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Acabou! O Fluminense é bicampeão brasileiro

Em partida nervosa, Fluminense vence o Guarani por 1 a 0 e após 26 anos volta a ser campeão do Brasil

Fim de uma longa espera de 26 anos! Mesmo rebaixado, o Guarani jogou com seriedade e profissionalismo. Mesmo assim, a superioridade técnica do Fluminense pôde ser vista em campo. Emerson foi o herói, com um gols aos 17 minutos do segundo tempo, e desafogou o grito da torcida tricolor. Resultado: Fluminense 1×0 Guarani. O Brasil tem um novo campeão. E Muricy Ramalho foi tetra: três vezes com o São Paulo e uma com o Fluminense agora.

Quando Carlos Eugênio Simon apitou o início da partida, a torcida tricolor já vibrava com o possível título. Visivelmente nervoso, o time do Fluminense viu o Guarani avançando nos primeiros minutos. Aos 5 minutos, Valencia rolou para Emerson sozinho, o Sheik não conseguiu o domínio e culpou o gramado. O Fluminense foi se soltando e criando boas chances. O Guarani, despreocupado, brigava pela bola.

O Fluminense seguiu melhor em campo, mas investidas de Apodi pela direita assustavam a equipe tricolor. Com mais posse de bola, o Guarani valorizava o jogo e via o nervosismo dos tricolores aumentar cada vez mais. Os jogadores do Guarani discutiam entre si e parecia que era o Bugre que lutava pelo título.

Emerson e Conca fizeram grande tabela, o Sheik recebeu dentro da área e chutou em cima de Aílson. No rebote, Fabiano e Aílson trombaram e a zaga bugrina afastou de qualquer maniera. Na sequência, Mariano cruzou para Fred que cabecou para defesa segura de Emerson. Em um escanteio, o Bugre quase abre o marcador. Após cabeçada de Aílson, Reinaldo dominou, mas foi interceptado por Ricardo Berna. O Fluminense tentou, mas nada de gol.

As duas equipes voltaram sem mudanças. Logo no primeiro minuto, o Fluminense quase marcou com Emerson. Na sequência, Carlinhos agrediu Paulinho, mas Simon não viu. Aos 12 minutos, Julio Cesar, mal em campo, sentiu cãibras e teve que deixar o gramado. Precisando do gol, Muricy chamou Washington e partiu para o time com três atacantes.

Aos 16 minutos, finalmente o gol do Fluminense chegou ao gol e a torcida explodiu! Carlinhos cruzou da esquerda, Washington desviou e Emerson mandou para o fundo do gol. Delírio no Engenhão. Com o gol sofrido, o Guarani partiu para o ataque. Márcio Careca deixou o gramado para a entrada de Geovane.

Querendo defender a equipe, Muricy sacou o goleador Fred e colocou Fernando Bob em seu lugar, mantendo Washington e Emerson no ataque. O Fluminense voltou a errar passes bobos e viu o Guarani tentar criar alguma boa jogada. Mesmo na frente no marcador, a ansiedade foi tomando conta da equipe do Fluminense. A torcida, ainda tímida, ensaiava alguns gritos. Emerson sentiu a perna e deixou a equipe para a entrada de Rodriguinho.

O tempo foi passando e torcida do Fluminense foi se soltando. O Guarani parou de atacar e viu o Fluminense dominar a partida. Algumas boas chances foram criadas, mas o segundo gol não tinha necessidade de acontecer. Após 26 anos, o Fluminense volta a levantar o título Brasileiro. Emoção por todo o Engenhão e por todo o Rio de Janeiro. Os tricolores podem soltar o grito, porque em 2010, o Brasil é verde, branco e grená! Parabéns, Fluminense! Parabéns, torcida tricolor!

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 1 X 0 GUARANI

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data-Hora: 5/12/2010 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Auxiliares: Altermir Hausmann (RS) e Roberto Braatz (PR)
Renda e público: R$ 2.859.450,00 / 35.527 pagantes / 40.995 presentes
Cartões amarelos: Paulinho, Fabiano, Aílson e Maycon (GUA); Emerson, Mariano e Gum (FLU)
Cartões vermelhos: –
Gols: Emerson 17’/2ºT (1-0)

FLUMINENSE: Ricardo Berna, Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia, Diguinho, Julio Cesar (Washington 12’/2ºT) e Conca; Emerson (Rodriguinho 32’/2ºT) e Fred (Fernando Bob 23’/2ºT) – Técnico: Muricy Ramalho.

GUARANI: Emerson, Guilherme Mattis (Pablo 24’/2ºT), Aislan e Ailson; Apodi, Maycon, Paulinho, Ronaldo, Márcio Careca (Geovane 21’/2ºT) e Fabiano; Reinaldo (Douglas 28’/2ºT) – Técnico: Vagner Mancini.

dezembro 5, 2010 Posted by | Fluminense, Guarani | | Deixe um comentário

Cruzeiro vence, mas não leva o título brasileiro

Raposa precisava vencer e torcer contra Fluminense e Corinthians, mas a equipe carioca venceu e foi campeã

O Cruzeiro fez a sua parte e venceu, de virada, o Palmeiras por 2 a 1, neste domingo, na Arena do Jacaré, mas não alcançou o seu objetivo: o títulobrasileiro, uma vez que o Fluminense venceu o Guarani, no Engenhão e ficou com o título.

Com o resultado, o Cruzeiro terminou o Brasileirão na segunda posição com 69 pontos e com isso se garantiu na Libertadores sem a necessidade de disputar a fase classificatória da competição.

O jogo:

O confronto entre os ex-Palestras Itália foi movimentado nos primeiros minutos. O Cruzeiro apostava no toque de bola para envolver o time de reservas e juniores do Palmeiras, que tinha dificuldade para chegar ao gol de Fábio. A falta de entrosamento dos comandados de Felipão era grande e nítida. Como o Cruzeiro precisava de gols, além de torcer contra Fluminense e Corinthians, a Raposa fez o que precisava: pressionou o Palmeiras desde o início da partida.

A blitz cruzeirense começou aos 12 minutos. Após sucessivas oportunidades de gol, o volante Henrique recebeu de Diego Renan e finalizou para a defesa de Bruno, que por pouco não alcançou a bola. Já aos 22, após escanteio cobrado pelo argentino Montillo, o zagueiro Léo cabeceou com perigo. A superioridade do Cruzeiro era tanta que a equipe mineira já havia finalizado cinco vezes contra apenas uma dos jovens palmeirenses.

Se o Cruzeiro tinha o toque refinado e as constantes descidas em velocidade de Roger e Montillo, o Palmeiras tinha a vontade de jogadores querendo mostrar serviço para Felipão. Aos 29 minutos, veio a “prova” da disposição palmeirense. Rivaldo cruzou pela esquerda e o jovem atacante Vinícius, de 17 anos, só não marcou pois Gil fez o corte. Já aos 34, o atacante Dinei arriscou finalização da entrada da área e assustou o goleiro Fábio.

Melhor em campo, o Cruzeiro não desistiu de sua missão. Aos 45 minutos, após bela jogada de Thiago Ribeiro, novamente o volante Henrique surgiu na pequena área do Palmeiras e cabeceou. Bem posicionado, Bruno fez grande defesa e frustrou a torcida do Cruzeiro.

Segundo tempo:

O Cruzeiro voltou com o experiente Gilberto atuando na lateral esquerda. Cuca optou por tirar o laterl-direito Rômulo e com isso Diego Renan passou a atuar no setor. O cartão de visitas da Raposa veio logo aos quatro minutos. Montillo cobrou falta e novamente Bruno fez milagre.O camisa 1 do Palmeiras foi de encontro à bola e fez grande defesa.

Palmeiras complica o Cruzeiro

Se bastava um gol para o Cruzeiro ser campeão – Fluminense e Corinthians apenas empatavam com Guarani e Goiás, respectivamente – os comandados de Cuca teriam de fazer dois. Aos oito minutos, Vitor fez boa jogada pela direita passou por Gil e encontrou Rivaldo, na pequena área e sem marcação, que só cabeceou. Palmeiras 1 a 0 na Arena do Jacaré.

Raposa volta a sonhar com o título

O drama cruzeirense durou apenas dez minutos. O Cruzeiro superou o nervosismo e coube a Henrique, sempre presente no ataque, fazer o gol de empate. Após jogada de Diego Renan, que atuava como lateral-direito, o camisa 8 recebeu e finalizou sem defesa para Bruno, que desta vez nada pôde fazer. Cruzeiro 1 x 1 Palmeiras.

O Fluminense abriu o placar sobre o Guarani e com isso o Cruzeiro passou a precisa de mais um gol, além de ficar na torcida pela equipe paulista. A pressão da Raposa era total. O Palmeiras se preocupava apenas em conter o ímpeto cruzeirense, que buscou o gol, mas a disposição palmeirense em evitá-lo era grande.

Na parte final da partida prevaleceu a vontade do Cruzeiro. O atacante Wallyson, que entrara na segunda etapa, arriscou finalização de fora da área e venceu o goleiro Bruno. Wilton Pereira Sampaio apitou pela última vez e o Cruzeiro passou a ficar na torcida por um gol do Guarani, que acabou não vindo. Apesar de não conquistar o título, o Cruzeiro ao menos não terá que disputar a pré-Libertadores.

FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO 2 X 1 PALMEIRAS

Local: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG)
Data e Hora: 5/12/2010 às 17h (horário de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF)
Auxiliares: João Antônio Sousa Paulo Neto e Kléber Lúcio Gil (ambos SC)
Renda/Público: 941.145,00 / 16. 191 pagantes.

Cartões amarelos: Diego Renan (CRU); Patrick e Leandro Amaro (PAL)
Cartões vermelhos: Não houve.

Gols: Rivaldo, aos 8’2T(0-1); Henrique, aos 18’2T(1-1) e Wallyson, aos 46’2T(2-1).

CRUZEIRO: Fábio; Rômulo(Gilberto, intervalo), Léo, Gil, Diego Renan; Marquinhos Paraná, Henrique, Roger(Farías, aos 15’2T), Montillo; Thiago Ribeiro e Wellington Paulista(Wallyson, aos 22’2T). Técnico: Cuca.

PALMEIRAS: Bruno, Fabrício, Gualberto, Leandro Amaralo; Vitor, Fernando(Jean, aos 21’2T), Bruno Turco(Luiz Felipe, aos 29’2T), Patrick e Rivaldo; Vinícius(Lenny, aos 37’2T) e Dinei. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

dezembro 5, 2010 Posted by | Cruzeiro, Palmeiras | , | Deixe um comentário

Corinthians frustra torcida e empata com o Goiás

Com empate em 1 a 1 no Serra Dourada, Timão termina o Brasileirão apenas na terceira colocação 

Faltou unha para o torcedor corintiano roer neste domingo. Após uma semana de aflição e esperança, o Corinthians terminou a última rodada da pior maneira possível. O empate em 1 a 1 com a equipe reserva do Goiás colocou a equipe paulista na terceira colocação no Brasileirão. Com as vitórias de Fluminense (campeão) e Cruzeiro (vice), Ronaldo, Roberto Carlos & Cia. vão participar da primeira fase da Copa Libertadores de 2011 – enfrentará uma equipe colombiana para tentar uma vaga na fase de grupo. Nem o mais pessimista esperava tamanha frustração…

O jogo

A ansiedade marcou o início do primeiro tempo do Corinthians. A tentação de entrar em campo e resolver logo a partida tomou conta da equipe. Quando a bola rolou no Serra Dourada, o Fluminense, que enfrentava o Guarani no Engenhão, ainda posava para a foto do título…

Logo aos 6 minutos, Roberto Carlos levou perigo ao goleiro Fábio, com uma pancada da entrada da área. Mas o Goiás também não deixou por menos. Em seguida, Felipe Amorim, com chute rasteiro, também assustou Julio Cesar.

