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Botafogo empata e é eliminado da Copa do Brasil

Alvinegro vencia até os 42 minutos do segundo tempo. Após apito final, houve briga generalizada entre os jogadores

Na noite desta quarta-feira, o Botafogo empatou em 1 a 1 com o Avaí, em Florianópolis, e está eliminado da Copa do Brasil. A equipe vencia por 1 a 0 até os 42 minutos do segundo tempo, mas cedeu o empate após um pênalti cometido por Lucas. Após o apito final, houve uma confusão generalizada entre os jogadores, que chegaram às vias de fato.

O JOGO

Mesmo podendo empatar em 0 a 0 ou 1 a 1, o Avaí mostrou que não estava para brincadeira: logo aos cinco minutos de jogo, Marquinhos deu uma caneta em João Filipe pela esquerda, e cruzou para Rafael Coelho, que cabeceou mal, e por cima do travessão.

O Fogão respondeu pouco depois com Herrera. O atacante alvinegro invadiu a área pelo lado direito, levou a bola para a perna esquerda, mas chutou para fora, desperdiçando boa chance de abrir o marcador na Ressacada.

A partir daí, o Botafogo cresceu na partida, e passou a criar mais chances de perigo. Aos 25, Cortês progrediu pelo lado esquerdo e tentou cruzar. A bola bateu na defesa e carimbou a trave direita de Renan.

No minuto seguinte, Marcelo Mattos soltou uma bomba de longe, e a bola passou por cima do gol. Os donos da casa reagiram, e William quase encobriu Jefferson com uma cabeçada, mas o goleiro do Botafogo apareceu bem.

O Avaí voltou a levar perigo em um chute de longa distância, de Marquinhos, mas a bola saiu por cima. Já mais perto do intervalo, novamente o Botafogo criou boa oportunidade. Após cobranã rápida de falta, Abreu lançou Cidinho, que bateu para fora.

Logo na volta do intervalo, Abreu concluiu mal após bela jogada de ataque que passou pelos pés de Cidinho e Herrera. O uruguaio teve liberdade pela direita da área, e bateu cruzado, mas muito desviado. Os donos da casa, por sua vez, não criavam oportunidades muito claras, mas souberam ter a posse de bola.

Aos 28 minutos, o torcedor alvinegro finalmente conseguiu soltar o grito de alívio: Herrera recebeu livre pela direita da área, o goleiro Renan saiu em seus pés, e o derrubou. Na sobra, Loco Abreu apenas tocou para o gol vazio, abrindo o marcador para o Botafogo.

Mas o sofrimento alvinegro estava só começando, e os botafoguenses ainda teriam que passar sufoco nos minutos seguintes. Logo após o gol, Fahel falhou e permitiu que Rafael Coelho ficasse sozinho na pequena área. O atacante avaiano bateu, com pouco ângulo, e Jefferson fez uma bonita defesa, já caído.

O time da casa foi para o desespero, e chegou a ter um pênalti não marcado. Arévalo Rios derrubou Julinho na grande área, e o árbitro Ricardo Marques Ribeiro nada marcou, mesmo com os protestos dos jogadores do Avaí. Pouco depois, a defesa alvinegra voltou a cometer o mesmo erro, quando Lucas derrubou o colombiano Estrada na área. Desta vez, pênalti marcado.

Na cobrança, William bateu com categoria, deslocando Jefferson, e empatou a partida. Na sequência, o técnico Caio Junior reclamou da marcação do pênalti, e acabou expulso pelo árbitro. Despedida melancólica do Botafogo na Copa do Brasil. Depois do jogo, os jogadores das duas equipes trocaram agressões, protagonizando cenas lamentáveis. O alvinegro Herrera e o avaiano Marquinhos eram os mais exaltados. Este último teria provocado os alvinegros após o fim do jogo, o que teria motivado a confusão.

FICHA TÉCNICA
AVAÍ 1X1 BOTAFOGO
Data/horário: 20/4/2011 – 19h30min
Estádio: Ressacada, em Florianópolis (SC)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)

Gols:
Loco Abreu, 28’/2ºT (0-1), William, 42’/2ºT (1-1)

Avaí: Renan; Bruno, Cássio, Gian e Felipe (Evando, 36’/2ºT); Marcinho Guerreiro, Diogo Orlando (Marquinhos Gabriel, 30’/2ºT), Marquinhos e Julinho; Rafael Coelho (Estrada, 41’/2ºT) e William. Técnico: Silas.
Botafogo: Jefferson; Lucas, Fahel, João Filipe (Everton, 17’/2ºT) e Cortês; Arévalo Ríos, Lucas Zen, Marcelo Mattos e Cidinho (Caio, 28’/2ºT); Herrera (Somália, 32’/2ºT) e Loco Abreu. Técnico: Caio Junior.

Cartões amarelos:
Avaí – Diogo Orlando, Julinho, Bruno e Estrada
Botafogo – Herrera e Lucas

abril 20, 2011 Posted by | Avaí, Botafogo | | Deixe um comentário

Botafogo vence o América, mas está eliminado

Com o empate de Olaria e Vasco, Glorioso fica em terceiro lugar no grupo B e sonho do bicampeonato vira pesadelo

Uma vitória em vão em São Januário. O Botafogo fez o seu papel e derrotou o América por 3 a 1, mas como em outros jogos não correspondeu, e terá de ver o restante do Campeonato Estadual pela televisão. O sonho do bicampeonato está encerrado, com o empate entre Olaria e Vasco por 2 a 2, que classificou ambos para as semifinais da Taça Rio. Agora é pensar na Copa do Brasil.

COMEÇO FRACO E COM GOL DE SORTE DE LUCAS

O início de jogo em São Januário foi sonolento. Os dois times tocaram a bola, mas sem muita ousadia. Pelo lado alvinegro, o apoiador Cidinho junto com Somália tentaram dar mais dinamismo ao time, procurando um burocrático Herrera e o uruguaio Loco Abreu. Pelo lado do Mecão, Bruno Reis arriscou alguns chutes e Wellington em velocidade, eram os mais perigosos, mas sem muita objetividade.

Aos 13 minutos, Lucas tenta cruzar para Loco Abreu, mas pega de forma estranha na bola, que engana o goleiro Paulo Wanzeler. Lá dentro. Fogão 1 a 0.

Mesmo com a limitação de seu time, o América até tentou, e em bom chute de Paulo Roberto, Jefferson fez boa defesa. No mais, duas boas chances desperdiçadas por El Loco. Em uma delas, ele driblou dois jogadores adversários, colocou de perna direita, mas a bola caprichosamente foi para fora. Na outra, bateu de esquerda cruzado, mas saiu à direita do gol americano.

CAIO JUNIOR FAZ DUAS ALTERAÇÕES NO INTERVALO

Insatisfeito com o desempenho de seu time no primeiro tempo, o técnico Caio Junior resolveu colocar Bruno no lugar de Everton, que teve atuação apagada, e Lucas Zen no de Guilherme. Deu certo. Com a companhia de alguém mais presente na armação das jogadas, Cidinho e Bruno criaram boas chances logo no início. Em uma delas, Herrera cruzou e o apoiador de 18 anos acabou chutando em cima do goleiro do América. Depois, foi Bruno que fez a jogada pela direita e serviu Loco Abreu, que tocou para o fundo das redes. 2 a 0 Fogão.

Com o Olaria vencendo do Vasco, os jogadores do Glorioso vieram mais devagar após a parada técnica realizada aos 20 minutos. Com isso, o América voltou a assustar em chute de Paulo Roberto, mas o sempre ligado Jefferson defendeu. Na tentativa de reanimar o Alvinegro, Caio entrou no lugar de Loco Abreu. A substituição visou poupar o uruguaio para a partida de quarta, na Copa do Brasil, contra o Avaí. Aos 36 minutos, Lucas em cobrança de falta, coroou sua grande atuação. Bola na gaveta, e o terceiro gol alvinegro.

Cidinho ainda infernizou o Diabo, e fez com que Ruy fosse expulso em entrada violenta. Ainda deu tempo para o América diminuir, aos 46, também em bola parada. Bruno Reis cobrou com perfeição e deu números finais à partida.

O domingo não foi bom para o Botafogo. O time foi eliminado do Estadual e o sonho do bicampeonato virou pesadelo com o empate do Vasco com o Olaria. De bom, as atuações de Lucas e Cidinho, que deixam o torcedor alvinegro com a esperança de que poderá reverter a situação frente ao Avaí, na próxima quarta, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. É o que restou para salvar o semestre, até aqui nada glorioso.

FICHA TÉCNICA
AMÉRICA 1 X 3 BOTAFOGO

Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 17/4/2011 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Auxiliares: Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ) e Marco Aurélio dos Santos Pessanha (RJ)
Gols: Lucas 13’/1°T, Loco Abreu 10’/2°T e Lucas 37’/2°T (BOT); Bruno Reis, 46’/2°T (AME)
Cartões Amarelos: Guilherme (BOT); Allan, Bruno Reis, Michel, Wellington (AME)
Cartões Vermelhos: Ruy (AME)

AMÉRICA: Paulo Wanzeler; Michel, Allan, Arcelino e Assis; Léo Oliveira (Emerson, 16’/1°T), Leandro, Bruno Reis e Paulo Roberto; Wellington e Guilherme (Ruy, 27/2°T). Técnico: Marcelo Buarque.

BOTAFOGO: Jefferson, Lucas, Antônio Carlos, João Filipe e Guilherme (Lucas Zen – Intervalo); Arévalo, Somália, Everton (Bruno – Intervalo) e Cidinho. Herrera e Loco Abreu (Caio, 27/2°T). Técnico: Caio Junior.

abril 17, 2011 Posted by | Botafogo | , | Deixe um comentário

Bota é surpreendido pelo Avaí no Engenhão

Glorioso começou perdendo por 2 a 0, mas conseguiu o empate. Avaí, agora, tem a vantagem de definir na Ressacada

As cadeiras azuis vazias no Engenhão devem ter assustado os jogadores do Botafogo nesta quarta-feira. O estádio dava até impressão de uma grande presença da torcida do Avaí, que tem a cor em seu uniforme. O time catarinense até entrou no clima e abriu 2 a 0 com apenas 21 minutos de jogo. Mas o Glorioso correu atrás e empatou sob protestos da torcida. No final, o 2 a 2 ficou melhor para os visitantes, que decidem a classificação para as quartas de final em casa.

Avaí surpreende com 2 a 0, mas Bota corre atrás do prejuízo

O Avaí parecia bem à vontade no início do primeiro tempo. Com o Botafogo errando muitos passes, os visitantes trataram de aproveitar. Logo aos 13, João Filipe errou na saída e a bola sobrou para Marquinhos Gabriel. O camisa 10 encontrou William na entrada da área e o atacante, ex-Santos, bateu certeiro, no ângulo de Jefferson, abrindo o placar.

Bastou um gol para que os poucos alvinegros presentes ao Engenhão iniciassem as vaias. Mas eles não esperavam que teriam mais motivos para protestar. Explorando as duas pontas, já que os laterais botafoguenses marcavam mal, o Avaí chegou novamente aos 21. Mais uma vez Marquinhos Gabriel. Desta vez ele cruzou na cabeça de Rafael Coelho. O ex-jogador do Vasco cabeceou bonito, no contrapé de Jefferson, aumentando o inferno-astral carioca.

Mas os gritos de Caio Junior após o segundo gol pareceram ter acordado os jogadores. Tanto que, apenas um minuto depois, Caio passou por dois marcadores na esquerda e cruzou forte para o meio da área e o argentino Herrera completou para o fundo das redes.

Pouco depois, o comandante botafoguense fez a primeira substituição. O lateral-esquerdo Márcio Azevedo foi o escolhido e saiu de campo debaixo de sonoras vaias. Em seu lugar, Cortês, ex-Duque de Caxias, que fez sua estreia.

Após início apagado, os donos da casa tomaram controle do jogo. Em chute forte de fora da área, Alessandro assustou o goleiro Renan. Pressionando, o Alvinegro conseguiu, aos poucos, o apoio da torcida de volta.

A pressão surtiria efeito no final do primeiro tempo, e pode colocar na conta do sistema defensivo catarinense. Aos 44, uma sobra que parecia tranquila para Bruno se transformou no gol de empate. O volante do Avaí recuou a bola em direção ao goleiro Renan que, àquela altura, já estava na marca do pênalti achando que o companheiro deixaria passar. Resultado, Loco Abreu foi esperto, ganhou do camisa na disputa e deixou tudo igual.

Os presentes ficaram aliviados, mas as vaias foram inevitáveis na descida dos botafoguenses para os vestiários.

Empate prevalece em um segundo tempo desanmiado

Na volta do intervalo, o Botafogo não fez nenhuma modificação. Mas logo aos 8, Caio Junior tirou Herrera e colocou o lateral-direito Lucas. Com isso, o esquema 4-3-3 virou 4-4-2. Com Caio e Loco Abreu no ataque e Lucas e Everton pelas pontas, o Glorioso não melhorou tanto.

Aos 26, a melhor oportunidade da segunda etapa. Após jogada rápida, o atacante Evando, que entrara no lugar de William, driblou Arévalo e o goleiro Jefferson. Porém, ao chutar, já na pequena área, lá estava o lateral-direito Alessandro para salvar. Como de costume, o camisa 2 comemorou muito após o corte e, cansado, em seguida, deixou o campo para a entrada de Somália.

O panorama inicial do jogo se repetiu no final do segundo tempo. Pouco criativo, já que Everton parecia cansado e não jogava mais centralizado, o Botafogo não criou.

Recuado, o Avaí não parecia muito preocupado, já que o resultado era favorável para o jogo de volta em Florianópolis. Com o empate, o time catarinense leva consigo dois importantes gols na bagagem e decide na Ressacada, na próxima quarta-feira. O Botafogo terá uma missão difícil na casa do adversário.

FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO 2 X 2 AVAÍ

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data: 13/04/2011, às 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Fabrício Neves Correa (RS)
Cartões amarelos: Antônio Carlos (BOT); Gian, Cássio, Julinho e Diogo Orlando (AVA)

GOLS: William, 9’/1ºT (0-1); Rafael Coelho, 21’/1ºT (0-2); Herrera, 22’/1ºT (1-2), Loco Abreu, 44’/1ºT (2-2)

BOTAFOGO: Jefferson, Alessandro (Somália, 31’/2ºT), Antônio Carlos, João Filipe e Marcio Azevedo (Cortês, 26’/1ºT); Arévalo, Marcelo Mattos e Everton; Caio, Herrera (Lucas, 8’/2ºT) e Loco Abreu – Técnico: Caio Junior.

