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Cabeçada de Elton põe o Vasco nas semifinais da Copa do Brasil

Atlético-PR sai na frente, mas time carioca consegue o empate em 1 a 1 e garante vaga pelo maior número de gols marcados na casa do adversário

Foi sofrido, sem vitória, mas o Vasco se aproveitou bem do regulamento e eliminou o Atlético-PR nas quartas de final da Copa do Brasil com um empate de 1 a 1, nesta quinta-feira, em São Januário. Como fez dois gols na casa do adversário, no empate da semana passada em Curitiba, o time carioca garantiu sua vaga nas semifinais da competição. O herói da classificação foi Elton, que começou no banco e foi o autor do gol de cabeça que deu a igualdade no marcador num momento crítico da partida, aos 34 minutos da etapa final. Nieto havia feito o do time paranaense, seis minutos antes.

O Vasco agora enfrentará o Avaí, que derrotou de virada o São Paulo, por 3 a 1, na Ressacada, também nesta quinta.. O primeiro jogo na luta para chegar à final será em São Januário e o segundo em Florianópolis.

elton vasco x atlético-pr (Foto: FOTOCOM.NET)Elton comemora o gol que deu a classificação ao Vasco (Foto: FOTOCOM.NET)

Em desvantagem por ter levado dois gols em casa, o Atlético-PR tomou a iniciativa de atacar e logo com 1 minuto assustou Fernando Prass em periogoso e forte chute de Guerrón. A resposta veio logo depois em chute cruzado de Márcio Careca, que Renan Rocha defendeu parcialmente. Após esses dois lances, o jogo ficou equilibrado, com leve predomínio do time da casa, mas sem chances boas de gol, porque as duas equipes cometiam muitos erros de passe e de domínio de bola.

Somente aos 15 minutos houve outro lance de perigo: após bom passe de Felipe, Diego Souza penetrou no meio da zaga atleticana e bateu de canhota, na meia-lua, mas o chute saiu fraco e facilitou a defesa do goleiro adversário. Um minuto depois, Paulo Baier bateu falta da intermediária e obrigou Fernando Prass a fazer complicada defesa. Aos 20, Fellipe Bastos também cobrou bem uma falta e a bola passou raspando o travessão de Renan Rocha.

Articulação de jogadas não foi o forte dos dois times, então, as chances foram surgindo em lances originados de bola parada. Em três lances seguidos, uma cobrança de falta e dois escanteios, Paulo Baier deu muito trabalho a Fernando Prass, que conseguiu defender em todos jogando a bola pela linha de fundo.

No entanto, a melhor chance de gol apareceu aos 33, para o Furacão. Eduardo Costa falhou, Branquinho pegou a bola e deixou Guerrón livre na área. o equatoriano driblou Prass e conseguiu o mais difícil: perder o gol, chutando para fora. A cada ação, uma reação. Aos 36, após cruzamento alto na área, Eder Luis jogou a bola no pé da trave esquerda de Renan Rocha, que parecia perdido no lance, assim como toda defesa do seu time. Dois minutos depois, Bernardo bateu bem falta, Renan Rocha jogou a escanteio. O mesmo meia cobrou fechado e a bola bateu no travessão.

Gols e muita emoção surgem na etapa final

A segunda etapa começou num ritmo morno, mas aos 4, Eder Luís deu uma arrancada pela direita e cruzou para Felipe, que dentro da área deixou Bernardo livre para marcar, mas o meia jogou a bola longe do gol. O Vasco passou a dominar o jogo e levantou a sua torcida, que lotava São Januário. No entanto, os muitos erros no ataque impediam os vascaínos de criarem mais chances. Enquanto isso, o Atlético-PR dependia das cobranças de falta e escanteio de Paulo Baier para ameaçar o adversário, já que seus contra-ataques eram muito mal articulados.

A partir dos 15 minutos, o Furacão adiantou sua marcação e deixou o Vasco mais acuado. Adilson Batista tentou dar mais velocidade ao seu ataque com a entrada de Madson no lugar de Branquinho, e Ricardo Gomes cinco minutos depois, aos 23, tirou o perdido Diego Souza para colocar um centroavante de ofício, Elton. Imediatamente quem levou a melhor foi o treinador do time paranaense: aos 28, Madson deu um ótimo passe no meio de vários vscaínos e Nieto só teve o trabalho de tocar por baixo de Prass para anrir o marcador.

O Vasco se lançou ao ataque e aos 31 Bernardo cobrou em uma falta, mas Renan Rocha espalmou no seu canto esquerdo. Três minutos depois, a estrela de Ricardo Gomes brilhou por último e brilhou melhor: Fagner cruzou alto na área, Elton foi na cobertura e cabeceou no ângulo esquerdo do goleiro adversário para empatar a partida e colocar a classificação de novo nas mãos vascaínas.

Mesmo com o gol, o time da casa não abdicou do ataque. Aos 40, Fellipe Bastos cobrou bem uma falta, mas Renan Rocha defendeu a escanteio no seu canto direito. Um minuto depois, porém, por muito pouco Nieto não faz mais um para o Atlético-PR, após um belo toque de Paulo Baier na área. Um susto que fez o Vasco se resguardar e segurar o resultado que lhe interessava para o delírio dos seus torcedores.

Ficha técnica:

 VASCO 1 X 1 ATLÉTICO-PR
Fernando Prass, Allan (Fagner), Dedé, Anderson Martins e Marcio Careca; Fellipe Bastos, Eduardo Costa, Felipe e Bernardo (Jumar); Diego Souza (Elton) e Eder Luis
.
Renan Rocha; Rômulo, Manoel, Rafael Santos e Paulinho; Deivid, Robston (Wendel Santos) e Paulo Roberto; Paulo Baier, Branquinho (Madson) e Guerrón (Nieto).
Técnico: Ricardo Gomes Técnico: Adilson Batista
Gols: Nieto, aos 28 minutos, e Elton, aos 34, do segundo tempo.
Cartões amarelos: Robston, Renan Rocha, Paulo Roberto (Atlético-PR); Eduardo Costa e Elton (Vasco).
Data: 12/05/201. Local: São Januário (Rio de Janeiro).  Árbitro:Elmo Alves Resende Cunha (GO). Auxiliares: Cristhian Passos Sorence (GO) e Márcio Soares Maciel(GO). Renda: R$ 427.725 Público pagante: 17.478. Público presente: 21.206.

maio 13, 2011 Posted by | Atlético-PR, Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Vasco fica na frente duas vezes, mas Furacão empata

Cruz-Maltino consegue importante resultado na Arena da Baixada e decidirá classificação para as semifinais em casa

O Vasco visitou o Atlético-PR, nesta quarta, na Arena da Baixada e, apesar de ter ficado duas vezes à frente no placar, saiu com importante empate por 2 a 2 em Curitiba, válido pelas quartas de final da Copa do Brasil. Os gols cruz-maltinos foram marcados por Alecsandro e Diego Souza. Pelo Furacão, balançaram as redes Guerrón e Paulo Baier.

Com o resultado, o Vasco pode empatar por 0 a 0 ou por 1 a 1 em São Januário para se classificar para a semifinal da Copa do Brasil. O Furacão precisa da vitória ou um empate por três gols ou mais.

Antes do duelo, uma cena pouco comum. O auxiliar Marrubson Melo sofreu uma queda de pressão e caiu no gramado. Os médicos do Furacão rapidamente entraram em ação e o bandeirinha foi encaminhado ao hospital mais próximo do estádio. O substituto foi Bruno Boschilia.

VASCO É MELHOR E ABRE VANTAGEM NO 1º TEMPO

O jogo começou movimentado. Logo aos dois minutos Dedé escorregou e a bola sobrou para Guerrón dentro da área. Porém, o equatoriano, em ótima situação, demorou a chutar e Allan chegou para afastar de carrinho.

Pouco depois, a resposta vascaína. Eder Luis ganhou da marcação pela direita e cruzou. Alecsandro tentou de letra, a bola passou e Diego Souza, quase na pequena área, chegou dividindo com Manoel, que conseguiu tirar.

Aos nove, Diego Souza apareceu. O meia roubou a bola no meio de campo e levou sozinho. Após passagem de Eder Luis o camisa 10 rolou na frente. O atacante até dominou, mas a bola escapou e a defesa chegou rapidamente cortando boa chance dos visitantes.

Ficou claro que o Atlético-PR sentia falta de um homem de referência dentro da área. Apesar dos bons cruzamentos de Paulo Baier, a principal jogada dos donos da casa, não havia ninguém para completar.

Após início ruim, o Furacão começou a gostar do jogo, esbarrando, porém, na falta de um atacante de ofício. Só Guerrón, em um lance isolado, conseguiu cabecear uma bola alçada, mas esbarrou na ótima defesa de Fernando Prass, que espalmou para fora a melhor chance da equipe de Curitiba no primeiro tempo.

Se o Atlético-PR gostava do jogo, o Vasco tratou de frear os ataques do adversário. Mais ofensivo, o Cruz-Maltino chegou com Alecsandro aos 34. O atacante chutou fortemente de fora da área e o goleiro Renan Rocha foi obrigado a fazer grande defesa.

Mas três minutos depois a eficiência do ataque vascaíno falaria mais alto. Após receber mais um passe pela direita, Eder Luis entrou livre na área, ganhou no corpo do adversário e bateu. A bola acertou a trave direita e, no rebote, Alecsandro estava lá para conferir. 1 a 0 para o Vasco, que era bastante superior àquela altura.

Como prometido, o atacante imitou o pai, Lela, que marcou época no Coritiba na década de 80, na hora da comemoração. Após fazer careta para a torcida adversária, ele recebeu o terceiro cartão amarelo e está fora do jogo de volta, em São Januário.

Daí para a frente o Vasco apenas administrou e foi para o vestiário com boa vantagem.

VASCO MARCA, MAS PÊNALTI DUVIDOSO DEIXA TUDO IGUAL

A conversa com o técnico Adilson Batista nos vestiários mudou a postura do Furacão. Com o apoiador Branquinho na vaga do volante Robston, a equipe voltou mais animada e pressionou muito nos dez minutos iniciais.

Aos sete, a insistência surtiu efeito. Após cruzamento, a defesa vascaína não conseguiu afastar e, no meio da confusão, a bola sobrou para Guerrón empurrar de cabeça da pequena área, deixando tudo igual no placar.

Depois do gol de empate, o Vasco se tranquilizou e o jogo voltou a ficar igual. As chances, porém, pararam de surgir.

Mas aos 25, Guerrón teve grande oportunidade. O equatoriano recebeu livre pelo lado direito da área e, na hora de bater, acertou a rede pelo lado de fora. Era o Furacão voltando a pressionar e o Vasco tendo que se segurar atrás.

Porém, nada melhor que um momento de pressão para alguém se consagrar. E foi Diego Souza quem chamou a responsabilidade. Após bom primeiro tempo, o meia, que vinha sendo contestado em virtude das atuações apenas regulares, tirou a igualdade do placar. Aos 28, Ramon cruzou da esquerda, a defesa afastou e o camisa 10, de primeira, colocou no ângulo de Renan Rocha.

Aos 37, três cartões amarelos em apenas um lance. Após falta cometida por Eduardo Costa na entrada da área, o volante, Felipe e Allan foram penalizados por reclamarem.

No desespero, o técnico Adilson Batista tirou o lateral Rômulo e colocou o atacante Lucas. A substituição não foi primordial, mas o Atlético-PR conseguiu empatar no fim. Aos 41, Ramon fez pênalti duvidoso em Branquinho. Paulo Baier bateu bem e deixou tudo igual.

Mesmo com o empate no fim, o Cruz-Maltno traz um bom resultado de volta para o Rio de Janeiro. A decisão da vaga nas semifinais será em São Januário, na próxima quarta-feira.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 2 X 2 VASCO

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data/Hora: 4/5/2011 – 21h50 (de Brasília)
Renda/Público: R$ 276.600 / 15.969 pagantes
Árbitro: Wilton Pereria Sampaio (DF)
Auxiliares: Bruno Boschilia (DF) e Fábio Pereira (TO)
Cartões amarelos: Alecsandro, Fellipe Bastos, Felipe, Allan, Eduardo Costa e Ramon (VAS)

GOLS: Alecsandro, 37’/1ºT (0-1); Guerrón, 7’/2ºT (1-1); Diego Souza, 28’/2ºT (1-2); Paulo Baier, 42’/2ºT (2-2)

ATLÉTICO-PR: Renan Rocha; Rômulo (Lucas, 36’/2ºT), Manoel, Rafael Santos e Paulinho; Deivid, Robston (Branquinho, intervalo), Paulo Roberto e Paulo Baier; Guerrón e Madson – Técnico: Adílson Batista.

VASCO: Fernando Prass; Allan (Fagner, 42’/2ºT), Dedé, Anderson Martins e Ramon; Rômulo, Fellipe Bastos (Eduardo Costa, 15’/2ºT), Felipe e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro – Técnico: Ricardo Gomes.

maio 5, 2011 Posted by | Atlético-PR, Vasco da Gama | Deixe um comentário

Fla vence Vasco nos pênaltis e é campeão invicto


Thiago Neves marcou o gol da vitória por 3 a 1 na disputa após empate sem gols no tempo normal

Pode comemorar, rubro-negro! Com uma campanha irretocável, o Flamengo venceu o Vasco por 3 a 1 nos pênaltis, depois de um empate sem gols no tempo normal, neste domingo, no Engenhão, e consolidou seu título invicto do Campeonato Carioca. É o 32º caneco do Rubro-Negro, soberano em conquistas do estado. 

Foi a terceira vitória rubro-negra em cobranças de penalidades no campeonato (já havia batido Botafogo e Fluminense). Desta vez, Felipe, herói nas outras disputas, apenas viu seus adversários chutarem para fora as cobranças. Bernardo, Fellipe Bastos e Elton erraram pelo Cruz-Maltino. Já o Flamengo, com Renato, Fernando e Thiago Neves – que bateu o pênalti do título – não desperdiçaram.

Com a conquista da Taça Rio, o Flamengo repete o feito do Botafogo no ano passado e levanta o campeonato sem precisar disputar a grande decisão. Assim, o Fluminense acabou ficando com o segundo lugar geral no Estadual. O Vasco terminou em sexto.

VASCO COMEÇA MAIS AGRESSIVO

O início do Clássico dos Milhões refletiu a campanha das duas equipes nesta Taça Rio: enquanto o Vasco priorizava as jogadas ofensivas, o Flamengo cadenciava com eficiência a força da defesa e a qualidade no meio de campo. Em suma, extremo equilíbrio.

Como a tônica do jogo previa, as melhores oportunidades foram criadas pela equipe cruz-maltina, mas a boa colocação do goleiro Felipe e a falta de pontaria de Eder Luis, que perdeu um gol feito logo no início da partida.

Mas a muralha da Colina, Fernando Prass, também não ficou para trás. Na única vez em que o Flamengo entrou na área do rival, Bottinelli finalizou de frente para a meta, mas Prass, bem posicionado, salvou o time do Trem-Bala.

Ronaldinho, que foi confirmado apenas horas antes do apito inicial, brigou muito e até criou algumas jogadas. Mas a defesa vascaína, liderada por Dedé, esteve sempre atenta aos passos do craque.

No Gigante da Colina, destaque para o volante Fellipe Bastos, que, além de impecável nos desarmes atrás, foi o ponto de desiquilíbrio com passes precisos.

CLÁSSICO NÃO SAI DO ZERO E DECISÃO VAI PARA OS PÊNALTIS

E o segundo tempo conseguiu ser ainda mais truncado que o primeiro. Em meio ao festival de passes errados, duas figuras roubaram a cena. Do lado cruz-maltino, o zagueiro Dedé; do rubro-negro, o volante Willians – ambos fazendo jus à alcunha de “mostro” criada por suas respectivas torcidas.

Em poucos minutos após a volta do intervalo, Bottinelli recebeu falta duvidosa na entrada da área. Ronaldinho pegou a bola e bateu com estilo, mas a Fernando Prass subiu no segundo andar para evitar a vantagem rubro-negra.

Aos 25 minutos, Diego Souza – outra vez, sumido em campo – foi substituído por Bernardo. E o xodó da Colina, que para muitos merecia a vaga de titular, começou colocando fogo no jogo. Logo no seu primeiro lance, ele recebeu bom passe de Eder Luis, cortou o zagueiro e chutou forte, no canto, mas Felipe espalmou para escanteio.

A partir de então, o Vasco readiquiriu o terreno ofensivo, como fizera na primeira etapa. Mesmo assim, não assustava tanto, já que suas principais jogadas (as bolas cruzadas), vinham sendo bem interceptadas pela defesa.

Aos 30 minutos, o inoperante Deivid deu lugar a Wanderley. E o camisa 33, para muitos, um talismã, fez em dois minutos aquilo que o colega não havia feito em 75. Após levantamento, ele ajeitou de calcanhar para Thiago Neves, mas o camisa 7 chutou mal, sem direção.

Dois minutos depois, Fernando Prass, mais uma vez, salvou o Vasco. Em cotnra-ataque três contra dois, Renato bateu cruzado e o camisa 1 cruz-maltino espalmou para escanteio.

No último minuto, o estádio ficou em silêncio. Após cobrança de escanteio, Thiago Neves bateu de primeira, a bola passou por Prass e beliscou a trave cruz-maltina.

Já nos acréscimos, Allan, pelo Vasco, e Willians, pelo Fla, discutiram e foram expulsos, deixando ambas as equipes com dez em campo.

No fim, o placar não saiu do zero e a disputa foi mesmo para os pênaltis.

VASCO ERRA TRÊS E FLA É CAMPEÃO

O Vasco deu início à disputa com Alecsandro, que bateu no meio do gol, mas Felipe não alcançou.

Pelo Flamengo, Renato cobrou no canto oposto do de Prass e empatou a disputa.

O xodó Bernardo, que já havia errado na semifinal, voltou a bater mal, e chutou para fora. Mas Fierro, na sequência, fez o mesmo e tudo seguiu igual.

Chance para o Vasco retomar a vantagem, mas Fellipe Bastos desperdiçou outra para o cruz-maltino, jogando para fora.

Já Fernando, do Flamengo, não hesitou e colocou o Fla em vantagem.

Responsabilidade para Elton, que também e jogou para fora.

O título ficou nas mãos de Thiago Neves, um dos destaques da campanha invicta rubro-negra. E ele cobrou com categoria, consolidando o 32º título carioca do Rubro-Negro.

FICHA TÉCNICA

VASCO 0 (1) X (3) 0 FLAMENGO

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: 1/5/2011 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Luis Antônio Silva Santos (RJ)
Assistentes: Ediney Guerreiro Mascarenhas e Marco Aurélio dos Santos Pessanha

Público/ renda: pagantes – 33.996; presentes: 39.029/R$1.033.655,00

Cartões amarelos: Bottinelli, Rodrigo Alvim, Deivid, Galhardo (FLA); Alecsandro, Elton, Bernardo (VAS)

Cartão vermelho: Allan (VAS) e Willians (FLA)

Pênaltis: Renato (FLA), Fernando (FLA), Thiago Neves (FLA); Alecsandro (VAS); Erraram: Bernardo (VAS), Fellipe Bastos (VAS), Elton (VAS); Fierro (FLA)

VASCO: Fernando Prass; Allan, Dedé e Anderson Martins, Ramon; Rômulo, Fellipe Bastos, Felipe e Diego Souza (Bernardo, aos 24’/ 2ºT); Eder Luis (Elton, aos 39’/ 2ºT) e Alecsandro. Técnico: Ricardo Gomes.

FLAMENGO: Felipe, Galhardo (Fernando, aos 38’/ 2ºT), Welinton, David, Rodrigo Alvim; Willians, Renato, Bottinelli (Fierro, aos 15’/ 2ºT), Ronaldinho e Thiago Neves; Deivid (Wanderley, aos 30’/ 2ºT). TÉC: Vanderlei Luxemburgo.

maio 3, 2011 Posted by | Flamengo, Vasco da Gama | Deixe um comentário

Em jogo apático, Vasco garante vaga nas quartas

Vasco e Náutico não saíram do zero na noite desta quarta-feira, em São Januário; Atlético-PR será adversário nas quartas

Na decisão por uma vaga nas quartas-de-final da Copa do Brasil, um time com a cabeça no clássico de domingo, contra outro completo de reservas. Nesse clima de desinteresse, Vasco e Náutico empataram sem gols, nesta quarta-feira, em São Januário, resultado que confirmou a classificação da equipe cruz-maltina.

No primeiro duelo, havia batido o Timbu por 3 a 0, no Recife – o que fez os pernambucanos entregarem os pontos antecipadamente. Para este jogo, apenas os reservas foram escalados.

Bernardo, que briga por uma vaga entre os titulares do Vasco, foi o destaque deste confronto apático. Do camisa 31 saíram as jogadas de maior perigo. Porém, pecou pelo egoísmo em alguns ataques, chegando a irritar alguns companheiros.

Na próxima fase, o Vasco terá pela frente o Atlético-PR. A primeira partida será disputada na próxima quarta-feira (4), na Arena da Baixada. Antes, porém, encara o principal jogo na temporada até agora. Domingo, decide o título da Taça Rio, contra o Flamengo, no Engenhão.

Já o Náutico, eliminado do Campeonato Pernambucano, entrará em férias forçadas até o dia 21 de maio, quando estreia na Série B do Brasileirão, contra a Portuguesa, no Canindé.

BERNARDO ACORDA TORCIDA DO VASCO

Num primeiro tempo de dar sono, o meia Bernardo protagonizou os poucos lances que arrancaram alguma reação da quase vazia arquibancada de São Januário. Primeiro, ao receber uma solada violenta do lateral Peter e ser retirado de campo com muitas dores no tornozelo direito. Mas o xodó da Colina voltou em seguida, aliviando os cruz-maltinos às vésperas da decisão da Taça Rio, contra o Flamengo.

Em campo, porém, esteve longe de uma exibição que lhe respaldasse a vaga de Diego Souza no time titular. Fominha, o camisa 31 irritou os companheiros, como no lance em que, num contra-ataque, deixou de passar para Eder Luis, livre, e finalizou mal para o gol, despendiçando grande chance de abrir o placar.

Em outro, arrancou novos protestos ao cobrar uma falta lateral diretamente para o gol, enquanto os zagueiros Dedé e Anderson Martins esperavam o cruzamento para a área.

Por fim, partiu dele a melhor chance da primeira etapa. Após receber belo passe de Eder Luis, ele fintou dois zagueiros, o goleiro, mas, no chute, acabou acertando o travessão.

O Náutico, que após o revés de 3 a 0 em casa na primeira partida, mandou um time de reservas para “cumprir tabela” no Rio de Janeiro. Porém, levou trabalho à defesa cruz-maltina, principalmente com o meia Deyvid Sacconi, que chegou a fazer um gol, anulado, e o ala-esquerdo Jeff Silva.

FÁGNER VOLTA E PLACAR NÃO SAI DO ZERO

Na segunda etapa, o lateral-direito Fagner voltou ao time após um mês e meio afastado se recuperando de lesão. Enquanto isso, a patia em campo permanecia. Bernardo ainda era o homem mais agressivo, assustando o goleiro Douglas com chutes venenosos de fora da área.

O Náutico, que abusou dos cartões amarelos (foram sete, no total), teve mais um gol anulado, desta vez, equivocadamente. Silas, em posição legal, finalizou para as redes do goleiro Fernando Prass, mas o bandeira assinalou impedimento do atacante do Timbu.

Nem o maestro Felipe conseguiu trazer um pouco de brilho ao jogo. No dia em que completava 300 jogos pelo Vasco, ele saiu de campo no meio da segunda etapa, após atuação apagada e muitos passes errados.

Com o apito final do árbitro Devarly Lira, alívio para os jogadores do Vasco, que com a classificação confirmada, poderão concentrar-se inteiramente na decisão de domingo.

FICHA TÉCNICA
VASCO 0 X 0 NÁUTICO

Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 27/4/2011 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Devarly Lira do Rosario (ES)
Auxiliares: Jose R Maciel Linhares (ES) e Vanderson Antonio Zannoti (ES)

Cartões amarelos: Ramon, Jumar (VAS), Peter, Fabio Reis, Deyvid Sacconi, Rodolfo, Jeff Silva, Jorge Felipe, Elicarlos (NAU)

VASCO: Fernando Prass, Allan (Fagner, aos 10’/ 2ºT), Dedé, Anderson Martins e Ramon; Jumar, Eduardo Costa, Felipe (Enrico, aos 21’/ 2ºT) e Bernardo; Eder Luis (Caíque, aos 40’/ 2ºT) e Elton. Técnico: Ricardo Gomes

NÁUTICO: Douglas, Jorge Felipe, Wescley e Rafael; Peter, Rodolfo Potiguar, Elicarlos, Saconni (Marcus Vinícius, aos 31’/ 2ºT), Philip e Jeff Silva; Fábio Reis (Silas, intervalo). Técnico: Zé do Carmo

abril 27, 2011 Posted by | Náutico, Vasco da Gama | , | Deixe um comentário

Trem-Bala bate Trator da Bariri e vai à final da Taça Rio

Em jogo bem movimentado, Eder Luis deu a vitória ao Vasco sobre o Olaria no Engenhão

Vasco e Olaria se enfrentaram na noite deste sábado, no Engenhão, pela semifinal da Taça Rio e o time de São Januário levou a melhor. O Trem-Bala da Colina teve trabalho, principalmente no primeiro tempo, mas Eder Luis deu a classificação para a final da Taça Rio.

Na final do segundo turno do Campeonato Carioca, o Vasco enfrenta o vencedor do clássico entre Flamengo e Fluminense, que duelam neste Domingo de Páscoa, também no Engenhão, às 18h30.

Veja o gol que garantiu a classificação do Vasco para final

Susto do Olaria e gol do Vasco

Apesar de não entrar em campo como grande favorito à vaga na final, o Olaria começou o jogo sem medo e indo ao ataque com tudo. Logo aos três minutos, Felipe recebeu de Renan Silva e arriscou, mas Prass fez boa defesa. Logo depois veio a resposta do Vasco, quando Fellipe Bastos lançou Eder Luis pela direita. O atacante entrou na área, mas foi travado no momento do cruzamento.

Depois de poucas oportunidades criadas para ambos os lados, Diego Souza, aos 18 minutos, balançou a rede, após chute de Ramon desviar na zaga e sobrar em seu pé. Mas o camisa 10 estava em posição de impedimento.

Aos 34 minutos, porém, um susto para os vascaínos. Felipe recebeu no meio de campo, arriscou chute de longe e a bola explodiu no travessão. Porém, três minutos depois, a alegria. Depois de um erro de passe do Olaria, Fellipe Bastos, de primeira, lançou Eder Luis. O camisa 7 avançou em velocidade, driblou o goleiro Henrique e abriu o placar.

No lance seguinte, Eder Luis ganhou a bola de Thiago Eleutério, mas teve a camisa puxada. Aos 43 minutos, o time da rua bariri ainda tentou o empate em um chute de Victor, mas sem sucesso

Pênalti perdido e classificação

O segundo tempo mal havia começado e o atacante Alecsandro quase ampliou o placar em duas oportunidades. Com apenas um minuto, Eder Luis avanço pela direita e cruzou. O camisa 9 se antecipou à zaga e finalizou, mas a bola explodiu no peito do goleiro Henrique. Dois minutos depois, Ramon cruzou da esquerda e Alecsandro, de cabeça, desviou para o gol e Henrique, mais uma vez, pegou no susto.

Aos 14 minutos, Renan Silva fez jogada individual e achou Waldir sozinho na área, mas o atacante não conseguiu alcançar a bola. No minuto seguinte, Felipe, novamente, arriscou da intermediária e obrigou a Fernando Prass fazer boa defesa.

Aos 24 minutos, o técnico Ricardo Gomes tirou Eder Luis para colocar Bernardo e, seis minutos depois, o camisa 31 tabelou com Alecsandro, entrou na área e foi derrubado pelo goleiro Henrique. Pênalti! Mas na cobrança, Bernardo chutou forte e a bola explodiu no travessão.

Após o pênalti perdido, o Olaria tentou pressionar a equipe de São Januário em busca do empate, mas sem sucesso. Apito final e vitória vascaína.

Com o triunfo, o cruz-maltino está classificado para a final da Taça Rio, que acontece no próximo domingo. Neste domingo, Fluminense e Flamengo se enfrentam para saber qual equipe conquistará a outra vaga no jogo decisivo.

FICHA TÉCNICA
VASCO 1 X 0 OLARIA

Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data-Hora: 23/4/2011 – 18h30min (de Brasília)
Árbitro: Patrice Maia (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia (RJ) e Rodrigo Figueirodo Henrique Correa (RJ)

Público/renda: 22.867 pagantes / 28.675 presentes / R$ 647.600,00
Cartões amarelos: Fellipe Bastos (VAS); Amarildo, Thiago Eleutério (OLA)
Cartões vermelhos: Não houve
Gols: Eder Luis, 37’/1ºT (1-0)

VASCO: Fernando Prass, Allan (Eduardo Costa – 36’/2ºT), Dedé, Anderson Martins e Ramon; Rômulo, Fellipe Bastos, Felipe e Diego Souza; Eder Luis (Bernardo – 24’/2ºT) e Alecsandro (Elton – 40’/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes.

OLARIA: Henrique, Ivan, Thiago Eleutério, Rafael e Amarildo; David (Renatinho – 31’/2ºT), Danilo (Nicolas – 42’/2ºT), Victor e Renan Silva (Renato Valpaços – 31’/2ºT); Felipe e Waldir. Técnico: Cleimar Rocha

abril 23, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Vasco e Olaria empatam e se classificam para a semifinal

Com os resultados da rodada, times se pegam novamente na fase decisiva da competição

Vasco e Olaria empataram por 2 a 2 em Macaé, neste domingo, mas os dois times se classificaram para as semifinais da Taça Rio. O Alvianil terminou em segundo lugar do Grupo B e eliminou o Botafogo. Já o Vasco terminou na primeira colocação do Grupo A. As equipes se enfrentam novamente na fase decisiva da competição.

OLARIA SAI NA FRENTE COM WALDIR

O empate classificava os dois times para as semifinais da Taça Rio, mas o jogo começou bastante movimentado. O Vasco tinha maior posse de bola e trocava bons passes no campo do adversário. O time de São Januário estava melhor, tanto que o primeiro lance de perigo foi mesmo do Vasco.

Leandro dominou a bola na área e rolou para Diego Souza, que vinha de trás. O camisa 10 chutou bem, mas o zagueiro desviou e tirou a força da bola. Mesmo assim ela saiu bem perto da trave esquerda do goleiro Henrique.

O Olaria se preocupava mais em se defender, então suas principais jogadas eram na base do contra-ataque. Após algumas tentativas fracassadas, o Alvianil conseguiu chegar ao gol. Waldir invadiu a área pela direita de seu ataque e chutou cruzado no canto. O goleiro Fernando Prass ainda tentou alcançar a bola, mas não adiantou.

A partir daí, o Cruz-Maltino pressionou ainda mais em busca do gol do empate. Tentou diversas vezes, mas a zaga do Olaria estava levando a melhor em todas as jogadas e o Vasco não conseguia penetrar na área adversária. Por isso, o Gigante da Colina começou a arriscar chutes de longe.

Diego Souza, de falta, soltou uma bomba no ângulo, mas o goleiro Henrique espalmou para a lateral. Na sequência, foi a vez de Fellipe Bastos cobrar falta venenosa para mais uma defesa do goleiro adversário. Anderson Martins arriscou um chutaço da intermediária, mas a bola passou por cima do travessão.

Tava complicado para o Vasco conseguir fazer seu gol. Mas o time não desistia. Felipe cobrou escanteio, a bola foi disputada de cabeça e subiu. Leandro, de costas para o gol, tentou de bicicleta e a bola chegou a tocar no travessão. Apesar do ímpeto vascaíno, o primeiro tempo terminou com o placar de 1 a 0 para o Olaria.

VASCO EMPATA, MAS OS DOIS SE CLASSIFICAM

O segundo tempo mal começou e o Olaria tratou logo de ampliar a vantagem. Aos 4 minutos, Renan Silva partiu em velocidade pela linha de fundo e cruzou rasteiro para a área. Felipe, artilheiro do Alvianil, só teve o trabalho de empurrar a bola para o fundo das redes.

Para tentar empatar a partida, o técnico Ricardo Gomes colocou o meia Bernardo no lugar do atacante Leandro. A substituição acabou dando certo. Eder Luis fez excelente jogada e tocou para Diego Souza entrar sozinho e ser derrubado pelo goleiro Henrique. Bernardo, que acabara de entrar, bateu e diminuiu.

A pressão do Vasco era grande. O melhor ataque da Taça Rio tentava mostrar que poderia empatar a partida, mas o gol não chegava. O Olaria, por sua vez, não queria entregar a classificação. Então o jogo ficou completamente emocionante.

O Alvianil teve o primeiro lance de perigo com Waldir. Felipe invadiu a área, driblou o goleiro Fernando Prass e cruzou para o companheiro, que chutou fraco. A bola iria entrar, mas o zagueiro Anderson Martins se atirou nela e salvou em cima da linha.

Na sequencia foi a vez de Bernardo, do Vasco, levar perigo. O meia recebeu na entrada da área, ajeito e bateu para o gol. Mas o goleiro Henrique apareceu novamente para espalmar. Logo na jogada seguinte, Elton tentou de bicicleta após cruzamento de Allan.

Depois de mais algumas chances para cada lado, o jogo terminou mesmo 2 a 2. Com os resultados da rodada, ambos os times se classificaram para as semifinais da Taça Rio.

FICHA TÉCNICA
OLARIA 2 X 2 VASCO

Estádio: Moacyrzão, Macaé (RJ)
Data/hora: 17/4/2011 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ) e Wendel de Paiva Gouvea (RJ)
Gols: Waldir 1-0 (16’/1ºT), Felipe 2-0 (4’/2ºT), Bernardo 2-1 (17’/2ºT) e Rômulo 2-2 (45’/2ºT)
Público/Renda: 4.619 presentes / R$ 69.670,00

OLARIA: Henrique, Ivan, Thiago Eleutério, Rafael e Amarildo; David, Danilo, Victor e Renan Silva (Renato) ; Felipe e Waldir (Boniek). Técnico: Cleimar Rocha

VASCO: Fernando Prass, Allan, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca; Rômulo, Fellipe Bastos, Felipe (Elton) e Diego Souza; Leandro (Bernardo) e Eder Luis (Enrico). Técnico: Ricardo Gomes

abril 17, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Vasco goleia Náutico e fica próximo das quartas

Fora de casa, equipe carioca consegue impor ritmo de jogo e vai para São Januário com boa vatagem para o segundo jogo

O Vasco foi a Recife enfrentar o Náutico, no Estádio dos Aflitos, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, e voltou ao Rio de Janeiro mais próximo da vaga nas quartas. A equipe cruz-maltina venceu por 3 a 0, com gols de Dedé, Alecsandro e Bernardo, e vai para o segundo jogo, no próximo dia 20, em São Januário, com uma boa vantagem.

Agora, o time de Ricardo Gomes pode empatar por qualquer placar ou até mesmo perder por dois gols de diferença que ainda assim passa de fase na competição.

DOMÍNIO VASCAÍNO, MAS APENAS UM GOL

O time de São Januário tomou conta dos primeiros 45 minutos de jogo. O time carioca conseguiu impor seu ritmo de jogo e criar boas oportunidades de gol. Aos 11 minutos, após cruzamento da esquerda, Dedé desviou de cabeça e a bola pegou na trave esquerda do goleiro Douglas.

Os comandados de Ricardo Gomes continuaram indo ao ataque. Cinco minutos depois, Felipe achou Diego Souza na área, o camisa 10 recebeu, girou, mas bateu em cima do goleiro. Aos 21 minutos foi a vez de Alecsandro tentar o seu, mas o atacante não alcançou a bola após chute cruzado de Ramon.

No minuto seguinte, a primeira chance do Náutico, quando Ricardo Xavier recebeu na área, dominou no peito e finalizou, mas a bola passou por cima do gol. E parou por aí. Não demorou muito para o Vasco voltar a pressionar. Aos 26, Diego Souza tabelou com Alecsandro e mandou por cima da meta.

Depois de tanta insistência, o gol cruz-maltino saiu aos 32 minutos, quando Diego Souza cobrou escanteio e Dedé, de cabeça, balançou a rede. Aos 38 minutos, Fellipe Bastos quase ampliou a vantagem ao chutar de longe e carimbar a trave.

MAIS PRESSÃO E GOLS DO VASCO

No retorno para o segundo tempo, o técnico Ricardo Gomes manteve o time e a equipe manteve o ritmo. Logo aos seis minutos, Eder Luis avançou pela direita e Alecsandro completou para o gol: Vasco 2 a 0.

Mesmo após o segundo gol, a equipe cruz-maltina não descansou. Aos 13 minutos, Allan fez boa tabela com Eder Luis e, com o goleiro fora de posição, bateu no canto direito de Douglas, mas a bola foi para fora.

Aos poucos, o Náutico tentava ganhar espaço, mas não assustava o goleiro Fernando Prass. Aos 25 minutos, porém, logo depois de um bom ataque vascaíno, Aírton chutou e a bola pegou na trave direita do camisa 1 da Colina.

Aos 38 minutos Bernardo perdeu uma grande chance de fazer o terceiro. Jumar recebeu pela direita e achou o camisa 31 na área. O meia girou, enrolou-se, driblou o goleiro, um adversário, mas chutou por cima do travessão. Dois minutos depois o Náutico ainda perdeu um jogador: Elton recebeu o segundo cartão amarelo e acabou expulso após falta em Leandro. Assim, qualquer tipo de reação ficou ainda mais complicada.

Já nos acréscimos, Jumar fez boa tabela com Allan e chutou cruzado e a bola passou muito próximo à trave direita de Douglas. Porém, aos 47, Bernardo acertou bonita cobrança de falta e fez o terceiro gol vascaíno.

Com a vitória, o Vasco fica próximo da vaga nas quartas de final da Copa do Brasil.

FICHA TÉCNICA:
NÁUTICO 0 X 3 VASCO

Estádio: Aflitos, Recife (PE)
Data/hora: 13/4/2011 – 21h50 (de Brasília)

Árbitro: Célio Amorim (SC)
Auxiliares: Thiago Gomes Brigido (CE) e Rosinei Boffman Scherer (SC)

Renda/público: R$ 229.200,00 / 12.244

Cartões amarelos: Walter, Elton, Elicarlos (NAU); Rômulo (VAS)
Cartões vermelhos: Elton, 39’/2ºT (NAU)
GOLS: Dedé, 32’/1ºT (0-1); Alecsandro, 6’/2ºT (0-2); Bernardo, 47’/2ºT (0-3)

NÁUTICO: Douglas; Derley, Wescley, Walter e Aírton; Everton, Elicarlos (Wlliam – 20’/2ºT), Eduardo Ramos; Kieza (Elton – Intervalo), Bruno Meneghel (Rogério – 33’/2ºT) e Ricardo Xavier. Técnico: Roberto Fernades

VASCO: Fernando Prass, Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Rômulo, Fellipe Bastos, Felipe (Jumar – 37’/2ºT) e Diego Souza; Eder Luis (Bernardo – 20’/2ºT) e Alecsandro (Leandro – 27’/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes

abril 14, 2011 Posted by | Náutico, Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Vasco vence no sufoco e coloca um pé nas semfinais: 2 a 1

Gol da vitória saiu, mais uma vez, através de pênalti polêmico. Cabofriense está rebaixada

Mais uma vez na emoção. O Vasco conseguiu vitória no sufoco por 2 a 1, neste sábado, diante da Cabofriente, em São Januário. Com o resultado, o Cruz-Maltino coloca a mão em uma das vagas para as semifinais. Já a Cabofriense está rebaixada. 

O show antes do jogo ficou por conta da torcida. Convocados pelo juiz, os jogadores das duas equipes se reuniram no meio do campo para respeitar um minuto de silêncio pela tragédia em Realendo, Zona Oeste do Rio. O inesperado partiu das arquibancadas. Todos calados, algo pouco comum nos estádios brasileiros

Vasco abre o placar, mas recua e permite o empate

O Vasco começou o jogo como vinha fazendo nas últimas rodadas, atacando bastante e prendendo o adversário no campo de defesa. Com um time mais leve, devido a entrada de Bernardo no lugar de Diego Souza, suspenso, as chances não demoraram muito a surgir.

Logo aos dois minutos, Allan, improvisado na direita mais uma vez, cruzou e Alecsandro por pouco não conseguiu cabecear. Pouco depois, Bernardo apareceu. Após passe de Felipe, o meia soltou a bomba de esquerda, a perna “ruim” e deu trabalho ao goleiro Flávio.

O mesmo camisa 1 fez milagre no lance seguinte. Após mais um cruzamento de Allan e cabeceada, desta vez certeira, de Alecsandro, o goleiro fez uma defesa espetacular, impedindo o segundo gol da equipe cruz-maltina.

A rede dos visitantes, porém, não demoraria muito para balançar. Após jogada rápida, mais uma vez pela direita, AOS 20, Eder Luis deu uma de garçom mais uma vez na temporada e tocou para Bernardo. Livre, o camisa 31 ainda teve tempo de se ajeitar dentro da área e chutar para marcar seu sexto gol em dez jogos com a camisa do Vasco.

Os que pensaram que o Vasco continuaria pressionando em busca de mais gols se enganaram. Após conseguir a vantagem, o Gigante da Colina diminuiu a pegada, abrindo espaços para a Cabofriense, que se animou.

Tanto que aos 34, o time da Região dos Lagos chegou ao empate. Após boa enfiada de bola pela esquerda, Léo Itaperuna bateu cruzado, Fernando Prass rebateu e Zotti, no rebote, deixou tudo igual.

Daí para frente o Cruz-Maltino até tentou chegar, mas esbarrou na boa marcação do adversário. As duas equipes foram para os vestiários com a igualdade no placar.

Mais uma vitória decidida com pênalti duvidoso

O panorama do início do primeiro tempo se repetiu no segundo. Vasco dominando as ações e fazendo o adversário recuar com seus ataques. Mas quem assustou foi a Cabofriense. Após cobrança de falta de Zotti, Luciano Totó cabeceou forte no ângulo. Fernando Prass voou na bola e fez grande defesa para evitar o gol

Depois do susto, controle do jogo retomado pelo Gigante da Colina. Com boas tramas entre a dupla Felipe / Alecsandro, a falha no toque final era o único empecilho. Mas aos 12, após falta na intermediária, o atacante Assumpção recebeu o segundo cartão amarelo e acabou expulso.

O técnico Lucho Nizzo foi obrigado a colocar André Oliveira no lugar de Zotti, melhor do time, para fechar a Cabofriense. O recuo do adversário apenas chamou o Vasco mais para frente. Aos 15, Bernardo dominou dentro da área, girou, mas o chute saiu lascado e facilitou a defesa de Flávio.

Com um a mais, Ricardo Gomes aproveitou para colocar o atacante Leandro no lugar do volante Fellipe Bastos. Lucho Nizzo respondeu colocando Allan, cria das categorias de base do Vasco, no lugar de Léo Itaperuna.

O tempo passou, o gol não saía. Aos 27, Leandro driblou bonito e chutou, mas a marcação desviou para escanteio. Na cobrança de Bernardo, Dedé cabeceou bonito, mas a zaga adversária salvou em cima da linha.

Aos 31, em contra-ataque, susto para Fernando Prass. Arílson tentou surpreender arriscando de longe e quase conseguiu. O goleiro teve que se esticar todo para desviar para escanteio.

Dois minutos depois, a melhor chance da partida. Após cobrança de falta de Felipe, Dedé desviou para o meio da área e Rômulo, livre, ao invés de dominar, tentou de primeira. O goleiro Flávio, personagem da noite, fez mais uma grande defesa.

Sem Bernardo, que saiu contundido para a entrada de Enrico, o Cruz-Maltino perdeu em criação. Mas Felipe, responsável pelas jogadas, quase resolveu aos 36. Após se livrar de dois marcadores, o camisa 6, de frente para o gol, bateu bonito, muito perto do gol.

E só dava Vasco. Leandro, em duas oportunidades, também quase decidiu. Na primeira, em cabeçada que Flávio salvou mais uma vez. A segunda, em uma bomba de fora da área que acertou o travessão.

Mas o jogo contra o ABC-RN seria lembrado. Se na quarta a partida foi decidida em um pênalti duvidoso, nesta sábado, idem. Aos 41, Allan, caiu na área e o juiz não deu. Mas na sobra, Eder Luis foi derrubado e Antônio Frederico dos Santos apontou a marca. Alecsandro bateu bem e colocou o Gigante da Colina na frente.

Daí para frente foi só segurar a posse de bola. Com a vitória, o Vasco chega aos 16 pontos e coloca a mão na vaga para as semifinais. Dependendo do resultado do jogo do Americano, contra o Flu, neste domingo, o time pode se classificar com um jogo de antecedência.

Já a Cabofriense está rebaixada. Com apenas oito pontos na classificação geral, o time não tem como alcançar os concorrentes e apenas cumpre tabela contra o Volta Redonda na última rodada.

FICHA TÉCNICA:
VASCO 2 X 1 CABOFRIENSE

Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: 9/4/2011 – 18h30 (de Brasília)
Renda/Público: R$ 214.950 / 13.783 presnetes
Árbitro: Antônio Frederico dos Santos (RJ)
Auxiliares: Lilian da Silva Fernandes (RJ) e Andréa Izaura Maffra (RJ)
Cartôes amarelos: Anderson Martins, Fellipe Bastos, Alecsandro (VAS); Léo Itaperuna, Assumpção e Zé Carlos (CAB)
Cartão vermelho: Assumpção, 12’/2ºT (CAB)

GOLS: Bernardo, 20’/1ºT (1-0); Zotti, 34’/2ºT (1-1); Alecsandro, 40’/2ºT)

VASCO: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Allan; Rômulo, Fellipe Bastos (Leandro, 21’/2ºT), Felipe e Bernardo (Enrico, 33’/2ºT); Eder Luis e Alecsandro – Técnico: Ricardo Gomes.

CABOFRIENSE: Flavio, Vagner, Zé Carlos, André Paulino e Everton; Luciano Totó, Cardoso, Diego Sales (Arílson, 28’/1ºT) e Zotti (André Oliveira, 13’/2ºT), Léo Itaperuna (Allan, 21’/2ºT) e Assumpção – Técnico: Lucho Nizzo.

abril 10, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Vasco vence o ABC-RN no sufoco e se classifica: 2 a 1

Cruz-Maltino saiu atrás no placar, mas Alecsandro e Bernardo garantiram o equipe nas oitavas de final da Copa do Brasil

Ufa! Certamente a expressão mais escutada em São Januário após a vitória suada, por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, sobre o ABC-RN. Após ser surpreendido com um gol dos visitantes, marcado por Cascata, no início do jogo, o Vasco superou as adversidades no segundo tempo e virou com Alecsandro e Bernardo, carimbando sua vaga para as oitavas de final da Copa do Brasil.

Vasco domina a posse de bola, mas ABC-RN surpreende

O estádio lotado pareceu ter animado os jogadores do Vasco. O time começou a partida com o domínio da posse de bola e parecia que não levaria muito tempo para inaugurar o marcador. Apenas parecia.

Aos 18 minutos, ABC-RN, que demonstrou qualidades na partida de ida, surpreendeu. Após contra-ataque, Cascata driblou Allan pela direita, Dedé demorou na cobertura, e o camisa 10 potiguar teve caminho livre até entrar na área e chutar colocado no canto de Fernando Prass. Os visitantes calaram São Januário.

Depois do gol do ABC-RN, os famosos cinco minutos de desespero atrás do gol de empate tomaram conta dos vascaínos e foram o bastante para que a torcida começasse a perder a paciência. Allan, por exemplo, foi a primeira vítima e as vaias começaram a ecoar já na metade da primeira etapa.

Contando apenas com a inspiração de Felipe, o único lúcido do time, o Vasco não conseguia chegar. Aos 36, após chute do maestro, a bola desviou na defesa e o empate quase saiu. Mas a melhor chance do Cruz-Maltino aconteceu no minuto final. No último ataque, o meia Diego Souza cortou o marcador já dentro da área e, cara a cara com o goleiro Wellington, chutou na rede pelo lado de fora.

Na descida para o vestiário, algumas cobranças da torcida e jogadores desanimados.

Pênalti iguala no início e Bernardo arranca o grito da torcida

Na volta do intervalo, o mesmo panorama da primeira etapa, Vasco dominando, mas não conseguindo chegar ao gol adversário. Mas para a sorte dos donos da casa, aos sete, em um lance duvidoso, Ramon foi derrubado e o juiz Emerson de Almeida Ferreira marcou pênalti e expulsou o zagueiro Tiago Garça. Alecsandro bateu no meio e deixou tudo igual.

Com um homem a menos, o time potiguar recuou. Ricardo Gomes tratou de colocar o time mais para frente promovendo a entrada de Bernardo no lugar de Fellipe Bastos aos 21 minutos.

O tempo foi passando, Ramon também saiu para a entrada de Márcio Careca, e nada de o Vasco criar chances de virar a partida. Felipe, já cansado, sumiu e a criação ficou orfã.

Mas uma faixa no campo chamava a atenção no alambrado desde o início da partida. Com os dizeres “Guerreiros no campo e nas arquibancadas”, ela serviu de inspiração aos 32 minutos. Após tabela com Allan, Eder Luis entrou na área em velocidade e cruzou para trás. Bernardo dominou e chutou. A bola estufou as redes.

São Januário quase foi abaixo na empolgação do meio, que tirou a camisa e correu como um louco na direção da torcida. A tranquilidade tomou conta dos guerreiros, tanto no campo quanto na arquibancada.

Daí para frente, o Vasco lutou para segurar a bola ao máximo. Com um homem a menos, o ABC-RN não tinha muita capacidade para criar. Com o apoio da torcida de volta, o Cruz-Maltino conseguiu manter a vantagem e assegurou a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil, para enfrentar o Náutico.

FICHA TÉCNICA
VASCO 2 X 1 ABC-RN

Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: 5/4/2011 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Auxiliares: Guilherme Dias (MG) e Fabiano da Silva (ES)
Renda/Público: R$ 241.500 / 19.009 presentes
Cartões amarelos: Allan, Bernardo e Alecsandro (VAS); Tiago Garça, Alessandro Lopes e Irineu (ABC)
Cartão vermelho: Tiago Garça (ABC)

GOLS: Cascata, 18’/1ºT (0-1); Alecsandro, 7’/2ºT (1-1); Bernardo, 32’/2°T (2-1)

VASCO: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon (Márcio Careca, 27’/2ºT); Rômulo, Fellipe Bastos (Bernardo, 21’/2ºT), Felipe e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro (Leandro, 42’/2ºT) – Técnico: Ricardo Gomes

ABC-RN: Welligton, Pio, Tiago Garça, Irineu e Renatinho Potiguar; Basílio, Bileu, Cascata (Gabriel, 28’/2ºT) e Reinaldo (Alessandro Lopes, intervalo), Éderson (Jackson, 10’/2ºT) e Leandrão – Técnico: Leandro Campos.

abril 7, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Com show do maestro Felipe, Trem-Bala da Colina atropela o Bangu

Em grande dia de Felipe, o Vasco, que entrou em campo com sua nova terceira camisa, goleou o Bangu por 4 a 0, neste domingo, em São Januário. O maestro deu duas assistências para gols e ainda marcou o tento que sacramentou a vitória cruz-maltina nesta tarde.

Com a vitória, o Gigante da Colina voltou à liderança do Grupo A com 13 pontos e está com um pé nas semifinais da Taça Rio. O Bangu, com seis pontos, está mais distante da classificação.

Na próxima rodada, o Vasco pegará a desesperada Cabofriense, às 18h30, em São Januário. O time alvirrubro enfrentará o Nova Iguaçu, às 15h30, no Laranjão.

COM UM A MAIS, VASCO PRESSIONA E ABRE O PLACAR

No início da partida, os times se estudavam bastante e trocavam muitos passes sem objetividade. O primeiro lance de perigo do jogo aconteceu numa falha de Fernando Prass. Pipico, que voltava ao time do Bangu, cobrou falta de muito longe, o goleiro vascaíno não segurou firme e a bola bateu no travessão, na trave e saiu.

Depois do susto, o Vasco acordou. O time respondeu bem em quatro jogadas. Duas com Fellipe Bastos, que obrigou o goleiro a fazer uma difícil defesa e na chance seguinte colocou no canto do goleiro, mas a bola caprichosamente saiu pela linha de fundo. As outras oportunidades foram com Felipe. Arisco, em ambos os lances, o meia entrou driblando na área mas não finalizou bem.

Se o jogo começava a ficar complicado para o Bangu, ficou pior aos 19 minutos, quando Rafael foi expulso após receber o segundo amarelo ao dar uma cotovelada em Fellipe Bastos. Com a vantagem numérica, o Cruz-Maltino deu início à uma pressão incrível sobre o adversário.

Eder Luis, que ainda não tinha aparecido na partida, invadiu a área pela linha de fundo e rolou para Alecsandro chutar. O goleiro Thiago Leal espalmou e a bola sobrou para Diego Souza pegar o rebote. A redonda desviou na zaga e saiu. No lance seguinte, Felipe deixou Eder Luis na cara do gol, mas, mais uma vez, a bola não entrou. O atacante colocou com categoria no canto, o goleiro desviou com a ponta dos dedos, a bola bateu na trave e voltou para as mãos do arqueiro banguense.

O Bangu ainda tentou mostrar que estava vivo na partida, com um chute perigoso de Somália, de fora da área. Mas Eder Luis tratou de mostrar ao Alvirrubro quem tinha o domínio da partida. O camisa 7 fez fila na zaga do adversário, entrou na área, mas na hora de finalizar, chutou em cima do goleiro.

Aos 40 minutos, o Vasco transformou a superioridade em gol. Muito bem no jogo, Felipe lançou o zagueiro Dedé em posição legal, que dominou e, caindo, chutou no cantou de Thiago Leal. O zagueiro fez o caldeirão de São Januário ferver e ouviu das arquibancadas o grito de que é o melhor zagueiro do Brasil.

FELIPE DÁ SHOW E VASCO FAZ MAIS TRÊS GOLS

O Vasco não deixou o ritmo do primeiro tempo cair e logo aos 2 minutos do segundo tempo, aumentou a vantagem sobre o Bangu. O maestro Felipe deu nova assistência, dessa vez para Eder Luis, que encheu o pé direito e acertou o canto do goleiro alvirrubro: 2 a 0.

Aos 12 minutos, o técnico Ricardo Gomes colocou Leandro no lugar do autor do segundo gol da partida Eder Luis, que teve seu nome gritado pela torcida ao deixar o campo. Já as alterações de Marcão não surtiam efeito, e o Bangu, com um a menos desde os 19 da primeira etapa, errava muitos passes e não conseguia dar prosseguimento a uma jogada.

O jogo deu uma esfriada, e Ricardo Gomes colocou Bernardo no lugar de Diego Souza para tentar incendiar novamente a partida. E as alterções do treinador de novo fizeram efeito. Felipe lançou Bernardo em profundidade, o camisa 31 rolou para Alecsandro na saída do goleiro. O atacante vascaíno só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes, aos 24 minutos do segundo tempo.

Aos 29, o quarto gol do Vasco veio para coroar a grande atuação de Felipe, o nome do jogo. Foi dele o gol que decretou a vitória do Cruz-Maltino sobre o Bangu. O camisa 6 recebeu a bola na entrada da área e bateu colocado no cantinho, indefensável para o goleiro banguense.

A pressão continuou nos minutos finais da partida. Leandro, Ramon e Bernardo ainda tiveram suas chances de aumentar, mas o goleiro Thiago Leal teve de fazer boas defesas para não deixar o Vasco chegar ao quinto gol. O juiz apitou o fim de jogo e ficou nisso. Quatro a zero para o Vasco.

FICHA TÉCNICA:
VASCO 4 X 0 BANGU

Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 3/4/2011 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Eduardo Cordeiro Guimarães (RJ)
Auxiliares: Flavio Manoel da Silva (RJ) e Sergio Waldman (RJ)
Cartões Vermelhos: Rafael (19’/1ºT)
Gols: Dedé 1-0 (40’/1ºT), Eder Luis 2-0 (2’/2ºT), Alecsandro 3-0 (24’/2ºT) e Felipe 4-0 (29’/2ºT)
Renda/Público: R$ 200.470/ 16.330 presentes e 12.797 pagantes

VASCO: Fernando Prass, Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon, Fellipe Bastos (Jumar 28’/2ºT), Rômulo, Felipe e Diego Souza (Bernardo 21’/2ºT); Eder Luis (Leandro 12’/2ºT) e Alecsandro. Técnico: Ricardo Gomes

BANGU: Thiago Leal, Gedeilson, Abílio, Diego Padilha e fabiano; Rafael, Josiel, Tiano ( Possato – intervalo) e Ricardinho (Thiago Galhardo 24’/1ºT); Somália e Pipico (esquerdinha 22’/2ºT). Técnico: Marcão

abril 3, 2011 Posted by | Vasco da Gama | , | Deixe um comentário

Vasco vai a Natal e fica no empate com o ABC

Sem criatividade, equipe de São Januário não jogou bem e se segurou como pode para evitar o pior fora de casa

O Vasco foi a Natal enfrentar o ABC-RN, na noite desta quarta-feira, no Frasqueirão, pela segunda fase da Copa do Brasil, e não conseguiu sair do empate sem gols. O time cruz-maltino não mostrou criatividade – talvez pela ausência de Felipe -, e se segurou como deu para evitar os gols da equipe potiguar.

Com o resultado, a equipe carioca terá de brigar pela classificação na próxima quarta-feira, em São Januário.

SEM CRIATIVIDADE E COMEÇO SEM GOLS

Apesar da vantagem do Vasco, o primeiro tempo teve papéis invertidos, em que as melhores oportunidades foram do ABC.

A partida começou com o time do Rio Grande do Norte melhor em campo. Aos 10 minutos, Leandrão recebeu cruzamento e finalizou de primeira, mas a bola subiu demais e saiu por cima do gol. O Vasco, por sua vez, só conseguiu reagir aos 16 minutos quando, após boa troca de passes, Bernardo arriscou de fora da área a bola passou rente à trave direita de Wellington. No minuto seguinte, foi a vez de Alecsandro levar perigo ao gol do ABC, ao chutar cruzado e a bola atravessar toda a área até sair pela linha de fundo.

A partir daí, o jogo ficou equiparado. Até que, aos 22 minutos, mais uma vez Alecsandro arriscou ao gol e a bola voltou a assustar a zaga do time da casa. Porém, aos 24 a torcida do ABC comemorou. Ederson recebeu sem marcação, batei na saída de Prass e balançou a rede, mas a jogada já estava paralisada pelo assistente, que marcava um impedimento do camisa 11.

Aos 28, o volante Eduardo Costa sentiu dores na coxa direita e acabou substituído por Fellipe Bastos. No minuto seguinte, o ABC voltou a se aproximar do gol. Ederson recebeu de Renatinho e chutou forte, mas manda para fora. Enquanto isso, o Vasco parecia sentir a falta do meia Felipe e não mostrava criatividade.

Nos minutos finais, a equipe da casa teve duas boas chances com Pio, e em lances parecidos. O lateral-direito recebeu na ala do campo e chutou com efeito; a primeira saiu pelo lado direito de Prass, já a segunda, do lado esquerdo.

Sem gol, o primeiro tempo terminou com o empate no placar.

CHANCES DESPERDIÇADAS E TUDO IGUAL

No retorno para a etapa final, o jogo não mudou de panorama. O ABC pressionando e um Vasco, assustado, não conseguia criar boas jogadas. Assim como no início do jogo, a primeira boa chance de gol foi do time da casa. Pio, quase que em um replay das tentativas anteriores, recebeu e chutou com efeito para a defesa de Fernando Prass.

Sem grandes jogadas no meio de campo, o Vasco passou a ter as melhores chances de gol através dos chutes de longa distância, principalmente com o volante Fellipe Bastos. Aos 18 minutos, porém, Allan tabelou com Alecsandro, invadiu a área e chutou cruzado, a bola passou muito perto da trave direita de Wellington.

Aos 27 minutos, Fernando Prass fez uma grande defesa quando Ray recebeu em profundidade sem marcação, invadiu a área e bateu na saída do camisa 1 de São Januário, mas o goleiro conseguiu evitar o gol. No lance, Prass recebeu um pisão no tornozelo, mas se recuperou rapidamente.

A entrada de Enrico deu um pouco mais de velocidade ao time, mas nada que conseguisse modificar a atitude em campo. Com o final do jogo se aproximando, ambos os times começaram a fazer faltas mais duras e foram distribuídos cartões amarelos.

As substituições não surtiram efeito e ninguém consegiu balançar a rede. Resultado: empate sem gols no primeiro jogo desta segunda fase da Copa do Brasil.

FICHA TÉCNICA:
ABC-RN 0 X 0 Vasco

Estádio: Frasqueirão, Natal (RN)
Data/hora: 30/3/2011 – 21h50 (de Brasília)

Árbitro: João Bosco da Nóbrega (PB)
Auxiliares: Griselildo de Souza (PB) e Luis Felipe Gonçalves (PB)

Renda/público: Não divulgados
Cartões amarelos: Ray, Bileu (ABC); Rômulo, Márcio Careca (VAS)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Não houve

ABC: Wellington; Pio, Tiago Garça, Irineu e Renatinho (Renatinho Carioca – 19’/2ºT); Basílio, Bileu, Cascata (Gabriel – 37’/2ºT) e Reinaldo; Ederson (Ray – 26’/2ºT) e Leandrão. Técnico: Leandro Campos.

VASCO: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca; Rômulo, Eduardo Costa (Fellipe Bastos – 28’/1ºT), Bernardo (Enrico – 33’/2ºT) e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro (Elton – 43’/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes.

março 31, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Fluminense e Vasco não saem do zero no Engenhão

Recuado, tricolor viu Eder Luis perder a chance da vitória no segundo tempo. Ricardo Berna foi destaque

O jato do Fluzão e o trem-bala da Colina pareciam estar sem combustível neste domingo, no Engenhão e, sem grandes oportunidades, o clássico não saiu do zero. A equipe de São Januário foi melhor, mas não conseguiu converter as oportunidades em gol. Recuado, o tricolor teve em Ricardo Berna seu melhor jogador e, com um ponto a mais, permanece fora da zona de classificação para as semifinais.

Em clássico fraco, Vasco e Flu não saem do zero. Veja os lances!

Ficou evidente após a partida a dependência do Flu em relação a Conca. Apagado, o argentino pouco foi notado, assim como o sonolento setor de criação tricolor. No Vasco, Eder Luis desperdiçou a melhor chance da partida no segundo tempo.

Vasco é melhor e Berna faz grandes defesas

O jogo no Engenhão começou com o Vasco pressionando. O Fluminense, porém, animado com a presença da torcida após a vitória pela Copa Santander Libertadores no meio da semana, logo cresceu e se impôs mais nos 20 minutos iniciais, com destaque para um perigoso chute de Conca aos dez e gol perdido por Fred após desvio de Gum em cobrança de escanteio aos 19.

Mas na metade final da etapa, a defesa tricolor se destacou. E quando os zagueiros chamam a atenção, é sinal de que o ataque adversário está incomodando. E foi isso que aconteceu. Comandado por Bernardo e Eder Luis, o Gigante da Colina foi para cima.

O jovem, ex-Cruzeiro, exigiu duas boas defesa de Ricardo Berna: uma em cobrança de falta e outra em chute da entrada da área, no qual o camisa 1 tricolor mostrou todo seu reflexo, voando no ângulo.

Mas quem chegou mais perto de marcar foi Eder Luis. Após contra-ataque aos 37, o camisa 7 arriscou de fora e a bola explodiu no travessão, arrancando o grito de quase da torcida vascaína.

As duas equipes foram para os vestiários com o placar ainda zerado.

Eder Luis perde grande chance e placar não sai do zero

O panorama final da primeira etapa se repetiu na segunda. Melhor após o intervalo, o Vasco continuava pressionando. Ao contrário dos 45 minutos iniciais, porém, Bernardo voltou apagado e abriu espaço para a estreia de Alecsandro. O centroavante teve seu primeiro contato com a torcida vascaína à partir dos 15 minutos.

No Flu, Deco voltou no lugar de Souza, mas a falta de criatividade não mudou, já que Conca estava mal e a dependência do bom futebol do argentino é evidente.

Com o jogo focado no lado direito, mais precisamente em Diego Souza, o Vasco continuava assustando. Aos 12, polêmica. Eder Luis recebeu de Felipe dentro da área, Digão furou e, na volta, sua perna derrubou Eder Luis. O lance gerou muita reclamação por parte dos cruz-matinos, mas o juiz Rodrigo Pereira mandou seguir.

Eder Luis voltou a ser protagonista aos 24. Com o Fluminense muito recuado, o lateral-esquerdo Márcio Careca colocou Eder Luis cara a cara com Ricardo Berna. O atacante perdeu a melhor chance da partida, chutando cruzado para fora.

Os treinadores foram aos poucos queimando suas substituições. Apesar da boa movimentação do ataque, Ricardo Gomes optou pela saída de Eder Luis e colocou Leandro. No Tricolor, Emerson deu lugar a Araújo.

Sem Felipe, que deixou o campo para a entrada de Jéferson, o Vasco perdeu em qualidade de passe e ganhou em marcação, o que não era importante já que o Flu pouco atacava.

As únicas finalizações tricolores na segunda etapa se dram após os 30 minutos. Uma com Deco, que Fernando Prass desviou bem para escanteio, outra de Conca, que, de frente para o gol após jogada rápida, chutou por cima e a última e mais perigosa de Júlio César, que exigiu boa defesa de Prass aos 44.

Apesar de melhor, o Vasco não concretizou em gol sua superioridade. Recuado, o Flu pouco chutou. E assim terminou o clássico, empatado em 0 a 0. Na próxima rodada o Fluminense visita o Volta Redonda, sábado e o Vasco recebe o Bangu, domingo.

FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE 0 X 0 VASCO

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 27/3/2011 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia (RJ) e Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ)
Renda/Público: R$ 631.665 / 22.945 pagantes
Cartões amarelos: Conca, Diguinho (FLU); Diego Souza, Eduardo Costa, Alecsandro (VAS)

FLUMINENSE: Ricardo Berna; Mariano, Gum, Digão (Edinho, 26’/2ºT) e Júlio César; Valencia, Diguinho, Souza (Deco, intervalo) e Conca; Emerson (Araújo, 31’/2]T) e Fred. Técnico: Enderson Moreira.

VASCO: Fernando Prass, Allan, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca; Rômulo, Eduardo Costa, Felipe (Jéferson, 27’/2ºT) e Bernardo (Alecsandro, 15’/2ºT); Diego Souza e Eder Luis (Leandro, 30’/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes

março 28, 2011 Posted by | Fluminense, Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Vasco bate Sporting e é o primeiro campeão mundial de futebol de areia


Com apoio da torcida e diante do presidente Roberto Dinamite, o time cruz-maltino vence a final na manhã deste sábado por 4 a 2, de virada

Sol, torcida apoiando, o presidente do clube, Roberto Dinamite, prestigiando. Num cenário perfeito, o Vasco conquistou o título do I Mundialito de Clubes de Futebol de Areia ao bater o Sporting por 4 a 2, na final disputada na arena montada na Represa de Guarapiranga, em São Paulo.
– Diziam que éramos favoritos, mas não começamos bem o campeonato. Fomos subindo de produção nas fases finais até conquistarmos o título contra o Sporting, que é uma grande equipe – analisou Betinho.
Mas o início foi complicado para o time da Colina. Com apenas 27 segundos de bola rolando, Leghissa cobrou falta do campo de defesa e Fernando DDI desviou: 1 a 0 Sporting. O gol deixou os jogadores do Vasco nervosos, Jorginho reclamou e levou cartão amarelo.
Mas aos poucos o time cruz-maltino colocou a cabeça no lugar e chegou à virada ainda no primeiro tempo. A quatro minutos do fim da etapa, Bruno Xavier empatou batendo no ângulo. Rafinha, pegando rebote do goleiro Paulo Graça a pouco mais de dois minutos do encerramento, fez o segundo.

Betinho disputa a bola com Belchior durante a decisão do Mundialito (Foto: Deco Pires / Divulgação)
O forte calor na manhã deste sábado em São Paulo fez com que os jogadores se poupassem. Poucas chances de gol foram criadas nos 12 minutos do segundo tempo e o placar de 2 a 1 para o Vasco não foi alterado.
No terceiro tempo, o Vasco sacramentou a vitória. Faltando 8m30s, Rafinha levantou para o uruguaio Pampero, de cabeça, encobrir o goleiro Graça e fazer um bonito gol. Um minuto depois, numa falta na entrada da área, Belchior diminuiu para o Sporting: 3 a 2.
Confiante na vitória, a torcida do Vasco começou a gritar olé a cinco minutos do fim da partida. Restando 1m45s, Belchior assustou ao acertar a trave do goleiro Salgueiro, mas no ataque seguinte Jorginho deixou Betinho na cara do gol para marcar o quarto e escrever o nome do Vasco na história como o primeiro campeão mundial de futebol de areia.
Pampero é eleito o craque do Mundialito
Após a final, a organização entregou os prêmios individuais da competição: o potiguar André (Flamengo) foi o ‘Artilheiro’ com 15 gols, o português Graça, do Sporting, recebeu o troféu de ‘Melhor Goleiro’ e o uruguaio Pampero, do Vasco, foi eleito o ‘Melhor Jogador’ do campeonato.

março 26, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

TREM-BALA DA COLINA PASSA POR CIMA DO BOTAFOGO


Diego Souza estreia com gol, e Vasco vence Botafogo

Na estreia de Diego Souza, o Vasco venceu o Botafogo por 2 a 0, e chegou à liderança do Grupo A da Taça Rio. O próprio Diego Souza e Eder Luis foram os autores dos gols, que só saíram no segundo tempo. O Vasco tem agora nove pontos, mesma pontuação do Boavista. No entanto, o Cruz-Maltino leva vantagem no número de gols marcados.

O JOGO
O primeiro lance de perigo dos vascaínos aconteceu aos dois minutos: Felipe cobrou falta da direita, Jéfferson saiu mal do gol, e Eder Luis cabeceou para fora. Pouco depois, o Vasco esteve perto de marcar: Bernardo deu um lindo passe em profundidade para Eder Luis, que chutou, mas Jéfferson fechou bem o ângulo e defendeu.

Na jogada seguinte, foi a vez do Botafogo assustar: o volante Arévalo Rios chutou de longe, e a bola passou perto a trave esquerda de Fernando Prass. O Vasco voltou a criar uma oportunidade aos 22 minutos, quando Eduardo Costa chutou torto, e Diego Souza se atirou na bola para desviar, mas a bola passou à direita da trave.

Ainda no primeiro tempo, o goleiro alvinegro teve que trabalhar. Jéfferson apareceu bem em pelo menos duas oportunidades. A primeira foi aos 34, quando o vascaíno Jéferson tocou para Eder Luis, que tocou com categoria, mas o arqueiro do Botafogo fez ótima defesa. Depois, Bernardo cobrou escanteio da esquerda, Anderson Martins desviou de cabeça na primeira trave, mas novamente Jéfferson defendeu no reflexo. No rebote, Dedé quase completou para o gol, mas Arévalo cortou na hora certa.

Aos 37, o Bota teve um gol anulado. Abreu cabeceou para dentro da grande área, Herrera recebeu na frente e tocou na saída de Fernando Prass. No entanto, o assistente Jackson Lourenço dos Santos marcou impedimento. No finzinho da primeira etapa, os vascaínos reclamaram de pênalti sobre Eder Luis, em jogada com Márcio Rosário. A infração não foi marcada, e o vascaíno saiu de campo, no intervalo, reclamando da rispidez do árbitro assistente, quando cobrado pela jogada.

VASCO MELHORA E MARCA
A segunda etapa começou morna, com os dois times arriscando pouco. O Botafogo tentava em chutes de fora da área, com Lucas e Somália. Fernando Prass apareceu bem nas duas ocasiões. Com a mesma ideia, o vascaíno Bernardo também chutou de média distância, mas Jéfferson defendeu com tranquilidade.

O Vasco era a equipe mais perigosa nos primeiros minutos, e conseguiu chegar ao gol aos 14 minutos. Bernardo, ainda no campo
de defesa, lançou para Diego Souza. O estreante ganhou de João Filipe e Márcio Rosário, driblou o goleiro Jéfferson e tocou para as redes, para fazer seu primeiro gol com a camisa vascaína.

A partir daí, o Botafogo não conseguiu mais produzir como antes. Rodrigo Mancha e João Filipe levaram amarelos em sequência. E o Vasco se aproveitou disso: aos 25, Bernardo cobrou escanteio da direita e, após um desvio, Eder Luis emendou de meia-bicicleta, fazendo um golaço. Na comemoração, os jogadores fizeram o ‘trenzinho’, simbolizando o ‘Trem-Bala da Colina’.

O resultado só não foi mais dilatado porque Jéfferson voltou a intervir bem, em uma finalização de Diego Souza, que bateu cruzado para boa defesa do goleiro. Minutos mais tarde, o Botafogo perdeu o técnico Joel Santana, que já vinha sendo hostilizado pela torcida. Ele foi expulso pelo árbitro Péricles Bassols, atitude que foi aplaudida pela torcida.

Em campo, Somália ainda perdeu uma boa chance aos 40 minutos. Pelo lado do Vasco, Felipe saiu na cara de Jéfferson, mas bateu em cima do goleiro. Mesmo assim, a vitória e a festa já eram do Vasco. O ‘Trem-Bala da Colina’ parece ter entrado nos trilhos.

FICHA TÉCNICA
VASCO 2X0 BOTAFOGO
Data/horário: 20/3/2011 – 18h30min
Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Renda e público: R$ 724.360,00 / 26.520 pagantes
Árbitro: Péricles Bassols Cortez (RJ)

Vasco: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Eduardo Costa, Rômulo, Felipe e Diego Souza; Bernardo e Eder Luis (Leandro, 29’/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes.
Botafogo: Jéfferson; Lucas (Caio, 16’/2ºT), João Filipe, Márcio Rosário e Marcio Azevedo (Marcelo Mattos, 16’/2ºT); Rodrigo Mancha, Arévalo, Somália e Everton (Alex, 29’/2ºT); Abreu e Herrera. Técnico: Joel Santana.

Gols:
Diego Souza (14’/2ºT) (1-0), Eder Luis (25’/2ºT) (2-0)

Cartões amarelos:
Vasco – Eduardo Costa, Diego Souza, Bernardo, Ramon e Leandro.
Botafogo – Abreu, Rodrigo Mancha, Everton, João Filipe e Herrera.

março 20, 2011 Posted by | Botafogo, Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Bernardo faz três e garante vitória do Vasco sobre o Madureira: 4 a 2


No ensaio para os clássicos que virão, time cruz-maltino passa alguns sufocos mas, no fim, supera o Tricolor suburbano

Foi com dificuldade e emoção, mas o Vasco venceu o Madureira por 4 a 2 neste domingo, no estádio Raulino Oliveira, em Volta Redonda, e garantiu uma semana de tranquilidade para se preparar para o clássico com o Botafogo, na próxima rodada. O grande nome da partida foi o meia Bernardo, que fez três gols (o que lhe dá direito a pedir uma música no programa “Fantástico”, no quadro dos gols da rodada) e distribuiu dribles e boas jogadas. Fellipe Bastos completou o placar. Os gols do Tricolor suburbano foram marcados por Rodrigo e Adriano Magrão.
Com o resultado, o Vasco chega a seis pontos e sobre para a segunda posição no Grupo A da Taça Rio, empatado em pontos com o Boavista, mas levando a melhor em número de gols marcados. O Madura mantém os três pontos e está em quinto lugar no Grupo B.
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Confira a classificação da Taça Rio
No próximo domingo, às 18h30m (de Brasília), no Engenhão, o Vasco enfrenta o Botafogo. O Madureira, às 16h, vai até Campos encarar o Americano.
Bernardo coloca o Vasco na frente
Com seus apoiadores Felipe e Bernardo inspirados, o Vasco iniciou a partida com amplo domínio do jogo. Conseguiu até marcar o gol logo no início da partida, mas o árbitro anulou de forma errada. Felipe deu ótimo passe para Elton, que, em posição legal pelo lado esquerdo, acertou o cantinho do goleiro Anísio. Velozes e perigosos nos contra-ataques, os vascaínos chegaram perto de abrir o placar logo depois, com Éder Luis. O camisa 7 recebeu um bola primorosa de Bernardo e chutou firme. O goleiro se esticou para fazer a defesa e colocar para escanteio.
Depois de um início promissor, o Vasco não conseguiu manter o ritmo e passou a levar alguns sustos. Primeiro, Ramon cochilou na hora de dominar a bola e permitiu que Adriano Magrão finalizasse de primeira. Fernando Prass fez boa defesa. Depois, Michel passou por Dedé como quis, invadiu a área, mas chutou desequilibrado e não acertou o alvo.
Refeito dos sustos, o time, enfim, conseguiu diminuir a angústia dos torcedores. Aos 39 minutos, Bernardo tabelou com Felipe dentro da área e mandou uma bomba cruzada: 1 a 0. Antes do fim do primeiro tempo, os vascaínos que foram ao Estádio da Cidadania quase testemunharam um golaço de Romulo. O volante arrancou driblando pelo meio de campo e, da entrada da área, arriscou o chute. A bola passou raspando a trave direita do goleiro Anísio.
Vasco leva susto, mas Bernardo resolve
A segunda etapa começou com as equipes se alternando no ataque. O Madureira chegou com muito perigo em jogada de Valdir, que tabelou com Baiano e ficou em boas condições de marcar. A bola, no entanto, passou rente à trave direita de Fernando Prass. Na resposta cruz-maltina, Eder Luis recebeu um presente da defesa, de cara para o gol. O camisa 7, porém, fez um corte a mais em cima da zaga e chutou sobre a marcação. Pouco depois, aos dez minutos, o susto foi para os vascaínos. Valdir bateu cruzado, e Fagner tirou quase em cima da linha do gol afastando o perigo.
Um dos destaques do Vasco, Bernardo levantou a torcida com uma linda jogada. No meio de campo, o meia deu um balãozinho no marcador e arrancou. Perto do bico esquerdo da área, arriscou o chute, mas a bola passou à direita. O Madureira foi mais eficiente. O Tricolor suburbano se aproveitou do jogo aberto e, aos 18 minutos, empatou a partida. Rodrigo recebeu pelo lado esquerdo da área e chutou colocado no canto de Fernando Prass, que se esticou, mas não chegou na bola.
Adriano Magrão ainda teve a chance, de frente para o gol, de colocar o Madureira na frente. Fernando Prass, no entanto, salvou nos pés do atacante. Melhor para o Vasco, que tinha Bernardo. Aos 22 minutos, Felipe lançou o meia, que equilibrou o corpo e bateu colocado no canto esquerdo do goleiro adversário: 2 a 1 e alívio nas arquibancadas.
Ainda havia muita emoção reservada. Aos 37 minutos, Valdir cruzou na medida para Adriano Magrão, que venceu Fernando Prass e deixou o placar em igualdade. Quando tudo apontava que o jogo acabaria em igualdade, Bernardo aprontou mais uma das suas. Aos 42 minutos, ele aproveitou bola levantada na área por Romulo e fez seu terceiro: 3 a 2.
Ainda havia tempo para o Vasco ampliar. Aos 45 minutos, Fellipe Bastos, que havia entrado um minuto antes, recebeu bom passe de Eder Luis e chutou para a rede: 4 a 2. Êxtase na torcida vascaína, que passou a exaltar os jogadores, especialmente Bernardo.
Outros jogos
No estádio Giulitte Coutinho, em Mesquita, o Bangu derrotou o América por 3 a 1, com dois gols de Tiano e um de Somália para o Alvirrubro. Bruno Reis descontou. No Marrentão, Duque de Caxias e Volta Redonda empataram sem gols. O Nova Iguaçu passou pelo Macaé com um gol de Marcos Vinícius, no Moacyrzão.
MADUREIRA 2 X 4 VASCO
Anísio; Valdir, Gomes, Luiz Otávio e Zeca; Vinícius, Caio Cézar (Obina), Rodrigo (Tjiago Soares) e Michel (Abedi); Baiano e Adriano Magrão. Fernando Prass; Fagner, Cesinha, Dedé e Ramon; Eduardo Costa, Romulo, Felipe (Jeferson) e Bernardo (Fellipe Bastos); Eder Luis e Elton (Leandro).
Técnico: Antonio Carlos Roy Técnico: Ricardo Gomes
Gols: Bernardo, aos 39 minutos do primeiro tempo; Rodrigo, aos 18, Bernardo, aos 22 e 42, Adriano, aos 37, e Fellipe Bastos, aos 45 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Gomes, Baiano, Luiz Otávio (Madureira); Cesinha, Fagner (Vasco)
Estádio: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ; Data: 13/03/2011. Árbitro:Wagner do Nascimento Magalhães. Auxiliares: Luiz Cláudio Regazone e Diogo Carvalho Silva. Público: 3.857 pagantes. Renda: R$ 72.320

março 13, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Vasco cura a ‘ressaca’ e vence o Duque de Caxias em São Januário


Depois de perder para o Macaé na última rodada, time retoma clima de paz com a torcida, que vibra: ‘Uh, vai para cima, é o Trem Bala da Colina’

A Quarta-Feira de Cinzas serviu para o Vasco curar a ressaca deixada pela derrota por 3 a 1 na sexta, contra o Macaé. A equipe fez 4 a 2 sobre o Duque de Caxias, em São Januário, e retomou o clima de paz com sua torcida. Apesar do time ter sofrido dois gols após abrir uma vantagem de três na etapa inicial, os vascaínos ficaram satisfeitos com o desempenho da equipe e gritaram “Uh, vai para cima, é o Trem Bala da Colina”. Os gols foram marcados por Felipe, Anderson Martins, Bernardo e Dedé. Somália e Ari descontaram para o visitante.
Com o resultado, o Vasco somou seus primeiros três pontos na Taça Rio e está em terceiro lugar no Grupo A. Já a equipe da Baixada Fluminense segue com um ponto, na penúltima posição do Grupo B. O próximo compromisso vascaíno será no domingo, às 16h (de Brasília), no Estádio da Cidadania, em Volta Redonda, contra o Madureira. No mesmo horário, o Duque encara o Voltaço no Los Larios (Xerém).
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Confira a classificação completa da Taça Rio
A vitória contra o Duque de Caxias marcou a estreia no Vasco do atacante Leandro, que entrou na segunda etapa na vaga de Eder Luis.
Vasco abre três de vantagem na primeira etapa
A promoção de ingressos feita pela diretoria vascaína para a partida desta quarta teve um bom resultado. Quase dez mil pessoas foram a São Januário. Em campo, o time iniciou o jogo no ritmo dos torcedores, que não se intimidaram com chuva insistente na Colina e gritaram forte na arquibancada. Aguerrido e veloz, o Vasco foi para cima desde o apito inicial. As peças novas do time, Elton e Bernardo, aparentavam bom entrosamento com o restante da equipe. Não demorou para a superioridade cruzmaltina em campo fazer efeito. Aos nove minutos, após boa jogada de Fagner, Felipe levou a melhor na dividida contra os marcadores dentro da área e, de perna direita, chutou no cantinho para colocar o 1 a 0 no placar.
Felipe comemora o primeiro gol do Vasco na vitória sobre o Duque de Caxias (Foto: FOTOCOM.NET)
Pelas pontas, o Vasco seguia perigoso, principalmente nos contra-ataques puxados por Eder Luis. Elton, em seu primeiro jogo como titular após o retorno ao clube, esteve perto de marcar. Em uma delas, Eder levou até a linha de fundo e rolou para o centroavante, que, de perna direita, pegou de primeira. A bola foi na rede pelo lado de fora após desvio na defesa. O Duque de Caxias pouco ameaçava. Geovane Maranhão, ex-Vasco, era quem mais incomodava.
O Gigante da Colina seguiu incisivo e ampliou aos 36 minutos. Bernardo cruzou da esquerda, Anderson Martins se antecipou ao marcador e, de costas, desviou de cabeça para o fundo do gol. Na comemoração, o zagueiro cruzou todo o campo e foi vibrar com o técnico Ricardo Gomes e os reservas. O que já estava bom, ficou ainda melhor antes mesmo do intervalo.
Aos 44 minutos, Bernardo foi derrubado dentro da área e o árbitro assinalou a penalidade. Na cobrança, o próprio Bernardo mostrou personalidade e cobrou com força para fazer 3 a 0. Os jogadores vascaínos foram para o vestiário ao som de “Uh, vai pra cima, é o Trem Bala da Colina”.
Duque reage, mas Dedé confirma vitória vascaína
O Vasco começou a segunda etapa com uma jogada de Caíque, que entrara no lugar de Bernardo, que quase resultou no quarto gol. Mas quem marcou foi o Duque de Caxias. Aos cinco minutos, após bola levantada na área, Somália subiu na segunda trave e desviou para o gol: 3 a 1. Os donos da casa, no entanto, não se abalaram. Dedé, no lance seguinte, de cabeça, colocou a bola na rede. O zagueiro, entretanto, estava em impedimento, e o lance foi anulado.
As coisas começaram a ficar mais nebulosas para o Vasco a partir da expulsão de Anderson Martins, aos 23 minutos, depois de receber o segundo cartão amarelo. Pouco depois, o Duque de Caxias conseguiu marcar o segundo e deixou os cruzmaltinos preocupados. Ari, que pertence ao Vasco, recebeu bom passe e venceu Fernando Prass: 3 a 2.
Coube ao jogador que é exaltado pela torcida como “o melhor zagueiro do Brasil” devolver a tranquilidade para os vascaínos. Aos 33, Felipe foi derrubado na entrada da área. Na cobrança, Dedé cobrou no cantinho direito do goleiro Fernando e marcou: 4 a 2. Até o apito final do árbitro, o Duque de Caxias tentou fazer pressão para tentar encostar novamente, mas o Vasco conseguiu segurar a pressão e saiu de campo com os três pontos. E novamente em paz com a torcida.
VASCO 4 X 2 DUQUE DE CAXIAS
Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca; Eduardo Costa, Romulo, Felipe e Bernardo (Caíque); Eder Luis (Leandro) e Elton (Cesinha). Fernando; Ari, Fábio Braz, Marlon e Hamilton; Antônio, Lenon (Felipe Canavan), Juninho e Edson Di (Gilcimar); Geovane Maranhão (John) e Somália.
Técnico: Ricardo Gomes. Técnico: Waldemar Lemos.
Gols: Felipe, aos nove, Anderson Martins, aos 36, e Bernardo, aos 44 minutos do primeiro tempo;
Cartões amarelos: Elton, Anderson Martins, Felipe, Fagner (Vasco); Lenon, Fernando, Marlon, Ari, Hamilton (Duque de Caxias). Cartão vermelho: Anderson Martins (Vasco)
Estádio: São Januário, no Rio de Janeiro. Data: 09/03/2011. Árbitro: Eduardo Cordeiro Guimarães. Auxiliares: Wedel de Paiva Gouveia e Sérgio Waldman. Público: 8.008 pagantes (9.582 presentes). Renda: R$ 70.775,00

março 10, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Vasco dá vexame e perde na estreia na Taça Rio

Cruz-maltinos mostram os mesmos erros cometidos no primeiro turno e são derrotados pelo Macaé fora de casa

Estreia na Taça Rio e a esperança de uma campanha diferente da que foi realizada na Taça Guanabara após os últimos bons resultados. No entanto, o filme foi o mesmo. Derrota para uma equipe pequena, desorganização e descontrole emocional. Aquilo tudo que os torcedores já viram no primeiro turno.

Como um filme de terror repetido, em um final mais uma vez trágico, o Vasco foi derrotado por 3 a 1 pelo Macaé, no Claudio Moacyr. Esta foi a primeira vitória do time da Região dos Lagos jogando em casa contra uma equipe grande.

Macaé vence o Vasco na estreia da Taça Rio

O JOGO

Logo no início, o Macaé já fazia jogo duro, e assustava em bom chute do lateral-esquerdo veterano Bill, de fora da área em que Fernando Prass fez boa defesa. Fagner responde na mesma moeda, em finalização que quase surpreendeu o goleiro Lugão. Aos 12 minutos, Ramon fez grande jogada, aplicando uma caneta em Marcos Tamandaré, mas ao invés de cruzar, bateu de perna direita para fora. Fellipe Bastos também daria um susto no goleiro do Macaé em chute forte, através de cobrança de falta. Aos 23, o mesmo Fellipe Bastos levanta na área e Marcel desvia de cabeça, para a grande defesa de Lugão. No rebolte Felipe bate forte, mas vai para fora.
Entretanto, o Macaé jogava de igual para igual com a equipe cruz-maltina. Em cobrança de escanteio, Dedé alivia, e no rebote, na entrada da área, André Gomes bate forte, mas Fernando Prass, muito bem posicionado, defende. Em seguida, Marcos Tamandaré tem gol anulado. De fato, Siston acabou tocando na bola, deixando o lateral-direito do impedido. Mas, aos 30 minutos, Bill coloca a bola na cabeça de Luís Mário, que cabeceia sem chances para Prass. Bela finalização e 1 a 0 Macaé.

GOL DO MACAÉ ASSUSTA O VASCO

O gol assustou o Vasco, que pareceu ter lembrado dos tropeços da Taça Guanabara contra as equipes pequenas. Com isso, Siston, ex-Vasco aumentou, em chute por cobertura. Mais um belo gol. O Gigante da Colina iria para o vestiário incomodado e deixando a torcida temerosa e desconfiada com o resultado adverso.

Em desvantagem, o técnico cruz-maltino Ricardo Gomes resolveu fazer duas substituições. Bernardo e Elton entraram nos lugares de Jéferson e Marcel, respectivamente. Em pouco tempo, Bernardo já tinha feito mais que o apático Jéferson. O apoiador chutou de longe, mas bem colocado, Lugão fez a defesa. Logo após, Eder Luis faz boa jogada em velocidade e dá bom passe para Elton. O atacante pega de primeira e solta uma bomba, na gaveta, sem chances para Lugão. 2 a 1.

RAMON FREIA REAÇÃO COM EXPULSÃO INFANTIL

Quando parecia que o Vasco iria com tudo para cima do Macaé, o lateral-esquerdo Ramon colocou tudo a perder. Descontrolado, exagerou na marcação em Luís Mário, o empurrou e ainda deixou a perna no atacante do time da casa. No momento, em que seu time mais precisava, o camisa 33 acabou atrapalhando e mostrando total descontrole emocional.

Todavia, o Vasco não desistiu e foi à frente. Bernardo comandava o meio campo e quase fez gol após boa jogada individual. Logo depois, ele de novo enfiou linda bola para Eder Luis, que cortou o zagueiro e bateu de canhota. A bola passou pertinho, à esquerda do gol de Lugão, não entrando caprichosamente.

Não restava outra opção à equipe vascaína. Precisava continuar no campo de ataque. E mesmo com um a menos e com a forte chuva que castigava o gramado do Moacyrzão naquele momento, a equipe avançou. Bernardo e Eder Luis comandavam as ações, mas de forma desorganizada, na base da vontade. Aos 41 minutos, Fagner chuta rasteiro. A bola tira tinta da trave e sai à esquerda do gol de Lugão.

Desdenfreadamente ofensivo, a equipe de Ricardo Gomes acabou dando espaços ao Macaé, que jogava com um a mais. Mesmo assim, quando parecia que os vascaínos conseguiriam o empate na base da raça, foi o Macaé que acabou fechando o caixão. Em boa arrancada, o veterano Bill colocou a bola por cobertura, com muita categoria, sem chances para Prass. Um golaço, que deu números finais ao jogo. O Vasco começa a Taça Rio igualzinho como iniciou a Taça Guanabara: envergonhando a torcida. Só que agora, na véspera do carnaval.

FICHA TÉCNICA:
MACAÉ 3 X 1 VASCO

Estádio: Cláudio Moacyr, em Macaé (RJ)
Data/hora: 4/3/2011 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (RJ)
Auxiliares: Lilian da Silva Fernandes Bruno (RJ) e Eduardo de Souza Couto (RJ)
Cartões amarelos: Dedé, Fagner, Fernando Prass (VAS); Marcos Tamandaré, André Gomes, Siston, Lugão, Ciro (MAC)
Cartões vermelhos: Ramon (VAS)
Gols: Luís Mário (30’/1°T), Siston (39’/1°T)

MACAÉ: Lugão, Marcos Tamandaré, Eduardo Luiz, Ciro e Bill; Gedeil, Osmar, André Gomes e Siston (Romário); Luis Mário e Marcelo. Técnico: Marcelo Buarque.

VASCO: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Fellipe Bastos, Rômulo, Felipe (Márcio Careca) e Jéferson (Bernardo); Eder Luis e Marcel (Elton). Técnico: Ricardo Gomes.

março 5, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Oficial! Diego Souza assina pelos próximos quatro anos


Meia, que chegou ao Rio na terça, fechou contrato com o Vasco na tarde desta quarta-feira e já vestiu a camisa

Fim da novela. O meia Diego Souza é do Vasco pelos próximos quatro anos. O presidente Roberto Dinamite postou em seu Twitter, na tarde desta quarta-feira, a confirmação da contratação do jogador, que já assinou contrato e vestiu a camisa do Cruz-Maltino. Ele será apresentado em São Januário às 17h desta quinta.

– A expectativa é muito boa. Estou bastante feliz em vestir a camisa do Vasco, um time de muita tradição no nosso país. Venho para junto com os meus companheiros na busca por títulos – disse ao site oficial.

Os direitos do meia foram totalmente adquiridos pela Traffic, que já era dona de uma porcentagem, por pouco mais de R$ 1 milhão junto ao Galo. A empresa também participou da chegada do argentino Chaparro.

Diego Souza chegou ao Rio de Janeiro na noite de terça-feira e economizou nas palavras, afinal, a negociação ainda não estava concretizada. Ele se limitou a dizer que queria voltar a jogar.

O meia espera resgatar na Colina o futebol que jogou no Palmeiras em 2008 e 2009 e foi esquecido no Atlético-MG em 2010.

março 2, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Vasco em novo massacre: 6 a 1 no Comercial-MS


Com grande atuação do setor ofensivo, Cruz-Maltino elimina jogo de volta e espanta de vez a desconfiança da torcida


Massacre 2, o retorno! Após golear o America em 9 a 0 pela última rodada da Taça Guanabara, o Vasco não tirou o pé do acelerador e aplicou mais uma chuva da gols na noite desta quarta-feira. A vítima da vez foi o Comercial-MS, pela Copa do Brasil, fora de casa. Com a vitória, por 6 a 1, o Gigante da Colina ganha o direito de não ter de disputar o jogo de volta no Rio de Janeiro.

Em primeiro tempo avassalador, Vasco não toma conhecimento

O Cruz-Maltino começou o jogo com tudo. Logo aos quatro minutos, Eder Luis foi derrubado na entrada da área e Fellipe Bastos não perdoou. Ele bateu forte por baixo e abriu o placar.

A falta de ritmo de jogo do adversário, que fez sua primeira partida oficial na temporada, era evidente. E o Vasco fez questão de aproveitar. Quando o relógio marcava 16 minutos a zaga do Comercial-MS bobeou, Marcel roubou a bola dentro da área e foi derrubado em seguida por Andrezão. O juiz não titubeou e apontou a marca de pênalti que o próprio camisa 9 bateu, deslocando o goleiro e ampliando no marcador.

Dominando a partida, o Vasco teve em Felipe seu principal comandante. As tabelas com Jéferson eram constantes e em uma delas, o camisa 11 encontrou Ramon na corrida dentro da área. O lateral-esquerdo, comprovando sua subida de produção após a chegada de Ricardo Gomes cruzou na cabeça de Marcel, que marcou mais um aos 24, virando o artilheiro da noite.

Soberano nos 45 minutos iniciais, o time carioca ainda encontrou tempo para fazer mais um. Próximo do intervalo, aos 45, Felipe deu passe milimétrico, daqueles que o torcedor vibra mais do que nos gols, para Jéferson, que só teve o trabalho de tirar do goleiro: 4 a 0 e fim da primeira etapa.

No segundo tempo, Cruz-Maltino apenas completa a goleada

No segundo tempo, repetindo a goleada contra o America, o Vasco não diminuiu o ritmo. Logo aos 12 minutos, Eder Luis, finalmente, recebeu lançamento de Dedé, arrancou e esperou a hora certa para tocar entre as pernas do goleiro, marcando seu primeiro gol na temporada e fazendo o famoso gesto de espantar a má fase.

Seis minutos depois, a primeira e única falha do sistema defensivo do Cruz-Maltino durante os 90 minutos. A bola sobrou para o atacante Anderson que, cara a cara com Prass, passou pelo goleiro e foi derrubado. O juiz marcou o segundo pênalti do jogo e os donos da casa puderam festejar um golzinho.

Mas não pensem que o Vasco desanimou. E para consertar um erro, nada melhor que um gol. Três minutos depois do gol adversário, o Vasco tratou de marcar mais um. Após mais um cruzamento de Ramon, um dos melhores em campo, Rômulo apareceu entre os zagueiros e marcou, de cabeça, seu terceiro gol na temporada.

Com o placar elástico, o técnico Ricardo Gomes optou por poupar alguns jogadores e dar ritmo de jogo a outros. O comandante promoveu a estreia do meia Bernardo, que entrou no lugar de Felipe no meio da segunda etapa. Ainda saíram de campo Fellipe Bastos e Ramon para as entradas de Eduardo Costa e Márcio Careca.

Graças ao forte calor, o Vasco se limitou a apenas tocar a bola após os 30 minutos no intuito de administrar o placar e poupar seus jogadores.

A chegada do técnico Ricardo Gomes parece mesmo ter melhorado o ambiente em São Januário. O time já marcou 18 gols em apenas três jogos, sofrendo apenas um. Será que esse filme se tornará uma trilogia? Agora empolgada, a torcida do Vasco promete lotar os cinemas.

FICHA TÉCNICA
COMERCIAL-MS 1 X 6 VASCO

Local: Estádio Morenão, Campo Grande (MS)
Data/Hora: 24/2/2011 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Antônio Denival de Morais (PR)
Auxiliares: Rafael Trombeta (PR) e Pedro Martinelli Christino (PR)
Cartões Amarelos: Kanu (COM); Fagner e Eduardo Costa (VAS)

GOLS: Fellipe Bastos, 4’/1ºT (0-1); Marcel, 16’/1ºT (0-2); Marcel, 24’/1ºT (0-3); Jéferson, 45’/1ºT (0-4); Eder Luis, 12’/2ºT (0-5); Anderson, 18’/2ºT (1-5); Rômulo, 21’/2ºT (1-6)

COMERCIAL-MS: Rodolfo, Robinho, Canu, Andrezão, Cláudio, Amaral, Oliveira (Sérgio, intervalo), Vagner (Julio César, intervalo), Thiago Martins, Nené e Anderson. Técnico: Amarildo de Carvalho

VASCO: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Ramon (Márcio Careca, 29’/2ºT); Rômulo (Eduardo Costa, 14’/2ºT), Fellipe Bastos, Felipe (Bernardo, 23’/2ºT) e Jéferson; Eder Luis e Marcel. Técnico: Ricardo Gomes.

fevereiro 24, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Vasco goleia o América por 9 a 0 e Felipe ‘vence duelo com a estátua’


Meia, que chegou a ser afastado do time, deixa o campo ovacionado. Gigante da Colina consegue maior vitória no duelo contra o Diabo

O Vasco entrou em campo contra o América sem chance de se classificar para as semifinais da Taça Guanabara, mas nem por isso a partida tinha pouca importância para o time. Depois dos dias turbulentos com o péssimo início de campeonato, a equipe precisava vencer para ter a convicção que está no caminho certo para se recuperar. A goleada por 9 a 0 não só dá essa certeza, como parece ter lavado a alma dos jogadores cruzmaltinos. Um deles, em especial.
Perseguido pela torcida, Felipe era apontado como um dos culpados pelo mau momento do time e chegou a ser afastado da equipe. Mas, ao se machucar ainda no primeiro tempo, deixou o gramado ovacionado. O meia, que disse durante a semana que era mais fácil a estátua de Romário fazer um gol do que ele, deixou sua marca no triunfo vascaíno. Fagner, Marcel, Caíque, Jéferson, Enrico (2) e Ramon (2), fizeram os outros.

Felipe comemora seu gol abraçado com Eder Luis (Foto: FOTOCOM.NET)
Apesar da goleada, a maior na história do confronto entre os times (até este domingo, o recorde era Vasco 8 x 2 América, no dia 14/08/1949), o Vasco está na quinta posição da Taça Guanabara, com sete pontos, enquanto o América está em sétimo, com quatro. Porém, as duas equipes podem perder uma posição, dependendo dos resultados deste domingo.
Com o fim da Taça Guanabara para as duas equipes, ambas só voltam a disputar uma partida pelo Campeonato Carioca no dia 5 de março. Pela primeira rodada da Taça Rio, o América encara o Cabofriense e o Vasco pega o Macaé. Antes, porém, o Gigante da Colina tem um compromisso pela Copa do Brasil. No dia 23, a equipe encara o Comercial-MS.
Felipe ‘vence duelo com estátua’ e Vasco começa com tudo
Nos primeiros minutos de jogo, o América partiu para cima do Vasco e deu a impressão que criaria dificuldades ao time cruzmaltino. Mero engano. Bastou o primeiro ataque para o Gigante da Colina se impor em campo e abrir o placar. Fagner puxou contra-ataque pela direita e tocou para Eder Luis. O atacante devolveu para o lateral dentro da área. Mesmo se enrolando para dominar a bola, Fagner conseguiu desferir um chute certeiro.1 a 0 Vasco.
O América tentou dar a resposta. Edson arriscou de longe e a bola passou perto. Felipe Adão chegou a assustar em cobrança de falta. Mas era o Vasco que chegava com mais perigo. Eder Luis, que parece ter voltado aos seus bons tempos, recebeu na esquerda e rolou para Felipe na entrada da área. O meia, que disse durante a semana que era mais fácil a estátua do Romário fazer gol do que ele, encheu o pé e contou com a sorte ao ter seu chute desviado em Bruno para ampliar o marcador. Na comemoração, foi abraçado por todos os companheiros.

Caíque fez o sexto do time (Foto: FOTOCOM.NET)
O Vasco cresceu e o América se intimidou. Voltando ao time após sofrer lesão na mão, Fellipe Bastos chamou a responsabilidade nas cobranças de bola parada de longe. Em uma delas, de quase do meio do campo, o volante mandou uma bomba com a direção certa. Mota fez bonita defesa. No banco, Ricardo Gomes se espantou com o chute. “Ele vai chutar dali mesmo?”, perguntou aos auxiliares, antes da batida
Mota nem teve tempo de comemorar sua boa defesa. Logo em seguida, Ramon sofreu falta perto da área. O próprio lateral bateu com efeito e o goleiro, que pulou para o lado errado, aceitou. Festa dos torcedores do Vasco, que emendaram a comemoração do terceiro com a do quarto gol. Dois minutos após o gol de Ramon, Marcel mandou de cabeça para as redes, após cobrança de escanteio.
Eder Luis continuava a todo vapor e comandava o ataque cruzmaltino. De seus pés, quase saiu o quinto gol, em chute cruzado da entrada da área. Nervoso, o time do América estava atabalhoado em campo. Leandrinho, ao disputar bola com Felipe, acertou o dedo no olho do meia. O jogador cruzmaltino pediu para sair e foi ovacionado pela torcida.
No lugar de Felipe entrou Enrico que, em dois minutos em campo, fez também seu gol. Eder Luis recebeu em velocidade pela direita e cruzou na medida para o meia mandar para as redes e fazer o Vasco sair para o intervalo com a vantagem de cinco gols no placar.

Vasco amplia e Lulinha joga toalha
O América voltou para o segundo tempo com Wellington no lugar de Hugo. Nas palavras de Lulinha, o time alvirrubro tinha que se defender e tentar minimizar o vexame. Do lado cruzmaltino, Ricardo Gomes tirou Eder Luis, que sentiu dores na panturrilha, e colocou Caíque.
Se Eder estava inspirado na armação de jogadas, Caíque já chegou mandando a bola para dentro do gol. Em boa troca de passes com Fagner, o atacante recebeu dentro da área e, livre, bateu para as redes. O Vasco seguiu na pressão e a defesa do América cada vez se via mais perdida. Ronan tentou sair com a bola pelo meio da área e entregou nos pés de Ramon, que bateu rasteiro e fez o sétimo.

No tempo técnico para beber água, aos 20 minutos, Lulinha reclamou com seus jogadores sobre a postura ofensiva deles. O treinador do América mandou que seus atletas não saíssem para o ataque. “Quer fazer gol de honra para quê?”, questionou.

Mas não adiantou. O América voltou a falhar na defesa e Fellipe Bastos aproveitou para dar um passe açucarado para Jeferson no meio da área. O meia não perdeu a oportunidade e fez o oitavo do time. Jeferson quase fez o nono, após mais uma falha da defesa alvirrubra que o deixou livre na entrada da área. O chute, porém, foi para fora.

O Vasco seguiu na pressão e chegou a ter os dois zagueiros ao mesmo tempo no ataque. Dedé e Anderson Martins se aventuraram na frente, mas não conseguiram marcar. Quem fez o nono foi Enrico, que recebeu na esquerda, cortou o zagueiro, e mandou para as redes.
A torcida pediu nas arquibancadas o décimo, mas o árbitro Wagner do Santos Rosa, diante da situação, decidiu não dar acréscimo e encerrou a partida segundos antes dos 45.

AMÉRICA 0 X 9 VASCO
Mota; Edson, Luiz Antônio, Ronan, Bruno Santos; Ives, Rodolpho (Thiago Panelli), Felipe Silva e Leandrinho (Allanzinho); Hugo (Wellington) e Felipe Adão Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Romulo, Fellipe Bastos, Felipe (Enrico) e Jeferson; Eder Luis (Caíque) e Marcel (Patric).
Técnico: Lulinha Técnico: Ricardo Gomes
Gols: Fagner, aos 4, Felipe, aos 18, Ramon, aos 23, Marcel, ao 25 e Enrico, aos 37 do primeiro tempo, para o Vasco. Caíque, aos 5, Ramon aos 18, Jeferson, aos 24, Enrico, aos 44, do segundo tempo para o Vasco.
Cartões amarelos: Bruno (América) e Fellipe Bastos e Ramon (Vasco)
Estádio: Raulino de Oliveira (Volta Redonda). Data: 12/2/2011. Árbitro: Wagner do Santos Rosa. Auxiliares: Alexandre Eller e José Carlos Batista de Arruda

fevereiro 12, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Gomes estreia com pé direito, e Vasco vence a primeira no Carioca


Equipe faz 3 a 0 no Americano e anima a torcida, que chega a gritar ‘O campeão voltou’. Marcel, Dedé e Jeferson marcam em São Januário

A espera terminou. Depois de cinco rodadas de resultados ruins e muito sofrimento, o Vasco fez 3 a 0 no Americano, neste domingo, em São Januário, e conseguiu a primeira vitória no Campeonato Carioca. Estreia com o pé direito para o técnico Ricardo Gomes. Os gols foram marcados por Marcel, Dedé e Jeferson. Os 1171 torcedores que compraram ingresso deixaram o estádio mais animados com o futuro. E gritaram “O campeão voltou”.
Agora, a equipe da Colina tem quatro pontos e está na quinta colocação, sem chance de classificação para a semifinal da Taça Guanabara. O Americano agora é o lanterna com dois pontos.

Ajudado pela pequena ameaça ofensiva do Americano, o Vasco começou bem a partida e foi logo tomando conta do jogo. Com boa movimentação pelos dois lados do campo, o time não demorou a levar perigo para o goleiro adversário. A primeira boa chance aconteceu logo no início do jogo, quando Caíque deu ótimo lançamento para Eder Luis, que, de cara para o gol, finalizou mal e desperdiçou a oportunidade. Fagner, em uma cobrança de falta e em um chute cruzado de fora da área, também assustou.
Dedé comemora o segundo gol do Vasco na vitória sobre o Americano (Foto: VIPCOMM)

O caminho para o Vasco era pelas laterais. Foi assim que Marcel quase marcou após cruzamento de Jeferson pela esquerda. O camisa 9, no entanto, mandou a bola rente à trave direita. O atacante estava em um bom dia. Aos 24 minutos, ele deu uma cabeçada após cruzamento na área e obrigou o goleiro a se virar para fazer a defesa.
Para alívio da pequena torcida vascaína em São Januário, a pressão fez efeito e o gol saiu antes do fim do primeiro tempo. Aos 35 minutos, Ramon cruzou na medida para Marcel, que, sozinho, mandou de cabeça para o fundo da rede: 1 a 0. Na comemoração, o atacante correu para o banco de reservas e deu um abraço no estreante Ricardo Gomes. A torcida gritou o nome de Ramon e fez as pazes com o lateral, que não vinha tendo boas atuações e era alvo de vaias.

Vasco mantém a pegada e amplia com Dedé e Jeferson
Faixa de protesto da torcida em São Januário
(Foto: Fred Huber/Globoesporte.com)
Na volta do vestiário, o técnico Ricardo Gomes colocou Felipe no lugar de Caíque. O camisa 6 estava afastado desde a derrota por 3 a 1 para o Boavista. A alteração não fez cair o ritmo do time, que seguiu dominando amplamente o jogo. E as chances apareceram nos primeiros minutos. Após uma boa triangulação entre Felipe, Eder Luis e Marcel, o camisa 9 chutou de perna esquerda e Jeferson defendeu.
Mas o segundo gol não demoraria muito a sair. Aos oito minutos, Jeferson cobrou escanteio da esquerda na medida para Dedé, que subiu mais do que todos e acertou uma bela cabeçada: 2 a 0. O zagueiro e xodó foi ovacionado pelos torcedores em São Januário. O que estava bom podia ficar ainda melhor para o Vasco, não fosse o azar de Felipe. O meia recebeu lindo passe de Jeferson e ficou de cara para o gol, mas perdeu tempo ao driblar o zagueiro e acertou a trave.
Aos 25 minutos, Eduardo Costa fez falta dentro da área e o árbitro assinalou o pênalti. Felipe cobrou no meio, e Fernando Prass conseguiu fazer a defesa. Aos 34 minutos, o gol para garantir a primeira alegria vascaína no ano. Em um belo chute cruzado de Jeferson dentro da área, o placar foi fechado em 3 a 0.
No próximo domingo, às 17h (de Brasília), na última rodada da fase de classificação, o Vasco vai até Macaé enfrentar o América. No mesmo dia e no mesmo horário, o Americano recebe o Volta Redonda no Godofredo Cruz.
VASCO 3 X 0 AMERICANO
Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins (Fernando) e Ramon; Eduardo Costa, Romulo, Jeferson (Enrico) e Caíque (Felipe); Eder Luis e Marcel. Jeferson; Elson, Carlão, Jeferson Capixaba e Catatau; Flávio Medina, Índio (Guaçuí), Renan, Wellinton (Felipe) e Gustavinho e Diego.
Técnico: Ricardo Gomes Técnico: Toninho Andrade
Gols: Marcel, aos 35 minutos do primeiro tempo; Dedé, aos oito, e Jeferson aos 34 minutos da segunda etapa.
Cartões amarelos: Elson, Guaçuí, Renan (AME), Felipe, Eduardo Costa (VAS)
Data: 06/02/2011. Local: São Januário, Rio de Janeiro. Árbitro: Pathrice Maia. Auxiliares: Ricardo Nogueira da Silva e Ralph Coutinho Carneiro.
Público: 1171 pagantes. Renda: R$ 29.830,00

fevereiro 6, 2011 Posted by | Vasco da Gama | , | Deixe um comentário

Vasco empata com Voltaço, prolonga sofrimento e permanece na lanterna

De um camarote, novo técnico Ricardo Gomes vê a equipe cruzmaltina dominar o jogo, mas pecar muito na hora de colocar a bola para dentro

Segue o calvário do Vasco no Carioca. Nesta quinta-feira, em São Januário, a equipe ficou apenas no 0 a 0 com o Volta Redonda e segue sem vencer na competição. É o pior início do clube na história da competição. Ao fim da partida, torcedores voltaram a protestar bastante.
Este foi o primeiro ponto do Vasco no Carioca. A equipe está na lanterna do Grupo A. O Voltaço não está muito melhor: sexta posição, com dois pontos.
O novo comandante do time cruzmaltino, Ricardo Gomes, assistiu ao jogo de um camarote em São Januário ao lado do diretor de futebol Rodrigo Caetano. Mais uma vez, o time não teve Carlos Alberto e Felipe, afastados há uma semana, após a derrota para o Boavista. O camisa 6 será reincorporado nesta sexta-feira. Carlos Alberto ainda não teve sua situação resolvida.

No próximo domingo, às 17h (de Brasília), novamente em São Januário, a equipe cruzmaltina enfrenta o Americano. O Voltaço, no mesmo horário, no seu estádio, recebe o América.

Vasco mostra evolução, mas peca muito nas finalizações

Eder Luis lutou muito, mas não conseguiu
balançar a rede (Foto: Fotocom)
O técnico interino Gaúcho confirmou a opção testada no coletivo de terça-feira e colocou em campo um Vasco mais ofensivo do que nas últimas rodadas. Misael entrou no lugar do volante Allan e passou a ser uma espécie de ponta, revezando com Eder Luis. Marcel ficou centralizado. Com três homens na frente, ficou mais fácil abrir a defesa do Volta Redonda. Mas o primeiro grande momento da partida foi dos visitantes, quando Pedro Henrique, dentro da pequena área, cabeceou para fora, perdendo ótima oportunidade.
Os poucos torcedores que foram a São Januário mostraram desde o início a pré-disposição a apoiar o time. Sem ouvirem vaias, os jogadores aparentaram mais tranquilidade em campo, e as jogadas ofensivas começaram a surgir, quase sempre pelas pontas. As principais chances surgiram dos pés de Eder Luis. Aos 21, pelo lado direito, o camisa 7 arriscou um chute na tentativa de surpreender o goleiro. A bola passou rente ao travessão.
Mas a oportunidade mais clara foi aos 30 minutos. O atacante tabelou com Irrazábal pela direita, limpou o zagueiro e ficou de frente para o gol, dentro da área. Com a perna esquerda, Eder mandou por cima do gol. No lance anterior, ele já havia feito boa jogada pela direita e cruzado rasteiro para Misael, que chutou no meio da meta. O goleiro Mauro salvou com o pé.
Na ida para o vestiário, os atletas ouviram mais aplausos do que vaias.
Pouca eficiência e um gol anulado
Na volta do vestiário, o Vasco manteve a pegada e o volume de jogo. A dificuldade de superar a defesa do Volta Redonda seguia a mesma também. Assim como no primeiro tempo, o time levou um grande susto no início. Último homem da defesa, Ramon perdeu a bola para Leandrinho, que driblou Prass, mas ficou sem ângulo para o chute e perdeu a chance.
O tempo foi passando, e a bola insistia em não entrar, apesar da tentativa de pressão vascaína dentro da área do Voltaço. Os torcedores só começaram a dar sinais de impaciência a partir dos 20 minutos. Eles reclamaram da dificuldade da equipe de se impor na Colina: “Não é mole não, é obrigação ganhar no Caldeirão”.
A primeira boa chance do Vasco na segunda etapa somente foi surgir aos 33 minutos. Jeferson recebeu perto da entrada da área e chutou prensado. A bola ficou com Eder Luis, que, de frente para o goleiro, não conseguiu estufar a rede. Perto do fim do jogo, aos 39, os torcedores até gritaram gol, mas em vão. Anderson Martins pegou um rebote do goleiro e chutou para a rede. O árbitro, no entanto, assinalou a posição de impedimento. Apesar da tentativa de pressão até o fim, o placar não foi alterado. Nova tristeza para os vascaínos em 2011.
VASCO 0 X 0 VOLTA REDONDA
Fernando Prass; Irrazábal, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Eduardo Costa, Romulo e Jeferson; Misael (Caíque), Eder Luis e Marcel (Patric). Mauro; Thiago Maciel, Fernando Lombardi, Bruno Lança e Fabinho; Padovani, Jonilson, Radamés e Leandrinho (Adenis); Pedro Henrique (Gilmar) e Lopes (Nandinho).
Técnico: Gaúcho Técnico: Dário Lourenço
Cartões amarelos: Eduardo Costa (VAS); Thiago Marciel, Fernando Lombardi (VOL)
Data: 03/02/11. Local: São Januário, no Rio de Janeiro. Árbitro: Djalma José Beltrami. Auxiliares: Silbert Faria Sisquim e Wendel de Paiva Gouvea.

fevereiro 3, 2011 Posted by | Vasco da Gama | , | Deixe um comentário

Flamengo derrota o Vasco e elimina matematicamente rival da Taça Guanabara

Flamengo segue com 100% de aproveitamento e Vasco perde quarta partida seguida

O Flamengo derrotou o Vasco por 2 a 1 neste domingo, no Engenhão, e eliminou o rival da Taça Guanabara. Com gol de Deivid e golaço de Thiago Neves no primeiro tempo, o Rubro-Negro venceu o Cruz-Maltino, que ainda diminuiu no segundo tempo com Rômulo.

Na próxima rodada o Flamengo enfrentará o Nova Iguaçu quarta-feira, às 22h, no Engenhão, na estreia de Ronaldinho Gaúcho. Já o Vasco cumprirá tabela contra o Volta Redonda, quinta-feira, em São Januário.

FLAMENGO É MELHOR E THIAGO NEVES FAZ GOLAÇO

Os times foram para a partida passando por momentos completamente distintos. O Vasco vivendo uma crise após três derrotas seguida para times pequenos e com demissão de técnico PC Gusmão e afastamento de jogadores (Carlos Alberto e Felipe). O Flamengo, mais tranquilo, chegou com a moral dos 100% de aproveitamento.

O jogo começou corrido, os dois times tantando encontrar um caminho para chegar ao gol adversário. Porém, nos primeiros minutos da partida o Flamengo, com maior posse de bola, arriscou mais chutes de fora da área. Antes da parada técnica somente o goleiro Fernando Prass teve de trabalhar em chutes de Vander, Maldonando e Egídio.

FOTOS! Veja em sequência o golaço de Thiago Neves

O Flamengo transformou esse domínio em gol. Aos 22 minutos, Egídio cruzou a bola para Thiago Neves, que tocou para Léo Moura. O lateral chutou cruzado para o meio da área e Deivid escorou para o fundo da rede.

O Vasco tentava fazer algumas investidas com Jéferson e Eder Luis. Outra aposta vascaína era pelo lado direito com Fagner, de onde saíam algumas boas jogadas. Porém, o Flamengo continuava melhor na partida.

Thiago Neves, que fazia sua estreia no Engenhão com a camisa do Flamengo, estava bem na partida e mostrava vontade de marcar seu primeiro gol pelo clube. Tanto tentou que conseguiu aos 44 minutos de jogo. E que golaço, por sinal. Renato Abreu fez um lançamento em profundidade para o camisa 7, que entrou sozinho na área. Thiago encobriu o goleiro Fernando Prass e de coxa direita ampliou para o Rubro-Negro.

(Thiago Neves fez seu primeiro gol pelo Fla – Crédito: Paulo Sérgio)

Essa foi último lance do primeiro tempo. Vantagem do Flamengo por 2 a 0 e mais pressão sobre o Vasco.

VASCO DIMINUI, MAS É ELIMINADO DA TAÇA GUANABARA

O Flamengo veio para o segundo tempo ainda com muita disposição. Logo aos três minutos de jogo Deivid acertou o travessão do Vasco. Renato Abreu soltou a bomba de fora da área e Fernando Prass rebateu. Na sequência o atacante rubro-negro pegou de primeiro, mas a bola caprichosamente foi na trave.

O Flamengo continuou dominando a partida. Gaúcho, o técnico interino do Cruz-Maltino, colocou Márcio careca e Misael na esperança de melhorar o desempenho de seu time. E de fato aconteceu. O Gigante teve algumas boas chances de diminuir, mas esbarrava sempre nas defesas de Felipe.

(Ronaldinho, ao lado de Patricia Amorim, gostou do que viu – Crédito: Alexandre Loureiro)

Porém, tanto tentou que consegui diminuir em jogada confusa dentro da área do Fla. Após cruzamento, Wellinton cabeceou para cima. O goleiro Felipe pulou para tentar segurar, mas não achou nada. Rômulo, atento, aproveitou e diminuiu para o Vasco.

O Vasco decidiu tomar as rédeas do jogo. Misael e Jéferson davam trabalho à zaga rubro-negra. O time buscava o empate de qualquer maneira, mas não conseguia transformar a pressão em gols.

Porém, a partida terminou desta maneira. O Flamengo derrotou o Vasco por 2 a 1 e eliminou matematicamente o time cruz-maltino da Taça Guanabara.

FICHA TÉCNICA
VASCO 1 X 2 FLAMENGO

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)

Data/Hora: 30/1/2011 – 19h30 (de Brasília)

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Luiz Antônio Muniz de Oliveira (RJ)

GOLS: Deivid (22’/1ºT) Thiago Neves (44’/1ºT) e Rômulo (30’/2ºT)

CARTÕES AMRELOS: Renato Abreu e Maldonado (Flamengo) , Anderson Martins, Fernando Prass, Eduardo Costa e Fagner (Vasco)

PÚBLICO: 12.854 pagantes e 15.356 presente

RENDA: R$ 354.720,00

VASCO: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Ramon (Márcio Careca 14’/2ºT); Eduardo Costa, Rômulo, Allan (Misael 14’/2ºT) e Jéferson; Eder Luis (Patric 33’/2ºT) e Marcel. Técnico: Gaúcho.

FLAMENGO: Felipe; Léo Moura, Welinton, David e Egídio; Maldonado, Willians, Thiago Neves (Marquinhos 20’/2ºT), Renato e Vander (Fierro 30’/2ºT); Deivid (Wanderley 20’/2ºT). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

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janeiro 31, 2011 Posted by | Flamengo, Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Vasco perde para o Boavista, põe um pé fora da Taça GB e os dois na crise


Time de Saquarema derrota o Gigante da Colina por 3 a 1. Torcida pede a saída de PC Gusmão, que retribui ironicamente com palmas

Acabaram as desculpas. Com o time completo pela primeira vez no torneio, o Vasco foi derrotado pelo Boavista, nesta quinta-feira, no Engenhão, por 3 a 1 (gols de Tony, Frontini e André Luis. Marcel descontou). Com o resultado, o clube chegou à marca de três derrotas seguidas no Carioca, igualando seu pior começo de campeonato (em 84, só pontuou na quarta rodada). Com direito a “olé” de seus próprios torcedores, o time de São Januário viu suas chances de chegar à semifinal da Taça Guanabara praticamente acabarem. Sem um ponto sequer, a equipe, que está na lanterna do Grupo A, precisa vencer os quatro duelos que restam e ainda torcer contra seus adversários. O Boavista, por sua vez, chegou aos sete pontos e está em terceiro lugar na chave.
O que aconteceu durante o jogo também contribui para aumentar ainda mais a crise na Colina – além do resultado, é claro. Substituído ainda no primeiro tempo, Felipe deixou o gramado sem olhar para o técnico PC Gusmão e reclamou das vaias. Ele tem sido o principal alvo da ira da torcida, que também não está feliz com o técnico. No fim da partida, os gritos de “Adeus, PC” foram ouvidos com força. O treinador, que está a perigo no cargo, retribuiu ironicamente com palmas.
As duas equipes voltam a campo no próximo domingo. Às 17h (horário de Brasília), o Boavista encara o Americano, em Campos. Já o Vasco enfrenta o Flamengo, seu maior rival, no Engenhão, às 19h30m.
Boavista se aproveita de erros do Vasco

O jogo ainda nem havia começado e os jogadores já sentiam a pressão da torcida. Na apresentação da escalação do time, os torcedores ficaram em silêncio. Palmas apenas para o ídolo Dedé, que fez seu primeiro jogo no Campeonato Carioca. Contudo, assim que o jogo começou, Felipe virou o alvo das vaias.
Carlos Alberto lamenta derrota do Vasco (Foto: Ag. Estado)
A postura ofensiva do Vasco diminuiu a insatisfação das arquibancadas. E quase que o time conseguiu o apoio da torcida. Lembrando seus melhores momentos no Brasileiro do ano passado, Eder Luis e Fagner fizeram uma linda tabela na direita. O atacante cruzou na área e Carlos Alberto arriscou de letra, mas errou. Rômulo também tentou em chute de longa distância, mas a bola passou longe.
Nos primeiros minutos, o Boavista se limitou a marcar e a estudar o adversário. Mas logo percebeu que as principais jogadas do rival eram armadas pelos lados dos campo e que poderia aproveitar os contra-ataques. E foi assim que o time de Saquarema chegou ao primeiro gol.
Em jogada rápida pela esquerda, Thiaguinho foi derrubado por Dedé. Tony cobrou para a área, a defesa cruzmaltina deu bobeira e a bola entrou direto no canto do goleiro Fernando Prass. Foi o que bastou para a torcida extravasar sua decepção com os resultados mais recentes. “Time sem vergonha”, gritaram. E a equipe sentiu, tornando-se apática.
Eder Luis teve duas chances sozinho na cara do gol. Irreconhecível, o atacante deixou que o goleiro se antecipasse em ambas. “Queremos jogador”, pediam os torcedores, para logo em seguida baterem palmas…para o Boavista. Frontini aproveitou uma bola mal cortada pela zaga para, de cabeça, encobrir o goleiro Fernando Prass e fazer o segundo.
Sem saber o que fazer para alterar os rumos da partida, o técnico PC Gusmão decidiu acatar o que a torcida pedia. Tirou Felipe e colocou Jeferson. O meia saiu muito vaiado, mas o treinador não conseguiu aliviar sua própria barra. Das arquibancadas, ecoaram xingamentos para ambos.

E Felipe deixou claro que não gostou nem um pouco da decisão: foi para o banco de reservas sem olhar para o treinador. O Boavista, que nada tinha a ver com os problemas do Vasco, se aproveitou para fazer o tempo passar e levar um bom resultado para o intervalo: 2 a 0.

“Adeus, PC”, gritam os torcedores

Desesperado, o Vasco voltou para o segundo tempo pressionando o Boavista. Mas o time cruzmaltino esbarrava na falta de inspiração de seus jogadores de criação. Carlos Alberto, inclusive, passou a ser o mais perseguido pelos torcedores. Para demonstrar toda sua insatisfação, a torcida passou a gritar “olé” a cada passe do adversário.
Torcida do Vasco protesta (Foto: Ag. Estado)
A pressão só diminuiu um pouco quando Dedé apareceu no meio de campo. Já que os armadores não criavam, o zagueiro criou. De longe, cruzou para Marcel, que subiu mais que a defesa rival e descontou. A torcida passou a apoiar e ainda lembrou que o Vasco é conhecido como “time da virada”. Sem sucesso.
Após o gol vascaíno, o jogo ficou aberto. O Boavista quase marcou logo em seguida ao tento de Marcel. Frontini, na área, chutou para fora. Enrico, que entrou no lugar de Eder Luis, respondeu com um chute de longe. A bola passou ao lado da trave esquerda. Marcel ainda reclamou de um pênalti, após cruzmanto de Fagner. O juiz nada marcou.
O Boavista voltou a ficar muito perto do terceiro gol. Com categoria, Tony cobrou falta e acertou o travessão. A torcida do Fluminense, que já entrava no Engenhão para assistir ao jogo do Tricolor contra o Macaé, lamentou a chance desperdiçada.
Os vascaínos não responderam à provocação. A essa altura, só aplaudiam Dedé em tudo que ele fazia e vaiavam o resto do time. Quando o zagueiro errou um cruzamanto, teve seu nome gritado, em uma demonstração curiosa de idolatria.

Num dos raros lances ofensivos do Vasco no fim do jogo veio em uma jogada de Eduardo Costa. O volante invadiu a área, foi derrubado, mas o juiz marcou a falta na entrada da área, em mais uma decisão que revoltou os vascaínos.
Com tranquilidade, o Boavista trocava passes e tentava chegar ao ataque apenas com segurança. Mas havia espaço para a malandragem. André Luis recebeu no meio campo e olhou para a frente, vendo dois marcadores. Mas o meia também viu o goleiro adiantado e tentou o chute de muito longe. A bola passou tirando tinta da trave direita de Prass.
Se de longe o meia não conseguiu, de perto não perdoou. Após falha de Max, André Luis recebeu dentro da área e bateu na saída do arqueiro cruzmaltino, dando números finais ao encontro.
– Adeus, PC – gritavam os vascaínos.
– Fica, PC – ironizavam os tricolores que já estavam no Engenhão.

Na saída de campo, o treinador, irônico, bateu palmas na direção da torcida cruzmaltina.

BOAVISTA 3 X 1 VASCO
Thiago, Joílson, Gustavo, Santiago e Edu Pina (Pessanha); Roberto Lopes (Julio Cesar), Thiaguinho, Erick Flores (Fábio Fedelis) e André Luis; Tony e Frontini. Fernando Prass, Fagner, Dedé, Anderson Martins, Ramon (Max); Eduardo Costa, Romulo, Felipe (Jeferson) e Carlos Alberto; Eder Luis (Enrico) e Marcel.
Técnico: Alfredo Sampaio Técnico: PC Gusmão
Gols: Tony, aos 16, e Frontini, aos 26 do primeiro tempo para o Boavista. Marcel, aos 11 do segundo tempo para o Vasco. Andre Luis, aos 43 do segundo tempo, para o Boavista
Cartões amarelos: Roberto Lopes, Santiago, Pessanha e André Luis (Boavista), Carlos Alberto (Vasco)
Local: Engenhão, Rio de Janeiro. Data: 27/01/11. Árbitro: João Batista de Arruda. Auxiliares: Ediney Guerreiro Mascarenhas e Marco Aurélio Pessanha

janeiro 28, 2011 Posted by | Vasco da Gama | , | Deixe um comentário

Vasco perde mais uma e até o capitão vai às lágrimas

Carrossel da Baixada abriu 2 a 0 no primeiro tempo; Vasco chegou ao empate, mas é castigado no fim após erro de Felipe

Depois da estreia decepcionante contra o Resende, o Vasco conseguiu ser ainda pior na tarde deste domingo. Com muitos problemas, tanto no ataque como na defesa, o Cruzmaltimo saiu de campo com a derrota por 3 a 2 para o Nova Iguaçu, no Estádio Raulino de Oliveira – a segunda em dois jogos na Taça Guanabara.

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O zagueiro Alex Morais e o atacante Maycon abriram boa vantagem para o Carrossel da Baixada logo no começo da primeira etapa. Na volta do intervalo, o Cruzmaltino (que tinha um jogador a mais) melhorou, chegou ao empate com Rômulo e Marcel, mas acabou castigado no fim, num erro de Felipe (vaiado pela torcida) que resultou no gol de Willian.

Para piorar, o capitão Carlos Alberto sentiu dores no meio da segunda etapa e foi substituído. O lance levou o camisa 19 às lágrimas.

Na próxima rodada, o Vasco encara o Boavista, quinta-feira, em Saquarema. Um dia antes, o Nova Iguaçu encara o Volta Redonda, no Raulino de Oliveira.

DEFESA BOBEIA E NOVA IGUAÇU FAZ 2 A 0

Na saída do intervalo, o técnico PC Gusmão resumiu o que foram os 45 minutos iniciais:

– Brincadeira. Nossos volantes não estão pegando e os meias não voltam para marcar. Vamos arrumar muita coisa.

O zagueiro Fernando voltou ao time titular, mas deve ficar lá por pouco tempo. Antes de um minuto, o camisa 4 já chegou “chegando” no meia do Nova Iguaçu, que, se não desviasse, poderia ter recebido uma falta dura. Dois minutos depois, o defensor não conseguiu interceptar uma cobrança de escanteio rasteira, ficou olhando a tabela do adversário, que resultou no gol do zagueirão Alex Morais.

FOTOS: O ‘desastre’ cruzmaltino em Volta Redonda

Para um time que perdeu na estreia e já sente a forte cobrança da torcida, a vantagem adversária impactou. Nos minutos seguintes, o Cruzmaltino seguiu assistindo o toque de bola do Carrossel da Baixada. E, quando saía jogando, errava os passes.

Quando chegou ao ataque, com Felipe cruzando pela esquerda e o atacante Marcel, mais uma vez, subindo menos que a defesa, veio outro castigo. Em contra-ataque fulminante, Alex Faria arranca pela ponta direita, cruza rasteiro, a bola passa por toda a defesa e Maycon apenas finaliza para o gol livre e aumenta a vantagem em Volta Redonda.

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Os gols da vitória do Nova Iguaçu sobre o Vasco em Volta Redonda

PC Gusmão afirma que a derrota para o Nova Iguaçu foi vergonhosa

Dos 11 jogadores em campo, apenas Fagner se salvou durante o melancólico primeiro tempo. O lateral-direito criou boas jogadas pelo setor, e se tornou a única opção perigosa da equipe de PC Gusmão. Do lado oposto, Ramon também foi perigoso, mas também errou bastante.

Os ares apenas começaram a melhorar para o Cruzmaltino aos 37 minutos. O lateral do Nova Iguaçu deu uma cotovelada em Ramon e foi expulso de campo. A partir daí, o Vasco começou a agredir mais. Porém, com a pouca inspiração de Marcel e Eder Luis na frente, acabou indo para o vestiário sem nem mesmo diminuir a desvantagem no placar.

VASCO MELHORA E CHEGA AO EMPATE

A entrada do meia jeferson no lugar do volante Allan funcionou. O Vasco conseguiu encaixar uma sequência de troca de passes. E o domínio não demorou para surtir efeito no placar.

Aos sete minutos, o Vasco diminuiu. No levantamento de Felipe, Cesinha escorou para o meio e o volante Rômulo chutou forte para as redes.

O gol deu outro tom à partida. Quatro minutos depois, Carlos Alberto recebeu na direita, e foi derrubado dentro da área. O árbitro assinalou o pênalti, para a reclamação dos jogadores do Nova Iguaçu. O centroavante Marcel foi para a cobrança e não decepcionou. Tudo igual no Raulino de Oliveira.

CA19 SENTE DORES E CASTIGO VEM NO FIM

O clima da partida agora era totalmente favorável à equipe da Colina. Em seguida, Carlos Alberto fez sua primeira boa arrancada pelo meio e chutou forte. O bom goleiro Diogo segurou.

Mas o lance acabou sendo cruel com o capitão cruzmaltino, que sentiu dores na perna, caiu no gramado e pediu a substituição. No momento da saída, o filme da sequência de lesões que vem sofrendo nos últimos tempos e sai de campo lacrimejando.

Sem o camisa 19, Felipe se tornou o único responsável pela armação. Mas o apoiador estava num dia ruim e acabou sendo o vilão do jogo. Num erro de saída de bola, Willian, que acabara de entrar, invadiu a área e chutou sem chances para Fernando Prass.

A partir daí, o Vasco voltou a se perder em campo. Enrico teve boa chance de marcar o terceiro, mas Diogo numa bela ponte evitou o empate. No fim, a segunda derrota na Taça Guanabara e a crise definitivamente instalada na Colina.

NOVA IGUAÇU 3 X 2 VASCO

Local: Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ)
Data/Hora: 22/1/2011 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)

Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises, Luiz Antonio Muniz de Oliveira, Eduardo Cordeiro Guimarães e Philip Georg Bennett.

Público: 2.162 pagantes

Renda: R$ 39.530,00

Gols: Alex Morais, aos 3’/ 1ºT, Maycon, aos 19/1ºT; Willian, aos 32’/2ºT (NOV); Rômulo, aos 7’/2ºT, Marcel, aos 13’/2ºT (VAS)

Cartões Amarelos: Rômulo, Allan, Fagner, Fernando (VAS); Alex Morais (NOV)

Cartão Vermelho: Paulo Henrique, aos 39’/1ºT (NOV)

NOVA IGUAÇU: Diogo; Paulo Henrique, Leonardo Luiz, Alex Moraes e Cortes; Amaral, Marquinhos, Mossoró (Naylhor, aos 26’/2ºT) e Uallace; Alex Faria (Luan, aos 5’/2ºT) e Maycon. Técnico: Josué Teixeira

VASCO: Fernando Prass; Fagner, Cesinha, Fernando e Ramon; Rômulo, Allan (Jeferson, intervalo), Felipe e Carlos Alberto (Enrico, aos 19’/2ºT); Eder Luis e Marcel. Técnico: PC Gusmão.

janeiro 23, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário