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Atlético-MG joga mal e perde para o Grêmio Prudente

Eraldo e Juan marcam para o time da casa e Magno Alves desconta para o Galo. Joga da volta ocorre na próxima quarta

Jogando mal mais uma vez, o Atlético-MG foi derrotado por 2 a 1 pelo Grêmio Prudente, nesta quinta-feira, no Prudentão, pelo jogo de ida da segunda fase da Copa do Brasil. Eraldo e Juan fizeram para o time da casa, enquanto Magno Alves descontou. As equipes voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, na Arena do Jacaré.

A cobrança de falta precisa de Ricardinho, que obrigou Marcio a fazer ótima defesa logos aos sete minutos, serviu apenas para iludir a torcida alvinegra. Assim como aconteceu em muitas partidas do ano, o Atlético-MG saiu perdendo.

Jogando mal, os mineiros foram castigado aos dez. A defesa do Galo parou, Renan Ribeiro saiu mal do gol e Eraldo, sozinho e de cabeça, balançou a rede. E o capitão do Prudente quase ampliou na sequência, quando Erivelton deu passe rasteiro pela esquerda.

Perdido em campo, o Atlético exagerou nos erros, principalmente pela falta de eficiência do meio de campo. E, por isso, foi várias vezes surpreendido pelo time da casa nos contra-ataques. Saldanha arrancou pela esquerda, deixou os marcadores para trás e colocou Eraldo na cara do gol. Mas o capitão deixou a bola passar.

A primeira e única chance de gol atleticana saiu em uma jogada de muito talento de dois jogadores. Quando o Prudente estava perto do segundo gol, Ricardinho deu excelente lançamento para Magno Alves, que dominou no peito e, de primeira, arrematou para a rede. Um golaço!

Mas, voltando ao jogo depois do lampejo de talento da dupla do Galo, o Prudente, ainda melhor, ampliou. Juan recebeu levantamento de Raí e deu um meio voleio por trás do lateral-direito Leandro para deixar o seu.

O técnico Dorival Júnior fez duas mudanças no intervalo, trocando Renan Oliveira por Cláudio Leleu, e Ricardo Bueno por Neto Berola. Foi o suficiente para o Atlético-MG melhorar, trocando mais passes e chegando com mais perigo. Mas nada disso foi suficiente para a reação.

O Prudente seguiu bem posicionado e marcando com precisão. Chegou menos ao gol de Renan Ribeiro, mas também conseguiu evitar as chegadas de maior perigo da equipe adversária. Foi o suficiente para garantir a vantagem para o jogo da volta.

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO PRUDENTE 2 X 1 ATLÉTICO-MG

Data/hora: 31/3/2011, 20h
Local: Prudentão, em Presidente Prudente (SP)
Árbitro: Antônio Denival de Morais (PR)
Auxiliares: Gilson Bento Coutinho e Marcos Rogério da Silva
Cartões amarelos: Wanderson Cafu, Juan (GPR); Serginho, Leonardo Silva (CAM)
Cartões vermelhos: nenhum

GOLS: Eraldo 10’/1T (1-0); Magno Alves 34’/1T (1-1); Juan 36’/1T (2-1)

GRÊMIO PRUDENTE: Marcio, Wanderson Cafu, Douglas, Ednei e Raí; Anderson, Daniel, Saldanha (Alceu, 34’/2T) e Elivelton; Juan (Léo, 41’/2T) e Eraldo (Rhayner, 29’/2T). Técnico: Márcio Goiano.

ATLÉTICO-MG: Renan Ribeiro, Rafael Cruz, Réver, Leonardo Silva e Leandro; Toró, Serginho, Renan Oliveira (Cláudio Leleu, intervalo) e Ricardinho (Bernard, 29’/2T); Magno Alves e Ricardo Bueno (Neto Berola, intervalo). Técnico: Dorival Júnior.

março 31, 2011 Posted by | Atlético-MG, Grêmio Prudente | | Deixe um comentário

Vasco vai a Natal e fica no empate com o ABC

Sem criatividade, equipe de São Januário não jogou bem e se segurou como pode para evitar o pior fora de casa

O Vasco foi a Natal enfrentar o ABC-RN, na noite desta quarta-feira, no Frasqueirão, pela segunda fase da Copa do Brasil, e não conseguiu sair do empate sem gols. O time cruz-maltino não mostrou criatividade – talvez pela ausência de Felipe -, e se segurou como deu para evitar os gols da equipe potiguar.