AVAÍ: Renan; Felipe (Acleisson, 28’/2ºT), Gian, Cássio e Julinho; Marcinho Guerreiro, Bruno, Diogo Orlando e Marquinhos Gabriel; William (Evando, 24’/2ºT), Rafael Coelho (Fabiano, 29’/2ºT) – Técnico: Silas.

abril 13, 2011 Posted by | Avaí, Botafogo | | Deixe um comentário

Com dois gols de Thiago Neves, Fla vence o Bota

Flamengo vence por 2 a 0 e está classificado para as semifinais. Botafogo se complica no Grupo B

Em jogo muito brigado, Botafogo e Flamengo não conseguiram repetir os grandes clássicos dos últimos anos. Com poucas chances de ambas as partes, o Rubro-Negro soube jogar no erro do rival e triunfou. Com a vitória por 2 a 0, o time está classificado para a semifinal com uma rodada de antecipação e deixou o Bota em situação delicada, precisando vencer na última rodada e torcer contra o Olaria.

BOTA E FLA SE SOLIDARIZAM COM TRAGÉDIA DE REALENGO

Antes do início do jogo, os dois times mostraram solidariedade com as vítimas da tragédia que ocorreu na última semana em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em que um atirador assassinou a sangue frio 12 crianças em uma escola e depois se matou. O Glorioso entrou de camisas pretas, de luto, e o Fla com uma faixa de protesto.

(Fla e Botafogo mostraram solidariedade no clássico – Foto: Alexandre Loureiro)

Nos últimos anos o clássico entre Botafogo e Flamengo sempre começou em ritmo alucinante. No entanto, não foi o que aconteceu no primeiro tempo do jogo deste domingo, no qual as duas equipes se respeitaram demais. Ronaldinho tentou dar o toque de classe no meio de campo do Rubro-Negro, mas Deivid não conseguiu sair da forte marcação. No Bota, Everton foi a melhor opção pela esquerda, no buraco muitas vezes deixado pelo ofensivo Léo Moura. Mas, com as zagas bem postadas, as chances de gol foram escassas e pelo alto. Em cabeçada, Ronaldinho assustou Jefferson. Pelo outro lado, Loco Abreu dominou no peito e bateu de canhota para Felipe salvar, com boa defesa.

De fato, para sair um gol só com um cochilo de um dos times. Foi o que aconteceu. Aos 35 minutos, Rodrigo Alvim deu bom passe para Renato, que mesmo marcado por Arévalo conseguiu cruzar da esquerda. A bola pegou a defesa alvinegra mal posicionada e passou por todos. Menos por Thiago Neves, que oportunista botou o Mengão na frente: 1 a 0.

O Botafogo ainda ensaiou uma reação, mas Herrera preferiu servir Loco Abreu em vez de tentar a finalização quando seria a jogada mais certa. O juiz acabou dando impedimento de El Loco, erroneamente.

NOITE DE THIAGO NEVES

Insatisfeito com o meio de campo alvinegro, Caio Junior resolveu voltar para o segundo tempo com Lucas no lugar de Bruno, que não esteve bem na primeira etapa. O time melhorou e mesmo que sem muita criatividade foi para cima do rival. Não demorou e o curinga Somália deu lugar ao jovem Guilherme na lateral esquerda. Precisando do resultado, o Bota se lançou à frente, mas a sólida defesa rubro-negra não dava chances, parecendo intransponível. No Fla, o inoperante Deivid, deu lugar ao jovem Diego Maurício.

Apesar de ganhar volume de jogo com as alterações, o empate não vinha para o Glorioso, e o Fla acabou quase chegando no contra-ataque. Thiago Neves arrancou pela esquerda em posição legal e deu passe açucarado para Diego Maurício. Entretanto, providenciavelmente, Lucas cortou, evitando o segundo gol do Rubro-Negro. Em seguida, Marcelo Mattos deu bom chute, de fora da área. Felipe apenas torceu para que não entrasse, passando bem perto da trave esquerda.

Quando o jogo parecia controlado pelo Flamengo, Thiago Neves deu números finais ao jogo. Após receber grande passe de Léo Moura, o camisa 7 bateu na saída de Jefferson, com muita categoria. Vitória merecida do time de Vanderlei Luxemburgo, que não errou durante todo o duelo. O Bonde Rubro-Negro continua sem freio.

FICHA TÉCNICA:

BOTAFOGO 0 X 2 FLAMENGO
DATA:10/4
HORÁRIO:18H30
ESTÁDIO: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
ÁRBITRO:Wagner do Nascimento Magalhães
AUXILIARES: Dibret Pedrosa Moisés e Luiz Antônio Muniz de Oliveira
Gols: Thiago Neves, 35’/1°T e 43’/2°T
Cartões Amarelos: Willians, Welinton, Maldonado(FLA); Herrera, Everton, Arévalo, Antônio Carlos, Loco Abreu, Caio (BOT)
Cartões Vermelho: Não Houve
Público presente/Renda:

BOTAFOGO: Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos, João Filipe e Somália (Guilherme, 8’/2°T); Arévalo, Marcelo Mattos, Bruno (Lucas – Intervalo) e Everton (Caio, 26’/2°T); Herrera e Loco Abreu. Técnico: Caio Junior

FLAMENGO: Felipe, Léo Moura, Welinton, David e Rodrigo Alvim; Maldonado, Willians (Fierro, 45’/2°T), Renato e Thiago Neves; Ronaldinho e Deivid (Diego Maurício, 12’/2°T). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

abril 10, 2011 Posted by | Botafogo, Flamengo | , | Deixe um comentário

Botafogo bate Paraná e está classificado às oitavas

Loco Abreu marca dois gols, Caio mais um e equipe alvinegra vai enfrentar o Avaí na próxima fase da Copa do Brasil

O Botafogo recebeu o Paraná no Engenhão, na noite desta quarta-feira, pela partida de volta da segunda fase da Copa do Brasil. Com a vitória por 3 a 0, o time carioca – que já havia vencido o primeiro jogo por 2 a 1 – garantiu a classificação para as oitavas de final da competição.

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A dupla Herrera e Loco Abreu voltou a funcionar e, com os gringos do ataque, a equipe alvinegra chegou ao triunfo em casa. Agora, a equipe alvinegra enfrentará o Avaí na próxima fase.

Assista aos gols da vitória do Botafogo sobre o Paraná

PRESSÃO E GOL DE LOCO ABREU

Apesar da vantagem de se classificar com um empate sem gols, o Botafogo começou a partida indo ao ataque. Logo no primeiro minuto de bola rolando, Herrera rola para Bruno Tiago finalizar de primeira, mas a bola subiu demais e saiu por cima do travessão.

A equipe alvinegra continuou pressionando e, na maioria das vezes, utilizava as jogadas pela lateral direita. Aos dez minutos, os torcedores presentes ao Engenhão chegaram a ficar com o grito de “gol” preso na garganta. Após cobrança de falta ensaiada, o zagueiro Antônio Carlos ajeitou de cabeça para dentro da área e Herrera, sem marcação, bateu na saída do goleiro Thiago, mas mandou por cima do gol.

(Herrera se lamenta após perder gol no Engenhão – Crédito: Cleber Mendes)

Pouco efetivo no ataque, o Paraná fazia a bola girar, mas não chegava a assustar o goleiro Jefferson. Aos 27 minutos, Everton recebeu de Marcio Azevedo em profundidade na área e tocou na saída do goleiro: mais um tentativa que foi para fora. Porém, o gol não demorou a sair. Dois minutos depois, Herrera, que não vinha tendo uma boa atuação, foi à linha de fundo e cruzou para Loco Abreu abrir o placar de cabeça.

Pouco tempo após o gol, o Paraná conseguiu encaixar um bom contra-ataque e Diguinho chutou cruzado, mas Jefferson fez a defesa.

Assim , o primeiro tempo terminou com a vitória simples do Botafogo.

MAIS UM DE LOCO, E CAIO FECHA A CONTA

A equipe alvinegra voltou para a etapa final com Lucas no lugar de Bruno Tiago. Porém, o Paraná pareceu voltar mais empolgado e logo aos oito minutos quase chegou ao empate quando Dieguinho fez boa jogada pela direita e cruzou para Léo finalizar, mas Jefferson, à queima roupa, conseguiu fazer a defesa. A resposta do Botafogo não tardou e, no minuto seguinte, Herrera avançou e rolou para Loco Abreu, sozinho, completar e ampliar a vantagem: 2 a 0.

Aos 23 minutos, Everton conseguiu redefinir o que é perder um gol sem goleiro. O argentino Herrera avançou e deu um passe para o companheiro com o gol aberto, porém, o camisa 10 acertou o travessão.

Pouco tempo após o segundo gol, a dupla Loco Abre e Herrera deu espaço aos jovens Caio e Willian. Assim, o time de Caio Junior passou a apostar nas jogadas em velocidade. Mas sem muito sucesso.

Com o tempo se acabando, o Paraná partiu para o tudo ou nada e umas das principais armas da equipe tricolor eram os chutes de longa distância que não preocuparam o goleiro Jefferson.

Quando o placar já parecia definido, Caio sofreu pênalti. O próprio Talismã cobrou, aos 43 minutos, e deu números finais ao placar no Engenhão.

Com a vitória, o Botafogo está classificado para as oitavas de final da Copa do Brasil e vai enfrentar o Avaí.

FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO 3 X 0 PARANÁ

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 6/4/2011 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Cléber Wellington Abade (SP)
Auxiliares: Vicente Romano Neto (SP) e João Nobre Chaves (SP)

Renda e público: R$75.645,00 / 4.962 pagantes
Cartões amarelos: Serginho (PAR)
Cartões vermelhos: Não houve
Gols: Loco Abreu, 29’/2ºT (1-0); Loco Abreu, 9’/2ºT (2-0); Caio, 43’/2ºT (3-0)_

BOTAFOGO: Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos, João Filipe e Marcio Azevedo; Arévalo, Marcelo Mattos, Bruno (Lucas – Intervalo) e Everton; Herrera (Willian – 31’/2ºT) e Loco Abreu (Caio – 16’/2ºT). Técnico: Caio Junior

PARANÁ: Thiago Rodrigues, Paulo Henrique, Luciano Castán, Rodrigo Defendi e Lima; Serginho, Javier Méndez (Tainan – 36’/2ºT) , Douglas Packer (Vinícius – 29’/2ºT) e Diego; Kelvin e Léo (Renato – 24’/2ºT). Técnico: Ricardo Pinto.

abril 7, 2011 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário

Botafogo joga mal e apenas empata com o Resende

Visitantes abrem o placar com Rogério e Glorioso empata com Antônio Carlos na segunda etapa

O retorno do atacante Loco Abreu não trouxe muita inspiração ao Botafogo. Após primeiro tempo completamente apagado, no qual saiu atrás, o Glorioso não saiu do empate na noite deste domingo, diante do Resende, no Engenhão. Quem não gostou da igualdade por 1 a 1 no placar foi a torcida, que vaiou bastante. Rogério, para o time do interior do estado, e o alvinegro Antônio Carlos marcaram.

Resende domina o jogo e marca no fim

No primeiro tempo, o que se viu foi o domínio do Resende, que teve algumas oportunidades de marcar. Faltas em excesso dos dois lados também dificultavam as ações e cada erro de passe do Botafogo liquidava a paciência da torcida. O volante Somália foi o primeiro a receber sonoras vaias após lançamento errado para o ataque.

O Resende, que nada tinha a ver com isso, tratou de atacar. Aos 36, após falha de Márcio Rozário, Marcelo Régis passou da bola,mas mesmo assim conseguiu chutar. Se não fosse Jefferson, que tratou de crescer para cima do atacante e fechar o ângulo, o placar já teria sido aberto.

Receba primeiro as notícias do Fogão no seu celular!

Pouco depois, foi a vez de Alexandro perder a melhor chance da primeira etapa. Após cruzamento da esquerda, o atacante tinha o trabalho só de empurrar a bola para o gol, que nem goleiro tinha mais. Porém, ele não conseguiu encostar na bola.

Mas o gol dos visitantes, melhores em campo, não demorou a sair. Aos 44, o zagueiro Rogério subiu mais do que todo mundo após cobrança de escanteio e colocou o Resende merecidamente na frente.

Botafogo volta melhor, cria, mas consegue só o empate

A conversa com Caio Junior nos vestiários parece ter surtido efeito. Pelo menos em partes. O Botafogo voltou do intervalo menos sonolento e comandou as ações no ataque. A entrada de Bruno Tiago, além de melhorar muito o meio, deslocou Somália para a lateral direita. O camisa 7 produziu bastante.

Em sua primeira boa jogada, aos 15, ele colocou a bola na cabeça de Loco Abreu. O uruguaio cabeceou livre, mas esbarrou na ótima defesa do goleiro Eduardo, bem ligado no lance. Pouco depois, após mais uma trama do lateral/volante, a bola sobrou para Marcelo Mattos dentro da área. Mattos improvisou um voleio e a bola acabou acertando o travessão. Quase!

Mas o Resende não estava morto e, com vantagem no placar, passou a explorar os contra-ataques. Em um deles, Marcel e Alexandro tabelaram e o primeiro bateu cruzado. A bola passou por Jefferson e saiu caprichosamente pela linha de fundo.

Logo depois, Caio Junior resolveu partir para cima. Com Caio no lugar de Rodrigo Mancha a partir dos 26 minutos, ele abriu o time em busca do empate. Em resposta ao técnico do Bota, Paulo Campos fechou completamente sua equipe. Dois minutos após a entrada do talismã no Glorioso, ele colocou o zagueiro Ramon no lugar do atacante Marcelo Régis.

O Resende não teve tempo de reorganizar seu esquema defensivo. Um minuto após a entrada de Ramon, o Botafogo empatou depois de cobrança de falta da intermediária com o zagueiro Antônio Carlos, de cabeça.

A igualdade no placar animou o Glorioso, que passou a buscar a vitória na velocidade. Mesmo com o time mais recuado após a entrada de Arévalo no lugar de Everton, o time não desanimou e, aos 37, quase o segundo. Após mais uma jogada de Somália, Bruno Tiago cabeceou, o goleiro Eduardo fez grande defesa e, na volta, Caio tentou meia bicicleta, que raspou o travessão.

As tentativas não tiveram sucesso e o jogo terminou mesmo empatado. Com um ponto a mais, o Botafogo se mantém como vice-líder do Grupo B da Taça Rio, com 12 pontos, atrás do Olaria, que tem 13. Já o Resende, chega aos oito e mantém a quinta colocação da chave A.

FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO 1 X 1 RESENDE

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 3/4/2011 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Wágner dos Santos Rosa (RJ)
Auxiliares: João Luiz de Albuquerque (RJ) e Andréa Izaura de Sá (RJ)
Cartões amarelos: Alessandro e Márcio Azevedo (BOT); Léo Silva (RES)
Renda e público: R$ 61.015,00 / 3.434 pagantes / 4.733 presentes

GOLS: Rogério, 44’/1ºT (0-1); Antônio Carlos, 30’/2ºT (1-1)

BOTAFOGO: Jefferson, Alessandro (Bruno Tiago, intervalo), Antônio Carlos, Márcio Rosário e Marcio Azevedo; Rodrigo Mancha (Caio, 26’/2ºT), Marcelo Mattos, Somália e Everton (Arévalo, 33’/2°T). Herrera e Loco Abreu. Técnico: Caio Junior.

