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Bernardo faz três e garante vitória do Vasco sobre o Madureira: 4 a 2


No ensaio para os clássicos que virão, time cruz-maltino passa alguns sufocos mas, no fim, supera o Tricolor suburbano

Foi com dificuldade e emoção, mas o Vasco venceu o Madureira por 4 a 2 neste domingo, no estádio Raulino Oliveira, em Volta Redonda, e garantiu uma semana de tranquilidade para se preparar para o clássico com o Botafogo, na próxima rodada. O grande nome da partida foi o meia Bernardo, que fez três gols (o que lhe dá direito a pedir uma música no programa “Fantástico”, no quadro dos gols da rodada) e distribuiu dribles e boas jogadas. Fellipe Bastos completou o placar. Os gols do Tricolor suburbano foram marcados por Rodrigo e Adriano Magrão.
Com o resultado, o Vasco chega a seis pontos e sobre para a segunda posição no Grupo A da Taça Rio, empatado em pontos com o Boavista, mas levando a melhor em número de gols marcados. O Madura mantém os três pontos e está em quinto lugar no Grupo B.
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Confira a classificação da Taça Rio
No próximo domingo, às 18h30m (de Brasília), no Engenhão, o Vasco enfrenta o Botafogo. O Madureira, às 16h, vai até Campos encarar o Americano.
Bernardo coloca o Vasco na frente
Com seus apoiadores Felipe e Bernardo inspirados, o Vasco iniciou a partida com amplo domínio do jogo. Conseguiu até marcar o gol logo no início da partida, mas o árbitro anulou de forma errada. Felipe deu ótimo passe para Elton, que, em posição legal pelo lado esquerdo, acertou o cantinho do goleiro Anísio. Velozes e perigosos nos contra-ataques, os vascaínos chegaram perto de abrir o placar logo depois, com Éder Luis. O camisa 7 recebeu um bola primorosa de Bernardo e chutou firme. O goleiro se esticou para fazer a defesa e colocar para escanteio.
Depois de um início promissor, o Vasco não conseguiu manter o ritmo e passou a levar alguns sustos. Primeiro, Ramon cochilou na hora de dominar a bola e permitiu que Adriano Magrão finalizasse de primeira. Fernando Prass fez boa defesa. Depois, Michel passou por Dedé como quis, invadiu a área, mas chutou desequilibrado e não acertou o alvo.
Refeito dos sustos, o time, enfim, conseguiu diminuir a angústia dos torcedores. Aos 39 minutos, Bernardo tabelou com Felipe dentro da área e mandou uma bomba cruzada: 1 a 0. Antes do fim do primeiro tempo, os vascaínos que foram ao Estádio da Cidadania quase testemunharam um golaço de Romulo. O volante arrancou driblando pelo meio de campo e, da entrada da área, arriscou o chute. A bola passou raspando a trave direita do goleiro Anísio.
Vasco leva susto, mas Bernardo resolve
A segunda etapa começou com as equipes se alternando no ataque. O Madureira chegou com muito perigo em jogada de Valdir, que tabelou com Baiano e ficou em boas condições de marcar. A bola, no entanto, passou rente à trave direita de Fernando Prass. Na resposta cruz-maltina, Eder Luis recebeu um presente da defesa, de cara para o gol. O camisa 7, porém, fez um corte a mais em cima da zaga e chutou sobre a marcação. Pouco depois, aos dez minutos, o susto foi para os vascaínos. Valdir bateu cruzado, e Fagner tirou quase em cima da linha do gol afastando o perigo.
Um dos destaques do Vasco, Bernardo levantou a torcida com uma linda jogada. No meio de campo, o meia deu um balãozinho no marcador e arrancou. Perto do bico esquerdo da área, arriscou o chute, mas a bola passou à direita. O Madureira foi mais eficiente. O Tricolor suburbano se aproveitou do jogo aberto e, aos 18 minutos, empatou a partida. Rodrigo recebeu pelo lado esquerdo da área e chutou colocado no canto de Fernando Prass, que se esticou, mas não chegou na bola.
Adriano Magrão ainda teve a chance, de frente para o gol, de colocar o Madureira na frente. Fernando Prass, no entanto, salvou nos pés do atacante. Melhor para o Vasco, que tinha Bernardo. Aos 22 minutos, Felipe lançou o meia, que equilibrou o corpo e bateu colocado no canto esquerdo do goleiro adversário: 2 a 1 e alívio nas arquibancadas.
Ainda havia muita emoção reservada. Aos 37 minutos, Valdir cruzou na medida para Adriano Magrão, que venceu Fernando Prass e deixou o placar em igualdade. Quando tudo apontava que o jogo acabaria em igualdade, Bernardo aprontou mais uma das suas. Aos 42 minutos, ele aproveitou bola levantada na área por Romulo e fez seu terceiro: 3 a 2.
Ainda havia tempo para o Vasco ampliar. Aos 45 minutos, Fellipe Bastos, que havia entrado um minuto antes, recebeu bom passe de Eder Luis e chutou para a rede: 4 a 2. Êxtase na torcida vascaína, que passou a exaltar os jogadores, especialmente Bernardo.
Outros jogos
No estádio Giulitte Coutinho, em Mesquita, o Bangu derrotou o América por 3 a 1, com dois gols de Tiano e um de Somália para o Alvirrubro. Bruno Reis descontou. No Marrentão, Duque de Caxias e Volta Redonda empataram sem gols. O Nova Iguaçu passou pelo Macaé com um gol de Marcos Vinícius, no Moacyrzão.
MADUREIRA 2 X 4 VASCO
Anísio; Valdir, Gomes, Luiz Otávio e Zeca; Vinícius, Caio Cézar (Obina), Rodrigo (Tjiago Soares) e Michel (Abedi); Baiano e Adriano Magrão. Fernando Prass; Fagner, Cesinha, Dedé e Ramon; Eduardo Costa, Romulo, Felipe (Jeferson) e Bernardo (Fellipe Bastos); Eder Luis e Elton (Leandro).
Técnico: Antonio Carlos Roy Técnico: Ricardo Gomes
Gols: Bernardo, aos 39 minutos do primeiro tempo; Rodrigo, aos 18, Bernardo, aos 22 e 42, Adriano, aos 37, e Fellipe Bastos, aos 45 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Gomes, Baiano, Luiz Otávio (Madureira); Cesinha, Fagner (Vasco)
Estádio: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ; Data: 13/03/2011. Árbitro:Wagner do Nascimento Magalhães. Auxiliares: Luiz Cláudio Regazone e Diogo Carvalho Silva. Público: 3.857 pagantes. Renda: R$ 72.320