Com o resultado, a equipe carioca terá de brigar pela classificação na próxima quarta-feira, em São Januário.

SEM CRIATIVIDADE E COMEÇO SEM GOLS

Apesar da vantagem do Vasco, o primeiro tempo teve papéis invertidos, em que as melhores oportunidades foram do ABC.

A partida começou com o time do Rio Grande do Norte melhor em campo. Aos 10 minutos, Leandrão recebeu cruzamento e finalizou de primeira, mas a bola subiu demais e saiu por cima do gol. O Vasco, por sua vez, só conseguiu reagir aos 16 minutos quando, após boa troca de passes, Bernardo arriscou de fora da área a bola passou rente à trave direita de Wellington. No minuto seguinte, foi a vez de Alecsandro levar perigo ao gol do ABC, ao chutar cruzado e a bola atravessar toda a área até sair pela linha de fundo.

A partir daí, o jogo ficou equiparado. Até que, aos 22 minutos, mais uma vez Alecsandro arriscou ao gol e a bola voltou a assustar a zaga do time da casa. Porém, aos 24 a torcida do ABC comemorou. Ederson recebeu sem marcação, batei na saída de Prass e balançou a rede, mas a jogada já estava paralisada pelo assistente, que marcava um impedimento do camisa 11.

Aos 28, o volante Eduardo Costa sentiu dores na coxa direita e acabou substituído por Fellipe Bastos. No minuto seguinte, o ABC voltou a se aproximar do gol. Ederson recebeu de Renatinho e chutou forte, mas manda para fora. Enquanto isso, o Vasco parecia sentir a falta do meia Felipe e não mostrava criatividade.

Nos minutos finais, a equipe da casa teve duas boas chances com Pio, e em lances parecidos. O lateral-direito recebeu na ala do campo e chutou com efeito; a primeira saiu pelo lado direito de Prass, já a segunda, do lado esquerdo.

Sem gol, o primeiro tempo terminou com o empate no placar.

CHANCES DESPERDIÇADAS E TUDO IGUAL

No retorno para a etapa final, o jogo não mudou de panorama. O ABC pressionando e um Vasco, assustado, não conseguia criar boas jogadas. Assim como no início do jogo, a primeira boa chance de gol foi do time da casa. Pio, quase que em um replay das tentativas anteriores, recebeu e chutou com efeito para a defesa de Fernando Prass.

Sem grandes jogadas no meio de campo, o Vasco passou a ter as melhores chances de gol através dos chutes de longa distância, principalmente com o volante Fellipe Bastos. Aos 18 minutos, porém, Allan tabelou com Alecsandro, invadiu a área e chutou cruzado, a bola passou muito perto da trave direita de Wellington.

Aos 27 minutos, Fernando Prass fez uma grande defesa quando Ray recebeu em profundidade sem marcação, invadiu a área e bateu na saída do camisa 1 de São Januário, mas o goleiro conseguiu evitar o gol. No lance, Prass recebeu um pisão no tornozelo, mas se recuperou rapidamente.

A entrada de Enrico deu um pouco mais de velocidade ao time, mas nada que conseguisse modificar a atitude em campo. Com o final do jogo se aproximando, ambos os times começaram a fazer faltas mais duras e foram distribuídos cartões amarelos.

As substituições não surtiram efeito e ninguém consegiu balançar a rede. Resultado: empate sem gols no primeiro jogo desta segunda fase da Copa do Brasil.

FICHA TÉCNICA:
ABC-RN 0 X 0 Vasco

Estádio: Frasqueirão, Natal (RN)
Data/hora: 30/3/2011 – 21h50 (de Brasília)

Árbitro: João Bosco da Nóbrega (PB)
Auxiliares: Griselildo de Souza (PB) e Luis Felipe Gonçalves (PB)

Renda/público: Não divulgados
Cartões amarelos: Ray, Bileu (ABC); Rômulo, Márcio Careca (VAS)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Não houve

ABC: Wellington; Pio, Tiago Garça, Irineu e Renatinho (Renatinho Carioca – 19’/2ºT); Basílio, Bileu, Cascata (Gabriel – 37’/2ºT) e Reinaldo; Ederson (Ray – 26’/2ºT) e Leandrão. Técnico: Leandro Campos.

