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Atlético-MG sofre, mas vence o Villa Nova pelo Mineiro

Triunfo na Arena do Jacaré veio apenas com um gol contra de Uchoa, aos 47 minutos da segunda etapa

O Atlético-MG sofreu, mas venceu o Villa Nova por 2 a 1, na Arena do Jacaré, neste domingo, pela sétima rodada do Campeonato Mineiro. Com o resultado, o Galo, chega aos 16 pontos, mas permanece na terceira colocação. O Leão está em quinto, com 11 pontos.

Próximos compromissos:

Na próxima quarta-feira, 23, o Atlético encara o Uberaba, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. O Villa Nova recebe o Ipatinga no Castor Cifuentes no próximo domingo, 27.

O jogo:

A partida começou meio lenta. Surpreendentemente, o Villa Nova tomou conta das ações ofensivas da partida e deixava os contragolpes para o time mandante. O Atlético tentava chegar em jogadas de velocidade com Wesley e Jobson, mas os erros de passe prejudicaram a concatenação de jogadas certeiras.

A primeira jogada de perigo ocorreu aos sete minutos. Após boa tabela entre Marinho e Ricardo Bóvio, o volante chutou para o gol, a bola desviou em Réver e saiu em escanteio. Na jogada seguinte, no contra-ataque, Wesley sofre falta na entrada da área. Mas Richarlyson cobra mal e a chance para na barreira. Aos 11 minutos, desatenção total da defensiva atleticana. O goleiro Vagner, após cobrança de falta, achou Palermo livre. O argentino avançou sozinho e, de canhota, tocou na saída do goleiro Renan Ribeiro: 1 a 0 para o time visitante.

O gol diminuiu o ímpeto ofensivo do Leão do Bonfim. A equipe preferiu ter mais cautela e esperar o Galo vir para cima. E o Atlético resolveu correr atrás de melhor sorte. Eron, aos 13, recebeu boa bola na ponta esquerda e cruzou para Ricardo Bueno. O centroavante cabeceou bonito, mas no meio do gol para fácil defesa de Vagner.

O Villa Nova abusava das faltas, mas o Atlético pecava nas cobranças e não assustava ao goleiro Vagner. O Alvinegro também tinha dificuldade para dar sequência as jogadas. Os erros de passes e a insistência nas jogadas pelo meio prejudicavam a equipe de Belo Horizonte.

Nas jogadas pelos flancos, o Leão seguia incomodando. Aos 33, Alex Santos passou por Eron e cruzou para o centro da área. Leonardo Silva se antecipou a Marinho e afastou o perigo. Aos 35 minutos, Allan lançou Marinho, que avançou livre pela grande área, mas finalizou em cima de Renan Ribeiro, perdendo a oportunidade de ampliar o marcador. Ricardo Bueno teve a oportunidade de empatar a partida, aos 45 minutos, mas, na cara do gol, isolou a bola para fora. O Galo deixou o campo vaiado

Segundo tempo:

Dorival Júnior, no intervalo, sacou o meia Wesley e colocou Neto Berola no jogo, procurando dar mais ofensividade ao time. Logo com um minuto, a velocidade de Berola incomodou a defesa do Leão, que cometeu falta na entrada da área. Richarlyson levantou a bola, a zaga afastou e, no rebote, Toró finalizou por cima da meta.

O Galo montou uma verdadeira blitz na intermediária do Leão do Bonfim. Contudo, o time alvinegro esbarrava nos passes equivocados. Aos 11 minutos, no entanto, o volante Richarlyson cruzou na pequena área, Ricardo Bueno não chegou a tempo e a bola passou na frente do gol do Leão.

Mancini, aos 16 da etapa final, entrou no lugar do lateral-esquerdo Eron. Richarlyson cobriu a lateral-esquerda e apenas Toró ficou com funções de marcação. Três minutos depois a ousadia de Dorival Júnior trouxe resultados. Mancini aproveitou bobeada de Carciano e cruzou para Ricardo Bueno, testar de cabeça para o fundo das redes.

Aos 24 minutos, Palermo recebeu bom lançamento de Ricardo Bóvio e chutou com violência para o fundo das redes. No entanto, o árbitro Renato Cardoso Conceição invalidou o lance por causa de uma falta do argentino em Toró. Aos 26, Renan Oliveira lançou Ricardo Bueno, que dominou para Mancini finalizar e virar o marcador. Mas Bueno estava impedido e o gol foi invalidado.

Faltando 10 minutos para o final da partida, Mancini recebeu pela ponta esquerda, limpou o marcador e levantou a bola na área. Ricardo Bueno cabeceou a bola na pequena área, mas não conseguiu direcionar a bola para o gol. Aos 43, m uma falta de longa distância, Alex Santos soltou uma bomba, Renan Ribeiro já estava vencido, mas a bola subiu demais.

Aos 47 minutos, o Atlético encontrou o gol da virada. Magno Alves fez fila pela esquerda e chutou cruzado, o goleiro rebateu, a bola bateu em Felipe e morreu no fundo das redes. Aos 50 minutos, Jackson fez falta dura em Palermo e foi expulso.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 2 X 1 VILLA NOVA

Local: Arena do Jacaré, Sete Lagoas (MG)
Data/horário: 20/3/2011, às 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Renato Cardoso Conceição (MG)
Auxiliares: Jair Albano Félix e Pablo Almeida Costa. (MG)
Renda/Público: R$ 47.847,50 / 9.745 pagantes.

Cartões amarelos: Gedeon, Marinho, Uchoa, Carciano, Palermo e Bruno Lourenço (VIL), Jackson e Toró (ATL).
Cartões vermelhos: Jackson (ATL).

Gols: Palermo, aos 15’1T (0-1), Ricardo Bueno, aos 19’2T (1-1) e Uchoa, contra, aos 47’2T.

ATLÉTICO-MG: Renan Ribeiro; Jackson, Leonardo Silva, Réver e Eron (Mancini, 16’2T) ; Toró, Richarlyson, Wesley (Neto Berola, intervalo) e Renan Oliveira; Jobson (Magno Alves, 26’2T) e Ricardo Bueno Técnico: Dorival Júnior.

VILLA NOVA: Vagner; Alex Santos, Bruno Lourenço, Carciano e Raniery; Uchoa, Ricardo Bóvio (Marquinhos, 38’2T), Gedeon (Felipe, 31’2T) e Palermo; Marinho (Edmílson, 31’2T) e Allan. Técnico: Wilson Gottardo.

março 20, 2011 - Posted by | Atlético-MG | ,

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