Aos 19 minutos, balde de água fria nos corintianos. Após falha de Julio Cesar, que afastou errado a bola, Felipe Amorim aproveitou e chutou de fora da área. Julio correu para tentar salvar o gol, mas não conseguiu. Goiás na frente no Serra Dourada. Se não bastasse a pressão fora das quatro linhas, o gol esmeraldino complicou ainda mais o Timão e o nervosismo tomou conta dos jogadores, que passaram a errar muitos passes.

Após alguns tentativas frustradas, o torcedor corintiano voltou a sorrir aos 29 minutos. A envolvente tabela entre Bruno César e Elias caiu do céu para Dentinho, que recebeu a bola na entrada da pequena área e tocou para o fundo da rede. Empate!

E o Corinthians teve a oportunidade de virar o placar ainda na etapa inicial. Bruno César lançou Elias em velocidade. A torcida levantou na expectativa da comemoração. O gol parecia certo, mas o camisa 7 errou o chute e a bola saiu lentamente pela linha de fundo.

No intervalo do jogo, Tite pediu tranquilidade ao time. O conselho pareceu ter dado certo, apesar da boa partida realizada pela equipe reserva do Goiás. Aos 6 minutos, Jucilei, de cabeça, por pouco não fez o gol da virada.

Aos 8 minutos, o Corinthians apostou no “tudo ou nada”. Ralf deixou o campo para entrada de Jorge Henrique. O camisa 23 entrou com fôlego extra. Mas quem voltou a levar perigo oi a equipe goiana. Camalho, de fora da área, arriscou chute e assustou Julio Cesar.

Dos 20 minutos até os 30, o Corinthians sufucou ao máximo o Goiás. Jorge Henrique, Dentinho e até mesmo Ronaldo, discreto no jogo, arriscaram. Mas sem sucesso. Com a pressão corintiana, o Goiás aproveitou o espaço e tentou bons contra-ataques. A defesa corintiana trabalhou bastante para evitar o pior.

Aos 31 minutos, toque de Ronaldo para Alessandro. O lateral invadiu a área, mas foi travado pelo zagueiro. No minuto seguinte foi a vez de Dentinho tentar. De bicileta, o camisa 31 por pouco não fez um golaço.

Mas o Goiás não estava morto em campo. Rithelly, aos 34 minutos, quase calou os quase 30 mil torcedores do Corinthians no Serra Dourada. Aos 39, enfim, Ronaldo apareceu. Após bela jogada individual, o Fenômeno chutou forte e acertou a trave. Mas se limitou a essa jogada.

A ansiedade do começo da partida transformou-se em aflição nos minutos finais. Apesar da pressão, o Corinthians pecou nas finalizações e nas jogadas individuais. Aos 43 minutos, após belo toque de Jucilei, Dentinho desperdiçou a chance de virar o placar e garantir a vitória. Aos 47 minutos, o último suspiro corintiano. De falta, Roberto Carlos por pouco não fez o gol. Seguro, Fábio salvou o Esmeraldino.

No centenário do Corinthians, a classificação para a Copa Libertadores de 2011 tornou-se o único presente a ser comemorado. No rebaixado Goiás, a expectativa volta a ficar em cima da Copa Sul-Americana. Nesta quarta-feira, a equipe enfrenta o Independiente (ARG). Na partida de ida, vitória dos goianos por 2 a 0.

FICHA TÉCNICA
GOIÁS 1 X 1 CORINTHIANS

Local: Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data-Hora: 5/12/2010 – 17h (horário de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Auxiliares: Marcelo Barison (RS) e Julio Santos (RS)
Renda e público: R$ 755.200.00 / 28.917 pagantes
Cartões amarelos: Matheus e Rithelly (GOI)
Cartões vermelho: –
Gols: Felipe Amorim 19’/1ºT (1-0), Dentinho 29’/1ºT (1-1),

GOIÁS: Fábio, Wendel Santos, Matheus, Valmir Lucas e Jadílson; Jonílson, Lenon, Camacho (Assuério 37’/2ºT) e Felipe Amorim; Éverton Santos e Wendell Lira (Rithelly 32’/2ºT). Técnico: Arthur Neto.

CORINTHIANS: Julio Cesar, Alessandro, Chicão (Leandro Castán 37’/1ºT), William e Roberto Carlos; Ralf (Jorge Henrique 8’/2ºT), Jucilei, Elias e Bruno César (Danilo 24’/2ºT); Dentinho e Ronaldo. – Técnico: Tite.

Faltou unha para o torcedor corintiano roer neste domingo. Após uma semana de aflição e esperança, o Corinthians terminou a última rodada da pior maneira possível. O empate em 1 a 1 com a equipe reserva do Goiás deixou o Corinthians na terceira colocação.

A ansiedade marcou o início do primeiro tempo do Corinthians. A tentação de entrar em campo e

resolver logo a partida tomou conta da equipe. Quando a bola rolou no Serra Dourada, o Fluminense

ainda estava posando para a foto do título…

Logo aos 6 minutos, Roberto Carlos levou perigo ao goleiro Fábio, com forte chute forte na entrada

da área. Mas o Goiás também não deixou por menos. Em seguida, Felipe Amorim também assustou Julio

Cesar com chute rasteiro.

Aos 19 minutos, balde de água fria nos corintianos. Após falha de Julio Cesar, que afastou errado a

bola, Felipe Amorim aproveitou e chutou forte de fora da área. Julio correu para tentar salvou o

gol, mas não conseguiu. Goiás na frente no Serra Dourada.

O gol esmeraldino pressinou ainda mais o Timão e o nervosismo tomou conta da equipe, que passou a

errar muitos passes.

Após alguns tentativas frustradas, o torcedor corintiano voltou a sorrir aos 29 minutos. A

envolvente tabela entre Bruno César e Elias caiu do céu para Dentinho, que recebeu a bola na entrada

da pequena área e tocou para o fundo da rede. Empate!

E o Corinthians teve a oportunidade de virar o placar ainda na etapa inicial. Bruno César lançou

Elias em velocidade. A torcida levantou na expectativa da comemoração. O gol parecia certo, mas o

camisa 7 errou o chute e a bola saiu lentamente pela linha de fundo.

No intervalo do jogo, Tite pediu tranquilidade ao time. O conselho parece ter dado certo, apesar da

boa partida realizada pela equipe reserva do Goiás. Aos 6 minutos, Jucilei, de cabeça, por pouco não

fez o gol da virada.

Aos 8 minutos, o Corinthians apostou no “tudo ou nada”. Ralf deixou o campo para entrada de Jorge

Henrique. O camisa 23 entrou com fôlego extra. Mas quem voltou a pressionar foi a equipe goiana.

Camalho, de fora da área, arriscou chute e assustou Julio Cesar.

Dos 20 minutos até os 30, o Corinthians sufucou ao máximo o Goiás. Jorge Henrique, Dentinho e até

mesmo Ronaldo, discreto no jogo, arriscaram. Mas sem sucesso. Com a pressão corintiana, o Goiás

aproveitou o espaço e tentou bons contra-ataques. A defesa corintiana trabalhou bastante para evitar

o pior.

Aos 31 minutos, toque de Ronaldo para Alessandro. O lateral invadiu a área, mas foi travado pelo

zagueiro. Aos 31 minutos, foi a vez de Dentinho tentar. De bicileta, o camisa 31 por pouco não fez

um golaço.

Mas o Goiás não estava morto em campo. Rithelly, aos 34 minutos, por pouco não frustrou ainda mais

os corintianos. Aos 39, enfim, Ronaldo apareceu. Após bela jogada individual, o Fenômeno chutou

forte e acertou a trave.

A ansiedade do começo da partida transformou-se em aflição nos minutos finais. Apesar da pressão, o Corinthians pecou nas finalizações e nas jogadas individuais. Aos 43 minutos, após belo toque de Jucilei, Dentinho desperdiçou a chance de virar o placar e garantir a vitória.

Aos 47 minutos, o último suspiro corintiano. De falta, Roberto Carlos por pouco não fez o gol. E o nervosismo do Corinthians só aumentava.

No centenário do Corinthians, a classificação para a Copa Libertadores de 2011 é o único presente a ser comemorado. No Goiás, a expectativa volta a ficar 100% em cima da Copa Sul-Americana.

FICHA TÉCNICA
GOIÁS 1 X 1 CORINTHIANS

Local: Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data-Hora: 5/12/2010 – 17h (horário de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Auxiliares: Marcelo Barison (RS) e Julio Santos (RS)
Renda e público: R$ 755.200.00 / 28.917 pagantes
Cartões amarelos: Matheus (GOI)
Cartões vermelho:
Gols: Felipe Amorim 19’/1ºT (1-0), Dentinho 29’/1ºT (1-1),

GOIÁS: Fábio, Wendel Santos, Matheus, Valmir Lucas e Jadílson; Jonílson, Lenon, Camacho (Assuério

37’/2ºT) e Felipe Amorim; Éverton Santos e Wendell Lira (Rithelly 32’/2ºT). Técnico: Arthur Neto.

CORINTHIANS: Julio Cesar, Alessandro, Chicão (Leandro Castán 37’/1ºT), William e Roberto Carlos;

Ralf (Jorge Henrique 8’/2ºT), Jucilei, Elias e Bruno César (Danilo 24’/2ºT); Dentinho e Ronaldo. –

Técnico: Tite.

dezembro 5, 2010 Posted by | Corinthians, Goiás | | Deixe um comentário

Vasco bate Ceará e garante vaga na Sul-americana

Em jogo sonolento, Dedé e Bruno Paulo garantem vitória do time de São Januário, que, agora, projeta 2011

O Vasco recebeu o Ceará na tarde deste domingo, em São Januário, e, um jogo sonolento, venceu por 2 a 0, com gols de Dedé e Bruno Paulo. Com a vitória, o timecruzmaltino garantiu vaga na Sul-americana do ano que vem.

Gol para afastar o sono

Os poucos torcedores presentes a São Januário mostravam refletiram no gramado. A animação da arquibancada era quase a mesma dos jogadores, ou seja, quase nenhuma. O primeiro tempo foi marcado pelo ritmo lento das equipes, que, sem criatividade, não conseguiram mostrar um bom futebol e as oportunidades de gol foram escassas. Tanto Vasco quanto Ceará apostavam nos avanços pelas alas e em consequentes bolas alçadas na área.

Aos 22 minutos, Marcelo Nicácio perdeu grande chance de abrir o placar. O jogador foi lançado em profundidade e saiu na cara do goleiro Fernando Prass, que saiu com qualidade e conseguiu fazer a defesa. Já no lado cruzmaltino, Allan tentava jogadas rápidas, principalmente pela ala direita.

E foi após uma jogada assim que o Vasco conseguiu um escanteio e, após cobrança de Fagner, Dedé subiu sem marcação e cabeceou com estilo para fazer 1 a 0, aos 32 minutos. Dois minutos depois, Eder Luis recebeu próxima à linha de fundo e tocou para trás, mas Allan chutou por cima.

Sem poder de reação, o Ceará voltou a assustar aos 46 minutos, quando Boiadeiro roubou a bola de Ramon e, ao tentar cruzar, mandou a bola diretamente para o gol, assustando Fernando Prass.

Mal o segundo havia começado e a torcida do Vasco comemorou novamente. Logo aos dois minutos, novamente depois de cobrança de escanteio, a bola sobrou nos pés de Bruno Paulo que, com o goleiro Michel Alves fora, teve o trabalho de bater e ampliar a vantagem cruzmaltina.

Gol relâmpago e vitória

Mal o segundo tempo havia começado e a torcida do Vasco comemorou novamente. Logo aos dois minutos, novamente depois de cobrança de escanteio, a bola sobrou nos pés de Bruno Paulo que, com o goleiro Michel Alves fora, teve o trabalho de bater e ampliar a vantagem cruzmaltina.

Com o placar favorável, o Vasco partiu para cima atrás do terceiro gol e começou a pressionar o Ceará, que se defendia do jeito que dava. Os comandados de PC Gusmão apostavam, principalmente, na velocidade dos jogadores como Bruno Paulo, Ramon, Fagner e Eder Luis.

A situação do Ceará ficou ainda pior aos 28 minutos, quando Heleno deu um carrinho por trás de Ramon e recebeu o cartão vermelho. Com um a mais em campo, o Vasco passou a trocar passes com mais tranqulidade e a criar boas jogadas ofensivas. Mas, desperdiçou as chances que teve, as vezes por esbarrar em boas defesas de Michel Alves e as vezes por falta de pontaria de seus jogadores.

Fim de jogo e vitória vascaína por 2 a 0. O resultado garantiu a equipe de São Januário na Sul-americana de 2011. Já o Ceará, que já tinha a vaga para a competição internacional assegurada, restou apenas lamentar a derrota.

FICHA TÉCNICA:
VASCO 2 X 0 CEARÁ

Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 5/12/2010 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (S)P – Fifa)
Auxiliares: Marcia B. Lopes Caetano (RO – Fifa) e Luiz Alberto Kallenberger (SC)

Renda/público: R$ 75.525,00/ 2.989 pagantes
Cartões amarelos: Jumar, Allan (VAS); Erivelton, Nicácio, Boiadeiro(CEA)
Cartões vermelhos: Heleno, 28’/2ºT (CEA);
GOLS: Dedé, 32’/1ºT (1-0); Bruno Paulo, 2’/2ºT (2-0)

VASCO: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Douglas e Ramon; Jumar, Rômulo, Allan e Caíque, Bruno Paulo (Jonathan – 25’/2ºT) e Eder Luis – técnico: PC Gusmão

CEARÁ: Michel Alves; Boiadeiro, Fabrício, Erivelton, Michel; Eusébio, Heleno, Júnior Cearense (Camilo – Intervalo) e Reina (luizinho – 20’/2ºT); Magno Alves e Marcelo Nicácio (Kempes – 17’/2ºT) – Técnico: Dimas Filgueiras

dezembro 5, 2010 Posted by | Ceará, Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Flamengo empata com o Santos e torce contra o Goiás

Debaixo de muita chuva, Santos e Flamengo não saíram do zero, neste domingo, na Vila Belmiro

Cheio de reservas e debaixo de muita chuva, o Flamengo arrancou um suado empate sem gols com o Santos, neste domingo, na Vila Belmiro, e, graças à derrota do Avaí, assegurou a última vaga à Copa Sul-Americana. Esta, no entanto, só virá se o Goiás não vencer o torneio na quarta-feira. Caso isso aconteça, quem irá à competição será o Grêmio, quarto colocado.

Já o Peixe, que apenas cumpriu tabela, encerra a competição na 8ª colocação, com 56 pontos. O jogo também marcou a despedida do técnico Marcelo Matelotte, que passará a vaga a Adílson Batista na próxima temporada, na qual o Santos tem como principal objetivo a conquista da Libertadores pela terceira vez em sua história.

Já no Flamengo, a 14ª posição, com 44 pontos, foi até lucro pelo que o time apresentou, principalmente nas últimas rodadas. Para 2011, o time poderá ter o alento da disputa da Sul-Americana no segundo semestre, que garante ao campeão uma vaga à Libertadores do ano seguinte.

Festa por Elano e Fla melhor em campo

Para a torcida do Santos, a boa notícia chegou antes mesmo de a bola rolar. Contratado no início desta semana, o meia Elano, campeão brasileiro em 2002 e 2004 pelo Peixe, foi oficialmente apresentado. O Curinga da Vila foi comprado junto ao Galatasaray, da Turquia, por €2,9 milhões (cerca de R$ 6,5 milhões) e ficará no clube até 2013.

Em campo, o duelo parecia mais uma preliminar para 2011. Apenas cumprindo tabela, o técnico Marcelo Martelotte resolveu fazer vários testes. Do time titular que atuou a maior parte do Brasileiro, apenas Neymar e o goleiro Rafael estiveram em campo.

No Flamengo, o roteiro foi o mesmo. Embora o Rubro-Negro ainda brigasse por uma vaga na Sul-Americana, o técnico Vanderlei Luxemburgo também colocou caras novas em campo. No ataque, duas promessas da base: Diego Maurício e Guilherme Negueba.

E os dois, se não brilharam, pelo menos proporcionaram boas chances de gol. Aos 11 minutos, Drogbinha recebeu cruzamento certeiro de Léo Moura, mas o goleiro santista evitou o gol de cabeça do camisa 49.

O lateral-direito rubro-negro, aliás, foi quem melhor apareceu na primeira etapa. Posicionado quase como um apoiador, era dos pés dele que saíam as jogadas mais perigosas.

Aos 17, o camisa 2 desarmou Alex Sandro na saída de bola, passou para Drogbinha, que chutou cruzado. Guilherme Negueba ainda se esticou, mas não conseguiu concluir para a rede.

No Santos, o que se viu foi um time contando o tempo para a chegada das férias. Neymar foi o único que se salvou do lado alvinegro. O camisa 11 por pouco não fez para o time da casa já no fim do primeiro tempo. Ele recebeu na área, bateu fortemente, mas Paulo Victor, que fazia sua estreia em jogos oficiais, salvou a equipe carioca.

Muita chuva e pouco futebol

A chuva que deu as caras ainda na primeira etapa deixou o gramado da Vila encharcado na volta do intervalo. Com isso, o futebol, que andava sumido desde o início, tornou-se quase impraticável.

No duelo dos chutões, o Rubro-Negro continuou mais incisivo. Welinton, aproveitando cobrança de escanteio, assustou o goleiro Rafael. Aos 23, Negueba fez bela jogada, fintou o goleiro e só não marcou porque a defesa santista tirou em cima da linha.

De resto, muita pegada no meio de campo e uma infinidade de passes errados devido ao péssimo estado do gramado.

Luxemburgo, então, fez duas alterações de uma só vez. Tirou Drogbinha e Negueba para as entradas de Petkovic e Val Baiano, pensando talvez em explorar mais as jogadas aéreas – única alternativa de ataque naquelas condições.

Mas quem quase tirou o zero do placar foi o Peixe, com Neymar, depois de jogada individual de Zé Eduardo.

O Fla só respondeu aos 38. Pet tentou lance individual pela esquerda, mas acabou chutando por cima. No último minuto, Val Baiano chegou a balançar a rede, mas o árbitro anulou o lance marcando impedimento.

Por fim, um resultado amargo e sem graça, que acabou fazendo justiça ao interesse com que as duas equipes entraram em campo.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 0 X 0 FLAMENGO

Estádio: Vila Belmiro, Santos (SP)
Data/Hora: 5/12/2010, às 17h (de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (PR-Fifa)
Auxiliares: Gilson Bento Coutinho (PR) e José Amilton Pontarolo (PR)

Público e renda: 9.086 pagantes/R$ 107.345,00

Cartões Amarelos: Rodriguinho (Santos); Juan (FLA)

SANTOS: Rafael, Maranhão, Bruno Rodrigo (Bruno Aguiar, 37′ do 2ºT), Vinicius e Alex Sandro; Rodrigo Possebon, Rodriguinho, Danilo (Breitner, aos 40′ do 2ºT)e Felipe Anderson (Moisés, aos 24′ 2T); Neymar e Zé Eduardo. Técnico: Marcelo Martelotte

FLAMENGO: Paulo Victor; Léo Moura, Welinton, David e Juan; Maldonado (Willians, intervalo), Fernando, Fierro e Renato; Diego Maurício (Petkovic, aos 25′ 2ºT) e Guilherme Negueba (Val Baiano, aos 25′, 2ºT). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

dezembro 5, 2010 Posted by | Flamengo, Santos | | Deixe um comentário

Grêmio passa pelo Botafogo por 3 a 0 e garante G4

Tricolor concretiza reação e espera pela Libertadores

Neste domingo, o Grêmio justificou mais uma vez o apelido de Imortal. Após figurar na parte inferior da classificação durante todo primeiro turno, o Tricolor reagiu na tabela de forma impressionante e garantiu o G4 do Brasileiro ao vencer o Botafogo por 3 a 0, comgols de André Lima, Jonas e Douglas, no Estádio Olímpico lotado. O placar levou o clube gaúcho aos 63 pontos e manteve vivo o sonho da vaga na próxima Libertadores.

Agora o Grêmio vai esperar até a próxima quarta-feira para saber o futuro. Se o Goiás faturar a CopaSul-Americana, sobre o Independiente, na Argentina, leva a classificação à Libertadores para a Região Centro-Oeste e o Grêmio fica com uma na Sul-Americana de 2011. Título do Independiente garante o clube gaúcho na principal competição do continente. No primeiro jogo da final, 2 a 0 favorável ao clube brasileiro. Pelo lado do Glorioso, que estacionou nos 59 pontos e acabou na sexta posição, restou a Copa Sul-Americana de 2011 e a Copa do Brasil.

PRESSÃO TOTAL

Com três volantes no time e Lucio Flavio no banco, o Botafogo viveu um início de sustos no Rio Grande do Sul. Aos dois minutos, Lúcio desceu pela esquerda e cruzou na cabeça de Jonas, que obrigou Jefferson a operar milagre. Dentro da pequena área, o artilheiro do campeonato mirou o chão e o camisa 1 alvinegroesperou o momento certo para afastar o perigo.

No minuto seguinte, Douglas bateu escanteio pela direita e Rafael Marques carimbou a trave, após bom cabeceio. Lances que sacudiram os 45 mil gremistas no estádio. Nervoso, o Alvinegro ainda sofreu com desmaio sofrido por Loco Abreu. O atacante uruguaio se chocou com Rafael Marques em disputa pelo alto e levou a pior, posteriormente apagado por dois minutos. Para sorte do Bota, o 13 se levantou e continuou no duelo.

Porém, a situação da Estrela Solitária ainda iria piorar. Aos 13, Joel Santana foi expulso pelo árbitro Sandro Meira Ricci depois de reclamar muito. Joel não se conformou e demorou cinco minutos para sair de campo. Depois de o técnico ir para o vestiário, o buraco ficou ainda maior.

Aos 20 minutos, André Lima e Jonas tabelaram na intermediária e o segundo chutou fortemente. Jefferson deu rebote e André Lima entrou na área para estufar a rede. Grêmio cada vez mais perto de garantir a quarta posição, enquanto Bota tenso e envolvido em brigas com o rival.

De concreto, a primeira chance alvinegra só aconteceu aos 33. Fahel cruzou da direta e Loco Abreu pegou firmemente, de fora da área, para defesa de Victor. No rebote, Caio mandou por cima do gol. Foi só isso, pois o Grêmio é que mandou na etapa e fez mais um antes do intervalo. Mais uma vez, toques da dupla André Lima e Jonas. Da meia-lua, Jonas bateu no canto direito de Jefferson e correu para a torcida, aos 38.

POUCO MUDOU

No Alvinegro, Edno entrou no lugar de Lucas Zen para tentar dar mais ofensividade ao time. Efeito pouco sentido no início da etapa complementar, marcada por muitas faltas. Tranquilo, o Grêmio só esperou para fazer mais um. Jefferson pegou errado e deixou a bola nos pés do ataque tricolor. Sem a presença da defesa, André Lima só rolou para Douglas, que tocou para a meta vazia, aos oito.

Daí, o Bota precisaria de quatro gols para ficar com o G4. Naturalmente o ânimo alvinegro baixou, enquanto o Grêmio controlou as ações e fez a alegria da arquibancada. Na base da vontade, Alessandro chegou a tentar duas vezes pela direita, mas a defesa gaúcha não cometeu vacilos.

Aos 24, Herrera entrou no lugar de Danny Morais e voltou aos campos após um mês afastado com lesão no ombro esquerdo. O argentino contagiou os companheiros com vontade, o que fez o Bota finalmente avançar. Antônio Carlos quase descontou em bate e rebate na área, mas parou na trave. Mas era dia do Grêmio, que fez a própria parte pela Libertadores.

FICHA TÉCNICA:
GRÊMIO 3 X 0 BOTAFOGO

Estádio: Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Data/hora: 5/12/2010 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF)
Auxiliares: Márcio Eustáquio Sousa Santiago (Fifa-MG) e Marrubson Melo Freitas (DF)
Renda/público: R$ R$ 949.795,50 / 41.457 pagantes
Cartões amarelos: Fábio Rochemback, Douglas, Jonas, Adilson (GRE); Lucas Zen (BOT)
GOLS: André Lima, 20’/1ºT (1-0); Jonas, 38’/1ºT (2-0), Douglas, 8’/2ºT (3-0)

GRÊMIO: Victor; Gabriel, Paulão, Rafael Marques e Fábio Santos; Fábio Rochemback (Neuton, 24’/2ºT), Adilson, Lúcio (Gilson, 44’/2ºT)e Douglas; Jonas e André Lima (Diego Clementino, 29’/2ºT). Técnico: Renato Gaúcho.

BOTAFOGO: Jefferson, Antônio Carlos, Leandro Guerreiro e Danny Morais (Herrera, 24’/2ºT); Alessandro, Fahel, Lucas Zen (Edno, intervalo), Somália e Marcelo Cordeiro; Caio (Tulio Souza, 33’/2ºT) e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana.

dezembro 5, 2010 Posted by | Botafogo, Grêmio | | Deixe um comentário

São Paulo atropela o Atlético-MG no Morumbi

Tricolor se despede de 2010 com uma boa apresentação sobre os mineiros, que se garantem na Sul-Americana

O São Paulo terminou o Brasileirão deste ano com a segunda pior campanha na era dos pontos corridos (só melhor que a de 2005, ano do tricampeonato mundial). Mas ao menos, o Tricolor se despediu dacompetição com uma boa apresentação na tarde deste domingo, no Morumbi. Sem dificuldade, o time do Paulo César Carpegiani fez 4 a 0 no Atlético-MG, que mesmo atropelado, termina com vaga para a Sul-Americana do ano que vem.

A defesa do Atlético foi uma verdadeira mãe para o São Paulo. Jairo Campos e Cáceres não se entenderam e o Tricolor teve duas ótimas oportunidades com apenas dois minutos de jogo. Se a defesa do Galo teve um desempenho pífio, o mesmo não se pode dizer do goleiro Renan Ribeiro, que parou Marlos, Ilsinho e Lucas com ótimas defesas assim que a bola rolou.

Com mais volume de jogo e muito mais atrevido do que o adversário, o São Paulo foi envolvendo o Atlético-MG e tomando conta do jogo sem a mínima dificuldade. Com boas trocas de passes, o time foi premiado com o primeiro gol da partida: Marlos foi derrubado na entrada da área, mas a bola sobrou para Ilsinho, que não desperdiçou.

Três minutos depois, foi a vez de Lucas acertar um belo chute no canto de Renan Ribeiro. E mais tarde, Marlos, também de fora da área, ampliou para os donos da casa e do jogo: 3 a 0, placar justo pelo diferença entre o futebol apresentado pelas duas equipes.

A atuação do Galo no primeiro tempo foi medonha. Tardelli errava passes, lançamentos mal feitos, Serginho não chegava na bola… Dorival Júnior deve ter contado os minutos para o fim dos 45 minutos iniciais.

Se o Atlético tinha esperança de voltar com um comportamento diferente após o puxão de orelhas de Dorival Júnior no vestiário, ela veio por água abaixo logo com um minuto de jogo, quando Renato Silva, de cabeça, aproveitou cruzamento de Carlinhos Paraíba e ampliou ainda mais o baile.

O panorama não mudou e Rogério Ceni foi apenas um espectador de luxo. Triste despedida para o Atlético e promessa de um 2011 melhor ao São Paulo, que deve apostar mais na garotada no próxixima temporada.

FICHA TÉCNICA:

SÃO PAULO 4 X 0 ATLÉTICO-MG

Estádio: Morumbi, São Paulo (SP)
Data/hora: 5/12/2010 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Rodrigo Pereira Joia (RJ)

Cartão Amarelo: Fabiano (ATL)
Cartão Vermelho: Não houve
Gols: Ilsinho, 27’/1ºT (1-0); Lucas, 30’/1ºT (2-0); Marlos, 40’/1ºT (3-0); Renato Silva, 1’/2ºT (4-0)

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Ilsinho, Xandão, Renato Silva e Jorge Wagner (Diogo, 37’/2ºT); Zé Vitor, Jean, Carlinhos Paraíba (Sérgio Mota, 32’/2ºT) e Lucas; Marlos e Lucas Gaúcho (Casemiro, 27’/2ºT). Técnico: Paulo César Carpegiani.

ATLÉTICO-MG: Renan Ribeiro; Rafael Cruz (Neto Berola, 32’/1ºT), Cáceres, Jairo Campos e Leandro; Zé Luis (Fabiano, 29’/2ºT), Serginho, Renan Oliveira e Diego Souza; Diego Tardelli e Obina (Ricardinho, Intervalo). Técnico: Dorival Júnior.

dezembro 5, 2010 Posted by | Atlético-MG, São Paulo | | Deixe um comentário

Atlético-GO empata com o Vitória e se mantém na Série A

Rubro-Negro baiano, finalista da Copa do Brasil-2010, volta para a Segunda Divisão depois de três anos

A última vaga na Série A é do Atlético-GO, que empatou em 0 a 0 com o Vitória, na tarde deste domingo, no Barradão. Com os mesmos 42 pontos, o Dragão se garantiu na elite por ter duas vitórias a mais que o Leão. Assim, depois de três anos na Primeira Divisão, o time baiano, finalista da Copa do Brasil-2010, voltará a disputar a Série B.

Surpreendendo a todos, o técnico Antônio Lopes optou por escalar o Vitória com três atacantes: Henrique, Júnior e Adaílton. Mas a nova formação não surtiu efeito. Isso porque o Rubro-Negro seguia jogandocomo nas rodadas anteriores, explorando o lado direito.

Com a vantagem debaixo do braço, o Atlético-GO mostrava-se mais tranquilo, mas isso sem precisar jogar na retranca. Já o time da casa estava visivelmente nervoso. Tanto que, em saída de bola errada, Egídio perdeu a bola para Marcão, que tenta surpreender Viáfara com chute de longe, mas viu a bola ir longe demais.

Mesmo com os gritos de Antônio Lopes, o Vitória não se acertava em campo. Pressionava o Dragão, mas de forma totalmente desorganizada. Em um avanço pela direita, a bola sobrou para o jovem Adaílton, que arriscou um chute torto. Vendo que o jogo estava complicado, a torcida, que deveria ser um trunfo do Leão, permanecia calada.

Mas os torcedores puderam se animar um pouco (apenas um pouco) na volta do intervalo. Com Elkeson no lugar de Adaílton, o Vitória começou a jogar tentando unir meio de campo e ataque. Em um lance, Elkeson cruzou da direita e Júnior mergulhou, mas a boa cabeçada foi para fora.

A resposta do Atlético-GO, porém, foi rápida. Anderson Martins falhou na hora do corte e a bola sobrou para Juninho, que arrancou sozinho, sem marcação. Na frente de Viáfara, o atacante driblou o camisa 1, chutou, mas, antes de a bola entrar, Neto Coruja tirou perto da linha. Depois dessa jogada, o Dragão passou a defender, enquanto o Vitória tentava, de todos os jeitos, abrir o placar.

Mas, se a situação já estava complicada, ela ficou ainda mais. Isso porque Gabriel Paulista aplicou entrada criminosa em Anaílson e recebeu o cartão vermelho imediatamente. Com um homem de defesa a menos, o Vitória passou a jogar no coração. Mas não foi suficiente. O Leão troca de lugar com o Bahia, para delírio dos torcedores do Tricolor de Aço.

FICHA TÉCNICA:
VITÓRIA 0 X 0 ATLÉTICO-GO

Local: Barradão, em Salvador (BA)
Data/Hora: 5/12/2010 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Sálvio Spinola (SP-Fifa)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP-Fifa) e Carlos Berkenbrock (SC-Fifa)
Cartões amarelos: Júnior, Egídio, Uelliton (VIT); Welton Felipe, Agenor, Márcio, Juninho, Robston (ATG)
Cartões vermelhos: Gabriel Paulista (VIT – 37’/2T)

VITÓRIA: Viáfara, Jonas, Gabriel Paulista, Anderson Martins e Egídio; Neto, Uelliton e Fernando (Ramon, 13’/2T); Henrique (Schwenck, 35’/2T), Júnior e Adaílton (Elkeson, intervalo). Técnico: Antônio Lopes.

ATLÉTICO-GO: Márcio, Adriano, Gílson, Welton Felipe e Thiago Feltri; Agenor, Pituca, Róbston e Elias (Anaílson, 29’/2T; Juninho (William, 43’/2T) e Marcão. Técnico: René Simões.

dezembro 5, 2010 Posted by | Vitória | | Deixe um comentário