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Flu esbarra na marcação do Goiás, fica no empate e perde a liderança

Conca marca de pênalti, mas Tricolor não passa do 1 a 1 e deixa para o Corinthians a primeira colocação do Campeonato Brasileiro

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

A vitória do Corinthians sobre o Cruzeiro, no sábado, obrigava o Fluminense a vencer no Engenhão para seguir na liderança do Campeonato Brasileiro. Mas, apesar da insistência, o Tricolor esbarrou na falta de pontaria e na forte marcação do Goiás. Assim, o empate por 1 a 1, neste domingo, tirou o Tricolor da primeira colocação. Já o time esmeraldino segue na luta contra o rebaixamento, mas, a três rodadas do fim, passa a depender de uma improvável combinação de resultados.

O Fluminense, que agora está em segundo lugar, com 62 pontos (um a menos do que o Corinthians), volta a campo no próximo domingo para enfrentar o São Paulo na Arena Barueri. No mesmo dia, o Goiás, que segue na penúltima posição, com 32 pontos, recebe o Santos no Serra Dourada. O time está a sete pontos do primeiro time fora da zona da degola.

Goiás faz marcação forte e abre o placar com Rafael Moura

Mobilizada pela importância da partida, a torcida do Fluminense encheu o Engenhão. A ideia era criar um ambiente de pressão sobre o adversário e apoio aos jogadores. No entanto, o esperado ímpeto do Tricolor não veio. E, sem muita dificuldade, o Goiás conseguiu manter a partida equilibrada.

A implacável marcação sobre Conca – principalmente a do volante Carlos Alberto – deixou o Fluminense enfraquecido. Outro responsável por armar as jogadas ofensivas, Deco se mostrava sem ritmo de jogo. Assim, Tartá e Fred pouco podiam fazer. Com a partida defensivamente controlada, o Goiás se lançou à frente e marcou seu gol aos 19 minutos. Após um passe errado de Carlinhos, Jones avançou pela direita e cruzou para Rafel Moura, que subiu para cabecear e fazer 1 a 0.

Dupla formada por Fred e Washington insistiu, mas passou em branco (Foto: Ivo Gonzalez / Agência O Globo)

O ambiente do Engenhão, inicialmente festivo, estava longe de ser um caldeirão. Fechado em sua defesa, o Goiás segurava o Fluminense na base das faltas e tentava sair nos contra-ataques. No entanto, a falta de articulação deixou a torcida tricolor impaciente, vaiando Fernando Bob e pedindo a entrada de Diguinho, que estava no banco de reservas.

Fluminense pressiona e empata em cobrança de pênalti

O pedido foi atendido, e o volante entrou em campo no segundo tempo, no lugar de Deco. O técnico Muricy Ramalho também decidiu dar nova oportunidade a Washington, que substituiu Tartá. Sob o grito de “time de guerreiros”, o Fluminense partiu para cima do Goiás e criou jogadas de perigo, mas a defesa esmeraldina conseguia salvar.

O que se viu no segundo tempo foi um verdadeiro bombardeio do ataque tricolor, enquanto o Goiás se virava como podia para afastar a bola de sua área. Principalmente pelo alto, Fred e Washington es esforçavam, mas não acertavam o alvo. Vivendo longo jejum de gols, o Coracão Valente chegou a desviar para fora uma conclusão de bicicleta do companheiro, que aparentemente levaria perigo ao goleiro Harlei.

Quando a tensão e o silêncio tomavam conta do Engenhão, um lance isolado deu a oportunidade para o Fluminense empatar a partida. Após receber uma bola espirrada, Rodriguinho foi derrubado dentro da área de forma infantil por Ernando. Conca cobrou o pênalti com força, praticamente no meio do gol, e fez 1 a 1 aos 38 minutos.

O Fluminense intensificou sua pressão, mas novamente não conseguiu se livrar da forte marcação do Goiás. A equipe tricolor pressionou, mas foi o time esmeraldino que quase marcou, com Felipe, aos 46 minutos.

Ficha técnica:

fluminense 1 x 1 goiás
Ricardo Berna, Mariano, Leandro Euzébio, André Luis e Carlinhos; Valencia, Fernando Bob (Rodriguinho), Deco (Diguinho) e Conca; Tartá (Washington) e Fred. Harlei, Valmir Lucas, Ernando e Marcão; Douglas (Wendel Santos), Amaral, Carlos Alberto (Jonílson), Marcelo Costa e Wellington Saci; Jones (Felipe) e Rafael Moura.
Técnico: Muricy Ramalho. Técnico: Arthur Neto.
Gols: Rafael Moura, aos 19 minutos do primeiro tempo; Conca, aos 38 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Mariano, Diguinho (Fluminense); Douglas, Marcelo Costa, Ernando (Goiás).
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro. Data: 14/11/2010. Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa/RS). Assistentes: Marcelo Bertanha Barison (RS) e Tatiana de Freitas (RS). Público: 30.897 pagantes (36.227 presentes). Renda: R$ 984.475,00.

novembro 14, 2010 Posted by | Fluminense, Goiás | , | Deixe um comentário

São Paulo empata com Vasco em São Januário e vê Libertadores longe

Faltando apenas três rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro, time paulista está a cinco pontos do G-4. Cariocas seguem em 11º lugar

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

No Brasileiro, um empate fora de casa costuma ser considerado um bom resultado. Mas, nas atuais circunstâncias do São Paulo, a igualdade com o Vasco, neste domingo, em São Januário, foi um mau resultado. O placar de 1 a 1 deixou o Tricolor com 51 pontos, em nono lugar. Faltando apenas três rodadas para o fim do Brasileiro, o time está a cinco pontos do G-4 e vê suas chances de chegar à Libertadores diminuírem drasticamente.

Sem muita aspiração no Brasileiro, o Vasco segue em 11º, agora com 46 pontos. Antes da partida, o torcedor teve uma surpresa desagradável. Com febre alta e dores no corpo, Carlos Alberto foi cortado da delegação. O meia, que não disputa uma partida desde 25 de setembro, fará exames para saber exatamente o que tem. Em princípio, os médicos trabalham com a hipótese de uma virose, mas não está descartada a chance de dengue.

Na próxima rodada, as duas equipes jogam no domingo contra times que ainda lutam pelo título. O Vasco encara o Cruzeiro, no Parque do Sabiá, e o São Paulo recebe o Fluminense, na Arena Barueri.

Primeiro tempo aberto e emocionante, mas placar zerado

O São Paulo precisava atacar para ainda ter chance de chegar à Libertadores. O Vasco jogava sem pressão por não ter muito o que aspirar na competição nacional, a não ser garantir a classificação para a Copa Sul-Americana. Por isso, o jogo entre as duas equipes começou franco e aberto. Com 15 minutos, Prass e Ceni já haviam dado demonstrações do porquê de serem tão queridos por suas tocidas.

O goleiro vascaíno começou trabalhando mais. Fez três defesaças e evitou que o São Paulo abrisse o placar. Lucas recebeu na área e chutou no canto. O remate saiu fraco, e Fernando conseguiu tocar com a ponta dos dedos. Jorge Wagner arriscou de fora da área. A bola iria no ângulo se Prass não defendesse. Dagoberto também tentou um chute forte, mas foi mais um jogador a esbarrar no arqueiro.

Carlinhos Paraíba e Eder Luis em lance: atacante marcou o gol vascaíno (Foto: Alexandre Loureiro/VIPCOMM)

Do outro lado, Ceni também mostrou estar em forma. Principalmente, em um chute cruzado de Diogo. O garoto arriscou de fora da área, quase na lateral do campo. O goleiro tocou na bola, que ainda acertou a trave, antes de sobrar para Eder Luis na área. O atacante chutou fraco e perdeu a chance. Rogério também apareceu bem ao defender um chute de longe de Zé Roberto.

Quando o goleiro tricolor não defendia, contava com a sorte. E com a incapacidade dos jogadores vascaínos. Após cruzamento, Dedé perdeu uma chance com o gol totalmente vazio na sua frente. Eder Luis, irreconhecível no primeiro tempo, recebeu um lançamento perfeito de Felipe, mas, ao invadir a área, olhou para trás em vez de chutar. A zaga tricolor chegou cortando.

O Vasco já dominava as ações quando o São Paulo sofreu uma baixa. Dagoberto sentiu dores na coxa e precisou ser substituído. Marlos entrou em seu lugar. O time da casa aumentou ainda mais seu domínio. Zé Roberto quase marcou após receber na entrada da área e bater com categoria. Rogério Ceni defendeu. O meia voltou a tentar uma jogada ofensiva, mas sofreu falta de Alex Silva. Na entrada da área, Irrazábal cobrou com precisão e obrigou o goleiro tricolor a fazer mais uma difícil defesa.

Dois chutes perigosos, dois golaços

Diferentemente do primeiro tempo, o segundo começou morno. O São Paulo voltou com Cléber Santana no lugar de Zé Vitor. O Vasco mudou, logo no início da etapa, trocando Rafael Carioca por Renato Augusto. Mas os times pareciam anestesiados. De relevante, apenas o cartão amarelo recebido por Felipe. O meia pediu para que o árbitro mostrasse cartão para um adversário, mas ele mesmo foi advertido por reclamação. Com isso, está fora do duelo do próximo domingo, contra o Cruzeiro.

Em meio a tanta pasmaceira, era necessário que alguém acordasse os times. E coube a Eder Luis essa tarefa. Mal na primeira etapa, o atacante recebeu na entrada da área, aos 15 minutos, e mandou uma bomba no ângulo de Rogério Ceni. Golaço.

O São Paulo respondeu na mesma moeda. Dez minutos após o gol vascaíno, Jean avançou pela direita e tocou para o meio da área. Lucas Gaúcho, que havia acabado de entrar, deu um toque de letra para tirar de Fernando Prass. Lindo lance, lindo gol.

Os times ainda procuraram o gol da vitória, mas sem criatividade. De bom, apenas um lance de perigo para cada lado. Fernandão mandou um chute de primeira, após um cruzamento, mas acertou a arquibancada. No último minuto de jogo, um gol perdido de maneira inacreditável. Zé Roberto fez boa jogada pela direita e tocou para Jeferson Silva na pequena área. O meia, sozinho e com tempo, teve a chance de sair consagrado: parou a bola, deu um passo para trás, mas arrematou muito mal e mandou por cima do gol (assista ao vídeo).

vasco 1 x 1 são paulo
Fernando Prass, Irrazábal, Cesinha, Titi e Diogo (Carlinhos); Rafael Carioca (Renato Augusto), Romulo, Felipe e Zé Roberto; Éder Luis e Jonathan (Jeferson Silva) Rogério Ceni; Jean, Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Zé Vítor (Cléber Santana), Carlinhos Paraíba, Lucas e Jorge Wagner (Lucas Gaúcho); Dagoberto (Marlos) e Fernandão
Técnico: PC Gusmão Técnico: Paulo César Carpegiani
Gols: Eder Luis, aos 15, e Lucas Gaúcho, aos 25 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Romulo e Felipe (Vasco); Lucas (São Paulo)
Local: São Januário, no Rio de Janeiro. Data: 14/11/10. Árbitro: Wagner Reway (MT). Auxiliares: Lincoln Ribeiro Taques (MT) e Fábio Rodrigo Rubinho (MT). Público: 5.674 pagantes. Renda: R$ 143.875.

novembro 14, 2010 Posted by | São Paulo, Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Atlético-PR faz 2 a 1 no último minuto e joga pá de cal sobre o Prudente

Estrela de Paulo Baier brilha e Furacão chega ao G-4. Time paulista luta, mas é o primeiro matematicamente rebaixado para a Série B 2011

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

O Atlético-PR fez sua torcida sofrer na noite deste domingo na Arena da Baixada. Foram necessários mais de 120 minutos para que a equipe paranaense conseguisse sair de campo com a vitória sobre o Prudente por 2 a 1, em jogo marcado por uma paralisação de dez minutos para atendimento médico ao árbitro Renato Cardoso da Conceição. Paulo Baier fez os dois gols do Furacão, que tomou o lugar do Botafogo no G-4. Willian José descontou para os paulistas, matematicamente rebaixados para a Série B. (Veja os gols no vídeo ao lado)

A agonia dos atleticanos durou até os segundos finais. Os torcedores do Furacão tiveram que esperar até os 47 minutos da segunda etapa para comemorar o gol da vitória. O Atlético-PR agora soma 56 pontos. É o quarto lugar e leva vantagem no número de vitórias sobre o Botafogo, igual no número de pontos. Já o Prudente, com 27 pontos, vai fazer três ‘amistosos’ na reta final.

Gols, expulsão e atendimento ao árbitro

Como já era esperado, o Atlético-PR iniciou o jogo pressionando o adversário, sempre com a bola parada de Paulo Baier e as arrancadas pelas pontas de Guerrón como as principais armas. O Prudente, armado num 4-4-2 com três volantes, tentava coibir os avanços do Furacão.

Paulo Baier comemora o gol do Atlético-PR, agora no G-4, contra o rebaixado Prudente (Foto: Ag. Estado)

A partir dos 10 minutos, os laterais atleticanos passaram a ser boas opções. Com arrancadas de Wagner Diniz, pela direita, e de Márcio Azevedo, pela esquerda, o rubro-negro tentava superar o ferrolho armado pelo técnico Fábio Giuntini. Mas a primeira boa chance foi do Prudente. Após troca de passes, Roberto saiu na cara de João Carlos, mas o camisa 1 chegou primeiro para abafar o chute.

Após o susto, a resposta do Furacão veio em forma de gol. Numa bela trama pelo meio, Branquinho recebeu na área, resolveu dar o corte em João Vítor que, no embalo, não teve como parar sem trombar no adversário: pênalti.

O experiente Paulo Baier pegou a bola e bateu no canto direito alto de Sidney, que até acertou o lado, mas nada pôde fazer. A situação do time paulista piorou aos 25. Após lançamento errado para o ataque, Manoel fez proteção para a bola sair pela linha de fundo. Wesley chegou para pressionar e, em um lance patético, desferiu um pontapé contra o adversário. O árbitro não teve dúvidas e colocou o jogador para fora.

Mesmo em desvantagem numérica e no placar, o que parecia impossível aconteceu. Em um dos raros ataques do Prudente, Willian José se aproveitou de uma linha de impedimento que não deu certo, recebeu lindo passe e tocou de perna esquerda, na saída de João Carlos: 1 a 1 no placar.

Árbitro pede atendimento médico: jogo parado por dez minutos

Poucos minutos após o empate do Prudente, o árbitro Renato Cardoso da Conceição sentiu um problema no ombro direito e pediu atendimento médico. Após os primeiros socorros ainda dentro de campo, Renato foi até o vestiário receber um diagnóstico mais detalhado. Enquanto isso, o quarto árbitro Fábio Filipus (PR) fazia seu aquecimento. Após dez minutos de paralisação, o juiz retornou ao gramado. Segundo os médicos que realizaram o atendimento, ele havia sentido uma luxação no ombro, mas poderia dar continuidade a seu trabalho (assista ao vídeo ao lado).

Com o reinício do jogo, o Atlético-PR voltou com força para fazer o segundo gol. A primeira chance veio em lance iniciado com Paulo Baier. Ele deu passe preciso para Guerrón que, pressionado, deu um leve toque para o meio. A bola percorreu toda a pequena área, sem que Bruno Mineiro chegasse para conferir.

Novamente pela direita do ataque, Wagner Diniz foi ao fundo e cruzou. A bola encobriu Sidney e mais uma vez ninguém apareceu para concluir. Por fim, aos 55 minutos, Bruno Mineiro raspou de cabeça na frente do goleiro, que viu a bola explodir em sua trave.

Gol de Paulo Baier no apagar das luzes

O empate não era um bom negócio para nenhum dos times. Enquanto os donos da casa perdiam a chance de entrar no G-4, o Grêmio Prudente dava adeus à Série A.

Com o apoio da torcida, o Furacão partiu em busca do segundo gol. Com Guerrón de um lado e Ivan Gonzalez de outro, o time criava jogadas pelas pontas. Em má fase, Bruno Mineiro não conseguia concluir. Após mais um erro do atacante, a paciência de Sérgio Guedes e dos torcedores chegou ao fim. No mesmo momento em que chamava Marcelo para o jogo, os atleticanos vaiavam Mineiro.

A pressão aumentava a medida que o tempo ia passando. Indo com muita gente ao ataque, o espaço na defesa do Furacão também apareceu. Em um lance que começou despretensioso, Willian José quase virou o placar. Após cruzamento, João Carlos ficou no meio do caminho, mas o camisa 9 acreditou na jogada e, quase sem ângulo, acertou a trave. Susto e saudades nas arquibancadas do titular Neto, ausente para defender a seleção brasileira.

Com o passar do tempo o jogo ganhava em emoção. Com muita raça, o Grêmio Prudente tentava alguns contragolpes com Juan e Rafael Martins. E no embalo da torcida, o Furacão tentava principalmente com Paulo Baier, Guerrón, Marcelo e Branquinho. Aos 38, o Prudente mostrou mais uma vez que estava no jogo. Com liberdade, Roberto carregou e da intermediária resolveu arriscar. A bola viajou rápido e mais uma vez encontrou o poste de João Carlos.

Quando a torcida já se preparava para ir embora frustrada, a estrela de Paulo Baier voltou a brilhar. Ivan Gonzalez cruzou bola na área aos 47 minutos e encontrou a cabeça do camisa 10, que saltou pouco para fazer o segundo, decretar o placar final e colocar o Atlético-PR no G-4.

atlético-pr 2 x 1 grêmio prudente
João Carlos; Wagner Diniz, Rhodolfo, Manoel e Márcio Azevedo (Heracles); Chico, Deivid (Ivan Gonzalez), Paulo Baier e Branquinho; Guerrón e Bruno Mineiro (Marcelo). Sidney; Bruno Ribeiro, Anderson Luis, Leonardo e Diego Giaretta; Anderson Pedra, Roberto, João Vitor (Rafael Martins) e Renan (Rhayner); Wesley e Willian José (Juan).
Técnico: Sérgio Guedes Técnico: Fábio Giuntini
Gols: Paulo Baier duas vezes (Atlético-PR) e Willian José (Prudente)
Cartões amarelos: Anderson Luís e Bruno Ribeiro (Prudente); Bruno Mineiro e Guerrón (Atlético-PR). Cartão vermelho: Wesley (Prudente)
Data: 14/11/2010. Local: Arena da Baixada (Curitiba). Árbitro: Renato Cardoso da Conceição (MG). Auxiliares: Jair Albano Félix (MG) e Flamarion Sócrates da Silva (MG)

novembro 14, 2010 Posted by | Atlético-PR, Grêmio Prudente | | Deixe um comentário

Com outra goleada sobre o Verdão, Atlético-GO se afasta da degola

Time goiano não toma conhecimento dos reservas do Palmeiras e vence por 3 a 0, no Serra Dourada, subindo para a 13ª posição no Brasileiro

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

O Atlético-GO provou mais uma vez que é um adversário indigesto para o Palmeiras. Depois de eliminar o time paulista nas quartas-de-final da Copa do Brasil, em maio, e fazer 3 a 0 no Pacaembu no primeiro turno do Brasileirão, no dia do aniversário de 96 anos do clube alviverde, a equipe goiana atropelou e goleou novamente por 3 a 0, neste domingo, no Serra Dourada. Encarando o jogo como uma decisão para fugir do rebaixamento, o Dragão não teve dificuldades para superar o desinteressado Verdão, que atuou com os reservas, já que a prioridade é a semifinal da Copa Sul-Americana, contra o Goiás

Bem organizado em campo, o Atlético-GO venceu com gols de Robston (2) e Gílson, subindo duas posições na classificação. Os goianos pularam para a 13ª colocação, agora com 40 pontos, três à frente da zona do rebaixamento. O Palmeiras permanceu na 10ª posição com 50 pontos, sem mais nenhum objetivo no Brasileirão.

Na próxima rodada, o time do técnico René Simões enfrenta o Avaí, domingo, em Florianópolis. Os comandados de Luiz Felipe Scolari encaram o Atlético-MG, também no domingo, em Araraquara. Antes, na quarta-feira, jogam pela Sul-Americana, diante do Goiás, em Goiânia

Goianos abrem o placar

De um lado, o Atlético-GO com os seus principais titulares apostou no esquema 4-4-2, com dois meias que criavam jogadas: Robston e Renatinho. Do outro, o Palmeiras repleto de reservas no 3-5-2, e apenas Patrick como meia armador. Felipão escalou apenas dois titulares: o zagueiro Danilo e o volante Márcio Araújo, e a equipe visitante se mostrou apática na partida. Apesar do empenho demonstrado pelos jovens e atletas que pouco jogaram na temporada, a melhor disposição tática dos donos da casa prevaleceu.

O goleiro Bruno ainda fez uma defesa sensacional em cabeçada do atacante Josiel antes que o placar fosse aberto. Aos 30 minutos, Gilson pegou o rebote de uma cabeçada na trave e, também de cabeça, balançou as redes, aproveitando vacilo do zagueiro Fabrício.

O jovem lateral-direito Luís Felipe, improvisado na ala esquerda, ainda tentava levar os palmeirenses ao ataque, mas faltava lucidez para o conjunto verde levar perigo. Do outro lado, os goianos tocaram a bola com tranquilidade e povoaram o meio-de-campo, garantindo um volume de jogo bem maior.

O maior interesse do Dragão na partida foi recompensado com gols após o intervalo. Apesar das substituições de Felipão, que deu chances ao centroavante Tadeu e aos garotos Jean e Bruno Turco, o Palmeiras não conseguia encaixar um bom lance ofensivo. Dinei e Patrik ficaram escondidos na marcação e se enrolaram com a bola nas poucas chances que tiveram.

Aos 9 minutos, o eficiente e voluntarioso meia Robston chutou de bico para ampliar o marcador: 2 a 0. Seis minutos depois, Danilo, que já tinha cartão amarelo, fez falta dura em Juninho e foi expulso, piorando a situação para o time alviverde. A goleada foi definida aos 19 minutos, outra vez com Robston, que aproveitou boa jogada e cruzamento e Marcão da direita.

O meia Elias, carrasco dos paulistas no primeiro turno aos marcar os três gols no Pacaembu, ainda saiu do banco para tentar ampliar a vantagem, mas o placar de 3 a 0 foi mantido até o final e refletiu bem a disposição e produção dos dois times em Goiânia.

ATLÉTICO-GO 3 X 0 PALMEIRAS
Márcio; Adriano, Gilson, Jairo e Thiago Feltri, Agenor, Pituca, Robston e Renatinho (Elias); Juninho (Anaílson) e Josiel (Marcão) Bruno; Fabricio, Danilo, Leandro Amaro, Vítor, Pierre, Márcio Araújo (Jean), Luís Felipe, Patrik, Ewerthon (Tadeu) e Dinei (Bruno Turco)
Técnico: René Simões Técnico Luiz Felipe Scolari
Gols: Gilson, aos 30min do primeiro tempo; Robston, aos 9min e aos 19min do segundo tempo.
Cartões amarelos: Robston e Gílson (Atlético-GO); Danilo (Palmeiras). Cartões vermelhos: Danilo (Palmeiras)
Estádio: Serra Dourada, em Goiânia (GO). Data: 14/11/2010. Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF).
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Adnilson da Costa Pinheiro (MS).

novembro 14, 2010 Posted by | Palmeiras | , | Deixe um comentário

Avaí, com gol-relâmpago, bate Inter no Beira-Rio: 3 a 2

Catarinenses ganham esperança de fugir do rebaixamento ao superar o Colorado, que vive jejum de vitórias a um mês do Mundial

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

A esperança do Avaí caminha de mãos dadas com a preocupação do Inter. O time catarinense ganhou um empurrão em sua luta contra o rebaixamento ao fazer 3 a 2 no Colorado na tarde deste domingo, no Beira-Rio. Os gaúchos, pouco interessados na partida, expuseram problemas exatamente um mês antes da estreia no Mundial. Os números escancaram um alerta vermelho: o Colorado não vence há sete partidas.

A vitória do Leão foi sustentada em um gol-relâmpago, o mais rápido do Brasileirão, com Patric, aos 15 segundos de partida. Batista, ainda no primeiro tempo, fez 2 a 0. O Inter reagiu na etapa final e empatou com Leandro Damião e Rafael Sobis, mas Robinho garantiu a vitória do Avaí.

Com o resultado, o time de Florianópolis subiu para 37 pontos, ainda na zona de rebaixamento, mas agora na primeira casa dela, a 17ª colocação. O Colorado, com 51, é o oitavo. O Avaí volta a campo domingo, em casa, em duelo direto contra o Atlético-GO. O Inter, no mesmo dia, visita o Botafogo.

Avaí atropela: 2 a 0 no primeiro tempo

Quinze segundos. Mal dá tempo de comprar um refrigerante no estádio. Mal dá tempo de dar uma mordida naquele cachorro-quente recheado de ar que se vende nas arquibancadas. Mal dá tempo de espiar a torcedora que desfila perto da mureta. Mas dá tempo de fazer gol. Com inacreditáveis 15 segundos de partida, o Avaí largou na frente e deu um aviso de como seria a tarde de domingo no Beira-Rio.

E de pensar que a saída de bola foi do Inter… Mas por dois ou três segundos. O Avaí logo roubou e saiu em disparada numa aula de contra-ataque. Patric foi o cérebro da jogada. Ele tabelou com Rudnei, Caio e Vandinho até mandar uma pancada no ângulo de Lauro, diante de uma zaga imóvel, de um estádio boquiaberto.

Parecia um lance ocasional. Não era. A verdade é que a atuação do Inter no primeiro tempo deveria ser proibida para menores de 18 anos. Com interesse quase nulo na partida, o Colorado foi disperso, como quem joga com a cabeça nas nuvens – ou, vá lá, em Abu Dhabi. O Avaí foi o extremo oposto. Comeu grama em busca da vitória.

O Inter teve D’Alessandro. E ninguém mais. Rafael Sobis e Alecsandro beiraram a tragédia no ataque nos primeiros 45 minutos. Giuliano manteve a recente rotina de mais errar do que acertar. Nei e Kleber pouco fizeram. A dupla de zaga parecia ter se conhecido milésimos de segundo antes de o jogo começar. O Inter levou a pior no primeiro tempo por um simples motivo: porque mereceu.

O Avaí poderia ter feito mais gols. Uma pancada de Caio estourou na rede de Lauro, por fora. Vandinho, livre, driblou o goleiro colorado, mas foi desarmado por Kleber na hora da conclusão. Batista foi mais competente. Após tabelar com Eltinho, mandou chute forte e viu a bola desviar na zaga antes de adormecer no fundo do gol. O Avaí fazia 2 a 0.

O Inter, como sempre, teve o controle da bola. E, como sempre, criou muito pouco. Excetuados eventuais chutes de longe, teve um cabeceio forte de Alecsandro, defendido por Zé Carlos, e uma conclusão perigosa de Kleber, em chute sem peso, na altura do ângulo, ameaçando o goleiro do Leão.

Inter reage, mas Avaí vence

O Inter resolveu jogar futebol no segundo tempo. E o jogo ficou em chamas. A entrada de Leandro Damião no lugar de Alecsandro, já no intervalo, logo ganhou justificativa. O centroavante recebeu de Rafael Sobis pela direita, avançou com a bola e mandou uma patada em diagonal. Fez um gol de centroavante. E deu vida ao Colorado.

A ressurreição vermelha era questão de tempo. Guiñazu, dentro da área, fintou a zagueirada adversária e mandou chute torto, por cima. Não é a especialidade dele, mas é a de Sobis. De D’Alessandro para Giuliano, de Giuliano para Sobis, de Sobis para o gol. Uma pancada feita sob medida, lá no ângulo. Golaço do atacante.

Estava desenhada a virada. E lá foi o Avaí, pegou a borracha e apagou todos os traços. Quando o Inter mais vibrava, quando a torcida mais festejava, quando o Beira-Rio mais se enchia de esperança, o Leão mordeu a jugular colorada. Emerson Nunes apareceu bem na direita e cruzou na cabeça de Robinho, que fez o gol mais fácil da vida dele. Os catarinenses retomavam as rédeas do placar.

O Inter passou o resto do jogo procurando novo gol de empate. A entrada de Andrezinho não foi suficiente. O Avaí soube segurar o resultado para, com uma vitória das mais expressivas, manter o sonho de escapar da degola.

INTERNACIONAL 2 X 3 AVAÍ
Lauro, Nei (Andrezinho), Bolívar, Índio e Kleber; Wilson Matias (Glaydson), Guiñazu, Giuliano, D’Alessandro e Rafael Sobis; Alecsandro (Leandro Damião). Zé Carlos, Patric, Émerson Nunes, Emerson e Eltinho; Diogo Orlando, Batista, Rudnei (Jeferson) e Caio; Robinho (Daniel Thiago) e Vandinho (Marcelinho).
T: Celso Roth T: Vágner Benazzi
Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS). Data: 14/11/2010. Árbitro: Péricles Bassols Cortez (Fifa/RJ). Auxiliares: Dilbert Pedrosa Moisés (Fifa/RJ) e Ednílson Corona (Fifa/SP).
Gols: Patric, aos 15 segundos, e Batista, aos 38 minutos do primeiro tempo; Leandro Damião, aos nove, Rafael Sobis, aos 14, e Robinho, aos 18 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: D’Alessandro, Guiñazu, Andrezinho (Inter); Robinho, Eltinho (Avaí).
Público: 12.690. Renda: R$ 187.510,00.

novembro 14, 2010 Posted by | Avaí, Internacional | , , | Deixe um comentário

Guarani e Vitória ficam no empate e se complicam na briga contra degola

Equipes ficam no 1 a 1, no Brinco de Ouro. Bugre se mantém na zona de rebaixamento, e Leão segue muito próximo dela

O Guarani já conseguiu fazer um gol, mas ainda falta a vitória para respirar na luta contra o rebaixamento. Neste domingo, o Bugre completou seu décimo jogo sem vencer ao empatar por 1 a 1 com o Vitória, no Brinco de Ouro, e se complicou ainda mais depois da 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time não fazia um gol havia sete jogos e só conseguiu graças a um momento iluminado de Geovane, que marcou um gol olímpico. O time baiano, que também está na parte de baixo da tabela, saiu até satisfeito com a igualdade. Qualquer ponto é fundamental em um momento desses.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

As duas equipes ainda estão muito próximas na classificação. O Bugre caiu para a 18ª posição, com 37 pontos, depois da vitória do Avaí sobre o Internacional. Já o Leão é o primeiro fora da zona de rebaixamento, com 39. A três rodadas do fim, ambos correm sério risco de degola.

Emoção zero

O jogo começou com formações diferentes dos dois lados. Vágner Mancini fez mudanças radicais na equipe e lançou garotos como o volante Paulinho e o atacante Douglas, com a intenção de dar novo gás a um time que não vence desde 25 de setembro. Antônio Lopes quis reforçar o sistema defensivo e escalou três volantes, deixando ainda Jonas improvisado na lateral-esquerda, já que Egídio tem características mais ofensivas.

As mudanças não adiantaram, nem para um lado, nem para o outro. O primeiro tempo teve pouquíssimas chances de gol, mesmo assim sem perigo. No Guarani, como sempre, foi Mazola quem tentou criar as melhores jogadas, caindo pela ponta esquerda e atraindo marcação dupla do Vitória. Com a principal arma neutralizada, ficou difícil para o pior ataque do Campeonato Brasileiro (32 gols).

A torcida faz sua parte, atendendo ao chamado de Vágner Mancini e comparecendo em bom número ao Brinco de Ouro. Mais de 6 mil torcedores apoiaram o Bugre a todo momento. Aos 16 minutos, quase soltaram o grito de gol em uma bela jogada de Apodi, que saiu driblando todo mundo e chutou em cima de Viáfara, no lance mais perigoso de um primeiro tempo horrível. O lateral também participou de uma jogada polêmica, em quel foi derrubado por Elkeson dentro da área. O árbitro Evandro Rogério Roman não marcou nada e ainda deu cartão amarelo para Apodi.

O Vitória sofreu com lesões na primeira etap,a e Antônio Lopes já teve de queimar duas substituições antes do intervalo. Ele perdeu Jonas e Ramon, e teve de lançar Egídio e Thiago Martinelli, perdendo um pouco de força ofensiva.

Golaços e igualdade justa

O segundo tempo começou no mesmo ritmo sonolento, mas a situação foi melhorando aos poucos. Talvez porque Guarani e Vitória viram que seus rivais na luta contra a degola estavam vencendo suas partidas. Era hora de atacar a qualquer custo. E aí, Vágner Mancini lançou dois ex-titulares que ajudaram o time a pressionar o Leão: os experientes Geovane e Reinaldo.

O Bugre pressionou, com todas as suas limitações. Levou muito perigo em uma falta cobrada por Aislan, que chegou a tocar no travessão, e manteve o Vitória em seu campo de defesa na maior parte do tempo. O problema é que a equipe de Vágner Mancini deu o contra-ataque o rival. E aí veio o desespero. Aos 33 minutos, o Leão encaixou ótima jogada rápida. Júnior avançou pela esquerda e cruzou rasteiro para Adaílton. Sozinho, o atacante finalizou para as redes e calou o Brinco de Ouro: 1 a 0.

A apreensão da torcida durou só dois minutos. Pois aos 35, um iluminado Geovane deu um alento ao bugrino que tanto sofria nas arquibancadas. Em uma cobrança de escanteio, ele surpreendeu o goleiro Viáfara, que saiu muito mal do gol: 1 a 1.

A menos de dez minutos do fim, o Guarani tentou uma pressão final. Claramente satisfeito com o empate fora de casa, o Vitória se segurou na defesa, marcando muito, e comemorou após o apito final. Teve até malandragem de Antônio Lopes, que escondeu a bola para retardar o reinício de jogo. Mesmo conquistando apenas um pontinho, o time baiano ao menos manteve o rival na zona de rebaixamento e respirou um pouco mais na difícil batalha da parte de baixo da tabela.

guarani 1 x 1 vitória
Emerson, Apodi, Aislan, Aílson e Márcio Careca; Maycon, Paulinho (Paulo Roberto), Diego Barboza (Reinaldo) e Preto; Mazola e Douglas (Geovane) Viáfara, Rafael Cruz, Gabriel, Anderson Martins e Jonas (Thiago Martinelli); Neto Coruja, Uelliton, Bida e Ramón (Egídio); Júnior e Elkeson (Adaílton)
Técnico: Vágner Mancini Técnico: Antônio Lopes
Gols: Adaílton, aos 33, e Geovane, aos 35 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Douglas, Apodi, Preto (Guarani); Ramón, Neto Coruja, Gabriel, Viáfara, Bida (Vitória)
Estádio: Brinco de Ouro, em Campinas (SP). Data: 14/11/2010. Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR). Auxlilares: Gilson Bento Coutinho e Bruno Boschilla (ambos do PR). Público: 6.051 pagantes

novembro 14, 2010 Posted by | Guarani, Vitória | | Deixe um comentário

Com Deco e Fred, Flu quer se manter na ponta

Tricolor encara o Goiás, desesperado na luta contra a degola. Vitória praticamente garante cariocas na Libertadores

Fluminense e Goiás se enfrentam no Enehão, neste domingo às 17h (de Brasília), em situações distintas. O Tricolor busca uma vitória para se amnter na liderança e ficar cada vez mais próximo do título, já o Goiás, com uma derrota, fica muito próximo do rebaixamento. Além disso, um triunfo do Flu coloca a equipe carioca muito próxima da Libertadores.

Para esta partida Muricy Ramalho mantém o suspense sobre a escalção da equipe. A dúvida fica entre Diguinho ou Valencia no meio de campo. A boa notícia é que Deco e Fred finalmente estão de volta. Já Emerson, segue sendo avaliado e tem poucas chances de ir para a partida.

– Futebol é dia a dia. O cara vai mostrando evolução e se tiver bem joga, senão, não. Eu acho que a gente conta com o Emerson, porque ele está bem melhor do que estava. Perdemos Marquinho (machucado), que marcava muito e sabia sair jogando. Contamos com a volta do Deco, que ganhamos na criação, mas perdemos na marcação. O Goiás tem um contra-ataque e uma jogada aérea perigosa, por isso testei Valencia e depois Diguinho no meio de campo. É a grande dúvida na minha cabeça – afirmou.

Caso Emerson não tenha condições, Tartá fará dupla de ataque com Fred. Washington vai para o banco. Na defesa, André Luis entra na vaga de Gum, suspenso.

ÚLTIMO SUSPIRO DO GOIÁS

A classificação para as semifinais da Copa Sul-Americana, feito inédito na história do clube, foi bastante comemorada no Goiás, mas o foco já mudou para o Brasileirão e a necessidade que o Esmeraldino tem de fazer um milagre. O time encara o líder Fluminense no Engenhão e não pode pensar em outro resultado que não seja a vitória. Sem os três pontos, o time praticamente confirma o rebaixamento para a Série B de 2011.

O técnico Artur Neto, recém contratado, ainda não teve tempo para fazer um treinamento mais intenso, por isso deve repetir a mesma formação que derrotou o Avaí pela Sul-Americana, com apenas uma modificação. O zagueiro Rafael Toloi foi expulso na última partida contra o Grêmio Prudente e será substituído por Valmir Lucas. O sistema defensivo, pior dessa Série A, foi muito bem contra o Avaí e Ernando espera repetir a atuação no Rio de Janeiro.

– Cada jogo tem a sua história. Sabemos que o Fluminense é líder, está com um time muito entrosado, mas temos que buscar uma melhor sorte. Sabemos que vai ser um jogo difícil, mas podemos fazer um bom jogo de marcação e dificultar. A torcida deles vai apoiar muito e precisamos ter cautela – apontou o zagueiro esmeraldino.

FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE X GOIÁS

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 14/11/2010 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Auxiliares: Marcelo Bertanha Barison (RS) e Tatiana Jacques de Freitas (RS)

FLUMINENSE: Ricardo Berna; Mariano, Leandro Euzébio, André Luis e Carlinhos; Fernando Bob, Diguinho (Valencia), Deco e Conca; Tartá e Fred. Técnico: Muricy Ramalho.

GOIÁS: Harlei, Valmir Lucas, Ernando e Marcão; Douglas, Amaral, Carlos Alberto, Marcelo Costa e Wellington Saci; Felipe e Rafael Moura. Técnico: Arthur Neto

novembro 14, 2010 Posted by | Fluminense, Goiás | , | Deixe um comentário

Vasco recebe São Paulo querendo quebrar tabu

Time cruzmaltino não vence Tricolor há oito jogos e busca vaga na Sul-americana. Paulistas ainda sonham com Libertadores

Oito jogos. Esse é o número de partidas que o São Paulo não perde para o Vasco. Domingo, às 19h30, as duas equipes se enfrentarão em São Januário em situações parecidas: estar no meio da tabela faz com que cariocas e paulistas vejam o jogo de maneira mais fria, embora o São Paulo, mesmo que remotamente, ainda aspire uma vaga na Copa Libertadores de 2011.

Do lado vascaíno, um tabu incômodo. A última vitória aconteceu em 2005, quando a equipe carioca derrotou o time paulistano por 3 a 1, em São Januário.

Para a partida, o Vasco contará com seu Esquadrão Classe A. Enfim, Carlos Alberto, Felipe, Zé Roberto atuarão juntos.

– São bons jogadores e estou feliz por voltar. Não sei de onde tiram que jogadores ficam satisfeitos quando estão lesionados. Quem mais sofre somos nós mesmos. Então, estou feliz pelo retorno e espero não ter nenhum problema e jogar as quatro últimas partidas do ano – disse Carlos Alberto.

Porém, nem tudo são flores. As laterais, armas fortes da equipe, contará com desfalques. O lateral-direito Fagner e o lateral-esquerdo Ramon estão fora da equipe e serão as duas ausências da equipe considerada ideal por todo e qualquer vascaíno.

– Será um compromisso muito difícil. Vimos o jogo do São Paulo contra o Cruzeiro e será o mesmo time que vai jogar contra nós. As dificuldades serão passadas para os jogadores. Vamos fazer o melhor possível – disse PC Gusmão, técnico que tem contrato com o Vasco até julho de 2011.

Já no São Paulo, o técnico Paulo César Carpegiani conta com problemas inesperados. Rodrigo Souto, com dores nas costas, e Ricardo Oliveira, com tendinite no joelho esquerdo, pouco treinaram durante a semana e são dúvidas para o jogo. No entanto, o treinador já tem os substitutos definidos.

– Se não jogar o Rodrigo, entra o Zé Vitor. Se não jogar o Ricardo, entra o Jorge Wagner – revelou.

Com exceção dos dois prováveis desfalques, a base do time será mantida. Jean e Richarlyson vão seguir como laterais.

Seis pontos atrás do quarto colocado Botafogo, o Tricolor vai em busca de uma vitória para manter viva as esperanças de conseguir uma vaga na próxima edição da Libertadores. Uma derrota praticamente antecipará as férias dos jogadores.

Para dificultar, o retrospecto joga contra o São Paulo. Nas três vezes que viajou ao Rio de Janeiro neste Brasileirão, a equipe não conseguiu vencer. Assim como Carpegiani, que dirigindo o Atlético-PR, não teve sucesso na casa dos cariocas.

FICHA TÉCNICA:
VASCO X SÃO PAULO

Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data e hora: 21/11/2010 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Auxiliares: Lincoln Ribeiro Taques (MT) e Fábio Rodrigo Rubinho (MT)

VASCO: Fernando Prass; Irrazábal, Cesinha, Dedé e Diogo; Rafael Carioca, Rômulo, Felipe e Carlos Alberto; Zé Roberto e Eder Luis. TÉCNICO: PC Gusmão.

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Jean, Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Zé Vitor (Rodrigo Souto), Carlinhos, Lucas e Jorge Wagner (Ricardo Oliveira); Dagoberto e Fernandão. TÉCNICO: Paulo César Carpegiani.

novembro 14, 2010 Posted by | São Paulo, Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Internacional recebe o Avaí, que tenta fugir da degola

Colorado terá Alecsandro contra desesperados catarinenses

Com prentensões diferentes no Brasileirão, Internacional e Avaí duelam neste domingo, às 17h, no Beira-Rio, pela 35ª rodada da competição. O Colorado, fora da briga pelo título e com a vaga na Libertadores já assegurada por ser o atual campeão, cumpre tabela, apesar de jogar com força máxima. Já o Avaí coloca em jogo a permanência na elite do futebol nacional. O Inter é o oitavo colocado, com 51 pontos, enquanto o Avaí é o 18º, com 34.

Para a partida, Celso Roth vai colocar todos os titulares disponíveis em campo. Inclusive o atacante Alecsandro. O jogador foi julgado nesta sexta-feira pelo STJD por causa da expulsão contra o Atlético-MG. Colocado no artigo 254, que trata de jogada violenta, ele poderia ficar até seis jogos fora do time, mas como o ganhco foi de um jogo – já cumprido – ele estará de volta.

Depois de ser eliminado em casa da Copa Sul-Americana, o Avaí volta as atenções para a luta contra o rebaixamento no Brasileirão. Para continuar respirando na competição e ultrapassar o primeiro clube fora da zona da degola — o Atlético-MG — é preciso somar mais pontos aos 34 já conquistados até aqui. Por isso, uma vitória sobre o time campeão da Libertadores é fundamental.

No entanto, o momento do time é ruim e os números comprovam a tendência negativa: Em novembro, foram três jogos e a equipe não conseguiu vencer e sequer marcar gols.

O técnico Vagner Benazzi deve repetir a escalação dos últimos jogos e vai depender da superação técnica e emocional de seus jogadores para tirar o clube do buraco.

— A gente joga bem e os resultados não vem, mas agora jogando bem ou mal a gente tem que conseguir os resultados — afirmou o zagueiro Emerson.

FICHA TÉCNICA:

INTERNACIONAL X AVAÍ

Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data/hora: 14/11/2010 – 17h de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols (RJ)
Auxiliares: Diberto Pedrosa Moises (RJ)e Ednilson Corona (SP)

INTERNACIONAL: Lauro, Nei, Bolívar, Índio e Kléber; Wilson Matias, Guiñazu, Giuliano e D’Alessandro. Rafael Sobis e Alecsandro. Técnico: Celso Roth.

AVAÍ: Zé Carlos, Émerson Nunes, Cleyton e Émerson; Patric, Diogo Orlando, Rudnei, Caio, Valber e Pará; Roberto. Técnico: Vagner Benazzi.

novembro 14, 2010 Posted by | Avaí, Internacional | , | Deixe um comentário

Atlético-PR enfrenta o Grêmio Prudente pensando no G4

Clube paranaense pode terminar a rodada entre os classificados para a Libertadores. Prudente tenta última cartada contra degola

Desde 2005 o Atlético-PR não disputa a Taça Libertadores da América. No entanto, com boas chances de voltar à competição sul-americana em 2011, o clube paranaense encara o Grêmio Prudente neste domingo, às 19h30, na Arena da Baixada, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em quinto lugar na tabela e podendo entrar no G4, o Furacão soma 53 pontos, apenas três a menos que o Botafogo, último clube que está no grupo da Libertadores, porém com um jogo a mais e menos vitórias (13 a 15).

Por isto, uma vitória será fundamental para deixar a equipe ainda mais viva nesta disputa por uma vaga no torneio continental do ano que vem. Entretanto, o fato de enfrentar o lanterna da competição não faz os jogadores acreditarem que terão vida fácil. Pelo contrário, uma vez que o adversário luta desesperadamente contra o rebaixamento.

– As posições de Prudente e Atlético pouco importam no jogo, pois apesar de o nosso adversário ocupar a última colocação, é um time que merece nosso respeito e que tem bons jogadores. Eles mostraram isso ao virar uma partida praticamente perdida contra o Santos. Será um jogo complicado e que exigirá muito da nossa equipe. Eles não têm nada a perder e virão para cima – afirmou o atacante Guerrón.

Para facilitar a vida atleticana, o técnico Sérgio Soares conta com os retornos do zagueiro Rhodolfo, do volante Chico e do armador Branquinho, que se recuperaram de lesões musculares. Por outro lado, o goleiro Neto, servindo a seleção brasileira, e o lateral-esquerdo Paulinho, suspenso, estão fora e serão substituídos por João Carlos e Márcio Azevedo, respectivamente. Já no ataque, Nieto sentiu dores musculares no último treino e passou a ser dúvida.

Prudente luta até o fim

A quatro jogos do encerramento da competição, o Grêmio Prudente já está com um pé na Série B. Na lanterna do Brasileirão, com 27 pontos e a nove de distância do Atlético-MG, primeira equipe fora da zona do rebaixamento, só um milagre salvaria o clube da degola.

No entanto, a importante vitória conquistada no confronto direto contra o Goiás, por 4 a 1, no último domingo, deu um último ânimo à equipe, que tenta embalar com mais um resultado positivo. Segundo o atacante Wesley – destaque e artilheiro do time, com 10 gols – a partida contra o clube paranaense é encarada como a última chance para permanecer na elite.

– É um jogo muito importante para nós, já que matematicamente não estamos rebaixados. O Fábio Giuntini (treinador) tem passado para nós não desanimarmos, para que mantenhamos o foco – afirmou.

O atacante Wanderley, que sofreu um estiramento no joelho direito, de ficar de fora dos gramados por três a quatro semanas e é desfalque. Julgado de punido pelo STJD, o zagueiro Flávio Boaventura pegou nove partidas de suspensão e não enfrenta o Atlético-PR. O zagueiro Leonardo, também julgado, foi punido com uma partida, que já foi cumprida. Confirmado no time, o atleta campeão brasileiro pelo Santos também prometeu lutar até o fim para salvar o Prudente.

– Homens lutam até o fim. Nunca deixei me abalar na carreira. E não é hora para desistirmos. Não podemos trabalhar em cima de combinações e resultados de outros. Fazer nossa parte é o que temos de real e de tentar como profissionais – declarou.

FICHA TÉCNICA:

ATLÉTICO-PR X GRÊMIO PRUDENTE

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data/Hora: 14/11 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Renato Cardoso da Conceição (MG)
Auxiliares: Jair Albano Félix (MG) e Flamarion Sócrates da Silva (MG)

ATLÉTICO-PR: João Carlos, Wagner Diniz, Manoel, Rhodolfo e Márcio Azevedo; Chico, Vitor, Branquinho e Paulo Baier; Guerrón e Nieto (Bruno Mineiro). Técnico: Sérgio Soares

GRÊMIO PRUDENTE: Sidney; Bruno Ribeiro, Diego Giaretta, Leonardo e Cleidson; Anderson Pedra, João Vitor, Roberto e Adriano Pimenta; Wesley e Willian José. Técnico: Fábio Giuntini.

novembro 14, 2010 Posted by | Atlético-PR, Grêmio Prudente | , | Deixe um comentário

Mais na raça do que na técnica, Guarani encara o Vitória

Equipes fazem duelo direto contra a zona de rebaixamento neste domingo

Os números não são dos mais animadores no Guarani. Sem vencer há nove rodadas, o time ainda convive com o fato de não balançar a rede adversária há seis partidas. No entanto, para enfrentar o Vitória, às 17h, deste domingo, no Brinco de Ouro, em Campinas, os jogadores prometem suar a camisa para dar fim às sequências negativas e salvar o clube de voltar à Série B.

Com o intuito de melhorar a pontaria do setor ofensivo, já que o Bugre ostenta o pior ataque da competição (com 31 gols marcados), o técnico Vagner Mancini aproveitou os treinamentos da semana para realizar um trabalho específico de finalização. Com a derrota sofrida contra o Palmeiras, no domingo, por 1 a 0, o Bugre voltou à zona do rebaixamento, na 17ª colocação. Com 36 pontos conquistados, o Guarani divide a mesma pontuação com o Atlético-MG, que leva avantagem no número de vitórias.

Apesar dos conhecidos problemas extracampo – como os recorrentes atrasos de salário -, o lateral-direito Apodi garantiu que os atletas estão todos focados em reagir na competição e deixar a incômoda zona da degola. Para isso, têm encarado o jogo de domingo como uma decisão na competição.

– Precisamos vencer para tirar esse peso das costas. Nenhum de nós imaginava que o Guarani fosse passar pelo que está passando, mas esse é o Campeonato Brasileiro. Estamos precisando da vitória e, se não for na técnica, vai ser na raça – afirmou Apodi.

Suspensos pelo STJD, os meias Mário Lúcio e Baiano são desfalques confirmados contra a equipe baiana. No entanto, duas boas notícias: o volante Maycon e o lateral-esquerdo Márcio Careca, que estavam suspensos contra o Verdão, devem retornar à equipe. Além deles, o atacante Mazola, um dos principais jogadores da equipe, foi liberado pelo departamento médico é a esperança para dar fim à seca de gols.

No Vitória

O técnico Antônio Lopes terá quatro reforços para a partida contra o Guarani, mais um duelo na luta contra o rebaixamento. Suspensos, Anderson Martins, Thiago Martinelli, Neto Coruja e Júnior não encararam o Cruzeiro, mas voltam a ser opções.

Fazendo algumas experiências durante os treinos, como a improvisação do volante Jonas na lateral esquerda e a manutenção de Gabriel no time titular, Lopes faz mistério e só vai anunciar a escalação no vestiário do Brinco de Ouro.

O zagueiro Anderson Martins saiu do treino desta quinta-feira mais cedo, já que sentiu dores na coxa esquerda. O jogador está em tratamento intensivo para tentar enfrentar o Bugre. Caso não atue, Thiago Martinelli ocupa sua vaga.

FICHA TÉCNICA:

GUARANI X VITÓRIA

Local: Brinco de Ouro, em Campinas (SP)
Data/Hora: 14/141 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (PR-Fifa)
Auxiliares: Gilson Bento Coutinho (PR) e Bruno Boschilia (PR)

GUARANI: Emerson, Apodi, Aislan, Aílson e Mácio Careca; Maycon, Paulo Roberto, Preto e Barboza; Reinaldo (Douglas) e Mazola. Técnico: Vagner Mancini.

VITÓRIA: Viáfara, Nino Paraíba, Gabriel, (Anderson Martins) Thiago Martinelli e Egídio (Jonas); Neto Coruja, Uelliton, Bida e Ramon; Elkeson e Júnior. Técnico: Antônio Lopes.

novembro 14, 2010 Posted by | Guarani, Vitória | , , | Deixe um comentário

‘Desesperado’, Atlético-GO recebe o mistão do Palmeiras

Perto da zona de rebaixamento, Dragão enfrenta o desmotivado Verdão no Campeonato Brasileiro

Só a vitória interessa e por isso o Atlético-GO está preparado para encarar o Palmeiras no domingo, às 17h, no Serra Dourada, em busca dos três pontos. O time, que luta para se afastar da zona do rebaixamento, teve a semana cheia para treinar e o técnico René Simões para armar o esquema rubro-negro, definido desde terça-feira. Apesar dos onze iniciais já estarem confirmados, René aproveitou o treino desta quinta-feira para observar um esquema mais ofensivo, caso o time precise partir para cima no 2° tempo.

René poupou o volante Agenor do treinamento e colocou o meia Elias ao lado de Renatinho no meio-campo. Elias atuou mais avançado, quase como um atacante, e agradou o treinador, que não escondeu que pode utilizar a formação nos próximos jogos, a partir do momento que Elias estiver no mesmo ritmo que os demais companheiros.

– Essa formação é inédita e eu gostei, vi que o Elias ficou bem próximo ao Josiel e o Juninho, com o Renatinho, que tem mais velocidade, chegando de trás. É só uma questão de muito treinamento e de estar totalmente num bom ritmo de partida, coisa que ainda não acontece com o Elias – afirmou o treinador.

O time titular terá os retornos de Adriano, Gílson, Thiago Feltri e Pituca, que não enfrentaram o Internacional no último sábado. Outra novidade é a entrada de Jairo na vaga de Daniel Marques, por opção técnica do treinador. No meio, Renatinho é quem vai municiar Josiel e Juninho em busca do gol. Para empurrar a equipe, treinador e jogadores tem feito apelos ao longo da semana para que o torcedor compareça em bom número ao Serra. A expectativa é de 20 mil atleticanos e o goleiro Márcio espera isso.

– Nossa torcida sempre cobrou da gente os acessos, as vitórias e as conquistas dos títulos. Conseguimos chegar à elite do futebol brasileiro e queremos nos manter nela, por isso eu faço o desafio aos atleticanos para nos apoiarem nessa reta final. Quero ver esses 20 mil atleticanos no domingo – convocou Márcio.

Já no Palmeiras, Felipão deve, novamente, mandar uma equipe mista a campo. Completamente focado na disputa das semifinais da Copa Sul-Americana, contra o Goiás, o treinador alviverde aproveita os jogos do Campeonato Brasileiro para dar ritmo aos jogadores que estão no banco.

Alguns dos principais atletas que devem ganhar uma chance na partida contra o Dragão são os seguintes: o zagueiro Fabrício, o volante Pierre e a dupla de ataque: Ewerthon e Dinei. Outros que podem aparecer são os garotos da base, como o lateral Luís Felipe e o volante Bruno Turco.

Valdivia, ainda se recuperando de uma fibrose na coxa esquerda, segue fora da equipe. No gol, Felipão deve escalar novamente o terceiro reserva Bruno, que teve boa atuação no duelo contra o Guarani, no último domingo. Apesar disso, Deola garantiu que quer jogar.

– Eu gostaria de jogar, todo jogador gosta disso. Se eu for escalado, vou com a maior alegria, é o que gosto de fazer. O Felipão decide quem vai ou não jogar. Estou as ordens dele – garantiu o goleiro, que vem em boa fase na equipe titular palmeirense.

FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-GO X PALMEIRAS

Estádio: Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data/hora: 14/11/2010 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF)
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Adnilson da Costa Pinheiro (MS)

ATLÉTICO-GO: Márcio, Adriano, Gílson, Jairo e Thiago Feltri; Agenor, Pituca, Robston e Renatinho; Juninho e Josiel. Técnico: René Simões.

PALMEIRAS: Bruno, Vitor, Leandro Amaro, Fabrício e Gabriel Silva; Pierre, Tinga, Patrik e Rivaldo; Ewerthon e Dinei. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

novembro 14, 2010 Posted by | Palmeiras | Deixe um comentário