março 13, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Em clássico agitado, Fla e Flu ficam apenas no zero

Os goleiros dos dois times acabaram sendo os destaques do jogo

Num dos jogos mais esperados do Campeonato Carioca, o placar ficou no zero. Flamengo e Fluminense não conseguiram mexer no marcador, apesar das inúmeras chances criadas para ambos os lados, no Engenhão. O resultado acabou sendo bom para o Rubro-Negro que manteve a invencibilidade no ano e, de quebra, a liderança do Grupo A. O Fluminense chegou a sete pontos, dois a menos que o Botafogo, e fica assim em segundo do Grupo B.

O primeiro tempo começou muito corrido, com os dois times investindo no setor ofensivo. O primeiro lance de perigo foi do Fluminense, num chute de Conca na entrada da área, aos dois minutos. O Flamengo deu a resposta pouco depois com Ronaldinho, fazendo bela jogada e deixando Diguinho para trás, mas o camisa 10 chutou para fora.

Aos poucos o time rubro-negro foi tomando conta do jogo, com mais posse de bola e finalizações. Porém, o Flamengo só voltou a ter boas chances de marcar perto do fim. Aos 42 minutos, Thiago Neves fez bonita jogada na ponta esquerda e rolou para Negueba, que chutou fortemente de longe, e Ricardo Berna espalmou para longe. Logo depois foi a vez de Renato arriscar um chute da intermediária, obrigando o goleiro tricolor a fazer outra grande defesa.

O segundo tempo começou agitado, com o Fluminense mostrando estar muito melhor postado em campo. Emerson era o principal jogador do lado tricolor e fez duas grandes jogadas, chutando cruzado em ambas. Na sequência, o Rubro-Negro mostrou que não estava morto e assustou com um chutaço de Thiago Neves, que parou na linda defesa de Ricardo Berna.

Muricy fez duas mudanças e, com isso, conseguiu pressionar o rival em seu campo de defesa. Após sufocar seu adversário, o Fluminense teve a melhor chance no jogo. Em bela jogada de Souza, a bola acabou sobrando para Mariano, que rolou para Gum chutar de dentro da área. O goleiro Felipe foi rápido e conseguiu tocar de leve, espalmando a bola para a trave.

Luxemburgo viu as mudanças do Fluminense e logo colocou seu xará Wanderley no lugar de Negueba. Pouco depois foi a vez de Fierro substituir Thiago Neves, que deixou o campo exausto. O treinador conseguiu conter as jogadas ofensivas do Fluminense, mas acabou prejudicando o ataque, que perdeu a mobilidade do começo do jogo.

