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De volta, Valdivia almeja ser ídolo como Marcos e Ademir da Guia

Sonho da torcida, meia chileno é apresentado pelo Alviverde novamente, mas só deve exibir magias que encantaram palmeirense no fim do mês

Apesar da má fase do time, a torcida palmeirense encontrou uma brecha no rosto para sorrir e ter esperança. Depois de dois anos de separação, o Alviverde volta a ter o meia Valdivia no seu elenco. O atleta chileno foi apresentado oficialmente à imprensa na manhã desta quinta-feira, no salão nobre do Palestra Itália. O encontro com os palmeirenses que tanto sonharam o seu retorno já está marcado. Será neste sábado, por volta das 17h40m, no Pacaembu, quando o camisa 10 subirá ao gramado para ser saudado antes de a bola rolar para Palmeiras e Atlético-PR, pelo Brasileiro. A comissão técnica avaliou que o atleta ainda não tem condições de atuar em alto nível e só deve reestrear pelo clube no dia 29, contra o Atlético-MG, no Mineirão. Mas o próprio jogador tenta mostrar que tem chances de jogar contra o Guarani, no dia 22, em Campinas.

Mas o regresso de Valdivia, como quase tudo no Palmeiras, chegou a ser uma novela. Durante a Copa do Mundo, o clube paulistano se articulava nos bastidores para conseguir ter o chileno novamente. Somente no dia 27 do último mês a contratação foi confirmada pelo presidente palmeirense Luiz Gonzaga Belluzzo. O acordo é de cinco anos e só foi selado definitivamente no último domingo, na casa do mandatário alviverde. Na apresentação, Valdivia recebeu a camisa 10 das mãos de Salvador Hugo Palaia, que já foi da diretoria de futebol e apostou na contratação do Mago em sua primeira passagem pelo clube.

– Quero agradecer aos torcedores pelo carinho, pois sem eles não estaria aqui, aos responsáveis pela minha volta e aos companheiros que vão me ajudar. Como eu já disse uma vez, o Palmeiras é a minha casa. O filho retornou. Espero que seja uma volta de ainda mais sucesso. Tenho um contrato por cinco anos e quero ser como o Marcos e o Ademir da Guia, os dois maiores ídolos do clube – ressaltou o meia, bastante emocionado.

Especula-se que o clube tenha desembolsado cerca de 6 milhões de euros (aproximadamente R$ 13,7 milhões). Essa verba foi conseguida graças aos patrocínios exibidos na camisa do clube e do grupo de sócios investidores, chamado “Eternos Palestrinos”, que ajudaram na contratação e, teoricamente, reaverão o dinheiro com certa margem de lucro no futuro. Confira os principais trechos da entrevista coletiva de Valdivia no retorno ao Verdão.

Busca por títulos

“Time grande como o Palmeiras tem de brigar pelo que tiver na frente, e para ganhar, pois tem história. Se não der, não deu, mas tem de lutar. Não adianta acordar cedo pra treinar se não tem na cabeça o objetivo de ser campeão”.

Trabalhar com Felipão

“É um prazer. Sempre queremos os melhores treinadores do mundo e hoje o Palmeiras tem. Só tenho de aprender com ele, treinar muito, trabalhar, ganhar”.

Passagem pelos Emirados Árabes

“Fiquei fora só de cabeça, mas o coração estava aqui. Nunca deixei de treinar porque sabia que mais cedo voltaria para o Palmeiras. Estava disputando a Copa do Mundo e não poderia relaxar. Pode perguntar para o preparador físico do Palmeiras em que nível cheguei. Estou bem e pronto para jogar”.

Magias em campo

“Vocês querem que eu fale o quê? Vou ter de fazer o meu trabalho, dar o melhor pelo time que amo (aplausos). Vou trabalhar do mesmo jeito que sempre fiz, não tem como não perceber o peso que significa. Com todos vocês aqui já dá para sentir. Quando cheguei ninguém me conhecia, só meus parentes. Essa volta significa muito. Vou batalhar para corresponder o carinho que o torcedor tem por mim”.

Pressão por resultados

“Que pressão? (mais aplausos vindos de torcedores e do presidente). Não é pressão, mas ter todos vocês aqui me dá força extra para buscar a condição de ídolo no Palmeiras. Essa é a minha meta pela frente”.

agosto 12, 2010 Posted by | Palmeiras | , , | Deixe um comentário

De volta, Carlos Alberto desabafa e admite ter atuado sem condições

Recuperado de seguidas lesões, capitão vascaíno revela que chegou a entrar em campo graças a medicamentos no primeiro semestre de 2010

A última vez que Carlos Alberto entrou em campo com a camisa do Vasco foi no dia 5 de maio de 2010. Naquela ocasião, o Gigante da Colina bateu o Vitória por 3 a 1, em São Januário, e acabou eliminado da Copa do Brasil. No jogo de ida, em Salvador, triunfo dos baianos por 2 a 0. Agora, quase três meses depois e com o contrato renovado com o clube por três temporadas, o camisa 19 vai retornar ao time no clássico deste domingo, às 18h30m (de Brasília), contra o Flamengo, no Maracanã, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro.

E foi justamente o período em que ficou parado que fez o capitão vascaíno refletir. Tanto no Campeonato Carioca como na Copa do Brasil, Carlos Alberto entrou em campo sem estar no melhor de suas condições. Longe dos 100%, o jogador acabou se prejudicando e retardando o seu retorno aos gramados. Em 2010, para ser uma ideia, ele participou apenas de 13 partidas das 41 que o time disputou na temporada.

– Preciso ser menos passional nesses momentos (de lesão). É uma dificuldade que tenho. Preciso pensar no limite do meu corpo. Para ajudar a sua equipe você precisa estar bem. Caso contrário, você não ajuda e acaba prejudicando os seus companheiros. Existem jogadas que você entra com uma limitação e isso não pode acontecer – afirmou o apoiador.

Carlos Alberto afirmou que não voltará a entrar em campo sem o melhor de suas condições. Para ele, com o elenco que o Vasco montou, nenhuma das estrelas precisará jogar no sacrifício no segundo semestre de 2010.

– Esse tipo de coisa para esse segundo semestre não tem mais necessidade. Temos jogadores competitivos que podem decidir as partidas. Temos também jogadores que nem estão ficando no banco, mas que têm qualidade. Só quem ganha com isso é o Vasco. O PC tem dor de cabeça para saber quem vai levar para a concentração. A rapaziada está se dedicando, treinando, e o Vasco tem tudo para fazer um bom campeonato – analisou.

O camisa 19 admitiu estar com saudade dos gramados e até brincou ao comentar o que precisava fazer em campo para evitar as dores que vinha sentindo.

– Estava com saudade de jogar. Eu tive algumas dores nessa temporada. Estava complicado. Estava com saudade de chutar com firmeza. Antigamente, eu precisava escolher o jeito de chutar para não sentir nada. E agora, não.

E foi esse sacrifício para executar alguns movimentos que atrapalhou a vida de Carlos Alberto no primeiro semestre. Ao forçar mais uma perna do que a outra, o capitão vascaíno sofreu durante alguns meses com uma tendinite no joelho esquerdo. Porém, segundo ele, agora está zerado.

– Esse ano foi demais. Nem gosto de falar da palavra lesão. Prefiro falar que joguei com dores. Hoje em dia estou me sentindo bem e isso não é mais problema – afirmou o apoiador.

Carlos Alberto revelou ainda que jamais ouviu qualquer comentário negativo sobre a sua ausência dos jogos. Segundo ele, algumas pessoas falaram de sua dedicação ao Vasco.

– Pelo contrário, até ouvi de algumas pessoas dizendo para eu pensar um pouco mais na minha saúde, no meu futuro. Esse tipo de coisa não é legal. Não é bom usar medicamento para poder superar a dor e entrar em campo. No jogo contra o Fluminense, eu entrei antes do esperado. Era programado para eu jogar 30 minutos, mas participei quase do jogo todo. Até queria “matar” o Jéferson, que se machucou nessa partida e eu tive que entrar antes – contou o jogador, tentando descontrair ao comentar o assunto.

Para o jogo deste domingo, Carlos Alberto se colocou à disposição de PC Gusmão.

– Em outras oportunidades, eu voltei de lesão e entrei no decorrer do jogo. Não acho demérito nenhum. Estou disposto a somar e ajudar. Mas é o PC que vai decidir se eu vou começar, se eu vou jogar 45, 30 ou 20 minutos – disse o jogador.

julho 29, 2010 Posted by | Vasco da Gama | , | Deixe um comentário

De volta, Lucio Flavio vê tranquilidade e exalta atual administração alvinegra

Atleta não fala dos salários atrasados de antes, mas cita mudanças

Ampliar Foto Alexandre Cassiano/Globo Alexandre Cassiano/Globo

Lucio Flavio diz que clube passou por momentos difíceis

Os constantes atrasos salariais na administração passada do Botafogo contribuíram para que alguns jogadores deixassem o clube. Um deles foi Lucio Flavio, que se transferiu para o Santos no fim do ano passado, mas acabou voltando. Com a nova direção no comando de General Severiano, o camisa 10 diz ter melhores condições para trabalhar.

– Houve várias mudanças estruturais no Botafogo e isso deu às pessoas mais tranquilidade para trabalhar. Nos últimos três anos todos nós sabemos muito bem o que o clube passou. Foram momentos difíceis – afirmou Lucio Flavio em relação à administração do ex-presidente Bebeto de Freitas.

Mas a grana parece não ser tudo para o apoiador. Segundo ele, o ambiente no Botafogo sempre foi dos melhores para poder trabalhar, independentemente do que ocorreu no passado. Lucio Flavio disse ter feito muitos amigos no clube e tem na torcida alvinegra uma espécie de porto seguro.

– Desde quando cheguei pela primeira vez no Botafogo pude perceber se tratar de um clube diferente. Sempre foi muito bom porque há bons profissionais, os amigos que fiz e os laços que criei com os torcedores. Espero que tudo dê certo para todos nós – disse o apoiador Lucio Flavio.

A nova administração do Botafogo, comandada pelo presidente Maurício Assumpção, assumiu o clube em dezembro do ano passado e pôs os salários em dia. A posse de Maurício foi antecipada porque Bebeto de Freitas deixou o cargo antes da data marcada e foi ser dirigente do Atlético Mineiro .

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maio 30, 2009 Posted by | Botafogo | , , , , , | Deixe um comentário