Portal Futebol

Tudo sobre o futebol Brasileiro e Internacional

Atlético-MG joga mal e perde para o Grêmio Prudente

Eraldo e Juan marcam para o time da casa e Magno Alves desconta para o Galo. Joga da volta ocorre na próxima quarta

Jogando mal mais uma vez, o Atlético-MG foi derrotado por 2 a 1 pelo Grêmio Prudente, nesta quinta-feira, no Prudentão, pelo jogo de ida da segunda fase da Copa do Brasil. Eraldo e Juan fizeram para o time da casa, enquanto Magno Alves descontou. As equipes voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, na Arena do Jacaré.

A cobrança de falta precisa de Ricardinho, que obrigou Marcio a fazer ótima defesa logos aos sete minutos, serviu apenas para iludir a torcida alvinegra. Assim como aconteceu em muitas partidas do ano, o Atlético-MG saiu perdendo.

Jogando mal, os mineiros foram castigado aos dez. A defesa do Galo parou, Renan Ribeiro saiu mal do gol e Eraldo, sozinho e de cabeça, balançou a rede. E o capitão do Prudente quase ampliou na sequência, quando Erivelton deu passe rasteiro pela esquerda.

Perdido em campo, o Atlético exagerou nos erros, principalmente pela falta de eficiência do meio de campo. E, por isso, foi várias vezes surpreendido pelo time da casa nos contra-ataques. Saldanha arrancou pela esquerda, deixou os marcadores para trás e colocou Eraldo na cara do gol. Mas o capitão deixou a bola passar.

A primeira e única chance de gol atleticana saiu em uma jogada de muito talento de dois jogadores. Quando o Prudente estava perto do segundo gol, Ricardinho deu excelente lançamento para Magno Alves, que dominou no peito e, de primeira, arrematou para a rede. Um golaço!

Mas, voltando ao jogo depois do lampejo de talento da dupla do Galo, o Prudente, ainda melhor, ampliou. Juan recebeu levantamento de Raí e deu um meio voleio por trás do lateral-direito Leandro para deixar o seu.

O técnico Dorival Júnior fez duas mudanças no intervalo, trocando Renan Oliveira por Cláudio Leleu, e Ricardo Bueno por Neto Berola. Foi o suficiente para o Atlético-MG melhorar, trocando mais passes e chegando com mais perigo. Mas nada disso foi suficiente para a reação.

O Prudente seguiu bem posicionado e marcando com precisão. Chegou menos ao gol de Renan Ribeiro, mas também conseguiu evitar as chegadas de maior perigo da equipe adversária. Foi o suficiente para garantir a vantagem para o jogo da volta.

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO PRUDENTE 2 X 1 ATLÉTICO-MG

Data/hora: 31/3/2011, 20h
Local: Prudentão, em Presidente Prudente (SP)
Árbitro: Antônio Denival de Morais (PR)
Auxiliares: Gilson Bento Coutinho e Marcos Rogério da Silva
Cartões amarelos: Wanderson Cafu, Juan (GPR); Serginho, Leonardo Silva (CAM)
Cartões vermelhos: nenhum

GOLS: Eraldo 10’/1T (1-0); Magno Alves 34’/1T (1-1); Juan 36’/1T (2-1)

GRÊMIO PRUDENTE: Marcio, Wanderson Cafu, Douglas, Ednei e Raí; Anderson, Daniel, Saldanha (Alceu, 34’/2T) e Elivelton; Juan (Léo, 41’/2T) e Eraldo (Rhayner, 29’/2T). Técnico: Márcio Goiano.

ATLÉTICO-MG: Renan Ribeiro, Rafael Cruz, Réver, Leonardo Silva e Leandro; Toró, Serginho, Renan Oliveira (Cláudio Leleu, intervalo) e Ricardinho (Bernard, 29’/2T); Magno Alves e Ricardo Bueno (Neto Berola, intervalo). Técnico: Dorival Júnior.

março 31, 2011 Posted by | Atlético-MG, Grêmio Prudente | | Deixe um comentário

Vasco vai a Natal e fica no empate com o ABC

Sem criatividade, equipe de São Januário não jogou bem e se segurou como pode para evitar o pior fora de casa

O Vasco foi a Natal enfrentar o ABC-RN, na noite desta quarta-feira, no Frasqueirão, pela segunda fase da Copa do Brasil, e não conseguiu sair do empate sem gols. O time cruz-maltino não mostrou criatividade – talvez pela ausência de Felipe -, e se segurou como deu para evitar os gols da equipe potiguar.

Com o resultado, a equipe carioca terá de brigar pela classificação na próxima quarta-feira, em São Januário.

SEM CRIATIVIDADE E COMEÇO SEM GOLS

Apesar da vantagem do Vasco, o primeiro tempo teve papéis invertidos, em que as melhores oportunidades foram do ABC.

A partida começou com o time do Rio Grande do Norte melhor em campo. Aos 10 minutos, Leandrão recebeu cruzamento e finalizou de primeira, mas a bola subiu demais e saiu por cima do gol. O Vasco, por sua vez, só conseguiu reagir aos 16 minutos quando, após boa troca de passes, Bernardo arriscou de fora da área a bola passou rente à trave direita de Wellington. No minuto seguinte, foi a vez de Alecsandro levar perigo ao gol do ABC, ao chutar cruzado e a bola atravessar toda a área até sair pela linha de fundo.

A partir daí, o jogo ficou equiparado. Até que, aos 22 minutos, mais uma vez Alecsandro arriscou ao gol e a bola voltou a assustar a zaga do time da casa. Porém, aos 24 a torcida do ABC comemorou. Ederson recebeu sem marcação, batei na saída de Prass e balançou a rede, mas a jogada já estava paralisada pelo assistente, que marcava um impedimento do camisa 11.

Aos 28, o volante Eduardo Costa sentiu dores na coxa direita e acabou substituído por Fellipe Bastos. No minuto seguinte, o ABC voltou a se aproximar do gol. Ederson recebeu de Renatinho e chutou forte, mas manda para fora. Enquanto isso, o Vasco parecia sentir a falta do meia Felipe e não mostrava criatividade.

Nos minutos finais, a equipe da casa teve duas boas chances com Pio, e em lances parecidos. O lateral-direito recebeu na ala do campo e chutou com efeito; a primeira saiu pelo lado direito de Prass, já a segunda, do lado esquerdo.

Sem gol, o primeiro tempo terminou com o empate no placar.

CHANCES DESPERDIÇADAS E TUDO IGUAL

No retorno para a etapa final, o jogo não mudou de panorama. O ABC pressionando e um Vasco, assustado, não conseguia criar boas jogadas. Assim como no início do jogo, a primeira boa chance de gol foi do time da casa. Pio, quase que em um replay das tentativas anteriores, recebeu e chutou com efeito para a defesa de Fernando Prass.

Sem grandes jogadas no meio de campo, o Vasco passou a ter as melhores chances de gol através dos chutes de longa distância, principalmente com o volante Fellipe Bastos. Aos 18 minutos, porém, Allan tabelou com Alecsandro, invadiu a área e chutou cruzado, a bola passou muito perto da trave direita de Wellington.

Aos 27 minutos, Fernando Prass fez uma grande defesa quando Ray recebeu em profundidade sem marcação, invadiu a área e bateu na saída do camisa 1 de São Januário, mas o goleiro conseguiu evitar o gol. No lance, Prass recebeu um pisão no tornozelo, mas se recuperou rapidamente.

A entrada de Enrico deu um pouco mais de velocidade ao time, mas nada que conseguisse modificar a atitude em campo. Com o final do jogo se aproximando, ambos os times começaram a fazer faltas mais duras e foram distribuídos cartões amarelos.

As substituições não surtiram efeito e ninguém consegiu balançar a rede. Resultado: empate sem gols no primeiro jogo desta segunda fase da Copa do Brasil.

FICHA TÉCNICA:
ABC-RN 0 X 0 Vasco

Estádio: Frasqueirão, Natal (RN)
Data/hora: 30/3/2011 – 21h50 (de Brasília)

Árbitro: João Bosco da Nóbrega (PB)
Auxiliares: Griselildo de Souza (PB) e Luis Felipe Gonçalves (PB)

Renda/público: Não divulgados
Cartões amarelos: Ray, Bileu (ABC); Rômulo, Márcio Careca (VAS)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Não houve

ABC: Wellington; Pio, Tiago Garça, Irineu e Renatinho (Renatinho Carioca – 19’/2ºT); Basílio, Bileu, Cascata (Gabriel – 37’/2ºT) e Reinaldo; Ederson (Ray – 26’/2ºT) e Leandrão. Técnico: Leandro Campos.

VASCO: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca; Rômulo, Eduardo Costa (Fellipe Bastos – 28’/1ºT), Bernardo (Enrico – 33’/2ºT) e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro (Elton – 43’/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes.

março 31, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

São Paulo ‘dança o frevo’ e perde para o Santa Cruz

Rodrigo Souto marcou, contra, o único gol do jogo. Agora, vaga às oitavas da Copa do Brasil será decidida na próxima quarta

A semana do São Paulo era irretocável, mas depois da vitória no clássico contra o arquirrival Corinthians, o gol 100 de Rogério Ceni e a apresentação de Luís Fabiano no Morumbi, o Tricolor paulista conheceu um revés e perdeu para o Santa Cruz por 1 a 0, no estádio do Arruda, no Recife, em partida válida pela segunda fase da Copa do Brasil.

O gol de Rodrigo Souto, contra, obriga o São Paulo a decidir a vaga às oitavas de final da competição na próxima quarta-feira, quando recebe o mesmo Santa Cruz em local a ser definido. O Tri-Mundial precisa vencer por dois gols de diferença para garantir a classificação. Um empate dá a vaga ao Santa. Uma vitória do Tricolor paulista por 1 a 0 leva a partida para os pênaltis – já uma vitória simples cedendo um ou mais gols aos pernambucanos também dá a vaga ao Santa Cruz.

O vencedor do confronto entre os dois tricolores encara o ganhador de Goiás e Ponte Preta. A primeira partida entre estas duas equipes ainda acontece nesta quinta-feira, no Moisés Lucarelli, em Campinas.

Foi apenas a segunda vitória do Santa Cruz sobre o rival paulista em 17 jogos. O único êxito da Cobra Coral até então havia sido no ano de 1988.

DUELO QUENTE

O duelo entre Santa Cruz e São Paulo, que não acontecia desde 2006, começou a mil por hora. Com Rivaldo na equipe titular – o meia é pernambucano e atuou pelo Santa Cruz no começo da carrreira -, o Tricolor paulista tentava dominar as ações no meio-campo.

Primeiro, o próprio Rivaldo deu as boas vindas para a torcida do Santa, aproveitando chute de fora da área e exigindo defesa de Tiago Cardoso aos 5 minutos.

Depois, o Tricolor pernambucano apostou em uma jogada característica para tentar assustar os visitantes. O camisa 8, Weslley, era o responsável pelas bolas paradas. Dos pés dele, a Cobra Coral incomodava a defesa são-paulina pelo alto. Exemplo da ofensiva pernambucana foi aos 12 minutos, quando Weslley cobrou falta fechada e Rogério dividiu por cima. O camisa 1 são-paulino levou a pior.

Já em boas condições de jogo, o goleiro-artilheiro ainda viu Landu cruzar para Gilberto cabecear, aos 25. O camisa 9 da Cobra Coral, aliás, pode ser o próximo reforço do Corinthians, conforme apurou o LANCENET!.

E era pelos flancos que o Santa conseguia se impor no estádio do Arruda. Assim, aconteceu o primeiro gol do jogo, quase ‘sem querer’: aos 34 minutos, Gilberto recebeu na esquerda e cruzou por baixo. A bola passou pela defesa são-paulina e Rodrigo Souto, livre, tentou tirar a bola em linha de fundo, mas errou nos cálculos e, ‘consciente’, marcou o gol contra.

Atordoado, o Tricolor paulista rapidamente tentou empatar a fim de salvar a semana irretocável dos são-paulinos. O Tri-Mundial bem que estufou as redes, mas o gol de Dagoberto foi anulado depois que o atacante concluiu de cabeça em posição irregular, aos 42 minutos da primeira etapa.

Decidido a espantar a má atuação do primeiro tempo de jogo, Dagoberto, logo a 5 minutos, cortou dentro da área e chutou para defesa de Tiago Cardoso. Três minutos mais tarde, Dagol não alcançou cruzamento de Lucas e viu Fernandinho isolar dentro da área.

A pressão do Tricolor paulista se intensificou, especialmente depois que Leandro Souza foi expulso aos 25 minutos. Com um jogador a mais, o São Paulo abriu mão da defesa e lançou seus dez homens de linha ao campo de ataque. Porém, faltava ousadia à equipe de Carpegiani. Lucas, marcado de perto por Everton Sena, não conseguiu repetir as boas atuações que o credenciaram à Seleção Brasileira.

Se por baixo, o Tri-Mundial não mostrava inspiração, a equipe repetiu a estratégia pernambucana na primeira etapa e apostou nas bolas paradas. Em uma delas, aos 39, Miranda cabeceou com perigo para fora.

Mas o Santa era incansável, e manteve o resultado positivo. Aos gritos de ‘Guereiro, time de guerreiro’, entoados pela fanática torcida da Cobra Coral, o time da casa se esforçou até o fim e levou a melhor. Sobrou até para Ceni subir ao campo de ataque e cobrar falta longa na área, que a defesa pernambucana afastou, para delírio da torcida coral.

Na próxima quarta-feira, os dois times decidem a vaga nas oitavas de final em São Paulo. O Santa Cruz pode empatar que leva a vaga. Se perder por uma diferença de um gol e marcar (derrota por 2 a 1, 3 a 2, 4 a 3, etc…), o time pernambucano também se classifica. Aos paulistas, só resta a vitória por 2 ou mais gols.

Antes da definição na Copa do Brasil, o Tricolor volta a campo no próximo domingo, quando encara o Mirassol na Arena Barueri, pelo Campeonato Paulista. No mesmo dia, o Santa tem clássico local contra o Sport, em partida válida pelo Campeonato Pernambucano.

FICHA TÉCNICA:
SANTA CRUZ-PE 1X0 SÃO PAULO

Estádio: Arruda, em Recife (PE)
Data/hora: 30/3/2011 – às 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Marielson Alves Silva (BA)
Auxiliares: Raimundo Carneiro de Oliveira (BA) e José R. Dias da Hora (BA)
Renda/público: R$ 943.070,00 / 46.681 pagantes
Cartões amarelos: Leandro Souza, Weslley (SCR); Miranda, Rogério Ceni (SPO)
Cartões vermelhos: Leandro Souza, 25’/2ºT (SCR)
GOLS: Rodrigo Souto (contra), 34’/1ºT (1-0)

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso, Thiago Mathias, Everton Sena e Leandro Souza; Cléber Goiano, Jeovânio, Weslley, Natan (André Oliveira, 26’/2ºT) e Renatinho; Gilberto (Laécio, 45’/2ºT) e Landu (Marcus Vinícius, 26’/2ºT). Técnico: Zé Teodoro.

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Rhodolfo, Alex Silva, Miranda e Juan (Carlinhos Paraíba, intervalo); Jean, Rodrigo Souto (Marlos, 22’/2ºT), Rivaldo (Ilsinho, 15’/2ºT) e Lucas; Dagoberto e Fernandinho. Técnico: Paulo César Carpegiani.

março 31, 2011 Posted by | São Paulo | | Deixe um comentário

Trio ofensivo brilha, Inter goleia e lidera Grupo 6

Vitória sobre o Jorge Wilstermann por 3 a 0 deixa os Colorados isolados na liderança de seu grupo na Copa Libertadores

A torcida pediu, o treinador atendeu e os jogadores corresponderam. O tão esperado trio formado por Oscar, D’Alessandro e Leandro Damião foi escalado e não decepcionou, comandando a goleada por 3 a 0 em cima do Jorge Wilstermann, nesta quarta-feira, no Beira-Rio. O resultado mantém o Colorado na ponta do Grupo 6 da Copa Santander Libertadores.

Receba primeiro as notícias do Inter no seu celular!

Dizer que o primeiro tempo foi todo disputado apenas no campo de ataque do Inter não é exagero. Enquanto Lauro tocou duas vezes na bola, Bolívar e Índio não tiveram trabalho algum com os quase inexistentes avanços bolivianos.

E a razão para tamanho domínio colorado tem duas explicações. A primeira delas foi a postura do Wilstermann, que se fechou atrás, explorando os contra-ataques. A segunda foi a escolha de Celso Roth, que escalou D’Alessandro, Oscar e Leandro Damião juntos.

E todas as peças desse trio infernizaram a defesa boliviana. Em noite inspirada, Oscar armou jogadas, cobrou faltas, finalizou e, claro, marcou gol. Após Damião disputar pelo alto, Wilson Matias arriscou e, na sobra, Oscar chutou. A bola bateu na defesa e voltou para o meia, que, meio de peito, meio de barriga, a viu morrer na rede.

De volta à Liberta após desfalcar a equipe na goleada sobre o Jaguares e passar mais de um mês sem jogar por lesão, D’Alessandro recebeu passe preciso de Oscar da direita e chutou colocado. Como prometido, a comemoração foi com os roupeiros.

Sem correr riscos, a facilidade colorada aumentou com a expulsão de Fernández, que deu carrinho criminoso em D’Alessandro. Rapidamente, o Inter ampliou com Zé Roberto.

A vitória pode ser colocada na conta da torcida, que convenceu Roth a ousar. E a ousadia encaminha a classificação para as oitavas.

FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL 3 X 0 JORGE WILSTERMANN

Local: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data/Hora: 30/3/2011 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Dario Ubriaco (URU)
Auxiliares: Carlos Pastorino(URU) e Miguel Nievas(URU)
Cartões amarelos: Leandro Damião (INT); Fernández, Zapata e Machado (WIL)
Cartões vermelhos: Fernández (WIL)

GOLS: Oscar 18’/1T (1-0); D’Alessandro 11’/2T (2-0); Zé Roberto 26’/2T (3-0)

INTERNACIONAL: Lauro, Nei, Bolívar, Índio (Rodrigo, 31’/2T) e Kleber; Wilson Matias, Guiñazu, Oscar (Andrezinho, 37’/2T), D’Alessandro, Zé Roberto (Rafael Sobis, 28’/2T); Leandro Damião. Técnico: Celso Roth.

J. WILSTERMANN: Mauro Machado, Juccellio, Brown e Carvalho; Fernández, Zapata, Machado (Toscanini, 14’/2T), Rodríguez, Garcia (Sanchez, intervalo); Abregú (Ojeda, 22’/2T) e Fabio Mineiro. Técnico: M. Neveleff.

março 31, 2011 Posted by | Internacional | , | Deixe um comentário

Leandro ofusca derrota do Grêmio e é notícia boa

Atacante tem boa atuação contra o Juventude e é elogiado mais uma vez por Renato

De bom na derrota do Grêmio, apenas a figura do garoto Leandro. Com 17 anos, o menino começa a ganhar espaço no grupo gremista e tem total confiança de Renato Gaúcho. Apesar do técnico elogiar o desempenho como um todo, se ateve ao atacante por minutos tecendo boas referências sobre a atuação em Caxias do Sul.

Diante do Juventude, além do segundo gol, Leandro também teve grande participação na maioria das jogadas de ataque do Grêmio. Tanto é que perdeu uma das chances de gol frente a Jonatas e depois serviu Borges, que também desperdiçou.

– Leandro foi uma grande figura no jogo, vem crescendo a cada partida. Estaria em todas as capas de jornais se a gente tivesse vencido, e com razão. É uma grande revelação. Fico triste pela derrota, e muito feliz por esse garoto a cada dia que passa deixar de ser uma promessa – disse Renato Gaúcho

O atacante pode ganhar outra chance como titular no fim de semana, diante do Veranópolis, no domingo. O comandante gremista não se mostra receoso em escalar o menino como titular daqui para frente até na Libertadores.

– Hoje(quarta) ele entrou em um jogo difícil, e foi muito bem. Tem personalidade, está com confiança, e está aproveitando as chances. Não tenho medo, não quero saber de salário, nome idade para escalar jogador. Ele está bem. Por isso jogou e tem oportunidades. É momento, mesmo com 17 anos – explicou.

Para Libertadores, o atacante já é nome certo na mudança de três jogadores que pode ser feita entre fase de grupos e oitavas-de-final. Além dele, Willian Magrão também será inscrito.

março 31, 2011 Posted by | Grêmio | | Deixe um comentário

Cruzeiro vence Guaraní e assegura liderança do grupo

Raposa passa por cima dos paraguaios, em Assunção, e se não se sente ameaçada no topo do Grupo 7 da Libertadores

O Cruzeiro nem precisava entrar em campo na noite desta quarta-feira para se classificar às oitavas de final da Copa Santander Libertadores, mas, mesmo assim, fez sua parte. A equipe mineira venceu o Guaraní (PAR), fora de casa, no estádio Defensores del Chaco, em Assunção, por 2 a 0, com gols de Thiago Ribeiro e o paraguaio Ortigoza.

Antes mesmo de começar a partida no Paraguai, a Raposa já havia se garantido na fase seguinte por conta do empate por 1 a 1 entre Tolima (COL) e Estudiantes (ARG), que eliminou os colombianos. O Guaraní já em entrou na rodada sem chances de classificação.

Dentro de campo, o Cruzeiro não apresentou o mesmo bom futebol de outra partidas. Porém, mesmo assim, logo mostrou sua força e abriu o placar aos 17 minutos, em bela jogada do setor ofensivo, finalizada por Thiago Ribeiro. Os paraguaios até tentaram se aproveitar dos muitos erros de passe da equipe brasileira, mas não conseguiram. No último lance de jogo, Ortigoza invadiu a área em diagonal e balançou as redes em sua cidade natal.

Agora, a “luta” celeste é pela primeira colocação do Grupo 7. Com 13 pontos, o Cruzeiro leva três de vantagem para o Estudiantes, seu adversário no próximo dia 16, em La Plata. Os mineiros ainda têm 16 gols de saldo, contra apenas um dos argentinos, que dificilmente vão tomar a ponta da chave. Apenas uma goleada por 8 gols de diferença para os Pinchas tiraria a primeira posição da Raposa.

Ribeiro abre o placar

Logo nos primeiros instantes o Cruzeiro fez valer sua superioridade técnica e tomou conta da partida. Antes dos dez minutos, a Raposa teve duas boas chances, uma com Thiago Ribeiro, desviando pela linha de fundo um cruzamento de Wallyson, e outra com Montillo, em chute de fora da área, que foi pela linha de fundo.

O Guaraní apareceu pela primeira vez no ataque aos 13 minutos, quando Sosa arriscou de fora da área e Fábio defendeu com tranquilidade. A resposta celeste veio em seguida. Após cobrança de escanteio, Victorino desviou e Thiago Ribeiro, em posição irregular, acertou a trave.

No lance seguinte, no entanto, Ribeiro foi eficaz. Em bela tabela entre os quatro homens de frente, Roger lançou Wallyson, que ajeitou de cabeça para Montillo. O argentino encontrou Thiago Ribeiro livre dentro da área e o camisa 11 só teve o trabalho de empurrar para a rede de Silva: 1 a 0.

Em vantagem no placar, Wallyson se deu ao luxo de perder um gol dentro da área, aos 29 minutos, de frente para o goleiro, após roubada de bola de Ribeiro. Entretanto, dois minutos depois, Ovelar recebeu dentro da área e chutou cruzado, obrigando Fábio a fazer linda defesa, salvando o Cruzeiro.

Errando muitos passes e sem conseguir sair para o ataque, a equipe celeste complicou o final do primeiro tempo. Mesmo assim, levou perigo aos 40 minutos, em chute forte de Montillo, que bateu pelo lado de fora da rede.

O maior susto na torcida cruzeirense foi aos 42, quando Sosa arriscou rasteiro de fora da área e Fábio buscou no cantinho, mandando para escanteio. Na saída para o intervalo, o autor do gol, Thiago Ribeiro, pediu mais capricho ao Cruzeiro.

– Criamos situações, viramos o primeiro tempo com a vitória, mas temos que procurar caprichar mais. Estamos errando mutos passes. Poderíamos estar vencendo por mais. Vamos procurar melhorar para fazer mais gols e sair com a vitória – disse o atacante.

Placar insistente

As duas equipes voltaram sem alterações para a segunda etapa e o Cruzeiro mostrou logo o cartão de visitas. Wallyson lançou Montillo dentro da área, mas o argentino finalizou nas mãos de Joel Silva. O troco veio aos sete minutos, com Marecos, em chute cruzado que Fábio espalmou para longe.

A partida ficou aberta, com o Guaraní chegando mais ao campo ofensivo e o Cruzeiro explorando a velocidade de seu contra-ataque. Porém, o segundo gol celeste teimou em não acontecer e várias chances foram desperdiçadas.

Aos 21 minutos, Cuca mexeu duas vezes no time cruzeirense, colocando Wellington Paulista e Everton, nas vagas de Wallyson e Roger. As alterações não deram resultado e a Raposa continuou sem conseguir ampliar o placar.

Os lances de perigo da segunda etapa saíram dos pés de Montillo. Na melhor das chances, Thiago Ribeiro achou Montillo entrando em velocidade dentro da área. O argentino finalizou por cima do goleiro e mandou pela linha de fundo.

Cuca ainda tentou uma última cartada, com a entrada de Ortigoza no lugar de Thiago Ribeiro e gol, finalmente, saiu. O paraguaio foi lançado na direita, se livrou de dois marcadores e bateu firme, dando números finais ao placar.

Guaraní (PAR) 0 X 2 Cruzeiro

Estádio: Defensores del Chaco, Assunção (PAR)
Data/hora: 30/03/2011 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Enrique Osses
Auxiliares: Patrício Basualto e Carlos Astroza
Renda/Público: Não informado.
Cartões amarelos: Julián Benítez, Fabio Escobar (GUA); Roger (CRU)
Gols: Thiago Ribeiro (17’/1ºT) e Ortigoza (47’/2ºT)

Guaraní (PAR): Joel Silva; Eduardo Filippini, Joel Benítez, Ignacio Ithurralde (Federico Carballo, 33’/2ºT), Elvis Marecos; Cristian Sosa, Miguel Paniagua, Luis De la Cruz e Jorge Mendoza (Osvaldo Hobecker, 20’/2ºT); Julián Benítez e Luis Ovelar (Fabio Escobar, 20’/2ºT). Técnico: Félix León.

Cruzeiro: Fábio; Pablo, Gil, Mauricio Victorino e Gilberto; Marquinhos Paraná, Henrique, Roger (Everton, 21’/2ºT) e Walter Montillo; Wallyson (Wellington Paulista, 21’/2ºT) e Thiago Ribeiro (José Ortigoza, 37’/2ºT). Técnico: Cuca.

março 31, 2011 Posted by | Cruzeiro | | Deixe um comentário

Ofensivo, Caio Junior vence em sua estreia pelo Botafogo


Na estreia de Caio Junior no comando do Botafogo, diante do Paraná, clube que o projetou para o cenário nacional, o Alvinegro levou a melhor por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, em Curitiba (PR), e levou uma boa vantagem para o Rio de Janeiro.

Agora, para a partida no próximo dia 6, no Engenhão, o Alvinegro pode empatar ou perder por 1 a 0, que fica com a vaga nas oitavas de final da competição. A estrela do treinador brilhou. Caio Junior colocou o garoto Willian no intervalo, na vaga de Rodrigo Mancha, mostrando seu estilo ofensivo e logo no primeiro minuto em campo, ele garantiu a vitória.

ZAGUEIROS MARCAM UM PARA CADA LADO

O Botafogo mostrou um ligeiro domínio nos primeiros minutos. Apostando em bolas altas, a equipe alvinegra criou boas oportunidades. A defesa paranista, bem postada, afastava o perigo. Se movimentando bem, o Botafogo assustou em um bom chute de Herrera. Com espírito mais ofensivos as chances foram sendo criadas, pouco a pouco. O Paraná, acuado, apenas assistia o Glorioso jogar.

Receba primeiro as notícias do Fogão no seu celular!

Aos 11, Léo protagonizou um lance bisonho. Na primeira chegada do Paraná, o atacante recebeu de Luiz Camargo e, sozinho, finalizou quase na lateral, para o desespero da torcida paranista. Pressionando, o Bota conseguiu abrir o marcador. Após escanteio cobrado por Somália, Antônio Carlos subiu no meio de dois zagueiros e abriu o marcador. Contudo, não deu nem tempo para comemorar. Um minuto depois, o Paraná devolveu na mesma moeda. Kelvin cobrou escanteio e Rodrigo Defendi empatou.

O gol animou o Paraná, que empurrado pela torcida, começou a gostar do jogo e teve duas boas chances para marcar, com Léo e Kelvin, mas Jefferson salvou. Passado o susto, o Botafogo voltou a tomar conta das ações e encurralou os paranaenses no campo de defesa. Herrera criou boa chance, mas esbarrou no goleiro Thiago Fernandes – ao estilo Peter Cech, com uma proteção na cabeça – assim como Caio. Aos 47, Luiz Camargo acertou cotovelada sem bola em Herrera dentro da área. Como a bola não estava rolando, o juiz chamou o camisa 8 do Paraná e expulsou o capitão, em meio a muitos protestos dos jogadores do Paraná e dos alvinegros que pediam pênalti.

ESTRELA DO OFENSIVO CAIO JUNIOR BRILHA

Com um homem a mais, Caio Junior fez jus a fama de ofensivo e colocou o garoto Willian na vaga de Rodrigo Mancha. E logo no primeiro minuto, a estrela do treinador brilhou. Após chute de Somália, Thiago Fernandes bateu roupa e Willian marcou seu primeiro gol como profissional. O jogo ganhou novas emoções dois minutos depois. Somália cometeu falta no meio de campo e recebeu o segundo cartão amarelo.

Caio Junior colocou Fahel na vaga de Marcio Azevedo, protegendo a defesa novamente, com isso Everton caiu pela esquerda, ajeitando o time após a expulsão de Somália. O jogo caiu em emoção e as duas equipes começaram a se estudar. O Paraná assustou com Kelvin e o Botafogo com Caio. Com a partida mais equilibrada, Ricardo Pinto sacou Lima e colocou o atacante Marquinhos, para buscar o empate.

A equipe paranista tentou equilibrar o jogo, mas deficiente técnicamente, não conseguiu assustar. O Botafogo tentou chegar ao terceiro gol, que garantiria a vaga direta sem a necessidade do segundo jogo, mas continuou pecando nas finalizações. Caio Junior ainda fez a última alteração e colocou o garoto Cidinho na vaga de Caio. Com pouco tempo, o menino mostrou que tem talento e por duas vezes caiu dentro da área pedindo pênalti, mas o árbitro nada deu. O resultado acabou sendo justo e agora o Alvinegro joga por um empate no Engenhão para ficar com a vaga.

FICHA TÉCNICA:
PARANÁ 1×2 BOTAFOGO

Estádio: Durival de Britto, Curitiba (PR)
Data/hora: 30/3/2011 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Elmo Alves Resende da Cunha (GO)
Cartões amarelos: Henrique, Anderson (PAR); Rodrigo Mancha, Somália, Alessandro (BOT)
Cartões vermelhos: Luiz Camargo, 47’/1ºT (PAR); Somália, 3’/2ºT (BOT)
Gols: Antônio Carlos, 15’/1ºT (0-1); Rodrigo Defendi, 16’/1ºT (1-1); Willian, 1’/2ºT (1-2)
Renda e público: R$ 119.525,00 / 4.490 pagantes / 4.815 presentes

PARANÁ: Thiago Rodrigues, Paulo Henrique, Luciano Castán. Rodrigo Defendi e Henrique (Luizinho, 43’/2ºT); Anderson, Luiz Camargo, Lima (Marquinhos, 28’/2ºT) e Diego (Ricardinho, 34’/2ºT); Kelvin e Léo. Técnico: Ricardo Pinto.