FICHA TÉCNICA:

FLAMENGO 0 X 0 FLUMINENSE

FLAMENGO: Felipe, Léo Moura, Welinton, David e Egídio; Maldonado, Willians, Renato(Bottinelli 39’T°), Negueba (Wanderley/25’°T), Thiago Neves (Fierro/33’2°T), e Ronaldinho Téc: Vanderlei Luxemburgo

FLUMINENSE: Ricardo Berna, Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Diogo, Diguinho, Marquinho (Souza/21’2°T) e Conca; Emerson (Araújo/21’2°T) e Rafael Moura Téc: Muricy Ramalho

Público e renda: 21.281 pagantes, R$ 666.415,00

Cartões amarelos: Thiago Neves, Ronaldinho, Renato (Fla) Emerson, Carlinhos, Diguinho(Flu)

Local: Estádio João Havelange (Engenhão), Rio de Janeiro

Árbitro: Pathrice Maia (RJ)

março 13, 2011 Posted by | Flamengo, Fluminense | , | Deixe um comentário

Show no Morumbi! São Paulo goleia e reassume liderança

Gols de Dagoberto, Lucas e Casemiro formaram o espetáculo tricolor: vitória de 3 a 0 sobre o Santo André

Show de líder! Jogando bem, o São Paulo goleou o Santo André por 3 a 0 no estádio do Morumbi, e se manteve na liderança do Campeonato Paulista com 28 pontos (à frente dos arquirrivais Santos, Corinthians e Palmeiras por causa do número de vitórias – 9 contra 8).

Os gols de Dagoberto, Lucas e Casemiro consumaram a goleada em cima do Ramalhão: é a terceira vitória seguida do Tricolor, que chega à marca de apenas um gol tomado em cinco partidas.

Já o Santo André continua na penúltima colocação com 10 pontos, na zona do rebaixamento.

EXIBIÇÃO DIGNA DE LÍDER

Para a partida contra o Santo André, Carpegiani abriu mão de Miranda em campo. O treinador quis experimentar uma nova formação, esboçando o que será da zaga são-paulina depois da transferência de Miranda para o Atlético de Madri (ESP) no meio do ano. Para tal, ele ‘perdoou’ Alex Silva e posicionou Pirulito e Rhodolfo no miolo da área.

Em um misto de 3-5-2 com 4-4-2, com Xandão ora como lateral ora como zagueiro, o São Paulo confundiu o Santo André nos primeiros minutos de partida.

A volta de Carlinhos Paraíba também trouxe à equipe mais mobilidade e criatividade no meio-campo. Aos 9 minutos, um passe dele para Juan deu início ao gol tricolor. Juan passou por Mika e cruzou na cabeça de Dagoberto. 1 a 0.

Era um dia inspirado de Dago. Aos 22, ele aplicou uma caneta em Victor Hugo e arriscou com perigo.

Mas ainda faltavam as boas jogadas de Lucas. Em grande fase, o camisa 7 levou perigo em pelo menos duas oportunidades. Na primeira, aos 32, ele passou por Godri e cruzou na medida para Dagoberto escorar para fora. Aos 43 minutos, em jogada característica, o craque levou a bola desde o meio-campo, passou por dois marcadores e cruzou para trás, mas Iran evitou o que seria o segundo gol da equipe da casa.

Com Lucas e Dagoberto ligados em campo, não era fácil escapar das jogadas envolventes do ataque são-paulino. Mesmo com três zagueiros e dois volantes à frente da área, o Santo André deixava espaços. E a torcida levantava a cada contra-ataque

Aos visitantes, poucas chances. Só mesmo aos 7 minutos da primeira etapa, quando Rychely invadiu a área e livre e parou em Alex Silva, salvando na hora H.

No segundo tempo, o São Paulo voltou ligado, afinal, o 1 a 0 era um resultado perigoso. Logo no reinício de jogo, Jean curtiu ‘momento de Lucas’ no ataque, fez fila e só parou em Neneca. Pouco depois, Dagoberto perdeu chance incrível cara a cara com Nenca.

Mas o show no Morumbi ainda não havia, de fato, começado. Aos 14 minutos, um grande número de Lucas, artista solo, presenteando a torcida presente. Ele marcou depois que Neneca tirou bola da área de soco e, sem deixar cair, emendou para o fundo do gol. Que golaço!

Depois de ser substituído, o craque admitiu:

– Foi meu gol mais bonito como profissional.

E ele estava impossível! Tinha mais: aos 23, Lucas criou grande jogada, cortou o marcador dentro da área e cutucou o travessão de Neneca. No rebote, Casemiro marcou. 3 a 0 e verdadeira exibição de líder.

No fim, Henrique, mais uma cria da base tricolor, perdeu chance de ouro de marcar o 4 a 0, ao carimbar Neneca dentro da área.

Com o show finalizado, o São Paulo agora curte, pela segunda rodada seguida, a liderança do Campeonato Paulista.

O próximo compromisso do Tricolor é contra o Grêmio Prudente fora de casa, no domingo (20). Já o Santo André recebe o Oeste no sábado (19).

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 3×0 SANTO ANDRÉ

Estádio: Morumbi, São Paulo (SP)
Data/hora: 13/03/2011 – 16h
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Auxiliares: Marcio Luiz Augusto e Marco Antonio Gonzaga da Silva
Renda/público: R$ 430.393,00 / 16.840 pagantes
Cartões amarelos: Casemiro, Dagoberto (SPO); Marcelo Godri, Rychely (STA)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Dagoberto, 9’/1ºT (1-0); Lucas, 14’/2ºT (2-0); Casemiro, 23’/2ºT (3-0)

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Xandão, Rhodolfo, Alex Silva e Juan; Casemiro, Carlinhos, Jean (Ilsinho, 38’/2ºT) e Lucas (Marlos, 31’/2ºT); Dagoberto e Willian (Henrique, 33’/2ºT). Técnico: Carpegiani.

SANTO ANDRÉ: Neneca; Anderson, Marcelo Godri e Vitor Hugo; Iran (Luciano Fonseca, intervalo), Magno, Mika (Valmir, intervalo), Walax e Denis (Edilson, 26’/2ºT); Borebi e Rychely. Técnico: Sandro Gaúcho.

março 13, 2011 Posted by | São Paulo | | Deixe um comentário

Bruno César salva e Timão vence de virada

Meia faz gol no último minuto e define 3 a 2 sobre o Mirassol, em jogo que teve dois gols de Willian

Na falta da referência de Liedson, ausente pela primeira vez desde a sua volta ao Corinthians, Bruno César e Willian brilharam. O atacante, que substituiu o Levezinho, marcou dois gols e o meia, que vinha sendo reserva, decidiu para o Timão na vitória por 3 a 2 sobre o Mirassol válida pela 13ª rodada do Paulistão, neste domingo, no Estádio José Maria Maia.

O primeiro tempo começou muito pegado até os 15 minutos. Em seis minutos de jogo, já haviam sido cometidas seis faltas pelos dois times, a maioria delas com violência. A primeira boa chance foi do time da casa, que, aos dois minutos, em chute de longe, obrigou Júlio César a se esticar para fazer a defesa no canto direito. Aos três minutos, um lance duvidoso: Esley cruzou pela esquerda e, usando o braço, Morais tirou a bola para escanteio. O juiz não marcou pênalti.

Quando o jogo acalmou, o Corinthians passou a assumir o controle ofensivo da partida. Aos sete minutos, Willian recebeu bom passe de Moradei, se livrou da marcação e chutou forte no canto direito, obrigando Fernando Leal a fazer uma grande defesa. Aos 11, Paulinho, em outra boa enfiada de bola de Moradei, chutou cruzado, mas a bola saiu torta. Apesar da evolução alvi-negra, o jogo era marcado pela defesa. Os ataques das duas equipes esbarravam em defesas bem postadas.

Aos 20, após uma boa tabela entre Paulinho e Willian, o volante recebeu na pequena área, mas concluiu em cima de Fernando Leal, que salvou mais uma boa chance. Na sequência do lance, o volante bateu fortemente a cabeça na trave esquerda da meta do Mirassol e sentiu a pancada, tendo que ser substituído por Luiz Ramírez, aos 35 minutos.

Depois de o Corinthians ter as chances mais claras do jogo, o Mirassol reagiu. Aos 23, o Leão efetuou uma bela troca de passes, que culminou em uma tabela entre Esley e Wellington Amorim, que concluiu fraco para a meta de Júlio César. Aos 26, o Mirassol chegou ao gol. Xuxa arrancou do campo de defesa, em um rápido contra-ataque, driblou dois adversários e entregou a bola para Serginho, que ajeitou e colocou a bola no ângulo esquerdo, sem chances para Júlio César.

Após o gol, o Timão tentava reagir e conduzia a bola, mas encontrava a intermediária e a defesa do Mirassol muito congestionadas. O jogo esfriou, e as chances se tornaram menos claras, como o cabeceio de Jorge Henrique aos 36 e o chute de Willian em cima da zaga aos 38. Dentinho e Jorge Henrique apagados pouco participavam e a atuação ofensiva alvi-negra se resumia a Morais e Willian.

O substituto de Liedson, desfalque do time pela primeira vez desde a chegada, teve oportunismo para empatar a partida logo aos dois minutos do segundo tempo. Após bola cruzada na área do Mirassol, a zaga não conseguiu cortar a bola, que subiu e acabou caindo nos pés de Willian na pequena área, que completou para o gol. O que poderia ser uma reação alvi-negra no início da segunda etapa foi freada aos cinco minutos. Jorge Henrique entrou de carrinho sobre Esley por cima da bola, levou o segundo amarelo e saiu expulso.

Com um a mais, o Mirassol tentava acuar o Corinthians. Aos 16, o time da casa teve uma chance aguda, com Wellington Amorim, livre e embaixo da trave, chutar por cima do gol do Júlio César. O Corinthians apostava nos contra-ataques e, em um deles, aos 20 minutos, virou a partida. Dentinho deu grande passe para Willian, que pegou a zaga aberta, driblou Fernando Leal e marcou a virada.

O jogo se arrastou até um final emocionante. O Mirassol pressionava e tentava o gol de empate, que chegou, aos 43 minutos após chute forte de Esley, que desviou em Wallace. O jogo parecia perdido, mas reservava emoções. Em baixa, Bruno César, que havia entrado para substituir Dentinho, resolveu a partida aos 45 minutos. Ele recebeu bom passe de Ramírez na lateral da área, conduziu e chutou forte para definir o resultado para o Timão.

FICHA TÉCNICA:
MIRASSOL 2 X 3 CORINTHIANS

Estádio: José Maria Maia, em Mirassol (SP)
Data/hora: 13/3/2011 – 16h
Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra
Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis e Alberto Poletto Masseira
Renda/público: Não divulgado.
Cartões amarelos: Jorge Henrique (COR)
Cartões vermelhos: Jorge Henrique, 5’/2ºT (COR);
GOLS: Serginho, 26’/ 1ºT (1-0); Willian, 2’/2ºT (1-1); Willian, 20’/2ºT (1-2); Esley, 43’/ 2ºT (2-2) e Bruno César, 45′ /2ºT (2-3).

MIRASSOL: Fernando Leal; Fabinho Capixaba, Gustavo Bastos, Luís Henrique e Diego; Jairo,
Otacílio (Reinaldo, 22’/ 2ºT), Esley e Xuxa; Serginho (Vitor Palito, 38’/2ºT) e Wellington Amorim (Guilherme, 29’/2ºT). Técnico: Ivan Baitello.

CORINTHIANS: Júlio César; Moradei, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho (Luis Ramírez, 35’/2ºT) e Morais (Danilo, 26′ / 2ºT); Jorge Henrique, Dentinho e Willian (Bruno César, 33’/2ºT). Técnico: Tite.

março 13, 2011 Posted by | Corinthians | | Deixe um comentário

Com show de Thiago Ribeiro, Cruzeiro goleia o Democrata

Atacante faz três gols e Raposa humilha Democrata. Vitória coloca time celeste na liderança do Mineiro ao lado do América

O Cruzeiro não tomou conhecimento do Democrata e goleou por 7 a 0, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. Com o resultado, o clube celeste chegou aos 16 pontos e assumiu a liderança do Campeonato Mineiro. No entanto, a Raposa tem um jogo a mais que o América, que também tem 16 pontos.

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O Cruzeiro começou o jogo em altíssima velocidade. E com show particular de Thiago Ribeiro. Logo aos 3 minutos, o camisa 11 recebeu cruzamento de Farías e abriu o placar em Sete Lagoas.

O Democrata não se intimidou e quase empatou pouco tempo depois com Ely Thadeu, mas Fábio fez boa defesa. No entando, parou por ai. A Raposa, com três atacantes em campo, começou a imprimir um ritmo alucinante. O segundo gol, com isso, era apenas uma questão de tempo.

Aos 20 minutos, após bola mal recuada, Thiago Ribeiro só teve o trabalho de passar pelo goleiro Vilar para marcar o segundo gol na partida. Com a desvantagem no placar, o time visitante praticamente virou um figurante em campo, que assistia ao passeio dos comandados de Cuca.

O Cruzeiro, percebendo a facilidade, resolveu não tirar o pé do acelerador. Após duas boas chances desperdiçadas por Pablo e Wallyson, o time celeste chegou ao terceiro gol. E novamente Thiago Ribeiro estava no lugar certo, na hora certa. Aos 32 minutos, ele aproveitou passe de Farías e chutou sem chances para Vilar.

A goleada já estava construída, mas quem pensou que iria parar, pelo menos nos primeiros 45 minutos, se enganou. Emerson (contra) e Farías ampliaram o placar para 5 a 0.

No segundo tempo o Cruzeiro passou a administrar a partida. Com isso, o Democrata quase descontou com Fernandão. No entanto, o atacante perdeu duas excelentes chances.

O técnico Cuca cumpriu o que havia dito durante a semana e promoveu a estreia do paraguaio Ortigoza. E ele provou ser pé-quente. Aos 23 minutos, ele aproveitou confusão na área, dominou e tocou por cima do goleiro Vilar.

Quem também aproveitou para deixar o seu foi André Dias, que acertou um belo chute de fora da área e fechou o placar em Sete Lagoas.