VASCO: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca; Rômulo, Eduardo Costa (Fellipe Bastos – 28’/1ºT), Bernardo (Enrico – 33’/2ºT) e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro (Elton – 43’/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes.

março 31, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

São Paulo ‘dança o frevo’ e perde para o Santa Cruz

Rodrigo Souto marcou, contra, o único gol do jogo. Agora, vaga às oitavas da Copa do Brasil será decidida na próxima quarta

A semana do São Paulo era irretocável, mas depois da vitória no clássico contra o arquirrival Corinthians, o gol 100 de Rogério Ceni e a apresentação de Luís Fabiano no Morumbi, o Tricolor paulista conheceu um revés e perdeu para o Santa Cruz por 1 a 0, no estádio do Arruda, no Recife, em partida válida pela segunda fase da Copa do Brasil.

O gol de Rodrigo Souto, contra, obriga o São Paulo a decidir a vaga às oitavas de final da competição na próxima quarta-feira, quando recebe o mesmo Santa Cruz em local a ser definido. O Tri-Mundial precisa vencer por dois gols de diferença para garantir a classificação. Um empate dá a vaga ao Santa. Uma vitória do Tricolor paulista por 1 a 0 leva a partida para os pênaltis – já uma vitória simples cedendo um ou mais gols aos pernambucanos também dá a vaga ao Santa Cruz.

O vencedor do confronto entre os dois tricolores encara o ganhador de Goiás e Ponte Preta. A primeira partida entre estas duas equipes ainda acontece nesta quinta-feira, no Moisés Lucarelli, em Campinas.

Foi apenas a segunda vitória do Santa Cruz sobre o rival paulista em 17 jogos. O único êxito da Cobra Coral até então havia sido no ano de 1988.

DUELO QUENTE

O duelo entre Santa Cruz e São Paulo, que não acontecia desde 2006, começou a mil por hora. Com Rivaldo na equipe titular – o meia é pernambucano e atuou pelo Santa Cruz no começo da carrreira -, o Tricolor paulista tentava dominar as ações no meio-campo.

Primeiro, o próprio Rivaldo deu as boas vindas para a torcida do Santa, aproveitando chute de fora da área e exigindo defesa de Tiago Cardoso aos 5 minutos.

Depois, o Tricolor pernambucano apostou em uma jogada característica para tentar assustar os visitantes. O camisa 8, Weslley, era o responsável pelas bolas paradas. Dos pés dele, a Cobra Coral incomodava a defesa são-paulina pelo alto. Exemplo da ofensiva pernambucana foi aos 12 minutos, quando Weslley cobrou falta fechada e Rogério dividiu por cima. O camisa 1 são-paulino levou a pior.

Já em boas condições de jogo, o goleiro-artilheiro ainda viu Landu cruzar para Gilberto cabecear, aos 25. O camisa 9 da Cobra Coral, aliás, pode ser o próximo reforço do Corinthians, conforme apurou o LANCENET!.

E era pelos flancos que o Santa conseguia se impor no estádio do Arruda. Assim, aconteceu o primeiro gol do jogo, quase ‘sem querer’: aos 34 minutos, Gilberto recebeu na esquerda e cruzou por baixo. A bola passou pela defesa são-paulina e Rodrigo Souto, livre, tentou tirar a bola em linha de fundo, mas errou nos cálculos e, ‘consciente’, marcou o gol contra.

Atordoado, o Tricolor paulista rapidamente tentou empatar a fim de salvar a semana irretocável dos são-paulinos. O Tri-Mundial bem que estufou as redes, mas o gol de Dagoberto foi anulado depois que o atacante concluiu de cabeça em posição irregular, aos 42 minutos da primeira etapa.