BOTAFOGO: Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos, Márcio Rosário e Marcio Azevedo (Fahel, 7’/2ºT); Rodrigo Mancha (Willian, intervalo), Marcelo Mattos, Somália e Everton; Herrera e Caio (Cidinho, 40’/2ºT). Técnico: Caio Junior.

março 31, 2011 Posted by | Botafogo | , | Deixe um comentário

Fim de tabu e 100º de Ceni! São Paulo sofre, mas vence

Tricolor vence o Corinthians por 2 a 1 e acaba com tabu de quatro anos. Rogério, de falta, ainda marca seu 100º gol

Alivia Tricolor, o tabu acabou! Em grande estilo, o São Paulo venceu o Corinthians por 2 a 1, na tarde deste domingo, na Arena Barueri, quebrou tabu de quatro anos sem vencer o arquirrival e ainda viu o goleiro Rogério Ceni marcar seu 100º gol na carreira.

Tricolor quebra tabu com centésimo de Ceni

Os gols foram marcados por Dagoberto e Ceni; Dentinho marcou para o Corinthians, que pressionou no fim da segunda etapa buscando o empate.

A partida, majestosa como o nome do clássico sugere, teve emoção até o fim: foram três expulsões e várias chances até os últimos minutos de jogo.

O Tricolor, que não conseguia vencer uma partida diante do Corinthians desde fevereiro 2007, foi à desforra neste domingo: quebrou outro tabu corintiano, que não perdia um clássico paulista há nove jogos.

Na tabela do Campeonato Paulista, outra mudança: o São Paulo tirou do Timão o segundo posto, ambos com 34, mas o Tri-Mundial com uma vitória a mais.

A última vitória da equipe são-paulina no clássico havia sido em fevereiro de 2007. Na ocasião, Rogério Ceni marcou um dos gols na vitória por 3 a 1. Coincidência?

ROLETA DE EMOÇÕES

A partida foi realizada na Arena Barueri pela primeira vez. Foi o terceiro clássico no estádio (nas outras duas oportunidades, Santos e São Paulo jogaram em Barueri). O Morumbi, palco habitual do Majestoso, não pode receber a partida por causa do show da banda Iron Maiden, realizado neste sábado.

Na primeira etapa do Majestoso, tal como uma montanha-russa, os dois times oscilaram momentos de predominância na partida. Primeiro, o Timão: animado com a contratação de Adriano às vésperas do clássico, o Corinthians começou melhor e não deixou o Tricolor jogar nos primeiros 10 minutos de jogo.

Depois, o Tricolor melhorou. Se apoiando na velocidade de Fernandinho e na habilidade de Ilsinho, o bom momento do São Paulo culminou na finalização perigosa de Dagoberto, aos 15 minutos.

Mas o Corinthians voltou a dominar e mostrar mais volume de jogo, a partir dos 18 minutos, quando Chicão cobrou falta por cima do gol de Rogério. Dos 18 aos 28 minutos, o Alvinegro foi melhor e encurralou o São Paulo em seu campo de defesa. No lance mais volumoso, o Timão fez uma blitz aos 25 minutos e não deixou o São Paulo respirar. Errando passes e sem conseguir afastar a bola do campo de defesa, o Tricolor se viu sufocado diante de um Corinthians empolgado em busca do gol.

Quando parecia que o gol corintiano era questão de tempo, o São Paulo, mais uma vez, fez a reviravolta.

Nesta montanha-russa infindável, na qual as duas equipes revezavam momentos efêmeros de superioridade no clássico, o Tricolor aproveitou seus ’10 minutos de fama’ da maneira mais eficiente possível: com um gol. Aos 39 minutos, Dagoberto recebeu e arriscou de fora da área. O chute seco não foi páreo para Julio Cesar, que nunca perdera um clássico pelo Timão, e o São Paulo saiu na frente no Majestoso.

Dentinho ainda perdeu grande chance de cabeça, aos 44 minutos. Mas o São Paulo iniciou a segunda etapa animado diante da possibilidade de quebrar o longo tabu.

Mesmo após defesa de Rogério em lance de Jorge Henrique, a tarde era mesmo Tricolor. Quando Fernandinho sofreu falta de Ralf, a torcida do São Paulo esfregou as mãos pelo que estava por vir. A apoteose do São Paulo estava só começando. Rogério Ceni cruzou o campo e, com muito estilo, acertou o canto direito de Julio Cesar para marcar o segundo gol do jogo e o 100º gol do goleiro, de acordo com a contagem do Tricolor.

Emocionado, Rogério comemorou muito o gol. Pelo outro lado, o Corinthians não controlou os nervos e ainda teve um jogador expulso logo em seguida. Alessandro chegou atrasado em Dagoberto e foi para o chuveiro.

EM CINCO MINUTOS, MUDA TUDO

Em cinco minutos, uma sucessão de acontecimentos deu ao Timão uma nova perspectiva na partida. Dentinho, aos 22, aproveitou cobrança rápida para acertar chute forte de fora da área e diminuir o placar. Se até cinco minutos antes, quem estava desesperado era o Corinthians, o panomara se inverteu totalmente quando Dagoberto foi expulso aos 24, depois de derrubar Ralf.

A inversão de ânimos pode dar novo horizonte ao Timão, que se lançou ao ataque. Mas, de novo, uma reviravolta: Dentinho, o mesmo que marcou o gol corintiano, deu pontapé em Rodrigo Souto e se tornou o terceiro jogador expulso no clássico.

Mesmo com um a menos (dois expulsos contra um do São Paulo), o Corinthians não se deu por vencido e pressionou o Tricolor. Em bom lance pela direita, o Cachito Ramírez colocou bola na cabeça de Liedson, que já marcara contra o arquirrival na final do Campeonato Paulista de 2003. Mas o Levezinho desperdiçou a chance.

Aos 41, totalmente acuado por um Corinthians lutador, Marlos viu a oportunidade de matar a partida, ao receber livre pela esquerda e invadir a área. Mas o meia-armador chutou por cima. Cinco minutos depois, de novo, Marlos tocou fraco no que seria o passe para o terceiro gol corintiano.

Incansável, o Timão pressionou muito nos acréscimos. Liedson, aos 48, tentou a bicicleta e parou no herói do dia, Rogério Ceni.

O jogo, alucinante, põe fim a um tabu são-paulino de 11 jogos sem vitória contra o Timão em 4 anos.

Na próxima rodada, o Tricolor volta a campo para encarar o Mirassol, no estádio do Morumbi, no domingo. Mesmo dia em que o Timão visita o Botafogo em Ribeirão Preto, visando voltar à liderança.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2X1 CORINTHIANS

Data: 27/03/2011 – 16:00
Estádio: Arena Barueri Cidade, Barueri (SP)
Arbitro: Guilherme Ceretta de Lima
Auxiliares: Celso Barbosa de Oliveira e Carlos Alberto Funari.
Renda/público: R$ 449.201,00 / 17.633 pagantes
Cartões amarelos: Dagoberto, Rogério Ceni, Junior Cesar, Rhodolfo, Ilsinho (SPO); Jorge Henrique (COR)
Cartões vermelhos: Alessandro, 18’/2ºT (COR); Dagoberto, 23’/2ºT (SPO); Dentinho, 27’/2ºT (COR)
GOLS: Dagoberto, 39’/1ºT (1-0); Rogério Ceni, 8’/2ºT (2-0); Dentinho, 22’/2ºT (2-1)

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Rhodolfo, Alex Silva, Miranda e Junior Cesar; Rodrigo Souto (Casemiro, 36’/2ºT), Jean, Carlinhos e Ilsinho (Marlos, 25’/2ºT); Fernandinho (Rivaldo, 42’/2ºT) e Dagoberto. Técnico: Paulo César Carpegiani.

CORINTHIANS: Julio César, Alessandro, Chicão, Leandro Castan e Fábio Santos (Danilo, 39’/2ºT); Ralf, Paulinho, Morais (Luis Ramírez, 16’/2ºT) e Jorge Henrique (Willian, 16’/2ºT); Dentinho e Liedson. Técnico: Tite.

março 28, 2011 Posted by | Corinthians, São Paulo | , | Deixe um comentário

Fluminense e Vasco não saem do zero no Engenhão

Recuado, tricolor viu Eder Luis perder a chance da vitória no segundo tempo. Ricardo Berna foi destaque

O jato do Fluzão e o trem-bala da Colina pareciam estar sem combustível neste domingo, no Engenhão e, sem grandes oportunidades, o clássico não saiu do zero. A equipe de São Januário foi melhor, mas não conseguiu converter as oportunidades em gol. Recuado, o tricolor teve em Ricardo Berna seu melhor jogador e, com um ponto a mais, permanece fora da zona de classificação para as semifinais.

Em clássico fraco, Vasco e Flu não saem do zero. Veja os lances!

Ficou evidente após a partida a dependência do Flu em relação a Conca. Apagado, o argentino pouco foi notado, assim como o sonolento setor de criação tricolor. No Vasco, Eder Luis desperdiçou a melhor chance da partida no segundo tempo.

Vasco é melhor e Berna faz grandes defesas

O jogo no Engenhão começou com o Vasco pressionando. O Fluminense, porém, animado com a presença da torcida após a vitória pela Copa Santander Libertadores no meio da semana, logo cresceu e se impôs mais nos 20 minutos iniciais, com destaque para um perigoso chute de Conca aos dez e gol perdido por Fred após desvio de Gum em cobrança de escanteio aos 19.

Mas na metade final da etapa, a defesa tricolor se destacou. E quando os zagueiros chamam a atenção, é sinal de que o ataque adversário está incomodando. E foi isso que aconteceu. Comandado por Bernardo e Eder Luis, o Gigante da Colina foi para cima.

O jovem, ex-Cruzeiro, exigiu duas boas defesa de Ricardo Berna: uma em cobrança de falta e outra em chute da entrada da área, no qual o camisa 1 tricolor mostrou todo seu reflexo, voando no ângulo.

Mas quem chegou mais perto de marcar foi Eder Luis. Após contra-ataque aos 37, o camisa 7 arriscou de fora e a bola explodiu no travessão, arrancando o grito de quase da torcida vascaína.

As duas equipes foram para os vestiários com o placar ainda zerado.

Eder Luis perde grande chance e placar não sai do zero

O panorama final da primeira etapa se repetiu na segunda. Melhor após o intervalo, o Vasco continuava pressionando. Ao contrário dos 45 minutos iniciais, porém, Bernardo voltou apagado e abriu espaço para a estreia de Alecsandro. O centroavante teve seu primeiro contato com a torcida vascaína à partir dos 15 minutos.

No Flu, Deco voltou no lugar de Souza, mas a falta de criatividade não mudou, já que Conca estava mal e a dependência do bom futebol do argentino é evidente.

Com o jogo focado no lado direito, mais precisamente em Diego Souza, o Vasco continuava assustando. Aos 12, polêmica. Eder Luis recebeu de Felipe dentro da área, Digão furou e, na volta, sua perna derrubou Eder Luis. O lance gerou muita reclamação por parte dos cruz-matinos, mas o juiz Rodrigo Pereira mandou seguir.

Eder Luis voltou a ser protagonista aos 24. Com o Fluminense muito recuado, o lateral-esquerdo Márcio Careca colocou Eder Luis cara a cara com Ricardo Berna. O atacante perdeu a melhor chance da partida, chutando cruzado para fora.

Os treinadores foram aos poucos queimando suas substituições. Apesar da boa movimentação do ataque, Ricardo Gomes optou pela saída de Eder Luis e colocou Leandro. No Tricolor, Emerson deu lugar a Araújo.

Sem Felipe, que deixou o campo para a entrada de Jéferson, o Vasco perdeu em qualidade de passe e ganhou em marcação, o que não era importante já que o Flu pouco atacava.

As únicas finalizações tricolores na segunda etapa se dram após os 30 minutos. Uma com Deco, que Fernando Prass desviou bem para escanteio, outra de Conca, que, de frente para o gol após jogada rápida, chutou por cima e a última e mais perigosa de Júlio César, que exigiu boa defesa de Prass aos 44.

Apesar de melhor, o Vasco não concretizou em gol sua superioridade. Recuado, o Flu pouco chutou. E assim terminou o clássico, empatado em 0 a 0. Na próxima rodada o Fluminense visita o Volta Redonda, sábado e o Vasco recebe o Bangu, domingo.

FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE 0 X 0 VASCO

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 27/3/2011 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia (RJ) e Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ)
Renda/Público: R$ 631.665 / 22.945 pagantes
Cartões amarelos: Conca, Diguinho (FLU); Diego Souza, Eduardo Costa, Alecsandro (VAS)

FLUMINENSE: Ricardo Berna; Mariano, Gum, Digão (Edinho, 26’/2ºT) e Júlio César; Valencia, Diguinho, Souza (Deco, intervalo) e Conca; Emerson (Araújo, 31’/2]T) e Fred. Técnico: Enderson Moreira.

VASCO: Fernando Prass, Allan, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca; Rômulo, Eduardo Costa, Felipe (Jéferson, 27’/2ºT) e Bernardo (Alecsandro, 15’/2ºT); Diego Souza e Eder Luis (Leandro, 30’/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes

março 28, 2011 Posted by | Fluminense, Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Mesmo desfalcado, Santos vence Ituano e se classifica

Santos sentiu os desfalques, mas conseguiu vencer o Galo por 3 a 2 fora de casa e se classificou para as oitavas

O desfalcado Santos conseguiu vencer o Ituano fora de casa, no estádio Dr. Novelli Júnior, neste domingo, por 3 a 2. Os gols foram marcados por Tiago Alves, Keirrison e Jonathan. Alan e Jefferson descontaram para os donos da casa. Com o resultado o Peixe confirma a sua classificação. O Galo segue próximo da zona de rebaixamento.

O JOGO

O Santos sentiu a falta de entrosamento dos seus jogadores, pois entrou com seis desfalques para a partida, acarretanto o erro de muitos passes. O Ituano, por sua vez, começou melhor na partida, conseguindo uma boa oportunidade de gol logo aos 9 minutos com Malaquias que arrancou pela direita e chutou forte para a grande defesa de Rafael.

Melhor em campo, o Galo teve mais duas chances de abrir o placar, aos 14, com Jefferson e aos 15, com Alemão, que recebeu cruzamento de Malaquias e chutou para fora. Enquanto o Peixe, com Paulo Henrique Ganso apagado em campo, não conseguia armar as jogadas. Rodrigo Possebon e Adriano tentaram armar as jogadas, mas não conseguiram êxito.

O Ituano, em contra-ataque rápido, abriu o placar com Jefferson, que aproveitou cruzamento preciso de Júnior Urso e apareceu de surpresa entre os zagueiros santistas. Contudo, três minutos depois, o garoto Tiago Alvez, de apenas 18 anos, chuta, ou cruza, e a bola pega efeito, enganando o goleiro Marcelo Bonan.

Mesmo jogando pior, o Santos virou o jogo com Keirrison aos 37 minutos, após um passe açucarado de Felipe Anderson, que era o melhor jogador santista em campo. O Galo quase empatou ainda no primeiro tempo em uma cobrança de falta de Jefferson aos 41 minutos, mas a bola foi na trave.

Na segunda etapa, o Peixe voltou melhor, acertando os passes no meio de campo, pois Paulo Henrique Ganso, que levou cartão amarelo por uma entrada desleal depois de levar um chapéu, passou a aparecer no jogo.

