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Tricolor x Santo André: ingressos à venda

Duelo no Morumbi será no domingo, às 17h, pela quarta rodada do Paulista

O São Paulo recebe o Santo André neste domingo, às 17h, pela quarta rodada do Campeonato Paulista. Os ingressos para a partida do Morumbi já estão sendo vendidos aos torcedores. Quem quiser adquirir os bilhetes deve procurar as bilheterias do estádio ou as lojas Habib’s.

A arquibancada azul e a cadeira amarela custam R$ 30 (R$ 15 meia-entrada). Confira abaixo os locais de venda e os preços de todas as entradas:

Locais de venda:

Estádio do Morumbi
Bilheteria 1: das 10h às 17h
Bilheteria 4 (exclusiva para sócio torcedor): das 10h às 19h

Pontos de venda (apenas de arquibancada azul e cadeira amarela)
Lojas Habib´s (24h):
Edgar Facó – Av. Edgar Facó, 730 – Piqueri
Liberdade I – Av. Liberdade, 1070 – Liberdade
Ipiranga – Av. Ipiranga, 794 – República
São Caetano (ABC) – Av. Goiás, 1150 – São Caetano do Sul
Radial I – Av. Conde de Frontim, 2254 – Vila Matilde (Radial Leste)

Preços:

Av. Jules Rimet

PORTÃO 02
Visitante – Térreo Amarelo R$ 30 (R$ 15,00 meia-entrada)

PORTÃO 03
Térreo Azul R$ 30 (R$ 15 meia-entrada)

PORTÃO 04
Morumbi Premium Clube R$ 70 (R$ 35 meia-entrada)

PORTÃO 05
Cativa Azul – Proprietário R$ 30,00
Cadeira Azul R$ 70 (R$ 35 meia-entrada)

PORTÃO 06
Sócio Torcedor R$ 15,00 – Morumbi (Bilheteria 4)
Arquibancada Azul R$ 30 (R$ 15 meia-entrada) – Morumbi e Lojas Habib´s
Arquibancada Laranja R$20 (R$10 meia-entrada) – somente Cadastrados na FPF

Av. Giovanni Gronchi

PORTÃO 16
Cadeira Amarela R$ 30 (R$ 15 meia-entrada) – Morumbi e Lojas Habib´s
Cativa Vermelha – Proprietário R$ 30

PORTÃO 17
Geral Vermelha (Setor Deficientes) R$ 30 (R$ 15 meia-entrada)

PORTÃO 18
Geral Vermelha – R$ 30 (R$ 15 meia-entrada)

EDIFÍCO GARAGEM – PORTÃO 14
Acesso para bilheteria no 2º Andar – Cativa Vermelha

janeiro 30, 2009 Posted by | São Paulo | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

De olho nos adversários, Tricolor já se prepara para ir à Colômbia duas vezes

Muricy Ramalho assiste ao primeiro jogo entre Independiente e Peñarol

Muricy não vê supresa na goleada do Independiente sobre o Peñarol

O Independiente de Medellín venceu o Peñarol por 4 a 0, na última quinta-feira, e construiu uma grande vantagem para a partida de volta, que será em Montevidéu. Se o time colombiano se confirmar na próxima fase da Libertadores, entrará no grupo do São Paulo , que já conta com o América de Cali, também da Colômbia, e o Defensor, do Uruguai. O técnico Muricy Ramalho assistiu ao jogo e já se prepara para enfrentar dois colombianos na competição continental.

– Não é surpresa nenhuma a goleada, pois o Peñarol não passa por um grande momento. O Atlético-MG, que ainda está em formação, também meteu quatro neles, durante o torneio que disputaram no início da temporada. O time colombiano não é novidade, e estamos nos preparando para isso – explicou o treinador são-paulino.