Decidido a espantar a má atuação do primeiro tempo de jogo, Dagoberto, logo a 5 minutos, cortou dentro da área e chutou para defesa de Tiago Cardoso. Três minutos mais tarde, Dagol não alcançou cruzamento de Lucas e viu Fernandinho isolar dentro da área.

A pressão do Tricolor paulista se intensificou, especialmente depois que Leandro Souza foi expulso aos 25 minutos. Com um jogador a mais, o São Paulo abriu mão da defesa e lançou seus dez homens de linha ao campo de ataque. Porém, faltava ousadia à equipe de Carpegiani. Lucas, marcado de perto por Everton Sena, não conseguiu repetir as boas atuações que o credenciaram à Seleção Brasileira.

Se por baixo, o Tri-Mundial não mostrava inspiração, a equipe repetiu a estratégia pernambucana na primeira etapa e apostou nas bolas paradas. Em uma delas, aos 39, Miranda cabeceou com perigo para fora.

Mas o Santa era incansável, e manteve o resultado positivo. Aos gritos de ‘Guereiro, time de guerreiro’, entoados pela fanática torcida da Cobra Coral, o time da casa se esforçou até o fim e levou a melhor. Sobrou até para Ceni subir ao campo de ataque e cobrar falta longa na área, que a defesa pernambucana afastou, para delírio da torcida coral.

Na próxima quarta-feira, os dois times decidem a vaga nas oitavas de final em São Paulo. O Santa Cruz pode empatar que leva a vaga. Se perder por uma diferença de um gol e marcar (derrota por 2 a 1, 3 a 2, 4 a 3, etc…), o time pernambucano também se classifica. Aos paulistas, só resta a vitória por 2 ou mais gols.

Antes da definição na Copa do Brasil, o Tricolor volta a campo no próximo domingo, quando encara o Mirassol na Arena Barueri, pelo Campeonato Paulista. No mesmo dia, o Santa tem clássico local contra o Sport, em partida válida pelo Campeonato Pernambucano.

FICHA TÉCNICA:
SANTA CRUZ-PE 1X0 SÃO PAULO

Estádio: Arruda, em Recife (PE)
Data/hora: 30/3/2011 – às 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Marielson Alves Silva (BA)
Auxiliares: Raimundo Carneiro de Oliveira (BA) e José R. Dias da Hora (BA)
Renda/público: R$ 943.070,00 / 46.681 pagantes
Cartões amarelos: Leandro Souza, Weslley (SCR); Miranda, Rogério Ceni (SPO)
Cartões vermelhos: Leandro Souza, 25’/2ºT (SCR)
GOLS: Rodrigo Souto (contra), 34’/1ºT (1-0)

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso, Thiago Mathias, Everton Sena e Leandro Souza; Cléber Goiano, Jeovânio, Weslley, Natan (André Oliveira, 26’/2ºT) e Renatinho; Gilberto (Laécio, 45’/2ºT) e Landu (Marcus Vinícius, 26’/2ºT). Técnico: Zé Teodoro.

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Rhodolfo, Alex Silva, Miranda e Juan (Carlinhos Paraíba, intervalo); Jean, Rodrigo Souto (Marlos, 22’/2ºT), Rivaldo (Ilsinho, 15’/2ºT) e Lucas; Dagoberto e Fernandinho. Técnico: Paulo César Carpegiani.

março 31, 2011 Posted by | São Paulo | | Deixe um comentário

Trio ofensivo brilha, Inter goleia e lidera Grupo 6

Vitória sobre o Jorge Wilstermann por 3 a 0 deixa os Colorados isolados na liderança de seu grupo na Copa Libertadores

A torcida pediu, o treinador atendeu e os jogadores corresponderam. O tão esperado trio formado por Oscar, D’Alessandro e Leandro Damião foi escalado e não decepcionou, comandando a goleada por 3 a 0 em cima do Jorge Wilstermann, nesta quarta-feira, no Beira-Rio. O resultado mantém o Colorado na ponta do Grupo 6 da Copa Santander Libertadores.

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Dizer que o primeiro tempo foi todo disputado apenas no campo de ataque do Inter não é exagero. Enquanto Lauro tocou duas vezes na bola, Bolívar e Índio não tiveram trabalho algum com os quase inexistentes avanços bolivianos.