Keirrison, que apesar do gol fazia uma péssima partida, recebeu um passe de do camisa dez santista aos 11 minutos, deixando-o na cara do gol, mas o atacante perdeu. O Galo respondeu com Malaquias logo depois, porém, mais uma vez, o atacante não conseguiu vencer o goleiro Rafael.

Jonathan recebeu passe de Adriano e chutou a bola ainda no alto, fezendo um golaço aos 21 minutos. Todavia, o Galo jogaria com um jogador a mais, pois o Santos já tinha feito as três alterações e o meia Charles torceu o joelho, o mesmo que havia sido operado, e não pode ser substituído.

Com isso, o Ituano passou a pressionar em busca do segundo gol, que veio aos 37 minutos com Alan, aproveitando passe de Welton e não dando chances ao goleiro santista.

O Santos recuou, buscando matar o jogo no contra-ataque, enquanto o Ituano ficava com a posse de bola, mas não conseguia levar perigo ao gol defendido por Rafael.

Na próxima rodada, o Santos recebe o Palmeiras, na Vila Belmiro, domingo, às 16h. O Galo joga no sábado, às 16h em casa contra o Oeste.

FICHA TÉCNICA:
ITUANO 2 X 3 SANTOS

Estádio: Dr. Novelli Júnior, Itu
Data/hora: 27/3/2011 – 18h30
Árbitro: Philippe Lombard
Auxiliares: Marco Antonio de Andrade Motta Junior e Mauricio Helder Luiz Alexandrino
Renda/público: renda não disponível/ 5.301 pagantes

Cartões Amarelos: Jackson, Leomir (ITU); Danilo, Rodrigo Possebon, Paulo Henrique Ganso (SAN)

GOLS: Jefferson, 24’/1ºT (1-0); Tiago Alves, 27’/1ºT (1-1); Keirrison, 35’/1ºT (1-2); Jonathan, 21’/2ºT (1-2); Alan, 37’/2ºT)

ITUANO: Marcelo Bonan; Anderson Sales, Jackson, Rodrigão, Alex Cazumba; Júnior Urso, Alemão (Oliveira, 24’/2ºT), Adoniram , Leomir (Weltom, 26’/2ºT) e Jefferson (Allan, intervalo); Malaquias. Técnico: Ruy Scarpino.

SANTOS: Rafael, Jonathan (Allan, 21’/2ºT), Bruno Rodrigo (Bruno Aguiar, 28’/1ºT), Edu Dracena e Danilo; Adriano, Possebon, Felipe Anderson e Ganso; Tiago Alves (Allan Patrick, 9’/2ºT) e Keirrison. Técnico: Marcelo Martelotte

março 27, 2011 Posted by | Santos | , | Deixe um comentário

Fla empata com Madureira e pelo menos segue invicto

Com pedidos por Adriano e vaiado pela torcida, time só arranca empate com o Tricolor Suburbano

O Flamengo segue invicto, mas a torcida que vivia um clima de euforia, neste domingo, após o empate com o Madureira por 3 a 3, em Macaé, parece ter mudado um pouco de atitude. A equipe foi vaiada pela primeira vez, Luxemburgo criticado desde o início do jogo e os gritos por Adriano vindo das arquibancadas ecoaram no estádio. O Madureira, que não tinha nada com isso, jogou bem e soube aproveitar as falhas cometidas pelos rubro-negros durante todo o jogo. Os gols da partida foram marcados por Welinton (contra), Michel e Baiano para o Madureira. Descontaram para o Fla: Léo Moura, Deivid e Thiago Neves.

Fla decepciona, mas arranca empate com Madureira. Veja!

As falhas do Flamengo, aliás, foram as mesmas que o time apresentou durante toda a temporada. A falta de um lateral-esquerdo e a deficiência da zaga, principalmente de Welinton, que neste domingo teve uma tarde para se esquecer, já que além de marcar um gol contra, foi driblado nos outros dois gols do adversário, são problemas apresentados desde a pré-temporada, em Londrina. No ataque, Luxemburgo segue acreditando que Deivid pode ser a solução. Quando a equipe precisou de força ofensiva, o técnico tirou Wanderley, que fez um bom primeiro, fazendo inclusive o passe para o gol de Léo Moura. Talvez por isso que a pressão por Adriano seja tão grande nas arquibancadas.

O esquema escolhido pelo técnico, que resolveu testar o jovem Lorran como volante principal da equipe, não funcionou e o Madureira aproveitou para vencer durante grande parte do jogo. Porém, para não falarem que o jogo foi uma desgraça total para o Flamengo, Diego Maurício voltou a fazer uma boa partida, mostrando velocidade e ajudando o Flamengo com a reação nos minutos finais. Léo Moura foi regular como sempre e Ronaldinho Gaúcho, após o Flamengo estar perdendo por 3 a 1, resolveu jogar e criou boas jogadas, mesmo não tendo feito um bom jogo.

A partida se desenhava para a primeira derrota para o Flamengo, mas hoje em dia, vencer este time, mesmo quando joga mal, não tem sido uma tarefa fácil. Quando percebeu que ia perder, a equipe acordou e arrancou o empate, graças a uma bomba de Thiago Neves, que até então, estava sumido na partida.

Agora, o Flamengo encara na próxima rodada o Duque de Caxias, já de olho no p´roximo final de semana quando fará o clássico contra o Botafogo. Já o Madureira recebe o América.

FICHA TÉCNICA:

FLAMENGO 3 X 3 MADUREIRA

Estádio: Cláudio Moacyr, Macaé (RJ)
Data/hora: 27/3/2011 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Pathrice Maia/RJ (FIFA)
Cartões amarelos: Bottinelli(FLA) Abedi(MAD)
Cartões vermelhos: –
Renda / público: R$ 81.330, 00 / 5.073 pagantes

GOLS: Wellinton (contra), 34’/1°T (0-1); Léo Moura, 42’/1°T (1-1); Michel, 12’/2°T (1-2); Baiano, 19’/2°T (1-3); Deivid, 29’/2°T (2-3); Thiago Neves, 37’/2°T (3-3)

FLAMENGO: Felipe, Léo Moura, Wellinton, David e Rodrigo Alvim; Maldonado, Lorran (Diego Maurício, intervalo), Galhardo (Bottinelli, 19’/2ºT), Thiago Neves e Ronaldinho; Wanderley (Deivid, 11’/2ºT). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Madureira: Cléber, Caio Posses, Luís Otávio, Douglas Assis e Nil; Vnicius, Abedi (Gomes, 16’/2ºT), Rodrigo e Michel (Alex Silva, 35’/2ºT); Baiano e Adriano Magrão (Adriano Magrão, 25’/2ºT). Técnico: Atônio Carlos Roy.

março 27, 2011 Posted by | Flamengo | | Deixe um comentário

Grêmio bate Pelotas e tem melhor campanha do Gaúcho

Tricolor fez 3 a 1 fora de casa e chegou a nove pontos no grupo 2 da Taça Farroupilha

Com outra boa atuação do menino Leandro, de 17 anos, o Grêmio venceu o Pelotas, na Boca do Lobo, por 2 a 1. Willian Magrão e Rodolfo marcaram para os azuis, enquanto Sandro Sotilli descontou. O resultado levou o tricolor a nove pontos, mas mesmo se o Cruzeiro não vencer na noite deste domingo, se mantém na terceira colocação do grupo 2 da Taça Farroupilha, já que tem saldo de gols menor. A vitória, no entanto, dá ao clube a melhor campanha na classificação geral do Campeonato Gaúcho, com 26 pontos.

Na quarta-feira, o time gremista vai a Caxias do sul para enfrentar o Juventude, em jogo da primeira rodada, atrasado. Já o Pelotas viaja a Santa Maria para enfrentar o Inter-SM, no sábado.

Poupando apenas dois titulares, o Grêmio entrou em campo com o que tinha de melhor. Faltou só estar a 100km/h, como o técnico Renato Gaúcho exigiu após a goleada contra o Inter-SM. Em um início de partida morno, foi o Pelotas que assustou primeiro, aos três minutos, em arrancada de Makelele. Por sinal, o volante ex-Palmeiras e Grêmio seria o nome da primeira etapa para o Pelotas.

Na metade inicial do primeiro tempo, o jogo estava truncado. Sem Fábio Rochemback, recaía sobre Douglas a responsabilidade de armar as jogadas ofensivas. Mas o meia demorou a acertar, a entrar no jogo. Com isso, o Grêmio utilizava Gabriel, pela direita, como escape, mas o lateral recebia forte marcação, e o Pelotas era melhor. Makelele errou por pouco da meia-lua aos 24, e depois pelo lado aos 25. Aos 34, Clodoaldo perdeu na frente de Marcelo Grohe.

Nos últimos quinze minutos, após sofrer certa pressão do Pelotas, o Grêmio voltou ao campo de ataque. Douglas, já melhor em campo, arrancou e arrumou um escanteio. Depois, serviu Lúcio, parado com falta. Em jogada ensaiada, Rodolfo quase marcou de cabeça. Depois, aos 40, Escudero recebeu cruzamento de Lúcio e quase marcou. Dionatan defendeu a cabeçada do argentino no contrapé, mostrando elasticidade, na última jogada de perigo do primeiro tempo.

Na volta do intervalo, Renato Gaúcho promoveu a entrada de Leandro no lugar de Escudero. O argentino saiu de campo fazendo tratamento com gelo no tornozelo direito. E o segundo tempo já começou, aí sim a “100 por hora”. Logo aos oito minutos, Leandro cavou falta. No rebote da cobrança, Rodolfo achou Willian Magrão livre, e o volante abriu o placar para o Grêmio. Só que um minuto depois, Sandro Sotilli recebeu entre os zagueiros tricolores e desviou na saída de Marcelo Grohe para empatar.

Com os gols, a partida ganhou em emoção. As duas equipes se soltaram mais, atrás da vantagem no placar. O Grêmio agredia mais com Leandro do que com Escudero, e o menino foi o responsável por diversas jogadas de ataque. Serviu Borges em jogada que o centroavante empurrou para as redes, mas impedido. Depois, driblou João Rodrigo e arrumou um escanteio para o Tricolor. Na cobrança de Douglas, Rodolfo subiu e passou a frente no placar outra vez aos 29.

A vantagem não deixou Renato Gaúcho satisfeito. Com dois atacantes de velocidade aberto, o Grêmio pressionou para tentar ampliar o placar. O Pelotas tinha apenas o contra-ataque como alternativa, já que a marcação gremista no campo de ataque complicava a saída de bola. Em arrancada de João Paulo, quase marcou aos 39. Mas com o domínio das ações, o time visitante administrou sua vantagem e garantiu os três pontos. No final, Rafael Marques aproveitou cruzamento de Lúcio e garantiu a vitória.

FICHA TÉCNICA

PELOTAS 1 X 3 GRÊMIO

Data/hora: 27/03, às 16h

Local: Estádio Boca do Lobo, em Pelotas (RS)

Árbitro: Leandro Vuaden

Auxiliares: Júlio dos Santos e Paulo Conceição

Cartões amarelos: Adilson, Escudero (G) Wanderson, João Rodrigo (P)

Gols: Willian Magrão, Rodolfo e Rafael Marques, aos 8, aos 29 e aos 44 minutos do segundo tempo (G). Sandro Sotilli, aos 9 minutos do segundo tempo(P)

Pelotas: Dionantan; Eduardo Eré, Jonas, Júnior Paulista e João Rodrigo; Gavião, Wanderson(Kleber 15’/2º), Makelele(Márcio Tinga 29’/2ºT) e Allan(João Paulo 34’/2ºT); Clodoaldo e Sandro Sotilli. Técnico: Armando Desessards.

Grêmio: Marcelo Grohe; Gabriel, Rafael Marques, Rodolfo e Bruno Collaço; Adilson, Willian Magrão(Vinícius Pacheco 27’/2ºT), Lúcio e Douglas; Escudero(Leandro, intervalo) e Borges(Fernando 40’/2ºT). Técnico: Renato Gaúcho

março 27, 2011 Posted by | Grêmio | | Deixe um comentário

Montillo decide e Raposa derrota o Coelho


Em boa partida de Montillo, o Cruzeiro venceu o América-MG por 3 a 2, em partida válida pela oitava rodada do Estadual

Um belo clássico, cheio de reviravoltas. Assim pode ser definido o confronto entre América-MG e Cruzeiro, que terminou em 3 a 2 para a Raposa, foi disputado em Varginha e era válido pela oitava rodada do Campeonato Mineiro.

As notícias do Cruzeiro chegam antes até você!

Nas duas equipes, dois jogadores poderiam ser destacados. Do lado americano, Leandro Ferreira, autor de dois gols, é o grande destaque. Já pelo lado da Raposa, Montillo, que marcou o gol da vitória, foi o nome da partida.

PRIMEIRO TEMPO

Nos minutos iniciais, o Cruzeiro se projetou ao ataque, principalmente pelo lado esquerdo, com Gilberto e obrigou o América se fechar e buscar os contra-ataques, explorando a habilidade de Luciano e categoria de Irênio.

Na primeira vez que conseguiu encaixar um contra-ataque, a bola sobrou para Leandro Ferreira na intermediária. Após um drible no zagueiro, o volante finalizou de canhota para o fundo do gol de Fábio.

A resposta da Raposa foi imediata. Logo após a saída de bola, o Cruzeiro chegou ao ataque pelo lado direito e, após um cruzamento rasteiro, Thiago Ribeiro dividiu a bola com o goleiro Flávio.

Em cobrança de escanteio do lateral-direito Marcos Rocha, a bola quicou na área e bateu em Gilberto, que fechava na primeira trave. Após um bate-rebate na área, o Coelho tentou finalizar, mas o zagueiro Gil acabou detendo o perigo.

Depois de sofrer o gol, a Raposa tentou impor o ritmo de jogo com a qualidade de Montillo e Roger, seus dois meias de articulação. Entretanto, o Coelho conseguia anular a criatividade celeste com a qualidade de seus três volantes: Dudu, Nando e Leandro Ferreira.

Ao enxergar que teria dificuldades em atuar pelo lado direito da defesa do América – onde Marcos Rocha fazia boa exibição -, a Raposa começou a apoiar pelo lado de Jean Batista, que não fazia uma partida e deixava os jogadores celestes livres.

Em um jogada de falta ensaiada, Roger rolou a bola para Montillo finalizar de frente para o gol. O goleiro Flávio bateu roupa, a bola sobrou no meio da área e o zagueiro Gabriel chutou para escanteio. Na cobrança do corner, Wallyson cabeceou por cima da meta de Flávio.

Embora estivesse com muita posse de bola, a Raposa não conseguia invadir a área do Coelho. O jogo ficou bastante concentrado no meio-campo, o que impedia que saíssem mais gols.

O Cruzeiro tentou, tentou… até que conseguiu. Após a cobrança de um corner, a bola sobrou para Montillo do lado direito do ataque, que cruzou para pequena área, onde estava Thiago Ribeiro para empatar a partida com tranquilidade.

SEGUNDO TEMPO

A primeira jogada de perigo na segunda etapa foi do América. Após uma belo lançamento, Fábio Júnior exerceu a função de pivô e rolou a bola para Irênio finalizar de fora da área. Mas a bola desviou e foi para fora.

Entretanto, o Cruzeiro não se intimidou e foi para cima. Após um cruzamento de Roger pelo lado esquerdo, a bola bate no pé de Dudu, que não conseguiu afastar o perigo, e sobrou para Léo empurrar a bola para o fundo das redes de Flávio.

Se a Raposa não se intimidou e virou a partida, o América-MG também não. Dois minutos após o gol de Léo, Leandro Ferreira encheu o pé de fora da área e a bola entrou no cantinho de Fábio para empatar.

Aos 10 minutos de partida, Thiago Silvy teve a oportunidade de marcar o gol da virada do Coelho. Após receber belo lançamento, ele invadiu a área e tentou deslocar Fábio. Contudo, tirou demais e a bola foi para tiro de meta.

O Cruzeiro insistia em sair para o jogo com Montillo e Roger, que não conseguiam dar tanta qualidade ao setor de criação da Raposa. Enquanto isso, o Coelho prosseguia nas jogadas de contra-ataque.

Com a saída do meia-atacante Roger – para a entrada de Wellington Paulista -, o Cruzeiro se projetou para o ataque com três homens na linha de frente. Com o trio de ataque, a Raposa cresceu no jogo e teve inúmeras oportunidades de passar à frente no placar novamente, sempre com Wellington Paulista, Thiago Ribeiro e Wallyson.

No finalzinho da segunda etapa da partida, aos 39 minutos, aquele que ditou o ritmo da partida para o time celeste a todo instante, Montillo, decidiu a partida após uma belíssima tabela com Wallyson.

Após o terceiro gol celeste, aos gritos de “olé” da China Azul, o Cruzeiro ficou tocando bola e esperando o tempo passar.

FICHA TÉCNICA

AMÉRICA-MG 2 X 3 CRUZEIRO

Estádio: Estádio Dilzon Melo (Melão), Varginha (MG)
Data/hora: 27/03/2011 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Emerson Ferreira (MG)
Auxiliares: Helbert Costa Andrade (MG) e Pablo Almeida Costa (MG)
Renda/público: R$385.850,00 / 13.152 pagantes.
Cartões amarelos: Nando, Jean Batista, Leandro Ferreira, Thiago Silvy, Irênio, Gabriel (AME) Gilberto, Gil, Roger, Marquinhos Paraná (CRU)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Leandro Ferreira (4′ 1T) (6′ 2T), Thiago Ribeiro (42′ 1T), Léo (4′ 2T), Montillo (39′ 2T)

AMÉRICA-MG: Flávio; Marcos Rocha, Gabriel, Otávio e Jean Batista; Dudu (Davi Ceará – 34′ 2T), Nando, Leandro Ferreira e Irênio (Netinho – 22′ 2T); Fábio Júnior e Luciano (Thiago Silvy – intervalo). Técnico: Mauro Fernandes

CRUZEIRO: Fábio; Pablo, Léo, Gil e Gilberto (Everton – 22′ 2T); Marquinhos Paraná, Leandro Guerreiro, Roger (Wellington Paulista – 22′ 2T) e Montillo; Wallyson e Thiago Ribeiro (Ortigoza – 38′ 2T). Técnico: Cuca

março 27, 2011 Posted by | Cruzeiro | | Deixe um comentário

Thiago Heleno faz dois, Verdão goleia e dorme líder

Curtindo dia de artilheiro, zagueiro marca dois gols na vitória do Palmeiras por 3 a 0 sobre o Bragantino

O Palmeiras jogava mal e não vivia um dia inspirado. Sem Valdivia ao seu lado, Kleber também pouco fez para salvar o Verdão. O dia acabou sendo de… Thiago Heleno! Com dois gols do zagueiro-artilheiro, o Palmeiras goleou o Bragantino por 3 a 0, na noite deste sábado, jogando no Canindé, assegurou classificação para a próxima fase do Paulista e chegou à liderança. João Vítor marcou o terceiro gol.

A vitória dá ao Verdão a primeira posição até a partida do Corinthians, que, neste domingo, encara o São Paulo na Arena Barueri, às 16h.

Já o Bragantino se mantém na 11ª colocação, mas pode perder o posto para o Botafogo (que joga neste domingo contra o Linense) e para o Americana (que encara o São Bernardo).

VERDÃO MARCA RAPIDAMENTE E RECUA

Jogando no estádio do Canindé numa tentativa de atrair a torcida e lotar a casa (mais de 10 mil torcedores compareceram à partida), o Verdão entrou em campo com uma zaga ‘diferente’. Danilo, suspenso, deu lugar a Leandro Amaro, que atuou ao lado de Thiago Heleno.

E foi justamente Heleno quem põs fogo na partida logo a 2 minutos de jogo. O camisa 4 cobrou falta com violência e marcou o primeiro gol da partida.

O lance escancarou o nervosismo do time de Bragança Paulista, que passou a cometer muitas faltas na sequência. O mais exaltado era o zagueiro Everaldo. Depois de tomar o cartão amarelo e cometer mais duas faltas em seguida, o técnico Marcelo Veiga realizou uma substituição precoce e preservou o atleta, em vias de ser expulso na partida.

Sem criatividade para assustar o Braga de novo, o Palmeiras, a exemplo do rival, foi precoce, mas em outro aspecto. A equipe de Felipão se posicionou para aproveitar os contra-ataques e passou a jogar defensivamente ainda na segunda metade do primeiro tempo.

Muito acuado, como o próprio treinador diagnosticou, o Verdão viu o Bragantino se lançar à frente e arriscar bons lances. Cristian, aos 30, Carlinhos, aos 31 e aos 41 e Léo Jaime, aos 35, deram trabalho ao goleiro Deola.

Em um última tentativa de ataque na primeira etapa, o Verdão avançou em bela troca de passes aos 39 minutos. Depois do corta-luz de Lincoln, Kleber tentou ajeitar para trás, mas a zaga afastou. Na sobra, Chico soltou a bomba, a bola desviou e foi para fora.

Na segunda etapa, o Verdão não mudou, mas passou a se apoiar nas jogadas de Cicinho para chegar ao ataque.

Se o Palmeiras tinha Cicinho pelo lado direito, o lado esquerdo passou a ser suprido a partir da entrada de Luan, no lugar de um apagado Adriano Michael Jackson – que não marca desde os 5 a 1 da vitória sobre o Comercial-PI, na Copa do Brasil.

Com o camisa 21, o time de verde, renovado, bem que emplacou algumas jogadas pelos lados do campo. Na melhor delas, Luan serviu Kléber, que, em posição irregular, tirou tinta da trave direita de Gilvan.

Sem grandes lances na segunda etapa, sobrou para o juiz Magno de Sousa Lima Neto protagonizar lance bizarro. O árbitro se posicionou na meia-lua em cobrança ensaiada do Bragantino e atrapalhou a jogada da equipe, que buscava o empate.

Sem repetir as boas atuações que teve até aqui, o Palmeiras chegou ao segundo gol usando a bola aérea. O herói, de novo, foi Thiago Heleno. O camisa 4 aproveitou cobrança de falta de Lincoln e marcou seu segundo gol na partida, e o segundo do Verdão, aos 35 minutos.

Seis minutos depois, o gran finale alviverde, Patrik dividiu na área e a bola sobrou livre para o novato João Vítor, que marcou seu primeiro gol com a camisa do Verdão e o terceiro e derradeiro tento da partida deste sábado.

Contando com trapalhadas do árbitro e dois gols de um zagueiro, o dia não poderia terminar mais atípico para o Verdão. 3 a 0 e, de quebra, liderança do Paulista até este domingo.

Na próxima rodada, o Palmeiras tem o clássico contra o Santos pela frente, no domingo. Já o Braga recebe a Ponte Preta no mesmo dia.

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 3X0 BRAGANTINO

Estádio: Canindé, São Paulo (SP)
Data/hora: 26/3/2011- às 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Magno de Sousa Lima Neto
Auxiliares: João Edilson de Andrade e Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva
Renda/público: R$ 272.631,00 / 10.460 pagantes
Cartões amarelos: Cicinho, Rivaldo, Patrik (PAL); Everaldo, Cristian, Júnior Lopes, Carlinhos (BRA)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Thiago Heleno, 2’/1ºT (1-0); Thiago Heleno, 35’/2ºT (2-0); João Vítor, 41’/2ºT (3-0)

PALMEIRAS: Deola, Cicinho (João Vítor, 24’/2ºT), Leandro Amaro, Thiago Heleno e Rivaldo; Márcio Araújo, Chico, Patrik e Lincoln; Kleber (Mauricio Ramos, 38’/2ºT) e Adriano (Luan, 13’/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

BRAGANTINO: Gilvan; Murilo, Carlinhos e Everaldo (Júnior Lopes, 22’/1ºT); Nêgo, Éder, Marcos Aurélio (Fabricio Carvalho, 35’/2ºT), Cristian (Paulo Roberto, 13’/2ºT) e Rodriguinho; Marcelinho e Léo Jaime. Técnico: Marcelo Veiga.

março 26, 2011 Posted by | Palmeiras | , | Deixe um comentário

Inter empata com São Luiz na volta de D’ale no Gauchão

Meia argentino retorna aos gramados mas não impede resultado ruim

A volta de D’alessandro não foi como o torcedor queria. Em uma tarde chuvosa, o Inter não saiu do 0 a 0 com o São Luiz com um a menos, e perdeu chance de se isolar na liderança do grupo 1. Com o empate, o Colorado chega a nove pontos e pode ser ultrapassado pelo Lajeadense, que joga neste domingo com o Ypiranga, no Estádio Florestal, e tem sete pontos. Já o time de Ijuí ganhou duas posições e agora é terceiro na chave 1, com seis pontos.

Receba primeiro pelo celular as notícias do Colorado!

As primeiras impressões do jogo para a torcida não foram boas. O Inter iniciou com a mesma formação de cinco jogadores no meio-campo, mas em um ritmo lento. O São Luiz, pelo contrário, começou em alta voltagem. Aos dois minutos, Baiano roubou bola e tocou em Nicolas. O atacante encontrou Sharlei no meio da área, e o centroavante parou em grande defesa de Lauro. A resposta colorada chegaria apenas dez minutos depois, em mais um gol perdido por Cavenaghi dentro da área.

Focado, o time de Ijuí marcava com 10 jogadores atrás da linha da bola, o que complicou bastante as ações do Inter. Como os laterais não passavam – Kleber ficou mais preso, e Nei era bloqueado com frequência, o jogo ficou engessado pelo meio. De boa atuação, Oscar assustou em dois chutes de fora da área. Andrezinho também tentou em falta, assim como Xaro também obrigou Lauro a trabalhar.

Além dos lançamentos às costas da zaga, o Colorado se mostrou viciado em Leandro Damião. Isso mesmo. Kleber, em diversas oportunidades, levantou bola na intermediária, como se o centroavante estivesse em Porto Alegre e não em Londres. Bem no final do primeiro tempo, ainda que não criasse chances claras, o Inter ganhou um presente: Márcio Chagas advertiu Daril com o segundo amarelo, e expulsou o volante.

No intervalo, Celso Roth promoveu a volta tão esperada de D’alessandro. O argentino substituiu Andrezinho, assim como Rafael Sobis entrou no lugar de Zé Roberto. A tão aclamada dupla de Cabezón com Oscar estava em campo, e começou muito bem. Com intensa movimentação, os meias participavam de todas as jogadas ofensivas coloradas.

Depois de muito tempo, um lance que agitou a tarde e carimbou a volta de D’alessandro. Alex fez boa jogada pela direita e achou o argentino na intermediária. Com um toque, levantou a bola, e no movimento seguinte, bateu no gol. A bola explodiu no travessão, tocou nas costas de Vanderlei, e depois Alex cabeceou para fora. Em seguida, Cavenaghi abusou e desperdiçou de letra.

A pressão seguiu até os instantes finais do duelo. Com um a menos, o São Luiz apenas se defendia, sem nenhuma pretensão de atacar. Até Sharlei, o centroavante, ajudava atrás. Já nos acréscimos, Alex perdeu a última oportunidade, de dentro da pequena área, após cruzamento de Oscar.

FICHA TÉCNICA:

INTER 0 X 0 SÃO LUIZ

Data/hora: 26/03, às 16h

Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre

Árbitro: Márcio Chagas, auxiliado por João Lúcio Júnior e Marcelo Oliveira e Silva

Gols:

Cartões amarelo: Danilo, Daril, Carlos(SL) Nei(I)

Cartões vermelhos: Daril

Público pagante: 4.407

Público total: 5.396

Renda: R$ 52.250

Inter: Lauro; Nei, Índio, Rodrigo e Kleber; Wilson Matias(Alex 29’/2ºT), Guiñazu, Andrezinho(D’alessandro, Intervalo), Oscar e Zé Roberto(Rafael Sobis, Intervalo); Leandro Damião. Técnico: Celso Roth.

São Luiz: Vanderlei; Danilo(Bronzatti 32’/2ºT), Jésum, Neguetti e Xáro; Daril, Glauber, Baiano e Alexandre; Nícolas(Carlos, Intervalo) e Sharlei. Técnico Paulo Porto

março 26, 2011 Posted by | Internacional | | Deixe um comentário

Em jogo fraco, Botafogo e Boavista não saem do zero


Glorioso esbarra na falta de criatividade. De um camarote, Caio Junior dá instruções a interino e vê que terá muito trabalho

Um verdadeiro marasmo. Assim podemos definir o confronto entre Boavista e o desmantelado Botafogo, que com 10 desfalques teve atuação fraca. O empate sem gols, foi com certeza o resultado mais justo para a partida deste sábado, no Moacyrzão. Como o Olaria venceu o Nova Iguacu, o Glorioso perdeu a primeira colocação para o time azul e branco.

O JOGO

O início do duelo foi muito truncado no meio de campo, mas aos poucos as jogadas de ataque foram saindo. O volante Júlio César errou um passe bobo, dando no pé de Somália. O volante bateu de fora da área e caprichosamente a bola não entrou, passando pertinho da trave. André Luís responderia em bela jogada individual em cima de Marcio Azevedo, mas na finalização, acabou desperdiçando, chutando para fora.

Com a parada técnica habitual aos 20 minutos, o Botafogo acertou o posicionamento e passou a mandar no jogo. Somália cruzou após bom passe de Alessandro, mas nenhum jogador alvinegro finalizou. O Glorioso apostou na velocidade de Caio, que conseguia fazer boas jogadas, mas pecava na hora de arrematar. O apoiador Fabrício, sentindo o fato de não iniciar uma partida há mais de um ano, não conseguiu criar boas oportunidades para o ataque, mas Somália, mesmo esbarrando em suas limitações, demonstrava muito empenho e ajudou o companheiro na criação. No fim da primeira parte do jogo, Caio fez belo lance, após roubada de bola de Fabrício, invadiu a área e foi derrubado por Joílson. No entanto, o árbitro não marcou. O lance foi duvidoso. Logo depois, o atacante alvinegro Willian ainda teria boa chance, não fosse um impedimento mal marcado pelo bandeirinha.

SEGUNDO TEMPO SONOLENTO

Na segunda etapa, o Botafogo parecia que encontraria facilidades na defesa do Boavista, mas apesar do esforço de alguns jogadores, sobretudo Somália e Caio, o time esbarrou em sua falta de criatividade. Pela equipe de Saquarema, o ex-rubro-negro Erick Flores também não ajudou muito e acabou substituído. O mesmo ocorreu com Willian e Fabrício, que pela primeira vez começou um jogo pelo Alvinegro. O novato Jairo e o lateral-esquerdo de origem Guilherme entraram, este último jogando como apoiador.

Em um camarote do Moacyrzão, o novo técnico Caio Junior passou instruções durante o jogo para o preparador de goleiros Flávio Tenius, que interinamente, comandou o time à beira do campo. Todavia, o segundo tempo só foi interessante nos últimos 10 minutos, quando as duas equipes acordaram, após um jogo que se arrastou devido a pouca atitude de ambos o times.

Sempre com Somália e Caio, o Botafogo chegou criou mais uma vez. O volante assumiu o papel de armador e colocou o Talismã mano a mano com o zagueiro. O camisa 9 passou por dois marcadores em bela jogada individual e bateu, mas Thiago fez grande defesa e impediu um golaço. O Glorioso ainda reclamou um pênalti de Gustavo, que teria usado a mão para tirar uma bola, mas não houve intenção do zagueiro do Boavista. O placar óbvio acabou acontecendo. Renan ainda faria algumas intervenções antes do término, mas o 0 a 0 era iminente. É… Caio Junior observou e deve ter constatado que terá muito trabalho pela frente.