RESENDE: Eduardo, Thiago Bastos, Rogério, Anderson e Jefferson; Gabriel, Leo Silva, Marcel (Léo, 36’/2ºT) e Valdeir; Alexandro (Elias, 36’/2ºT) e Marcelo Régis (Ramon, 28’/2ºT). Técnico: Paulo Campos.

abril 3, 2011 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário

Botafogo joga mal e apenas empata com o Resende

Visitantes abrem o placar com Rogério e Glorioso empata com Antônio Carlos na segunda etapa

O retorno do atacante Loco Abreu não trouxe muita inspiração ao Botafogo. Após primeiro tempo completamente apagado, no qual saiu atrás, o Glorioso não saiu do empate na noite deste domingo, diante do Resende, no Engenhão. Quem não gostou da igualdade por 1 a 1 no placar foi a torcida, que vaiou bastante. Rogério, para o time do interior do estado, e o alvinegro Antônio Carlos marcaram.

Resende domina o jogo e marca no fim

No primeiro tempo, o que se viu foi o domínio do Resende, que teve algumas oportunidades de marcar. Faltas em excesso dos dois lados também dificultavam as ações e cada erro de passe do Botafogo liquidava a paciência da torcida. O volante Somália foi o primeiro a receber sonoras vaias após lançamento errado para o ataque.

O Resende, que nada tinha a ver com isso, tratou de atacar. Aos 36, após falha de Márcio Rozário, Marcelo Régis passou da bola,mas mesmo assim conseguiu chutar. Se não fosse Jefferson, que tratou de crescer para cima do atacante e fechar o ângulo, o placar já teria sido aberto.

Receba primeiro as notícias do Fogão no seu celular!

Pouco depois, foi a vez de Alexandro perder a melhor chance da primeira etapa. Após cruzamento da esquerda, o atacante tinha o trabalho só de empurrar a bola para o gol, que nem goleiro tinha mais. Porém, ele não conseguiu encostar na bola.

Mas o gol dos visitantes, melhores em campo, não demorou a sair. Aos 44, o zagueiro Rogério subiu mais do que todo mundo após cobrança de escanteio e colocou o Resende merecidamente na frente.

Botafogo volta melhor, cria, mas consegue só o empate

A conversa com Caio Junior nos vestiários parece ter surtido efeito. Pelo menos em partes. O Botafogo voltou do intervalo menos sonolento e comandou as ações no ataque. A entrada de Bruno Tiago, além de melhorar muito o meio, deslocou Somália para a lateral direita. O camisa 7 produziu bastante.

Em sua primeira boa jogada, aos 15, ele colocou a bola na cabeça de Loco Abreu. O uruguaio cabeceou livre, mas esbarrou na ótima defesa do goleiro Eduardo, bem ligado no lance. Pouco depois, após mais uma trama do lateral/volante, a bola sobrou para Marcelo Mattos dentro da área. Mattos improvisou um voleio e a bola acabou acertando o travessão. Quase!

Mas o Resende não estava morto e, com vantagem no placar, passou a explorar os contra-ataques. Em um deles, Marcel e Alexandro tabelaram e o primeiro bateu cruzado. A bola passou por Jefferson e saiu caprichosamente pela linha de fundo.

Logo depois, Caio Junior resolveu partir para cima. Com Caio no lugar de Rodrigo Mancha a partir dos 26 minutos, ele abriu o time em busca do empate. Em resposta ao técnico do Bota, Paulo Campos fechou completamente sua equipe. Dois minutos após a entrada do talismã no Glorioso, ele colocou o zagueiro Ramon no lugar do atacante Marcelo Régis.

O Resende não teve tempo de reorganizar seu esquema defensivo. Um minuto após a entrada de Ramon, o Botafogo empatou depois de cobrança de falta da intermediária com o zagueiro Antônio Carlos, de cabeça.

A igualdade no placar animou o Glorioso, que passou a buscar a vitória na velocidade. Mesmo com o time mais recuado após a entrada de Arévalo no lugar de Everton, o time não desanimou e, aos 37, quase o segundo. Após mais uma jogada de Somália, Bruno Tiago cabeceou, o goleiro Eduardo fez grande defesa e, na volta, Caio tentou meia bicicleta, que raspou o travessão.

As tentativas não tiveram sucesso e o jogo terminou mesmo empatado. Com um ponto a mais, o Botafogo se mantém como vice-líder do Grupo B da Taça Rio, com 12 pontos, atrás do Olaria, que tem 13. Já o Resende, chega aos oito e mantém a quinta colocação da chave A.

FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO 1 X 1 RESENDE

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 3/4/2011 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Wágner dos Santos Rosa (RJ)
Auxiliares: João Luiz de Albuquerque (RJ) e Andréa Izaura de Sá (RJ)
Cartões amarelos: Alessandro e Márcio Azevedo (BOT); Léo Silva (RES)
Renda e público: R$ 61.015,00 / 3.434 pagantes / 4.733 presentes

GOLS: Rogério, 44’/1ºT (0-1); Antônio Carlos, 30’/2ºT (1-1)

BOTAFOGO: Jefferson, Alessandro (Bruno Tiago, intervalo), Antônio Carlos, Márcio Rosário e Marcio Azevedo; Rodrigo Mancha (Caio, 26’/2ºT), Marcelo Mattos, Somália e Everton (Arévalo, 33’/2°T). Herrera e Loco Abreu. Técnico: Caio Junior.

RESENDE: Eduardo, Thiago Bastos, Rogério, Anderson e Jefferson; Gabriel, Leo Silva, Marcel (Léo, 36’/2ºT) e Valdeir; Alexandro (Elias, 36’/2ºT) e Marcelo Régis (Ramon, 28’/2ºT). Técnico: Paulo Campos.

abril 3, 2011 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário

Ofensivo, Caio Junior vence em sua estreia pelo Botafogo


Na estreia de Caio Junior no comando do Botafogo, diante do Paraná, clube que o projetou para o cenário nacional, o Alvinegro levou a melhor por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, em Curitiba (PR), e levou uma boa vantagem para o Rio de Janeiro.

Agora, para a partida no próximo dia 6, no Engenhão, o Alvinegro pode empatar ou perder por 1 a 0, que fica com a vaga nas oitavas de final da competição. A estrela do treinador brilhou. Caio Junior colocou o garoto Willian no intervalo, na vaga de Rodrigo Mancha, mostrando seu estilo ofensivo e logo no primeiro minuto em campo, ele garantiu a vitória.

ZAGUEIROS MARCAM UM PARA CADA LADO

O Botafogo mostrou um ligeiro domínio nos primeiros minutos. Apostando em bolas altas, a equipe alvinegra criou boas oportunidades. A defesa paranista, bem postada, afastava o perigo. Se movimentando bem, o Botafogo assustou em um bom chute de Herrera. Com espírito mais ofensivos as chances foram sendo criadas, pouco a pouco. O Paraná, acuado, apenas assistia o Glorioso jogar.

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Aos 11, Léo protagonizou um lance bisonho. Na primeira chegada do Paraná, o atacante recebeu de Luiz Camargo e, sozinho, finalizou quase na lateral, para o desespero da torcida paranista. Pressionando, o Bota conseguiu abrir o marcador. Após escanteio cobrado por Somália, Antônio Carlos subiu no meio de dois zagueiros e abriu o marcador. Contudo, não deu nem tempo para comemorar. Um minuto depois, o Paraná devolveu na mesma moeda. Kelvin cobrou escanteio e Rodrigo Defendi empatou.

O gol animou o Paraná, que empurrado pela torcida, começou a gostar do jogo e teve duas boas chances para marcar, com Léo e Kelvin, mas Jefferson salvou. Passado o susto, o Botafogo voltou a tomar conta das ações e encurralou os paranaenses no campo de defesa. Herrera criou boa chance, mas esbarrou no goleiro Thiago Fernandes – ao estilo Peter Cech, com uma proteção na cabeça – assim como Caio. Aos 47, Luiz Camargo acertou cotovelada sem bola em Herrera dentro da área. Como a bola não estava rolando, o juiz chamou o camisa 8 do Paraná e expulsou o capitão, em meio a muitos protestos dos jogadores do Paraná e dos alvinegros que pediam pênalti.

ESTRELA DO OFENSIVO CAIO JUNIOR BRILHA

Com um homem a mais, Caio Junior fez jus a fama de ofensivo e colocou o garoto Willian na vaga de Rodrigo Mancha. E logo no primeiro minuto, a estrela do treinador brilhou. Após chute de Somália, Thiago Fernandes bateu roupa e Willian marcou seu primeiro gol como profissional. O jogo ganhou novas emoções dois minutos depois. Somália cometeu falta no meio de campo e recebeu o segundo cartão amarelo.

Caio Junior colocou Fahel na vaga de Marcio Azevedo, protegendo a defesa novamente, com isso Everton caiu pela esquerda, ajeitando o time após a expulsão de Somália. O jogo caiu em emoção e as duas equipes começaram a se estudar. O Paraná assustou com Kelvin e o Botafogo com Caio. Com a partida mais equilibrada, Ricardo Pinto sacou Lima e colocou o atacante Marquinhos, para buscar o empate.

A equipe paranista tentou equilibrar o jogo, mas deficiente técnicamente, não conseguiu assustar. O Botafogo tentou chegar ao terceiro gol, que garantiria a vaga direta sem a necessidade do segundo jogo, mas continuou pecando nas finalizações. Caio Junior ainda fez a última alteração e colocou o garoto Cidinho na vaga de Caio. Com pouco tempo, o menino mostrou que tem talento e por duas vezes caiu dentro da área pedindo pênalti, mas o árbitro nada deu. O resultado acabou sendo justo e agora o Alvinegro joga por um empate no Engenhão para ficar com a vaga.

FICHA TÉCNICA:
PARANÁ 1×2 BOTAFOGO

Estádio: Durival de Britto, Curitiba (PR)
Data/hora: 30/3/2011 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Elmo Alves Resende da Cunha (GO)
Cartões amarelos: Henrique, Anderson (PAR); Rodrigo Mancha, Somália, Alessandro (BOT)
Cartões vermelhos: Luiz Camargo, 47’/1ºT (PAR); Somália, 3’/2ºT (BOT)
Gols: Antônio Carlos, 15’/1ºT (0-1); Rodrigo Defendi, 16’/1ºT (1-1); Willian, 1’/2ºT (1-2)
Renda e público: R$ 119.525,00 / 4.490 pagantes / 4.815 presentes

PARANÁ: Thiago Rodrigues, Paulo Henrique, Luciano Castán. Rodrigo Defendi e Henrique (Luizinho, 43’/2ºT); Anderson, Luiz Camargo, Lima (Marquinhos, 28’/2ºT) e Diego (Ricardinho, 34’/2ºT); Kelvin e Léo. Técnico: Ricardo Pinto.

BOTAFOGO: Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos, Márcio Rosário e Marcio Azevedo (Fahel, 7’/2ºT); Rodrigo Mancha (Willian, intervalo), Marcelo Mattos, Somália e Everton; Herrera e Caio (Cidinho, 40’/2ºT). Técnico: Caio Junior.

março 31, 2011 Posted by | Botafogo | , | Deixe um comentário

Em jogo fraco, Botafogo e Boavista não saem do zero


Glorioso esbarra na falta de criatividade. De um camarote, Caio Junior dá instruções a interino e vê que terá muito trabalho

Um verdadeiro marasmo. Assim podemos definir o confronto entre Boavista e o desmantelado Botafogo, que com 10 desfalques teve atuação fraca. O empate sem gols, foi com certeza o resultado mais justo para a partida deste sábado, no Moacyrzão. Como o Olaria venceu o Nova Iguacu, o Glorioso perdeu a primeira colocação para o time azul e branco.

O JOGO

O início do duelo foi muito truncado no meio de campo, mas aos poucos as jogadas de ataque foram saindo. O volante Júlio César errou um passe bobo, dando no pé de Somália. O volante bateu de fora da área e caprichosamente a bola não entrou, passando pertinho da trave. André Luís responderia em bela jogada individual em cima de Marcio Azevedo, mas na finalização, acabou desperdiçando, chutando para fora.

Com a parada técnica habitual aos 20 minutos, o Botafogo acertou o posicionamento e passou a mandar no jogo. Somália cruzou após bom passe de Alessandro, mas nenhum jogador alvinegro finalizou. O Glorioso apostou na velocidade de Caio, que conseguia fazer boas jogadas, mas pecava na hora de arrematar. O apoiador Fabrício, sentindo o fato de não iniciar uma partida há mais de um ano, não conseguiu criar boas oportunidades para o ataque, mas Somália, mesmo esbarrando em suas limitações, demonstrava muito empenho e ajudou o companheiro na criação. No fim da primeira parte do jogo, Caio fez belo lance, após roubada de bola de Fabrício, invadiu a área e foi derrubado por Joílson. No entanto, o árbitro não marcou. O lance foi duvidoso. Logo depois, o atacante alvinegro Willian ainda teria boa chance, não fosse um impedimento mal marcado pelo bandeirinha.

SEGUNDO TEMPO SONOLENTO

Na segunda etapa, o Botafogo parecia que encontraria facilidades na defesa do Boavista, mas apesar do esforço de alguns jogadores, sobretudo Somália e Caio, o time esbarrou em sua falta de criatividade. Pela equipe de Saquarema, o ex-rubro-negro Erick Flores também não ajudou muito e acabou substituído. O mesmo ocorreu com Willian e Fabrício, que pela primeira vez começou um jogo pelo Alvinegro. O novato Jairo e o lateral-esquerdo de origem Guilherme entraram, este último jogando como apoiador.

Em um camarote do Moacyrzão, o novo técnico Caio Junior passou instruções durante o jogo para o preparador de goleiros Flávio Tenius, que interinamente, comandou o time à beira do campo. Todavia, o segundo tempo só foi interessante nos últimos 10 minutos, quando as duas equipes acordaram, após um jogo que se arrastou devido a pouca atitude de ambos o times.

Sempre com Somália e Caio, o Botafogo chegou criou mais uma vez. O volante assumiu o papel de armador e colocou o Talismã mano a mano com o zagueiro. O camisa 9 passou por dois marcadores em bela jogada individual e bateu, mas Thiago fez grande defesa e impediu um golaço. O Glorioso ainda reclamou um pênalti de Gustavo, que teria usado a mão para tirar uma bola, mas não houve intenção do zagueiro do Boavista. O placar óbvio acabou acontecendo. Renan ainda faria algumas intervenções antes do término, mas o 0 a 0 era iminente. É… Caio Junior observou e deve ter constatado que terá muito trabalho pela frente.

FICHA TÉCNICA:
BOAVISTA 0 X 0 BOTAFOGO

Estádio: Claudio Moacyr, Macaé (RJ)
Data/hora: 26/3/2011 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: William Marcelo de Souza Nery (RJ)
Auxiliares: Ralph Coutinho Carneiro (RJ) e Ricardo Nogueira da Silva (RJ)
Renda/Público pagantes: R$ 18.870,00 /2.108
Gols:
Cartões Amarelos: Antônio Carlos, Fahel(BOT); André Luís, Paulo Rodrigues, Gustavo(BOA)
Cartõs Vermelhos: Não houve.

BOAVISTA: Thiago, Éverton Silva, Gustavo , Bruno Costa e Paulo Rodrigues (Roberto Lopes, 24/2°T); Júlio César, Joílson, Leandro Chaves (Raphael Augusto, 31’/2°T) e Erick Flores (Fábio Fidélis, 12/2°T); Frontini e Andre Luís. Técnico: Alfredo Sampaio.

BOTAFOGO: Renan; Alessandro, Antônio Carlos, Márcio Rosário e Marcio Azevedo; Fahel, Marcelo Mattos, Somália e Fabrício (Guilherme, 21’/2°T); Caio (Cidinho, 41’/2°T) e Willian (Jairo, 20’/2°T). Técnico: Flávio Tênius (Interino)

março 26, 2011 Posted by | Botafogo | , | Deixe um comentário

TREM-BALA DA COLINA PASSA POR CIMA DO BOTAFOGO


Diego Souza estreia com gol, e Vasco vence Botafogo

Na estreia de Diego Souza, o Vasco venceu o Botafogo por 2 a 0, e chegou à liderança do Grupo A da Taça Rio. O próprio Diego Souza e Eder Luis foram os autores dos gols, que só saíram no segundo tempo. O Vasco tem agora nove pontos, mesma pontuação do Boavista. No entanto, o Cruz-Maltino leva vantagem no número de gols marcados.

O JOGO
O primeiro lance de perigo dos vascaínos aconteceu aos dois minutos: Felipe cobrou falta da direita, Jéfferson saiu mal do gol, e Eder Luis cabeceou para fora. Pouco depois, o Vasco esteve perto de marcar: Bernardo deu um lindo passe em profundidade para Eder Luis, que chutou, mas Jéfferson fechou bem o ângulo e defendeu.

Na jogada seguinte, foi a vez do Botafogo assustar: o volante Arévalo Rios chutou de longe, e a bola passou perto a trave esquerda de Fernando Prass. O Vasco voltou a criar uma oportunidade aos 22 minutos, quando Eduardo Costa chutou torto, e Diego Souza se atirou na bola para desviar, mas a bola passou à direita da trave.

Ainda no primeiro tempo, o goleiro alvinegro teve que trabalhar. Jéfferson apareceu bem em pelo menos duas oportunidades. A primeira foi aos 34, quando o vascaíno Jéferson tocou para Eder Luis, que tocou com categoria, mas o arqueiro do Botafogo fez ótima defesa. Depois, Bernardo cobrou escanteio da esquerda, Anderson Martins desviou de cabeça na primeira trave, mas novamente Jéfferson defendeu no reflexo. No rebote, Dedé quase completou para o gol, mas Arévalo cortou na hora certa.

Aos 37, o Bota teve um gol anulado. Abreu cabeceou para dentro da grande área, Herrera recebeu na frente e tocou na saída de Fernando Prass. No entanto, o assistente Jackson Lourenço dos Santos marcou impedimento. No finzinho da primeira etapa, os vascaínos reclamaram de pênalti sobre Eder Luis, em jogada com Márcio Rosário. A infração não foi marcada, e o vascaíno saiu de campo, no intervalo, reclamando da rispidez do árbitro assistente, quando cobrado pela jogada.

VASCO MELHORA E MARCA
A segunda etapa começou morna, com os dois times arriscando pouco. O Botafogo tentava em chutes de fora da área, com Lucas e Somália. Fernando Prass apareceu bem nas duas ocasiões. Com a mesma ideia, o vascaíno Bernardo também chutou de média distância, mas Jéfferson defendeu com tranquilidade.

O Vasco era a equipe mais perigosa nos primeiros minutos, e conseguiu chegar ao gol aos 14 minutos. Bernardo, ainda no campo
de defesa, lançou para Diego Souza. O estreante ganhou de João Filipe e Márcio Rosário, driblou o goleiro Jéfferson e tocou para as redes, para fazer seu primeiro gol com a camisa vascaína.

A partir daí, o Botafogo não conseguiu mais produzir como antes. Rodrigo Mancha e João Filipe levaram amarelos em sequência. E o Vasco se aproveitou disso: aos 25, Bernardo cobrou escanteio da direita e, após um desvio, Eder Luis emendou de meia-bicicleta, fazendo um golaço. Na comemoração, os jogadores fizeram o ‘trenzinho’, simbolizando o ‘Trem-Bala da Colina’.

O resultado só não foi mais dilatado porque Jéfferson voltou a intervir bem, em uma finalização de Diego Souza, que bateu cruzado para boa defesa do goleiro. Minutos mais tarde, o Botafogo perdeu o técnico Joel Santana, que já vinha sendo hostilizado pela torcida. Ele foi expulso pelo árbitro Péricles Bassols, atitude que foi aplaudida pela torcida.

Em campo, Somália ainda perdeu uma boa chance aos 40 minutos. Pelo lado do Vasco, Felipe saiu na cara de Jéfferson, mas bateu em cima do goleiro. Mesmo assim, a vitória e a festa já eram do Vasco. O ‘Trem-Bala da Colina’ parece ter entrado nos trilhos.

FICHA TÉCNICA
VASCO 2X0 BOTAFOGO
Data/horário: 20/3/2011 – 18h30min
Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Renda e público: R$ 724.360,00 / 26.520 pagantes
Árbitro: Péricles Bassols Cortez (RJ)

Vasco: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Eduardo Costa, Rômulo, Felipe e Diego Souza; Bernardo e Eder Luis (Leandro, 29’/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes.
Botafogo: Jéfferson; Lucas (Caio, 16’/2ºT), João Filipe, Márcio Rosário e Marcio Azevedo (Marcelo Mattos, 16’/2ºT); Rodrigo Mancha, Arévalo, Somália e Everton (Alex, 29’/2ºT); Abreu e Herrera. Técnico: Joel Santana.

Gols:
Diego Souza (14’/2ºT) (1-0), Eder Luis (25’/2ºT) (2-0)

Cartões amarelos:
Vasco – Eduardo Costa, Diego Souza, Bernardo, Ramon e Leandro.
Botafogo – Abreu, Rodrigo Mancha, Everton, João Filipe e Herrera.

março 20, 2011 Posted by | Botafogo, Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Bota finalmente se impõe e goleia o Americano

Glorioso dominou o adversário e assegurou a vitória por 4 a 0, neste sábado, no Engenhão

Não é mais início de temporada, mas os torcedores do Botafogo assistiram neste sábado, no Engenhão, à primeira vitória convincente neste ano. Em noite inspirada do setor ofensivo, com destaques para o meia Éverton e o lateral-direito Lucas, a equipe alvinegra goleou o Americano por 4 a 0 e chegou à terceira vitória na Taça Rio.

O atacante Herrera, bastante questionado nos últimos anos, desencantou e marcou dois para o Glorioso. Loco Abreu e João Filipe completaram o placar, que assegura a liderança do Grupo B para o Bota, com 9 pontos.

Na próxima rodada, a equipe do técnico Joel Santana faz o clássico com o Vasco, domingo, no Engenhão. No mesmo dia, o Americano, que perdeu a primeira no segundo turno do Carioca, enfrenta o Madureira, em Campos.

BOTA, FINALMENTE, SE IMPÕE CONTRA UM PEQUENO

Ao contrário do que vinha acontecendo neste ano, desta vez, o Botafogo conseguiu impor sua superioridade contra um pequeno. Claro que, para isso, também contou com certa colaboração do adversário.

Buscando surpreender o Alvinegro em pleno Engenhão, o Americano começou com uma postura incomum: partiu para cima. Mas o tiro saiu pela culatra. Em duas jogadas de contra-ataque, a equipe da casa alcançou uma boa vantagem no placar. Primeiro, aos 13 minutos, o lateral-direito Lucas encontrou Loco Abreu, que foi derrubado na área. Pênalti. Cordialmente, o camisa 13 deixou Herrera fazer a cobrança. O argentino bateu com segurança, abrindo o placar contra a equipe de Campos.

Aos 27, outra saída rápida da defesa. Somália lança Abreu, que domina e toca na saída do goleiro Jefferson (homônimo do camisa 1 do Fogão). 2 a 0 Glorioso!

Com a vantagem, o Bota passou a jogar como gosta: fechadinho, explorando os espaços do adversário. Por pouco, a equipe do técnico Joel Santana não desceu ao vestiário com placar ainda mais elástico. Culpa de Loco Abreu, que não conseguiu dominar passe magistral de Éverton e perdeu a chance de fazer o terceiro.

VIROU COM DOIS, ACABOU COM QUATRO

Mas a trinca botafoguense não demorou a se concretizar. Logo no início da segunda etapa, o zagueiro João Filipe, num surto de Usain Bolt, arrancou como um foguete pela direita e conseguiu o escanteio. No lance que se seguiu, Éverton, outro destaque da partida, levantou para o defensor, que, desta vez, encarnando um camisa 9, deu um toque com estilo, de pé direito, sem chances para Jéfferson.

Com a vitória praticamente assegurada, o Glorioso passou a segurar o ritmo esperando o tempo passar. Mas exagerou no freio. Nos minutos seguintes, o Americano chegou como quis na área alvinegra. Não fosse a falta de pontaria, Gustavinho, Eberson e Índio poderiam ter diminuido a desvantagem logo na sequência.

Joel então percebeu que a retranca não era o caminho. Vendo que a defesa adversária não era lá muito sólida, resolveu atacar mais: sacou o volante Somália e colocou o atacante Caio. Um minuto depois, veio o resultado. Lucas passou com precisão para Herrera, que chutou firme e assegurou a goleada do Bota.

Nos minutos finais, o técnico alvinegro fez alguns testes. Trocou os dois laterais, entre eles, o jovem Guilherme, que pôde ser mais observado após a já garantida vitória no Engenhão.

BOTAFOGO 4 X 0 AMERICANO

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: 12/3/2011 às 18h30
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro
Assistentes: Ediney Mascarenhas e Silbert Sisquim

Renda e Público: R$ 70.870 / 2.946 pagantes

Cartões amarelos: Somália (BOT) Airton e Carlos Alberto (AME)

Gol: Herrera, aos 14’/ 1ºT e aos 24’/ 2ºT, Loco Abreu, aos 27’/1ºT, João Filipe, aos 4’/ 2ºT (BOT)

BOTAFOGO: Jefferson, Lucas (Alessandro, aos 25’/ 2ºT), João Filipe, Márcio Rosário e Marcio Azevedo (Guilherme, aos 28’/ 2ºT); Rodrigo Mancha, Arévalo, Somália (Caio, aos 23’/ 2ºT) e Everton; Herrera e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana.

AMERICANO: Jefferson, Airton (Felipe, aos 10’/ 2ºT), Elson, Gustavo Breda e Carlos Alberto; Índio (Renan, aos 38’/ 2ºT), Marciel, Flávio Medina, Eberson e Gustavinho; Diego (Léo Santos, aos 28’/ 2ºT). Técnico: Toninho Andrade.

março 12, 2011 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário

Botafogo passa sufoco, mas tem vitória magra sobre o Nova Iguaçu


Alvinegro é dominado no segundo tempo e, a muito custo, conquista mais três pontos fazendo 1 a 0 em Volta Redonda

Três pontos para serem comemorados. Não por causa de uma boa atuação, mas pelo sufoco sofrido, principalmente no segundo tempo. A muito custo, o Botafogo venceu por 1 a 0 o Nova Iguaçu, nesta quarta-feira, pela segunda rodada da Taça Rio, em mais um desempenho que ficou longe de ter agradado aos quase três mil espectadores que foram ao estádio Raulino de Oliveira, na cidade de Volta Redonda. Everton marcou o gol que garantiu o triunfo.
O Alvinegro, que chegou a seis pontos no Grupo B e está com 100% de aproveitamento, volta a campo neste sábado para enfrentar o Americano, às 18h30m (de Brasília), no Engenhão. Já o Nova Iguaçu viaja até Macaé para duelar com o time da casa, no domingo, às 17h.
Sem Renato Cajá, negociado na véspera para o Guangzhou Evergrande (China), Joel Santana optou por adiantar Bruno no meio-campo e escalar Arévalo para a tarefa de marcar, ao lado de Rodrigo Mancha. O que se viu foi um time ainda amarrado e carecendo de opções na transição da defesa para o ataque, mas conseguindo se aproveitar de erros individuais do Nova Iguaçu.
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E foi assim que o Botafogo abriu o placar, logo depois de Herrera perder um gol incrível. Lucas avançou pelo lado esquerdo e cruzou rasteiro. O zagueiro Leonardo Luiz tentou afastar, mas jogou a bola para o meio. Everton chegou em velocidade e bateu no canto esquerdo, fazendo 1 a 0 com dez minutos de partida.
Com a vantagem logo no início, parecia que o Bota conseguiria controlar a posse de bola e, assim, dominar o adversário. Mas o Nova Iguaçu equilibrava, fazendo uso de seus laterais, que se aproveitavam das falhas de marcação de Lucas e Márcio Azevedo. No entanto, a equipe da Baixada Fluminense não mostrava força suficiente para criar chances claras de gol.
Everton (centro), comemora seu gol com Bruno e Márcio Azevedo (Foto: Agência Estado)
Enquanto isso, o Alvinego tentava se movimentar para chegar ao ataque, mas não tinha a organização necessária para assustar. Apesar da tranquilidade defensiva, a equipe de Joel Santana errava muitos passes na frente, não conseguindo municiar seus atacantes. O lance inusitado da primeira etapa foi a trombada de Herrera no bandeira Flávio Manoel da Silva, que caiu no chão e por pouco não foi pisoteado pelo lateral Cortês, do Nova Iguaçu.

Se na primeira etapa mostrou instabilidade, o Botafogo voltou ainda em pior forma para o segundo tempo. Completamente dominada pelo Nova Iguaçu, a equipe começou a etapa passando sufoco, vendo, de cara, o adversário perder um gol incrível, com Maycon, que acertou o travessão (assista no vídeo ao lado). O perigo era principalmente pelo lado direito, onde o lateral Lucas não conseguia frear o ímpeto de Cortês.
Para tentar empurrar o adversário em seu campo defensivo e ganhar força nos contra-ataques, Joel Santana lançou Caio no lugar de João Filipe. No entanto, compensou substituindo Lucas por Alessandro, com o objetivo de reforçar a marcação em seu lado mais vulnerável.
E o sofrimento alvinegro piorou depois que Bruno precisou deixar o campo por causa de dores na coxa esquerda. O fato aconteceu poucos minutos depois de o técnico Joel Santana ter feito a terceira substituição, o que deixou a equipe com um jogador a menos por quatro minutos (Alex deixou o time da Baixada também com dez ao ser expulso aos 45). Assim, restou ao Alvinegro se fechar e torcer pelo apito final, mais uma vez se fazendo valer das defesas do goleiro Jefferson.
NOVA IGUAÇU 0 X 1 BOTAFOGO
Diogo, Paulo Henrique (Mossoró), Leonardo Luiz, Alex e Cortês; Amaral (Lukian), Luan, Marquinhos (Wallace) e Dieguinho; Maycon e William. Jefferson, Lucas (Alessandro), João Filipe (Caio), Márcio Rosário e Márcio Azevedo; Rodrigo Mancha, Arévalo, Bruno e Everton (Guilherme); Herrera e Loco Abreu.
Técnico: Josué Teixeira. Técnico: Joel Santana.
Gol: Everton, aos 10 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Alex, Amaral (Nova Iguaçu); Everton, Márcio Azevedo, Alessandro, Jefferson, Herrera, Márcio Rosário (Botafogo). Cartão vermelho: Alex (Nova Iguaçu).
Estádio: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ). Data: 09/03/2011. Árbitro: Carlos Eduardo Nunes Braga. Auxiliares: Leonan Cardoso Berute e Flávio Manoel da Silva. Público: 1.877 pagantes (2.984 presentes). Renda: R$ 34.930,00

março 10, 2011 Posted by | Botafogo | , | Deixe um comentário

Mesmo sem convencer, Botafogo vence na estreia


Glorioso sofre apagão na segunda metade do primeiro tempo, permite empate, mas recupera vantagem

Em sua estreia na Taça Rio, o Botafogo venceu o Volta Redonda por 4 a 2 na tarde deste sábado, no Engenhão. Herrera – de pênalti -, Caio, Rodrigo Mancha e Alex marcaram os gols do triunfo alvinegro.

O Glorioso começou partindo com tudo para o ataque. Logo aos três minutos, Lucas foi derrubado por Fabinho na entrada da área pelo lado direito. Na cobrança, Herrera abriu o placar.

Apostando na velocidade do lateral Fabinho, o Voltaço tentava, após o gol, equilibrar as ações e aventurar-se no ataque. O Bota pouco conseguia manter a posse de bola no campo ofensivo. Nas poucas chances da equipe do interior, o goleiro Jefferson, animado com a nova chance na Seleção, mostrava segurança.

Aos 19, Éverton – em uma de suas raras aparições pelo lado direito – recebeu passe de Lucas e cruzou com precisão na cabeça de Caio, que ampliou o marcador. Três minutos depois, no entanto, Jhonnattann pegou rebote dado por Jefferson após chute de Serginho e diminuiu. Porém, o gol foi creditado a Gláuber.

Aos 34, o lateral-direito Léo Gonçalves foi expulso após atingir o rosto de Herrera com o cotovelo. Curiosamente, no entanto, o Volta Redonda seguiu mais presente no campo ofensivo. Tanto que, aos 41 minutos, Jefferson fez grande defesa em cobrança de falta de Padovani.

Porém, nem a boa fase do goleiro foi suficiente para evitar o empate do time do sul fluminense: Ávalos subiu mais que a zaga e igualou o marcador após cruzamento de Serginho aos 42 minutos.

Bota recupera a vantagem em doze minutos

Joel Santana não poupou esforços para colocar seu time para a frente, trocando o meia Renato Cajá pelo atacante Alex. Consequentemente, o Botafogo voltou do intervalo disposto a recuperar a vantagem no placar. Logo no primeiro minuto de jogo, Rodrigo Mancha cabeceou nas costas de Padovani. Ele mesmo aproveitou a sobra e deixou o seu.

Aos 12, Alex ampliou após grande jogada. Márcio Azevedo lançou Lucas em profundidade pela direita. O lateral cruzou rasteiro para trás e Alex, que entrou no intervalo.

Construída a vantagem, o Alvinegro tirou mais uma vez o pé do acelerador e o Voltaço cresceu mais uma vez. Joel perdeu a paciência com Caio e o trocou por Fabrício. Aos 23, com Jefferson caído após uma defesa, Gláuber cabeceou para fora, perdendo chance incrível.

O jogo, então, perdeu em emoção. O Bota não conseguia encaixar ataques perigosos, enquanto os visitantes já não surpreendiam como nos primeiros 45 minutos. Menos ainda depois que Gláuber recebeu o segundo amarelo e também deixou o campo mais cedo, a cinco minutos do fim.

FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO 4X2 VOLTA REDONDA

Estádio: João Havelange (Engenhão), Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 5/3/2011 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ)
Auxiliares: Wagner de Almeida Santos e Jackson Lourenço Massarra dos Santos (RJ)
Renda/público: R$ 67.700,00 / 2.520 pagantes
Cartões amarelos: Márcio Avezedo, Rodrigo Mancha, Éverton, Caio (BOT); Jhonnattann, Gláuber, Jonilson (VRE)
Cartões vermelhos: Léo Gonçalves, Gláuber (VRE)
Gols: Herrera 3’/1°T (1-0), Caio 19’/1°T (2-0), Jhonnattan 22’/1°T (2-1), Ávalos 42’/1°T (2-2), Rodrigo Mancha 1’/2°T (3-2), Alex 11’/2°T (4-2)

BOTAFOGO: Jefferson, Lucas, Antônio Carlos, Márcio Rosário e Marcio Azevedo; Rodrigo Mancha, Bruno, Renato Cajá (Alex, intervalo) e Éverton (Arévalo, 31’/2°T); Caio (Fabrício, 19’/2°T) e Herrera. Técnico: Joel Santana.

VOLTA REDONDA: Mauro; Serginho, Ávalos, Padovani e Fabinho (Tiago Costa, 14’/2°T); Jonilson, Léo Gonçalves, Jhonnattan e Gláuber; Pedro Henrique (Arthur 22’/2°T) e Jean (Bruno Lança, 12’/2°T). Técnico: Dário Lourenço.

março 5, 2011 Posted by | Botafogo | , | Deixe um comentário

Botafogo se classifica nos pênaltis contra o River

Glorioso vence no tempo normal por 1 a 0 e somente nos pênaltis bate o River Plate-SE, avançando na Copa do Brasil

O Botafogo não jogou bem, mas foi com tudo para cima do River Plate-SE e mostrou empenho durante todo o jogo. No entanto, não foi o suficiente para conseguir os dois gols necessários para a classificação. Com isso, somente nos pênaltis, o Alvinegro bateu o River. Vitória sofrida e suada. No final, os jogadores fizeram questão de ir todos em direção a Joel, abraçá-lo, homenageando o treinador, que fora vaiado pela torcida.

Pressão desde o início
Com um Engenhão vazio, o Botafogo não tinha outra opção, senão pressionar o River desde o início. No entanto, o Glorioso insistiu na bola aérea, só que seu principal cabeceador, Loco Abreu não estava em campo. Quando tentava por baixo chegava com mais perigo. Aos cinco minutos, Caio toca para Herrera, que bate de fora da área, com a perna esquerda, mas fraquinho, ficando fácil para o goleiro sergipano Max. Logo após, Lucas dá bom passe para Herrera que bate fraco e o arqueiro do River pega.

O Botafogo tocava a bola no meio, mas esbarrava na forte marcação do River. O Alvinegro seguia na base do chuveirinho, o que deixava a situação mais fácil para o adversário. Até que Renato Cajá encontra Caio, que limpa o zagueiro e bate de fora da área. Uma bomba, que passou muito perto. E depois mais uma vez o camisa 10 alvinegro dá ótimo assistência, desta vez, para Herrera, que dentro da área, gira e bate de esquerda, mas a bola sai fraca, o que facilita a defesa do goleiro Max. Pela equipe do Sergipe, Bebeto Oliveira, autor do gol da vitória no jogo de ida, arriscou de fora da área, livre de marcação, mas sem perigo. Daí em diante apenas a cabeçada de Bibi em cruzamento de Pedrinho ameaçaria o Botafogo. Para variar, Jefferson faria boa defesa. Após isso, o Glorioso pressionaria. Em bela jogada, Lucas chega até a linha de fundo e cruza para Caio, desperdiçar em cabeceio. Depois, Cajá daria ótima cabeçada, para Max fazer uma verdadeira ponte. De tanto pressionar, o Botafogo fez em um gol contra e polêmico. Aos 40 minutos, em bola alçada na área por Cajá, o goleiro Max tiraria, mas o zagueiro Bebeto desviaria para o gol. Entretanto, não deu para ver se ela realmente entrou, mas para o árbitro passou da linha do gol, portanto, Bebeto contra. 1 a 0 Botafogo. Antes que encerrase a primeira parte, Herrera perderia gol praticamente sem goleiro, após chute cruzado de Lucas. O argentino estava desequilibrado.

Goleiro do River Plate se destaca
Na segunda etapa, o Alvinegro foi desenfreadamente à frente. Everton teria boa oportunidade em chute na entrada da área, que bateria na trave. Logo após, Caio cruza, mas passa pelo companheiro de ataque Herrera. Alex, que entrara no lugar de Everton pega a sobra e manda uma bomba. Passou pertinho da trave esquerda do gol do River. As principais jogadas do Botafogo saiam do pé de Renato Cajá, que colocou Herrera de frente com o goleiro, mas o camisa 17 tentou driblar o arqueiro e acabou errando. No mais, o Botafogo até tentou, mas de maneira desorganizada, não conseguia entrar na defesa do adversário. Na tentativa de deixar o time mais ofensivo, o técnico Joel Santana colocou Fabrício no lugar de Cajá, mas o jogador era até então o principal articulador no meio. A melhor oportunidade seria do atacante Alex, que perderia chance de cabeça, cara a cara com o goleiro Max, que faria um verdadeiro milagre. No desespero, o Botafogo veria seu destino ser resolvido mais uma vez na disputa de pênaltis.

Todavia, o Glorioso conseguiria após quatro anos, voltar a vencer desta maneira. Márcio Rosário, Herrera, Antônio Carlos e Lucas converteram. No River, Bebeto Oliveira e Fábio Júnior bateram para fora, desperdiçando sua cobranças. A classificação foi muito comemorada pelos jogadores devido a sua grande dramaticidade. A atuação não foi a esperada, mas o objetivo foi alcançado, bem da maneira alvinegra… Com muito sofrimento.

FICHA TÉCNICA:

BOTAFOGO 1 (4) X 0 (1) RIVER PLATE-SE (Vitória nos pênaltis)

Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 2/3/2011 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo (MG) e Helberth Costa Andrade (MG)
Cartões amarelos: Antônio Carlos, Márcio Rosário, Bruno (BOT); Beveto Oliveira, Bruno Ramos, Beveto, Pedrinho (RIV)
Gols: Bebeto contra aos 40 minutos
Renda/Público pagante: R$74900,00/3137 pagantes

BOTAFOGO: Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos, Márcio Rosário e Marcio Azevedo (Alessandro); Rodrigo Mancha, Bruno, Everton (Alex) e Renato Cajá (Fabrício); Herrera e Caio. Técnico: Joel Santana.

RIVER PLATE-SE: Max, Gláuber, Váldson, Bebeto e Pedro; Bruno Ramos (Lucas), Fernando Pilar, Wallace e Éder (Fábio Júnior); Bibi (Da Silva) e Bebeto Oliveira. Técnico: Ailton Silva.

março 2, 2011 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário

Botafogo dá vexame e perde para o River Plate-SE

Glorioso estreia com derrota na Copa do Brasil

Nem o mais otimista torcedor do River Plate-SE acreditava em uma vitória de seu time contra o Botafogo nesta quarta-feira, em Aracaju. Como há coisas que só acontecem com o Botafogo, o Alvinegro conseguiu perder para a humilde equipe sergipana, em um jogo que teve uma fraca atuação, decepcionando os torcedores que lotaram o estádio para ver Loco Abreu e cia.

Botafogo começa com três volantes

Apesar de dar indícios de que começaria com o apoiador Everton, o técnico Joel Santana, manteve a formação que iniciou no último jogo do Alvinegro pelo Campeionato Estadual, contra o Flamengo. A única mudança foi a entrada de Bruno, que estava suspenso no último confronto, no lugar de Arévalo Ríos, lesionado na coxa esquerda. Além disso, Herrera passou a ser o capitão da equipe no lugar de Loco Abreu. E o Botafogo começou bem. O argentino Herrera cruzou para Loco Abreu, que chegou atrasado para finalização. Logo depois, foi a vez de Alessandro alçar a bola para o uruguaio, que com categoria, dominou no peito e mandou uma bomba de pé esquerdo. No entanto, a bola foi em cima do goleiro Max, que fez boa defesa.

O Glorioso passou a tocar a bola no meio, mas sem muita objetividade. Somália e Bruno tentavam ajudar o ataque, já que Renato Cajá estava sumido do jogo. Herrera mostrava a pegada de sempre, mas errava quase todas as jogadas. De bom, o atacante Loco Abreu, que buscava fazer tabelas e se movimentava o tempo inteiro. Aos 31 minutos, El Loco deixou Bruno cara a cara com o goleiro, mas o juiz Marielson Alves, assinalou impedimento equivocadamente. O camisa 13 do Fogão ainda deixou Somália em boa posição pela direita, mas o curinga de Joel Santana errou o cruzamento. O River Plate-SE permaneceu durante toda a primeira etapa fechadinho, abdicando dos contra-ataques e parecia estar conseguindo o que queria: o empate em 0 a 0.

Atuação desastrosa e derrota histórica

No segundo tempo, Joel Santana tratou de colocar seu time mais à frente. Everton entrou no lugar de um discreto Marcio Azevedo. Todavia, foi a equipe sergipana que quase marcou. Bibi teve grande chance, cara a cara com Jefferson, que salvou o Bota. Um pouco depois, Márcio Rosário quase entregou o ouro para o ataque do River, mas acabou se recuperando no mesmo lance, evitando pior. O Botafogo parecia não se encontrar na partida. Muito por conta da atuação apática de Renato Cajá, que não manteve as boas atuações de outrora. Na frente, Herrera continuou tentando, mas prosseguia errando, além de estar excessivamente nervoso. Mesmo com o cartão amarelo, o argentino reclamava muito com a arbitragem, que não o expulsou porque não quis, talvez por ser o capitão do time.

Aos 20 minutos, Caio entraria no lugar do inoperante Cajá. O Talismã deu mais velocidade ao seu time que ficava com três atacantes. Contudo, o Alvinegro seguiu errando passes e dependia do esforço de jogadores mais limitados, como o volante Somália, que não conseguia acertar, apesar de ser um dos mais empenhados. Pelo outro lado, o River chegou duas vezes. O atacante Fábio Júnior, que tinha acabado de entrar acertou bom chute, de fora da área, que assustou o goleiro Jefferson. Logo após, foi a vez de Bibi, arriscar de perna esquerda. Entretanto, essa não levou tanto perigo e saiu à direita do gol alvinegro.

Desorganizado, o Botafogo passou a tentar outras alternativas. Alessandro arriscou de fora da área, mas muito mal. Everton errou enfiada de bola para Caio. A torcida sergipana vendo o atuação ruim do Botafogo, começou a gritar olé. E quando parecia que o cenário era ruim… Ele piorou. Bebeto Oliveira recebeu cruzamento da esquerda de Pedrinho e com categoria, bateu de perna direita, no contrapé de Jefferson. Incrivelmente, o torcedor que foi ao Batistão para ver Loco Abreu, acabou vendo Bebeto Oliveira.

– Entrei determinado e sabia que se tivesse uma oportunidade nao iria desperdiçar. A equipe está de parabéns. Temos que respeitar o Botafogo, mas vamos para o Rio com a vantagem – vibrou o autor do gol da partida, Bebeto Oliveira.

O River comemora a maior vitória de sua história enquanto o Glorioso contabiliza mais um vexame.

FICHA TÉCNICA:

RIVER PLATE (SE) 1 X 0 BOTAFOGO

Estádio: Batistão, em Aracaju (SE)
Data/hora: 23/2/2005 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Marielson Alves Silva (BA)
Auxiliares: Luiz Carlos Silva Teixeira (BA) e Adson Márcio Lopes Leal (BA)
Cartões Amarelos: Somália, Antônio Carlos, Herrera, Márcio Rosário (BOT); Bibi, Bruno Ramos (RIV)
Cartões Vermelhos: Não houve.
Gols: Bebeto Oliveira (41’/2°T)

RIVER PLATE (SE): Max, Bebeto, Váldson e Walace; Glauber, Bruno Ramos, Eder (Fábio Júnior), Fernando Pilar (Lucas) e Pedrinho; Bebeto Oliveira e Bibi (Claudinei). Técnico: Ailton Silva.

BOTAFOGO: Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos, Márcio Rosário e Marcio Azevedo (Everton/Intervalo); Rodrigo Mancha, Somália, Bruno e Renato Cajá (Caio 20’/1°T); Herrera e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana.

fevereiro 24, 2011 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário

Paredão Felipe garante o Fla sobre o Bota nos pênaltis

Goleiro rubro-negro defende duas cobranças depois do empata em 1 a 1 no tempo normal. Final será contra o Boavista

Esse filme já é conhecido. Na disputa de pênaltis, o Flamengo venceu o Botafogo, neste domingo, no Engenhão, e se garantiu na final da Taça Guanabara. Após um clássico alucinante, que terminou com empate em 1 a 1 (gols de Ronaldo Angelim e Loco Abreu), o goleiro Felipe, com duas defesas, garantiu a classificação rubro-negra.

O Flamengo encara o Boavista no próximo domingo, no Engenhão, pela final da Taça Guanabara. Já o Botafogo se concentra na Copa do Brasil, pela qual estreia na quarta-feira, contra o River Plate (SE), em Aracaju.

FLA DOMINA PRIMEIRA ETAPA E LARGA NA FRENTE

Já se passou um ano desde a surpreendente classificação do Botafogo sobre o Flamengo na semifinal da Taça Guanabara. Na ocasião, o técnico Joel Santana descobriu a fórmula que pôs um fim à então soberania rubro-negra. Doze meses depois, as duas equipes se encontraram na mesma fase da mesma competição. O Glorioso, do mesmo Papai Joel, seguiu recorrendo à velha fórmula: três zagueiros fechados e dois alas avançando no contra-ataque levantando bolas para Herrera e Loco Abreu.

Mas o Flamengo de 2011 entrou para o clássico com a experiência do último fracasso. Daquele elenco, quase ninguém sobrou, mas as lições foram passadas para aqueles que chegaram.

A primeira medida tomada pelo técnico Vanderlei Luxemburgo foi fechar o miolo de zaga para escorar o “chuveirinho” do rival. Os três defensores (David, Welinton e Angelim) formaram um bloqueio para Loco Abreu. Enquanto isso, a movimentação dos meias Ronaldinho Gaúcho, Thiago Neves e até do volante Willians (quem por vezes, se tornou um ponta pela direita), prendiam demais os laterais alvinegros.

Os primeiros 45 minutos foram de bastante equilíbrio. Com duas marcações fortes, a diferença estaria na qualidade técnica. E, neste quesito, o Fla era superior.

Ronaldinho, bastante marcado por Rodrigo Mancha, passou a etapa inicial de forma discreta. Coube ao seu companheiro de criação, Thiago Neves, desequilibrar. Com bastante movimentação, o camisa 7 criou espaços, sofreu faltas perigosas, e, aos 15 minutos, assistiu o primeiro gol da partida, marcado pelo zagueiro Ronaldo Angelim, ao melhor estilo ‘hexa’: de cabeça, em cobrança de escanteio.

O vantagem não modificou muito a postura do jogo. O Rubro-Negro permaneceu tomando a iniciativa no ataque. Léo Moura e Thiago Neves tivaram boas chances de ampliar. O goleiro Jefferson salvou uma delas com uma defesa espetacular em cabeçada do camisa 7.

A única chance de real perigo antes do intervalo aconteceu aos 30 minutos. Márcio Azevedo aproveitou escorada de Loco e chutou de meia-bicicleta. A bola passou com perigo.

JOEL MUDA, BOTA EMPATE, E CLÁSSICO VAI PARA OS PÊNALTIS

Joel Santana promoveu uma alteração na volta do intervalo. Márcio Azevedo deixou o jogo para a entrada de Éverton. E a estrela do técnico não demorou muito a entrar em cena. Logo aos três minutos, em jogada iniciada por Éverton, Loco Abreu igualou o placar.

Aos 11 minutos, quase o segundo alvinegro. Outra vez o ex-rubro-negro apareceu pela esquerda, cruzou na cabeça de Loco Abreu, mas Felipe evitou a virada com bela defesa.

O Botafogo era melhor. Percebendo a inoperância do setor ofensivo, Luxemburgo sacou o atacante Deivid e colocou o jovem Guilherme Negueba. Em pouco tempo, a revelação da Gávea perturbou a defesa adversária. Aos 18, avançou bem pela direita e cruzou para Ronaldinho no meio. Mas o craque acabou travado pela zaga.

A ousadia do garoto inspirou os “figurões” rubro-negros. O Botafogo recuou e o Fla retomou o controle da partida. Aos 22, R10 quase fez um belo gol, mas Jefferson, num leve desvio, colocou a bola para fora.

A partir dos 30 minutos, o duelo voltou ao equilíbrio. O clássico tomou um ritmo alucinante. Os dois times partiram para o ataque. Foi a vez de os goleiros Felipe e Jefferson brilharem com belas defesas. No fim, outro empate no Clássico da Rivalidade, que, assim como nos últimos anos, ficou para ser decidido nas grandes penalidades.

PAREDÃO FELIPE COLOCA FLA NA FINAL

Felipe pega pênalti de Éverton (foto: Gilvan de Souza)

Na disputa por pênaltis, o goleiro Felipe fez a torcida rubro-negra lembrar os bons tempos de Bruno. Léo Moura, Fernando e Renato Abreu fizeram para o Fla. Já o paredão rubro-negro agarrou as cobranças de Éverton e Somália. Na batida derradeira, Renato Cajá jogou para fora. O zagueiro Márcio Rosário fez o único gol alvinegro na disputa.

FICHA TÉCNICA:
FLAMENGO 1 (3) X (1) 1 BOTAFOGO

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 20/2/2011 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Luis Antônio Silva dos Santos (RJ)
Auxiliares: Ricardo Maurício Ferreira de Almeida (RJ) e Eduardo de Souza Couto (RJ)

Público/ Renda: 26.684 pagantes/ R$ 805.645,00
Cartões Amarelos: Willians, Deivid, David, Thiago Neves (FLA); Herrera, Renato Cajá, Mancha (BOT)

GOLS: Ronaldo Angelim, aos 15’/ 1ºT (FLA); Loco Abreu, aos 3’/2ºT (BOT)

Pênaltis: Márcio Rosário (fez, 0-1); Léo Moura (fez, 1-1); Éverton (perdeu, 1-1); Renato Abreu (fez, 2-1); Somália (perdeu, 2-1); Fernando (fez, 3-1); Renato Cajá (perdeu, 3-1)

FLAMENGO: Felipe, Léo Moura, Welinton, David e Ronaldo Angelim (Diego Maurício, aos 36’/ 2ºT); Fernando, Willians, Renato, Thiago Neves e Ronaldinho; Deivid (Negueba, aos 13’/2ºT). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

BOTAFOGO: Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos, Márcio Rosário e Márcio Azevedo (Éverton, intervalo); Arévalo (Araruama, aos 45’/2ºT), Rodrigo Mancha, Somália e Renato Cajá; Herrera (Caio, aos 30’/2ºT) e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana.

fevereiro 20, 2011 Posted by | Botafogo, Flamengo | | Deixe um comentário

Botafogo empata com Macaé e enfrenta o Fla na semifinal

Alvinegro pressiona no fim, mas time de Joel não consegue vitória

Classificado para a semifinal da Taça Guanabara, a luta do Botafogo era para se livrar do Flamengo na fase decisiva da competição. Ainda que ciente de seu trabalho, neste domingo, dentro de seus domínios, no Engenhão, o Alvinegro ficou no empate em 1 a 1 com o Macaé, gols de Robson, para os visitantes, e Renato Cajá, de falta. Desta forma, vai enfrentar o time de Ronaldinho Gaúcho.

Mesmo com o calor forte – praticamente 40º -, o primeiro tempo no Engenhão começou com o time de Joel Santana pressionando o Macaé no campo de ataque e tocando bastante a bola. Após algumas boas jogadas do ataque alvinegro – o jovem Alex conseguiu se destacar com dois chutes perigosos -, a arma do Macaé começou a funcionar. O experiente Luís Mário, com jogadas pela direita, dava muito trabalho ao lateral Márcio Azevedo.

Melhor após a parada técnica, o Macaé abriu o placar aos 39 minutos. Sempre pela direita, Luís Mário conseguiu excelente passe para Robson que, de primeira, deixou o Macaé na frente. Sentindo o golpe, os donos da casa passaram a errar muitos passes e não conseguiam criar jogadas perigosas.

Após o intervalo, o técnico do clube da Estrela Solitária colocou o “curinga” Caio no lugar do zagueiro Márcio Rosário. A mudança deu resultado rápido, mas não completo. Aos três minutos, Renato Cajá cobrou, com muita categoria, falta da entrada da área e deixou tudo igual.

Com a vitória do Fluminense sobre o Madureira – 1 a 0, gol de Rafael Moura -, os jogadores do Botafogo ficaram bastante nervosos em busca da vitória. Mesmo com as mudanças de Joel e a pressão no fim, o time não conseguiu os três pontos.

Com o resultado, nas semifinais da Taça Guanabara, o Botafogo enfrenta o Flamengo. O meia Bruno Thiago, que levou o terceiro cartão amarelo, não participa da partida. Já o Macaé termina o primeiro turno na sexta colocação do Grupo B.

FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO X MACAÉ
DATA E HORA: Domingo, 13 de fevereiro de 2011, às 17h(de Brasília)
ESTÁDIO: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
ÁRBITRO: Péricles Bassols (RJ)
AUXILIARES: Lilian da Silva Fernandes Bruno (RJ) e Andréa Izaura Maffra Marcelino de Sá (RJ)
CARTÕES AMARELOS: Ciro e Romário (MAC), Bruno Thiago (BOT).
GOLS: Robson (MAC), aos 39’/1ºT; Renato Cajá (BOT), aos 3’/2ºT.
BOTAFOGO: Jefferson, Antônio Carlos, João Felipe e Márcio Rosário (Caio); Alessandro, Arévalo, Bruno Thiago, Renato Cajá e Márcio Azevedo; Herrera e Alex.
Técnico: Joel Santana
MACAÉ: Lugão, Marcos Tamandaré, Eduardo Luiz, Ciro e Bill; Gedeil, Rincón, Osmar e Danilo; Luís Mário e Robston.
Técnico: Marcelo Buarque

fevereiro 13, 2011 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário

No jogo das viradas, Botafogo vence o Fluminense


Glorioso assume a ponta do grupo B

Um jogo de tirar o fôlego e impróprio para cardíacos aconteceu neste domingo no Engenhão. Em duas viradas sensacionais, o Botafogo triunfou em cima do Fluminense e assumiu a liderança do grupo B.

Logo no começo do jogo, o artilheiro do Campeonato Estadual Fred, arriscou de longe e assutou Jefferson. Loco Areu respondeu em cabeçada que passou por cima do gol do goleiro Diego Cavalieri. Apesar da aparente escalação mais ofensiva, Flu e Bota dividiam os ataques. Pelo lado alvinegro, o camisa 10 Renato Cajá chamou a responsabilidade e tentou armar o Botafogo. E foi através de uma cobrança de falta perfeita do jogador, que o Alvinegro abriu o placar. 1 a 0 Bota. Após o gol, Cajá mandou uma bomba que explodiu na trave de Diego Cavalieri. Pelo outro lado, o Flu tentava pela direita com as investidas de Mariano. Em uma delas, Jefferson defendeu cara a cara.

Mas, o dia também era do camisa 10 Tricolor. Rafale Moura, que estreva pelo Flu, colocou tudo igual ao desviar de cabeça escanteio cobrado por Souza. Em jogo muito disputado, Valencia acabou expulso após falta dura. No momento da falta, Loco Abreu e Fred acabaram se desentendendo, pois o alvinegro pedia a expulsão do colombiano e ao ser aferida, o camisa 9 do Flu, revoltou-se com a influência que o camisa 13 teve. Resultado: amarelo para El Loco e expulsão acertada para Valencia, pois o mesmo já tinha amarelo.

Como o dia era de Rafale Moura… He-man deixou mais um após vacilo da zaga do Botafogo, que parou em bola alçada na área. O primeiro tempo estava recheado de emoções, mas mais um a viria. Após falta dura de Marcelo Mattos em Conca, o juiz Gutemberg de Paula, expulsou o camisa 8. De fato, a falta foi dura, mas o capitão do Glorioso não tinha nem o amarelo, sendo assim, extremamente rigoroso.

A segunda etapa prometia batante após o primeiro tempo eletrizante com três gols e duas expulsões. O Botafogo, precisando da vitória, se lançou ao ataque. E não demorou, para conseguir um pênalti, dado erroneamente pelo árbitro em Loco Abreu. O uruguaio bateu com a sua cavadinha, mas desta vez Diego Cavalieiri ficou no meio e não deu certo.

Todavia, El Loco teria mais uma chance. Pênalti marcado novamente, desta acertadamente no volante Bruno. O ídolo alvinegro, sem medo de ser feliz e mostrando ser totalmente ‘loco’, usou a cavadinha de novo, desta vez, de maneira mais comedida, no canto direito de Cavlieri. 2 a 2.

Com o empate, o Botafogo foi para cima. Muricy mexeu mal no Flu, tirando Rafael Moura, o melhor do Flu e Souza, colocando Fernando Bob e Araújo. Como era dia dos camisas 10, Renato Cajá apareceu de novo e de maneira decisiva, dando passe brilhante para Herrera, que cara a cara, fez o gol da virada do Botafogo.

Tentando se recuperar, o Fluminense usou sua pricipal arma. Mariano infernizou pela direita o lateral-esquerdo, criando várias jogadas. Em uma delas, Araújop cabeceou…Mas, o jogo que já tinha muitos personagens importantes, teve mais um: o goleiro Jefferson. Eel fez pelo menos três grandes defesas, salvando o Bota de tomar o gol.

Com a vitória, o Botafogo retoma a liderança do grupo, com 16 pontos. O Fluminense está com 13, em segundo lugar.

Fluminense 2 X 3 Botafogo

Fluminense: Diego Cavalieri, Mariano, Gum, Leandro Euzébio (André Luis) e Carlinhos; Edinho, Valencia, Souza (Araújo) e Conca; Rafael Moura (Fernando Bob) e Fred. Técnico: Muricy Ramalho

Botafogo: Jefferson, João Filipe (Arévalo Ríos), Antônio Carlos e Márcio Rosário; Alessandro, Marcelo Mattos, Bruno, Renato Cajá e Marcio Azevedo; Herrera e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana

fevereiro 6, 2011 Posted by | Botafogo, Fluminense | , | Deixe um comentário

Botafogo joga mal e fica no empate com o Bangu

Jefferson salva Alvinegro de uma derrota

Apesar das quatro vitórias no Estadual, o Botafogo não vinha atuando bem os últimos jogos, e a torcida andava meio desconfiada. Nesta quarta contra o Bangu, o Glorioso ficou no 1 a 1, isso porque seu goleiro, Jefferson, pegou um pênalti e fez defesas milagrosas. O Bota segue na liderança com 13 pontos, mas até o jogo do Fluminense contra o Duque de Caxias, na quinta-feira. No ano passado, o Alvinegro também empatou com os banguenses por 2 a 2, no Engenhão.

Se o Botafogo pensou que teria vida fácil contra o Bangu, de fato, não foi o que aconteceu. A equipe da Zona Oeste do Rio de Janeiro tomou conta do primeiro tempo e só não conseguiu o gol graças a Jefferson. O meia Thiago Oliveira começou fazendo grande jogada pela direita e Pipico chegou atrasado. O Bangu ainda chegaria com Leandro Costa e o lateral-direito China. No entanto, o goleiro Jefferson estava como de costume, inspirado.

Como quem não faz leva, o Botafogo conseguiu um pênalti, quando o zagueiro Diego Padilha tentou enganar a arbitragem cortando cruzamento com a mão. Loco Abreu cobrou perfeitamente e abriu o marcador. Com o gol, o Alvinegro melhorou e passou a ter maior volume de jogo. Loco Abreu comandava o ataque de seu time e Marcio Azevedo estreava com personalidade e muito empenho. Por sua maior qualidade e pela incompetência do Bangu, o Glorioso manteve a vantagem na primeira parte do jogo.

Jefferson pega pênalti mas não segura reação do Bangu

No segundo tempo, o Botafogo até deu indícios de que melhoraria. O técnico Joel Santana colocou Caio no lugar de Renato Cajá, que não esteve bem. Todavia, foi o Bangu que mais uma vez chegou. Aos 18 minutos, Fahel fez pênalti desnecessário em Pipico. A sorte dele, é que Jefferson mostrou porque é goleiro da Seleção Brasileira. O atacante banguense Pipico bateu à meia altura e o arqueiro do Bota defendeu.

A noite parecia ser alvinegra, embora com o mau futebol apresentado, Jefferson fazia a diferença. A equipe de General Severiano chegou a assustar, sobretudo com a dulpa de ataque Herrera e El Loco. Contudo, o Bangu não desistiu. Aos 32 minutos, após rebote de Jefferson, que fez um milagre em chute de Pipico, o zagueiro Abílio empurrou para o funfdo das redes.

Joel Santana ainda promoveria a estreia de Everton em lugar do vaiado e limitado Fahel, mas de nada adiantaria. Desorganizado, o Botafogo tentava armar as jogadas através de Caio, que estava pouco inspirado. No final, graças a Jefferson, o Fogão ainda ficou no lucro com o empate.

FICHA TÉCNICA:

BANGU 1 X 1 BOTAFOGO

Estádio: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)
Data/hora: 2/2/2011 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia (RJ) e Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ)
Cartões Amarelos: Diego Padilha, Abílio (BAN); Renato Cajá, Fahel (BOT)
Cartões Vermelhos:
Renda/Público: 4.335 pagantes/ R$ 91.730,00

Gols: Loco Abreu (26’/1°T) (BOT); Abílio (32’/2°T) (BAN)

BANGU: Thiago Leal, China (Gedeil), Diego Padilha, Abílio e Fabiano Silva, Joziel, André Barreto, Thiago Galhardo (Allan Possato) e Ricardinho; Pipico e Leandro Costa (Charles Chad). Técnico: Gabriel Vieira.

BOTAFOGO: Jefferson, João Filipe, Antônio Carlos e Fahel (Everton); Alessandro, Somália, Arévalo Ríos, Renato Cajá (Caio) e Marcio Azevedo; Herrera (Alex) e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana.

fevereiro 2, 2011 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário

Com direito a cavadinha de Loco, Bota bate o Olaria e mantém 100%


Uruguaio faz dois gols e é destaque em vitória por 3 a 1 do Glorioso, que deixou o campo aplaudido. Somália, porém, não se livra das vaias

Os 5.812 botafoguenses que trocaram a praia pelo Engenhão na tarde de calor escaldante no Rio de Janeiro podem até ter sofrido com o sol forte, mas voltaram para casa felizes. Com direito a gol-relâmpago de Renato Cajá aos 13 segundos, cavadinha e dois gols de Loco Abreu, o Botafogo venceu o Olaria por 3 a 1 neste sábado e manteve 100% de aproveitamento em quatro rodadas na Taça Guanabara.
O resultado deixou o Glorioso com 12 pontos, na primeira colocação do Grupo B e 11 gols de saldo (quatro a mais que o Fluminense, que tem nove e encara a Cabofriense neste domingo). O único alvinegro que deixou o gramado tendo do que reclamar foi o volante Somália, vaiado a cada toque na bola. Por outro lado, Alessandro entrou bem e foi ovacionado. Na próxima quarta-feira, o Botafogo encara o Bangu, às 19h30m (de Brasília), em Volta Redonda. O Olaria, com seis pontos, quarto colocado na chave, recebe o Macaé, também quarta-feira, às 17h, na Rua Bariri.
Loco Abreu foi o nome do jogo deste sábado no Engenhão (Foto: Jorge William/Globo)
Calor, Cajá e gol com 13 segundos
O calor infernal fez com que os torcedores buscassem a sombra, garantiu a venda de água dos ambulantes, tornou o ritmo do primeiro tempo mais lento, mas não afetou em nada a disposição de Renato Cajá. Tanto que o camisa 10 do Botafogo precisou de apenas 13 segundos para brilhar. Logo após o apito inicial, Somália dividiu a bola com um adversário na entrada da área. Cajá vinha em velocidade, recolheu a pelota e acertou o canto direito de Renan: 1 a 0 Botafogo.
Ignorar o calor e apostar na correria parecia ser a estratégia adotada pelo time de Joel Santana. Abusando das viradas de jogo e das subidas de Lucas e Somália, o Botafogo ditava o ritmo. Faltava, no entanto, criatividade, e os cruzamentos para área não surtiam efeito. Com prazo de validade por causa da temperatura, a correria não durou muito, a partida passou a ser mais cadenciada, com o Olaria saindo para jogar.
Abusados, os meias Felipe e Renan Silva davam trabalho para a defesa do Glorioso, e o time da rua Bariri tomou conta das ações após o tempo técnico. Nada, porém, que levasse muito perigo ao gol de Jefferson. Principalmente pela boa atuação de Antônio Carlos.
Sem muita ousadia, o Botafogo dependia de lampejos de Renato Cajá para chegar ao ataque. E esses foram raros até o fim do primeiro tempo. Resultado: vitória magra e algumas vaias.
Alessandro, El Loco e cavadinha
Na volta para o segundo tempo, Joel Santana resolveu mandar a equipe para o ataque, mas não abriu mão do esquema com três zagueiros. A opção foi colocar Caio na vaga de Lucas. Não deu muito certo no começo. Com espaço pelas pontas, o Olaria desperdiçou logo nos minutos iniciais grande chance com Waldir, que parou em uma defesa espetacular de Jefferson.
Percebendo que a ausência de um lateral podia lhe causar problemas, Joel trocou Márcio Rosário por Alessandro. Tiro certeiro. Dois minutos depois de entrar em campo, o lateral-direito descolou lindo lançamento e deixou Loco Abreu na cara do gol. O uruguaio chutou firme de canhota para ampliar, aos oito.
A relação de Alessandro com a torcida na partida, por sinal, chamou a atenção. Vaiado há até bem pouco tempo, ele foi ovacionado a cada toque na bola e teve seu nome gritado nas arquibancadas. Enquanto isso, o Olaria seguia apostando na dupla Renan Silva e Felipe. Deu certo aos dez minutos, quando o segundo precisou de apenas um toque para deixar Vinícius na boa para diminuir: 2 a 1. A defesa alvinegra pediu impedimento, mas o jogador, aparentemente, estava na mesma linha que a bola.
Empolgado, o time da Bariri se mandou todo para o ataque. E foi punido na tentativa do empate. Aos 14, Renato Cajá aproveitou bobeada e lançou Loco Abreu, que partiu em disparada da linha do meio-campo, invadiu a área e deu sua tradicional cavadinha (dessa vez com a bola rolando) para vencer Renan e levar os botafoguenses ao delírio.
Jefferson, Somália e torcida
A vantagem fez com que o Botafogo administrasse a partida e se lançasse apenas em contra-ataque nos espaços deixado pelo Olaria, que vendia caro a derrota. Foi quando Jefferson assumiu o papel de protagonista. O goleiro-capoeirista exibiu toda sua elasticidade em defesas difíceis por cima e por baixo. Por outro lado, Somália, que errou inúmeros passes na segunda etapa, passou a ser vaiado a cada toque na bola.
A esta altura, o calor já não era mais tão rigoroso, o torcedor já tinha a tarde mais feliz e os cantos das arquibancadas já eram mais fortes. A cada defesa de Jefferson, pedidos de convocação para Seleção. E durante todo o tempo, gritos de “mais um”. O quarto gol não saiu. Mas não fez falta. A festa estava garantida. E os 100% de aproveitamento também.
BOTAFOGO 3 X 1 OLARIA
Jefferson, João Felipe, Antônio Carlos e Márcio Rosário (Alessandro); Lucas (Caio), Marcelo Mattos, Bruno Tiago, Renato Cajá (Marcos Vinícius) e Somália; Loco Abreu e Herrera. Renan, Ivan, Thiago, Rafael e Amarildo; David, Victor, Danilo e Renan Silva; Waldir (Vinícius) e Felipe (Renato).
Técnico: Joel Santana. Técnico: Luiz Antônio Ferreira.
Gols: Renato Cajá, aos 13 segundos do primeiro tempo. Loco Abreu aos oito e aos 14, e Vinícios, aos 10 minutos do segundo tempo.
Cartões Amarelos: Márcio Rosário e Loco Abreu (BOT) Renan Silva (OLA).
Público pagante: 4.394 Público presente: 5.812 Renda: R$ 103.830,00
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro. Data: 29/01/2011. Arbitragem: William de Souza Nery, auxiliado por Silbert Faria Sisquim e Sérgio Waldman.

janeiro 29, 2011 Posted by | Botafogo | , | Deixe um comentário

Botafogo alterna qualidade e apatia, goleia o Madureira e segue líde


Alvinegro mistura bons lances com momentos de dispersão e faz 4 a 1 no Engenhão, com gols de Herrera, Loco Abreu, Alessandro e Caio

No último domingo, o Botafogo teve a “ajuda” de dois gols contra para dar início à goleada sobre o Cabofriense. Nesta quarta-feira, também contou com a sorte ao se beneficiar de erros da defesa adversária para vencer por 4 a 1 o Madureira, no Engenhão, pela terceira rodada da Taça Guanabara. Mesmo com um jogador a mais durante todo o primeiro tempo, o Alvinegro teve uma atuação de altos e baixos, que irritou os pouco mais de 2 mil torcedores presentes ao estádio. O trio de ataque formado por Herrera, Loco Abreu e Caio, além do lateral-direito Alessandro, marcaram os gols do time de Joel Santana.
O resultado mantém o Botafogo na liderança do Grupo B da Taça Guanabara, com a melhor campanha no Campeonato Carioca. No entanto, tem um jogo a mais do que o Fluminense, que entra em campo nesta quinta. No próximo sábado, o Alvinegro volta ao Engenhão para enfrentar o OIaria, enquanto o Madureira enfrenta o Duque de Caxias fora de casa.
O Botafogo começou a partida investindo na velocidade e nos toques rápidos para chegar ao ataque. E quando Marcelo Mattos quase marcou um golaço logo aos 40 segundos, depois de dar dois lençóis em seus marcados, parecia que a noite seria tranquila. O Alvinegro chegava à frente com facilidade, mas desperdiçava algumas oportunidades.
Depois de perder duas boas chances, Herrera finalmente foi recompensado se aproveitando de um vacilo da zaga do Madureira. Lucas cruzou pela direita, e o zagueiro Victor Silva tentou cortar. O goleiro Cleber também se enrolou com a bola, que sobrou limpa para o argentino tocar para o gol vazio, fazendo 1 a 0 aos 14 minutos.
Se colocou o time em vantagem, o gol criou acomodação em excesso no Botafogo. O trio de zaga não se entendia, permitindo que o Madureira chegasse ao ataque sem ser incomodado. Até mesmo o goleiro Jefferson, conhecido por sua serenidade, mostrou irritação ao ver duas bolas tocarem o seu travessão e ser obrigado a uma grande defesa em chute à queima roupa de Adriano Magrão.
E quando a pequena torcida do Botafogo vaiava o time, irritada com os inúmeros erros de passe e as muitas falhas nas saídas de bola, mais um gol caiu do céu para o Botafogo pouco antes do intervalo. Após cruzamento na área, Antônio Carlos chutou, e a bola parou no braço direito de Douglas Assis. O árbitro não teve dúvidas em marcar pênalti e expulsar o zagueiro do Madureira. Loco Abreu cobrou e marcou o segundo do Alvinegro, aos 43 minutos.
O placar favorável não satisfez Joel Santana, que mostrou-se insatisfeito com a queda de produção do time ainda na primeira etapa. Por isso, retornou do intervalo com Caio no lugar do confuso zagueiro João Filipe, numa formação mais ofensiva. O atacante passou a atuar pelo lado direito, combinando jogadas com o lateral Lucas.
Com um jogador a mais e atuando num esquema bem mais ofensivo, o Botafogo tinha muita facilidade para chegar ao ataque. No entanto, a equipe ainda pecava muito no momento de concluir. Caio e Renato Cajá puxavam o time em velocidade, abrindo espaços para Herrera, Loco Abreu e até mesmo o meia Bruno criarem oportunidades.
Enquanto o Botafogo mostrava apatia com o passar dos minutos, o Madureira marcou o seu gol aos 29 minutos, com Rodrigo, que entrou na área livre de marcação. Para tentar dar mais gás à equipe, Joel Santana colocou Alessandro no lugar de Lucas e teve o coro de “burro” como resposta da arquibancada. Alex também substiuiu Herrera, mas foi o lateral-direito quem se destacou no final da partida. Depois de receber na direita, ele chutou forte e rasteiro. A bola passou entre as pernas de Cleber, aos 36 minutos. Para fechar a contagem, Caio marcou aos 43 minutos.
BOTAFOGO 4 X 1 MADUREIRA
Jefferson, João Filipe (Caio), Antônio Carlos e Márcio Rosário; Lucas (Alessandro), Marcelo Mattos, Bruno, Renato Cajá e Somália; Herrera (Alex) e Loco Abreu. Cleber, Douglas Assis, Victor Silva e Edmílson; Valdir, Vinícius, Michel (Abedi), Rodrigo e Da Costa (Nil); Maciel e Adriano Magrão (Caio Cezar).
Técnico: Joel Santana. Técnico: Antônio Carlos Roy.
Gols: Herrera, aos 14, e Loco Abreu, aos 43 minutos do primeiro tempo; Rodrigo, aos 29, Alessandro, aos 36, e Caio, aos 43 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Marcelo Mattos, Caio, Bruno (Botafogo); Adriano Magrão, Edmílson, Michel (Madureira). Cartão vermelho: Douglas Assis (Madureira).
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 26/01/2011. Árbitro: Péricles Bassols. Auxiliares: Wagner de Almeida Santos e Jackson Lourenço Massarra dos Santos. Público: 2.086 pagantes (2.536 presentes). Renda: R$ 47.690,00.

janeiro 26, 2011 Posted by | Botafogo | Deixe um comentário

Botafogo dá show e goleia a Cabofriense com ajudinha

Em noite inspirada, Alvinegro aplica goleada com contribuição de Goeber, volante que marcou dois gols contra

A noite deste domingo foi praticamente perfeita para os alvinegros que viram o Botafogo golear a Cabofriense por 5 a 0, em Macaé. Numa bela atuação, principalmente no segundo tempo, após a entrada de Caio, o time de Joel Santana mostrou que está pegando entrosamento e vai dar trabalho no Campeonato Carioca. O volante Goeber marcou contra duas vezes e facilitou o caminho. Renato Cajá, Caio e Antônio Carlos fizeram os outros gols.

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O Botafogo apertava desde o primeiro minuto do jogo e o gol foi amadurecendo. Lucas chegou à linha de fundo e cruzou, o volante Goeber levou um susto, a bola bateu em seu pé e entrou na própria baliza. O gol facilitou a vida dos alvinegros, já que a Cabofriense se lançou para o ataque. Loco Abreu e Herrera passaram a ter mais espaço e só não marcaram no primeiro tempo por excesso de preciosismo.

Aos 30 minutos, Goeber voltou a ser o herói dos alvinegros, mesmo jogando pelo adversário. Após cruzamento, ele chutou a bola na direção do próprio gol e marcou o segundo gol contra na partida. O goleiro Fábio ficou constrangido e, com um sorriso na cara, apontou para o outro gol, mostrando para onde ele deveria ter chutado a bola.

FOTOS: O massacre alvinegro em Macaé

No segundo tempo, o Botafogo começou num ritmo devagar, mas melhorou após a entrada de Caio, que se movimentou muito e foi bem nos contra-ataques. O Alvinegro cansou de perder gols, até que, aos 30 minutos, Renato Cajá tabelou com Caio e recebeu na frente, livre para marcar o terceiro.

O Botafogo estava inspirado e conseguiu mais um gol numa bela jogada de Renato Cajá. O meia foi à linha de fundo e cruzou na medida para Loco Abreu. O uruguaio tocou para Caio marcar. O quinto saiu em outra jogada de bola aérea, com Antonio Carlos desviando para fazer 5 a 0 e decretar números finais à partida.

FICHA TÉCNICA:
CABOFRIENSE 0 X 5 BOTAFOGO

Local: Claudio Moacyr, Macaé (RJ)
Data: 23/1/2011 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Luiz Antônio Silva Santos
Renda/público: R$ 89.120,00 / 3.291 presentes
Cartões amarelos: Felipe, André Oliveira e Alan (Cabofriense) Somália, Márcio Rosário e Bruno Tiago (Botafogo)
Cartão vermelho: Alyson

GOLS: Goeber (contra) 24’/1ºT (0-1), Goeber (contra) 30’/1°T (0-2), Renato Cajá 30’/2°T (0-3), Caio 35’/2ºT (0-4), Antonio Carlos 41’/2°T (0-5)

CABOFRIENSE: Fábio, Schneider, Alyson, Matheus e Everton; Goeber (Diego Sales – intervalo), André Oliveira, Zoti e Rafael Ueta; Alan (Capixaba 32’/2°T) e Grafite (Felipe – 36’/1°T). Técnico: Luiz Antônio Zaluar.

BOTAFOGO: Jefferson, Antônio Carlos, João Filipe (Alex 36’/2°T) e Márcio Rosário; Lucas, Marcelo Mattos, Bruno Thiago (Fahel 40’2°T), Renato Cajá e Somália; Herrera (Caio 19’/2°T) e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana.

janeiro 23, 2011 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário

Talismã Caio volta a brilhar em vitória do Botafogo de virada sobre o Duque


Atacante participa de lance do primeiro gol e marca o segundo em triunfo por 2 a 1 nesta quinta-feira, no Engenhão

Foi no Campeonato Carioca que Caio apareceu para o mundo do futebol. E foi novamente nele que o talismã alvinegro voltou a brilhar, depois de um Campeonato Brasileiro apagado. Com um gol do atacante – que participou do lance do pênalti convertido por Loco Abreu -, o Alvinegro venceu por 2 a 1 o Duque de Caxias, de virada, nesta quinta-feira, em partida pela primeira rodada da Taça Guanabara. Na base da disposição e com pouca inspiração, o atual campeão estadual conquistou seus primeiros três pontos na luta pelo bi.
As duas equipes voltam a campo neste domingo, ambos pelo Grupo B da Taça Guanabara. O Botafogo enfrenta o Cabofriense, em partida que deve acontecer na cidade de Macaé. Já o Duque de Caxias recebe o Macaé.
O Botafogo começou a partida empenhado em ir ao ataque, principalmente pelas laterais do campo. Lucas era o mais acionado e criava jogadas de perigo. No entanto, a equipe não conseguia chegar à frente com a consistência necessária para marcar seu gol. Foram poucas as vezes em que o Alvinegro incomodou o goleiro Erivelton.
Aos poucos, o cansaço de início de temporada se juntou ao forte calor no Engenhão. Aparentemente desanimada pela incompetência no ataque, a equipe de Joel Santana foi perdendo terreno para o Duque de Caxias, que começou a encontrar espaços e exigir boas intervenções de Jefferson.
Caio comemora gol da virada do Botafogo (Foto: Fernando Soutello / Ag. Estado)
O primeiro tempo mal passou da metade, e a torcida do Botafogo chegou a limite da paciência. Eram muitas as vaias a cada passe errado e jogada mal articulada. Sem organização, o Alvinegro tentava chegar ao ataque, mas deixava espaços. E foi se aproveitando deles que o Duque de Caxias abriu o placar.
Depois de reclamar de um puxão em Loco Abreu dentro da área no início da partida, o Botafogo se viu ameaçado depois de Lucas derrubar Geovane Maranhão na área, numa jogada de velocidade. Somália cobrou com frieza aos 42 minutos, e Jefferson mal pulou: 1 a 0 para o Duque de Caxias.
O Botafogo foi para o vestiário sob vaias e retornou com duas alterações. Com o objetivo de deixar seu time mais ofensivo, Joel Santana promoveu a entrada do meia Bruno e do atacante Alex nos lugares de Guilherme e João Filipe, respectivamente. A equipe iniciou a etapa retomando o domínio da partida e chegando com mais frequência ao ataque. No entanto, seguia mostrando incompetência nas conclusões.
Conforme o tempo passava e as chances eram despediçadas, o Botafogo se atrapalhava em seu nervosismo. Além disso, a torcida do Fluminense que chegava para acompanhar a partida contra o Bangu, logo em seguida, aproveitava para vibrar com o Duque de Caxias. Mas a insistência alvinegra finalmente deu resultado.
Após cobrança de escanteio, Erivelton deu rebote, e Caio chutou para o gol. A bola parou na mão de Lucão, e o árbitro marcou pênalti. Loco Abreu cobrou aos 33 e empatou a partida para o Botafogo. A virada não demorou muito a acontecer. Caio recebeu bola rasteira de Renato Cajá e chutou forte, marcando o segundo para o Alvinegro.
BOTAFOGO 2 X 1 DUQUE DE CAXIAS
Jefferson, João Filipe (Alex), Antônio Carlos e Márcio Rosário; Lucas, Marcelo Mattos, Somália (Alessandro), Renato Cajá e Guilherme (Bruno); Caio e Loco Abreu. Erivelton, Lucão, Fábio Braz e Marlon; Juninho (Dudu), Antônio (Vítor), Lenon, Lenílson e Ari; Geovane Maranhão (Felipe Canavan) e Somália.
Técnico: Joel Santana. Técnico: Arthur Bernardes.
Gols: Somália, aos 42 minutos do primeiro tempo; Loco Abreu, aos 33, Caio, aos 36 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: João Filipe, Marcelo Mattos, Loco Abreu (Botafogo); Somália, Antônio, Lenílson, Marlon, Lenon, Lucão (Duque de Caxias).
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 20/01/2011. Árbitro: Marcelo de Lima Henrique. Auxiliares: Lilian da Silva Fernandes e Andréa Izaura Maffra.

janeiro 20, 2011 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário

Botafogo goleia o Democrata no ensaio geral para o Carioca

Em dia de show e apresentação de reforços, Alvinegro faz 5 a 1 no time mineiro em amistoso no Engenhão

Para fazer jus ao nome de Show Botafogo, como foi batizado o evento de apresentação do elenco para 2011, era preciso que o time correspondesse em campo. E com uma consistente atuação no primeiro tempo, venceu por 5 a 1 o Democrata, em amistoso neste domingo. O Alvinegro abriu da melhor forma a temporada diante de seus torcedores no Engenhão. O jogo foi o ensaio geral para a estreia da equipe no Campeonato Carioca, contra o Duque de Caxias, na próxima quinta-feira.
Depois do sorteio de prêmios aos torcedores, do show do grupo de samba Revelação e da apresentação do elenco (incluindo os reforços), foi a vez de o Botafogo entrar em campo para enfrentar o Democrata. E com uma atuação solta e voltada para o ataque, o Alvinegro dominou inteiramente o adversário, usando principalmente os passes rápidos e os avanços dos laterais.
Caras novas aparecem bem
Caras novas do Botafogo em 2011, Lucas, pela direita, e Márcio Azevedo, pela esquerda, apareceram bem na primeira etapa, dando ao time uma velocidade poucas vezes vista no ano passado. Assim, não demorou muito para o Alvinegro abrir o placar, aos 20 minutos. Após boa jogada pela direita, Renato Cajá cruzou para Caio, que, dividindo com um marcador, conseguiu tocar para o fundo da rede. Considerado o talismã do time na conquista do Carioca do ano passado, o atacante marcou o primeiro gol da equipe na temporada.
Com o trio de zaga garantindo a cobertura, o Botafogo pôde seguir jogando ofensivamente e aproveitando os espaços deixados pelo Democrata. Numa boa troca de passes, aos 31 minutos, o time de Joel Santana ampliou o placar. Marcelo Mattos acertou belo lançamento para Loco Abreu, que, de costas para o gol, fez o trabalho de pivô ajeitando para Renato Cajá. Da entrada da área, o camisa 10 pegou de primeira e chutou no canto direito do goleiro Vilar, fazendo 2 a 0.
Gol de Márcio Azevedo

A torcida ainda festejava quando o Botafogo marcou o terceiro, aos 33. Dessa vez foi o recém-contratado Márcio Azevedo, que recebeu livre pela esquerda. Ele driblou um marcador e chutou de trivela. A bola fez uma curva e acertou a rede do lado esquerdo de Vilar. A partir de então, a equipe diminuiu o ritmo e permitiu alguns avanços do Democrata, que, entretanto, parou nas boas defesas do goleiro Jefferson.
Na volta do intervalo, a equipe de Joel Santana seguiu em fogo brando, com menos velocidade. Então, o treinador esperou apenas oito minutos para iniciar as modificações, buscando dar mais gás e renovar as energias da equipe. Mas foi exatamente quando decidiu apostar na velocidade que o Alvinegro marcou mais um gol. Caio arrancou e sofreu pênalti cobrado por Herrera, aos 24 minutos. O Botafogo fechou a goleada com Alex, que marcou aos 36 seu primeiro gol como profissional, depois de cruzamento de Araruama. O Democrata ainda aproveitou a displicência do adversário para marcar seu gol de honra, com Renê, aos 41.

BOTAFOGO 5 X 1 DEMOCRATA
Jefferson (Renan), João Filipe, Antônio Carlos e Márcio Rosário (Alex); Lucas (Alessandro), Marcelo Mattos (Fahel), Somália (Bruno), Renato Cajá (Lucas Zen) e Márcio Azevedo (Guilherme); Caio (Araruama) e Loco Abreu (Herrera). Vilar, Taércio (Jorge Luiz), Lucio, Matheus e Emerson (Vini); Marcinho (Nathan), Vinícius Colombiano (Flávio), Ely Thadeu (William Matheus) e Vander (Renê); Léo Guerreiro (Henrique) e Fernandão (Laio).
Técnico: Joel Santana. Técnico: Anthoni Santoro.
Gols: Caio, aos 20, Renato Cajá, aos 31, e Márcio Azevedo, aos 33 minutos do primeiro tempo; Herrera, aos 24, Alex, aos 36, e Renê, aos 41 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Marcinho, Vinícius Colombiano (Democrata).
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 16/01/2011. Árbitro: Marcelo de Lima Henrique. Assistentes: Edney Mascarenhas e Jackson Lourenço.

janeiro 16, 2011 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário

Botafogo adia anúncio de Márcio Azevedo para esta terça-feira

Alvinegro afirma que há acordo para a contratação do lateral-esquerdo, mas lembra que há detalhes a serem acertados

Apesar do acerto ter sido consumado, o Botafogo deixará para esta terça-feira o anúncio oficial da contratação do lateral-esquerdo Márcio Azevedo. A ideia inicial era que a confirmação acontecesse nesta segunda, mas restam alguns detalhes que adiaram o processo.

– Está tudo dentro do planejado, tudo acertado, e nossa intenção era anunciar o jogador nesta segunda. Mas ainda há algumas questões do contrato a serem resolvidas. Então deixamos para anunciá-lo nesta terça e apresentá-lo na quarta, junto dos demais contratados – explicou o gerente de futebol do Botafogo, Anderson Barros.

Com a questão de Márcio Azevedo bem encaminhada, o Botafogo segue na expectativa pelo acerto com o meia Everton, ex-Flamengo. Tudo depende da neogociação com o Tigres, do México, com o qual o jogador tem contrato.

– Nesta terça-feira o caso deve ter uma evolução, mas não uma conclusão. Ainda será preciso paciência. Nesse momento, o melhor é não ter pressa e não pensar que o Everton poderia estar com o grupo na reapresentação do Botafogo – explicou Fernando Gonçalves, diretor-executivo da Traffic, dona de parte dos direitos econômicos do meia.

janeiro 3, 2011 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário