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Petkovic, de pênalti, dá vitória ao Fla sobre Ceará em dia de fracas estreias

Time põe fim a jejum de três jogos sem vencer, mas Leandro Amaral e Renato Abreu têm atuações apagadas na primeira partida na equipe

Num dia de estreias apagadas e atuação fraca do time, a torcida do Flamengo pôde comemorar pelo menos o fim do jejum de três jogos sem vitória. Num gol de pênali marcado por Petkovic no fim do primeiro tempo, o Rubro-Negro derrotou o Ceará por 1 a 0, neste sábado, no Maracanã. A equipe com defesa menos vazada do Brasileirão 2010 foi superior na maior parte do primeiro tempo e no fim da segunda etapa, mas saiu com outro resultado negativo e já acumula sete partidas sem vencer.

A grande expectativa era pelas estreias de Leandro Amaral e Renato Abreu. O primeiro teve atuação muito fraca, com pouca movimentação e receio de fazer as jogadas – não atuava há mais de um ano. O meia, que veio do futebol árabe, mostrou estar sem ritmo de jogo, mas ao menos repetiu a boa pontaria dos velhos tempos em bela cobrança de falta, no segundo tempo

Na 15ª rodada, o Flamengo, que com a vitória pulou para 20 pontos ganhos e está, provisoriamente, na sétima posição, irá à Arena da Baixada encarar o Atlético-PR, no próximo domingo. O Ceará, que por enquanto caiu para o quarto lugar, receberá no Castelão, no próximo sábado, o Grêmio.

Ceará melhor

Apesar da empolgação dos rubro-negros presentes ao Maracanã – foram pouco mais de 20 mil pagantes – com as estreias de Renato Abreu e Leandro Amaral, o primeiro tempo, não fosse o gol de pênalti de Petkovic,  teria sido um dos piores do Flamengo neste Brasileirão. Enfrentando a competente e menos vazada defesa do campeonato, com até então seis gols sofridos, o time praticamente não criou chances. Esbarrou, principalmente, na pouquíssima mobilidade dos estreantes, de Val Baiano, que sequer era notado em campo, e do próprio Petkovic, que começou totalmente apático.

Até então terceiro na tabela, o Ceará não tinha nada a ver com isso. Começou a primeira etapa superior em campo e a dominou na maior parte do tempo. Em dois minutos, o goleiro Marcelo Lomba apareceu em duas intervenções. Na primeira, saiu para socar uma bola na área. Na segunda, defendeu um tiro de Michel na entrada da meia-lua. Além de marcar bem, o Vovô tocava melhor a bola e dava mostras de que ia explorar o lado esquerdo rubro-negro. Isso porque, momentos antes de a partida começar, o Flamengo perdeu Juan, com problemas intestinais. O técnico Rogério Lourenço foi obrigado a devolver Michael à sua posição de origem, a lateral esquerda. Só que o agora meia mostrava total desconforto na posição.

Melhor para Oziel. O lateral-direito do Vovô subia com disposição e criava por ali as melhores jogadas. Numa delas, tentou bater cruzado, mas o tirou saiu torto e encontrou a cabeça de Washington, seu colega de time. Mas a bola foi para fora.

A equipe cearense, que se aproveitava da pouca mobilidade do ataque rubro-negro e dos erros de passe do meio-campo, tinha a iniciativa do ataque. Camilo, João Marcos e Washington se movimentavam bem e mostravam bom toque de bola. Numa cobrança de falta aos 14 minutos, Michel fez Marcelo Lomba trabalhar novamente. O tiro saiu com força mas no meio do gol, e o goleiro espalmou para escanteio.

Gol de Petkovic

O grande erro da equipe cearense foi ter começado a recuar um pouco a partir dos 20 minutos. Foi quando o Flamengo começou a aparecer melhor pelo lado direito, ora com Willians, ora com Léo Moura, que aos 21 minutos partiu em velocidade para a área, mas desperdiçou a jogada ao tentar cavar um pênalti – o árbitro Wagner Reway não caiu na conversa.

Com Leandro Amaral visivelmente com medo de arriscar mais jogadas e com Val Baiano sem qualquer mobilidade, o jeito era apostar na bola parada. E servia até escanteio. Ainda mais com Petkovic, que aos 31 minutos obrigou Diego a tocar para córner, quase levando gol olímpico do meia sérvio rubro-negro.