FICHA TÉCNICA:
BOAVISTA 0 X 0 BOTAFOGO

Estádio: Claudio Moacyr, Macaé (RJ)
Data/hora: 26/3/2011 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: William Marcelo de Souza Nery (RJ)
Auxiliares: Ralph Coutinho Carneiro (RJ) e Ricardo Nogueira da Silva (RJ)
Renda/Público pagantes: R$ 18.870,00 /2.108
Gols:
Cartões Amarelos: Antônio Carlos, Fahel(BOT); André Luís, Paulo Rodrigues, Gustavo(BOA)
Cartõs Vermelhos: Não houve.

BOAVISTA: Thiago, Éverton Silva, Gustavo , Bruno Costa e Paulo Rodrigues (Roberto Lopes, 24/2°T); Júlio César, Joílson, Leandro Chaves (Raphael Augusto, 31’/2°T) e Erick Flores (Fábio Fidélis, 12/2°T); Frontini e Andre Luís. Técnico: Alfredo Sampaio.

BOTAFOGO: Renan; Alessandro, Antônio Carlos, Márcio Rosário e Marcio Azevedo; Fahel, Marcelo Mattos, Somália e Fabrício (Guilherme, 21’/2°T); Caio (Cidinho, 41’/2°T) e Willian (Jairo, 20’/2°T). Técnico: Flávio Tênius (Interino)

março 26, 2011 Posted by | Botafogo | , | Deixe um comentário

Vasco bate Sporting e é o primeiro campeão mundial de futebol de areia


Com apoio da torcida e diante do presidente Roberto Dinamite, o time cruz-maltino vence a final na manhã deste sábado por 4 a 2, de virada

Sol, torcida apoiando, o presidente do clube, Roberto Dinamite, prestigiando. Num cenário perfeito, o Vasco conquistou o título do I Mundialito de Clubes de Futebol de Areia ao bater o Sporting por 4 a 2, na final disputada na arena montada na Represa de Guarapiranga, em São Paulo.
– Diziam que éramos favoritos, mas não começamos bem o campeonato. Fomos subindo de produção nas fases finais até conquistarmos o título contra o Sporting, que é uma grande equipe – analisou Betinho.
Mas o início foi complicado para o time da Colina. Com apenas 27 segundos de bola rolando, Leghissa cobrou falta do campo de defesa e Fernando DDI desviou: 1 a 0 Sporting. O gol deixou os jogadores do Vasco nervosos, Jorginho reclamou e levou cartão amarelo.
Mas aos poucos o time cruz-maltino colocou a cabeça no lugar e chegou à virada ainda no primeiro tempo. A quatro minutos do fim da etapa, Bruno Xavier empatou batendo no ângulo. Rafinha, pegando rebote do goleiro Paulo Graça a pouco mais de dois minutos do encerramento, fez o segundo.

Betinho disputa a bola com Belchior durante a decisão do Mundialito (Foto: Deco Pires / Divulgação)
O forte calor na manhã deste sábado em São Paulo fez com que os jogadores se poupassem. Poucas chances de gol foram criadas nos 12 minutos do segundo tempo e o placar de 2 a 1 para o Vasco não foi alterado.
No terceiro tempo, o Vasco sacramentou a vitória. Faltando 8m30s, Rafinha levantou para o uruguaio Pampero, de cabeça, encobrir o goleiro Graça e fazer um bonito gol. Um minuto depois, numa falta na entrada da área, Belchior diminuiu para o Sporting: 3 a 2.
Confiante na vitória, a torcida do Vasco começou a gritar olé a cinco minutos do fim da partida. Restando 1m45s, Belchior assustou ao acertar a trave do goleiro Salgueiro, mas no ataque seguinte Jorginho deixou Betinho na cara do gol para marcar o quarto e escrever o nome do Vasco na história como o primeiro campeão mundial de futebol de areia.
Pampero é eleito o craque do Mundialito
Após a final, a organização entregou os prêmios individuais da competição: o potiguar André (Flamengo) foi o ‘Artilheiro’ com 15 gols, o português Graça, do Sporting, recebeu o troféu de ‘Melhor Goleiro’ e o uruguaio Pampero, do Vasco, foi eleito o ‘Melhor Jogador’ do campeonato.

março 26, 2011 Posted by | Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Em ritmo de treino, Grêmio goleia Inter-SM no Gauchão

Garoto Leandro marcou dois gols e foi destaque da partida

Com extrema facilidade, o Grêmio goleou o Inter de Santa Maria por 6 a 0, nesta quinta-feira, em ritmo de treino. Os poucos torcedores que encararam a chuva e foram ao Estádio Olímpico viram dois gols do garoto Leandro, uma promessa das divisões de base tricolor. Na classificação geral do Campeonato Gaúcho, o Tricolor iguala o número de pontos do rival Inter – o de Porto Alegre -, mas faltou um gol para igualar também em saldo de gols.

LIBERTADORES: Petrolero vence e deixa Grêmio perto das oitavas

A próxima partida gremista será no próximo domingo, dia 27, frente ao Pelotas, na Boca do Lobo. Já o Inter-SM joga no mesmo dia, com o Juventude, às 18h30, em Caxias do Sul.

Todos os prognósticos apontavam para uma partida fácil diante do Inter-SM. O clube do interior gaúcho tem apenas 18 jogadores no elenco, após dispensa de cinco. No fim de semana, dois baladeiros foram dispensados. O xará do rival gremista não tinha um ponto na Taça Farroupilha, e continua assim.

O início mostrou o que seria o jogo. Logo a 3 minutos, nem o público baixo havia se consolidado e Gilson arrancou pela esquerda e sofreu pênalti. Douglas cobrou no canto esquerdo de Pedro Paulo, alto, e abriu o placar. A movimentação dos homens do ataque, principalmente de Escudero, era intensa, e o goleiro santamariense precisou trabalhar em duas oportunidades para evitar mais gols.

A partir dos dez minutos, o Grêmio arrefeceu um pouco os ânimos e cedeu espaços. O Inter aproveitou em algumas oportunidades, e Marcelo Grohe mostrou serviço à torcida gremista na falta de Victor, com a Seleção. Mas aos 23, o Tricolor voltou ao ataque e ampliou. A qualidade fez diferença: pela direita, o zagueiro improvisado Mário Fernandes ingressou na diagonal, como lateral, tabelou com Viçosa e fez um belo gol.

Três minutos depois, a arbitragem voltou os holofotes para ela. André Cieslak ia marcando falta fora da área quando o bandeirinha José Silveira já estava na linha de fundo, interpretando o toque da bola na mão de Rodolfo. Pênalti para o Inter de Santa Maria, desperdiçado por Dinei em grande defesa de Marcelo Grohe. Depois, Gilson e Lúcio foram derrubados por defensores do Interzinho dentro da área, mas Cieslak nada marcou. O primeiro tempo acabou com as polêmicas e o 2 a 0 gremista.

A orientação de Renato Gaúcho era tocar a bola e valorizar a posse dela. Pois foi o que o Grêmio fez e, sem maiores problemas, chegou ao terceiro gol aos sete minutos. Lúcio acionou Douglas em contra-ataque. Já dentro da área, o meia achou Viçosa, que, com uma cavadinha, tirou do goleiro.

As chances de gols foram se empilhando. Com dois a menos, o Inter-SM definhou diante da qualidade gremista. Rafael Marques, de peixinho, marcou aos 20 minutos. Aos 30, o garoto Leandro, que havia entrado no lugar do volante Adilson, deixou sua marca e fez o segundo com a camisa gremista. E ainda tinha tempo para mais, já que aos 42 o próprio garoto fuzilou Pedro Paulo e aumentou a goleada para 6 a 0.

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 6 X 0 INTER-SM

Local: Estádio Olímpico, Porto Alegre (RS)
Data-Hora: 24/3/2011 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: André Cieslak (RS)
Auxiliares: José Silveira (RS) e Carlos Henrique Selbach (RS)
Cartões amarelos: Douglas e Adilson (GRE); Luiz Henrique, Diogo Fernandes e Deurick (ISM)
Cartões vermelhos: Diogo Fernandes 9’/2ºT e Luiz Henrique 32’/2ºT (GRE)
Renda e público: R$ 55.104,50 / 4.291 pagantes / 5.099 presentes
Gols: Douglas 3’/1ºT (1-0), Mário Fernandes 23’/1ºT (2-0), Júnior Viçosa 7’/2ºT (3-0), Rafael Marques 20’/2ºT (4-0) e Leandro 30’2ºT (5-0) e 42’/2ºT (6-0)

GRÊMIO: Marcelo Grohe, Mário Fernandes, Rafael Marques, Rodolfo e Gilson (Bruno Collaço 20’/2ºT); Fábio Rochemback, Adilson (Leandro 13’/2ºT), Lúcio e Douglas; Escudero (Vinícius Pacheco 25’/2ºT) e Júnior Viçosa – Técnico: Renato Gaúcho.

INTER-SM: Pedro Paulo, Diogo Fernandes, Diego Borges, André Bahia e Luiz Henrique; Elias, Deurick, Thiago Corrêa, Wendes (Leonardo 46’/2ºT) e Cadu (Foguinho 25’/2ºT); Dinei (Ronni 29’/2ºT) – Técnico: Suca.

março 24, 2011 Posted by | Grêmio | , | Deixe um comentário

Corinthians vence, retoma a ponta e está nas quartas do Paulistão

Timão bate o Oeste por 3 a 0 e passa São Paulo, que perdeu para o Paulista. Time já está na fase final

Após a terceira vitória consecutiva, o Corinthians chegou, novamente, à liderança do Campeonato Paulista. Na noite desta quarta-feira, o Timão ganhou do Oeste, por 3 a 0, somou 34 pontos e passou o São Paulo, antigo primeiro colocado, que foi derrotado em Jundiaí (3 a 2). Com o triunfo, o Alvinegro se classificou para as quartas de final do Paulistão.

Os gols do Corinthians foram marcados por Paulinho, ainda no primeiro tempo, Liedson e Dentinho, ambos na segunda etapa. Levezinho marcou o décimo gol, em nove jogos, e chegou à artilharia isolada da competição.

O Oeste pouco assustou o clube da capital, que jogou tranquilo para vencer a partida. Com o resultado, o Timão está classificado para as quartas de final do Paulistão.

Bruno César, que entrou no segundo tempo, foi o destaque do time. Depois de o Timão marcar o segundo gol, o Corinthians diminuiu muito o ritmo. Mas o meia apareceu bem e ajudou o clube da capital crescer na partida.

No próximo domingo, o Timão tem clássico paulista contra o São Paulo. O Oeste recebe o Noroete, em Itápolis, no sábado.

O JOGO

O Corinthians chegou pela primeira vez ao ataque com os dois homens de meio de campo. Aos 9 minutos da primeira etapa, Morais carregou pela direita e tocou para o meio. Livre de marcação, Dentinho, dentro da área, dominou e bateu forte. A bola passou pelo zagueiro e saiu pela linha de fundo, tirando tinta da trave direita do goleiro Fábio.

Os volantes do Corinthians pouco participaram do jogo. Tanto na defesa quanto no ataque. Até que, aos 17 minutos, Paulinho apareceu como elemento surpresa e quase marcou o gol. Dentinho apareceu pela esquerda e cruzou para o meio. O volante tentou de letra, mas furou e a bola saiu pela linha de fundo.

Variando entre jogadas pelas laterais e alguns lances chegando pelo meio, o ataque do Corinthians levava vantagem sobre a fraca defesa do Oeste. O ataque do time do interior, por sinal, aparecia apenas em contra-ataques.

Aos 34, Paulinho, que começava a aparecer mais para o jogo, abriu o placar. Após escanteio cobrado por Morais, o volante subiu alto e mandou para o fundo do gol.

O Oeste, depois de ficar atrás do placar, começou a buscar o jogo. O meio de campo trocou passes, mas não chegava no ataque com qualidade para marcar. As chances apareceram de cruzamentos, que os atacantes não conseguiram concluir bem. Antes do fim do primeiro tempo, o zagueiro Cris também se machucou.

– O gol foi importante, o Oeste está marcando forte. O importante é o resultado que a gente está conseguindo – disse Paulinho, autor do gol do Corinthians, na saída para o intervalo.

Na volta para o segundo tempo, Luiz Carlos Martins voltou com duas mudanças. Rafael Caldeira entrou no lugar do contundido Cris e Anselmo Ramón deu lugar a Alex Willian.

E o Corinthians continuou no ataque. Dentinho quase marcou logo aos 3. Na sequência, Liedson marcou seu décimo gol em nove jogos e empatou com Elano, do Santos, na artilharia. Depois disso, o Timão passou a cadenciar a partida. O clube da capital trocava passes no meio de campo e pouco se arriscava no ataque.

As jogadas pelas laterais e de velocidade foram as que o Corinthians mais tentava, mas não conseguiu chegar com perigo. Com a entrada de Bruno César, aos 27, as coisas mudaram. O meia fez a jogada pela direita e cruzou para Liedson, que bateu mal. O zagueiro do Oeste tentou cortar, mas mandou em cima de Dentinho, que marcou o terceiro.

No fim, Fábio Santos do Corinthians, bateu forte para ótima defesa de Fábio, que impediu uma goleada.

FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 23 X 0 OESTE

Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 23/3/2011 – 21h50
Árbitro: José Claudio Rocha Filho (SP)
Auxiliares: Marco Antonio Monteiro Bagatella (SP) e Mauro André de Freitas (SP)

Renda/público: R$ 267.012,50 / 8.600 pagantes
Cartões amarelos: Chicão e Luis Ramírez (COR); Dionísio e Cris (OES)
GOLS: Paulinho, 34’/1ºT (1-0); Liedson, 5’/2ºT (2-0); Dentinho, 28’/2ºT (3-0)

CORINTHIANS: Julio César, Alessandro, Chicão, Leandro Castan e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Morais (Luis Ramíres, 17’/2ºT) e Jorge Henrique (Bruno César, 27’/2ºT); Dentinho e Liedson (Willian, 32’/2ºT). Técnico: Tite.

OESTE: Fábio, Adriano, Cris (Rafael Caldeira, intervalo)e Paulo Miranda; Leo Salino (Mariano, 22’/1ºT), Dionísio, Márcio Passos, Roger e Fernandinho; Fábio Santos e Anselmo Ramon (Alex Willian, intervalo). Técnico: Luiz Carlos Martins

março 24, 2011 Posted by | Corinthians | , | Deixe um comentário

São Paulo perde para o Paulista e vê fim da sequência de vitórias

Antes de enfrentar o Corinthians, Tricolor perde por 3 a 2, sofre primeira derrota dos últimos cinco jogos e perde a liderança do Paulistão

O São Paulo perdeu por 3 a 2 para o Paulista na noite desta quarta-feira, em Jundiaí, em jogo válido pela 15ª rodada do Campeonato Paulista. O resultado põe fim à série de quatro vitórias que a equipe do Morumbi obteve nas últimas quatro rodadas diante de Grêmio Prudente, Santo André, Ituano e São Caetano, além de tirá-lo da liderança da competição. O Paulista, por sua vez, reencontra a vitória, após ter perdido para o Botafogo, fora de casa e fica a quatro pontos do nono colocado São Caetano, se firmando mais no G8.

No próximo jogo o São Paulo, que agora ocupa a terceira colocação, pega o líder Corinthians, que vem de duas vitórias seguidas. Em jogo, um incômodo tabu de quatro anos (11 jogos) sem vencer o time do Parque São Jorge. De bom do jogo de Jundiaí fica que Rogério Ceni chegou ao 99º gol e pode chegar ao 100º no clássico, de acordo com a conta do São Paulo.

Logo no primeiro minuto de jogo o São Paulo já foi surpreendido pelo Paulista. Weldinho fez grande jogada pela direita, trouxe para o meio e chutou no canto esquerdo de Rogério Ceni, que não segurou e viu Fabiano, de cabeça, completar para o gol.

Após o susto, o São Paulo tentou reagir e teve mais domínio de bola que o time da casa, que recuou e esperou pelos contra-ataques. Fernandinho teve grande chance aos 10 minutos, mas chutou para fora. O Tricolor crescia, tinha maior volume de jogo, mas não conseguia transformar o domínio em gols.

Aos 34 minutos, um lance duvidoso: Fernandinho recebeu na área passou Henrique e Eli Sabiá e caiu. O árbitro não viu pênalti e mandou o lance seguir.

Se, no futebol, quem não faz, leva, o São Paulo não chegou ao gol. O castigo veio aos 36, após Weldinho receber bom passe de Marquinhos próximo ao bico da área, fintou Juan, e chutou no canto oposto de Rogério Ceni. Depois do gol, o que se viu ainda foi algum domínio tricolor, mas foi só.

No segundo tempo, o jogo começou muito aberto. Logo aos seis minutos, Eli Sabiá fez falta em Ilsinho dentro da área. Rogério Ceni converteu com categoria. Ao diminuir, o São Paulo pressionou o Paulista, mas recebeu um balde de água fria aos 10 minutos. Vanderlei recebeu bom passe no meio da zaga são-paulina e chutou, no meio das pernas de Rogério Ceni, para aumentar o placar para o time da casa.

Aos 25 minutos, após uma pressão crescente do São Paulo, Fernandinho acertou bom cruzamento da esquerda, a bola passou por Felipe Alves e encontrou Dagoberto livre, em baixo da trave, para diminuir para o Tricolor.

Após o gol, o que se viu no Jayme Cintra foi uma pressão total são-paulina. As chances pipocavam para o lado visitante, enquanto o Galo da Japi, como fez o jogo inteiro quando esteve em vantagem, se postava e esperava por um contra-ataque decisivo. A equipe de Jundiaí foi eficiente e suportou a pressão do São Paulo até o fim do jogo.

FICHA TÉCNICA:
PAULISTA 3 X 2 SÃO PAULO

Estádio: Jayme Cintra, em Jundiaí (SP)
Data/hora: 23/3/2011 – 21h50
Árbitro: Flavio Rodrigues Guerra
Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis e Alberto Poletto Masseira
Renda/público: 233.943,00 / 6.437 pagantes
Cartões amarelos: Samuel Xavier, Eli Sabiá, Marquinhos, Rodrigo Sabiá (PTA); Juan, Jean, Xandão (SPO)
Cartões vermelhos: Nenhum.
GOLS: Fabiano, 1’/1ºT (1-0); Weldinho, 37’/1ºT (2-0); Rogério Ceni, 6’/2ºT (2-1); Vanderlei, 10’/ 2ºT (3-1); Dagoberto, 25′ / 2ºT (3-2)

PAULISTA: Felipe Alves; Weldinho, Eli Sabiá, Henrique e Marquinhos; Rodrigo Sabiá, Fábio Gomes, Samuel Xavier (Baiano, 30’/2ºT) e Diego Barboza; Vanderlei (Mike, 31′ /2ºT) e Fabiano (Tutinha, 34’/2ºT). Técnico: Wagner Lopes

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Xandão, Alex Silva, Miranda (Júnior César, 43’/2ºT) e Juan (Henrique, 13’/2ºT); Jean, Casemiro (Ilsinho, 34’/1ºT), Carlinhos Paraíba e Marlos; Dagoberto e Fernandinho. Técnico: Paulo César Carpegiani.

março 24, 2011 Posted by | São Paulo | | Deixe um comentário

Atlético-MG não passa de um empate com o Uberaba

Galo desperdiça a chance de dividir a liderança do Campeonato Mineiro com o Cruzeiro

O Atlético-MG não passou de um empate em 1 a 1 com o Uberaba, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, na noite desta quarta-feira, pela oitava rodada do Campeonato Mineiro.

Com o resultado, o Galo permanece momentaneamente na segunda posição – o América, com uma vitória, pode passar o Alvinegro -, com 17 pontos. O Zebu fica na nova posição, com sete pontos, e permanece invicto fora de casa.

Próximos compromissos:

Na nona rodada, o Atlético encara o Democrata, no Mamudão, em Governador Valadares. O jogo acontece no dia quatro de abril. Já o Uberaba, no mesmo dia, no Uberabão, enfrenta o Funorte, em um duelo de equipes que brigam para não cair.

O jogo:

O Atlético voltou a demonstrar no início da partida os mesmos problemas dos últimos jogos. Erros de passe, muita afobação, pouca calma e a criação de oportunidade gol ficava prejudicada. O fato de o time ser muito leve e ter como característica principal a velocidade tem prejudicado o toque de bola. Nem jogadores mais técnicos, como Ricardinho e Richarlyson, estavam conseguindo cadenciar o ritmo da partida.

A sucessão de passes errados fez com que o Uberaba fosse o primeiro time a criar perigo. Aos 10 minutos, Maurinho cruza a bola, mas Renan Ribeiro, com um tapinha para escanteio, evita a cabeça de Cristiano Brasília. Dois minutos depois, Cristiano Brasília voltou a amedrontar a massa alvinegra. Ele cobrou falta do meio de campo e tentou encobrir Renan Ribeiro, que se recuperou e espalmou para a linha de fundo. Mas o ímpeto do time do interior parou por aí. O Zebu recuou muito e aceitou a pressão alvinegra.

Aos 17 minutos, a primeira chance do Atlético. Jobson sofreu falta na entrada da grande área. Ricardinho cobrou colocado e a bola passou rente a trave do goleiro Fernando, se perdendo pela linha de fundo. E Ricardinho continuava sendo o homem mais perigoso da ofensiva atleticana. Aos 23, o meia pegou, de primeira, um rebote da zaga uberabense e finalizou por cima do gol de Fernando. Dois minutos depois, Jobson tabelou com Renan Oliveira, que deixou a bola para Ricardinho. O armador chutou colocado e o arqueiro Fernando fez grande defesa, impedindo o primeiro gol da partida.

Nos últimos quinze minutos do primeiro tempo, o Galo montou uma blitz no campo de ataque. O time da capital trocava passes dentro da intermediária do Uberaba, que tentava se defender montando um ferrolho, com até nove jogadores atrás da linha da bola. Através da pressão, o Atlético teve a melhor chance. Jobson achou Renan Oliveira livre pela direita. O camisa 8, aos 32 minutos, avançou livre, mas chutou fraquinho, facilitando a defesa de Fernando. Três minutos depois, Richarlyson fez cruzamento perfeito para Ricardo Bueno, que cabeceou com força, mas sem a direção do gol. Apesar da imensa pressão alvinegra, o primeiro tempo terminou sem gols.

Segunda etapa:

Notando a postura extremamente defensiva do Uberaba, Dorival Júnior sacou o volante Toró e colocou o meia-atacante Mancini. O Atlético, com essa alteração, cedia muitos espaços para o contragolpe do Uberaba, mas também conseguia criar mais oportunidades de gol.

Após falha bizonha de Réver, aos dois minutos, Rômulo avançou sozinho, mas finalizou em cima de Renan Ribeiro, perdendo uma clara oportunidade de gol. O Galo inaugurou o placar aos quatro minutos. Jobson fez cruzamento, Ricardo Bueno ganhou do zagueiro e cabeceou no contrapé de Fernando. Na comemoração, cantou parabéns em homenagem a Renan Ribeiro e Zé Luís, aniversariantes do dia.

Mas, aos 10 minutos, nova desatenção defensiva do Galo. Maurinho cruzou da direita, Rômulo ajeitou para o lateral-esquerdo Bruno Campos, que soltou um foguete. Renan Ribeiro, no primeiro momento, salvou o Atlético, mas, no rebote, Bruno Campos igualou o marcador. O Alvinegro sofreu gols em todas as partidas nesse ano.

As bolas aéreas seguiam sendo a melhor alternativa atleticana. Aos 12 minutos, Richarlyson cruzou e Réver testou com força e a bola explodiu no travessão. Mancini, que havia entrado no intervalo, sentiu dores na coxa direita e teve que deixar o campo. Cristiano Brasília, aos 14 minutos, cobrou falta com categoria, a bola passou próxima a trave de Renan Ribeiro.

Após alguns minutos de pouca ação, aos 21, Magno Alves, que recebeu passe de Renan Oliveira, soltou uma bomba, a bola desviou na zaga e passou próxima a trave de Fernando. Aos 28 minutos, Maurinho levantou a bola na área. O baixinho Marcinho ganhou dos grandalhões atleticanos e cabeceou na trave, assustando a torcida atleticana. Aos 32 minutos, Neto Berola avançou em velocidade pela esquerda, limpou a marcação e cruzou para Ricardo Bueno, que cabeceou fraco nas mãos do goleiro. Aos 40 minutos, Ricardo Bueno tentou proteger a bola, se enrolou com o marcador e caiu dentro da área. O juiz mandou o jogo seguir.

O Galo não conseguia furar a retranca do Uberaba e abusava das bolas cruzadas na área. Sem muita efetividade. A zaga do Zebu conseguia cortar todas as jogadas e segurou o empate.

FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-MG 1×1 UBERABA

Estádio: Arena do Jacaré, Sete Lagoas (MG)
Data/hora: 23/03/2011 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Igor Junio Benevenuto
Auxiliares: Marcus Vinícius Gomes e Janette Mara Arcanjo
Renda/público: R$ 20.375,00 / 4.163 pagantes.
Cartões amarelos: Ricardo, Felipe e Balduíno (UBE) Leonardo Silva (ATL)
Cartões vermelhos: Não houve

GOLS: Ricardo Bueno, 4’2T (0-1), e Bruno Campos, 10’2T (1-1)

ATLÉTICO-MG: Renan Ribeiro; Bernard, Leonardo Silva, Réver e Richarlyson; Toró (Mancini, intervalo – Magno Alves, 14’2T), Serginho, Renan Oliveira e Ricardinho; Jobson (Neto Berola, 14’2T) e Ricardo Bueno Técnico: Dorival Júnior

UBERABA: Fernando; Rodrigão, Felipe (Alemão, 19’2T – Hugo, 22’2T) e Ricardo; Maurinho, Balduíno, Gabriel, Rômulo (Juninho Cearense, 32’2T) e Bruno Campos; Marcinho e Cristiano Brasília. Técnico: Nenê Belarmino

março 24, 2011 Posted by | Atlético-MG | | Deixe um comentário

Flu vira sobre o América-MEX e segue vivo na Libertadores

Deco, com um gol no fim, foi o herói da vitória por 3 a 2 sobre os mexicanos, nesta quarta-feira, no Engenhão

Não duvidem dos Guerreiros. Assim foi em 2009, assim foi em 2010 e, por que não, poderá ser na Copa Santander Libertadores. Nesta quarta-feira, os quase 15 mil torcedores presentes no Engenhão assistiram a mais um capítulo da incrível saga que o Fluminense vem travando nos últimos anos. Após ficar por duas vezes atrás no placar, o Tricolor conseguiu a virada e bateu o América-MEX por 3 a 2, mantendo vivas as chances de classificação para a próxima fase.

E, para dar mais dramaticidade, Deco, voltando de lesão após dois meses, foi o herói da vitória, com uma assistência e um gol salvador, a três minutos do fim. Além da torcida, quem deve agradecer ao Mago é a dupla de trapalhões da noite: Ricardo Berna e Digão, que, em duas falhas, entregaram os gols para as Águias.

MAIS:
– TABELA: Veja como ficou o Fluminense no Grupo 3
– FOTOS: Confira a galeria de imagens da vitória tricolor
– FOTO: Torcida do Flu não poupa Muricy de críticas
– Abel Braga fala ao LNET!: ‘Estou pronto para o pau’

Com o resultado, o Fluminense reassumiu a terceira colocação do Grupo 3, com cinco pontos. Já o time mexicano segue em segundo, com seis pontos. O próximo compromisso do Fluminense pela Libertadores será no dia 6 de abril, contra o Nacional-URU, em Montevidéu. Neste domingo, encara o clássico diante do Vasco, no Engenhão. Já o América-MEX recebe o Angentinos Jrs., no dia 7, no Azteca.

FALHA IMPEDE VANTAGEM DOS GUERREIROS

Turbulências fora de campo, time sem comando definido… empenhados em dar um pontapé na crise, os guerreiros tricolores entraram em campo com uma disposição à altura da alcunha recebida nos últimos anos. A falta de disciplina tática da equipe brasileira acabou compensada pela correria. Apesar do público incondizente com a importância da partida, os jogadores do Fluminense foram empurrados pelo grito ininterrupto dos cerca de 13 mil torcedores que compareceram às arquibancadas do Engenhão.

O atacante Fred, que fez sua estreia na Libertadores, mostrou que faz a diferença na grande área. Mesmo fortemente marcado (quase sempre com dois adversários à sua frente), conseguiu criar jogadas de perigo com passes rápidos e precisos. Ao mesmo tempo, a parceria com Emerson, também inédita na competição, desequilibrava. Assim, parecia que o Fluminense faria o resultado com facilidade, mas não foi o que aconteceu.

Logo aos 14 minutos, na primeira chegada do América-MEX, um lance inusitado. Primeiro, Digão falhou ao não cortar lançamento de Montenegro. Enquanto Berna, na saída, deixou a bola escapar, ofereceu o gol vazio para Sánchez só tocar para as redes. Na sequência, muita reclamação dos tricolores, o que paralisou o jogo por alguns minutos.

Parecia que o Flu entraria em desespero. Mas, para alento da torcida, a resposta foi rápida. Aos 20 minutos, Conca levantou para Gum, que se antecipou à zaga e cabeceou para o fundo das redes. Fúria do zagueiro na comemoração.

A partir de então até a saída para o intervalo, pressão total dos anfitriões. A raça começou a sobressair. Destaque para o volante Valencia, que, limitações técnicas à parte, foi um monstro nos desarmes. Mas, ironicamente, quem teve a melhor chance de terminar o primeiro tempo em vantagem foram os mexicanos. Aos 45 minutos, em outra falha da defesa, Montenegro chutou forte de frente para o gol, mas Berna, redimindo-se da falha anterior, salvou o Flu com bela defesa.

DECO VOLTA E SALVA O FLU NO FIM

Logo no início da segunda etapa, o Fluminense sofreu uma baixa. O lateral-direito Mariano, com dores no joelho esquerdo, pediu para sair. Em seu lugar, o interino Enderson Moreira colocou o apoiador Deco, que retornou aos gramados após dois meses. Souza foi deslocado para o setor defensivo.

Já a pressão incansável da etapa inicial ficou mais amena. O time passou a tocar mais a bola, buscando espaços na retrancadíssima defesa mexicana. Sem criatividade no meio-campo, o Tricolor retomou ao vício das bolas alçadas – todas bem interceptadas.

A situação estava difícil, até que, aos 27 minutos, a casa caiu. Em outra parceria atrapalhada de Berna e Digão, Sánchez, sempre ele, colocou os visitantes na frente. Em cruzamento, o camisa 11 encobriu o goleiro tricolor; antes da bola entrar, Digão cabeceou para a própria meta. Clima de “Maracanazzo” no Engenhão.

Enderson pôs em campo Rafael Moura e Araújo para reforçar o ataque. O time permanecia apático. Por duas vezes, Vuoso teve o gol escancarado para liquidar a partida. Mas, num lance de inspiração do reestreante Deco, os guerreiros encontraram novo fôlego. Araújo aproveitou o cruzamento do Mago e, de cabeça, voltou a igualar o placar, aos 42 minutos.