FICHA TÉCNICA:

Cruzeiro 7 x 0 Democrata-GV

Data/hora: Domingo, 13 de março, às 16h
Estádio: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas

Árbitro: Renato Cardoso Conceição (CBF/FMF)

Assistentes: Helbert Costa Andrade (CBF/FMF) e Ricardo Junio de Souza (FMF)

Renda e público:R$ 19.587,50 – 1.217 pagantes

Cartões amarelos: Silvio e Ely Thadeu (DEM), Victorino (CRU)

Gols: Thiago Ribeiro, aos 3’/1°T, aos 20’/1°T e aos 31’/1°T, Emerson (contra), aos 39’/1°T, Farías, aos 42’/1°T, Ortigoza, aos 23’/2°T e André Dias, aos 35’/2°T

Cruzeiro
Fábio, Pablo, Gil, Victorino e Everton; Marquinhos Paraná (Leandro Guerreiro, aos 25/2°T), Henrique e Dudu; Wallyson (Ortigoza, aos 18’/2°T), Thiago Ribeiro e Farías (André Dias, aos 24’/2°T).
Técnico: Cuca

Democrata-GV
Vilar, Lúcio, Sílvio e Emerson; Juninho, Cláudio, Taércio, Ernani (Márcio Duarte, aos 14’/2°T) e Renê (Vinny, aos 18/2°T); Ely Thadeu e Fernandão.
Técnico: José Maria Pena

março 13, 2011 Posted by | Cruzeiro | , | Deixe um comentário

Galo fica só no empate diante do ex-lanterna Ipatinga


Técnico do Tigre, Guilherme deu trabalho ao clube onde é ídolo

O Atlético-MG não passou de um empate contra o Ipatinga, por 2 a 2, neste domingo, pela sexta rodada do Mineiro-2011. Jogando no Ipatingão, o Galo pagou o preço de ter feito um primeiro tempo ruim e ter dado espaços no setor defensivo. Este foi o primeiro confronto do técnico do Ipatinga, Guilherme Alves, contra o clube pelo qual fez maior sucesso na carreira.

Com o resultado, o Atlético-MG ficou estacionado na terceira posição, com 13 pontos. Enquanto isso, o Ipatinga pode respirar ao marcar seu terceiro ponto no Mineiro e escapar da zona de rebaixamento, ocupando a décima posição.

Na próxima rodada, o Galo busca a recuperação contra o Villa Nova, domingo, às 16h, na Arena do Jacaré. Já o Ipatinga visita a Caldense, no mesmo dia e horário.

Jogo

No confronto entre os finalistas do Mineiro-2010, foi o Tigre quem mostrou as garras primeiro. Aos 3 minutos, o Ipatinga quase marcou. Depois de cobrança de escanteio, o zagueiro Werley desviou a bola contra o próprio patrimônio. Por sorte do Galo, a redonda explodiu no travessão.

Após susto, o Atlético-MG se lançou ao ataque. Mas o time de Dorival Júnior não conseguiu ser efetivo nas finalizações e ainda deu espaços no setor defensivo.

Em um desses buracos deixados pela zaga atleticana, aos 12 minutos, o estreante Thiago Santos roubou a bola de Réver e a finalização só não tomou o endereço das redes porque Richarlyson se jogou de carrinho para bloquear o chute.

Aos 19, uma nova investida do Ipatinga, que passou a ser o melhor time em campo, deixou o torcedor atleticano sem fôlego. Alessandro desceu em velocidade pela direita e bateu cruzado, mas a bola passou rente à trave de Renan Ribeiro.

Debaixo de muita chuva, acuado e sem conseguir sair jogando, o Galo passou a assistir ao Ipatinga perder chances de gol.

O Atlético chegou a balançar as redes do Tigre com Neto Berola, mas a jogada foi invalidada porque o atacante dominou a bola com o braço. Ele levou amarelo por isso.

Mas Alessandro entrou em cena. Primeiro aos 37 minutos, ao desperdiçar a melhor chance do jogo, depois que Thiago Santos o deixou sozinho, dentro da área, com o goleiro Renan Ribeiro. Mas o camisa 11 isolou.

Só que no minuto seguinte o mesmo Alessandro foi decisivo. O atacante aproveitou o rebote do goleiro após chute de Léo Medeiros e empurrou para o fundo da rede. Festa do time da casa, que conseguiu segurar o placar de 1 a 0 até o intervalo.

Segundo tempo

Na volta do intervalo, Dorival Júnior gastou as duas alterações que ainda tinha. Wesley e Jobson entraram para as saídas de Leandro e Ricardo Bueno. O resultado pode ser visto logo no primeiro minuto de segundo tempo, quando Neto Berola recebeu de Jobson e bateu firme para empatar.

Mas o efeito colateral foi sentido dois minutos depois. O Ipatinga achou espaço no setor defensivo esquerdo do Galo, que era ocupado por Leandro, e achou o gol. Rodrigo Antonio foi ao fundo e passou para Thiago Santos, livre, mandar para as redes.

Em desvantagem, o Galo tomou conta das ações de ataque. Com um Jobson disposto a complicar a vida do Ipatinga, os atleticanos não deram descanso ao goleiro Ranieri.

Aos 31, Jobson avançou pelo meio e deixou Neto Berola livre na área. Só que o camisa 11 parou no goleiro do Tigre, que apareceu para evitar o empate.

Mas no minuto seguinte não teve Ranieri que parasse o Galo. Apesar de estar sofrendo com dores na perna, Réver deu passe açucarado, de calcanhar, para Renan Oliveira. O meia recebeu na pequena área e driblou o goleiro antes de sair para o abraço: 2 a 2.

O Atlético-MG continuou pressionando para virar a partida, mas não conseguiu acertar o pé e teve que deixar o campo com a igualdade no placar.

IPATINGA 2 X 2 ATLÉTICO-MG

Local: Ipatingão, Ipatinga (MG)
Data/Hora: 13/3/2011, às 16h
Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira
Assistentes: Guilherme Dias Camilo e Celso Luiz da Silva
Renda/Público: R$ 129.195/ 7.617 presentes
Cartões amarelos: Alessandro 24’/1ºT, Max 26’/1ºT, Eron 40’/1ºT, Rodrigo Antonio 24’/2ºT, Élder, 41’/2ºT (IPA); Neto Berola 25’/1ºT, Richarlyson 27’/1ºT, Serginho 45’/1ºT, Ricardinho 23’/2ºT, Rever, 42’/2ºT (ATL)

Gols: Alessandro, 38’/1ºT (1-0); Neto Berola, 1’/2ºT (1-1); Thiago Santos, 3’/2ºT (2-1); Renan Oliveira, 32’/2ºT (2-2)

IPATINGA: Ranieri, Luizinho, Eron (Vagner. 11’/2ºT), Max e Marinho Donizete; Leanderson, Rodrigo Antonio, Leandro Brasília e Léo Medeiros (Élder, 40’/2ºT); Thiago Santos (William Amendoim, 13’/2ºT) e Alessandro. Técnico: Guilherme Alves

ATLÉTICO-MG: Renan Ribeiro, Serginho, Réver, Werley e Leandro (Wesley, intervalo); Zé Luís (Toró 30’/1ºT), Richarlyson, Ricardinho e Renan Oliveira; Neto Berola e Ricardo Bueno (Jobson, intervalo). Técnico: Dorival Júnior.

março 13, 2011 Posted by | Atlético-MG | | Deixe um comentário

Damião faz três, dá empate ao Inter contra o Caxias e provoca o Grêmio


Centroavante faz o Colorado ficar no 3 a 3 com o Caxias na Serra. No terceiro gol, referência aos oito minutos de acréscimo do Grêmio

Das chuteiras de Leandro Damião sai o milagre da multiplicação dos gols. Neste domingo, ele marcou mais três vezes e assegurou ao Inter o empate por 3 a 3 contra o Caxias na Serra Gaúcha, pela Taça Farroupilha, o returno do Estadual. O jogador já havia feito três gols na última quinta-feira, contra o Ypiranga. Os números dele em 2011 são de assombrar qualquer zagueiro: 12 bolas na rede em apenas sete jogos. Incrível.
Alem de goleador, o atacante mostrou que pode criar polêmica. Ao comemorar seu terceiro gol na partida, começou a fazer uma contagem com os dedos. Parecia estar enumerando seus feitos, mas não foi exatamente isso. O jogador estava era ironizando os oito minutos de acréscimos da final do primeiro turno do Gauchão, entre Grêmio e Caxias, na última quarta-feira. Minutos depois, os tricolores Douglas e Carlos Alberto responderam à provocação pelo Twitter.
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Damião faz três e provoca o Grêmio
Pelo Twitter, Douglas e Carlos Alberto respondem à provocação de Leandro Damião
Veja a classificação da Taça Farroupilha
O jogo foi quente no primeiro tempo, com dois gols para cada lado, e morno na etapa final, com a última ferida aberta por Damião na zaga grená, mas também com a reação derradeira do Caxias. Itaqui, Waldison e Everton marcaram para o time da casa.
Com o resultado, o Inter subiu para quatro pontos, na liderança momentânea do Grupo A. O Caxias, treinado interinamente por Ricardo Cobalchini, de apenas 25 anos, fez seu primeiro ponto na Taça Farroupilha – foi sua estreia no returno. O Colorado volta a campo quarta-feira, na Bolívia, pela Libertadores, contra o Jorge Wilstermann. No sábado, recebe o Novo Hamburgo pelo Gauchão.

Jogão no primeiro tempo: 2 a 2

Tudo pode mudar em um minuto. Pipoca um exemplo em Caxias x Inter. Aos 24 minutos do primeiro tempo, o jogo estava empatado por 1 a 1, e Zé Roberto se ajeitava para cobrar um pênalti. Os colorados tinham a faca, o queijo, a mesa, tudo nas mãos para ganhar vantagem no placar. O meia-atacante vermelho partiu para a cobrança e chutou com a delicadeza de quem embala um recém-nascido. A bola engatinhou até o gol e foi defendida pelo goleiro serrano. Menos de dois minutos depois, o Caxias fez 2 a 1 com Waldison.
A reviravolta foi apenas mais um elemento da composição de um jogaço no Centenário. Logo com três minutos, o Caxias encaixou um contra-ataque impecável. Lima acionou Itaqui, que recebeu na entrada da área e bateu colocado, no canto direito de Lauro, para colocar o time da casa na frente.
O Inter estava pesadão em campo. Demorou a se encontrar. O Caxias poderia ter ampliado com Everton, em chute defendido por Lauro. Os visitantes responderam com Leandro Damião, que logo viraria o protagonista dos primeiros 45 minutos. Ele bateu cruzado, e André defendeu.
Mas o oposto aconteceria poucos minutos depois. Em vez de defender, o goleiro soltou; em vez de lamentar, Damião comemorou. Oscar, novamente muito bem, cruzou da direita. André não conseguiu encaixar a bola, que saltitou na frente de Tinga. O meia desviou, e o centroavante mandou uma patada para dentro do gol. O jogo estava empatado.
Aí teve o pênalti em Zé Roberto, a cobrança exageradamente delicada, a recuperação de André, o gol de Waldison. O time da casa voltou a ter chances. Mas não fez, e acabou punido. Aos 45 minutos, Massari cruzou muito bem da esquerda, Zé Roberto desviou de cabeça, o goleiro salvou e Damião completou para o gol. O centroavante estava em impedimento ao concluir, o que só aumentou a irritação do Caxias, que já havia resmungado por pênalti de Lauro em Everton.

Damião, sempre Damião. E empate do Caxias

O segundo tempo não teve a mesma dose de empolgação do primeiro. Sem as reviravoltas de antes, sem a troca constante nas idas ao ataque, sem tantas falhas, as chances de gol viraram artigo raro. Celso Roth contribuiu com o maior equilíbrio ao colocar Juan no lugar de Massari, fortalecendo o sistema defensivo vermelho.
Oscar caiu de rendimento, e a bola chegou menos a Damião – menos, mas o suficiente para mais um gol. Tinga foi esforçado, correu muito, chegou com força ao ataque, mas teve pouca vitória pessoal. O Caxias, no mesmo compasso do adversário, deixou de criar o envolvimento com Itaqui, Waldison, Everton e Lima.
Mesmo com o jogo menos intenso, Damião seguiu como principal fonte de perigo. Aos 27 minutos, ele quase marcou, de cabeça, seu terceiro gol na partida. A bola saiu por cima do gol defendido por André. Ficou guardada para minutos depois. Na sequência, Celso Roth mandou Rafael Sobis a campo, e o jogador logo mandou chute forte de longe. O goleiro caxiense espalmou.
O jogo tinha pinta de empate. E o Inter tem Damião. Foi de cair o queixo o quanto o centroavante subiu aos 30 minutos para mandar cabeceio precioso no canto direito de André. A bola beijou a trave antes de entrar. O centroavante marcou seu 12º gol em apenas sete jogos em 2011.
Mas a partida não tinha acabado. Everton, aos 40, ainda buscou o empate – quando o Caxias tinha um jogador a menos, depois da expulsão de Lima, por chute em Índio. Tinga e Damião ainda perderiam chances que poderiam ter mexido ainda mais em um placar já cansado de tanta movimentação.
Santa vence em Santa Maria
Em outra partida realizada no mesmo horário, o Santa Cruz-RS derrotou fora de casa o Inter de Santa Maria, por 3 a 0. Esta foi a segunda vitória na Taça Farroupilha do Santa, que se iguala em pontos (seis) ao líder do Grupo B, Cruzeiro-Poa, mas com desvantagem no saldo de gols. Osmar, Leonardo e Alê Menezes marcaram para a equipe visitante.
CAXIAS X INTERNACIONAL
André Sangalli, Patrício, Vanderlei, Gerethes e Gerley; Marcos Rogério, Itaqui, Dê (Zé Carlos) e Waldison (Pedro Henrique); Everton e Lima. Lauro, Daniel, Rodrigo, Sorondo (Índio) e Massari (Juan); Wilson Matias, Bolatti, Tinga, Oscar e Zé Roberto (Rafael Sobis); Leandro Damião.
T: Ricardo Cobalchini T: Celso Roth
Estádio: Centenário, em Caxias do Sul (RS). Data: 13/03/2011. Árbitro: Fabrício Neves Corrêa. Auxiliares: Alduíno Mocelim e Rafael da Silva Alves.
Gols: Itaqui, aos três, Leandro Damião, aos 20 e aos 45, e Waldison, aos 26 minutos do primeiro tempo; Leandro Damião, aos 30, e Everton, aos 36 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Massari, Tinga, Rodrigo (Inter); Itaqui (Caxias). Cartão vermelho: Lima

março 13, 2011 Posted by | Internacional | , | Deixe um comentário