E a razão para tamanho domínio colorado tem duas explicações. A primeira delas foi a postura do Wilstermann, que se fechou atrás, explorando os contra-ataques. A segunda foi a escolha de Celso Roth, que escalou D’Alessandro, Oscar e Leandro Damião juntos.

E todas as peças desse trio infernizaram a defesa boliviana. Em noite inspirada, Oscar armou jogadas, cobrou faltas, finalizou e, claro, marcou gol. Após Damião disputar pelo alto, Wilson Matias arriscou e, na sobra, Oscar chutou. A bola bateu na defesa e voltou para o meia, que, meio de peito, meio de barriga, a viu morrer na rede.

De volta à Liberta após desfalcar a equipe na goleada sobre o Jaguares e passar mais de um mês sem jogar por lesão, D’Alessandro recebeu passe preciso de Oscar da direita e chutou colocado. Como prometido, a comemoração foi com os roupeiros.

Sem correr riscos, a facilidade colorada aumentou com a expulsão de Fernández, que deu carrinho criminoso em D’Alessandro. Rapidamente, o Inter ampliou com Zé Roberto.

A vitória pode ser colocada na conta da torcida, que convenceu Roth a ousar. E a ousadia encaminha a classificação para as oitavas.

FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL 3 X 0 JORGE WILSTERMANN

Local: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data/Hora: 30/3/2011 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Dario Ubriaco (URU)
Auxiliares: Carlos Pastorino(URU) e Miguel Nievas(URU)
Cartões amarelos: Leandro Damião (INT); Fernández, Zapata e Machado (WIL)
Cartões vermelhos: Fernández (WIL)

GOLS: Oscar 18’/1T (1-0); D’Alessandro 11’/2T (2-0); Zé Roberto 26’/2T (3-0)

INTERNACIONAL: Lauro, Nei, Bolívar, Índio (Rodrigo, 31’/2T) e Kleber; Wilson Matias, Guiñazu, Oscar (Andrezinho, 37’/2T), D’Alessandro, Zé Roberto (Rafael Sobis, 28’/2T); Leandro Damião. Técnico: Celso Roth.

J. WILSTERMANN: Mauro Machado, Juccellio, Brown e Carvalho; Fernández, Zapata, Machado (Toscanini, 14’/2T), Rodríguez, Garcia (Sanchez, intervalo); Abregú (Ojeda, 22’/2T) e Fabio Mineiro. Técnico: M. Neveleff.

março 31, 2011 Posted by | Internacional | , | Deixe um comentário

Leandro ofusca derrota do Grêmio e é notícia boa

Atacante tem boa atuação contra o Juventude e é elogiado mais uma vez por Renato

De bom na derrota do Grêmio, apenas a figura do garoto Leandro. Com 17 anos, o menino começa a ganhar espaço no grupo gremista e tem total confiança de Renato Gaúcho. Apesar do técnico elogiar o desempenho como um todo, se ateve ao atacante por minutos tecendo boas referências sobre a atuação em Caxias do Sul.

Diante do Juventude, além do segundo gol, Leandro também teve grande participação na maioria das jogadas de ataque do Grêmio. Tanto é que perdeu uma das chances de gol frente a Jonatas e depois serviu Borges, que também desperdiçou.

– Leandro foi uma grande figura no jogo, vem crescendo a cada partida. Estaria em todas as capas de jornais se a gente tivesse vencido, e com razão. É uma grande revelação. Fico triste pela derrota, e muito feliz por esse garoto a cada dia que passa deixar de ser uma promessa – disse Renato Gaúcho

O atacante pode ganhar outra chance como titular no fim de semana, diante do Veranópolis, no domingo. O comandante gremista não se mostra receoso em escalar o menino como titular daqui para frente até na Libertadores.

– Hoje(quarta) ele entrou em um jogo difícil, e foi muito bem. Tem personalidade, está com confiança, e está aproveitando as chances. Não tenho medo, não quero saber de salário, nome idade para escalar jogador. Ele está bem. Por isso jogou e tem oportunidades. É momento, mesmo com 17 anos – explicou.

Para Libertadores, o atacante já é nome certo na mudança de três jogadores que pode ser feita entre fase de grupos e oitavas-de-final. Além dele, Willian Magrão também será inscrito.

março 31, 2011 Posted by | Grêmio | | Deixe um comentário

Cruzeiro vence Guaraní e assegura liderança do grupo

Raposa passa por cima dos paraguaios, em Assunção, e se não se sente ameaçada no topo do Grupo 7 da Libertadores

O Cruzeiro nem precisava entrar em campo na noite desta quarta-feira para se classificar às oitavas de final da Copa Santander Libertadores, mas, mesmo assim, fez sua parte. A equipe mineira venceu o Guaraní (PAR), fora de casa, no estádio Defensores del Chaco, em Assunção, por 2 a 0, com gols de Thiago Ribeiro e o paraguaio Ortigoza.

Antes mesmo de começar a partida no Paraguai, a Raposa já havia se garantido na fase seguinte por conta do empate por 1 a 1 entre Tolima (COL) e Estudiantes (ARG), que eliminou os colombianos. O Guaraní já em entrou na rodada sem chances de classificação.

Dentro de campo, o Cruzeiro não apresentou o mesmo bom futebol de outra partidas. Porém, mesmo assim, logo mostrou sua força e abriu o placar aos 17 minutos, em bela jogada do setor ofensivo, finalizada por Thiago Ribeiro. Os paraguaios até tentaram se aproveitar dos muitos erros de passe da equipe brasileira, mas não conseguiram. No último lance de jogo, Ortigoza invadiu a área em diagonal e balançou as redes em sua cidade natal.

Agora, a “luta” celeste é pela primeira colocação do Grupo 7. Com 13 pontos, o Cruzeiro leva três de vantagem para o Estudiantes, seu adversário no próximo dia 16, em La Plata. Os mineiros ainda têm 16 gols de saldo, contra apenas um dos argentinos, que dificilmente vão tomar a ponta da chave. Apenas uma goleada por 8 gols de diferença para os Pinchas tiraria a primeira posição da Raposa.

Ribeiro abre o placar

Logo nos primeiros instantes o Cruzeiro fez valer sua superioridade técnica e tomou conta da partida. Antes dos dez minutos, a Raposa teve duas boas chances, uma com Thiago Ribeiro, desviando pela linha de fundo um cruzamento de Wallyson, e outra com Montillo, em chute de fora da área, que foi pela linha de fundo.

O Guaraní apareceu pela primeira vez no ataque aos 13 minutos, quando Sosa arriscou de fora da área e Fábio defendeu com tranquilidade. A resposta celeste veio em seguida. Após cobrança de escanteio, Victorino desviou e Thiago Ribeiro, em posição irregular, acertou a trave.

No lance seguinte, no entanto, Ribeiro foi eficaz. Em bela tabela entre os quatro homens de frente, Roger lançou Wallyson, que ajeitou de cabeça para Montillo. O argentino encontrou Thiago Ribeiro livre dentro da área e o camisa 11 só teve o trabalho de empurrar para a rede de Silva: 1 a 0.

Em vantagem no placar, Wallyson se deu ao luxo de perder um gol dentro da área, aos 29 minutos, de frente para o goleiro, após roubada de bola de Ribeiro. Entretanto, dois minutos depois, Ovelar recebeu dentro da área e chutou cruzado, obrigando Fábio a fazer linda defesa, salvando o Cruzeiro.

Errando muitos passes e sem conseguir sair para o ataque, a equipe celeste complicou o final do primeiro tempo. Mesmo assim, levou perigo aos 40 minutos, em chute forte de Montillo, que bateu pelo lado de fora da rede.

O maior susto na torcida cruzeirense foi aos 42, quando Sosa arriscou rasteiro de fora da área e Fábio buscou no cantinho, mandando para escanteio. Na saída para o intervalo, o autor do gol, Thiago Ribeiro, pediu mais capricho ao Cruzeiro.

– Criamos situações, viramos o primeiro tempo com a vitória, mas temos que procurar caprichar mais. Estamos errando mutos passes. Poderíamos estar vencendo por mais. Vamos procurar melhorar para fazer mais gols e sair com a vitória – disse o atacante.

Placar insistente

As duas equipes voltaram sem alterações para a segunda etapa e o Cruzeiro mostrou logo o cartão de visitas. Wallyson lançou Montillo dentro da área, mas o argentino finalizou nas mãos de Joel Silva. O troco veio aos sete minutos, com Marecos, em chute cruzado que Fábio espalmou para longe.

A partida ficou aberta, com o Guaraní chegando mais ao campo ofensivo e o Cruzeiro explorando a velocidade de seu contra-ataque. Porém, o segundo gol celeste teimou em não acontecer e várias chances foram desperdiçadas.

Aos 21 minutos, Cuca mexeu duas vezes no time cruzeirense, colocando Wellington Paulista e Everton, nas vagas de Wallyson e Roger. As alterações não deram resultado e a Raposa continuou sem conseguir ampliar o placar.

Os lances de perigo da segunda etapa saíram dos pés de Montillo. Na melhor das chances, Thiago Ribeiro achou Montillo entrando em velocidade dentro da área. O argentino finalizou por cima do goleiro e mandou pela linha de fundo.

Cuca ainda tentou uma última cartada, com a entrada de Ortigoza no lugar de Thiago Ribeiro e gol, finalmente, saiu. O paraguaio foi lançado na direita, se livrou de dois marcadores e bateu firme, dando números finais ao placar.

Guaraní (PAR) 0 X 2 Cruzeiro

Estádio: Defensores del Chaco, Assunção (PAR)
Data/hora: 30/03/2011 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Enrique Osses
Auxiliares: Patrício Basualto e Carlos Astroza
Renda/Público: Não informado.
Cartões amarelos: Julián Benítez, Fabio Escobar (GUA); Roger (CRU)
Gols: Thiago Ribeiro (17’/1ºT) e Ortigoza (47’/2ºT)

Guaraní (PAR): Joel Silva; Eduardo Filippini, Joel Benítez, Ignacio Ithurralde (Federico Carballo, 33’/2ºT), Elvis Marecos; Cristian Sosa, Miguel Paniagua, Luis De la Cruz e Jorge Mendoza (Osvaldo Hobecker, 20’/2ºT); Julián Benítez e Luis Ovelar (Fabio Escobar, 20’/2ºT). Técnico: Félix León.

Cruzeiro: Fábio; Pablo, Gil, Mauricio Victorino e Gilberto; Marquinhos Paraná, Henrique, Roger (Everton, 21’/2ºT) e Walter Montillo; Wallyson (Wellington Paulista, 21’/2ºT) e Thiago Ribeiro (José Ortigoza, 37’/2ºT). Técnico: Cuca.

março 31, 2011 Posted by | Cruzeiro | | Deixe um comentário

Ofensivo, Caio Junior vence em sua estreia pelo Botafogo


Na estreia de Caio Junior no comando do Botafogo, diante do Paraná, clube que o projetou para o cenário nacional, o Alvinegro levou a melhor por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, em Curitiba (PR), e levou uma boa vantagem para o Rio de Janeiro.

Agora, para a partida no próximo dia 6, no Engenhão, o Alvinegro pode empatar ou perder por 1 a 0, que fica com a vaga nas oitavas de final da competição. A estrela do treinador brilhou. Caio Junior colocou o garoto Willian no intervalo, na vaga de Rodrigo Mancha, mostrando seu estilo ofensivo e logo no primeiro minuto em campo, ele garantiu a vitória.

ZAGUEIROS MARCAM UM PARA CADA LADO

O Botafogo mostrou um ligeiro domínio nos primeiros minutos. Apostando em bolas altas, a equipe alvinegra criou boas oportunidades. A defesa paranista, bem postada, afastava o perigo. Se movimentando bem, o Botafogo assustou em um bom chute de Herrera. Com espírito mais ofensivos as chances foram sendo criadas, pouco a pouco. O Paraná, acuado, apenas assistia o Glorioso jogar.

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Aos 11, Léo protagonizou um lance bisonho. Na primeira chegada do Paraná, o atacante recebeu de Luiz Camargo e, sozinho, finalizou quase na lateral, para o desespero da torcida paranista. Pressionando, o Bota conseguiu abrir o marcador. Após escanteio cobrado por Somália, Antônio Carlos subiu no meio de dois zagueiros e abriu o marcador. Contudo, não deu nem tempo para comemorar. Um minuto depois, o Paraná devolveu na mesma moeda. Kelvin cobrou escanteio e Rodrigo Defendi empatou.

O gol animou o Paraná, que empurrado pela torcida, começou a gostar do jogo e teve duas boas chances para marcar, com Léo e Kelvin, mas Jefferson salvou. Passado o susto, o Botafogo voltou a tomar conta das ações e encurralou os paranaenses no campo de defesa. Herrera criou boa chance, mas esbarrou no goleiro Thiago Fernandes – ao estilo Peter Cech, com uma proteção na cabeça – assim como Caio. Aos 47, Luiz Camargo acertou cotovelada sem bola em Herrera dentro da área. Como a bola não estava rolando, o juiz chamou o camisa 8 do Paraná e expulsou o capitão, em meio a muitos protestos dos jogadores do Paraná e dos alvinegros que pediam pênalti.

ESTRELA DO OFENSIVO CAIO JUNIOR BRILHA

Com um homem a mais, Caio Junior fez jus a fama de ofensivo e colocou o garoto Willian na vaga de Rodrigo Mancha. E logo no primeiro minuto, a estrela do treinador brilhou. Após chute de Somália, Thiago Fernandes bateu roupa e Willian marcou seu primeiro gol como profissional. O jogo ganhou novas emoções dois minutos depois. Somália cometeu falta no meio de campo e recebeu o segundo cartão amarelo.

Caio Junior colocou Fahel na vaga de Marcio Azevedo, protegendo a defesa novamente, com isso Everton caiu pela esquerda, ajeitando o time após a expulsão de Somália. O jogo caiu em emoção e as duas equipes começaram a se estudar. O Paraná assustou com Kelvin e o Botafogo com Caio. Com a partida mais equilibrada, Ricardo Pinto sacou Lima e colocou o atacante Marquinhos, para buscar o empate.

A equipe paranista tentou equilibrar o jogo, mas deficiente técnicamente, não conseguiu assustar. O Botafogo tentou chegar ao terceiro gol, que garantiria a vaga direta sem a necessidade do segundo jogo, mas continuou pecando nas finalizações. Caio Junior ainda fez a última alteração e colocou o garoto Cidinho na vaga de Caio. Com pouco tempo, o menino mostrou que tem talento e por duas vezes caiu dentro da área pedindo pênalti, mas o árbitro nada deu. O resultado acabou sendo justo e agora o Alvinegro joga por um empate no Engenhão para ficar com a vaga.

FICHA TÉCNICA:
PARANÁ 1×2 BOTAFOGO

Estádio: Durival de Britto, Curitiba (PR)
Data/hora: 30/3/2011 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Elmo Alves Resende da Cunha (GO)
Cartões amarelos: Henrique, Anderson (PAR); Rodrigo Mancha, Somália, Alessandro (BOT)
Cartões vermelhos: Luiz Camargo, 47’/1ºT (PAR); Somália, 3’/2ºT (BOT)
Gols: Antônio Carlos, 15’/1ºT (0-1); Rodrigo Defendi, 16’/1ºT (1-1); Willian, 1’/2ºT (1-2)
Renda e público: R$ 119.525,00 / 4.490 pagantes / 4.815 presentes

PARANÁ: Thiago Rodrigues, Paulo Henrique, Luciano Castán. Rodrigo Defendi e Henrique (Luizinho, 43’/2ºT); Anderson, Luiz Camargo, Lima (Marquinhos, 28’/2ºT) e Diego (Ricardinho, 34’/2ºT); Kelvin e Léo. Técnico: Ricardo Pinto.

BOTAFOGO: Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos, Márcio Rosário e Marcio Azevedo (Fahel, 7’/2ºT); Rodrigo Mancha (Willian, intervalo), Marcelo Mattos, Somália e Everton; Herrera e Caio (Cidinho, 40’/2ºT). Técnico: Caio Junior.

março 31, 2011 Posted by | Botafogo | , | Deixe um comentário