Felipe; Luizinho (Pará, 20’/2º), Fabão, Domingos e Léo; Germano, Rodrigo Souto, Roberto Brum (Neymar, Intervalo) e Róbson (Paulo Henrique, Intervalo); Madson e Roni. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

ATLÉTICO-PR: Vinícius; Nei (Manuel, 31’/2º), Rafael Santos, Rhodolfo e Márcio Azevedo; Valencia, Rafael Miranda, Paulo Baier e Marcinho; Wallyson (Patrick, 27’/2º) e Rafael Moura (Jhonatan, 31’/2º). Técnico: Waldemar Lemos.

julho 23, 2009 Posted by | Atlético-PR, Santos | , , , , | Deixe um comentário

Inter e Timão decidem vaga na Libertadores

Decisão da Copa do Brasil garante o primeiro brasileiro na competição de 2010

LANCEPRESS!

O Internacional recorre a todas as armas para turbinar seu time em busca do “milagre” diante do Corinthians, na noite desta quarta-feira, no Beira-Rio, na finalíssima da Copa do Brasil. Foram treinos secretos, apelos à torcida para lotar o Beira-Rio (o público esperado é de 50 mil) e até a elaboração de um DVD com supostos erros de arbitragem favorecendo o Timão, Mas o verdadeiro reforço é a volta de Nilmar, que defendeu a Seleção Brasileira na Copa das Confederações, na África do Sul.

Com seu veloz e talentoso centroavante, o Colorado se considera capaz de no mínimo devolver a derrota por 2 a 0 no primeiro confronto, no Pacaembu, para levar a decisão para os pênaltis. Ou então vencer por três ou mais gols de diferença para levar a taça diretamente. Com seu camisa 9, o Inter fechou maio com vitória. Sem ele, a equipe atravessou um junho tenebroso, com seis jogos em que perdeu ou empatou (só voltou a vencer no último domingo, um 3 a 0 no Coritiba com três gols de Bolaños, que, contudo, não tem condições legais para a Copa do Brasil).

Além de Nilmar, o técnico Tite poderá contar com outro que serviu à Seleção, o lateral-esquerdo Kleber. E, em relação à equipe do jogo no Pacaembu, com mais dois titulares da maior importância: o armador D’Alessandro e o lateral-direito Bolívar. O argentino cadencia o jogo; Bolívar, zagueiro de origem, dá mais segurança à defesa de um time que está proibido de tomar gol.

Já a opção pelo zagueiro Danny Morais no lugar de Álvaro é técnica. Mais veloz, e superior no jogo pelo alto, Danny, que completou 24 anos nesta segunda-feira, ganhou a posição após a derrota de 4 a 0 para o Flamengo, no Maracanã.

O desfalque é o volante Sandro, com lesão muscular na coxa esquerda – uma perda considerável, pela bola alta defensiva e a saída de jogo com qualidade. Tite já escolheu o substituto, mas dá a entender que ainda não se decidiu por um dos dois candidatos. São eles o volante Glaydson e o meia Andrezinho.

No Corinthians, o grande reforço para a partida também regressa da África do Sul. O lateral-esquerdo André Santos ganhou a posição de Kléber, adversário desta final, durante a Copa das Confederações e retorna ao Brasil com o título e com propostas do futebol Europeu. Porém André só quer pensar na Copa do Brasil por enquanto.

– Agora estou só concentrado na final da Copa do Brasil. Só depois vamos ver se tem proposta ou não. Claro que a Europa faz parte dos meus planos. Mas primeiro preciso ganhar este título para o Corinthians – afirmou o lateral.

O resultado de 2 a 0 na primeira partida, garante uma boa vantagem para a equipe de Mano Menezes no jogo no Beria-Rio e o capitão William garante que seu time aprendeu a lição sobre manter vantagens, com a dura experiência da final da Copa do Brasil de 2008.

– Temos o aprendizado do ano passado. Sabemos que a vantagem de 2 a 0 é melhor do que a de 3 a 1, pelo regulamento, mas não nos dá o título. Em 2008, deixamos a desejar no segundo jogo, por isso fomos derrotados. Temos de jogar de igual para igual com o Inter no Beira-Rio. Dificilmente, uma equipe vence um mata-mata jogando bem só um jogo. Temos de repetir a alta qualidade que tivemos no Pacaembu – afirmou o capitão.

Mano Menezes terá força máxima de seu time à sua disposição. A formação do time que foi campeão paulista invicto estará completa com a volta de André Santos. E nos momentos decisivos, a esperança de brilhar, é mais uma vez de Ronaldo. O Fenômeno foi fator preponderante nas decisões que disputou com a camisa nove alvinegra e promete mais um título para a Fiel torcida.

– Estou bem, preparado, sem nenhum tipo de incômodo, de dor, nada. Acho que vai ser uma grande final, estou bem fisicamente. A gente ainda não conseguiu superar aquele 20% final para chegar à 100%. Mas estou em ótimas condições. Vai ser uma grandíssima final – garantiu o Fenômeno.

FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL X CORINTHIANS

Estádio: Beira-Rio, Porto Alegre (RS)
Data/hora: 01/07/2009 – 21:50 (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA-MG)
Auxiliares: Alessandro Alvaro de Matos (FIFA-BA) e Roberto Braatz (FIFA-PR)

INTERNACIONAL: Lauro; Bolívar, Indio, Danny Morais e Kleber; Glaydson (Andrezinho), Magrão, Guiñazú e D’Alessandro; Taison e Nilmar. Técnico: Tite.

CORINTHIANS: Felipe; Alessandro, Chicão, William e André Santos; Cristian, Elias e Douglas; Jorge Henrique, Dentinho e Ronaldo. Técnico: Mano Menezes.

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julho 1, 2009 Posted by | Corinthians, Internacional | , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Após sufoco no primeiro tempo, São Paulo sofre sua primeira derrota

Equipe melhora, mas não consegue ponto contra o Independiente Medellín

Ampliar Foto Agência/AFP Agência/AFP

Tricolor sofre no primeiro tempo e perde

São Paulo precisava de um empate para garantir o primeiro lugar do Grupo 4 da Libertadores . Mas acabou derrotado pelo Independiente por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, em Medellín. Com um time quase todo formado por reservas, o Tricolor foi dominado no primeiro tempo, mas apresentou melhor futebol no segundo. Ainda assim, foi o primeiro revés do time de Muricy Ramalho no torneio.

Confira os próximos jogos e a tabela de classificação da Libertadores

Com o resultado, o time paulista manteve a liderança, com dez pontos, e o Independiente chegou a sete, permanecendo no segundo lugar. Agora, o São Paulo ainda busca um ponto na última partida, contra o América de Cáli, no Morumbi, na próxima quarta-feira para garantir a liderança.

Sufoco do anfitrião

Ampliar Foto Agência/AFP Agência/AFP

André Lima comemora o único gol tricolor

O São Paulo quase não respirou na maior parte do primeiro tempo. O dono da casa impôs um ritmo forte e agressivo, partindo para cima. Aos 15, Restrepo mandou uma bola pelo alto para Castillo, que recebeu sozinho na área e fez o primeiro dos colombianos. A zaga tentou fazer linha de impedimento, mas Renato Silva dava condição ao autor do gol.

O time paulista tentou se organizar em campo, mas não conseguia dar sequência aos lances, principalmente por causa da forte marcação do adversário. E não deu muito tempo de se recuperar. Aos 25, Arias passou para Castillo finalizar de dentro da área. A bola ainda desviou em Rodrigo antes de entrar.

O Independiente seguiu após o segundo gol, mas com muitos erros nas finalizações. O São Paulo ainda tentava diminuir. E, se não conseguia chegar à área adversária, usou outra tática para fazer o gol. Aos 39, em um rápido contra-ataque, Dagoberto tocou para André Lima, que bateu de primeira, quase na entrada da área. O goleiro Bobadilla não conseguiu pegar o chute preciso do atacante tricolor: 2 a 1.

Melhora técnica do Tricolor não evita derrota

Muricy Ramalho fez uma mudança na lateral: colocou Wellington no lugar de Wagner Diniz. Mais organizado, o São Paulo voltou melhor para o segundo tempo e passou a criar mais. O Independiente ainda tinha mais a posse de bola, mas já não dominava o time paulista.

André Lima chegou a balançar a rede aos 20 minutos, mas o árbitro marcou impedimento do atacante, que era o que mais arriscava pelo Tricolor. Bosco não precisou fazer qualquer defesa, pois o Independiente parou de atacar. O resultado era importante para o time da casa, que a partir da metade da etapa final, passou a segurar o placar.

Muricy deu a última cartada pelo gol de empate ao colocar em campo o meia Oscar. O jovem, de 18 anos, ficou com a vaga de Eduardo Costa, tornando a equipe ainda mais ofensiva. O garoto fez uma boa jogada aos 46, tocando para Dagoberto, que não concluiu bem. E o Tricolor amargou a derrota fora de casa, a primeira na Libertadores.

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Ficha técnica:

INDEPENDIENTE 2 X 1 SÃO PAULO
Aldo Bobadilla; Juan Cuadrado (Calle), Samuel Vanegas, Andrés Ortiz e Jair Benítez; Roger Cañas, Javier Restrepo, Felipe Ortiz (Del Valle) e Rafael Castillo; Diego Cabrera (Arboleda)  e Luis Carlos Arias. Bosco; Renato Silva, Rodrigo e Aislan; Wagner Diniz (Wellington), Jean, Eduardo Costa (Oscar), Hugo e Richarlyson; Dagoberto e André Lima.
Técnico: Santiago Escobar. Técnico:  M. Ramalho.
Gols: Cabrera, aos 15 minutos, Castillo, aos 25 minutos e André Lima, aos 39 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Cañas, Ortiz, Restrepo, Castillo, Cuadrado (Independiente); Dagoberto, Hugo, Eduardo Costa (São Paulo).
Estádio: Atanásio Girardot, Medellín (COL). Data: 15/04/2009. Árbitro: Carlos Vera (ECU).. Auxiliares: Luis Alvarado (ECU) e Carlos Herrera (ECU).

abril 16, 2009 Posted by | São Paulo | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Gremistas começam a chegar a Santiago

Torcida deve comparecer em bom número ao Estádio Nacional na quarta

Alexandre Alliatti/GLOBOESPORTE.COM

A capital chilena já ganha ares de Porto Alegre para o jogo entre Universidad de Chile e Grêmio, na noite desta quarta-feira, no Estádio Nacional. Desde a segunda, torcedores gremistas circulam por Santiago. Na manhã desta terça, os voos saídos desde cedo de Porto Alegre contavam com pelo menos dez gremistas cada. O número aumentará com o passar do dia. Na quarta, a maioria dos tricolores deve chegar à cidade. A expectativa é de pelo menos 400 gremistas na partida

Sport West - Loja do Grupo Esportes Oeste (Loja Credenciada da Nike.com)

abril 14, 2009 Posted by | Grêmio | , , , , , , | Deixe um comentário

Com frango, Grêmio vence na Libertadores

Tricolor Gaúcho bateu o Aurora por 2 a 1, nesta quarta-feira, na Bolívia

LANCEPRESS!

O Grêmio derrotou o Aurora por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, em Cochabamba, na Bolívia, num jogo que, ao contrário do que se imaginava, foi dramático. O Tricolor criou e perdeu várias oportunidades. Fez seu gol, permitiu o empate, teve jogador expulso e só chegou à vitória no final, numa falha terrível do goleiro adversário.

Com a vitória, o Tricolor chegou à liderança do Grupo 7, com 7 pontos. O Boyacá Chicó tem 6, o Universidad de Chile, 4 e o Aurora continuou com zero. O próximo jogo do Tricolor será no dia 8 de abril, no Olímpico, contra o mesmo Aurora.

Bastou a bola começar a correr para se confirmar que a distância de categoria entre Grêmio e Aurora equivale àquela entre o nível do mar e os 2.500 metros de Cochabamba. O problema, assustador, foi de novo o desperdício de chances de gol.

Em 15 minutos, dos 6 aos 21, o Tricolor criou quatro situações para marcar – e perdeu todas. Aos 6, Jonas avançou, driblou e chutou forte, de fora da área. No travessão. Dois minutos depois, Fabio Santos entrou pela esquerda e chutou cruzado. No poste esquerdo. Na volta, Ruy ainda emendou, mas no corpo de um zagueiro.

Aos 19, Jonas achou Ruy entrando em diagonal, da direita para o meio e fez o passe perfeito. Livre, Ruy chutou alto. Aos 21, Souza lançou Jonas, que entrou e chutou certo, mas Dulcich abriu o braço direito e desviou.

Os gremistas pensavam nos doze gols perdidos no 0 a 0 com o Universidad de Chile e nos oito do 1 a 0 sobre o Boyacá Chicó. E Jonas, voltaria a ser chamado por algum site espanhol de “pior do mundo”, pela incapacidade de mandar a bola para a rede.

Bastava botar a bola no chão e lançar quem viesse de trás para envolver a ingênua defesa boliviana. Mas o Grêmio aderiu ao balão, o estilo do Aurora.

Quando voltou ao seu jogo, fez o gol. Aos 41,Alex Mineiro recebeu de costas, protegeu e lançou Jonas, que entrava pelo meio. Jonas bateu firme, no canto esquerdo. Grêmio 1 a 0.

O Grêmio voltou exigindo milagres do goleiro argentino Dulcich. A 1 minuto, ele defendeu chute de Alex Mineiro e, no rebote, do notório Jonas. Aos 6, de Souza.

Aos 8, o esboço do crime. Celso Roth tinha alertado: “Cuidem a reposição rápida do Dulcich”. Aconteceu. O paraguaio Paredes ganhou na corrida da zaga e, de pé esquerdo, bateu por cima de Victor: 1 a 1.

O Grêmio jogou contra si aos 13: Jonas agrediu um adversário e foi expulso. Na seqüência, Roth substituiu Alex Mineiro por Herrera, um atacante mais agudo. Aos 24 o argentino escapou no contragolpe e exigiu difícil defesa de Dulcich. O jogo ficou parelho, muito pegado, mas sem infiltrações. Chamado de “hiperativo” por Roth, Ruy se projetava, enquanto o já cansado Tcheco cobria o lado direito da defesa. Num escanteio, aos 30, Réver perdeu o gol ao cabecear rente ao poste esquerdo.

A impressão que se tinha era que o gol só sairia por detalhe. Saiu. E que detalhe! Aos 41, Tcheco cobrou uma falta da intermediária, fraco, pelo lado da barreira. O goleiro Dulcich nem quis se abaixar para recolher a bola, e tomou um frangaço, pelo meio das pernas.

FICHA TÉCNICA:

AURORA 1 X 2 GRÊMIO

Estádio: Felix Capriles (Cochabamba, BOL)
Data – hora: 25/03/2009 – 21,50h (horário de Brasília)
Árbitro: Juan Soto (VEN)
Auxiliares: Plácido Chuello e Jorge Urrego (VEN)
Renda e público: não divulgados
Cartão amarelo: Paredes Edward Zenteno, Cardozo, Cristian López (A), Ruy, Adilson (G). Cartão vermelho: Jonas (G) 13 do segundo tempo
Gols: Jonas (G) 41 do primeiro tempo; Paredes (A) 8, Tcheco (G) 41 do segundo tempo.

AURORA: Dulcich; Leonforte, Méndez e Edward Zenteno; Castillon (Rodríguez 36/2T), Escobar, Fernández, Cardozo (Sassa 34/2T) e Edson Zenteno (Cristian Lopez, intervalo); Bongioani e Paredes . Técnico: Júlio César Baldivieso.

GRÊMIO: Victor; Leo, Rafael Marques e Réver; Ruy (Makelelê 40/2T), Adilson (Thiego 44/2T), Tcheco, Souza e Fábio Santos; Jonas e Alex Mineiro (Herrera 19/2T). Técnico: Celso Roth.

março 26, 2009 Posted by | Grêmio | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Zebra da rodada, União-MT tira invencibilidade do Internacional

‘Diogol’ marca para o time de Rondonópolis para tristeza da equipe gaúcha

O União-MT não tomou conhecimento do rival e tirou a invencibilidade do Internacional na temporada 2009. Considerado um dos favoritos para conquistar o título e, consequentemente, a vaga na Libertadores do ano que vem, o Colorado perdeu por 1 a 0 para o time de Rondonópolis, na noite desta quarta-feira, no estádio Luthero Lopes. Diogo, conhecido como “Diogol”, fez o gol da vitória para delírio da torcida mato-grossense, coroando a estreia do técnico Zé Humberto, que teve apenas um dia para treinar a equipe.

O jogo de volta está marcado para o dia 4 de março, no Beira-Rio. O Colorado precisa vencer por dois gols de diferença. O time de Rondonópolis joga pelo empate ou até mesmo por uma derrota por um gol de diferença, desde que faça um gol em Porto Alegre. Se ganhar de 1 a 0, o Inter leva a decisão para os pênaltis.

O Inter agora volta as suas atenções para o Campeonato Gaúcho, que entra na fase de mata-mata a partir deste sábado. No domingo de carnaval, às 16h (de Brasília), o Colorado recebe um adversário ainda não definido no Beira-Rio: São Luiz, Santa Cruz ou Canoas. O União agora busca uma reação no Campeonato Mato-Grossense a partir de sábado, quando visita o Jaciara. A equipe está em sexto lugar no seu grupo.

Dificuldade na armação

Sem a presença de Alex, o Inter encontrou dificuldade na articulação das jogadas. O primeiro real lance de perigo só aconteceu aos 13 minutos do primeiro tempo, com Bolívar tabelando com Magrão e mandando na área para Taison desperdiçar. Em seguida, Magrão recebeu na área livre, mas foi desarmado pelo recém-contratado zagueiro Odvan, ex-Vasco.

Aos 22, Taison fez uma bonita jogada individual driblando três jogadores na entrada da área, mas na hora do arremate, chutou para fora. O União pevou perigo no minuto seguinte, mas Lauro fez linda defesa em chute à queima-roupa de Clodoaldo. O lateral Kleber arriscou uma bomba aos 26, mas o goleiro Paulo Sérgio também mostrou habilidade ao mandar para escanteio. D’Alessandro tirou tinta do travessão aos 28. Aos 39, os jogadores anfitriões reclamaram de um suposto toque de mão de Guiñazi dentro da área. O árbitro Sandro Meira Ricci nada marcou.

Tite mexe, mas nada acontece

A etapa final recomeçou com Taison, como de hábito, fazendo as jogadas mais ofensivas e perigosas. Aos três, ele bateu da meia-lua à esquerda do goleiro de Rondonópolis. Aos nove, o guri colorado mandou uma bomba, que Paulo Sérgio se esticou para defender. Aos 12, foi a vez dos colorados chiarem com o árbitro, em uma trombada de NIlmar com um zagueiro mato-grossense. Sandro mandou seguir o lance.

Vendo as dificuldades do Interm o técnico Tite trocou Andrezinho por Giuliano, que logo de cara criou uma boa chance. Ele avançou pela direita e cruzou para D’Alessandro completar rente à trave, mas para fora. Aos 26, o colorado campeão sul-americano pela seleção brasileira sub-20 invadiu a área e bateu truncado na defesa, e a bola foi para fora.

Diogol é o nome da fera

O treinador colorado resolveu partir para cima, tirando D’Alessandro para a entrada de Alecsandro, deixando três jogadores ofensivos na equipe. Irritado, o argentino saiu de campo sem olhar para o técnico. A coisa descambou para o time gaúcho de vez. Aos 34, Guiñazu evitou um gol praticamente em cima da linha. Em seguida, Diogo aproveitou um bate-rebate após cobrança de escanteio e botou para dentro, confirmando a sua fama de artilheiro. Na comemoração, exagerou e levou amarelo.

O Inter quase empatou aos 42, com Marcelo Cordeiro, que entrou na vaga do cansado Kleber, achando Nilmar na área. O camisa 9 cabeceou com perigo para Paulo Sérgio defender e completar a festa em Rondonópolis.

Ficha técnica:

UNIÃO-MT 1 x 0 INTERNACIONAL
Paulo Sérgio; Alex Mineiro, Odvan e Rodrigão; Richard, Rocha (Rafael), Wender, Jonas (Dilmar) e Maciel (Cleidir); Diogo e Clodoaldo. Lauro, Bolívar, Índio, Álvaro e Kleber (Marcelo Cordeiro); Magrão, Guiñazu, Andrezinho (Giuliano) e D’Alessandro (Alecsandro); Nilmar e Taison.
Técnico: Zé Humberto. Técnico: Tite.
Gol: Diogo, aos 34 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Jonas, Richard, Wender, Diogo e Odvan (União); Álvaro, Magrão e Bolívar (Internacional).
Estádio: Luthero Lopes, em Rondonópolis (MT). Data: 18/02/2009. Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF). Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Eremilson Xavier Macedo (DF).

fevereiro 19, 2009 Posted by | Internacional | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Com dois a mais, Vasco apenas empata

Equipe cruzmaltina segue líder do grupo, mas ainda não está na semifinal

Com dois a mais em campo no segundo tempo, Vasco fica somente no empate com a CabofrienseCom dois a mais em campo no segundo tempo, Vasco fica somente no empate com a Cabofriense (Crédito: Gilvan de Souza)

LANCEPRESS!

O roteiro estava desenhado: após deixar o primeiro tempo sem um resultado positivo, o Vasco volta melhor para a etapa final e consegue o placar desejado. Parte da história se repetiu e o oponente ainda ficou com dois atletas a menos. Porém, a equipe vascaína ficou só empate em 0 a 0 com a Cabofriense em São Januário, na noite desta quarta-feira, pelo Campeonato Carioca.

Com o resultado, o Cruzmaltino foi a 11 pontos, mantém-se líder do Grupo A, mas pode ser ultrapassado pelo Americano (nove pontos) e precisa confirmar a classificação à semifinal na próxima rodada. A Cabofriense, com oito pontos, depende de tropeços do time de Campos e do Duque de Caxias (sete pontos) nesta quinta-feira para manter suas chances.

O Vasco iniciou a partida de maneira ofensiva, pressionando o adversário: logo no primeiro minuto, Rodrigo Pimpão perdeu a principal chance da etapa. Porém, a Cabofriense manteve um posicionamento consistente e a ação se equilibrou a partir dos 15 minutos.

Sem ser ameaçado, mas sem um bom desempenho da dupla de ataque (Rodrigo Pimpão e Élton), o Cruzmaltino pouco perigo levou à meta do goleiro Flávio. Com destaque para o desempenho de seus laterais (Paulo Sérgio e Ramon), o melhor lance aconteceu aos 32 minutos, quando o meia Carlos Alberto cobrou falta e acertou o travessão.

Para o segundo tempo, o Vasco retornou como aconteceu em suas úlktimas partidas: atacando. Porém, a ofensividade não se traduziu em lances de perigo. Acuado, o time de Cabo Frio não chegava ao ataque e acabou com dois jogadores expulsos – Felipe Dias (segundo amarelo) e Márcio (direto).

Com a vantagem numérica, o técnico Dorival Júnior tirou um zagueiro e um volante, colocando dois meias em campo. Mas a sua equipe, ao invés de investir no toque de bola, insistia nas bolas levantadas na grande área, onde apesar de contar com os centroavantes Élton e Faioli, não teve sucesso.

Aos 45 minutos, como para fechar uma partida que começou com uma incrível chance perdida, o lateral-esquerdo Ramon cabeceou para fora, na pequena área, a oportunidade da vitória.

A última rodada da primeira fase da Taça Guanabara acontece toda no próximo domingo, às 16h. O Vasco enfrenta o Madureira, no Engenhão, enquanto, a Cabofriense, em Cabo Frio, recebe o Duque de Caxias.

FICHA TÉCNICA:
VASCO 0 X 0 CABOFRIENSE

Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 11/2/2009 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Luiz Antonio Silva dos Santos (RJ)
Auxiliares: Marcos Antonio Bastos Junior (RJ) e Michael Correia (RJ)
Renda/público: R$ 62.335,00 / 4.554 pagantes e 5.940 presentes
Cartões amarelos: Élton, Milton Benítez, Faioli e Nilton (VAS); Felipe Dias, Gérson e Nata (CAB)
Cartões vermelhos: Felipe Dias, 14’/2ºT (CAB) e Márcio, 28’/2ºT (CAB)

VASCO: Tiago, Paulo Sérgio, Fernando, Vilson (Enrico, 18’/2ºT) e Ramon; Amaral (Milton Benítez, 29’/2ºT), Nilton, Jéferson e Carlos Alberto; Rodrigo Pimpão (Faioli, intervalo) e Élton. Técnico: Dorival Júnior.

CABOFRIENSE: Flávio, Valdir, Demerson, João Paulo e Gérson; Márcio, Nata, Felipe Dias e Ernane (Guido, 10’/2ºT) (Roberto, 30’/2ºT); Fabinho e Anselmo Ramon (Ênio, 16’/2ºT). Técnico: Ademir Fonseca.

fevereiro 12, 2009 Posted by | Vasco da Gama | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

No sufoco, Timão consegue vencer o Mogi

Em jogo muito ruim, Corinthians sofreu: vitória veio nos minutos finais com Boquita e o zagueiro-artilheiro Chicão

Ari Ferreira)Boquita comemora seu primeiro gol entre os profissionais do Corinthians na vitória sobre o Mogi Mirim (Foto: Ari Ferreira)

Gabriel Rubinsteinn

Em um duelo terrível – do ponto de vista técnico – o Timão conseguiu bater o Mogim Mirim, por 2 a 0, na noite desta quarta-feira, no Pacaembu, e se garantiu na vice-liderança do Paulistão.

Como tem acontecido com frequência nesta temporada, o Corinthians só garantiu a vitória nos minutos finais da partida.

Apesar de ter dominado o jogo, o time alvinegro não conseguiu criar muitas chances claras de gol. As melhores oportunidades vieram em jogadas pelas laterais e em chutes de média e longa distância.

O Mogi Mirim, preocupado apenas em se defender desde o início do jogo, conseguiu segurar o ataque corintiano e tentava sair apenas em alguns contra-ataques, mas não teve sucesso em nenhum.

Com a posse de bola durante quase todo o jogo, o Corinthians pressionou e buscou o gol o tempo todo. Apesar de algumas boas chances com Morais, Jorge Henrique e Chicão, o gol não saía.

No intervalo, Souza, que mais uma fez foi muito mal, acabou sacado por Mano Menezes, que colocou Otacílio Neto em seu lugar. A mudança aumentou a velocidade da equipe no ataque, mas o gol continuava como sonho distante. Foi aí que Mano Menezes decidiu se mexer mais uma vez, desta vez com maior eficiência: tirou o ala Diogo e colocou Lulinha e pos Boquita na vaga de Jorge Henrique, que sentiu contusão no tornozelo.

As mudanças deram certo. Os jovens aumentaram muito o poder ofensivo da equipe e, a poucos minutos do apito final, o Timão garantiu a vitória. Aos 39 minutos, Lulinha avançou pela direita e, na hora do cruzamento, escorregou. Mas Elias conseguiu se antecipar à zaga e tocou para trás, de calcanhar. Boquita, na pequena área, encheu o pé e fez o gol: 1 a 0 para o Timão, e primeiro gol de Boquita pelos profissionais do Timão.

Na sequência, o Corinthians aproveitou o desespero do adversário e, no contra-ataque, Lulinha, após cruzamento da esquerda, foi derrubado por Zé Rodolpho. Pênalti! Chicão bateu com categoria, no ângulo, fez seu sexto gol no Paulistão e deu números finais à partida.

O Corinthians, mais uma vez, não fez grande partida. Mas, como também tem sido comum, mesmo assim conseguiu vencer. Desta vez, no entanto, o dedo de Mano Menezes influenciou claramente no resultado.
FICHA TÉCNICA:

CORINTHIANS 2 X 0 MOGI MIRIM

Data: 11/2/2009
Local: Estádio do Pacaembu, São Paulo (SP)
Renda/Público: R$ 192.546,00 / 8.527 pagantes
Árbitro: Cléber Wellington Abade
Cartões Amarelos: Escudero, Morais, Otacílio Neto (COR); Leomar, Fabiano, Luiz Henrique, Zé Rodolpho (MOG)
Cartão Vermelho: Vela (MOG)
Gols: 39’/2ºT Boquita (1-0); 46’/2ºT Chicão (2-0)

CORINTHIANS: Felipe, Chicão, William e Escudero; Diogo (Lulinha), Fabinho, Elias, Morais e André Santos; Jorge Henrique (Boquita) e Souza (Otacílio Neto). Técnico: Mano Menezes

MOGI MIRIM: Fabiano, Leomar, Thiago Couto e Neguette (Lombardi); André Luiz, Naves, Luiz Henrique, Marcelo Régis, Giovanni (Vela) e Zé Rodolpho; Vavá (Alexandre). Técnico: Paulo Campos

fevereiro 12, 2009 Posted by | Corinthians | , , , , , , , | Deixe um comentário

De virada, Vasco derrota o Resende e já é líder do grupo

Com gols de Nilton, Tiago e Pimpão, time de Dorival Júnior faz 3 a 1 em ótimo segundo tempo

Jogadores comemoram com o goleiro Tiago o segundo do Vasco, o gol da vitóriaJogadores comemoram com o goleiro Tiago o segundo do Vasco, o gol da vitória (Crédito: Paulo Sérgio)

Na noite em que Bruno marcou de falta para o Flamengo, o goleiro Tiago não quis ficar para trás e, de pênalti, fez o gol da virada do Vasco sobre o Resende, na noite desta quarta-feira, em Volta Redonda. Após um início irregular, o time de Dorival Júnior soube ter calma e fez 3 a 1 em ótima atuação no segundo tempo.

Agora, o Clube da Colina tem nove pontos e assumiu a liderança do Grupo A. Já o adversário estacionou nos quatro e caiu para sexto lugar.

Longe de casa, o Vasco deu a impressão de que, com um ritmo intenso, além de um time mais qualificado tecnicamente, faria valer a condição de vice-líder do grupo A. Porém, aos poucos, aproveitando-se de uma marcação cerrada, o Resende inibiu as melhores jogadas cruzmaltinas e tomou conta do jogo.

O efeito da pressão não demorou muito a ser visto. Ao contar com a sorte, o zagueiro Leandro bateu falta de longe, a bola desviou na barreira, enganou Tiago e morreu no ângulo direito. A desvantagem, no entanto, não fez a equipe de Dorival Júnior acender no jogo. Com Pimpão mais isolado do que nunca, Fernandinho e Jéferson sofriam para dar continuidade às tramas.

Tanto que, aos 26, no rebote de um cruzamento, Taercio acertou a trave vascaína, do bico direito da grande área. A apatia cruzmaltina só teve fim quando o Resdende recuou para esperar o adversário sair jogando. Com um pouco mais de espaço, o Vasco começou a explorar as laterais com frequência, cujas insistências, depois, deram resultado.

Paulo Sérgio, após alguns cruzamentos errados, desta vez acertou e achou o volante Nilton, que, livre, cabeceou no meio do gol e marcou seu terceiro na competição, tornando-se o artilheiro do Carioca. O empate acalmou o time, que quase virou nos acréscimos.

Da mesma maneira que terminou o primeiro, o Vasco começou o segundo tempo. Mais ágil e aproveitando-se da formação muito defensiva do time do técnico Roy, logo criou boas chances, como a que Rodrigo Pimpão completou na trave passe de Paulo Sérgio.

À essa altura, o Resende não representava mais qualquer perigo e limitava-se a rebater as investidas de Ramon, Alex Teixeira & cia. A satisfação com o empate era tão grande que, mesmo com o mando de campo, as substituições foram sobretudo defensivas.

O poderio ofensivo do Vasco era tamanho que até Tiago se aventurou ao ataque e tentou cobrar uma falta. Se não deu na primeira, de mais perto, o goleiro acertou. Em pênalti mal marcado sofrido por Pimpão, ele virou o jogo em Volta Redonda.

A partir daí, foi um show de oportunidades perdidss do time de Dorival Júnior. Faioli e Élton – que entraram no decorrer da partida – e Alex Teixeira quase marcaram. Antes que o Resende pudesse reagir, no entanto, Pimpão surgiu entre os zagueiros para concluir boa bola de Faioli.

O terceiro gol, aos 32, encerrou a disputa, que já não era mais tão justa, uma vez que o time do Sul Fluminense recebera dois cartões vermelhos – para Naílton e Breno. A luta do Resende, então, foi somente para não sofrer uma goleada, que, com méritos, conseguiu evitar.

Na próxima rodada, a equipe de Antônio Carlos Roy recebe o Duque de Caxias em casa, domingo. Já o Vasco faz o primeiro clássico da temporada, contra o Fluminense, no mesmo dia, no Maracanã.
FICHA TÉCNICA:
RESENDE 1 X 3 VASCO

Estádio: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ)
Data/hora: 4/2/2009 – 22h (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ)
Auxiliares: Eduardo de Souza Couto (RJ) e Flavio Manoel da Silva (RJ)
Renda/público: R$ 67.470,00 / 4.786 pagantes (5.522 presentes)
Cartões amarelos: Fábio Azevedo, Sousa, Breno, Naílton e Leandro (RES); Amaral, Jéferson e Titi (VAS)
Cartões vermelhos: Breno, 27’/2ºT e Naílton, 34’/2ºT
GOLS: Leandro, 18’/1ºT (1-0), Nilton, 42’/1ºT (1-1), Tiago, 25’/2ºT (1-2) e Pimpão, 32’/2ºT (1-3)

RESENDE: Cleber, Leandro, Nailton e Breno; Taercio, Marcio Gomes, Fred (Roberto, 34’/2ºT), Fabio Azevedo (Sousa, 42’/1ºT), Léo (Vinícius, 19’/2ºT) e Felipinho; Bruno Meneghel – Técnico: Antônio Carlos Roy.

VASCO: Tiago, Paulo Sérgio, Fernando, Titi e Ramon; Amaral, Nilton, Jéferson (Faioli, 18’/2ºT) e Fernandinho (Élton, intervalo); Alex Teixeira (Fernando Galhardo, 35’/2ºT) e Rodrigo Pimpão – Técnico: Dorival Júnior.

fevereiro 5, 2009 Posted by | Vasco da Gama | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

De virada sobre o Bragantino, Tricolor vence primeira em casa, mas perde Ceni

Time sai perdendo depois de falha de Rogério Ceni, mas consegue virada com gols de Washington e André Dias

Eduardo VianaJogadores comemoram gol de empate de Washington no Morumbi Foto: Eduardo Viana

O duelo entre São Paulo e Bragantino começou com uma série de surpresas. Primeiro, Muricy Ramalho sacou Rodrigo do time e colocou Richarlyson, abrindo o time em um 4-4-2 não muito comum para o hexacampeão brasileiro. Depois foi a vez de Rogério Ceni surgir no gramado com um uniforme extremamente chamativo, ao contrário do habitual tom sóbrio que caracteriza o capitão.

Veja imagens do duelo!

Mas para o torcedor, nenhuma surpresa foi maior do que a falha bisonha do seu grande ídolo no gol que inaugurou o marcador. Marcelo Godri tentou o cruzamento, a bola vinha nas mãos de Ceni, que se atrapalhou nas passadas e acabou empurrando a bola pra dentro do gol. Parecia o prenúncio da segunda derrota seguida em casa, fato que não acontecia desde 2007.

O São Paulo vinha mal e quase tomou o segundo, e os jornalistas já começavam a pensar que o mau humor de Muricy não seria nenhuma surpresa. Mas aí veio Washington para surpreender e, com incomum categoria, colocar a bola no ângulo de Gilvan e empatar a partida.

A partir daí, o Tricolor ligou o rolo compressor e passou a sufocar o Braga em seu próprio campo de defesa. Ao contrário do que se viu contra o Santo André, o time mostrava muita vontade em campo e anulou o adversário, criando uma chance atrás da outra. Borges mostrou que quer ser o parceiro de Washington, mostrou muita garra e criou boas chances para o time.

Mas foi aí que Rogério Ceni deu mais uma desagradável surpresa para a torcida. Aos 34 minutos, o goleiro voltou a sentir a lesão na coxa direita que o havia tirado da partida contra a Portuguesa e foi substituído por Bosco.

Veja fotos da lesão!

Veio o segundo tempo, desta vez sem surpresas. O São Paulo teve duas chances em três minutos e seguia bombardeando o rival, até que André Dias, aproveitando escanteio cobrado por Hernanes, finalmente conseguiu a merecida virada.

Ainda sem o melhor ritmo de jogo, o Tricolor deu mostras de cansaço e passou a administrar o resultado, chamando o Bragantino para o ataque. O time do interior, porém, mostrou muita fragilidade e não conseguiu evitar a primeira vitória do São Paulo no Morumbi.

Na próxima rodada, o Sampa vai a Ribeirão Preto enfentar o Botafogo, no estádio Santa Cruz. Já o Bragantino tenta sair do momento ruim contra o Paulista, em Bragança.

FICHA TÉCNICA:
SÃO PAULO 2 X 1 BRAGANTINO

Estádio: Morumbi, São Paulo – SP
Data/hora: 4/2/2005 – 22h (de Brasília)
Árbitro: José Henrique de Carvalho
Assistentes: Ednilson Corona e Anderson Jose de Moraes Coelho
Renda/público: R$ 93.595,00 / 3.925 pagantes
Cartões amarelos: Washington, Richarlyson, Jorge Wagner e Renato Silva (SPO); Cris, Malaquias, Gabriel (BRA)
Cartões vermelhos:
GOLS: Marcelo Godri, 12’/1ºT (0-1); Washington, 25’/1ºT (1-1); André Dias, 15’/2ºT (2-1)

SÃO PAULO: Rogério Ceni (Bosco, 34’/1ºT); Zé Luis, André Dias, Renato Silva e Jorge Wagner, Richarlyson, Jean, Hernanes e Hugo (Arouca, 30’/2ºT); Borges (Dagoberto, 35’/2ºT) e Washington. Técnico: Muricy Ramalho

BRAGANTINO: Gilvan, Cris (Adãozinho,34’/2ºT), Gabriel e César Gaucho, Marcelo Godri, Moradei, Adriano (Paulinho Kobaiashi, 40’/2ºT), Malaquias e Somália, Nunes (Valdir Papel, 34’/2ºT) 3 e Bill. Técnico: Marcelo Veiga

fevereiro 5, 2009 Posted by | São Paulo | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Washington não marca, mas garante o São Paulo

Artilheiro participa diretamente dos dois gols na vitória sobre o Guarani

Ari Ferreira)Washington comemora o gol que garantiu a vitória são-paulina (foto: Ari Ferreira)

LANCEPRESS!

O São Paulo bateu o Guarani, por 2 a 0, na noite desta quarta-feira, no Brinco de Ouro, em Campinas, e segue na luta pelas prmeiras colocações do Paulistão. De quebra, ainda garantiu ao artilheiro Washington sua primeira vitória no estádio do maior rival do clube que o revelou – o Coração Valente ganhou destaque vestindo a camisa da Ponte Preta.

O jogo começou mal. Muitos passes errados de ambos os lados e raras chances de gol. Inicialmente, o Tricolor dominou a partida. Insistindo em jogadas pelo lado esquerdo e nas enfiadas pelo meio, incomodou a defesa, mas quase não chegou no goleiro Douglas.

E apesar do São Paulo ter mandado uma bola na trave, com Borges, após lindo passe de Washington, foi o Guarani quem criou as melhores oportunidades da primeira etapa. Gláuber, em chute de fora da área, e Cleverson e Bruno, na cara do gol, desperdiçaram boas chances.

Na volta do intervalo, o panorama se manteve, apesar da visível melhora no nível técnico da partida: o Bugre continuou mais perigoso. O time de Campinas chegou a acertar o travessão em chute de Fernando Gaúcho após vacilo do volante Jean.

Foi aí que Muricy Ramalho resolveu se mexer. Fez, de uma vez só, duas substituições – algo raro em seu trabalho. Tirou Hugo e Borges e promoveu a entrada de Richarlyson e Dagoberto. E as mudanças surtiram efeito. Com mais velocidade, o Tricolor melhorou o setor ofensivo e não demorou a fazer o gol.

Aos 21 minutos, Jorge Wagner avançou pela esquerda e cruzou para a área. Plínio e Washington dividiram e a bola entrou no canto esquerdo de Douglas. O árbitro da partida, Luiz Flávio de Oliveira, assinalou gol contra do zagueiro bugrino.

Mesmo com a vantagem no placar, o Tricolor continuou no setor ofensivo. Já o Guarani, visivelmente cansado, não conseguiu mais incomodar nos contra-ataques. E o segundo gol tricolor foi a consequência. Washington fez lindo lançamento para Dagoberto, que avançou sozinho em direção ao gol, esperou a saída de Douglas e rolou para Hernanes, que ainda limpou o zagueiro antes de chutar a dar números finais à partida.

Com a vitória, o São Paulo chegou a sete pontos e segue invicto na competição. Já o Bugre, que vinha de duas vitórias nas duas primeiras rodadas do Estadual, conheceu sua primeira derrota e segue com seis pontos ganhos.
FICHA TÉCNICA

GUARANI 0 x 2 SÃO PAULO

Data: 28/1/2009
Local: Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Newton dos Reis Barreira (SP)
Renda/Público: R$ 255.552,00 / 15.712
Cartões Amarelos: Hernanes, Hugo, André Dias (SPO)
GOLS: Plínio (contra) 21’/2ºT (0-1); Hernanes 43’/2ºT (0-2)

GUARANI: Douglas, Maranhão, Augusto, Plínio e João Paulo; Rafael Fefo, Gláuber (Henrique, 31’/2ºT), Bruno e Chiquinho (Walter, 39’/2ºT); Cléverson e Fernando Gaúcho. Técnico: Luciano Dias

SÃO PAULO: Bosco, Renato Silva, André Dias e Miranda; Zé Luis, Jean, Hernanes (Arouca, 45’/2ºT), Jorge Wager e Hugo (Richarlyson, 16’/2ºT); Borges (Dagoberto, 17’/2ºT) e Washington. Técnico: Muricy Ramalho.

janeiro 29, 2009 Posted by | São Paulo | , , , , , , , , | 1 Comentário

Raposa goleia e leva o Torneio Verão

Time mineiro começa 2009 com título internacional e mais motivado

Ampliar Foto Agência/EFE Agência/EFE

Festa em Montevidéu: Cruzeiro campeão

O Cruzeiro começou a temporada 2009 de uma forma brilhante. O time foi campeão do Torneio Verão, na noite desta quarta-feira, após derrotar com facilidade o Nacional do Uruguai por 4 a 1, no Estadio Centenário, em Montevidéu. Pela maneira tranquila como venceu, a Raposa parecia estar jogando no Mineirão e não tomou conhecimento do adversário, mostrando que pode ficar bem mais forte do que ano passado. Ramires foi o grande destaque, e Fábio conseguiu defender um pênalti no final do primeiro tempo.

Elicarlos, Ramires, Thiago Ribeiro e Wellington Paulista marcaram para a equipe celeste, e Alexander Medina descontou. Todos os gols saíram na etapa inicial. O próximo compromisso da Raposa é neste domingo, contra o Uberlândia, pela primeira rodada do Campeonato Mineiro.

Raposa logo toma conta do jogo

O Cruzeiro começou melhor a partida. O time mineiro aproveitou o bom entrosamento para tomar conta do jogo. O Nacional, empurrado pela sua torcida. apenas observava e cercava o adversário. Logo aos oito minutos, a Raposa abriu o placar. Elicarlos pegou um rebote da zaga e chutou rasteiro da entrada da área, a bola entrou no canto esquerdo do goleiro Leonardo Burián, que só observou.

Aos 12, Ramires entrou sozinho na área e finalizou na trave. No rebote, Wellington Paulista pegou forte e a bola foi por cima do gol. O Cruzeiro, mesmo na frente, continuava com mais volume de jogo. Como se estivesse jogando no Mineirão, o time mineiro chegou ao segundo gol aos 26. Wagner arrancou do seu campo, passou por dois jogadores do Nacional e tocou para Wellington Paulista. O atacante chutou cruzado e Ramires chegou para finalizar.

O Nacional só chegou ao gol de Fábio no minuto seguinte. O zagueiro Leo Fortunato furou e a bola sobrou para o atacante Alexandre Medina na cara do gol. Ele só teve o trabalho de tocar e dominuir o placar do jogo. Porém o lance não abalou o Cruzeiro. Aos 36, Thiago Ribeiro aproveitou um rebote da zaga uruguai e chutou rasteiro, a bola passou por todo mundo e entrou no cantinho.

No minuto seguinte, Ramires recebeu um lançamento pela direita e cruzou, Wellington Paulista, sozinho, marcou o quatro deixando a torcida feliz da vida no Estadio Centenário. Aos 44, porém, Thiago Heleno mais uma vez marcou bobeira e acabou fazendo pênalti em Medina. Blanco cobrou e Fábio pulou no canto direito para fazer a defesa e salvar o time de levar o segundo gol.

Adilson poupa jogadores no segundo tempo

O técnico Adilson Batista aproveitou o amplo placar no jogo e tirou alguns jogadores para poupá-los. Wellington Paulista e Henrique deixaram o campo para a entrada de Soares e Jancarlos, respectivamente.

A primeira grande chance do Cruzeiro no segundo tempo aconteceu com Thiago Ribeiro. Aos 15, ele driblou o zagueiro e chutou forte e a bola passou raspando a trave. Depois desse lance o jogo esfriou. O Cruzeiro não apertava muito e o Nacional apresentava um time fora de forma física. Aos 30 minutos, Jancarlos foi expulso após falta dura em cima de Medina no meio-campo.

Batista tirou Thiago Ribeiro e colocou Thiago Silva para recompor o sistema defensivo. Com um jogador a mais, o time uruguaio conseguiu chegar mais ao ataque. Aos 34, Blanco recebeu bom lançamento dentro da área e chutou forte assustando o goleiro Fábio. Mas ficou por isso mesmo. Um bom começo para a temporada sul-americana do Cruzeiro.

Ficha técnica:

NACIONAL-URU 1 x 4 CRUZEIRO
Leonardo Burián; Martín Rodríguez (Mathias Rodrigues), Mauricio Victorino, Adrián Romero e Gastón Filgueira; Alvaro Fernández, Oscar Javier Morales, Roberto Brum (Pablo) e Angel Morales; Sergio Blanco (Morales) e Alexander Medina Fábio; Jonathan, Thiago Heleno, Leo Fortunato e Fernandinho; Henrique (Jancarlos), Marquinhos Paraná, Ramires e Wagner (Camilo); Thiago Ribeiro e Wellington Paulista (Soares).
Técnico: Gerardo Perusso. Técnico: Adilson Batista.
Gols: Elicarlos, aos oito, Ramires, aos 26, Alexander Medina, aos 28, Thiago Ribeiro, aos 35, e Wellington Paulista, aos 37 minutos do primeiro tempo
Cartões amarelos: Roberto Brum e Sergio Blanco (Nacional); Fernandinho (Cruzeiro). Cartão vermelho: Jancarlos (Cruzeiro).
Estádio: Centenário, em Montevidéu (Uruguai). Data: 21/01/2009. Árbitro: Roberto Silvera. Auxiliares: Pablo Fandiño e Miguel Nievas.

janeiro 22, 2009 Posted by | Cruzeiro | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário