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Fábio Santos brilha e Timão vence o clássico contra o Santos

Com dois gols do lateral e um de Liedson, Corinthians controla bem a partida, vence o Santos por 3 a 1, e cola no líder do Paulistão

O domingo começou com festa para o Timão. Sob aplausos, Ronaldo subiu ao gramado e agradeceu o apoio da Fiel nos dois anos em que jogou pelo clube. Em homenagem ao Fenômeno, todos os atletas corintianos jogaram com um número nove na camisa. O nome do jogo, no entanto, a Fiel não esperava… Com um golaço de falta e outro em cobrança de pênalti, o lateral Fabio Santos marcou dois, Liedson fechou a conta, e o Corinthians venceu o clássico contra o Santos, no Pacaembu, por 3 a 1. Com o resultado, o Santos perdeu a chance de reassumir a liderança do Paulistão.

Nem mesmo o “intruso” Elano conseguiu estragar a festa corintiana… Apesar de ter feito boa partida e anotado o gol do Peixe, caiu o tabu do meia de nunca ter perdido para o Corinthians. Muito apagado, Neymar pouco produziu e fez uma de suas piores partidas com a camisa do Santos.

No reencontro de Adilson Batista com o Corinthians quase cinco meses após sua demissão, Fábio Santos, indicação de Tite, decidiu e abriu o caminho para a vitória. E como a festa era em Ronaldo, Liedson inspirou-se pelo clima das homenagens. Numa arancada que lembrou as do Fenômeno no passado, o Levezinho fuzilou o goleiro Rafael no finalzinho da segunda etapa e matou a partida!

Veja os gols da vitória do Corinthians sobre o Santos

Fábio Santos resolve!

Inspirados pelo calor que fazia na cidade de São Paulo, o jogo começou quente e com muitas faltas cometidas pelas duas equipes. O equilíbrio, no entanto, não durou muito. Aos poucos o Corinthians tomou a iniciativa do jogo, e passou a envolver o Pexe com rápidas subidas ao ataque pelas laterais.

O Santos, por outro lado, perdia o domínio no meio de campo e apostava, sem sucesso, nos contra-ataques. Nervoso em campo, o time do técnico Adilson Batista ainda cometia muitas faltas e tinha dificuldade em armar boas jogadas. Ao Timão, no entanto, faltava transformar o domínio em gols.

E se com a bola rolando estava difícil, o lateral Fábio Santos resolveu desencatar justamente no clássico. Numa cobrança de falta perfeita, já na metade do primeiro tempo, o lateral colocou a bola no ângulo de Rafael, indefensável. Um golaço e a vantagem corintiana consumada no placar.

Com Neymar apagado e bem marcado pelo zagueiro Wallace, substituto de Chicão, a esperança da torcida santista estava depositada em Elano. Em chutes de longa distância, o meia assustava Julio Cesar e o Peixe chegou até a equilibrar já no final da primeira etapa. O empate, por justiça, só poderia sair dos pés dele. Elano pegou um rebote na entrada da meia-lua e arriscou o chute, colocado, no ângulo de Julio Cesar. Outro lindo gol no Pacaembu, e o empate justo pelo que foi o primeiro tempo.

Na segunda etapa, só o tempo parecia ter mudado no Pacaembu. Enquanto uma chuva torrencial castigava o gramado e a qualidade do jogo, o panorama seguiu o mesmo do primeiro tempo. Inspirado, Elano continuava assustando e quase virou a partida aos 5 minutos, num forte chute que Julio Cesar foi buscar no ângulo.

Até que aos 12 minutos, o jgo acabou para o Peixe. Dentinho pedalou para cima de Adriano e foi derubado na área. Pênalti claro para o Corinthians e chance de voltar à frente no placar. Na cobrança, Fábio Santos chutou forte, marcou o segundo e devolveu a vantagem do clássico ao Timão!

Para Adilson Batista, só restou arriscar. O treinador colocou Maikon Leite e Zé Eduardo em campo, mandou o Santos ao ataque e ficou com a zaga exposta no final… Em um mal dia, no entanto, os atacantes santistas não finalizaram bem e o Timão só controlou a vantagem.

Controlou tão bem que deu tempo para marcar mais um! Num contra-ataque à la Ronaldo nos tempos áureos pela Seleção Brasileira, Liedson arancou em velocidade com a bola dominada, fuzilou o goleiro Rafael e matou qualquer chance de reação do Santos… Sob gritos de olé da Fiel, o Timão venceu, convenceu e colou ainda mais no líder do Paulistão!

Até a próxima partida, o Corinthians descansa no meio da semana e volta a campo só no próximo sábado, contra o Grêmio Prudente, no Pacaembu. Também pelo Paulistão, o Santos joga neste domingo, contra o São Bernardo, na Vila Belmiro.

FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 3 X 1 SANTOS

Estádio: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/hora: 20/2/2011 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus
Renda e público: R$ 577.548,50 / 19.448 pagantes.
Auxiliares: Luis Nilsen e Marcio Jacob
Cartões amarelos: Ralf, Wallace (COR); Possebon, Arouca, Danilo, Edu Dracena, Elano (SAN)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Fábio Santos, 23’/1°T (1-0); Elano, 41’/1°T (1-1); Fábio Santos, 15’/2°T (2-1); Liedson, 41’/2°T (3-1)

CORINTHIANS: Julio Cesar; Alessandro, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Morais (Ramírez, 41’/2°T); Jorge Henrique, Dentinho (Bruno César, 30’/2°T) e Liedson. Técnico: Tite.

SANTOS: Rafael; Danilo (Zé Eduardo, 33’/2°T), Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Rodrigo Possebon (Adriano, 8’/2°T), Róbson (Maikon Leite, 10’/2°T) e Elano; Neymar e Diogo. Técnico: Adilson Batista.

fevereiro 20, 2011 Posted by | Corinthians | | Deixe um comentário

Atlético-MG vence Guarani e segue na ponta do Mineiro

Time alvinegro define o placar logo no primeiro tempo com gols de Ricardinho (2), Magno Alves e Neto Berola

O Atlético-MG não encontrou dificuldades para vencer o Guarani por 4 a 2 neste domingo, em Divinópolis, e manter a liderança do Campeonato Mineiro. Soberano desde o início da partida, o Galo em nenhum momento teve seu triunfo ameaçado. Já o Bugre termina a rodada na quarta colocação.

Os primeiros minutos da partida mostraram o que seria o domínio atleticano. Jogadas bem tramadas, bolas aéreas, muitas chances criadas e perigo constante ao gol do Guarani. Mas foi com uma mãozinha do juiz que o Galo abriu o placar. Netro Berola se atirou na área e árbitro caiu na cena do jogador. Pênalti bem cobrado por Ricardinho e gol merecido pelo volume de jogo do time visitante.

Com o adversário nocauteado desde o início, os gols foram saindo de forma natural. Ricardinho ampliou pouco depois. Magno Alves e Neto Berola também marcaram e fecharam o placar do primeiro tempo: 4 a 0. O segundo, inclusive, foi o grande destaque do Atlético aliado velocidade, dribles e conclusões certeiras, como no gol em que encobriu o goleiro Fred.

Nem mesmo os gols do Guarani no segundo tempo, as boas jogadas de Luiz Fernando e uma cobrança de falta na trave tiraram a tranquilidade do Atlético. Dorival aproveitou para observar Mancini, Ricardo Bueno e Diego Souza, que entraram quando a fatura já estava liquidada.

O time alvinegro não teve o mesmo ímpeto dos 45 minutos finais, mas seguiu controlando a partida e sem precisar passar grande sufoco.

FICHA TÉCNICA

GUARANI 2 X 4 ATLÉTICO-MG

Local: Farião, em Divinópolis (MG)
Data e horário: 20 de fevereiro de 2011, 16h (de Brasília)
Árbitro: Átila Carneiro Magalhães
Assistentes: Guilherme Dias Camilo e Celso Luiz da Silva
Renda e público: R$ 72.850,00 e 4.050 pagantes
Cartão Amarelo: Gilvan, Nilson Sergipano, Michel, Emerson (GUA); Ricardinho (ATL)
Cartão Vermelho: Emerson (GUA)
Gols: Ricardinho, 24’/1ºT (0-1); Ricardinho, 30’/2ºT (0-2); Magno Alves, 37’/2ºT (0-3); Neto Berola, 39’/2ºT (0-4); Luiz Fernandom, 2’/2ºT (1-4); Juninho, 45’/2ºT (2-4)

GUARANI: Fred; Carlos César, Filipe, Michel e Fernando Bahia; Jairo (Lima, 31’/1ºT), Nilson Sergipano (Emerson, Intervalo), Gilvan e Luiz Fernando; Thiaguinho e Bruno Fogaça (Juninho, Intervalo). T: José Ângelo

ATLÉTICO: Renan Ribeiro, Serginho, Leonardo Silva, Werley e Leandro, Zé Luis, Richarlyson, Ricardinho e Renan Oliveira (Diego Souza, 17/2ºT); Magno Alves (Ricardo Bueno, Intervalo) e Neto Berola (Mancini, 17’/2ºT). T: Dorival Júnior.

fevereiro 20, 2011 Posted by | Atlético-MG | | Deixe um comentário

Palmeiras só empata com Mogi e se mantém na liderança

Contando com a derrota do Santos no clássico com o Corinthians, Verdão continua em primeiro

Não foi dessa vez que o Verdão perdeu a liderança do Campeonato Paulista. Beneficiado pela derrota do Santos no clássico contra o Corinthians, o Verdão só ficou no empate com o Mogi Mirim, 0 a 0, no estádio Romildo Vítor Ferreira, e manteve-se líder, em partida válida pela 9ª rodada da competição.

A partida marcou a volta de Valdivia à equipe do Palmeiras. Com boa atuação do Mago durante os 63 minutos em que esteve em campo, o Verdão construiu boas jogadas, mas não saiu com o placar positivo. Pelo lado do Mogi, Rivaldo esteve nas tribunas, mas o Sapo soma apenas seu nono ponto em nove jogos e é o 14º.

Veja os lances do empate entre Palmeiras e Mogi Mirim

O RETORNO DO MAGO

Contando com a volta de Valdivia, que não atuava desde 10 de novembro do ano passado, em partida contra o Atlético-MG pela Sul-Americana, o Palmeiras teve mais criatividade para construir jogadas. Era pelos pés do camisa 10 que o Verdão chegava ao ataque.

Em uma delas, já aos 29, o Mago recebeu de Kléber de volta e carimbou o lado de fora da rede de João Paulo. O chileno também apareceu bem aos 37 minutos, quando, em uma jogada envolvente, iniciu a jogada que pôs Luan na cara do gol – mas o atacante alviverde errou.

Mas se o Palmeiras tocava mais a bola e tinha mais volume de jogo, era o Mogi quem levava mais perigo em suas poucas – e boas – investidas. Geovane foi a principal arma do Sapo na primeira etapa: aos 24 e aos 41, o camisa 10 do Sapo finalizou com perigo ao gol de Bruno, substituindo os lesionados Deola e Marcos no gol do Verdão.

No segundo tempo, o Verdão teve que lidar com seis minutos de pressão mogiana. Foram quatro finalizações logo no recomeço de jogo, que o Palmeiras só assistiu.

A resposta do Verdão chegou em seguida, por meio de Valdivia, que comandava a equipe. Aos 10, ele deu lindo passe para Kléber, que desperdiçou de frente para o gol. Sete minutos depois, Marcos Assunção botou o Mago em boa condição de marcar, mas o chileno não alcançou.

Como o Verdão dava mostras de cansaço da segunda etapa, Felipão apostou em um velho amuleto palmeirense: Patrik, que marcara os gols solitários das vitórias contra Oeste e Mirassol, e entrou no lugar de Tinga.

Mas Patrik pouco jogou ao lado de Valdivia, já que o Mago, ainda voltando das lesões, foi substituído aos 18 minutos por Adriano Michael Jackson. Sobrecarregado, o camisa 40 não conseguia armar boas jogadas e a criatividade do Verdão foi se esgotando.

Adriano teve a chance de estrear sua famosa ‘dancinha’ diante da torcida palmeirenses, mas ele parou nas mãos de João Paulo após jogada de Luan, naquela que foi a melhor jogada do Verdão na segunda etapa.

Quando o jogo parecia definido, Bruno de Jesus carimbou o travessão de Bruno aos 37.

Mesmo pressionando no fim, o Alviverde não marcou – mas também não perdeu o primeiro lugar do Campeonato Paulista.

Agora, o Verdão volta à campo para jogar o Choque-Rei, clássico contra o São Paulo, no domingo (27). Um dia antes, o Mogi Mirim vai à Americana enfrentar o time da casa, no estádio Décio Vitta.

FICHA TÉCNICA:
MOGI MIRIM 0X0 PALMEIRAS

Estádio: Romildo Vítor Ferreira, em Mogi Mirim (SP)
Data/hora: 20/2/2011 – 16h
Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
Auxiliares: Daniel Paulo Ziolli e Maria Eliza Correia Barbosa
Renda/público: R$ 326.280,00 / 7.710 pagantes
Cartões amarelos: Everton Dias, Bruno de Jesus, Audálio, Roberto Jacaré (MOG); Danilo (PAL)
Cartões vermelhos: Bruno de Jesus, 43’/2ºT (MOG)
GOLS: Não houve

MOGI MIRIM: João Paulo, Maisena (Leomar, 42’/1ºT), Audálio, Everton Dias e João Paulo Gomes (Fernando, 21’/2ºT); Baraka, Val (Paulo Isidoro, 16’/2ºT), Bruno Jesus e Geovane; Roberto Jacaré e Denílson. Técnico: Guto Ferreira.

PALMEIRAS: Bruno, Cicinho, Danilo, Thiago Heleno e Rivaldo; Márcio Araújo, Marcos Assunção (João Vítor, 33’/2ºT), Tinga (Patrik, 9’/2ºT) e Valdivia (Adriano, 18’/2ºT); Luan e Kleber. Técnico: Felipão.

fevereiro 20, 2011 Posted by | Palmeiras | | Deixe um comentário

Grêmio goleia e passa para a semifinal do Gauchão

Tricolor faz 5 a 0 sobre o Ypiranga, de Erechim, e não dá vexame como rival

Sem dificuldade nenhuma, o Grêmio bateu o Ypiranga, de Erechim, e se classificou para a semifinal do Campeonato Gaúcho. A goleada de 5 a 0 no placar logo cedo deu a possibilidade de o Tricolor se poupar durante a tarde deste domingo para o próximo compromisso na Libertadores, na quinta-feira. Agora, também no Estádio Olímpico, recebe o Cruzeiro para garantir vaga na final.

É normal em jogos de campeonato regional falar que o time grande impôs seu domínio desde o início do jogo. Poucas vezes isso faz tanto sentido quanto na partida deste domingo.

Nem bem o jogo havia começado – tinha torcedores ainda fora do Estádio Olímpico – e André Lima abriu o placar. A um minuto, o centroavante, estreando a camisa 99 na numeração fixa do Grêmio, desviou cruzamento de Fábio Rochemback e abriu o placar.

Como 11 torcedores que ganharam alguma promoção e puderam entrar em campo, o Ypiranga apenas assistia a partida. O domínio de meio-campo era tanto que Fábio Rochemback, primeiro volante da equipe, avançou até a intermediária e acertou o travessão do adversário aos 11 minutos.

Mais gols era questão de tempo. Com sua força máxima, o Grêmio massacrava o time de Erechim, não com muitas chances de gol, mas em volume de jogo. E quando apareciam as oportunidades, o Tricolor matou o jogo. Aos 25, Gabriel faz jogada pela direita e dá grande passe para André Lima colocar no alto, forte, e fazer seu segundo gol na partida e também o 2 a 0.

Em nova chance de bola parada, o Grêmio matou o jogo ainda no primeiro tempo. Aos 33, em outra jogada de bola parada, Fábio Rochemback levantou na área e Douglas, fugindo de sua característica, desviou de cabeça e marcou mais um e fechou o primeiro tempo com 3 a 0 no placar.

Sem muito o que fazer, o Ypiranga voltou do vestiário buscando mais o gol. Assustou nos cinco minutos iniciais, com o seu ímpeto, mas outra vez o Grêmio iniciou o jogo para demonstrar realmente quem manda. Logo aos 6, Lúcio fez grande jogada pelo flanco esquerdo, deixou João Paulo para trás e colocou na cabeça de Borges, que voltou a marcar com a camisa do Grêmio.

O domínio gremista não deixava dúvidas alguma. Com 4 a 0 no placar, Renato iniciou as mudanças para poupar seus titulares mais importantes. Rodolfo e Douglas pediram para sair, e Mário Fernandes e Willian Magrão ganharam suas oportunidades. Após uma paralisão aos 20 minutos de jogo, para atendimento ao zagueiro Glauco, o Ypiranga até marcou com João Paulo, mas em situação de impedimento.

Sem mais grandes emoções para a torcida, o que o Grêmio ofereceu no segundo tempo foi uma apresentação: Leandro. O garoto de 17 anos entrou no lugar de Fábio Rochemback, também poupado para a partida do meio de semana pela Libertadores. E logo na primeira oportunidade no grupo principal, teve a chance de se consagrar. Lúcio fez grande jogada pela esquerda, e cruzou rasteiro para trás. Leandro aparou com a parte interna do pé e a bola se chocou com o travessão, com a cabeça do goleiro, e saiu em escanteio. Foi um ensaio do que estava por vir.

Aos 46, o garoto recebeu pela direita de Lúcio, partiu para cima e finalizou para marcar seu primeiro gol com a camisa do Grêmio. E fechar a goleada de 5 a 0 na maior goleada do técnico Renato Gaúcho como comandante gremista.

FICHA TÉCNICA:
GRÊMIO 5 X 0 YPIRANGA

Data/hora: 20/02, às 16h
Local: Estádio Olímpico
Árbitro: Vinícius da Costa, auxliado por Antônio Padilha e Rafael Alves.

Cartões amarelos: Pansera (Ypiranga)
Público/renda: 11.790 pagantes / R$ 229.162,00

GOLS: André Lima (1′ e 25’/1ºT); Douglas (32’/1ºT); Borges (6’/2ºT); e Leandro (47’/2ºT);

GRÊMIO: Victor; Gabriel, Paulão, Rodolfo(Mário Fernandes) e Gilson; Fábio Rochemback(Leandro), Adilson, Lúcio e Douglas(Willian Magrão); André Lima e Borges. Técnico: Renato Gaúcho.

YPIRANGA: Bruno Grassi; Thiago(Gilvan), Glauco(João Lima), Matheus e João Paulo; Pansera, Saulo, Emerson e Geovani; Cleiton e Elcimar(Silvestre). Técnico: Agenor Piccinini

fevereiro 20, 2011 Posted by | Grêmio | | Deixe um comentário

Coritiba vence o Atlético-PR e conquista o primeiro turno

Alviverde paranaense triunfa com extrema facilidade e, com uma rodada de antecedência, é campeão do turno

Dez jogos, oito vitórias e dois empates. Vinte e cinco gols marcados e apenas cinco sofridos. Com uma campanha perfeita e o triunfo por 4 a 2 em cima do Atlético-PR, neste domingo, no Couto Pereira, o Coritiba assegurou o título do primeiro turno do Campeonato Paranaense com uma rodada de antecedência.

Os gritos de “Olé” da torcida coxa-branca aos 30 minutos do primeiro tempo refletiram a incrível superioridade do Coritiba no maior clássico do estado. Foram três gols em oito minutos e a certeza de título antes do intervalo.

O chocolate alviverde começou com Bill, que recebeu lançamento de Marcos Aurélio, cortou o zagueiro e bateu aos 17. Cinco minutos depois, Jonas completou de cabeça o escanteio. Aos 24, Davi, também de cabeça, aproveitou cruzamento de Eltinho para marcar o terceiro.

Nesse momento, a torcida atleticana esqueceu completamente o jogo e virou-se para os camarotes, onde estava a diretoria do Furacão, cobrando uma explicação. Vale lembrar que o Atlético está sem técnico desde o dia 3 deste mês. O gol de Nieto, nos acréscimos, não serviu para amenizar a bronca rubro-negra.

Mas, na volta do intervalo, uma soberba coxa-branca permitiu a reação do Atlético. Com o pentacampeão Kleberson em campo, o Furacão diminuiu de novo. Nieto, de cabeça, fez mais um gol.

Na volta do intervalo, uma pequena soberba coxa-branca permitiu a reação do Atlético. Com o pentacampeão Kleberson em campo, o Furacão diminuiu de novo. Nieto, de cabeça, fez mais um gol, o milésimo da História do Atle-Tiba.

Melhor na etapa final, o Furacão, porém, seguia com erros defensivos. E, por isso, foi castigado com mais um gol de Davi. A situação atleticana complicou-se ainda mais após a expulsão de Guerrón, que ficou apenas cinco minutos em campo. Bom para o Coxa, que só comemorou.

FICHA TÉCNICA:
CORITIBA 4×2 ATLÉTICO-PR

Local: Couto Pereira, em Curitiba (PR)
Data/Horário: 20/2/2011 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR)
Cartões amarelos: Marcos Aurélio, Léo Gago, Leandro Donizete, Pereira, Rafinha, Eltinho (CTB); Marcos Pimentel, Vitor (APR)
Cartões vermelhos: Guerrón (APR)

GOLS: Bill 17’/1T (1-0); Jonas 24’/1T (2-0); Davi 24’/1T (3-0); Nieto 46’/1T (3-1); Nieto 2’/2T (3-2); Davi 26’2T (4-2)

CORITIBA: Edson Bastos, Jonas, Emerson, Pereira, Eltinho; Leandro Donizete, Léo Gago (Tcheco, 38’/2T), Rafinha e Davi (Anderson Aquino 38’/2T); Marcos Aurélio (Marcos Paulo 20’/2T) e Bill. T: Marcelo Oliveira,

ATLÉTICO-PR: Sílvio, Marcos Pimentel (Kleberson, intervalo), Manoel, Rafael Santos e Paulinho; Vitor (Héracles, 14’/2T), Fransérgio, Paulo Baier (Guerrón, 26’/2T) e Madson; Nieto e Lucas. T: Leandro Niehues.

fevereiro 20, 2011 Posted by | Atlético-PR, Coritiba | | Deixe um comentário

Paredão Felipe garante o Fla sobre o Bota nos pênaltis

Goleiro rubro-negro defende duas cobranças depois do empata em 1 a 1 no tempo normal. Final será contra o Boavista

Esse filme já é conhecido. Na disputa de pênaltis, o Flamengo venceu o Botafogo, neste domingo, no Engenhão, e se garantiu na final da Taça Guanabara. Após um clássico alucinante, que terminou com empate em 1 a 1 (gols de Ronaldo Angelim e Loco Abreu), o goleiro Felipe, com duas defesas, garantiu a classificação rubro-negra.

O Flamengo encara o Boavista no próximo domingo, no Engenhão, pela final da Taça Guanabara. Já o Botafogo se concentra na Copa do Brasil, pela qual estreia na quarta-feira, contra o River Plate (SE), em Aracaju.

FLA DOMINA PRIMEIRA ETAPA E LARGA NA FRENTE

Já se passou um ano desde a surpreendente classificação do Botafogo sobre o Flamengo na semifinal da Taça Guanabara. Na ocasião, o técnico Joel Santana descobriu a fórmula que pôs um fim à então soberania rubro-negra. Doze meses depois, as duas equipes se encontraram na mesma fase da mesma competição. O Glorioso, do mesmo Papai Joel, seguiu recorrendo à velha fórmula: três zagueiros fechados e dois alas avançando no contra-ataque levantando bolas para Herrera e Loco Abreu.

Mas o Flamengo de 2011 entrou para o clássico com a experiência do último fracasso. Daquele elenco, quase ninguém sobrou, mas as lições foram passadas para aqueles que chegaram.

A primeira medida tomada pelo técnico Vanderlei Luxemburgo foi fechar o miolo de zaga para escorar o “chuveirinho” do rival. Os três defensores (David, Welinton e Angelim) formaram um bloqueio para Loco Abreu. Enquanto isso, a movimentação dos meias Ronaldinho Gaúcho, Thiago Neves e até do volante Willians (quem por vezes, se tornou um ponta pela direita), prendiam demais os laterais alvinegros.

Os primeiros 45 minutos foram de bastante equilíbrio. Com duas marcações fortes, a diferença estaria na qualidade técnica. E, neste quesito, o Fla era superior.

Ronaldinho, bastante marcado por Rodrigo Mancha, passou a etapa inicial de forma discreta. Coube ao seu companheiro de criação, Thiago Neves, desequilibrar. Com bastante movimentação, o camisa 7 criou espaços, sofreu faltas perigosas, e, aos 15 minutos, assistiu o primeiro gol da partida, marcado pelo zagueiro Ronaldo Angelim, ao melhor estilo ‘hexa’: de cabeça, em cobrança de escanteio.

O vantagem não modificou muito a postura do jogo. O Rubro-Negro permaneceu tomando a iniciativa no ataque. Léo Moura e Thiago Neves tivaram boas chances de ampliar. O goleiro Jefferson salvou uma delas com uma defesa espetacular em cabeçada do camisa 7.

A única chance de real perigo antes do intervalo aconteceu aos 30 minutos. Márcio Azevedo aproveitou escorada de Loco e chutou de meia-bicicleta. A bola passou com perigo.

JOEL MUDA, BOTA EMPATE, E CLÁSSICO VAI PARA OS PÊNALTIS

Joel Santana promoveu uma alteração na volta do intervalo. Márcio Azevedo deixou o jogo para a entrada de Éverton. E a estrela do técnico não demorou muito a entrar em cena. Logo aos três minutos, em jogada iniciada por Éverton, Loco Abreu igualou o placar.

Aos 11 minutos, quase o segundo alvinegro. Outra vez o ex-rubro-negro apareceu pela esquerda, cruzou na cabeça de Loco Abreu, mas Felipe evitou a virada com bela defesa.

O Botafogo era melhor. Percebendo a inoperância do setor ofensivo, Luxemburgo sacou o atacante Deivid e colocou o jovem Guilherme Negueba. Em pouco tempo, a revelação da Gávea perturbou a defesa adversária. Aos 18, avançou bem pela direita e cruzou para Ronaldinho no meio. Mas o craque acabou travado pela zaga.

A ousadia do garoto inspirou os “figurões” rubro-negros. O Botafogo recuou e o Fla retomou o controle da partida. Aos 22, R10 quase fez um belo gol, mas Jefferson, num leve desvio, colocou a bola para fora.

A partir dos 30 minutos, o duelo voltou ao equilíbrio. O clássico tomou um ritmo alucinante. Os dois times partiram para o ataque. Foi a vez de os goleiros Felipe e Jefferson brilharem com belas defesas. No fim, outro empate no Clássico da Rivalidade, que, assim como nos últimos anos, ficou para ser decidido nas grandes penalidades.

PAREDÃO FELIPE COLOCA FLA NA FINAL

Felipe pega pênalti de Éverton (foto: Gilvan de Souza)

Na disputa por pênaltis, o goleiro Felipe fez a torcida rubro-negra lembrar os bons tempos de Bruno. Léo Moura, Fernando e Renato Abreu fizeram para o Fla. Já o paredão rubro-negro agarrou as cobranças de Éverton e Somália. Na batida derradeira, Renato Cajá jogou para fora. O zagueiro Márcio Rosário fez o único gol alvinegro na disputa.

FICHA TÉCNICA:
FLAMENGO 1 (3) X (1) 1 BOTAFOGO

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 20/2/2011 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Luis Antônio Silva dos Santos (RJ)
Auxiliares: Ricardo Maurício Ferreira de Almeida (RJ) e Eduardo de Souza Couto (RJ)

Público/ Renda: 26.684 pagantes/ R$ 805.645,00
Cartões Amarelos: Willians, Deivid, David, Thiago Neves (FLA); Herrera, Renato Cajá, Mancha (BOT)

GOLS: Ronaldo Angelim, aos 15’/ 1ºT (FLA); Loco Abreu, aos 3’/2ºT (BOT)

Pênaltis: Márcio Rosário (fez, 0-1); Léo Moura (fez, 1-1); Éverton (perdeu, 1-1); Renato Abreu (fez, 2-1); Somália (perdeu, 2-1); Fernando (fez, 3-1); Renato Cajá (perdeu, 3-1)

FLAMENGO: Felipe, Léo Moura, Welinton, David e Ronaldo Angelim (Diego Maurício, aos 36’/ 2ºT); Fernando, Willians, Renato, Thiago Neves e Ronaldinho; Deivid (Negueba, aos 13’/2ºT). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

BOTAFOGO: Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos, Márcio Rosário e Márcio Azevedo (Éverton, intervalo); Arévalo (Araruama, aos 45’/2ºT), Rodrigo Mancha, Somália e Renato Cajá; Herrera (Caio, aos 30’/2ºT) e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana.

fevereiro 20, 2011 Posted by | Botafogo, Flamengo | | Deixe um comentário