Até que, a três minutos do fim, Deco virou o placar com belo gol de cobertura. Vitória da raça, digna do time de guerreiros que segue vivo na luta pelo título continental.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 3 X 2 AMÉRICA (MEX)

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data-Hora: 23/3/2011 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Antônio Arias (PAR)
Auxiliares: Milciades Saldívar (PAR) e Darío Gaona (PAR)
Cartões amarelos: Gum e Fred (FLU); Oliveira e Rojas (AME)
Cartões vermelhos: –
Renda e público: R$ 536.765,00 / 11.987 pagantes / 13.158 presentes
Gols: Sánchez 14’/1ºT (0-1), Gum 20’/1ºT (1-1), Digão (contra) 27’/2ºT (1-2), Araújo 35’/2ºT (2-2) e Deco 42’/2ºT (3-2)

FLUMINENSE: Ricardo Berna, Mariano (Deco 6’/2ºT), Gum, Digão e Julio Cesar (Araújo 28’/2ºT); Valencia, Diguinho, Souza e Conca; Emerson (Rafael Moura 24’/2ºT) e Fred – Técnico: Enderson Moreira.

AMÉRICA-MEX: Navarrete, Layún, Cervantes, Valenzuela e Rojas; Rosinei (Marques 44’/2ºT), Pardo, Oliveira (Reyna – Intervalo) e Montenegro; Sánchez e Vuoso (Esqueda 37’/2ºT) – Técnico: Carlos Reinoso.

março 24, 2011 Posted by | Fluminense | | Deixe um comentário

‘Nova’ dupla de meias brilha e Palmeiras goleia o Linense

Com dois gols de Patrik e um de Kleber, Verdão ainda contou com boa atuação de Lincoln para bater o Linense por 3 a 0

Em noite inspirada da “nova” dupla de meias, o Palmeiras goleou o Linense por 3 a 0 na Arena Barueri, na noite desta quarta-feira. Patrik, que marcou duas vezes, e Lincoln, de volta ao time após dois meses afastado, mostraram que o Verdão não é dependente de Valdivia na criação de jogadas. Kleber fez o outro gol do Alviverde.

A goleada põe o Palmeiras na liderança do Campeonato Paulista ao menos até as partidas de São Paulo (que duela com o Paulista, em Jundiaí) e Corinthians (que enfrenta o Oeste, no Pacaembu), a serem realizadas às 21h50 desta quarta-feira.

Com duas derrota em sequência, o Linense ocupa a 17ª colocação, na zona de rebaixamento.

DISCRETO, MAS EFICIENTE

Sem Valdivia, machucado, e com Lincoln de volta ao time – o meia não atuava desde a estreia do Verdão no Campeonato Paulista, contra o Botafogo (0 a 0) no Pacaembu, em janeiro -, o Palmeiras teve uma alternativa a mais para criar as jogadas, além de Patrik na armação.

Mas o Alviverde era tímido em campo e demorou a engatar a primeira marcha em Barueri. O time de Felipão até trocou bons passes, mas não foi bem nas finalizações. Exemplo disso foi aos 27, quando Adriano e Kléber tabelaram, Patrik recebeu na esquerda e cruzou com perigo na pequena área e ninguém conseguiu por a bola no gol.

Discreto, Lincoln perdeu chance inacreditável aos 36: Cicinho chutou, Mateus ofereceu o rebote e ele, livre dentro da área e de frente para o gol, finalizou por cima.

Mas se Valdivia não estavam em campo, o Palmeiras chegou ao primeiro gol em tabela de sua “nova” dupla de armadores: aos 38, o camisa 99 se redimiu do lance anterior, deu passe de calcanhar e Patrik aproveitou para mandar a bomba de fora da área com a perna direita.

Com 1 a 0 no placar, o Verdão se sentiu mais à vontade em campo para fazer outro e dificultar a vida do Elefante de Lins: Adriano Michael Jackson invadiu a área e se enroscou em André Turatto. Paulo Roberto de Sousa Jr. marcou pênalti duvidoso. Kleber ampliou o marcador. Foi o sétimo gol do Gladiador na competição.

Acuado, o Linense não conseguiu sequer sujar o uniforme de Deola na primeira etapa.

Pelo lado do Verdão, a vantagem não fez com que o time se acomodasse. O primeiro lance foi de Cicinho, aos 8. O lateral-direito roubou bola de Turatto, invadiu a área e tocou por cima de Mateus, mas a bola foi por cima do gol. Depois, Lincoln recebeu passe na entrada da área e chutou forte para fora, assustando o Elefante.

Mas o Palmeiras só transformou a vitória em goleada após troca de passes envolvente na entrada da área. Lincoln, por fim, entregou para Patrik, que, com o pé esquerdo, tocou no canto de Mateus. O camisa 40 do Palmeiras fez seu sexto gol no Paulistão.

Tranquilo, o Palmeiras tocou a bola, manteve o resultado e chegou a 11 jogos sem derrotas no ano.

No próximo sábado, o Verdão tem pela frente o Bragantino. Já no domingo, o Linense vai a Ribeirão Preto enfrentar o Botafogo.

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 3×0 LINENSE

Estádio: Arena Barueri, em Barueri (SP)
Data/hora: 23/03/2011 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Paulo Roberto de Sousa Jr
Auxiliares: Ricardo Pavanelli Lanutto e Humberto Lellis Talarico Leite

Renda/público: R$ 107.038,00 / 3.986 pagantes
Cartões amarelos: Danilo, Kleber, Marcos Assunção (PAL); Gilsinho, Tarracha, Bruno Quadros (LIN)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Patrik, 38’/1ºT (1-0); Kléber (pên.), 43’/1ºT (2-0); Patrik, 16’/2ºT (3-0)

PALMEIRAS: Deola, Cicinho, Danilo, Leandro Amaro e Rivaldo; Márcio Araújo, Marcos Assunção (Chico, 41’/2ºT), Patrik e Lincoln (Tinga, 40’/2ºT); Adriano e Kleber (Miguel, 40’/2ºT). Técnico: Felipão.

LINENSE: Mateus, Maidana, André Turatto (Samuel, 17’/2ºT), Bruno Quadros e Tarracha; Marcos Vinícius, Marcelo, André Bilinha (Rodrigo, 32’/2ºT), Gilsinho e Henrique (Rodrigo Guarú, 15’/2ºT); Pedrão. Técnico: Pintado.

março 23, 2011 Posted by | Palmeiras | | Deixe um comentário

Em jogo morno, Santos vence o Mogi Mirim por 3 a 1

O sistema com três zagueiros deu segurança ao time da Vila Belmiro, que controlou quase todo o jogo

O Santos venceu o Mogi Mirim por 3 a 1 na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 15ª rodada do Campeonato Paulista. O resultado ameniza a crise que rondava o clube nos últimos dias, após duas derrotas consecutivas, para Colo Colo (Libertadores) e Bragantino (Paulistão). Com isso, o Peixe mantém-se na quarta colocação, mas pode até saltar para terceiro caso o Corinthians perca ainda hoje para o Oeste, no Pacaembu.

O triunfo santista aconteceu em um jogo em que o técnico interino Marcelo Martelotte resolveu mudar o esquema, escalando o time em um 3-5-2 para dar mais proteção à zaga. E a estratégia deu certo, com a equipe mais protegida e o Mogi Mirim pouco conseguiu produzir na partida inteira.

Como o time visitante entrou com o mesmo esquema que o Santos, o meio de campo ficou congestionado e a marcação imperava no início da partida. O Santos, mais uma vez ancorado no talento de Paulo Henrique Ganso, conseguiu sair na frente. O meia santista ajeitou uma grande bola para Zé Eduardo, que teve todo o tempo para dominar e chutar no canto direito, aos seis minutos.

Após o gol, porém, o jogo retornou ao marasmo inicial. E as duas equipes abusaram dos erros de passe – até os 34 minutos foram 25 no total. O Santos, mesmo com apenas um volante e dois meias, não chegava com eficiência. O Mogi Mirim, então, nem se fala. A equipe, nitidamente montada para destruir as jogadas santistas, não se deu bem com a tarefa de buscar o jogo.

Quando chegavam, nenhuma das duas equipes demonstrava eficiência. O único lance de destaque foi do Santos, 40 minutos, com Felipe Anderson, que quase encobriu o goleiro. E assim se encerrou o primeiro tempo, ao som de vaias.

Na volta, o Santos voltou um pouco mais incisivo e logo aos 3 minutos ampliou o placar. Ganso colocou boa bola para Pará que chutou em cima da marcação. No rebote, Keirrisson mostrou oportunismo para apenas colocar a bola no canto direito.

O Santos marcava eficientemente os avanços do Mogi e, no ataque, se aproveitava da melhor qualidade técnica para consolidar o domínio. A marcação afrouxou e, até os 20 minutos, o Mogi Mirim praticamente assistiu à partida.

Aos 27, uma mudança brusca no panorama do jogo. Cristiano, que acabara de entrar, recebe boa bola na direita e chuta cruzado para diminuir. A resposta santista veio em seguida, após Ganso cruzar boa bola para Edu Dracena cabecear com estilo e manter a vantagem santista em 2 gols.

O Santos voltará a campo no próximo domingo para enfrentar o Ituano, no Novelli Junior, em Itu. Já o Mogi Mirim receberá a Portuguesa, no sábado, em Mogi.

‘Corpo mole’ antes do clássico?

Coincidência ou não, os três jogadores do Santos que entraram em campo pendurados nesta quarta-feira receberam cartões amarelos ainda no primeiro tempo. Desta forma, Zé Eduardo, Pará e Durval desfalcam o Peixe diante do Ituano, no Novelli Júnior, e ficam livres para enfrentar o Palmeiras, em casa, pela 17ª rodada do Paulistão.

FICHA TÉCNICA:
SANTOS 3 X 1 MOGI MIRIM

Estádio: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data/hora: 23/3/2011 – 19h30
Árbitro: Antonio Rogerio Batista do Prado
Auxiliares: Rafael F. da Silva e Maiza T. Paiva
Renda/público: R$ 91.126,98 / 3785 pagantes.
Cartões amarelos: Pará, Durval e Zé Eduardo (SAN); Val, Denilson (MOG)
Cartões vermelhos: Nenhum.
GOLS: Zé Eduardo, 6’/ 1ºT (1-0); Keirrison, 3’/2ºT (2-0); Cristiano, 27′ /2ºT (2-1) e Edu Dracena, 29’/ 2ºT (3-1)

SANTOS: Rafael, Bruno Rodrigo, Edu Dracena e Durval; Jonathan, Rodrigo Possebon, Felipe Anderson (Alan Patrick, 17’/2ºT), Ganso e Pará; Zé Eduardo e Keirrison. Técnico: Marcelo Martelotte.

MOGI MIRIM: João Paulo; Audálio, Tiago, Everton Dias; Niel, Baraka, Val, Paulo Isidoro (Ytalo, 25’/2ºT) e Maisena (Cleidson, intervalo); Roberto Jacaré (Cristiano, 25’/2ºT) e Denílson. Técnico: Guto Ferreira.

março 23, 2011 Posted by | Santos | , | Deixe um comentário

TREM-BALA DA COLINA PASSA POR CIMA DO BOTAFOGO


Diego Souza estreia com gol, e Vasco vence Botafogo

Na estreia de Diego Souza, o Vasco venceu o Botafogo por 2 a 0, e chegou à liderança do Grupo A da Taça Rio. O próprio Diego Souza e Eder Luis foram os autores dos gols, que só saíram no segundo tempo. O Vasco tem agora nove pontos, mesma pontuação do Boavista. No entanto, o Cruz-Maltino leva vantagem no número de gols marcados.

O JOGO
O primeiro lance de perigo dos vascaínos aconteceu aos dois minutos: Felipe cobrou falta da direita, Jéfferson saiu mal do gol, e Eder Luis cabeceou para fora. Pouco depois, o Vasco esteve perto de marcar: Bernardo deu um lindo passe em profundidade para Eder Luis, que chutou, mas Jéfferson fechou bem o ângulo e defendeu.

Na jogada seguinte, foi a vez do Botafogo assustar: o volante Arévalo Rios chutou de longe, e a bola passou perto a trave esquerda de Fernando Prass. O Vasco voltou a criar uma oportunidade aos 22 minutos, quando Eduardo Costa chutou torto, e Diego Souza se atirou na bola para desviar, mas a bola passou à direita da trave.

Ainda no primeiro tempo, o goleiro alvinegro teve que trabalhar. Jéfferson apareceu bem em pelo menos duas oportunidades. A primeira foi aos 34, quando o vascaíno Jéferson tocou para Eder Luis, que tocou com categoria, mas o arqueiro do Botafogo fez ótima defesa. Depois, Bernardo cobrou escanteio da esquerda, Anderson Martins desviou de cabeça na primeira trave, mas novamente Jéfferson defendeu no reflexo. No rebote, Dedé quase completou para o gol, mas Arévalo cortou na hora certa.

Aos 37, o Bota teve um gol anulado. Abreu cabeceou para dentro da grande área, Herrera recebeu na frente e tocou na saída de Fernando Prass. No entanto, o assistente Jackson Lourenço dos Santos marcou impedimento. No finzinho da primeira etapa, os vascaínos reclamaram de pênalti sobre Eder Luis, em jogada com Márcio Rosário. A infração não foi marcada, e o vascaíno saiu de campo, no intervalo, reclamando da rispidez do árbitro assistente, quando cobrado pela jogada.

VASCO MELHORA E MARCA
A segunda etapa começou morna, com os dois times arriscando pouco. O Botafogo tentava em chutes de fora da área, com Lucas e Somália. Fernando Prass apareceu bem nas duas ocasiões. Com a mesma ideia, o vascaíno Bernardo também chutou de média distância, mas Jéfferson defendeu com tranquilidade.

O Vasco era a equipe mais perigosa nos primeiros minutos, e conseguiu chegar ao gol aos 14 minutos. Bernardo, ainda no campo
de defesa, lançou para Diego Souza. O estreante ganhou de João Filipe e Márcio Rosário, driblou o goleiro Jéfferson e tocou para as redes, para fazer seu primeiro gol com a camisa vascaína.

A partir daí, o Botafogo não conseguiu mais produzir como antes. Rodrigo Mancha e João Filipe levaram amarelos em sequência. E o Vasco se aproveitou disso: aos 25, Bernardo cobrou escanteio da direita e, após um desvio, Eder Luis emendou de meia-bicicleta, fazendo um golaço. Na comemoração, os jogadores fizeram o ‘trenzinho’, simbolizando o ‘Trem-Bala da Colina’.

O resultado só não foi mais dilatado porque Jéfferson voltou a intervir bem, em uma finalização de Diego Souza, que bateu cruzado para boa defesa do goleiro. Minutos mais tarde, o Botafogo perdeu o técnico Joel Santana, que já vinha sendo hostilizado pela torcida. Ele foi expulso pelo árbitro Péricles Bassols, atitude que foi aplaudida pela torcida.

Em campo, Somália ainda perdeu uma boa chance aos 40 minutos. Pelo lado do Vasco, Felipe saiu na cara de Jéfferson, mas bateu em cima do goleiro. Mesmo assim, a vitória e a festa já eram do Vasco. O ‘Trem-Bala da Colina’ parece ter entrado nos trilhos.

FICHA TÉCNICA
VASCO 2X0 BOTAFOGO
Data/horário: 20/3/2011 – 18h30min
Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Renda e público: R$ 724.360,00 / 26.520 pagantes
Árbitro: Péricles Bassols Cortez (RJ)

Vasco: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Eduardo Costa, Rômulo, Felipe e Diego Souza; Bernardo e Eder Luis (Leandro, 29’/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes.
Botafogo: Jéfferson; Lucas (Caio, 16’/2ºT), João Filipe, Márcio Rosário e Marcio Azevedo (Marcelo Mattos, 16’/2ºT); Rodrigo Mancha, Arévalo, Somália e Everton (Alex, 29’/2ºT); Abreu e Herrera. Técnico: Joel Santana.

Gols:
Diego Souza (14’/2ºT) (1-0), Eder Luis (25’/2ºT) (2-0)

Cartões amarelos:
Vasco – Eduardo Costa, Diego Souza, Bernardo, Ramon e Leandro.
Botafogo – Abreu, Rodrigo Mancha, Everton, João Filipe e Herrera.

março 20, 2011 Posted by | Botafogo, Vasco da Gama | | Deixe um comentário