O Tricolor estreia na Libertadores no dia 18 de fevereiro, no Morumbi, justamente contra o vencedor do confronto entre Independiente e Peñarol. Na sequência, o time paulista viaja para a Colômbia para enfrentar o América de Cali, no dia 5 de março.

janeiro 30, 2009 Posted by | São Paulo | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Bosco e Borges participam de treino e devem enfrentar o Guarani

Goleiro só não entrou contra a Portuguesa porque sentiu dores musculares

Ampliar Foto Paula Pereira Ab/GLOBOESPORTE.COM Paula Pereira Ab/GLOBOESPORTE.COM

Bosco volta a treinar e deve ser titular quarta

O São Paulo deverá ter o reforço de dois jogadores para o duelo com o Guarani, nesta quarta-feira, em Campinas. Bosco e Borges, que não foram para o jogo contra a Portuguesa , no último domingo, no Canindé, treinaram normalmente nesta segunda-feira, mostrando que estão prontos para entrar na equipe, se for a vontade do técnico Muricy Ramalho.

O treinador, aliás, observou o desempenho dos dois, que participaram de um recreativo em campo reduzido, no CT da Barra Funda, para os atletas que não atuaram 90 minutos ou não jogaram no Canindé. Bosco não concentrou com o grupo por causa de dores na panturrilha. Rogério Ceni se machucou durante o jogo contra a Lusa, e Denis fez a estreia pelo Tricolor. Ceni segue fora diante do Bugre, e com isso Bosco deve ser confirmado como titular.

Borges estava relacionado para a partida do último domingo e faria dupla com Washington, mas sofreu uma indisposição estomacal e foi cortado. Dagoberto, que havia sido liberado da concentração, voltou e foi para o banco, entrando no decorrer da partida.

janeiro 26, 2009 Posted by | São Paulo | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Em dia de Washington, São Paulo supera a Portuguesa mesmo sem boa atuação

Coração Valente brilha em sua estreia no Tricolor, marcando duas vezes no Canindé. Terceiro reserva, Denis mostra personalidade ao substituir Ceni

Não foi uma grande exibição do São Paulo, mas foi uma vitória com a marca do Coração Valente. No início da noite deste domingo, o Tricolor Paulista derrotou a Portuguesa por 2 a 0 no Canindé, com dois gols de Washington, que fez a sua estreia com a camisa são-paulina – mesmo que o primeiro gol não tenha sido do camisa 9, mas sim contra do zagueiro Ediglê – e deu uma agradável dor de cabeça ao técnico Muricy Ramalho . A Lusa, mesmo tendo sido melhor em grande parte do jogo, amargou a segunda derrota consecutiva, a primeira sob o comando de Mário Sérgio.

Com o resultado, o Tricolor chegou a quatro pontos na competição, e o seu próximo compromisso será na quarta-feira, às 22h, quando enfrenta o Guarani no estádio Brinco de Ouro da Princesa. Já a Lusa, que continua sem pontuar e fazer gols, volta a jogar em casa em busca dos primeiros pontos. Na quinta, recebe o Bragantino, às 22h.

O São Paulo, que promovia as estreias de Washington e Junior Cesar, entrou em campo com um problema de última hora. Indisposto, Borges foi vetado pelo departamento médico, e Hugo entrou no ataque – longe do que pretendia Muricy no rodízio que começou a promover na equipe. Mas não deu tempo de os torcedores repararem na troca, assim como o Coração Valente nem precisou tocar na bola para provar que tem estrela. Com um minuto de jogo, Hernanes cobrou escanteio da esquerda, e Ediglê, em disputa com o atacante, fez contra. O árbitro Paulo Cesar de Oliveira, no entanto, confirmou o gol para o camisa 9.

Em um primeiro momento, a Portuguesa parecia não ter assimilado o golpe, e Hugo quase ampliou aos nove. Fábio defendeu com segurança. Mas foi por pouco tempo. A Lusa logo tomou o controle da partida, passando a criar várias chances de gol. Aos 15, Marco Antonio deixou Hernanes para trás e obrigou Rogério Ceni a espalmar para fora. Um minuto depois, após cobrança de escanteio, Ediglê, livre na área, mandou por cima do gol.

Os donos da casa jogavam melhor, e o Tricolor contava com a sorte. Aos 30, faltou pouco para o hexacampeão brasileiro sofrer o empate. Athirson tabelou com Edno e recebeu na área, mas na disputa com Miranda foi o zagueiro são-paulino quem chutou contra o próprio gol. Ceni defendeu parcialmente, e no rebote Fabrício Carvalho cabeceou no travessão. Na sequência do lance, o mesmo Fabrício Carvalho ficou com a bola, mas na hora da conclusão Renato Silva entrou de carrinho para salvar (assista ao vídeo ao lado).

A equipe de Muricy Ramalho, tentando tocar a bola para controlar o jogo, encontrava dificuldades para encaixar um contra-ataque, e a Lusa continuava pecando nas conclusões. Athirson e Fellype Gabriel pararam nas mãos de Rogério Ceni aos 32 e 33, respectivamente. Fabrício Carvalho ainda perdeu a última chance da primeira etapa, aos 40. Ednou cruzou da esquerda, e ele cabeceou para fora.

Lusa volta pressionando, mas Washington mostra faro de goleador

O segundo tempo começou como terminou o primeiro, com a Portuguesa em cima do São Paulo, mas a sorte não sorria para o time agora comandado por Mário Sérgio. No primeiro minuto, Rai arriscou de longe e acertou a trave esquerda de Rogério Ceni. Apesar do predomínio dos anfitriões, os dois times erravam muitos passes, principalmente lançamentos mais longos buscando os atacantes – do lado tricolor, Washington, e do lado da Lusa, Fabrício Carvalho.

Aos oito, Hugo chutou forte e rasteiro de fora da área, e Fábio se esticou todo para fazer grande defesa. O São Paulo voltou a ameaçar aos 15, quando Miranda dominou em boas condições na área, mas pegou mal e isolou a bola. Aos 21, a história do jogo começaria a ser definida. Depois de defender chute de Fabrício Carvalho, Rogério Ceni sentiu uma lesão muscular na parte posterior da coxa direita ao repor a bola. Em seu lugar entrou Denis, contratado à Ponte Preta na última quarta e apresentado na quinta-feira.

Reserva na Macaca, ele chegou ao Morumbi para ser o terceiro goleiro, mas estava no banco porque Bosco, o substituto imediato do capitão tricolor, se recupera de dores na panturrilha. Para reforçar a marcação, Muricy tirou Hugo e lançou Richarlyson. Foi o suficiente para o Tricolor ganhar nova vida. Aos 31, Washington deixou Richarlyson cara a cara com Fábio, mas o volante chutou em cima do goleiro. Foi apenas um ensaio. Para valer, o Coração Valente mostrou que gol é com ele mesmo. Dois minutos depois, Zé Luís cruzou da direita, e o camisa 9, sem marcação, cabeceou com força para fazer 2 a 0.

Desmotivada, a Portuguesa passou a observar o adversário tocar a bola e administrar o resultado, mas ainda assim teve oportunidade de diminuir. Aos 42, a zaga são-paulina deu mole, Rogério entrou sozinho na área e chutou para a boa intervenção de Denis – três minutos antes, o mesmo Rogério já obrigara o goleiro a defesa providencial, espalmando a escanteio. E Denis mostrou que está preparado para entrar em campo sempre que for preciso. No último lance da partida, aos 49, ainda fez excelente defesa em cobrança de falta de César Prates.

PORTUGUESA 0 x 2 SÃO PAULO
Fábio, César Prates, Bruno Rodrigo, Ediglê e Athirson; Erik, Rai, Marco Antonio (Rogério) e Fellype Gabriel (Guigov); Héverton (Fabrício Carvalho) e Edno Rogério Ceni (Denis), André Dias, Renato Silva e Miranda; Zé Luís, Jean, Hernanes, Arouca (Dagoberto) e Junior Cesar; Hugo (Richarlyson) e Washington
Técnico: Mário Sérgio Técnico: Muricy Ramalho
Gols: Washington, a um minuto do primeiro tempo; Washington, aos 33 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Ediglê e Rai (Portuguesa); André Dias e Hugo (São Paulo)
Estádio: Canindé Data: 25/01/2009 Público: 7.562 pagantes Renda: R$ 176.900 Árbitro: Paulo Cesar de Oliveira Auxiliares: Maria Eliza Correia Barbosa e João Bourgalber Nobre Chaves

janeiro 26, 2009 Posted by | São Paulo | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Ansioso para vestir a 9, Washington nem pensa em deixar a Libertadores escapar

Atacante explica que interesse do clube paulista já vinha do ano passado

Reprodução/Reprodução

Washington revela ansiedade para vestir a camisa do São Paulo nesta temporada

Ele confessa: não vê a hora de vestir a camisa do São Paulo . De férias, Washington conta os dias para se apresentar ao novo clube. A Libertadores, que não foi conquistada com o Fluminense em 2008, é o grande objetivo desta temporada. Mas o atacante deseja ser campeão de tudo, e não apenas da competição continental.

– Estou bastante ansioso para vestir a camisa do São Paulo. Não vejo a hora de ser apresentado oficialmente e começar a treinar junto com meus novos companheiros. Meu objetivo é lutar por todos os títulos possíveis. Infelizmente deixei escapar a Libertadores junto com o Fluminense, mas agora espero que o final dessa história seja diferente – ressalta o atacante, ao site oficial do São Paulo.

O interesse do clube paulista em Washington não é novo. É o que conta o jogador, que chegou a ser procurado em 2007. Mas o acerto com o Fluminense já estava apalavrado.

– A primeira vez que soube do interesse do São Paulo foi no final do ano passado, quando eu ainda estava no futebol japonês. Mas naquela época eu já havia conversado com o Fluminense e definido que iria para o clube em caso de classificação para a Libertadores. Estava com meio caminho andado, já tinha dado a minha palavra e não poderia deixar o Fluminense na mão. Mas felizmente consegui fazer outro bom ano por lá e o São Paulo demonstrou novamente o interesse, o que me deixou muito feliz e resultou num acerto – completa.

dezembro 25, 2008 Posted by | São Paulo | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Muricy Ramalho: ‘A Libertadores está engasgada na minha garganta. Chega!’

Treinador fala sobre torneio continental, futebol gaúcho e seleção

Ampliar Foto Agência/VIPCOMM Agência/VIPCOMM

Muricy: prioridade em 2009 será a Libertadores

Muricy Ramalho não quer ficar marcado como colecionador de títulos brasileiros e estaduais como Vanderlei Luxemburgo. Para um técnico que deseja a seleção brasileira vencer a Commebol de 1994 com os reservas do São Paulo tem peso fraco demais. Precisa de mais vitórias fora do Brasil: a Libertadores e o Mundial de Clubes, ainda não conquistadas por ele. Muricy chegou ao Tricolor no início de 2006, logo após o time ter sido campeão do mundo com Paulo Autuori.

Para conseguir os títulos desejados, vai adotar estratégia idêntica a que o Internacional utilizou em 2006, ano em que o Colorado venceu a Libertadores e o Mundial de Clubes. Já convenceu a diretoria a evitar o desperdício no Paulistão e no Brasileirão. Como Abel Braga fez, Muricy enfim ganhou a permissão de apostar todas as forças na principal competição do continente.

– A Libertadores está engasgada na minha garganta. Já perdi duas. Chega! É preciso acabar com a enganação. Para vencê-la é preciso priorizar. Só técnica não adianta. É preciso jogar com força, encarando o adversário, cobrando o árbitro. Acrescentar um tom mais forte, parecido com o que se joga no Sul – diz, lembrando das duas passagens pelo Inter.

Agência RBS: Qual a sua ligação com o futebol gaúcho?
Muricy: É uma questão de estilo. No Sul, o futebol é levado a sério, como eu gosto. As duas passagens pelo Inter me ajudaram a crescer como técnico. O futebol é competitivo, de preenchimento de espaço, velocidade no contragolpe. Parte do que sei desenvolvi no Inter e coloco em prática no São Paulo.

O Inter tentou contratá-lo de novo este ano. Fez uma proposta indecente (R$ 460 mil mensais). Mas você recusou mesmo ganhando bem menos no São Paulo.

Muricy: Sou muito amigo do Vitório Piffero. Ele me consultou por consultar. Sabia que eu não sairia do São Paulo antes de dezembro de 2009. Tenho palavra. Se existe um legado que quero deixar é que o treinador brasileiro precisa ter caráter. Não pode abandonar o clube no meio do contrato (este ano, Muricy recusou R$ 300 mil livres de impostos do Santos; R$ 300 mil da seleção mexicana e R$ 520 mil do Al Saad do Catar).

E você pensou mesmo que o Grêmio fosse brigar até o fim do Brasileiro?

Sim. Eu não sou burro como muitos. Foi um adversário duríssimo. O Celso Roth fez o time encaixar. Com poucas peças, o Grêmio brigou rodada a rodada conosco. Se fosse campeão não seria nenhuma injustiça.

O problema no Brasil é que pouca gente entende de futebol. O Celso Roth tem de ser aplaudido de pé. O Grêmio fez uma campanha maravilhosa graças ao técnico. Ao técnico, entendeu? Mantendo a base e buscando reforços, o Grêmio será um adversário terrível na Libertadores. E o Inter se arrumou tarde. Mas tem ótimo time e fará sucesso em 2009.

Você não aceita ser chamado de colorado. Trabalharia no Grêmio?

Só trabalhei no Inter e adorei, mas no futuro se houver convite do Grêmio, aceito. Sou profissional, meu filho, não existe clube ou cor de camisa para mim. Não entro nessa.

O São Paulo está se reforçando com jogadores de características físicas muito fortes como Eduardo Costa, Renato Silva, Washington e fechou com o Arouca. O time trocará a técnica pela força?

Não. Apenas acrescentará mais pegada, competitividade. A competição exige. Mas o que eu quero de verdade é jogador envolvido com o clube. Não quero mais jogador com contrato de seis meses como aconteceu com o Adriano, que voltou para a Inter de Milão. Ele não fica com a cabeça no São Paulo. Aqui só jogará atleta com contrato de pelo menos um ano.

Agora, no final de 2008, você se encontrou com Rubens Minelli, também tricampeão brasileiro seguido. Ele foi o grande injustiçado na história da Seleção. Segundo ele, o fato de ter trabalhado mais em São Paulo e no Rio Grande do Sul o prejudicou. Você tem medo de seguir o mesmo caminho?


Não. Hoje, a comunicação, a televisão, conseguiu acabar com o bairrismo. No tempo do Minelli se tinha a impressão que o Rio Grande do Sul era muito longe e estava fora das decisões políticas que eram tomadas no Rio, na CBF. Hoje, não. Todos acompanham de perto e sabem como é o trabalho no Inter, no Grêmio. E eu não tenho essa loucura pela seleção, não faço campanha pela mídia, não tento queimar o Dunga. Nada. Eu quero, mas não vou ficar frustrado se não chegar.

O Dunga merece estar lá?

Os números não mentem. O Brasil é o segundo nas Eliminatórias. O trabalho está ótimo. O Dunga pode cometer os erros dele em termos de relacionamento com a imprensa, deixar o clima um pouquinho mais pesado do que deveria. Mas ninguém pode contestar a eficiência do trabalho dele.

Você planeja trabalhar na Europa?

Para isso você tem de jogar a sua carreira na mão de um empresário forte. Fui procurado (várias vezes por Juan Figer) e não aceitei. Se tiver de ir será natural. Não planejo a minha carreira, eu vivo o dia-a-dia. Está ótimo trabalhar no Brasil, no São Paulo.

Mas você terá um aumento, não é?

Espero que o São Paulo reconheça tudo o que fiz e as propostas que recusei. Mas aqui é um pouco difícil. Se o clube dá um real de aumento quer prorrogar o contrato por um ano. O presidente Juvenal Juvêncio sabe o que eu fiz. Agora é com ele.

Esse seu lado rabugento, de dar resposta atravessada aos repórteres pode ser considerado como um teatro. Agindo assim você não discute taticamente o seu time…

De jeito nenhum, mas há um pouco de verdade nisso que se fala. Eu não gosto de expor taticamente a maneira como eu monto a minha equipe. O São Paulo entra em campo preparado para atuar em dois, três esquemas completamente diferentes durante o jogo. E isso acontece. Mas do que adianta falar, explicar? Quase ninguém entende de futebol no Brasil. Todos vêem e ninguém enxerga.

Aqui é tudo na base da festa ou da preleção, com imagens dos parentes chorando. Vídeos que são mostrados quando os times ganham. E quando perdem? Há muita enganação, showzinho para a televisão. Mas vou fazendo o meu, cuidando da minha vida e do meu time. O resto que se dane!

dezembro 25, 2008 Posted by | São Paulo | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

São Paulo confirma Arouca para 2009

Presidente do clube paulista anuncia acerto. Dúvida ainda é se jogador começa agora ou em maio, porque ele tem contrato com o Flu até abril

Ampliar Foto Agência/Photocâmera Agência/Photocâmera

Arouca: contrato de cinco anos com o São Paulo

Agora é oficial: Arouca é do São Paulo. O presidente Juvenal Juvêncio confirmou o acerto com o jogador na manhã desta terça-feira, em uma coletiva para o lançamento do Passaporte Tricolor, no Morumbi. A dúvida agora é se o volante se apresenta no início de 2009 ou no fim de abril, quando termina seu vínculo com o Fluminense. O atleta assinou um contrato de cinco anos.

– O torcedor vai ver o Arouca aqui, não sei se em abril ou janeiro. Já assinamos o contrato, está tudo certo. O João Paulo (de Jesus Lopes, diretor de futebol) está reunido com o agente deles acertando os detalhes – explicou o presidente Juvenal Juvêncio.

Esse é o sexto reforço anunciado pelo São Paulo para a temporada de 2009, na qual o time tem como prioridade voltar a conquistar a Taça Libertadores – o último título da competição foi em 2005. Antes de Arouca, o clube paulista já tinha contratado Wagner Diniz, Renato Silva, Eduardo Costa, Junior Cesar e Washington.

Os dois últimos, junto do volante anunciado nesta terça-feira, estavam no Fluminense, principal carrasco do São Paulo em 2008. O time das Laranjeiras foi o responsável pela eliminação do campeão brasileiro nas quartas-de-final da Libertadores, com um gol no final da partida, marcado, aliás, por Washington.

No Campeonato Brasileiro, especialmente no segundo turno, o Fluminense também atrapalhou os planos do Tricolor Paulista. Na penúltima rodada da competição, o São Paulo precisa de uma vitória no Morumbi para levantar o hexacampeonato. Mas o Flu fez ótima partida, empatou e jogou a decisão para última rodada.

Agora, a diretoria são-paulina corre atrás de um meia para assumir a camisa 10 do time. É uma carência da equipe desde a saída de Danilo para o futebol japonês. No primeiro semestre deste ano, Adriano utilizou o número, mas ele não para fazer a função que maestro que o técnico Muricy Ramalho ainda precisa na equipe.

dezembro 23, 2008 Posted by | Fluminense, São Paulo | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário