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Timão goleia Avaí e fica a um ponto do líder. São Paulo deu uma força

Comemoração em dose dupla no Pacaembu. Além do triunfo em casa, a Fiel agradeceu a ajuda do Tricolor, que venceu o Cruzeiro em Minas

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Quando uma vitória por 4 a 0 vale como um 6 a 0? No caso do Corinthians, valeu esta noite. Além de ter comemorado o triunfo sobre o Avaí, no estádio do Pacaembu, os corintianos celebraram também os 2 a 0 do rival São Paulo em cima do Cruzeiro, rival direto do Alvinegro na briga pelo título do Brasileirão. Os gols dos anfitriões foram marcados pelo aniversariante Bruno César, Elias e Ronaldo (2).

E valeu a pena o torcedor do Timão ficar com um olho no placar eletrônico e outro no campo. Com o triunfo sobre os catarinenses somado à vitória do São Paulo sobre o Cruzeiro, o Corinthians foi a 57 pontos, passou os mineiros, assumiu a segunda posição e ficou a apenas um ponto do líder Fluminense, que empatou com o Inter.

Já o Avaí, que infantilmente perdeu dois jogadores expulsos, continua na zona de rebaixamento, com 33 pontos. Se tivesse conseguido ao menos um empate, a situação estaria melhor, mas com a derrota é necessário uma reação mais do que rápida para a equipe catarinense conseguir sobreviver na Série A.

O Corinthians volta a campo pelo Campeonato Brasileiro no domingo, às 17h. O adversário será o rival São Paulo, no estádio do Morumbi. Já o Avaí volta a jogar na Ressacada, em Florianópolis, contra o Botafogo. O duelo será no mesmo horário.

Quando uma vitória por 4 a 0 vale como um 6 a 0? No caso do Corinthians, valeu esta noite. Além de ter comemorado o triunfo sobre o Avaí, no estádio do Pacaembu, os corintianos celebraram também os 2 a 0 do rival São Paulo em cima do Cruzeiro, rival direto do Alvinegro na briga pelo título do Brasileirão. Os gols dos anfitriões foram marcados pelo aniversariante Bruno César, Elias e Ronaldo (2).

E valeu a pena o torcedor do Timão ficar com um olho no placar eletrônico e outro no campo. Com o triunfo sobre os catarinenses somado à vitória do São Paulo sobre o Cruzeiro, o Corinthians foi a 57 pontos, passou os mineiros, assumiu a segunda posição e ficou a apenas um ponto do líder Fluminense, que empatou com o Inter.

Já o Avaí, que infantilmente perdeu dois jogadores expulsos, continua na zona de rebaixamento, com 33 pontos. Se tivesse conseguido ao menos um empate, a situação estaria melhor, mas com a derrota é necessário uma reação mais do que rápida para a equipe catarinense conseguir sobreviver na Série A.

O Corinthians volta a campo pelo Campeonato Brasileiro no domingo, às 17h. O adversário será o rival São Paulo, no estádio do Morumbi. Já o Avaí volta a jogar na Ressacada, em Florianópolis, contra o Botafogo. O duelo será no mesmo horário.

Demorou, mas o Corinthians engrenou ainda no primeiro tempo da partida. O Avaí, cauteloso demais, manteve seus onze jogadores no campo de defesa e tentou alguns contra-ataques. Na maioria das vezes em impedimento. Nos primeiro minutos, o Timão parecia nervoso. Perdeu bolas bobas e não levou perigo.

Ronaldo, por exemplo, quase não tocou na bola. Quando a tinha nos pés optava por tocar de primeira. Deu mais errado do que certo. Mais uma vez, então, o jeito foi explorar a ousadia de Bruno César. Como se movimenta o camisa 10 do Corinthians. Ele tenta pela esquerda, pela direita, pelo meio…

E tenta também de fora da área. Quando o Timão mais sentia dificuldade em abrir espaços na zaga catarinense, o meia alvinegro arriscou de longe aos 19 minutos. Girou o corpo e bateu de perna esquerda. Surpreso com o lance, o goleiro Zé Carlos ainda encostou na bola, mas ela entrou no seu ângulo esquerdo: 1 a 0.

Apesar da desvantagem, o Avaí não estava entregue. Tinha chances de reagir. Mas uma infantilidade de Robinho prejudicou a equipe de Florianópolis. Aos 34 minutos, o atacante, que já tinha cartão amarelo, colocou a mão na bola, levou o segundo e acabou expulso de campo. A torcida alvinegra comemorou como se fosse gol.

Por falar em gol, era para ter saído outro, não fosse o erro de Iarley aos 44. Depois de linda tabela com Bruno César, Elias deixou o companheiro na cara do gol. Mas ele se atrapalhou, dominou errado e perdeu chance incrível. Foi a senha para a torcida pedir a entrada de Dentinho, que retornou à equipe no banco de reservas.

Elias matador

Apesar dos pedidos da Fiel, o técnico Tite não colocou Dentinho logo de cara no segundo tempo. Resolveu dar mais uma chance a Iarley, até para preservar o jogador e não desmotivá-lo. Do lado do Avaí, Vagner Benazzi também não mudou nada. Voltou para a etapa final com o mesmo time que terminou a primeira parte.

Mas Iarley não teve sossego. Bastava tocar na bola e a torcida pegava em seu pé, pedindo a entrada de Dentinho. Só que um fato lá em Uberlândia, Minas Gerais, acalmou a Fiel. Gol do São Paulo contra o Cruzeiro. É raro, muito raro, mas a torcida alvinegra comemorou o feito do rival, que marcou com Lucas.

A comemoração só não foi maior porque Ronaldo perdeu gol incrível aos 10. Ele recebeu de Elias, de frente para o goleiro e bateu em cima de Zé Carlos. Ah se fosse o Iarley… Mas ele teve outra chance de irritar a torcida. Aos 14, recebeu de Elias de novo e perdeu a passada novamente. Dentinho foi chamado.

Na saída de campo, Iarley contou com o apoio dos companheiros, que o cumprimentaram e aplaudiram. Enquanto isso, o Avaí nada fazia para tentar a reação. Com um a menos, limitou-se a defender. Explorou alguns contra-ataques, é verdade, mas parou na segura defesa dos donos da casa.

Soberano em campo, o Timão chegou ao segundo gol aos 20 minutos. Alessandro fez boa jogada pela direita e cruzou para chegada de Elias, que bateu colocado: 2 a 0. Com o resultado nas mãos, o Corinthians tirou o pé. Mas foi ajudado ainda mais pelo Avaí. Emerson fez falta em Ronaldo e levou o cartão vermelho.

Sobrou tempo, então, para Ronaldo deixar a sua marca aos 38 e aos 44minutos. Primeiro ele recebeu de Roberto Carlos perto da meia-lua e bateu rasteiro, sem chance para Zé Carlos. E depois fez de pênalti, dando números finais à partida: 4 a 0.

CORINTHIANS 4X0 AVAÍ
Julio Cesar; Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Paulinho, Jucilei, Elias (William Morais) e Bruno César (Danilo); Iarley (Dentinho) e Ronaldo. Zé Carlos; Emerson Nunes, Emerson e Bruno; Patric (Daniel Thiago), Rudnei, Diogo Orlando, Caio (Jeferson) e Pará; Vandinho (Dinelson) e Robinho.
Técnico: Tite. Técnico: Vagner Benazzi.
Gols: Bruno César, aos 19 minutos do primeiro tempo; Elias, aos 20, e Ronaldo, aos 38 e aos 44 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Emerson, Robinho, Patric, Vandinho, Rudnei (AVA).Cartões vermelhos: Robinho, Emerson (AVA).
Público: 23.275 pagantes. Renda: R$ 764.259,50.
Local: Pacaembu, em São Paulo (SP). Data: 03/11/2010.Árbitro:Francisco Carlos Nascimento (AL). Auxiliares: Pedro Jorge Santos de Araújo e Carlos Jorge Titara da Rocha.


novembro 3, 2010 Posted by | Avaí, Corinthians | | Deixe um comentário

Botafogo vence o Atlético-GO e está vivo na luta pelo título

Caio, Jobson e Loco Abreu marcam para o Glorioso. Mesmo com a derrota, time rubro-negro se mantém fora da zona de rebaixamento

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

O Botafogo começou mal a partida, não conseguia armar jogadas ofensivas, teve um pênalti ignorado e chegou a irritar a torcida na partida desta quarta, contra o Atlético-GO. Mas nada disso importou ao fim do duelo. Com uma atuação eficiente, o Glorioso bateu o Rubro-Negro goiano por 3 a 2 e se mantém vivo na briga pelo título nacional e por uma vaga na Libertadores de 2011. Caio, Jobson e Loco Abreu marcaram os tentos alvinegros. Juninho e Robston descontaram.

Com a vitória, o Botafogo soma agora 54 pontos. O Fluminense, que empatou com o Inter, lidera a competição, com 58, seguido pelo Corinthians (57), que goleou o Avaí por 4 a 0. Em terceiro e com a mesma pontuação do Timão, está o Cruzeiro, que perdeu para o São Paulo por 2 a 0.

Jobson comemora o seu gol, o segundo do Botafogo (Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)

Apesar do resultado negativo, o Atlético-GO se mantém fora da zona de rebaixamento, beneficiado pelo empate de Guarani e Atlético-MG. Com 36 pontos, a equipe rubro-negra está em 15º na tabela de classificação.

As duas equipes voltam a campo no próximo fim de semana. No sábado, O Atlético-GO recebe o Inter, no Serra Dourada. O Botafogo joga no dia seguinte, contra o Avaí. A partida será disputada no estádio da Ressacada, em Florianópolis.

Atlético-GO surpreende, mas Bota que marca

O Botafogo foi obrigado a entrar em campo com improvisações nas laterais. Sem poder contar com Alessandro e Marcelo Cordeiro, Joel Santana colocou Caio e Somália nas laterais. Com isso, o treinador optou por escalar uma equipe mais ofensiva para buscar uma vitória contra o Atlético-GO. René Simões fez justamente o contrário. O Dragão entrou em campo com uma tática claramente defensiva, esperando apenas uma chance nos contra-ataques.

Caio faz um coração com a mão: gol em
homenagem à sua mãe

Apesar das estratégias não apontarem isso, quem foi mais perigoso no início da partida foi o Atlético-GO. Com meia hora de jogo, a equipe rubro-negra deu cinco chutes a gol contra nenhum do Botafogo. Renatinho arriscou duas vezes em chutes da entrada da área. Uma delas após excelente jogada de Adriano, com direito a dois dribles em cima de Somália. Robston também teve boa chance, mas bateu mal de primeira. Mas a oportunidade goiana mais perigosa foi desperdiçada por Welton Felipe. O zagueiro cabeceou mal, após cruzamento da direita e a bola foi para fora.

O Botafogo parecia perdido com a atuação consistente do adversário. O meio-campo alvinegro nada criava e os lances de ataque se resumiam a bolas alçadas para a área ou a um ou outro lampejo de seus jogadores. A única jogada de real perigo do Alvinegro na primeira meia hora do duelo aconteceu aos 15, quando Loco Abreu foi derrubado por um adversário dentro da área, mas o árbitro ignorou o lance.

A paciência da torcida, que até então apoiava bastante o Botafogo, estava acabando. As vaias começaram a ecoar no estádio e o principal alvo era, mais uma vez, Lucio Flavio. Mas a irritação durou pouco tempo. Aos 43, Jobson fez boa jogada pela esquerda e tocou para Marcelo Mattos na entrada da área. Com um toque de qualidade, o volante colocou a bola na cabeça de Caio, que mandou para o fundo do gol. Primeiro gol do atacante no Campeonato Brasileiro. Um tento que fez o Glorioso ir para o intervalo com a vantagem no placar e ter o apoio das arquibancadas de novo.

Botafogo volta com tudo

Se o Glorioso teve dificuldade em chegar ao ataque na primeira etapa, na segunda o time alvinegro descobriu o caminho do gol rapidamente. Mais precisamente, aos 2. Somália deu um bom toque para Jobson que se aproveitou da falha da defesa rubro-negra para chutar com força, de canhota, e estufar as redes de Márcio. Ainda se recuperando do gol rival, o goleiro por pouco não teve que ir buscar a bola pela terceira vez em sua meta. Um minuto depois do gol, Jobson recebeu em velocidade pela direita, mas o arqueiro impediu o remate.

Toda a organização do Atlético-GO no primeiro tempo ficou esquecida no vestiário. Claramente perdido, o time de René Simões dava muitos espaços ao Botafogo. O treinador ainda tentou mudar o panorama do jogo, tirando Feltri e Marcão e colocando Josiel e Elias. Não adiantou.

Atlético-GO conseguiu diminuir no
fim da partida (Foto: Photocamera)

Tranquilo, o Botafogo tocava a bola e esperava uma chance. E ela veio na afobação de Pituca. O jogador chegou atropelando Lucio Flavio dentro da área. Dessa vez, o juiz marcou pênalti. Sem cavadinha, Loco Abreu bateu e ampliou.

Aos 31, um momento que deixou clara a lua de mel da torcida com o time. Lucio Flavio, muito perseguido nos últimos jogos, deixou o gramado e foi aplaudido de pé pelos torcedores. Sentado no banco, o meia sorria largamente.

O Botafogo quase fez o quarto. Antônio Carlos recebeu na área e bateu forte. Márcio falhou e ia sofrendo um frango, mas o árbitro marcou, corretamente, falta do zagueiro alvinegro em seu marcador. A partir daí, o Glorioso diminuiu o ritmo. O Atlético-GO, cresceu e tentou chegar ao empate.

O Dragão não conseguiu a igualdade, mas pelo menos diminuiu o prejuízo. Juninho fez uma boa jogada pela esquerda, driblou Leandro Guerreiro e bateu cruzado. Jefferson não conseguiu segurar a bola, que foi parar no fundo das redes, aos 35. Dez minutos depois, Robston recebeu na entrada da área e bateu forte, sem chance para o goleiro alvinegro. Mas era tarde.

O Botafogo venceu e, mesmo com os dois gols do adversário no fim do jogo, deixou o gramado muito confiante. O clube segue firme na luta pelo título brasileiro, embalado pela força de sua torcida.

BOTAFOGO 3 X 2 ATLÉTICO-GO
Jefferson, Antônio Carlos, Leandro Guerreiro e Márcio Rosário (Danny Morais); Caio, Fahel, Marcelo Mattos, Lucio Flavio (Edno) e Somália (Renato Cajá); Jobson e Loco Abreu Márcio, Adriano, Jairo, Daniel Marques e Thiago Feltri Elias); Agenor, Pituca (Rômulo), Robston e Renatinho; Juninho e Marcão (Josiel)
Técnico: Joel Santana Técnico: René Simões
Local: Engenhão, Rio de Janeiro. Data: 3/11/10. Hora: 19h30m.Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa/PR). Asssitentes: José Amilton Pontarolo (PR) e Ivan Carlos Bohn (PR).
Gols: Caio, aos 43 do primeiro tempo, para o Botafogo. Jobson, aos 2, Loco Abreu, aos 19, do segundo tempo para o Botafogo. Juninho, aos 35, e Robston, aos 45, do segundo tempo para o Atlético-GO.
Cartões amarelos: Thiago Feltri, Pituca e Adriano (Atlético-GO)
Renda: R$ 362.880,00 Público: pagante 17.118/presente 19.933

novembro 3, 2010 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário

Mantendo tabu contra o Cruzeiro, São Paulo vence em Uberlândia por 2 a 0

Tricolor paulista segue firme na luta por uma vaga no G-4, enquanto Raposa cai uma posição e é terceiro no Campeonato Brasileiro

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

O equilíbrio aconteceu no campo e nas arquibancadas do Parque do Sabiá, mas apenas no primeiro tempo. Na etapa final, o São Paulo não tomou conhecimento por atuar fora de casa, bateu o Cruzeiro por 2 a 0, gols de Lucas e Rogério Ceni, e segue firma na luta pelo G-4, com 50 pontos, quatro atrás do quarto colocado Botafogo. Já a derrota fez com que a Raposa caísse uma posição na tabela, e agora está em terceiro. Apesar de continuar na briga pelo título, já que está atrás do Fluminense por apenas um ponto, os mineiros viram o Corinthians igualar a pontuação celeste e tomar a vice-liderança no saldo de gols. O São Paulo mostrou ser a pedra no sapato do Cruzeiro na temporada, uma vez que foi o algoz do time mineiro nas quartas de final da Libertadores no primeiro semestre. Na próxima rodada o Cruzeiro pega o Vitória, na Bahia, às 17h (de Brasília). No mesmo dia e horário o São Paulo tem o clássico contra o Corinthians, no Morumbi.

Igualdade no placar e nas ações ofensivas

O equilíbrio entre as equipes começou nas arquibancadas. Apesar de jogar em Minas Gerais, os são-paulinos igualaram as forças e coloriram de vermelho, preto e branco metade do Parque do Sabiá. Os cruzeirenses respondiam do outro lado. Com balões azuis e brancos, a torcida da Raposa ficou ainda mais animada ao ouvir nos alto-falantes do estádio o empate do Fluminense com o Inter. Os celestes vislumbravam a chance de retomar à ponta do campeonato.

O duelo entre Rogério Ceni e Fábio foi revivido logo aos sete minutos. Apesar do goleiro são-paulino já ter marcado cinco gols na carreira no camisa 1 celeste, desta vez a falta na entrada da área parou na barreira.

O São Paulo buscava os contra-ataques, apesar de atuar com Fernandão, Lucas, Dagoberto e Ricardo Oliveira. E chegava com perigo, apesar de pecar no passe final. Já o Cruzeiro tentava buscar espaços na defesa são-paulina. Robert até tentou, aos 18 minutos, mas de letra, colocou para fora. Dois minutos depois o São Paulo deu o troco e Ricardo Oliveira chutou em cima de Edcarlos, após lançamento de Lucas. O equilíbrio era constante.

O placar foi modificado aos 30 minutos, mas impedido, o zagueiro Miranda não pôde dar a alegria para os tricolores. O auxiliar Roberto Braatz acertou na marcação, já que o defensor estava à frente da defesa ao cabecear para o gol falta cobrada por Dagoberto.

No primeiro lance em que o Cruzeiro chegou ao ataque no toque de bola, levou perigo ao goleiro Rogério Ceni. Thiago Ribeiro recebeu passe de Gilberto na direita e chutou rasteiro para o arqueiro tricolor fazer a defesa em dois tempos.

Aos 43, Dagoberto quase repete o gol que marcou contra o próprio Cruzeiro na partida de volta das quartas de final da Libertadores. Na ocasião, o atacante encobriu o goleiro Fábio e decretou a eliminação celeste. No Parque do Sabiá, o zagueiro Edcarlos tirou sobre a linha e o feito foi comemorado como um gol pela torcida cruzeirense.

Superioridade tricolor

O empate não favorecia nem a Cruzeiro, que queria a liderança a todo custo, nem a São Paulo, tentando se aproximar do G-4. O segundo tempo começou da mesma forma que o primeiro, com as duas equipes buscando o ataque.

E foi o São Paulo que abriu o placar, e com categoria. O meia Lucas tabelou com Ricardo Oliveira, penetrou na grande área, driblou o goleiro Fábio e tocou para o gol, aos sete minutos.

O gol fez a torcida são-paulina explodir nas arquibancadas. Com gritos de ‘o campeão voltou’, os cruzeirenses sentiram o golpe. Tanto a torcida quanto o time. Com isso, o São Paulo quase ampliou aos 14 minutos. Ricardo Oliveira rolou para Dagoberto na área, mas o zagueiro Léo cortou e salvou o Cruzeiro.

A partir daí foi a vez de Rogério Ceni aparecer mais uma vez. Aos 16, Montillo cobrou falta da entrada da área e o goleiro fez defesa firme. No lance seguinte, Thiago Ribeiro chutou forte e o goleiro espalmou para escanteio. O Cruzeiro também perdeu uma boa chance com Léo. Dessa vez, Rogério Ceni saiu mal e a bola sobrou para o zagueiro, que chutou e Fernandão tirou embaixo da trave.

Ricardo Oliveira passou a puxar os contra-ataques do São Paulo. Em um deles, o atacante são-paulino deixou o zagueiro Léo no chão na ponta esquerda. Em outro lance, Ricardo Oliveira cavou pênalti ao ser derrubado por Edcarlos. O auxiliar até que tentou mostrar ao árbitro que o lance havia sido fora da área, mas o árbitro Nielson Nogueira Dias chamou a responsabilidade para errar sozinho.

E o duelo Fábio x Rogério Ceni teve mais um capítulo, e mais uma vez o goleiro tricolor levou a melhor. Na cobrança da penalidade, aos 35 minutos, Fábio ainda acertou o canto, mas nada pôde fazer e levou o sexto gol de Ceni na carreira. Rogério ainda brilhou ao espalmar uma cabeçada de Henrique. A torcida tricolor passou a gritar olé.

Com a desvantagem e abatido, o Cruzeiro não teve forças para reagir e continua freguês do São Paulo em campeonatos brasileiros. Não vence um duelo desde 2004.

CRUZEIRO 0 X 2 SÃO PAULO
Fábio; Jonathan (Farías), Léo, Edcarlos e Diego Renan; Henrique, Fabrício, Gilberto (Roger) e Montillo; Robert (Wallyson) e Thiago Ribeiro. Rogério Ceni; Jean, Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Rodrigo Souto, Carlinhos Paraíba (Cleber Santana), Lucas (Marlos) e Fernandão (Renato Silva); Dagoberto (Cléber Santana) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Cuca. Técnico: Paulo César Carpegiani.
Gols: Lucas e Rogério Ceni (São Paulo)
Cartões amarelos: Fabrício e Gilberto (Cruzeiro); Miranda e Carlinhos Paraíba (São Paulo).
Estádio: Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG). Data: 03/11/2010.Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE) . Auxiliares: Roberto Braatz (PR) e Ubirajara Ferraz Jota (PE).

novembro 3, 2010 Posted by | Cruzeiro, São Paulo | , | Deixe um comentário

Empate para o tempo avaliar: Flu fica no 0 a 0 contra o Inter

Colorado tem predomínio sobre o adversário, mas morre nas mãos de Ricardo Berna no Beira-Rio

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Só o tempo dará o real valor do empate conquistado pelo Fluminense na noite desta quarta-feira, no Beira-Rio. Só em 5 de dezembro, quando estiver encerrado o Brasileirão, os tricolores poderão determinar se ficar no 0 a 0 com o Inter valeu o ouro do título ou a ferrugem da decepção. Para os colorados, o amargor é claro na quinta partida seguida sem vitória no Brasileirão. Pensar em título virou utopia.

O Fluminense avançou para 58 pontos e segue na liderança. Agora com um ponto a mais que o vice-líder, o Corinthians, que goleou o Avaí (4 a 0). O Tricolor foi beneficiado pela derrota do Cruzeiro para o São Paulo por 2 a 0. O Colorado, dono de boa parte da partida em Porto Alegre, foi a 50, ainda na sexta colocação, virtualmente eliminado da possibilidade de ser campeão.

Os cariocas voltam a campo no domingo para o clássico contra o Vasco. Os gaúchos, um dia antes, visitam o Atlético-GO.

D’Ale dominou, driblou, armou, correu. Conca recebeu, fintou, criou, incomodou. Mas nenhum dos craques conseguiu ser decisivo no primeiro tempo. O Beira-Rio, enfeitado pelo palco que receberá show de Paul McCartney no domingo, abrigou 45 minutos agitados, com erros e acertos, com avanços e retrocessos, com chances criadas e perdidas. Mas não viu gols na etapa inicial.

As melhores oportunidades foram do Inter. O problema é que parecia ter um decreto assinado pelas duas partes, em quatro vias, proibindo a bola de entrar. Diguinho, em cima da linha, cortou cabeceio de Alecsandro. Ricardo Berna, no meio do gol, abafou testada de Índio. A trave, em conclusão de Alecsandro após Berna espalmar chute de Sobis, barrou outra vez o grito de gol dos vermelhos. E o goleirão tricolor salvou mais uma em conclusão de Giuliano, após tabela com Sobis. Chances, chances e mais chances. E nada de gol.

O Flu esteve sempre presente no ataque. Mas teve contundência nula. Sempre que pintava uma chance, saía ou um chute fraquinho, daqueles que fazem o boleiro ter vontade de cavar um buraco no gramado e pular dentro, ou uma conclusão torta. Nem Conca, nem Marquinho, nem Fernando Bob conseguiram vazar a meta de Renan.

No Inter, Giuliano criou pouco. Mais errou do que acertou. D’Alessandro, bem marcado, teve vitória pessoal discreta sobre seus caçadores. Sobis correu, lutou, insistiu. Alecsandro, isolado, buscou a bola fora da área. No Flu, Marquinho e Conca se revezaram na criação, sempre lidando com uma marcação dura do Inter. Guiñazu e Wilson Matias levaram cartão amarelo e correram o risco de expulsão antes mesmo de terminar o período inicial.

Tudo na mesma: 0 a 0

De nada adiantou Gum mandar uma pancada por cima do gol. Foi inútil Marquinhos, do Inter, bater cruzado. Sem valia os cabeceios dos xarás Leandro Euzébio, espalmado por Renan, e Leandro Damião, defendido por Berna. Estava na cara que o jeito era aceitar o 0 a 0.

O segundo tempo foi uma cópia reduzida, em emoção, da etapa inicial. O jogo seguiu competitivo, pegado, com busca pelo gol de lado a lado, mas chances ficaram mais escassas. Roth tentou mexer no jogo com Marquinhos e Leandro Damião. Em vão. Muricy sacou Washington, muito discreto, e apostou em Rodriguinho. Por nada. Seguia o 0 a 0.

E seguiu mesmo com Andrezinho. O jogo do Beira-Rio viveu seu momento mais curioso aos 34 minutos do segundo tempo. O meio-campista foi a campo direto para a frente da área do Fluminense. Ali, tinha um falta a bater. O estádio viveu momentos de tensão. Era o meia, especialista em cobranças, contra Berna, em noite muito inspirada. O goleiro venceu. Voou no canto e mandou a bola a escanteio. Logo depois, Damião entrou pela esquerda e bateu cruzado, para fora.

O Fluminense matou o tempo, e o Inter tentou acelerá-lo nos minutos finais. Suor pelo suor. O 0 a 0 era definitivo.

INTERNACIONAL 0 X 0 FLUMINENSE
Renan, Nei, Bolívar, Índio e Kleber; Wilson Matias, Guiñazu, Giuliano (Marquinhos), D’Alessandro e Rafael Sobis (Leandro Damião); Alecsandro (Andrezinho). Ricardo Berna, Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Fernando Bob (Valencia), Diguinho, Marquinho, Tartá e Conca (Belletti); Washington (Rodriguinho).
T: Celso Roth T: Muricy Ramalho
Estádio: Beira-Rio. Data: 03/11/10. Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa/PR). Auxiliares: Alessandro Rocha (Fifa/BA) e José Carlos Dias Passos (PR).
Cartões amarelos: Guiñazu, Wilson Matias, D’Alessandro, Alecsandro (Inter); Diguinho, Tartá, Gum (Fluminense).
Público: 20.069. Renda: R$ 252.370,00.

novembro 3, 2010 Posted by | Fluminense, Internacional | | Deixe um comentário

Grêmio exorciza maldição do Serra Dourada e vence o Goiás

Com Renato Gaúcho, gremistas já venceram cinco partidas fora de casa

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Antes de Renato Gaúcho chegar ao Grêmio, na 14ª rodada do Brasileirão 2010, a equipe era considerada caseira em campeonatos nacionais. Desconhecia vitórias longe do Estádio Olímpico. Rótulo que não se justifica mais. Nesta noite de quarta-feira, o Grêmio chegou à quinta vitória fora de casa, com gols de André Lima e Diego, nos 2 a 0 sobre o Goiás. A partida foi disputada no Estádio Serra Dourada, em Goiânia, pela 33ª rodada.

Em dez jogos como visitante sob comando de Renato, o Grêmio venceu Corinthians, Avaí, Atlético-MG, Vitória, e agora o Goiás. Conquistou ainda três empates, e perdeu apenas para Ceará e Fluminense – um aproveitamento de 60%.

Com a vitória, o Grêmio soma 50 pontos, em oitavo, e mantém esperanças de se classificar à Taça Libertadores 2011 – .tem quatro a menos que o quarto colocado, o Botafogo. Já o Goiás permanece na penúltima posição, com 31. Pela 34ª rodada, o Grêmio volta a jogar às 19h30m do próximo sábado, no Estádio Olímpico, contra o Ceará. No domingo, o Goiás visita o Grêmio Prudente, às 17h.

Xô, maldição!

O retrospecto recente do Grêmio no Serra Dourada contra o Goiás é muito ruim. Em 20 jogos – 18 pelo Brasileirão, 2 pela Copa Sul-Americana – os gremistas foram derrotados pelos esmeraldinos oito vezes. Houve ainda outros oito empates, e apenas quatro vitórias tricolores.

André Lima, aos 31 do primeiro tempo, exorcizou o que já se configurava uma maldição sobre o Grêmio. Foi o sétimo gol do centroavante na competição. No final, Diego deu fim à sequência de maus resultados no estádio goiano.

Dois na rede, um no placar

Mantida a estrutura tática predileta de Renato Gaúcho, o Grêmio também repetiu estratégia comum aos jogos fora de casa: comportar-se como se estivesse no Olímpico. Mesmo no Serra Dourada, o 4-4-2 gremista foi tão ofensivo quanto costuma ser em Porto Alegre.

No 3-5-2, o Goiás tentou jogar às costas dos laterais tricolores – com Felipe sobre Gabriel, e Jones no setor de Fábio Santos. Sem a bola, Amaral vigiou individualmente o artilheiro Jonas.

Com o goleador do Brasileirão bem marcado, o Grêmio contou com os bons serviços prestados pelo centroavante André Lima. Aos 4 minutos ele marcou, mas teve o gol anulado sob suspeita de impedimento. Milímetros colocam em dúvida a marcação do auxiliar Ciro Chaban Junqueira.

André Lima, entretanto, não esmoreceu. Mais tarde ele voltaria à cena. Novamente na entrada da pequena área ele concluiu com nota 10 uma aula prática de contra-ataque: Victor interceptou cruzamento, acionou Gabriel, que rapidamente lançou Lúcio, autor do cruzamento para André Lima.

Mais contra-ataque

Do vestiário, o Goiás retornou diferente. Ainda no sistema tático 3-5-2, mas com os ingressos de Wellington Saci e Everton Santos, respectivamente substituindo Douglas e Felipe. E os anfitriões tentaram pressionar.

Bem posicionado sem a bola, o Grêmio bloqueou os espaços do Goiás e ainda se mostrou mais perigoso nos contra-ataques. Harlei, duas vezes, parou André Lima e Jonas com defesas espetaculares.

No final, o Grêmio catimbou. Fez o cronômetro correr alheio ao jogo. Fábio Santos e Adilson pediram atendimento médico, atirando-se ao gramado. Renato recorreu ao banco de reservas para fazer trocas. E sem sujar o uniforme branco do goleiro Victor, comemorou mais uma vitória fora de casa.

Aos 46, Diego teve tempo de encerrar outra lição de transição ofensiva. Após tabela de Douglas e Jonas, recebeu na área e fechou o placar em 2 a 0.

GOIÁS 0 X 2 GRÊMIO
Harlei; Amaral, Ernando e Marcão; Douglas (Wellington Saci), Wellington Monteiro, Jones, Marcelo Costa (Wendell Lira) e Carlos Alberto; Felipe (Everton Santos) e Rafael Moura. Victor; Gabriel, Paulão, Rafael Marques e Fábio Santos; Fábio Rochemback, Adilson (Ferdinando), Lúcio (Neuton) e Douglas; Jonas e André Lima (Diego).
Técnico: Jorginho. Técnico: Renato Gaúcho.
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Data: 03/11/2010. Árbitro: José de Caldas Souza (DF), auxiliado por Marcia Lopes Caetano (Fifa-RO) e Ciro Chaban Junqueira (DF).
Gols: André Lima (Grêmio), aos 31m do primeiro tempo. Diego (Grêmio), aos 46m do segundo tempo.
Cartões amarelos: Amaral e Marcão (Goiás); Gabriel (Grêmio).
Público: 2.235 torcedores. Renda: R$ 45.715,00.

novembro 3, 2010 Posted by | Goiás, Grêmio | | Deixe um comentário

Fla fica na frente duas vezes, mas permite o empate do Ceará: 2 a 2

Equipes não conseguem melhorar suas posições na tabela do Brasileirão

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Vencer o Ceará no Castelão não é tarefa fácil. A torcida do Vozão não para, canta alto, pressiona. Mas o Flamengo, que também teve apoio importante na capital cearense, deixou escapar uma ótima oportunidade de melhorar sua posição na tabela. Nesta quarta-feira, em jogo válido pela 33ª rodada do Brasileirão, o Rubro-Negro foi superior ao adversário na maior parte do tempo, ficou duas vezes em vantagem no placar, mas fracassou. O 2 a 2 não deixa as equipes andarem. O Vozão tem 43, em 11º, enquanto o Fla chega a 40, em 13º. Ambas continuam na zona de classificação para a Copa Sul-Americana.

Luxemburgo apostou novamente no ataque 3D, mas foram os zagueiros que fizeram a diferença. Welinton e Ronaldo Angelim marcaram os gols do Fla, enquanto Magno Alves, rival antigo, dos tempos de Fluminense, fez os dois dos donos da casa, em duas falhas do goleiro Marcelo Lomba, que não teve uma noite feliz.

Sob o comando de Luxa, o Flamengo tem duas vitórias e quatro empates. Empates, aliás, não faltam ao Rubro-Negro. Em 33 jogos até então, foram 16 igualdades. É o recordista da competição até aqui. O Vovô mantém o bom desempenho em casa. Em 17 partidas como mandante, são nove vitórias, sete empates e apenas uma derrota (para o Vasco, por 2 a 0).

O Ceará volta a jogar neste sábado. O time visita o Grêmio, no estádio Olímpico, às 19h30m. No domingo, no mesmo horário, o Flamengo recebe o Atlético-PR, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.

Casa cheia e jogo quente: 1 a 1

Jogo bom é assim. Começa antes mesmo de a bola rolar, com arquibancada cheia, gente cantando sem parar, fazendo barulho. No Castelão, as torcidas de Ceará e Flamengo chegaram para jogar. Provocação de um lado e de outro, mas em clima de paz. A maioria vestindo branco e preto, é verdade, mas os rubro-negros não se intimidaram na hora de berrar.

Jogo bom tem de ter gol. E quando é logo de cara deixa tudo mais empolgante. Vanderlei Luxemburgo escalou o Rubro-Negro pela segunda vez com o ataque 3D. Uma nova versão: Deivid centralizado e um pouco mais recuado, Diogo aberto pela esquerda, e Diego Maurício na direita. Quem apareceu, no entanto, foi um zagueiro. Welinton é zagueiro-zagueiro. Dá chutão, sim. Dá de bico também. Bico para a rede adversária. Aos dois minutos, Renato cobrou escanteio, Michel Alves tentou segurar a bola, mas largou. Diego Maurício pegou a sobra e ajeitou para o defensor marcar.

O Ceará sentiu, errou passes, não se encontrou. Geraldo, Magno Alves e Washington pouco apareceram, eram facilmente desarmados pelos defensores. Instável, o time quase sofreu o segundo gol, aos cinco. Em novo escanteio, Michel Alves socou nos pés de Welinton, mas o chute rasteiro desviou na zaga do Vozão e saiu.

Se era para jogar, a torcida cearense empurrou, e os donos da casa cresceram. Washington arriscou chute rasteiro, e Lomba defendeu. Magno Alves tentou o mesmo, mas ficou na trave. Errar uma terceira vez seria quase um pecado. Aos 27, Boiadeiro decidiu avançar pela direta e cruzar. Marcelo Lomba saiu, desviou de soco, mas a bola caiu nos pés de Magno Alves. Com Lomba fora do gol, ele soltou a bomba, no alto, para empatar: 1 a 1. Magno, que por cinco anos defendeu o Fluminense, relembrou os tempos de Fla-Flu no Maracanã.

Era a vez de o Flamengo sentir o gol. Deivid foi figura pouco produtiva, quase não pegou na bola; Diogo correu, mas foi bem marcado; Renato era discreto, e Diego Maurício não conseguiu fazer muito isolado pela direita. Do lado alvinegro, Geraldo começou a aparecer no meio; Boiadeiro e Eusébio cresceram, passaram a subir pelas laterais e a buscar cruzamentos para Washington na área. Em um deles, o atacante cabeceou para o chão, mas errou o alvo. Pelo equilíbrio, empate justo na primeira etapa.

Fla joga melhor, mas não consegue vencer

Luxa não desistiu dos três atacantes no segundo tempo. Pelo menos não de cara. O problema é que muitas vezes o que se via era um clarão entre a defesa e o ataque rubro-negros. Correa passou a avançar um pouco mais para tentar ajudar Renato, mas sem sucesso. A linha de frente parecia mais organizada, mas a tentativa do treinador durou 16 minutos. Foi quando ele decidiu sacar Diogo e Diego Maurício e lançar Val Baiano e Marquinhos.

Dimas Filgueiras também mudou. Tirou Washington e escalou Marcelo Nicácio. O Vozão optou por jogar nos contra-ataques e explorar a velocidade de Magno Alves pela esquerda. Aos 34 anos, ele ainda dá trabalho e conseguiu atrapalhar os avanços de Léo Moura. Em uma das investidas, acionou Geraldo na entrada da área. Marcelo Lomba espalmou o chute do camisa 10.
O Flamengo ganhou terreno, partiu para o ataque, teve mais apetite. A chuva fina não esfriou o ritmo rubro-negro, que conseguiu aproveitar a bola aérea. Renato cruzou duas vezes até encontrar a cabeça de Ronaldo Angelim. A finalização foi no canto direito de Michel Alves, aos 22. Cabeçada no melhor estilo “gol do título do Brasileirão do ano passado”.

Mesmo em vantagem, os cariocas não diminuíram o ritmo. Tiveram mais volume, mas presença ofensiva. Num único lance, duas boas chances. Primeiro com Val Baiano, depois com Fernando. Ambos não conseguiram. Como não desistiu, o Ceará acabou recompensado. Aos 36 minutos, Boiadeiro arriscou um chute cruzado, Marcelo Lomba deu rebote, e Magno Alves só teve o trabalho de empurrar para o gol: 2 a 2. Resultado com sabor de derrota para o Flamengo.

CEARÁ 2 X 2 FLAMENGO
Michel Alves, Boiadeiro, Diego Sacoman, Fabrício e Eusébio; Michel, Heleno (Reina), João Marcos e Geraldo (Wellington Amorim); Magno Alves e Washington (Marcelo Nicácio). Marcelo Lomba, Léo Moura, Ronaldo Angelim, Welinton e Juan; Willians, Correa, Renato e Diogo (Val Baiano); Diego Maurício (Marquinhos) e Deivid (Fernando).
Técnico: Dimas Filgueiras Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Gols: Welinton, aos dois, Magno Alves, aos 27 minutos do primeiro tempo. Ronaldo Angelim, aos 22, Magno Alves, aos 36 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Geraldo (Ceará); Willians (Flamengo).
Estádio: Castelão, em Fortaleza (CE). Data: 03/11/2010. Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa-SP). Auxiliares: Márcio Eustáquio Sousa Santiago (MG) e Anderson José de Moraes Coelho (SP).

novembro 3, 2010 Posted by | Ceará, Flamengo | , | Deixe um comentário

Santos e Vitória agridem a bola e ficam no empate na Vila Belmiro

Peixe ainda sonhava com título, mas resultado e desempenho tiram as esperanças. Já o Leão sai de campo satisfeito com o placar

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Não foi fácil. Quem foi à Vila Belmiro nesta quarta-feira à noite sofreu com o futebol de má qualidade que Santos e Vitória apresentaram. O jogo, válido pela 33ª rodada do Brasileirão, só terminou 1 a 1 porque houve raros lampejos dos dois lados. Caso contrário, um 0 a 0 seria apropriado. Se algum santista ainda acreditava em título antes da partida, perdeu as esperanças. Primeiro por que a distância para os líderes é enorme. O time da Vila tem 50 pontos, na quinta posição. Fluminense tem 58 e Corinthians e Cruzeiro, 57. Segundo por que o futebol apresentado nos últimos jogos não é digno de título. Já são quatro partidas seguidas sem vitória.

Para o Leão, por outro lado, o empate ficou de bom tamanho: a equipe baiana se mantém na zona de classificação para a Copa Sul-Americana, com 38 pontos, em 14º. Tanto que houve comemoração pelo lado rubro-negro quando o juiz apitou o fim da partida.

O Santos volta a jogar no próximo sábado, às 19h30m (horário de Brasília), contra o Atlético-MG, em Sete Lagoas (MG). Já o Vitória, no domingo, às 17h (Brasília), recebe o Cruzeiro, no Barradão, em Salvador.

Neymar e Júnior quebram monotonia

O jogo já começou devagar. Parecia que os times haviam entrado em campo só para cumprir tabela. Ritmo lento, erros de passe, sono. O Santos tinha a iniciativa, mas abria muitas brechas no meio de campo, dando ao Vitória chances para contra-atacar. Tanto que os primeiros chutes a gol foram da equipe baiana, com o meia Bida. O goleiro santista Rafael, porém, não tinha muito trabalho. Eram arremates de longa distância, sem potência suficiente para assustar.

O Peixe apresentava problemas de armação de jogadas. Uma ironia, já que atuou com dois armadores: Marquinhos e Alan Patrick. O problema é que ambos iniciaram a partida dispersos, errando demais. Mas eis que, aos 33 minutos, os santistas resolveram quebrar a monotonia e acertaram uma bela linha de passes: de Brum para Alan Patrick, para Marquinhos, para Neymar, para o gol. O camisa 11 recebeu livre à frente de Viáfara e apenas rolou no canto direito. Foi o único lance lúcido da equipe alvinegra em toda a partida.

O Leão, porém, estava vivo e perigoso. Jogando com seu terceiro uniforme – todo negro, com detalhes em verde e amarelo, em homenagem à Seleção Brasileira – a equipe baiana, aos poucos, foi ganhando campo e encurralando o time da casa. O grandalhão Júnior dava muito trabalho para os dois zagueiros santistas. Edu Dracena e Durval, expostos demais, não conseguiam se acertar na marcação do camisa 9. Ele dominava todas os passes que recebia dentro da área.

Aos 39, ele receberia mais um se não tivesse sido empurrado por Pará. Pênalti que a arbitragem deixou passar. Um minuto depois, porém, veio o empate. Nino Paraíba fez ótima jogada pela direita e cruzou para Júnior. O ‘Diabo Loiro’ recebeu de costas para Edu Dracena, girou e bateu no cantinho esquerdo. Um gol que se mostrou inevitável.

Jogo duro. De assistir

O segundo tempo foi uma pasmaceira só. A não ser por uma falta cobrada por Bida, aos 11 minutos, e por uma sequência de dribles de Neymar (que não deu em nada, diga-se), aos 25, os 4.643 torcedores que pagaram para ver o jogo não tiveram muitos motivos para se levantar. A não ser que quisesem ir embora antes do fim. O Santos tinha a bola, mas não sabia o que fazer com ela. O Vitória contava com espaços para atacar, mas estava satisfeitíssimo com o empate.

O técnico Marcelo Martelotte tirou o meia Alan Patrick para colocar o atacante Keirrison. A mudança provocou um enorme buraco no meio de campo santista, isolando os atacantes. Marquinhos, que já não conseguia armar o time com Patrick ao seu lado, ficou sozinho e desapareceu. As vaias passaram a ecoar na Vila Belmiro. Sinal de que os torcedores perceberam que já era. Brasileirão para o Peixe só em 2011.

Do outro lado, Antônio Lopes fez mudanças do tipo “seis por meia dúzia”. Mais  para gastar o tempo. Sua equipe, claramente, não parecia muito interessada em jogar. Aos 36, Thiago Martinelli fez falta em Neymar e, como já tinha amarelo, acabou sendo expulso. Mesmo assim, não houve mudança no panorama da partida. O apito final foi bem-vindo.

SANTOS 1 X 1 VITÓRIA
Rafael, Pará, Edu Dracena, Durval e Alex Sandro; Roberto Brum, Danilo (Maranhão), Marquinhos e Alan Patrick (Keirrison); Neymar e Zé Eduardo (Marcel). Viáfara; Nino Paraíba, Thiago Martinelli, Anderson Martins e Egídio (Gabriel); Neto, Uelliton, Bida e Elkeson (Renato); Junior e Adailton (Henrique).
Técnico: Marcelo Martelotte Técnico: Antônio Lopes
Gols: Neymar, 33; Júnior, 40 minutos do primeiro tempo
Cartões amarelos: Uelliton, Anderson Martins,  Thiago Martinelli, Neto Coruja, Júnior (Vitória), Roberto Brum, Danilo, Alex Sandro, Edu Dracena, Neymar (Santos). Cartão vermelho: Thiago Martinelli
Público e renda: 4.643 pagantes/R$ 112.825,00
Estádio: Vila Belmiro, em Santos (SP). Data: 03/11/2010. Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR). Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição (RS) e João Monteiro de Souza (RS)

novembro 3, 2010 Posted by | Santos, Vitória | | Deixe um comentário

Empate em Campinas mantém Guarani e Galo em situação difícil

Resultado é ruim para ambos. Atlético-MG segue no Z-4 e Bugre está uma posição acima

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Guarani e Atlético-MG permanecem em situação desesperadora no Campeonato Brasileiro. Empataram por 0 a 0, no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas, e se mantiveram em posição perigosa na tabela. O Bugre agora tem 36 pontos e permanece na 16ª colocação. O Galo segue na zona de rebaixamento, com 35 pontos, ocupando o 17º lugar.

O jogo foi equilibrado e disputado com mais vontade do que técnica. Se o placar terminou sendo justo, deixa o sinal de alerta ainda mais aceso para as duas equipes.

Na próxima rodada, o Guarani vai até a Arena Barueri, domingo, às 19h30m (de Brasília), encarar o Palmeiras. Um dia antes, também às 19h30m, o Galo recebe o Santos, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.

Jogo nervoso e tenso

A situação desesperadora dos dois times na tabela previa o que se confirmou nos momentos iniciais do jogo: muito nervosismo e tensão.

O Guarani começou quente, em cima do Atlético-MG, com muitas bolas cruzadas na área e chutes de média e longa distância. Mas foi o Galo quem quase marcou primeiro. Méndez e Obina tentaram no mesmo lance, e o goleiro Emerson fez duas grandes defesas.

A resposta do Bugre veio logo depois. Márcio Careca achou uma avenida na esquerda e avançou do meio-campo até a pequena área do Atlético-MG. Na hora de concluir a jogada, preferiu cruzar para o meio. Reinaldo não alcançou e o time campineiro perdeu grande chance.

O jogo permaneceu equilibrado. Os dois times criavam e perdiam chances de gol com a mesma intensidade. Após os 30 minutos, o Galo melhorou sensivelmente, com o crescimento de Diego Souza em campo, mas a dupla de ataque Obina/Tardelli não estava vivendo sua noite mais inspirada.

O Guarani ainda perdeu mais uma boa chance, com Baiano. Após lançamento na área, o meia do Bugre girou o corpo no ar e acertou um lindo voleio. Renan Ribeiro foi ainda melhor e fez excelente defesa, ao se esticar todo e mandar para escanteio.

Com isso, o empate parcial acabou sendo um resultado justo para o primeiro tempo.

Empate insistente

O segundo tempo começou da mesma forma que o primeiro: veloz e muito nervoso. O Atlético-MG estava mais organizado em campo, mas o Guarani tinha espaços e levava perigo nos contra-ataques.

Os dois goleiros apareciam pouco no jogo, que passou a ficar concentrado entre as duas intermediárias. Tanto Vagner Mancini quanto Dorival Júnior tentaram mudar o panorama da partida, fazendo substituições em seus times, mas nada que surtisse efeito.

O Atlético-MG teve mais domínio territorial até os 25 minutos, mas não conseguiu criar grandes chances de gol. A partir daí, o Guarani passou a controlar o jogo, pressionando e dando trabalho a Renan Ribeiro. O Bugre tentou chutes com Márcio Careca, Baiano e Rômulo, que havia entrado no lugar de Ricardo Xavier.

Nos minutos finais, o desespero bateu nas duas equipes, que passaram a tentar o ataque desordenadamente. Mas, se organizados não conseguiram o gol, o que dizer assim?

A reta final do Brasileirão promete ser de muita emoção para os torcedores de Guarani e Atlético-MG. Os times terão que mostrar bem mais do que mostraram nesta quarta-feira, sob pena de voltarem à Série B do Campeonato Brasileiro.

GUARANI 0 X 0 ATLÉTICO-MG
Emerson; Apodi, Aislan, Aílson e Márcio Careca; Maycon, Paulo Roberto, Baiano e Preto; Reinaldo (Geovane) e Ricardo Xavier (Rômulo). Renan Ribeiro; Rafael Cruz, Werley, Réver e Leandro; Zé Luís, Alê (Rafael Jataí), Méndez (Fernandinho) e Diego Souza (Renan Oliveira); Diego Tardelli e Obina.
Técnico: Vágner Mancini Técnico: Dorival Júnior
Cartões amarelos: Márcio Careca, Maycon e Diego Barbosa (Guarani); Werley, Alê e Rafael Jataí (Atlético-MG)
Local: Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP). Data:03/11/2010
Árbitro: Claudio Mercante (PE). Auxiliares: Altemir Hausmann (RS) e Jossemmar José Diniz Moutinho (PE)
Renda: R$ 62.298,00 Público: 5.922

novembro 3, 2010 Posted by | Atlético-MG, Guarani | | Deixe um comentário

Diante do Avaí, Timão quer vitória para seguir rumo ao título

Pelas contas de Tite, se Timão empatar fora e vencer em casa, pode ser campeão

Após o empate fora de casa diante do Flamengo, Tite havia previsto um caminho de vitórias em casa e, no mínimo, empates como visitante para chegar ao título. Nesta quarta-feira, contra o Avaí, o treinador busca fazer valer sua estimativa e quer um triunfo ante os catarinenses.

Para reforçar o ataque, Tite poderá contar Dentinho, que não atuava pelo Corinthians há cinco partidas, quando saiu lesionado da derrota para o Atlético-MG. Entretanto, a escalação do jovem atacante não confirmada e Iarley pode aparecer novamente com a vaga de titular.

A ausência significativa na equipe será Ralf. O volante recebeu o terceiro cartão amarelo diante do Flamengo e cumpre suspensão automática. Para seu lugar, o treinador alvinegro deve escalar Paulinho. Outro volante do meio campo corintiano terá um motivo a mais para buscar a vitória e comemorar. Diante do Avaí, Elias completará a marca de 150 partidas defendendo as cores do Corinthians.

Contando também com a presença de Ronaldo em campo, Tite deve buscar sua segunda vitória desde que chegou ao clube para manter-se firma na busca pela conquista do Nacional. A seis partidas do final da competição, o Corinthians ocupa a terceira colocação, com 54, três atrás de Fluminense e Cruzeiro.

Já pelo lado catarinense, a vitória sobre o Guarani no último sábado trouxe o alento que o Avaí precisava na luta contra o rebaixamento. Os próprios jogadores revelaram que a equipe está com um “astral diferente”. No entanto, o time, que ainda segue na zona de rebaixamento, tem uma verdadeira pedreira pela frente. Por outro lado, vencer o Corinthians no Pacaembu pode tirar o Leão da degola.

– Conversei com os jogadores e pedi para eles terem a cabeça tranquila e voltada para o próximo adversário, que é o Corinthians. Temos que conversar sobre a qualidade deles, uma boa apresentação lá fora vai repercutir bem para o clube e para os jogadores – declarou o técnico Vágner Benazzi.

Para a partida desta quarta-feira, o Avaí terá as ausências do atacante Roberto, no departamento médico por conta de um estiramento na coxa esquerda. Vandinho, o provável substituto, tem uma lesão na panturrilha e é dúvida. Outro que desfalca o Leão é o lateral-esquerdo Eltinho, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Assim, Pará começa no setor.

FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS X AVAÍ

Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 3/11/2010 – 21h50
Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (AL)
Auxiliares: Pedro Jorge Santos de Araújo (AL) e Carlos Jorge Titara da Rocha (AL)

CORINTHIANS: Julio Cesar, Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Paulinho, Jucilei, Elias e Bruno César; Iarley (Dentinho) e Ronaldo. Técnico: Tite

AVAÍ: Zé Carlos; Emerson Nunes, Emerson e Bruno; Patric, Rudnei, Diogo Orlando, Caio e Pará; Vandinho e Robinho. Técnico: Vágner Benazzi

novembro 3, 2010 Posted by | Avaí, Corinthians | , | Deixe um comentário

Ceará e Flamengo duelam por Sul-Americana

Vovô aposta na forte defesa, e Rubro-negro no ataque 3D

Ceará e Flamengo se enfrentam nesta quarta-feira, às 21h50, no Castelão, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, com o mesmo objetivo: se aproximar da conquista de uma vaga na próxima Copa Sul-Americana. Com 43 pontos (quatro a mais que o Rubro-Negro), o Vovô tem como ponto forte a sua defesa – a menos vazada do campeonato, com 31 gols sofridos. Já o clube carioca aposta no ataque 3D (Diogo, Diego Maurício e Deivid) para superar o adversário.

– Com a sequência de treinos e, principalmente, de jogos, a gente vai se encaixando melhor nesse sistema. Já sabemos onde nos posicionar quando o Flamengo está com a posse de bola. Estou confiante que pelo menos um dos três “Ds” do ataque vai marcar um gol e garantir a vitória sobre o Ceará – declarou o camisa 99, por meio de sua assessoria de imprensa – destaca o atacante Deivid.

Na zaga, o zagueiro Ronaldo Angelim, que nasceu em São Paulo mas se criou em Juazeiro do Norte, interior do Ceará, está confirmado como titular pelo segundo jogo consecutivo. A única mudança com relação ao time que entrou em campo na última partida é a entrada de Correa no lugar de Maldonado, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Com lesões musculares, Kleberson e Petkovic nem viajaram com o grupo.

Além da defesa forte, o Ceará confia no apoio de sua torcida para conseguir os três pontos em casa.

– Tenho certeza de que a torcida lotará o Castelão, pois será um jogo aberto e com muitas possibilidades. Trabalhamos bastante nos últimos dias e os jogadores estão prontos para fazer uma bela partida. O Flamengo também precisa do resultado e acredito que não ficará na defesa, já que terá três atacantes desde o início. Estamos confiantes – disse o técnico Dimas Filgueiras.

O treinador perdeu o lateral-esquerdo Vicente, que fraturou o maxilar e está fora do Campeonato Brasileiro. O jogador será substituído por Eusébio. Na zaga, Anderson perdeu a condição de titular para Diego Sacoman. No ataque, Magno Alves terá Washington como parceiro.

FICHA TÉCNICA

CEARÁ X FLAMENGO

Estádio: Castelão
Data/Hora: 3/11/2010 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Paulo César Oliveira
Auxiliares: Marcio Eustáquio/MG (FIFA) e Anderson José de Moraes/SP

CEARÁ: Michel Alves; Boiadeiro, Diego Sacoman, Fabrício e Eusébio; Michel, Heleno, João Marcos e Geraldo; Magno Alves e Washington. Técnico: Dimas Filgueiras

FLAMENGO: Marcelo Lomba; Léo Moura, Welinton, Ronaldo Angelim e Juan; Willians, Correa, Renato e Diogo; Diego Maurício e Deivid. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

novembro 3, 2010 Posted by | Ceará, Flamengo | | Deixe um comentário

Inter x Flu: duelo de gigantes para mexer com o Beira-Rio

Duas equipes repetem a mesma escalação que colocaram em campo na última rodada: confronto de gigantes no Beira-Rio

 

O confronto entre dois argentinos de fato acontecerá. Conca, o maestro argentino do Fluminense, estava confirmado. D’alessandro, no entanto, não havia treinado na segunda-feira e talvez pudesse não estar em campo. Depois do treinamento desta terça-feira, D’Ale treinou normalmente e está confirmado para o duelo contra o líder do campeonato.

Nei destacou que a partida será um marco para o Internacional. Se o resultado for de derrota, estará fora da briga pelo título.
– Os adversários estarão torcendo para a gente segurar o líder. Temos que fazer nossa parte na frente da torcida. Como a gente ainda pensa no título, não podemos ter tropeços. Temos que vencer essas seis partidas. Se o Inter perder, acabou de vez. Enquanto tivermos chances, vamos tentar, lutar até o final. Se não der, paciência – afirmou.
O Inter tem hoje 49 pontos, e está na 6 colocação, mesma pontuação do Santos. Só o título interessa ao time gaúcho, já que está garantido na Libertadores de 2011. A diferença para o líder Fluminense é de 8 pontos.

Finalmente, o técnico Celso Roth poderá repetir a escalação. O time será o considerado titular, e terá apenas o desfalque de Tinga, com lesão muscular. O jogador deve voltar apenas nas três rodadas finais do Campeonato Brasileiro, para readquirir ritmo de jogo. Sem desfalques nem jogadores suspensos com o que tem de melhor.

Já o Fluminense, que tenta se manter na ponta da tabela, segue seu martírio de desfalques. Desta vez, no entanto, a equipe que Muricy Ramalho irá colocar em campo parece ter entrado em sintonia, mesmo sem Fred, Emerson e Deco, machucados. O time deve ser o mesmo que derrotou o Grêmio, na última semana. A única novidade pode ser a entrada do atacante Rodriguinho no lugar de Julio Cesar (que foi deslocado para a meia). Mas a tendência é que Muricy mantenha o 4-5-1.

E você confere todas as emoções de Internacional x Fluminense em tempo real pelo LANCENET!, a partir das 19h30.

Internacional: Renan; Nei, Índio, Bolívar e Kléber; Guiñazu, Wilson Mathias, Giuliano e D’Alessandro; Rafael Sóbis e Alecsandro.

Técnico: Celso Roth

Fluminense: Ricardo Berna; Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Diguinho, Fernando Bob, Marquinhos e Conca; Julio Cesar (Rodriguinho) e Washington.

Técnico: Muricy Ramalho

Árbitragem: Evandro Rogério Roman (PR/Fifa)

Horário: 19h30 (Brasília)

novembro 3, 2010 Posted by | Fluminense, Internacional | | Deixe um comentário

Guarani x Atlético-MG: vale fuga da degola

Time mineiro vai à Campinas para se recuperar de derrota para o Botafogo no último sábado

O Atlético-MG vai a Campinas enfrentar o Guarani, nesta quarta-feira, às 19h30, no Brinco de Ouro, numa partida que valerá muito mais do que três pontos. Os dois clubes estão ameaçados de rebaixamento e um poderá afundar o outro nesta rodada.

Com 35 pontos, o Bugre é o primeiro fora da zona do rebaixamento. Já o Galo, com 34, está na porta para deixar o grupo dos quatro piores do Brasileirão. Por conta disso, o confronto é encarado como uma decisão de campeonato.

Mas a esperança do torcedor atleticano está justamente nos confrontos diretos que o time disputou na competição nacional. Em jogos contra times que estão lutando para não cair, o Atlético-MG tem feito a sua parte.

As únicas derrotas foram para o Vitória. Diante do Atlético-GO, duas vitórias, frente ao Avaí, quatro pontos somados, contra Guarani e Goiás venceu as partidas disputadas e empatou com o Flamengo.

Para o duelo em Campinas, o técnico Dorival Júnior fez mudanças na equipe. Sem poder contar com Serginho, suspenso, ele escalou o volante Alê. Werley e Zé Luis voltam depois de terem cumprido automática na rodada passada. Mas a grande novidade foi a saída de Renan Oliveira para a entrada de Edison Méndez no meio de campo.

O atacante Diego Tardelli não vê a hora de voltar a balançar redes. A última vez foi na derrota por 2 a 1 para o Grêmio, na Arena do Jacaré, ocasião que marcou também a lesão muscular do artilheiro.

– São nessas horas que a torcida espera da gente. Espera um gol, uma jogada diferente. Para mim, a responsabilidade aumenta a cada jogo que não faço gol. É trabalhando e tentando buscar o gol que vamos sair dessa, não vamos desistir – disse o camisa 9.

No último treino antes jogo contra o Atlético Mineiro, o técnico Vagner Mancini promoveu uma mudança inesperada: sacou do time titular o volante e capitão da equipe, Renan, e colocou no seu lugar o jogador Maycon. Além desta mudança tática, Mancini terá um time com quatro desfalques: O goleiro Douglas, o lateral-direito Rodrigo Heffner, o meia Vitor Júnior e o atacante Mazolla estão entregues ao Departamento Médico.

Com uma fratura no polegar direito, Douglas será substituído por Emerson. Já Rodrigo Heffner pegou uma virose e não terá condições de atuar. No seu lugar, Apodi terá mais uma chance no time titular. Vitor Júnior, que deixou o jogo de sábado lesionado, passou por uma ressonância magnética nesta segunda-feira e foi constatada uma lesão no tornozelo, que o deixará fora dos gramados de duas a três semanas.

O provável time titular do Guarani que treinou nesta terça-feira é formado por: Emerson; Apodi, Ailson, Aislan e Márcio Careca; Maycon, Paulo Roberto, Preto e Baiano; Reinaldo e Ricardo Xavier.

Com apenas 35 pontos, o Guarani está em 16°. O bugre não vence a sete rodadas e nos últimos seis jogos o time marcou apenas um gol.

A diretoria do Guarani colocou à venda um total de 15.500 ingressos, sendo 1.200 para a torcida do Atlético-MG. 5.000 bilhetes, do total, serão comercializados pelo valor de cinco reais.

FICHA TÉCNICA

GUARANI X ATLÉTICO-MG

Local: Brinco de Ouro, em Campinas (SP)
Data/hora: 03/11/2010, às 19h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Cláudio Mercadante (PE)
Auxiliares: Altemir Hausmann (RS-Fifa) e Jossemmar Jose Diniz Moutinho (PE)

GUARANI: Emerson; Apodi, Ailson, Aislan e Márcio Careca; Maycon, Paulo Roberto, Preto e Baiano; Reinaldo e Ricardo Xavier. Técnico: Vagner Mancini

ATLÉTICO-MG: Renan Ribeiro, Rafael Cruz, Réver, Werley e Leandro; Zé Luis, Alê, Méndez e Diego Souza; Diego Tardelli e Obina. Técnico: Dorival Júnior

novembro 3, 2010 Posted by | Atlético-MG, Guarani | | Deixe um comentário

Botafogo tenta imitar São Jorge e derrotar o Dragão

Botafogo e Atlético-GO se confrontam em partida decisiva

De acordo com a tradição, São Jorge foi imortalizado no conto em que mata o dragão. Trata-se de um dos santos mais venerados no Catolicismo e sua memória é celebrada dia 23 de abril como também em 3 de novembro, quando, por toda parte, se comemora a reconstrução da igreja dedicada a ele. Pois é… no mesmo dia três de novembro, o Botafogo precisa imitar São Jorge e derrotar o Atlético-GO, mais conhecido pela sua torcida como Dragão, nesta quarta-feira, às 19h30, no Engenhão.

Joel espera Engenhão lotado

Para isso, o Glorioso espera apoio incondicional de sua torcida, já que briga pelo título brasileiro. A torcida incentivou à equipe no treino de terça-feira, quando cerca de 400 torcedores gritaram o nome dos jogadores. O clima é de muita confiança em General Severiano. Todavia, o treinador Joel Santana pediu apoio aos alvinegros, mas alertou quanto ao adversário.

– Se colocarmos 40 mil pessoas lá dentro será ótimo, mas será um jogo difícil, e a torcida precisa ter paciência. Conheço bem o René. O time deles é complicado – comentou.

Torcida enche General Severiano para apoiar o Botafogo

Joel permanece sem Maicosuel, Fábio Ferreira e Herrera, que lesionados, só retornarão ano que vem. Alessandro suspenso pelo terceiro cartão amarelo e Marcelo Cordeiro com uma contratura muscular na coxa esquerda estão fora. A boa notícia fica por conta do retorno de Antônio Carlos.

Atlético-GO terá nova dupla de zaga e artilheiro continua no banco de reservas

A missão do Atlético-GO nesta quarta-feira será parar o ímpeto do time carioca. O Dragão quer se consolidar cada vez mais fora da zona do rebaixamento, e por isso, os três pontos são essenciais, segundo os jogadores.

O time viajou para o Rio de Janeiro na segunda-feira e o técnico René Simões já posicionou a equipe rubro-negra no treinamento desta terça-feira, na Gávea. Gilson, com uma tendinite no pé, não viajou com a delegação e será substituído por Welton Felipe, que reaparece após longo período de 13 partidas fora da equipe devido a uma lesão muscular. Já Adriano, outro que se lesionou na última partida, está recuperado, confirmado e garante que o time vai buscar a vitória.

– Todos sabem da qualidade da equipe deles, mas nós também estamos bem e vamos sim buscar um resultado positivo. Vamos para o jogo pensando apenas na vitória – afirma o meia, improvisado na lateral-direita.

O restante do time será o mesmo que iniciou a partida contra o Ceará, inclusive com a permanência de Renatinho no meio-campo atleticano, mesmo com a volta do artilheiro Elias, que entrou no segundo tempo contra o Vozão, mas ainda está sem ritmo de jogo. Na frente, Marcão permanece ao lado de Juninho, mesmo com a recuperação de Josiel, que viajou com a delegação e fica no banco.

Resta saber se assim como São Jorge, o Botafogo acabará com o Dragão. Você pode conferir cada lance do jogo em tempo real a partir das 19h30, aqui no LANCENET!

Botafogo: Jefferson, Antônio Carlos, Leandro Guerreiro e Fábio Ferreira; Tulio Souza, Fahel, Marcelo Mattos, Lucio Flavio e
Somália; Jobson e Loco Abreu

Técnico: Joel Santana

Atlético-GO: Márcio, Adriano, Welton Felipe, Daniel Marques e Thiago Feltri; Agenor, Pituca, Robston e Renatinho; Juninho e
Marcão

Técnico: René Simões

Árbitragem: Heber Roberto Lopes (PR)
Auxiliares: José Hamilton Pontarollo (PR) Ivan Carlos Bohn (PR)

novembro 3, 2010 Posted by | Botafogo | | Deixe um comentário

Cruzeiro e São Paulo fazem jogo decisivo em Uberlândia

Enquanto o time mineiro briga pela ponta, o Tricolor segue com esperanças de vaga na Libertadores

A noite desta quarta-feira em Uberlândia promete. Se depender de Cruzeiro e São Paulo, que se enfrentarão no Parque do Sabiá, às 21h50, a expectativa é de um jogo aberto e repleto de gols.

Na briga pelo título, o Cruzeiro não quer mais perder pontos em casa na reta final do campeonato. Um bom desempenho no Parque do Sabiá pode ser o diferencial na disputa pelo título.

– O São Paulo vive uma boa fase no Brasileirão. O time cresceu bastante desde a chegada do novo treinador e ainda sonha terminar o campeonato conseguindo uma vaga na Libertadores. Mas nossaequipe também tem um objetivo, que é o título nacional. Estamos focados nisso e sabemos que será necessário um ótimo aproveitamento para levar esse troféu. Seria ótimo se nossa equipe vencesse todas as partidas que tem pela frente, porém sabemos que isso é muito complicado. Então, temos que somar o maior número de pontos possíveis – alerta o lateral-direito Jonathan.

Ele deve retornar ao time titular depois de ser desfalque na rodada passada por fadiga muscular. Mas Rômulo também está no páreo pela camisa 2. Mudança certa é na lateral esquerda. Sai Marquinhos Paraná, pelo terceiro cartão amarelo, volta Diego Renan, que estava suspenso. 

No ataque, Robert vai para a segunda partida seguida, já que ganhou a vaga de Farías e Wellington Paulista só deve retornar no fim de semana. Uma vitória do Cruzeiro pode devolver a liderança do Brasileirão ao time da Toca, dependendo do resultado do jogo do Fluminense.

No Tricolor, com a chegada de Carpegiani, o time finalmente voltou ao caminho das vitórias. Com ele, o time conquistou 12 pontos dos 15 possíveis no Brasileirão, seguindo na briga por uma vaga na Libertadores. Pensando somente em vitória, o comandante jogará com quatro homens avançados, já que Lucas volta de suspensão.

Uma possível mudança poderá ser a entrada de Cleber Santana no lugar de Carlinhos Paraíba. Carpegiani acredita na experiência de Santana em uma partida tão importante quanto a desta quarta-feira.

– É uma semana importante para vencer. Serão dois confrontos diretos (Cruzeiro e Corinthians) com duas equipes que estão brigando pelo título. O campeonato é de regularidade e principalmente depois que o Carpegiani assumiu, a gente tem sido mais regular. A questão de merecedor é só no final. Merecedores serão aqueles que terminarem nas primeiras posições – afirmou.

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO X SÃO PAULO

Local: Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG)
Data/hora: 03/11/2010, às 21h50 (horário de Brasília)
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Auxiliares: Roberto Braatz (PR-Fifa) e Ubirajara Ferraz Jota (PE)

CRUZEIRO: Fábio, Rômulo (Jonathan), Léo, Edcarlos e Diego Renan; Fabrício, Henrique, Gilberto e Montillo; Thiago Ribeiro e Robert. Técnico: Cuca.

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Jean, Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Rodrigo Souto, Carlinhos (Cleber Santana), Lucas e Fernandão; Dagoberto e Ricardo Oliveira. Técnico: Paulo César Carpegiani.

novembro 3, 2010 Posted by | Cruzeiro, São Paulo | | Deixe um comentário

Goiás e Grêmio se enfrentam com técnicos em altos e baixos

Em julho, Jorginho era auxiliar técnico da Seleção Brasileira. No mesmo período, Renato Gaúcho comandava o Bahia, 10º colocado na Série B. Nesta quarta-feira, quando se encontrarem no duelo das 19h30, no Serra Dourada. 

Enquanto Jorginho luta para evitar o rebaixamento do Goiás, Renato sonha em classificar o Grêmio para a Libertadores-2011. Esperança esmeraldina, o comandante goiano explica o motivo do sobe e desce na carreira.

– Vida de treinador é assim mesmo. Este ano eu estou vivendo situações diversas. É a nossa vida, é preciso se acostumar, pois esses tipos de experiência é que nos fazem crescer e enfrentar as situações – disse Jorginho.

O duelo também marcará o reencontro de ex-companheiros. Jorginho e Renato foram campeões brasileiros pelo Flamengo em 1987. O técnico do Goiás relembra as características do gremista.

– O Renato continua com o jeitão engraçado e brincalhão. Ele era um atacante muito decidido, com poder de definição enorme, um dos melhores da época. Era muito fominha também, não passava a bola nas minhas decidas – lembrou Jorginho, torcendo para que Renato siga vencendo, mas não nesta quarta:

– Renato está tendo sucesso e tem em uma longa caminhada, com boas experiências. Espero que ele possa continuar esse sucesso, mas não neste jogo.

Em campo…
Jorginho ainda não definiu o time que entra em campo, mas confirmou que vai deixar o esquema com três zagueiros e jogar com mais um homem no meio de campo. Bernardo, titular das duas últimas partidas, sequer foi relacionado; já Rafael Toloi e Jonílson estão suspensos.

Na defesa, Marcão deve ser o lateral-esquerdo, no lugar de Saci. No meio, Carlos Alberto e Marcelo Costa são os mais cotados. Na frente, Felipe pode perder a posição para Everton Santos.

No Grêmio, o artilheiro Jonas foi poupado do treino desta terça por causa de uma gripe – choveu muito em Goiânia durante os trabalhos. Apesar disso, o atacante não deve ser problemas para o jogo.

Além dele, Vilson também não trabalhou e continua como dúvida. Seu substituto deve ser Adilson. Souza, suspenso, é o outro desfalque gremista. Fábio Rochemback, capitão do Tricolor gaúcho, retorna 54 pontos.

FICHA TÉCNICA:
GOIÁS X GRÊMIO

Local: Estádio Serra Dourada, Goiânia (GO)
Data/Hora: 3/11/2010 – 19h30 (horário de Brasília)
Árbitro: José Caldas de Souza (DF)
Auxiliares: Márcia B. Lopes Caetano (Fifa-RO) e Ciro Chaban Junqueira (DF)

GOIÁS: Harlei, Ernando, Rafael Toloi, Marcão; Douglas, Amaral, Wellington Monteiro, Bernardo e Wellington Saci; Felipe e Rafael Moura. Técnico: Jorginho.

GRÊMIO: Victor, Gabriel, Paulão, Rafael Marques e Fábio Santos; Fábio Rochemback, Vilson (Adilson), Lúcio e Douglas; Jonas e André Lima. Técnico: Renato Gaúcho.

novembro 3, 2010 Posted by | Goiás, Grêmio | | Deixe um comentário

Santos e Vitória fazem déjà vu da final da Copa do Brasil

Em 2010, baianos venceram duas vezes, enquanto o Santos conquistou acompetição nacional contra o Vitória

Perto de completar três meses da final da Copa do Brasil, Santos e Vitória se reencontram, com objetivos distintos, nesta quarta-feira, às 19h30, na Vila Belmiro.

Esse será o quarto encontro entre as duas equipes no ano. O Peixe, apesar de ter levado o título, perdeu duas e ganhou só uma, na Vila Belmiro.

O Santos, com 49 pontos, na quinta colocação, a oito pontos, não pode pensar em perder pontos nas próximas seis rodadas, enquanto o Vitória, em 14º, mas a 3 pontos da zona do rebaixamento, precisa evolui na competição.

Para o confronto, o técnico Marcelo Martelotte não poderá contar com Léo e Arouca, machucados, além de Rodriguinho, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

Com isso, Marquinhos entra no meio de campo e Alex Sandro na lateral esquerda. Danilo será recuado para a função de Arouca.

– O grupo é forte, não são só 11 jogadores, muda taticamente porque o Arouca tem uma característica mais defensiva e o Danlo mais ofensiva. Ganhamos com a entrada do Marquinhos – disse o volante Roberto Brum.

O Vitória, embalado pela vitória por 4 a 2 contra o Vasco, está confiante para o duelo. Porém, a missão não será fácil. Isso porque a equipe rubro-negra conquistou apenas dez pontos fora de casa, dos 37 conquistados até agora.

Além desse retrospecto preocupante, o Vitória nunca venceu o Santos na Vila em 13 jogos disputados na casa do Peixe pela Série A – foram quatro empates e nove derrotas.

Suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o meia Ramon está fora da partida. O zagueiro Wallace, machucado, dará lugar a Thiago Martinelli. Já o atacante Kléber Pereira, recuperado, foi relacionado e pode encarar o ex-clube.

O técnico Antônio Lopes vai repetir a equipe da rodada passada, com Bida no lugar do camisa 10 e a dupla de ataque sendo formada por Adaílton e Júnior.

FICHA TÉCNICA:
SANTOS X VITÓRIA

Estádio: Vila Belmiro, Santos (SP)
Data/hora: 3/11/2010 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR)
Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição (RS) e João Monteiro de Souza (RS)

SANTOS: Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval e Alex Sandro; Roberto Brum, Danilo, Marquinhos e Alan Patrick; Neymar e Zé Eduardo

Técnico: Marcelo Martelotte

VITÓRIA: Viáfara; Jonas, Thiago Martinelli, Anderson Martins e Egídio; Neto Coruja, Uelliton, Bida e Elkeson; Adailton e Júnior

Técnico: Antônio Lopes

novembro 3, 2010 Posted by | Santos, Vitória | | Deixe um comentário