De volta ao Maracanã, o goleiro enfrentava o time que o revelou para o futebol. E aos 44 minutos sentiu pela primeira vez, do lado contrário, a torcida que sempre esteve a seu favor comemorar um gol. Numa jogada pela direita, aos 42 minutos, Willians arrancou, pedalou e levou vantagem sobre Fabrício. Na corrida, caiu na área após um choque com Anderson, que usou o braço na jogada. O árbitro interpretou como um empurrão do zagueiro e marcou pênalti. Petkovic bateu com categoria. Goleiro para um lado, bola para o outro, à esquerda. O Flamengo terminava o primeiro tempo com vantagem de 1 a 0.

Sai Leandro Amaral

Os dois times começaram a segunda etapa em busca do gol. O Vovô novamente se aproveitava da péssima saída de jogo da defesa, dos constantes erros de passe no meio-campo e da má forma física do time rubro-negro. Camilo, Tony e Oziel ditavam o ritmo. Mas a primeira jogada perigosa foi do Fla, novamente em bola parada. Dessa vez, Renato Abreu levou perigo, num petardo de longe, relembrando os velhos tempos. Diego fez a melhor defesa da partida, tocando para escanteio.

No minuto seguinte, aos 20, o Ceará deu o troco. Em bola lançada por Oziel, Washington aproveitou a falha de Welinton e girou sobre o zagueiro, mas o tiro foi para fora. Logo em seguida, o técnico interino alvinegro, Sérgio Araújo – Mário Sérgio, recém-contratado, acompanhou a parttida pela TV, em São Paulo -, trocou João Marcos pelo experiente Geraldo. Rogério Lourenço resolveu sacar Leandro Amaral, que saiu aplaudido, mas não conseguiu sequer chutar a gol. Entrou em seu lugar Vinícius Pacheco, para aumentar a movimentação.

Aos 24, Tony tentou fazer gol olímpico, mas Marcelo Lomba salvou, tocando para córner. O Vovô continuou melhor na partida. Pet tentava armar o Flamengo, que esbarrava em atuações apagadíssimas, como a de Michael, muito vaiado pela torcida.

No fim, o Ceará quase chegou ao empate. Washington, aquele mesmo que jogou no Americano, de Campos, só não marcou aos 43 após passe de Geraldo porque Welinton travou o chute no momento certo. O dia não era mesmo do Vovô.

FLAMENGO 1 X 0 CEARÁ
Marcelo Lomba, Léo Moura, Wellinton, Ronaldo Angelim e Michael (David); Correa, Willians, Renato Abreu e  Petkovic; Leandro Amaral (Vinicius Pacheco) e Val Baiano (Rafael Galhardo). Diego, Oziel (Diogo), Anderson, Fabrício e Ernandes; Heleno, Michel, João Marcos (Geraldo) e Camilo; Tony (Wellington Amorim) e Washington.
Técnico: Rogério Lourenço Técnico: Sérgio Araújo
Gols: no primeiro tempo, Petkovic, de pênalti, aos 44 minutos. Cartões amarelos: Correa, Willians, Renato Abreu e Petkovic (Flamengo); Michel e Anderson (Ceará)
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro. Data: 14/08/2010. Árbitro: Wagner Reway-MT. Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho-SP (Fifa) e Carlos Berkenbrock-SC (Fifa).  Renda: R$ 559.875,00 . Público: 20.696 pagantes

agosto 14, 2010 Posted by | Ceará, Flamengo | , , | Deixe um comentário

Mengão vai mal outra vez e deixa mais dois pontos pelo caminho

Time de Cuca só empata com Barueri, no Maracanã, com gol de Val Baiano

Muito carente dos seis desfalques, o Flamengo esteve perto de ser um mero coadjuvante no Maracanã e só empatou em 1 a 1 com o Barueri, nesta quarta-feira à noite. Depois de levar gol, de pênalti, de Val Baiano, a sensação do Brasileirão, Emerson, na raça, deixou o seu e tornou a salvar o Rubro-Negro.

Com o resultado, por enquanto, o Flamengo é décimo colocado, com 17 pontos. Já o adversário subiu um pouquinho e está na quarta posição momentanemente, com 22.

Bem posicionado na tabela, o Barueri deu mesmo o trabalho esperado ao Flamengo. Marcando com firmeza já na linha do meio-de-campo, impediu a movimentação dos responsáveis pela armação do time de Cuca, e ainda criou dois ou três contra-ataques perigosos. Nada, porém, que exigisse muito esforço, já que Kleberson e Fierro – este, principalmente – produziam pouquíssimo.

A tarefa de levar o Rubro-Negro ao gol de Renê, portanto, sobrou para a dupla de ataque. Por meio de feios chutões, a conexão era feita, e Emerson e Adriano tabelavam com categoria. Na esquerda, Jorbison, ao menos, não fugia do jogo. Era claro, ao longo do primeiro tempo, que os desfalques pesavam muito contra o Flamengo, que não se impunha sobre o rival.

A mina de ouro, a rigor, era a própria defesa do Barueri. Tudo porque errava constantemente as saídas de bola. Pelo alto, Kleberson acertou o travessão. Do outro lado, Franciscatti e Thiago Humberto puseram Bruno para a trabalhar. Fora isso, a partir dos 25 minutos, a partida esfriou, com muitos erros de ambos os lados. Estreando como titular, Otacílio Neto sofria, sem entrosamento.

Os jogadores do Flamengo, curiosamente, não reprovaram a atuação até então. Pareciam sabedores da
limitação de parte dos 11 em campo. O que é triste, dada a tradição e a força do clube, sobretudo em comparação ao pequenino Barueri, que por vezes se fez de gigante no Maracanã, até mesmo esfeitando em alguns passes laterais.

Mas calma, torcedor rubro-negro… ficaria ainda pior. Em jogada isolada na ponta esquerda, um cruzamento para a área acertou em cheio o braço do zagueiro Marlon. O juizão, convicto, não titubeou ao marcar o pênalti e punir o jovem substituto de Welinton. O artilheiro Val Baiano, então, pôde fazer mais um carrasco, e espalhar a tensão pelo estádio.

Imediatamente, Cuca, temendo por seu cargo, pôs Camacho na vaga de Jorbison e tirou o zero à esquerda Fierro para a entrada de Bruno Paulo, recém-promovido aos profissionais, e que entrou com vontade pela direita. Mesmo assim, estava difícil. A sonolência do time insistia. Tanto que o gol de empate foi um retrato do que era o Flamengo. Pura vontade. Depois de bate-e-rebate na área, Emerson rasgou no meio e completou.

O ímpeto da torcida com a igualdade no placar, no entanto, só foi em parte aproveitado. Ainda mal, os cariocas se atiraram ao ataque, e penavam para acertar a última assistência. Adriano, furioso, dava socos na cabeça e reclamava para o céu. A “irresponsabilidade” cedeu contragolpes ao Barueri, que não matou o jogo porque foi incompetente.

Mas restava alguns minutinhos. Já cansado, o time dirigido por Estevam Soares cedeu espaços e Willians, após excelente jogada individual, disparou de fora da área e acertou a trave. Na sequência, Bruno Paulo caiu e os rubro-negros, aceitando tudo para não deixar dois pontos para trás, reclamaram de pênalti.

De qualquer modo, as forças foram somente para isso. No fim, o Barueri quase marcou e Cuca saiu vaiado. Outra vez.


FICHA TÉCNICA:

FLAMENGO 1 X 1 BARUERI

Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 22/07/2009 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Cláudio Mercante (PE)
Auxiliares: Jossemar José Diniz Moutinho (PE) e Luciano José Coelho Cruz (PE)
Renda/público: R$ 589.196,00 / 27.952 pagantes (29.750 presentes)
Cartões amarelos: Marlon e Emerson (FLA); Ralf (BAR)
Cartões vermelhos: –
GOLS: Val Baiano, 7’/2ºT (0-1); Emerson, 24’/2ºT (1-1)

FLAMENGO: Bruno, Marlon (Erick Flores, 31’/2ºT), Aírton e Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Willians, Kleberson, Fierro (Bruno Paulo, 11’/2ºT) e Jorbison (Camacho, 11’/2ºT); Emerson e Adriano – Técnico: Cuca.

BARUERI: Renê; Leandro Castan, Daniel Marques e Andre Luis; Franciscatti, Ralf, Everton (Marcio Hahn, 44’/2ºT), Thiago Humberto (João Vítor, 32’/2ºT) e Márcio Careca; Otacílio Neto (Flavinho, 23’/2ºT) e Val Baiano – Técnico: Estevam Soares.

julho 22, 2009 Posted by | Flamengo, Grêmio Prudente | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Fratura no braço ainda reflete em Diego Tardelli

Artilheiro do Galo tem receio ao subir para cabecear

Diego Tardelli ainda não marcou nem sequer um gol de cabeça na temporada (Crédito: FELIPE GABRIEL)

Diego Tardelli ainda não marcou nem sequer um gol de cabeça na temporada

LANCEPRESS!

O técnico Celso Roth tem trabalhado um fundamento em especial com o atacante Diego Tardelli: o cabeceio. Na atual temporada, o atacante é o artilheiro do futebol brasileiro com 25 gols marcados. Ele já balançou redes de perna direita, de canhota, de pênalti, de falta, mas de cabeça ainda não aconteceu.

O próprio camisa 9 do Atlético-MG reconhce que o cabeceio é um ponto fraco e que tem tentado aprimorar no dia a dia na Cidade do Galo. Quando a bola chega para ele finalizar em um cabeceio e acaba refugando, o treinador fica na bronca.

– É verdade. O cabeceio é meu ponto fraco. No último jogo eu dei uma cabeçada e depois ganhei três seguidas. É um ponto fraco que eu tenho e quero aperfeiçoar a cada treino. Apesar da minha altura, é importante para o atacante saber jogar com o pé, cabecear – comentou o atacante atleticano.

A razão para a deficiência no cabeceio, porém, é justificável. No ano passado, na partida entre Flamengo e Cruzeiro, no Maracanã, no dia 3 de agosto, pelo Campeonato Brasileiro. Ele havia entrado no lugar de Erick Flores e ao subir para cabecear, acabou caindo de mau jeito, fraturando o antebraço direito.

– Tenho receio por causa do meu braço e é por isso que fico com um pouco de medo de cabecear – explicou o artilheiro.

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junho 13, 2009 Posted by | Atlético-MG | , , , , , , | Deixe um comentário

Tardelli vê marcação mais cerrada dos rivais

Goleador no Mineiro, Tardelli tem apenas um gol no Brasileiro

Diego Tardelli tem 24 gols no ano, mas no Brasileiro apenas um (Crédito: GIL LEONARDI)

Diego Tardelli tem 24 gols no ano, mas no Brasileiro apenas um

LANCEPRESS!

Artilheiro do campeonato Mineiro deste ano com 16 gols, tendo somado 24 rm 25 partidas na atual temporada, o atacante Diego Tardelli tem enfrentado atualmente algumas dificuldades para encontrar o caminho das redes.

Nas quatro primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro o dono da camisa 9 do Atlético-MG balançou rede em apenas uma oportunidade. Na vitíoria sobre o Grêmio por 2 a 1 ele marcou, de pênalti, o tento decisivo, aos 49 minutos do segundo tempo.

A forte marcação dos adversário, bem mais qualificados do que os que Tardelli enfrentou no começo do ano, tem sido uma inimiga do goleador. Os zagueiros estão deolhos bem abertos com o destaque do Galo, que tem crédito com o torcedor.

– Realmente a marcação está mais pesada no Brasileirão. Estamos vindo de um tropeço em casa, não conseguimos fazer gols, mas acontece. Temos de trabalhar para buscar pontos fora de casa – disse Diego Tardelli em entrevista ao programa Globo Esporte, da Rede Globo Minas.

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junho 1, 2009 Posted by | Atlético-MG | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

De pênalti, Naútico empata em 1 a 1 no fim da partida e complica a vida do Flu

Com defesas senscionais Berna, tricolores venciam até os 49 minutos do primeiro tempo, mas Maicon cometeu falta em Anderson Lessa na área

Fluminense empata

Gilmar acabou com a festa do Fluminense no Campeonato Brasileiro, que adminstrou a vitória nos Aflitos até os 49 minutos do segundo tempo. O jogador do Náutico, em cobrança de pênati, empatou a partida em 1 a 1. O goleiro Ricardo Berna, que vinha muito bem no jogo, não conseguiu defender a cobrança, que foi originada por Maicon em Anderson Lessa.

O não Fluminense conseguiu na tarde deste domingo a primeira vitória fora de casa. O time passou por um sério problema na terça-feira passada e teve até jogador afastado do elengo.

O Náutico tentou várias vezes, mas o goleiro Ricardo Berna estava lá para defender várias tentativas dos pernambucanos. O camisa 1 foi um dosa grandes destaques do time tricolor. Agora resta saber se ele será mantido para enfrentar o Botafogo na próxima rodada da competição, domingo que vem.

O goleiro Ricardo Berna substituiu o titular Fernando Henrique, afastado do time por que um amigo seu sacou uma arma dentro do clube e efetuou disparos para o alto, na tentativa de pôr fim a uma invasão, na última terça-feira, de torcedores nas Laranjeiras.

O estreante Diogo, meia que atuou na lateral direita, lançou com perfeição na grande área para Fred, que chutou cruzado, aos nove minutos do primeiro tempo, sem chance de defesa para o goleiro Eduardo. O atacante acabou com um jejum de cinco partidas sem balançar a rede adversária.

O Náutico buscava o empate até que Marquinho fez falta desnecessária e Júnior Carioca num contra-ataque. O atacante Carlinhos Bala cobrou, mas Ricardo Berna estava lá para defender.

Em rápida jogada pela esquerda, Fred cruzou para o apoiador Marquinho tentar o segundo do Flu. O goleiro Eduardo conseguiu impedir o gol tricolor. Em vantagem no placar, os cariocas ficaram atrás, esperando para jogar em contra-ataques. Essa postura dificultou o Náutico, que não encontrava espaços.

Quase no fim da etapa inicial, os pernambucanos ainda tentaram alguma pressão sobre o Fluminense. Mas foi o Tricolor que emendou um contra-ataque: Thiago arrancou do seu campo de defesa, tocou para Conca, que devolveu para o camisa 10 entrar pela esquerda e mandar um balaço na trave direita de Eduardo.
Na entrada da área do Fluminense, Diogo fez falta em Anderson Santana. Carlinhos bala ajeitou a bola e bateu no ângulo direito do goleiro. Ricardo Berna foi lá em cima para defender e impedir o gol de empate do Náutico.

No intervalo do segundo tempo, o técnico Waldemar Lemos mexe no time e Náutico passa a atacar mais

O Náutico voltou a campo com muita vontade de empatar a partida. Em quatro minutos foram dois ataques perigosíssimos para os pernambucanos. No primeiro minuto de jogo, Asprilla cabeceou a bola no travessão do goleiro do Fluminense.

Numa saída errada de Diogo, o Náutico recuperou a bola dos tricolores e quase empatou. Carlinhos Bala mandou a bola no ângulo, e Ricardo Berna, mais uma vez, estava lá para fazer sensacional defesa. A torcida pernambucana se inflamou com as jogadas.

Wellington Monteiro subiu ao ataque e chutou com força. Eduardo, bem colocado, mandou a bola parea escanteio. Na cobrança, Fred aparece no lance e cabeceia para o chão. Eduardo, novante, salva o Náutico.

Aos 26 da etapa final, Anderson Santana cruzou na área do Fluminense e Gladstone cabeceou à queima-roupa. Ricardo Berna, de forma incrível, defendeu. Pressão total no Náutico, que não saia da área do Fluminense. Maicon salvou praticamente em cima da linha uma cabeçada perigosa de Carlinhos Bala.

Carlinhos Bala recebeu em condição legal dentro da área e perdeu excelente oportunidade. Ricardo Berna saiu no abafa e impediu a conclusão da jogada, que poderia ser o gol de empate.

Mas aos 49 do segundo tempo, Maicon tentou driblar Anderson Lessa na área e cometeu pênalti. Gilmar cobrou e empatou a partida em 1 a 1.

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Ficha técnica:

NÁUTICO 1 x 1 FLUMINENSE
Eduardo, Gladstone, Vágner Silva e Asprilla (Galliardo); Derley, Johnny, Júnior Carioca (Dinda), Carlinhos Bala e Anderson Santana; Kuki (Anderson Lessa) e Gilmar Ricardo Berna, Diogo, Luiz Alberto, Edcarlos e João Paulo; Wellington Monteiro, Marquinho, Carlos Eduardo (Maicon) e Conca; Thiago Neves (Alan) e Fred
Técnico: Waldemar Lemos. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
Gols: Fred, aos 9 minutos do primeiro tempo;
Cartões amarelos: Asprilla, Dinda, Vágner Silva, Derley (Náutico); Carlos Eduardo, Thiago Neves (Fluminense). Cartão vermelho: Derley (Náutico); Luiz Alberto (Fluminense).
Estádio: Aflitos. Data: 31/05/2009. Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP). Auxiliares: Ednilson Corona (SP) e Emerson Augusto de Carvalho (SP).

maio 31, 2009 Posted by | Fluminense, Náutico | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Inzaghi faz três gols, Milan goleia e assume a vice-liderança

Sob olhar de Dunga, Kaká também marca (de pênalti) nos 5 a 1 do Rubro-Negro, que alcança Juventus em pontos e supera rival no saldo de gols

Ampliar Foto Agência/Reuters Agência/Reuters

Inzaghi comemora após marcar

Em noite para lá de inspirada de Inzaghi, o Milan goleou o Torino por 5 a 1, no San Siro, e assumiu a vice-liderança do Campeonato Italiano . “Pippo” fez três dos gols do passeio milanista, com Kaká, de pênalti, e Ambrosini completando o marcador para o Rubro-Negro. Franceschini descontou para o Torino.

Com o resultado, o Milan chegou a 64 pontos e se igualou ao Juventus. O Rubro-Negro, entretanto, supera o rival no saldo de gols (30 a 27). As duas equipes estão dez pontos atrás do líder Inter de Milão. Já o Torino segue à beira da zona do rebaixamento, com 27 pontos.

Dunga vê jogo da tribuna

A partida contou com a presença ilustre do técnico da seleção brasileira, Dunga, que viajou à Itália especialmente para ver os atletas brasileiros em ação.
Jogando em casa, o Milan se impôs desde o início. O setor ofensivo foi formado por Pato e Inzaghi, com Kaká chegando de trás. Dida também foi titular e Ronaldinho ficou no banco (entrou no intervalo no lugar de Pato).

A primeira etapa terminou com vitória do Milan por 2 a 0. Se Inzaghi fez os gols, Beckham foi o garçom. O inglês fez o cruzamento para as duas cabeçadas que estufaram a rede do Torino.

No segundo tempo, coube a Ronaldinho servir Inzaghi que, desta vez, bateu firme na saída do goleiro. Com o show garantido, o veterano atacante foi sacado para dar lugar a Shevchenko. Pippo foi muito aplaudido.

Mesmo sem o goleador, o Milan continuou dominando. Ambrosini foi derrubado pelo goleiro Sereni e a arbitragem marcou pênalti. Kaká bateu com perfeição e fez 4 a 0.

O Torino ainda diminuiu com Franceschini, escorando após cobrança de escanteio, mas Ambrosini, nos acréscimos fez o quinto do Milan e fechou a goleada.

Confira a 32ª rodada completa:

Sábado

Genoa 0 x 1 Lazio
Juventus 1 x 1 Inter de Milão

Domingo

Roma 3 x 2 Lecce
Atalanta 0 x 1 Reggina
Cagliari 2 x 0 Napoli
Catania 2 x 0 Sampdoria
Palermo 4 x 1 Bologna
Siena 0 x 2 Chievo
Udinese 3 x 1 Fiorentina
Milan 5 x 1 Torino

abril 20, 2009 Posted by | Futebol Europeu | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Fluzão de Parreira bate o Fogão de virada no Maracanã

Tricolor faz 2 a 1, gols de Alan e Conca, segue 100% e, agora, classificado na Taça Rio

Edcarlos tenta roubar a bola de Maicosuel no disputado clássico no Maracanã

Edcarlos tenta roubar a bola de Maicosuel no disputado clássico no Maracanã (Crédito: Paulo Sérgio)

No duelo entre Parreira e Ney Franco, no fim quem levou a melhor foi o tetracampeão mundial. De virada e em dois tempos bem distintos, o Fluminense destruiu a sequência de seis jogos sem vencer o Fogão e saiu contente nos embalos deste sábado à noite, com os 2 a 1, no Maracanã. Os gols foram de Alan e Conca. Maicosuel, de pênalti, abriu o placar. De quebra, o Tricolor ainda garantiu a classificação para a semifinal.

O retrato de como deveria ser o clássico surgiu em uma espécie de cartão de visitas de Léo Silva, que trombou com violência em Maurício e foi premiado com o cartão amarelo. Em seguida, Thiago Neves, principal articular do Flu, levou vantagem sobre a marcação e arriscou de longe, para boa defesa de Renan.

O panorama, como esperado e descrito acima, era o mesmo da semifinal da Taça Guanabara, com o Tricolor em busca de uma pressão, e o Fogão defendendo-se com o ferrolho de três zagueiros e três volantes montado por Ney Franco. O detalhe diferencial era que o encaixe alvinegro não era o mesmo, e o time dirigido por Parreira trocava passes com mais facilidade.

Na frente, o Botafogo também não era efetivo, somente por meio de Maicosuel, em oportunidade clara, teve a única chance de marcar. No mais, o camisa 10 recebia as bolas sempre muito vigiado e, com a falta de outros armadores, o Alvinegro se via sem meio-de-campo para jogar. Por essa razão, até, o Fluminense era melhor.

Incomodado com o desempenho de sua, digamos, nova antiga formação, Ney tratou de agir. No intervalo, fez o que já poderia ter feito desde o início. Lançou o atacante Diego na vaga de Wellington, sem ritmo pelas três semanas parado, recuou Maicosuel, que imediatamente passou a ter mais a bola no pé, e, ainda, promoveu Gabriel no lugar do volante Léo Silva.

Muito mais solto, o Botafogo partiu para cima e assumiu o controle do jogo, invertendo a cena da primeira etapa, com o meio povoado por Thiaguinho e ambas as laterais com renovada vitalidade. A presença de Diego, embora desajeitado, serviu para dar liberdade a Maicosuel.

Então, foi a vez de Parreira tentar algo para trazer a partida para o lado tricolor outra vez, pois à essa altura a bola mal chegava a seu ataque. A alternativa escolhida foi chamar Maicon e Alan para as vagas de Everton Santos e Roger. Nem deu tempo, porém, de ambos pegarem na bola.

Esperto, Maicosuel dividiu com Leandro e sofreu pênalti. A cobrança, para lá de polêmica, teve direito a longa paradinha. Na sequência, empolgado com a vantagem, o Botafogo tentou encurralar o rival, que, assustado, teve Edcarlos corretamente expulso.

Quando acreditava-se que a história se repetiria e o resultado seria mais um 1 a 0 a favor do clube de General Severiano, Alan acertou ótimo chute no cantinho esquerdo de Renan e empatou, aos 34.

Mas se a igualdade, que animou os torcedores do Flu, maioria no Maracanã, parecia dar a confiança suficiente para que o jogo virasse, o que aconteceu foi justamente o contrário. Agora, sim, aproveitando-se da vantagem numérica em campo, o Alvinegro seguiu ciscando ao redor da área tricolor, sem, no entanto, criatividade para invadi-la.

Até que, depois de uma falta muito contestada pelos botafoguenses, em bola rebatida na área, Conca decidiu para o Fluminense, já aos 45, num chute de dentro da área, que desviou em Fahel. No fim, Alessandro ainda foi expulso por chutar Fabinho, caído.

Na próxima rodada, já certo na semifinal da Taça Rio, o Fluminense encara o Boavista, também no Maracanã, enquanto o Botafogo, lutando pela vaga, recebe o Madureira no Engenhão.
FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE 2 X 1 BOTAFOGO

Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 28/3/2009 – 20h30 (de Brasília)
Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ)
Auxiliares: Wagner de Almeida Santos (RJ) e Vinícius da Vitória Nascimento (RJ)
Renda/público: R$ 370.025,50 / 24.216 pagantes
Cartões amarelos: Ed Carlos, Jailton (FLU); Léo Silva, Emerson, Juninho, Maicosuel e Thiaguinho (BOT)
Cartões vermelhos: Ed Carlos, 30’/2ºT (FLU), Alessandro, 49’/2ºT (BOT)
GOLS: Maicosuel 26’/2ºT (0-1), Alan 34’/2ºT (1-1) e Conca, 45’/2ºT (2-1)

FLUMINENSE: Fernando Henrique, Mariano, Edcarlos, Luiz Alberto e Leandro; Jaílton, Maurício (Fabinho, 19’/2ºT), Conca e Thiago Neves; Everton Santos (Maicon, 23/2ºT) e Roger (Alan, 23/2ºT) – Técnico: Carlos Alberto Parreira.

BOTAFOGO: Renan, Emerson, Juninho e Wellington (Diego, intervalo); Alessandro, Leandro Guerreiro, Fahel, Léo Silva (Gabriel, intervalo) e Thiaguinho; Maicosuel e Reinaldo. Técnico: Ney Franco.

março 28, 2009 Posted by | Botafogo, Fluminense | , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

De virada, Vasco derrota o Resende e já é líder do grupo

Com gols de Nilton, Tiago e Pimpão, time de Dorival Júnior faz 3 a 1 em ótimo segundo tempo

Jogadores comemoram com o goleiro Tiago o segundo do Vasco, o gol da vitóriaJogadores comemoram com o goleiro Tiago o segundo do Vasco, o gol da vitória (Crédito: Paulo Sérgio)

Na noite em que Bruno marcou de falta para o Flamengo, o goleiro Tiago não quis ficar para trás e, de pênalti, fez o gol da virada do Vasco sobre o Resende, na noite desta quarta-feira, em Volta Redonda. Após um início irregular, o time de Dorival Júnior soube ter calma e fez 3 a 1 em ótima atuação no segundo tempo.

Agora, o Clube da Colina tem nove pontos e assumiu a liderança do Grupo A. Já o adversário estacionou nos quatro e caiu para sexto lugar.

Longe de casa, o Vasco deu a impressão de que, com um ritmo intenso, além de um time mais qualificado tecnicamente, faria valer a condição de vice-líder do grupo A. Porém, aos poucos, aproveitando-se de uma marcação cerrada, o Resende inibiu as melhores jogadas cruzmaltinas e tomou conta do jogo.

O efeito da pressão não demorou muito a ser visto. Ao contar com a sorte, o zagueiro Leandro bateu falta de longe, a bola desviou na barreira, enganou Tiago e morreu no ângulo direito. A desvantagem, no entanto, não fez a equipe de Dorival Júnior acender no jogo. Com Pimpão mais isolado do que nunca, Fernandinho e Jéferson sofriam para dar continuidade às tramas.

Tanto que, aos 26, no rebote de um cruzamento, Taercio acertou a trave vascaína, do bico direito da grande área. A apatia cruzmaltina só teve fim quando o Resdende recuou para esperar o adversário sair jogando. Com um pouco mais de espaço, o Vasco começou a explorar as laterais com frequência, cujas insistências, depois, deram resultado.

Paulo Sérgio, após alguns cruzamentos errados, desta vez acertou e achou o volante Nilton, que, livre, cabeceou no meio do gol e marcou seu terceiro na competição, tornando-se o artilheiro do Carioca. O empate acalmou o time, que quase virou nos acréscimos.

Da mesma maneira que terminou o primeiro, o Vasco começou o segundo tempo. Mais ágil e aproveitando-se da formação muito defensiva do time do técnico Roy, logo criou boas chances, como a que Rodrigo Pimpão completou na trave passe de Paulo Sérgio.

À essa altura, o Resende não representava mais qualquer perigo e limitava-se a rebater as investidas de Ramon, Alex Teixeira & cia. A satisfação com o empate era tão grande que, mesmo com o mando de campo, as substituições foram sobretudo defensivas.

O poderio ofensivo do Vasco era tamanho que até Tiago se aventurou ao ataque e tentou cobrar uma falta. Se não deu na primeira, de mais perto, o goleiro acertou. Em pênalti mal marcado sofrido por Pimpão, ele virou o jogo em Volta Redonda.

A partir daí, foi um show de oportunidades perdidss do time de Dorival Júnior. Faioli e Élton – que entraram no decorrer da partida – e Alex Teixeira quase marcaram. Antes que o Resende pudesse reagir, no entanto, Pimpão surgiu entre os zagueiros para concluir boa bola de Faioli.

O terceiro gol, aos 32, encerrou a disputa, que já não era mais tão justa, uma vez que o time do Sul Fluminense recebera dois cartões vermelhos – para Naílton e Breno. A luta do Resende, então, foi somente para não sofrer uma goleada, que, com méritos, conseguiu evitar.

Na próxima rodada, a equipe de Antônio Carlos Roy recebe o Duque de Caxias em casa, domingo. Já o Vasco faz o primeiro clássico da temporada, contra o Fluminense, no mesmo dia, no Maracanã.
FICHA TÉCNICA:
RESENDE 1 X 3 VASCO

Estádio: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ)
Data/hora: 4/2/2009 – 22h (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ)
Auxiliares: Eduardo de Souza Couto (RJ) e Flavio Manoel da Silva (RJ)
Renda/público: R$ 67.470,00 / 4.786 pagantes (5.522 presentes)
Cartões amarelos: Fábio Azevedo, Sousa, Breno, Naílton e Leandro (RES); Amaral, Jéferson e Titi (VAS)
Cartões vermelhos: Breno, 27’/2ºT e Naílton, 34’/2ºT
GOLS: Leandro, 18’/1ºT (1-0), Nilton, 42’/1ºT (1-1), Tiago, 25’/2ºT (1-2) e Pimpão, 32’/2ºT (1-3)

RESENDE: Cleber, Leandro, Nailton e Breno; Taercio, Marcio Gomes, Fred (Roberto, 34’/2ºT), Fabio Azevedo (Sousa, 42’/1ºT), Léo (Vinícius, 19’/2ºT) e Felipinho; Bruno Meneghel – Técnico: Antônio Carlos Roy.

VASCO: Tiago, Paulo Sérgio, Fernando, Titi e Ramon; Amaral, Nilton, Jéferson (Faioli, 18’/2ºT) e Fernandinho (Élton, intervalo); Alex Teixeira (Fernando Galhardo, 35’/2ºT) e Rodrigo Pimpão – Técnico: Dorival Júnior.

fevereiro 5, 2009 Posted by | Vasco da Gama | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário