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Contra o Vitória, Flu permite empate

Tricolor sai atrás, vira, mas não segura reação do adversário

Ruy protege a bola. Tricolor não conseguiu segurar o resultado

Ruy protege a bola. Tricolor não conseguiu segurar o resultado

Não foi dessa vez. Neste domingo o Fluminense perdeu a chance de conseguir sua segunda vitória consecutiva no Brasileiro, a primeira fora de casa, ao empatar por 2 a 2 com o Vitória, no Barradão. Em partida equilibrada, o Tricolor saiu atrás, buscou a virada, mas, em um lance de desatenção da defesa, permitiu o gol de empate do adversário na etapa final. O time de Renato Gaúcho agora se prepara para a estreia na Copa Sul-Americana diante do Flamengo, quarta-feira.

Diferentemente da partida contra o Sport, onde o Fluminense partiu para cima do aversário desde o início, o time do técnico Renato Gaúcho começou o jogo contra o Vitória de forma cautelosa, esperando o momento certo para atacar. O problema é que o Tricolor não mostrava velocidade e, por isso, era facilmente marcado. Do outro lado, o Vitória levava perigo pela laterais, com Apodi na direita e William na esquerda, sempre nas costas de Ruy.

E foi em uma dessas jogadas que o time da casa abriu o placar. Após bela tabela com o atacante Roger, William entrou livre na área do Fluminense e não perdoou. O gol sofrido, que deveria desanimar o Tricolor, porém, acordou os jogadores. Muito mais ligado e com mais posse de bola, o Fluminense equilibrou a partida e, com gol do zagueiro Luiz Alberto, foi recompensado com o empate aos 29 minutos.

Com a entrada de mais um atacante, Vitória passou a comandar a partida na etapa final. Fechado atrás, o Fluminense aproveitava a velocidade de Conca, Kieza e Roni para contra-atacar. E a tática deu certo. Aos 8 minutos, o camisa 10 recebeu na área e tocou na saída de Gléguer para virar o jogo. A alegria dos tricolores, porém, durou pouco. No ataque seguinte a defesa bobeou e Roger, que foi dispensado pelo Fluminense, deixou tudo igual novamente.

Fluminense até que tentou pressionar o adversário, mas pecou nas finalizações. Roni chutou uma na trave e Edcarlos perdeu outra na frente do goleiro, na pequena área. Vale ressaltar a atuação do goleiro Gléguer, que ainda salvou o Vitória em dois lances no último minuto. Com o resultado, o Tricolor soma 15 pontos na tabela e pode terminar a rodada novamente na lanterna, já que o Sport está com um jogo a menos e enfrenta o Internacional nesta segunda-feira, no Beira-Rio.

FICHA TÉCNICA:

VITÓRIA 2 X 2 FLUMINENSE

Estádio: Barradão, Salvador (BA)
Data/hora: 09/8/2009 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (RS)
Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição (RS) e José Javel Silveira (RS)

Renda e público: R$ 159.000,00 / 7.853 pagantes

Cartões amarelos: Victor Ramos, Vanderson (VIT); Augusto, Diogo, Fernando Henrique (FLU)
Cartões vermelhos: Não houve.

GOLS: William, 14’/1ºT (1-0); Luiz Alberto, 29’/1ºT (1-1); Roni, 8’/2ºT (1-2); Roger, 10’/2ºT (2-2).

VITÓRIA: Gléguer, Wallace, Fábio Ferreira (Neto Berola, intervalo) e Victor Ramos; Apodi, Vanderson, Uelliton, Leandro Domingues (Bida, 34’/2ºT), William (Ramon, 11’/2ºT) e Leandro; Roger. Técnico: Paulo César Carpegiani.

FLUMINENSE: Fernando Henrique, Ruy, Edcarlos, Luiz Alberto e Augusto; Wellington Monteiro, Diogo, Marquinho e Conca (Tartá, 36’/2ºT) (Diguinho, 45’/2ºT); Roni e Kieza (Alan, 24’/2ºT). Técnico: Renato Gaúcho.

agosto 9, 2009 Posted by | Fluminense, Vitória | , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Marcelo Teixeira banca Mancini no Santos

Presidente garante treinador, bastante contestado nas últimas semanas, no comando do time

Treinador está com moral no Peixe. Palavra do presidente (Foto: Tom Dib)

Treinador está com moral no Peixe. Palavra do presidente (Foto: Tom Dib)

LANCEPRESS!

Marcelo Teixeira avisou que vai manter Vagner Mancini. O presidente havia garantido o mesmo antes do duelo contra o Palmeiras, por meio de sua assessoria. Com essa atitude, não minimizou as sombras de Vanderlei Luxemburgo e Muricy Ramalho, mas, em entrevista após o empate no clássico, elevou o moral do atual treinador.

– O Mancini jamais esteve na corda bamba. Não são dois, três jogos ruins sucessivamente que vão fazer nós mudarmos o pensamento inicial. Queremos seguir com o trabalho dele, pois temos certeza de que será de muito sucesso – comentou Teixeira.

As especulações em torno da saída de Mancini aumentaram durante a última semana pelo fato de dois antigos sonhos do mandatário santista, Muricy e Luxemburgo, estarem livres no mercado.

– É claro que são técnicos de ponta e podem até ser tentadores para o Santos. É um desperdício eles estarem no mercado. Acontece que não estão nos nossos planos – garantiu.

Na véspera do clássico, Teixeira foi ao treinamento do Santos para prestar apoio ao atual comandante. O presidente até participou do tradicional rachão da comissão técnica.

– O me incomoda é saber que tenho ótimos números pelo Santos, e, pelo fato de outros dois técnicos estarem no mercado, questionam meu trabalho. Mas isso é coisa da imprensa. O Marcelo (Teixeira) sempre me garantiu no cargo – disse Mancini.

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junho 29, 2009 Posted by | Santos | , , , , , , , , | Deixe um comentário

André Dias: um capitão de olho na América

Com a braçadeira em quatro jogos, zagueiro assumiu a liderança da equipe e, agora, quer a Libertadores

André Dias tem suprido em grande estilo a ausência de Rogério Ceni na liderança da equipe (Foto: VIPCOMM)

André Dias tem suprido em grande estilo a ausência de Rogério Ceni na liderança da equipe (Foto: VIPCOMM)

A lesão de Rogério Ceni não tirou apenas mais um jogador do São Paulo de campo. Sem ele, criou-se uma ausência de liderança no grupo e a faixa de capitão ficou sem dono momentaneamente. Muricy revezou a braçadeira nas primeiras partidas, mas, nos últimos quatro jogos, e também para os próximos até a volta do goleiro, André Dias assume o posto de confiança do técnico e também dos companheiros.

A nova responsabilidade pode render um status diferente ao novo capitão. Por enquanto, não passa de um sonho, mas ele pode ter o privilégio de levantar a taça da Libertadores, já que Ceni está fora até o fim da competição sul-americana.

André sabe o quanto pode ser importante este momento. Ele ficaria marcado na História do Tricolor ao lado de atletas que levantaram taças importantíssimas como Careca, Dario Pereyra, Raí, Ronaldão…

Em sua quarta temporada no Tricolor, o zagueiro, quando estava lesionado, já era apontado como a voz de Muricy dentro de campo. Após a sua volta, foi exatamente o que aconteceu. O comandante são-paulino delegou a função ao camisa 3, que a assumiu com personalidade.

A grande prova de liderança aconteceu no último domingo, diante do Avaí, no empate em 0 a 0, na Ressacada. O defensor notou que Jean Rolt não estava bem pelo lado esquerdo e mudou o companheiro, que estreava, de lugar.

Antes desse jogo, André falou sobre esta liberdade que tem de mudar o time em campo. Ele tem uma ótima leitura do que está acontecendo e, respeitando os limites dados por Muricy Ramalho, posiciona a equipe.

– O tempo de casa, o meu jeito nunca ter mudado, a liberdade com o Muricy, tudo isso me ajuda. Mas acho que também temos outros líderes no grupo, o que é sempre importante – afirmou o camisa 3.

Com moral no elenco e a confiança de Muricy Ramalho, André Dias agora trabalha para levantar a taça da Libertadores. Além disso, também quer deixar o título nacional encaminhado para que, quando Rogério voltar, ele assuma o posto e pela quarta vez consecutiva esteja no fim da competição com a taça da competição.

Líder da defesa e do grupo, o zagueiro segue dentro de campo o estilo sério que o comandante são-paulino tem fora. É a voz do treinador mais próxima dos companheiros.

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junho 11, 2009 Posted by | São Paulo | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Idolatrado pelos jogadores, Ronaldo prega humildade: ‘Sou mais normal que todos’

Fenômeno lembra que também é fã de outros craques, como Zico, e destaca importância do elenco para poder ter sucesso no Corinthians

Ampliar Foto Agência/Agência Estado Agência/Agência Estado

Ronaldo brinca com Dentinho durante treino

Uma pessoa pouco interessada em futebol que fosse assistir ao treino do Corinthians pela primeira vez teria dificuldade para reconhecer quem é Ronaldo. Não pela fisionomia, mas, sim, pelo comportamento muito distante de alguém tão famoso em todo o mundo. Mesmo com seus três títulos de melhor jogador do planeta e o posto de maior goleador da história das Copas do Mundo, o Fenômeno parece um juvenil pelas brincadeiras com os companheiros. É a humildade, aliás, que transformou o craque no ídolo dos próprios atletas do Timão.

– No nosso dia a dia, sou o mais normal possível. Sou mais normal que todos aqui. Eu tenho que passar essa normalidade para eles – afirmou.

Ronaldo, aliás, é adorado por todo o grupo. Sempre sorridente, o craque se diverte com as brincadeiras, principalmente de Dentinho, que ele próprio diz ser seu “filho adotivo”. Entretanto, o Fenômeno revela que também é tiete de um craque brilhou no Flamengo e entrou para a história do futebol nacional.

– Para mim, a realidade é que o tempo está passando. Você vai ficando velho. Os meninos que estão jogando comigo eram crianças quando eu já estava jogando uma Copa. Eu sou como eles. Também tenho ídolos e sou fanático por futebol. Toda vez que vejo o Zico minhas pernas tremem. Aqui, sinto que é estar com companheiros e amigos de trabalho. Quando tem essa admiração é porque meu trabalho está sendo feito direitinho – acrescentou.

Ronaldo faz questão ainda de ressaltar a importância de todo o time para que o Timão pudesse ficar tão próximo do título paulista. Para evitar que isso aconteça, o Santos precisa vencer por três ou mais gols de diferença, domingo, às 16h, no Pacaembu.

– Sozinho ninguém joga futebol. Se meus companheiros não tivessem feitos a parte deles, eu não teria feito os gols. Tenho que frisar que o lado coletivo é o mais importante. Lógico que eu fui decisivo, mas depois será outro jogador. Cada um tem sua importância – completou.

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abril 28, 2009 Posted by | Corinthians | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Técnico avisa: ‘Nós só temos um capitão’

Muricy diz que vai fazer rodízio da faixa de capitão

Muricy Ramalho exalta condição de Ceni (Crédito: Tom Dib)

Muricy Ramalho exalta condição de Ceni (Crédito: Tom Dib)

LANCEPRESS!

Neste domingo, no clássico contra o Corinthians, o São Paulo não terá Rogério Ceni. Para homenagear o maior ídolo da equipe, fora por contusão, a diretoria vai distribuir 60 mil faixas de capitão para os são-paulinos, na entrada do Morumbi, antes da partida. Serão 60 mil capitães na arquibancada, mas, para o técnico Muricy, dentro de campo, o posto tem um dono só.

– O único capitão é o Ceni. Cada jogo será um jogador, até ele voltar – decretou Muricy Ramalho.

Na partida de domingo, cujo resultado definirá um dos finalistas do Paulistão, a braceleira ficará com Miranda. Um dos mais experientes do grupo, o zagueiro já foi capitão outras vezes na ausência de Ceni. Para Muricy, no entanto, o rodízio durará pouco.

– Este tempo que estão prevendo para a recuperação do Rogério vai diminuir. Tem de deixá-lo em paz. Já deu o que tinha que dar – alegou o técnico.

Na ausência de Ceni, Bosco será o substituto. O goleiro já disputou sete jogos pela equipe este ano e ainda não perdeu. Foram cinco vitórias e dois empates. Outro que também já jogou este ano, quando de outra lesão de Ceni, foi o terceiro goleiro Denis. Para Muricy, os reservas darão conta.

– Temos dois grandes goleiros. Denis foi uma contratação boa, melhor do que a gente esperava. Se adaptou rápido e foi testado logo de cara. E nós temos o Bosco, que o apelido é paredão. Não estamos preocupados em contratar, mas pode aparecer, igual o Denis – concluiu Muricy.

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abril 17, 2009 Posted by | São Paulo | , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Ortigoza brilha e Verdão se garante na semi

Paraguaio entra ainda na primeira etapa, marca dois e garante virada do Verdão

Ortigoza comemora um de seus dois gols. Brilhou a estrela do paraguaio. (Foto: Eduardo Viana)Ortigoza comemora um de seus dois gols. Brilhou a estrela do paraguaio. (Foto: Eduardo Viana)

O Palmeiras começou a noite em um ritmo lento e saiu perdendo para o Bragantino, mas, em noite inspirada do paraguaio Ortigoza, autor de dois gols na partida, conseguiu virar o jogo, garantiu os três pontos e a classificação para a semifinal do Paulista.

A primeira etapa do Verdão, nem de longe lembrou as boas atuações da equipe no ano. Com Cleiton Xavier e Diego Souza apagados, a bola não chegou em Keirrison e Marquinhos, que não conseguiram concluir uma bola ao gol de Gilvan.

Se o meio não funcionava, a defesa também não colaborou no início do jogo. Logo aos 11 minutos, Jéci foi tentar cortar cruzamento de Pará e acabou empurrando para a própria rede. 1 a 0 para o Bragantino.

Luxemburgo, insatisfeito com a equipe, mudou o esquema de jogo. Tirou o zagueiro Jéci, que deixou o campo sob xingamentos da torcida e colocou o paraguaio Ortigoza.

O Palmeiras ficou mais ofensivo, mas continuava sem criar. Na única chance clara que teve, aos 46 minutos, conseguiu abrir o placar. Diego Souza passou por dois marcadores, entrou na área e cruzou rasteiro. Ortigoza, livre de marcação, encheu o pé para empatar a partida. Primeiro gol do camisa 30 com a camisa palmeirense e viria mais por aí.

Luxemburgo não mexeu na equipe no intervalo, mas suas famosas duras devem ter aparecido no vestiário alviverde. O time voltou com outro ritmo e logo aos oito minutos ampliou a vantagem, com ele de novo, o Coalhada do Palestra Itália, Ortigoza, que em quatro jogos disputados marcou duas vezes, deu uma assistência e sofreu um pênalti.

Diego Souza fez o cruzamento para a área do Bragantino. Marcelo Godri tentou cortar e acabou jogando contra o próprio gol. Gilvan espalmou, mas no rebote Ortigol, como ficou conhecido no Paraguai, empurrou para o fundo do gol. 2 a 1 para o Palmeiras.

O Verdão continuou pressionando. Keirrison, Marquinhos e Jefferson tiveram chances de marcar, mas não conseguiram converter.

A situação estava ótima para o Palmeiras, mas Diego Souza decidiu dar mais emoção ao torcedor. O camisa 7 puxou a camisa do adversário, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo. Diego é desfalque certo para o clássico do próximo sábado, contra o São Paulo. Cleiton Xavier, que pediu para ser substituído, também preocupa.

O treinador do Bragantino Marcelo Veiga aproveitou o homem a mais e colocou o atacante veterano Paulinho Kobayashi no lugar do zagueiro Gustavo.

A equipe alviverde se fechou com cautela e não arriscou no ataque. Keirrison e Ortigoza foram vistos constantemente ajudando a defesa e, com o trabalho de equipe e a noite inspirada do paraguaio, o Verdão garantiu os três pontos e a classificação para a semifinal do Campeonato Paulista.

Com 40 pontos, o Palmeiras não pode mais ser alcançado pelo Santo André, quinto colocado. O Bragantino segue em situação complicada. Com 16 pontos, a equipe de Bragança está a apenas dois da zona do rebaixamento.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 2 X 1 BRAGANTINO

Estádio: Palestra Itália, São Paulo (SP)
Data/hora: 24/3/2009 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Robério Pereira Pires
Auxiliares: Junivan Rodrigues de Sousa e Matheus Camolesi
Cartões amarelos: Diego Souza, Maurício Ramos, Ortigoza, Souza, Jumar e Marcos (PAL); Moradei, Gustavo, Pará, Bill, César Gaúcho e Jorginho Paulista (BRA)
Cartão vermelho: Diego Souza (PAL)
Público e renda: 8.402 pagantes / R$ 130.167,00
GOLS: Jéci (contra), 11′/1ºT (0-1); Ortigoza, 46′/1ºT (1-1); Ortigoza, 8′/2ºT (2-1)

PALMEIRAS: Marcos, Jéci (Ortigoza, 27′/1ºT), Maurício Ramos e Marcão; Sandro Silva, Jumar, Cleiton Xavier (Evandro, 25′/2ºT), Diego Souza e Jefferson; Marquinhos (Souza, 22′/2ºT) e Keirrison. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

BRAGANTINO: Gilvan, Marcelo Godri, Gabriel (Johnny, 37′/2ºT) e Gustavo (Paulinho Kobayashi, 22′/2ºT); Tiago Almeida, Moradei, César Gaúcho, Bill e Pará (Jorginho Paulista / intervalo); Malaquias e Nunes. Técnico: Marcelo Veiga

março 25, 2009 Posted by | Palmeiras | , , , , , , , | Deixe um comentário

Aniversariantes marcam e Bota vence o Caxias

Emerson, Victor Simões e Reinaldo balançam a rede e são homenageados pela torcida no Engenhão

Aniversariante, Victor Simões fez o seu e é um dos artilheiros do EstadualAniversariante, Victor Simões fez o seu e é um dos artilheiros do Estadual (Crédito: Paulo Sérgio)

Disposto a não ficar distante da classificação para as semifinais da Taça Rio, o Botafogo fez valer o mando de campo e, apesar da disposição do Duque de Caxias, goleou: 4 a 0. Aniversariantes, Emerson, Victor Simões e Reinaldo balançam a rede e são homenageados pela torcida. Maicosuel também deixou o seu.

Veja os gols da vitória do Botafogo

No começo da partida, o Duque de Caxias demonstrou uma boa aplicação tática e não deixou os meias Maicosuel e Batista armarem as jogadas. O camisa 10, inclusive, precisou voltar até antes do meio-de-campo para tentar aparecer mais no jogo.

A equipe do Botafogo só incomodou a defesa do Caxias quando passou a jogar pelos lados do campo. Porém, em um dos raros momentos que o Tricolor da baixada descuidou da marcação no primeiro tempo, Thiaguinho descolou um belo lançamento para Maicosuel que passou pelo goleiro e abriu o placar.

Com o gol, os botafoguenses diminuiram o ritmo e o Duque de Caxias assustou Renan em duas oportunidades com Eduardo Telles batendo falta. Mas o primeiro tempo terminou mesmo em 1 a 0.

Na segunda etapa, o Botafogo voltou sem Maicosuel. Com dores no tornozelo esquerdo, o camisa 10 deu lugar a Lucas silva. Porém, a mudança da equipe pôde ser vista também na postura mais ofensiva. Tanto que logo aos três minutos, Emerson, que fez aniversário no último sábado, fez, de cabeça, seu primeiro gol com a camisa alvinegra.

O Duque de Caxias sentiu o gol e passou apenas a se defender para não sofrer uma goleade. Mas sem muito resultado. Tanto que aos 10 minutos, Reinaldo foi derrubado na área e o árbitro marcou pênalti. O camisa 7 deixou a cobrança para Victor Simões que fez seu 9º gol no Estadual. A torcida fez questão de homenagear o artilheiro com ‘parabéns para você’, lembrando que ele comemora 28 anos nesta segunda.

Alguns minutos depois, Reinaldo sofre outro pênalti, mas dessa vez, se encarregou da cobrança. e não decepcionou: 4 a 0 para o Botafogo. Foi o primeiro gol do atacante no Engenhão. A torcida também não esqueceu do aniversário do camisa 7, que completou 30 anos no última dia 14, e cantou parabéns mais uma vez.

No finalzinho do jogo, Victor Simões teve chance de fazer mais um e se isolar na artilharia. Alessandro chutou cruzado, o camisa 9 chegou de carrinho mas a bola passou por cima do gol. Fim de jogo: 4 a 0 para o Botafogo.

Ficha técnica:

BOTAFOGO X DUQUE DE CAXIAS

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 20/3/2009 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Wagner dos Santos Rosa (RJ)
Auxiliares: Marcelo Braz Mariano (RJ) e Lilian Fernandes Bruno (RJ)
Renda/público: R$ 61.278.50 / 3.494 pagantes
Cartões amarelos: Victor Simões (BOT); Cadu, Anderson, Giovani, Henrique (DCA)
Cartões vermelhos: Henrique (DCA)
Gols: Maicosuel, 18/1ºT (1-0), Emerson, 3/2ºT (2-0), Victor Simões, 10/2ºT (3-0) e Reinaldo, 18/2ºT (4-0)

BOTAFOGO: Renan, Emerson, Juninho (Alex Lopes) e Leandro Guerreiro; Alessandro, Fahel, Batista, Maicosuel (Lucas Silva) e Thiaguinho (Gabriel); Reinaldo e Victor Simões – Técnico: Ney Franco

DUQUE DE CAXIAS: Borges, Douglas Silva, Henrique, Eduardo Teles e Alan; Cadu, Pingo (Léo Oliveira), Geovani e Juninho; Anderson e Deni (Dudu) -Técnico: Carlos César.

março 18, 2009 Posted by | Botafogo | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

Homenagens ao Fogão no Jockey Club emocionam a todos

Jogadores, dirigentes e torcedores vão e vibram com a noite gloriosa

De Ney Franco a Maicosuel, alvinegros brilham no Jockey ClubDe Ney Franco a Maicosuel, alvinegros brilham no Jockey Club (Crédito: Site oficial do Botafogo)

LANCEPRESS!

A noite era de segunda-feira, mas, mesmo sem futebol, foi inesquecível para os botafoguenses. Em uma homenagem de grandes proporções, o Jockey Club Brasileiro dedicou todos os páreos do dia ao clube, em referência à conquista da Taça Guanabara de 2009.

Marcaram presença o presidente Maurício Assumpção, o vice-geral, Antonio Carlos Mantuano, o vice de futebol, André Silva, o vice de comunição, Beto Macedo, além de outros dirigentes.

Entre os jogadores, Leandro Guerreiro e Maicosuel foram os representantes. Por fim, o técnico Ney Franco também esteve.Na ala de alvinegros ilustres, a cantora Beth Carvalho foi a destaque. Além dela, a mulher do craque Nilton Santos, Dona Célia, recebeu uma menção.

A cada corrida de cavalos, a premiação era dada por alguém ligado ao clube. O principal jóquei, no entanto, teve de deixar sua homenagem para a próxima. J. Ricardo, botafoguense, não pôde competir por conta de uma lesão. Mesmo assim, Maurício Assumpção fez questão de telefonar e lhe oferecer a estrutura da sede para que se trate.

março 17, 2009 Posted by | Botafogo | , , , , , , | Deixe um comentário

Com Fred, Fluminense encara o Macaé

Depois de tanto mistério, clube confirma estreia do camisa 9 neste domingo

Fluminense e Macaé se enfrentam neste domingo no MaracanãFluminense e Macaé se enfrentam neste domingo no Maracanã (Crédito: Allex Ximenes)

LANCEPRESS!

A estreia da maior contratação do Fluminense nos últimos tempos não poderia ser tão fácil, mas, depois de se recuperar em tempo relâmpago de um estiramento na virilha, Fred está confirmado neste domingo, às 16h, contra o Macaé, no Maracanã. Presença do atacante foi confirmada na véspera do duelo.

E quem fez questão de deixar os torcedores aliviados foi o coordenador médico do clube, Michael Simoni. Ele afirmou que Fred está recuperado da lesão.

– Do ponto de vista médico, Fred fez 100% dos exercícios que uma partida de futebol profissional exige sem sentir dores na região e, por isso, foi liberado. Ele participou do treino normalmente e foi analisado pelo departamento médico, pela preparação física e pelo Parreira. É claro que existem riscos, mas estamos confiantes – disse.

Carlos Alberto Parreira promoverá duas alterações para este domingo. Wellington Monteiro entrará na vaga de Fabinho e Leandro, que está recuperado de lesão na coxa direita, no lugar do jovem João Paulo na lateral-esquerda.

O esquema continuará o mesmo, no 4-5-1, com Thiago Neves sendo um “falso” atacante, encostando constantemente em Everton Santos.

– O Wellington Monteiro atuará na frente da zaga, protegendo-a como um volante tradicional. Será o único volante pois o Romeu, para mim, atua mais como um meia. Não é responsável pela contenção apenas – explicou Parreira.

Já o elenco do Macaé se reapresentou ao técnico Dário Lourenço com muitos problemas para o jogo. Expulsos contra o Madureira, o zagueiro André e o atacante Léo Macaé cumprem suspensão.

O atacante Marciano, que sentiu o músculo adutor da coxa direita, é dúvida. O também atacante Roma, que se recupera de um estiramento no ligamento colateral medial do joelho direito, está vetado.

FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE X MACAÉ

Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 13/03/2009 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Antônio Frederico de Carvalho (RJ)
Auxiliares: Ricardo Maurício Ferreira (RJ) e Daniel do Espírito Santo (RJ)

FLUMINENSE: Fernando Henrique, Mariano, Edcarlos, Luiz Alberto e Leandro; Wellington Monteiro, Romeu, Marquinho (Fred), Conca e Thiago Neves; Everton Santos. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

MACAÉ: Darci, Chiquinho, Otávio, Vinícius e Bill; Léo Gonçalves, André Gomes, Wallacer, Carlos Alberto e Gláuber; Jackson. Técnico: Dário Lourenço.

março 15, 2009 Posted by | Fluminense | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Tensão, sofrimento e classificação no Gigante: Inter dá o troco no União-MT

Índio e Alecsandro marcam no segundo tempo para colocar o Colorado na próxima fase da Copa do Brasil. Guarani é o adversário

Ampliar Foto Agência/Vip.com Agência/Vip.com

Inter vence União-MT na conta certa

Teve unha roída, cabelo arrancado, chute nos degraus da arquibancada, xingamento ao juiz, súplicas a todos os santos, mas, enfim, saiu a vitória. O Internacional sofreu como poucas vezes aconteceu em seus 100 anos de vida para fazer 2 a 0 no União Rondonópolis-MT e garantir vaga na próxima fase da Copa do Brasil.

Os gols, marcados por Índio e Alecsandro, só saíram no segundo tempo. E depois dos 20 minutos, para aumentar o desespero da torcida. Após muita tensão, o time colorado pode pensar no Guarani, o adversário da segunda fase. Segue em pé o principal objetivo do primeiro semestre no ano do centenário: ganhar a Copa do Brasil.

A equipe de Tite volta a campo no sábado, novamente no Beira-Rio, contra o Veranópolis. É a estreia vermelha na Taça Fábio Koff, o segundo turno do Campeonato Gaúcho.

Nem gol, nem pressão

Não aconteceu nada do que os colorados esperavam no primeiro tempo. Nem o gol, nem a pressão. Claro, o Inter dominou o adversário e esteve no campo de ataque quase o tempo todo. Mas jamais conseguiu trancafiar o oponente dentro da área para, na base do bafo, alcançar o gol.

Pior: até levou alguns sustos. O União Rondonópolis, ao contrário do Grêmio no domingo, encarou o Inter com dois atacantes. Um deles, Clodoaldo, ficou perto de marcar em duas oportunidades. Desperdiçou ambas.

O Colorado caiu na teia da marcação adversária. Andrezinho esteve bem, mas D’Alessandro foi lento, amarrado. Na frente, Taison teve vitórias individuais, mas não ao ponto de alcançar o gol. Nilmar errou tudo que tentou. Bolívar foi ineficiente pela direita. Kleber apareceu menos do que deveria na esquerda.

Mesmo assim, pintaram algumas oportunidades para a turma de Tite. Com três minutos, Andrezinho forçou o goleiro Paulo Sérgio a fazer boa defesa. Foi em cabeceio perigoso após cruzamento de D’Alessandro, que teve a melhor chance de todo o período.

Eram 36 minutos. Guiñazu roubou a bola com um daqueles carrinhos que fazem o adversário pensar em trocar de profissão. O lance parou nos pés de El Cabezón dentro da área. Ele se preparou para bater de esquerda, mas o corpanzil do zagueiro na frente dele impediu o chute. O jeito foi bater de direita. E aí o goleiro conseguiu defender.

Bem antes, quando o jogo ainda engatinhava, D’Ale arriscou outro chute, mas fraco, sem perigo. Andrezinho também teve sua tentativa. Pegou a bola na intermediária defensiva e atravessou o campo até mandar a bomba. A zaga desviou para escanteio.

O gol não saiu com bola rolando por ineficiência dos colorados. E não aconteceu com bola parada por falha do árbitro Wagner Tardelli. Odvan deu um bico em Taison dentro da área. Foi pênalti, mas o juiz ignorou a irregularidade.

Tensão e gols

O Inter voltou com Giuliano no segundo tempo. Tite decidiu mexer no time, mas foi cauteloso. Em vez de tirar um volante, sacou Andrezinho, talvez o atleta mais ativo do time na etapa inicial. O meia até entrou bem, mas depois caiu na enrolação do time. Com dois minutos, ele bateu forte, com muito perigo, para fora.

Com 18 minutos, Tite chamou Alecsandro. E aí, sim, ousou. Tirou Bolívar. Em seguida, saiu o gol. O curioso é que o lance teve participação fundamental de D’Alessandro, em um momento de exceção dentro de uma atuação muito ruim do gringo. Ele bateu falta com toda a plasticidade do mundo na entrada da área. A bola viajou até encontrar o poste direito do goleiro. No rebote, Índio completou de cabeça: 1 a 0.

O gol inflamou time e torcida. Guiñazu seguiu roubando tudo que era bola. Alecsandro, de cabeça, quase marcou aos 24. Nilmar teve boa chance aos 26. O União se assustou. Foi recuando pouco a pouco, quase sem perceber.

Estava na cara de cada torcedor que o gol sairia a qualquer momento. O adversário não resistiria. Aos 28 minutos, bola para Nilmar. O atacante se jogou na direção da bola e tocou por cima do goleiro. Ela bateu na trave de novo. E novamente voltou para um colorado. Desta vez, Alecsandro. O atacante dominou na área e mandou um chute de dentes prensados, de raiva, de jogador que não curte muito a ideia de ficar sem gols. O Beira-Rio explodiu em euforia antes mesmo de a bola bater na rede.

Os colorados, aliviados, não imaginavam que teriam instantes de terror por volta dos 40 minutos. Alex Mineiro cabeceou dentro da pequena área. Lauro defendeu e evitou uma tragédia que poderia ter acontecido no Gigante. Mas tudo terminou bem para o Colorado.

Ficha técnica:

INTERNACIONAL 2 x 0 UNIÃO-MT
Lauro, Bolívar (Alecsandro), Índio, Álvaro e Kleber; Guiñazu, Magrão, Andrezinho (Giuliano) e D’Alessandro; Taison e Nilmar (Danilo). Paulo Sérgio; Odvan, Alex Mineiro e Rodrigão; Richard, Wender, Rocha, Jonas (Dilmar) e Maciel; Clodoaldo (Lucas) e Diogo.
Técnico: Tite. Técnico: Zé Humberto.
Gols: Índio, aos 20, e Alecsandro, aos 28 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Andrezinho, Guiñazu e Taison (Internacional); Paulo Sérgio, Rodrigão, Odvan, Alex Mineiro e Maciel (União). Cartão vermelho: Odvan (União)
Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS). Data: 04/03/2009. Horário: 19h30m (Brasília). Árbitro: Wagner Tardelli (SC). Auxiliares: Alcides Zawaski Pazetto (SC) e Luís Alberto Kallenberger (SC).

março 5, 2009 Posted by | Internacional | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Por sequência como titular, Túlio corre atrás de adaptação em São Paulo

Apesar de se considerar longe do ideal, volante atuou em todos os jogos do Corinthians na temporada, três deles como titular

Ampliar Foto Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM

Em jogos-treino durante a pré-temporada, Túlio se destacou como titular de Mano Menezes

Nos seis jogos do Corinthians até aqui no Campeonato Paulista, Túlio foi titular em três e entrou no decorrer das outras três partidas. Outros reforços para a temporada 2009 não tiveram a mesma regularidade, mas, mesmo assim, o volante, ex-Botafogo, acredita que ainda não conseguiu se adaptar ao futebol paulista.

– (A adaptação) está sendo um pouco mais complicada do que eu esperava. Mas sempre que mudo de um time para outro passo por um momento complicado de adaptação. Foi assim quando saí do Goiás e fui para o Botafogo. Os três primeiros meses foram mais difíceis, mas não vou entrar em desespero por isso – falou o camisa 8.

A briga para ser volante do Corinthians atualmente é grande. São cinco jogadores mais Elias, que agora está jogando mais adiantado, mas no ano passado atuou como segundo homem de meio-campo. Por falar em primeira e segunda função no setor, Túlio não tem preferência. Quer atuar onde o técnico Mano precisar.

– Com algumas raras exceções, todo volante faz primeiro e segundo volante. Todos os jogadores dessa posição estão sempre dispostos e eu sempre me adapto às duas – comentou Túlio, que no Corinthians já fez as duas funções.

Uma das justificativas do volante para ainda não ter conseguido encaixar o seu futebol no Corinthians é que a base da equipe vem do ano passado.

– Espero que apareça aqui o futebol que apresentava no Botafogo. Tenho de pegar o jeito de o time jogar, porque a equipe já estava formada e preciso me adaptar a isso de alguma maneira – finalizou o meio-campista.

fevereiro 10, 2009 Posted by | Corinthians | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Experiência é diferencial do novo Corinthians

Característica pode ser decisiva para as pretensões corintianas

Tom Dib)Aos 32 anos, Ronaldo é um dos mais experientes do grupo (Foto: Tom Dib)

No final do ano passado, o técnico Mano Menezes, do Corinthians, afirmou que seria preciso montar um elenco “preparado para grandes enfrentamentos”. E foi exatamente isso que aconteceu!

Dos prováveis titulares, quatro estão na casa dos 30 anos: Alessandro (30), William (32), Túlio (32) e Ronaldo (32). Isso sem falar nos outros, como Acosta (31), Fabinho (29), Chicão (27), Jean (29), Douglas (26), Souza (26) e J. Henrique (26).

O treinador é cauteloso ao falar das pretensões do Corinthians, mas, na cabeça dele, o grupo atual terá condições de vencer todos os campeonatos que irá disputar – Paulistão, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro –, para chegar forte na Libertadores de 2010, ano do centenário do Alvinegro.

– Houve uma evolução em termos de experiência e qualidade em relação ao ano passado. Vamos ter uma rotatividade maior, sem perder as principais características – afirmou o treinador corintiano.

Além de apostar na qualidade da base que ficou do ano passado e dos seis reforços anunciados (Ronaldo, Túlio, Jorge Henrique, Jean, Souza e Escudero), Mano acredita que tem em mãos uma equipe recheada de jogadores tarimbados. Dos reforços contratados para 2009, todos colecionam títulos, jogaram por clubes do exterior ou passaram por grandes decisões.

Dos jovens que vieram da base, apenas Dentinho deve ser titular com o treinador. Diego, Renato, Marcelo Oliveira, Bruno Octávio e Lulinha são jogadores que perderam espaço em 2009. Fato, aliás, comum na passagem de Mano.

– Pelo que estamos traçando como meta, precisamos de um time maduro, carimbado. Muitos que estão aqui agora já vestiram outras camisas fortes, ganharam títulos e, com certeza, trazem coisas a mais – afirmou o volante Fabinho.

janeiro 11, 2009 Posted by | Corinthians | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Brazucas garantem vitória da Inter na Grécia

Mancini e Adriano marcam no triunfo por 2 a 0 sobre o Panathinaikos, na Grécia.

A Internazionale suou para vencer o Panathinaikos por 2 a 0, nesta terça-feira, na Grécia, pela primeira rodada do Grupo B da Liga dos Campeões. Os gols da equipe italiana foram marcados pelos brasileiros Mancini e Adriano.

A vitória fora de casa deixa a Inter na liderança do grupo, com três pontos. Sem pontuar, os gregos ocupam a lanterna. Werder Bremen e Anorthosis, que empataram na Alemanha, dividem a segunda posição com um ponto.

As duas equipes tiveram boas chances para marcar na primeira etapa, mas só a Inter balançou redes. Aos 27 minutos, Ibrahimovic fez grande jogada, invadiu a área e rolou para Mancini. Livre, o brazuca só escorou para o gol.

Apesar de invicto, o goleiro Júlio César teve trabalho. Moon, em chutes de fora da área, assustou o brasileiro, chegando acertar o travessão da meta italiana.

O Panathinaikos voltou melhor para o segundo tempo. Aos sete, o brasileiro Cleyton teve grande chance para empatar, mas, de frente para Júlio César, bateu para fora.

Acomodada com a vantagem, a Inter se segurou atrás e passou a esperar o adversário. Com espaço, os gregos insistiram no ataque, mas tiveram problemas para furar a defesa italiana. Quando chegaram, pararam no goleiro brasileiro.

O desespero dos anfitriões facilitou o trabalho da Inter, que matou o jogo aos 40. Adriano, que entrara no segundo tempo, recebeu cruzamento de Ibrahimovic e pegou bem para fechar o placar.
FICHA TÉCNICA:
PANATHINAIKOS 0 X 2 INTERNAZIONALE

Estádio: OACA Spiro Louis, Atenas (GRE)
Data/hora: 16/9/2008 – 15h45min (de Brasília)
Árbitro: Manuel Mejuto González (ESP)
Auxiliares: Juan Carlos Jiménez (ESP) e Javier Hugo Robles (ESP)

Cartões amarelos: Cleyton (PAN); Materazzi, Maicon (INT)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Mancini, 27’/1ºT; Adriano, 40’/2ºT

PANATHINAIKOS: Galinovic, Vintra, Simão, Goumas e Nilsson (Christodoulopoulos, 27’/2ºT); Gilberto Silva, Moon (Souza, 37’/2ºT), Marcelo Mattos, Cleyton e Karagounis (Ivanschitz, 36’/1ºT); Salpingidis. Técnico: Henk Ten Cate.

INTERNAZIONALE: Júlio César, Maicon, Córdoba, Materazzi e Maxwell; Cambiasso, Vieira (Muntari, 18’/2ºT) e Zanetti; Quaresma (Figo, 17’/2ºT), Mancini (Adriano, 37’/2ºT) e Ibrahimovic. Técnico: José Mourinho.

setembro 17, 2008 Posted by | Futebol Europeu | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário