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Vasco goleia Náutico e fica próximo das quartas

Fora de casa, equipe carioca consegue impor ritmo de jogo e vai para São Januário com boa vatagem para o segundo jogo

O Vasco foi a Recife enfrentar o Náutico, no Estádio dos Aflitos, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, e voltou ao Rio de Janeiro mais próximo da vaga nas quartas. A equipe cruz-maltina venceu por 3 a 0, com gols de Dedé, Alecsandro e Bernardo, e vai para o segundo jogo, no próximo dia 20, em São Januário, com uma boa vantagem.

Agora, o time de Ricardo Gomes pode empatar por qualquer placar ou até mesmo perder por dois gols de diferença que ainda assim passa de fase na competição.

DOMÍNIO VASCAÍNO, MAS APENAS UM GOL

O time de São Januário tomou conta dos primeiros 45 minutos de jogo. O time carioca conseguiu impor seu ritmo de jogo e criar boas oportunidades de gol. Aos 11 minutos, após cruzamento da esquerda, Dedé desviou de cabeça e a bola pegou na trave esquerda do goleiro Douglas.

Os comandados de Ricardo Gomes continuaram indo ao ataque. Cinco minutos depois, Felipe achou Diego Souza na área, o camisa 10 recebeu, girou, mas bateu em cima do goleiro. Aos 21 minutos foi a vez de Alecsandro tentar o seu, mas o atacante não alcançou a bola após chute cruzado de Ramon.

No minuto seguinte, a primeira chance do Náutico, quando Ricardo Xavier recebeu na área, dominou no peito e finalizou, mas a bola passou por cima do gol. E parou por aí. Não demorou muito para o Vasco voltar a pressionar. Aos 26, Diego Souza tabelou com Alecsandro e mandou por cima da meta.

Depois de tanta insistência, o gol cruz-maltino saiu aos 32 minutos, quando Diego Souza cobrou escanteio e Dedé, de cabeça, balançou a rede. Aos 38 minutos, Fellipe Bastos quase ampliou a vantagem ao chutar de longe e carimbar a trave.

MAIS PRESSÃO E GOLS DO VASCO

No retorno para o segundo tempo, o técnico Ricardo Gomes manteve o time e a equipe manteve o ritmo. Logo aos seis minutos, Eder Luis avançou pela direita e Alecsandro completou para o gol: Vasco 2 a 0.

Mesmo após o segundo gol, a equipe cruz-maltina não descansou. Aos 13 minutos, Allan fez boa tabela com Eder Luis e, com o goleiro fora de posição, bateu no canto direito de Douglas, mas a bola foi para fora.

Aos poucos, o Náutico tentava ganhar espaço, mas não assustava o goleiro Fernando Prass. Aos 25 minutos, porém, logo depois de um bom ataque vascaíno, Aírton chutou e a bola pegou na trave direita do camisa 1 da Colina.

Aos 38 minutos Bernardo perdeu uma grande chance de fazer o terceiro. Jumar recebeu pela direita e achou o camisa 31 na área. O meia girou, enrolou-se, driblou o goleiro, um adversário, mas chutou por cima do travessão. Dois minutos depois o Náutico ainda perdeu um jogador: Elton recebeu o segundo cartão amarelo e acabou expulso após falta em Leandro. Assim, qualquer tipo de reação ficou ainda mais complicada.

Já nos acréscimos, Jumar fez boa tabela com Allan e chutou cruzado e a bola passou muito próximo à trave direita de Douglas. Porém, aos 47, Bernardo acertou bonita cobrança de falta e fez o terceiro gol vascaíno.

Com a vitória, o Vasco fica próximo da vaga nas quartas de final da Copa do Brasil.

FICHA TÉCNICA:
NÁUTICO 0 X 3 VASCO

Estádio: Aflitos, Recife (PE)
Data/hora: 13/4/2011 – 21h50 (de Brasília)

Árbitro: Célio Amorim (SC)
Auxiliares: Thiago Gomes Brigido (CE) e Rosinei Boffman Scherer (SC)

Renda/público: R$ 229.200,00 / 12.244

Cartões amarelos: Walter, Elton, Elicarlos (NAU); Rômulo (VAS)
Cartões vermelhos: Elton, 39’/2ºT (NAU)
GOLS: Dedé, 32’/1ºT (0-1); Alecsandro, 6’/2ºT (0-2); Bernardo, 47’/2ºT (0-3)

NÁUTICO: Douglas; Derley, Wescley, Walter e Aírton; Everton, Elicarlos (Wlliam – 20’/2ºT), Eduardo Ramos; Kieza (Elton – Intervalo), Bruno Meneghel (Rogério – 33’/2ºT) e Ricardo Xavier. Técnico: Roberto Fernades

VASCO: Fernando Prass, Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Rômulo, Fellipe Bastos, Felipe (Jumar – 37’/2ºT) e Diego Souza; Eder Luis (Bernardo – 20’/2ºT) e Alecsandro (Leandro – 27’/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes

abril 14, 2011 Posted by | Náutico, Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Cruzeiro vence Estudiantes outra vez e é o melhor da Libertadores

Sem forçar, Raposa aplica 3 a 0 nos arentinos, em La Plata, e chega aos 16 pontos na fase de grupos

Invencível. Este é o Cruzeiro na Libertadores 2011. Nesta quarta-feira, a Raposa não tomou conhecimento do Estudiantes (ARG), em pleno Estádio Ciudad de La Plata, na Argentina, e venceu mais uma: 3 a 0, gols de Thiago Ribeiro, Wallyson e Gilberto.

A vitória leva o Cruzeiro aos 16 pontos, dos 18 possíveis até aqui. O clube mineiro encerra a fase de grupos com a melhor campanha entre as 32 equipes e terá vantagem de decidir sempre em casa nas disputas de mata-mata. O Estudiantes, que já estava classificado, fica com 10 pontos e será um dos melhores segundos.

Mesmo sem Montillo, que ficou em Belo Horizonte acompanhando uma delicada cirurgia de seu filho, o Cruzeiro mostrou um futebol imponente e consistente. Os Pinchas, que atuavam sem cinco titulares, poupados para o Campeonato Argentino, não conseguiram parar a inspirada dupla de ataque celeste.

Com os gols marcados em La Plata, Wallyson e Thiago Ribeiro se credenciam ainda mais à artilharia da competição. O camisa 11, que inaugurou o placar, chegou ao quarto gol, enquanto Wallyson fez seu sexto, um a menos do que Nanni, do Cerro Porteño (PAR).

Jogando em casa, esta foi apenas a terceira derrota da equipe argentina pela Libertadores, ao longo de 41 partidas na história. Além disso, o resultado elástico fez o Cruzeiro atingir outra importante marca. Com 20 gols na fase de grupos, o atual elenco celeste se iguala à própria marca de 1976, além do Blooming (BOL), em 1985, e o América de Cali (COL), em 2000.

Agora, o Cruzeiro concentra suas forças no Campeonato Mineiro, competição na qual também está prestes a garantir a primeira colocação. A Raposa só conhecerá seu adversário nas oitavas de final da Libertadores na próxima semana.

Reclamações do gramado

Antes da bola rolar, Cruzeiro voltou a demonstrar insatisfação com o gramado do Estádio Ciudad de La Plata, muito danificado por conta de três shows da banda U2, na semana passada.

– O estado do gramado está melhor do que no treino de ontem (terça-feira), mas ainda não está em boas condições. Mas o campo é grande e poderemos mostrar nosso melhor futebol – explicou Thiago Ribeiro.

Duas chances, dois gols

Após o apito inicial, o Estudiantes ignorou as cinco ausências no time titular e foi para cima da Raposa. Logo no primeiro minuto, Pereyra aproveitou bobeira de Leandro Guerreiro e invadiu a área com liberdade, mas finalizou em cima de Fábio. No rebote, Barrientos arriscou de fora da área no ângulo e o goleiro cruzeirense voltou a defender.

Aos oito, Nuñez fez fila pela direita, passou por três cruzeirenses, invadiu a área e chutou cruzado, mas mandou pela linha de fundo. A resposta celeste veio em grande estilo. Dois minutos depois, Henrique arrancou pelo meio e lançou Wallyson dentro da área. O camisa 16 bateu cruzado e encontrou Thiago Ribeiro na segunda trave, livre para marcar: 1 a 0.

Em vantagem no placar, o Cruzeiro adotou uma postura mais cautelosa, marcando os argentinos com firmeza e saindo nos contra-ataques. Dominado, o Estudiantes encontrou muitas dificuldades para voltar a levar perigo ao gol de Fábio.

Só aos 30 minutos, Nuñez levantou bola nas costas da defesa e Barrientos finalizou de primeira, mas Fábio, novamente, fez boa defesa. Se por um lado não era ameaçada, a Raposa praticamente não passou voltou a levar perigo ao goleiro Orión.

Isto até uma bobeada da defesa argentina, já nos acréscimos do primeiro tempo. Roncaglia se enrolou com a bola no campo defensivo e foi desarmado por Wallyson. O atacante celeste ganhou a disputa com Ré, driblou Orión e tocou para o gol vazio.

Golaço de Gilberto

O Cruzeiro voltou do intervalo sem mudanças, enquanto os argentinos fizeram uma modificação na zaga: Federico Fenández no lugar de Mercado. O início da segunda etapa foi bastante equilibrado, sem que nenhuma das duas equipes se destacasse mais. A Raposa seguiu sua proposta de marcação firme e subidas em velocidade.

Aos 14 minutos, ‘La Gata’ Fernández se livrou de dois marcadores pelo meio e arriscou chute da meia-lua, que Fábio segurou firme. O Cruzeiro respondeu três minutos depois, quando Thiago Ribeiro tabelou com Gilberto pela esquerda e finalizou da entrada da área, para defesa de Orión.

Já debaixo de chuva, o Cruzeiro relaxou na partida e viu seu adversário crescer, mas sem levar grande perigo. Fábio foi exigido, principalmente nos chutes de longa distância, mas mostrou estar vivendo uma excelente fase.

Cuca promoveu a entrada de Farías, ídolo e revelado pelo Estudiantes, e Everton, nas vagas de Roger e Thiago Ribeiro, deixando a equipe celeste ainda mais cautelosa.

E veio dos pés de um dos substitutos, Everton, um lançamento mágico para Gilberto, que partiu em velocidade pelo meio, totalmente livre. Ele entrou na área, cortou um marcador, driblou Orión e teve calma para empurrar para as redes, fechando o marcador. Cruzeiro 3 a 0, melhor campanha da Libertadores.

FICHA TÉCNICA

Estudiantes (ARG) 0 X 3 Cruzeiro

Data / Hora: 13/04/2011, 21h50 (de Brasília)

Local: Estádio Ciudad de La Plata, Argentina

Árbitro: Roberto Silvera (URU)

Auxiliares: Mauricio Espinosa (URU) e Miguel Nievas (URU)

Cartões amarelos: Pereyra e Leandro Benítez (EST); Pablo e Victorino (CRU)

Gols: Thiago Ribeiro (10’/1ºT), Wallyson (45’/1ºT)

ESTUDIANTES (ARG): Agustín Orión; Gabriel Mercado (Federico Fernández, intervalo), Facundo Roncaglia, Germán Ré e Nelson Benítez; Maxi Nuñez, Darío Stefanatto (Leandro Benítez, 31’/2ºT), Gabriel Peñalba e Pablo Barrientos; Juan Pablo Pereyra e Gastón Fernández (Leandro González, 16’/2ºT). Técnico: Leonardo Berizzo.

CRUZEIRO: Fábio; Pablo, Gil, Mauricio Victorino e Gilberto; Leandro Guerreiro, Marquinhos Paraná, Henrique e Roger (Everton, 31’/2ºT); Wallyson (José Ortigoza, 41’/2ºT) e Thiago Ribeiro (Ernesto Farías, 30’/2ºT). Técnico: Cuca.

abril 14, 2011 Posted by | Cruzeiro | | Deixe um comentário

Verdão afasta fantasma e encaminha classificação na Copa do Brasil

Kleber tarda, mas não falha! Gladiador desperdiça dois pênaltis mas se redime e marca os dois da vitória sobre o Santo André, por 2 a 1

Quando os torcedores palmeirenses conheceram seu adversário nas oitavas da Copa do Brasil, as quartas de final da mesma competição em 2004 vieram logo à mente. Na ocasião, dois empates contra o mesmo Santo André eliminaram o Verdão e aumentaram a lista de “zebras” que superaram o clube nos últimos anos. A partida desta quarta-feira, no Bruno José Daniel, no entanto, foi para afastar quaisquer más lembranças. Com um futebol envolvente e dois gols marcados por Kleber, o Palmeiras venceu o Ramalhão, por 2 a 1, e deixou encaminhada a classificação às quartas de final.

Apesar de perder dois pênaltis, o Gladiador redimiu-se rapidamente. Na primeira defesa de Neneca, marcou logo no rebote. No segundo gol, o goleiro fez boa defesa e espalmou para escanteio. Na cobrança. o Gladiador antecipou-se à marcação e ampliou. Em boa atuação, Valdivia comandou o meio de campo e além de Mago, foi o maestro da equipe antes de ser substituído para a estreia de Wellington Paulista.

Com somente oito gols sofridos no ano antes da partida, a defesa palmeirense vinha mostrando mais uma vez porque tem a melhor média de gols sofridos dentre todas no mundo. O gol de honra de Santo André, no entanto, saiu após falha na marcação de Thiago Heleno, que vinha muito bem no jogo. Anderson subiu livre para diminuir.

Para o Ramalhão, que tentava se reerguer do vergonhoso rebaixamento sofrido no Paulistão um ano após o vice-campeonato estadual, a classificação ficou difícil, mas as esperanças e a lembrança de 2004 é inspiração… O jogo de volta está marcado para a próxima quinta-feira, às 16h, no Pacaembu.

O jogo

Antes mesmo do início da partida no Bruno José Daniel, em Santo André, os jogadores do Palmeiras e o técnico Luiz Felipe Scolari perceberam que além dos onze adversários andreenses, o péssimo gramado e a má iluminação no Bruno José Daniel também teriam de ser superados pela vaga. De volta à equipe titular, o Mago Valdivia tinha a responsabilidade de municiar os atacantes e manter a boa média de 3,6 gols por jogo do Verdão na Copa do Brasil.

E num primeiro tempo em que que só o Palmeiras jogou, o Mago foi o maior destaque da equipe. Carregando a bola com tranquilidade e abusando dos dribles (efetivos), Valdivia adotou uma postura ofensiva e Kleber e Luan foram acionados com frequência. Com tamanho domínio do jogo, não demorou para que o time abrisse o placar…

Aos 20 minutos, Kleber invadiu a área do Ramalhão pela esquerda e foi derrubado pelo zagueiro Marcelo Godri quando tentava o corte. Pênalti marcado, gol tranquilo, certo? Quase. Na cobrança, Kleber bateu mal e o goleiro Neneca espalmou para o alto. No rebote, o Gladiador foi mais rápido e completou para o fundo da rede.

Abusando das faltas, o Santo André já tinha quatro jogadores pendurados com o amarelo antes mesmo do intervalo. Valdivia chegou a mancar após uma dividida no início, mas estava tudo bem. A vantagem tranquilizou ainda mais o Verdão, que controlou o resultado até descer ao vestiário.

Nos primeiros minutos da segunda etapa, um acontecimento inexplicável paralisou o jogo por cinco minutos. Para dispersar alguns torcedores que assistam à partida pendurados em árvores próxima ao estádio, policiais usaram gás lacrimogêneo e o odor invadiu o gramado. Com os atletas e a torcida atordoados, o árbitro não tinha outra opção a não ser paralisar a partida.

Com bola rolando, a marcação do Palmeiras afrouxou e o Santo André começou a trabalha e valorizar a posse de bola. A falta de qualidade da equipe, no entanto, ficou evidente e a zaga do Verdão continuava eficiente. Após belo lançamento de Tinga, aos 18 minutos, Luan recebeu em ótima condições mas chutou em cima de Neneca.

Alguns minutos depois, o goleiro do Ramalhão quase se tornou um dos nomes do jogo… Aos 22, Luan invadiu a área e foi derrubado por Sandoval, que deu carrinho por trás. Outro pênalti, outra chance para o Gladiador. Mais uma vez, Kleber bateu e o goleiro Neneca defendeu, desta vez sem rebote. Para azar dos jogadores do Santo André, a alegria durou pouco…

Logo no lance seguinte, Assunção cobrou escanteio e Thiago Heleno cabeceou firme. Neneca fez linda defesa mas deu rebote… Como de costume, Kleber apareceu, antecipou-se à marcação e tocou a bola para marcar o segundo e ampliar a vantagem alviverde. O Gladiador tarda, mas não falha!

Já no fim, o Mago deixou o campo cansado e Wellington Paulista pôde fazer sua estreia com a camisa do Palmeiras, mas o tempo foi curto e o atacante pôde fazer. Numa falha da “quase intransponível” zaga do Verdão, Aloísio cobrou falta na área, Thiago Heleno falhou na marcação e Anderson subiu livre para diminuir, sem maiores prejuízos ao resultado favorável ao Palmeiras. Vitor Hugo ainda conseguiu ser expulso aos 50 minutos da segunda etapa.

Antes da partida de volta, em pleno feriado de Páscoa, o Verdão volta a campo neste domingo, contra a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, pela última rodada da primeira fase do Paulistão.

FICHA TÉCNICA:
SANTO ANDRÉ 1 X 2 PALMEIRAS

Estádio: Bruno José Daniel, Santo André (SP)
Data/hora: 13/4/2011 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Guilherme Cereta de Lima
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Márcio Luiz Augusto
Renda e público: R$ 221.220,00 / 7.635 pagantes/
Cartões amarelos: Magno, Marcelo Godri, Alex Silva, Dênis, Borebi, Sandoval (STA); (PAL)
Cartões vermelhos: Vitor Hugo, 50’/2°T
GOLS: Kleber, 22’/1°T (0-1); Kleber, 24’/2°T (0-2); Anderson, 43’/2°T (1-2)

SANTO ANDRÉ: Neneca, Marcelo Godri, Sandoval e Aderson; Alex, Magno (Vitor Hugo, Intervalo), Walax, Aloísio e Dênis (Juan Felipe, 24’/2°T); Igor (Borebi, Intervalo) e Richely. Técnico: Sandro Gaúcho.

PALMEIRAS: Deola, Cicinho, Danilo, Thiago Heleno e Rivaldo; Márcio Araújo, Marcos Assunção (Chico, 40’/2°T), Tinga e Valdivia (Wellington Paulista, 34’/2°T); Kleber (João Vitor, 46/2°T) e Luan. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

abril 14, 2011 Posted by | Palmeiras, Santo André | | Deixe um comentário