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Cruzeiro bate Grêmio-PP e fica na cola do Fluminense

Léo e Robert marcaram no primeiro tempo e fizeram o resultado. Raposa e Fluminese tem os mesmos 57 pontos na tabela

O Cruzeiro se recuperou depois de duas derrotas seguidas no Brasileirão e se mantém na cola do Fluminense, na disputa pelo título. Com gols de Léo e Robert, a equipe de Cuca bateu o Grêmio Prudente, que segue na lanterna, fora de casa por 2 a 0 e agora tem os mesmos 57 pontos do Tricolor Carioca.

Logo no primeiro tempo, o melhor visitante do campeonato mostrou que manteria o retrospecto contra o pior mandante. Depois de um início morno, o Cruzeiro abriu o placar com Léo, aos 18 minutos. O zagueiro acertou uma bomba de fora da área no ângulo de Sidney.

A fragilidade da equipe do interior paulista ficou ainda mais evidenciada por conta do alto número de desfalques para o jogo. A Raposa assustou de novo aos 27 minutos. Rômulo e depois Fabrício, na mesma jogada, tentaram marcar em chutes fortes de fora da área.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Aos 38 minutos, o Grêmio Prudente mostrou que poderia não ser presa fácil. Adriano Pimenta bateu falta cruzada na área para cabeceio de Roberto. Mas Fábio salvou o Cruzeiro.

No lance seguinte, Gilberto mostrou toda a sua categoria com um cruzamento da intermediária na área, buscando a projeção de Robert. O atacante mostrou faro de gol e conseguiu empurrar para o fundo das redes.

O segundo tempo começou em marcha lenta para as duas equipes. Enquanto o Cruzeiro se mostrava contente com o resultado, o Prudente conseguia avançar para o campo de ataque com muitas dificuldades.

Aos 21 minutos, William Henrique bateu com força para o gol. Fábio mostrou que estava atento e espalmou para escanteio.

O Cruzeiro se contentou em defender e manter o resultado até o fim do jogo, enquanto as alterações do Grêmio Prudente não surtiam efeito.

Aos 37 minutos, após muita insistência do Prudente, a bola se perdeu na área celeste e quase entrou. Mas a defesa conseguiu afastar o perigo.

FICHA TÉCNICA:

GRÊMIO PRUDENTE 0 X 2 CRUZEIRO

Local: Prudentão, em Presidente Prudente (SP)
Data/hora: 29/10/2010, às 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Jaílson Macedo Freitas (BA)
Auxiliares: Luiz Carlos Raimundo Teixeira (BA) e Raimundo Carneiro de Oliveira (BA)
Renda/público:
Cartões amarelos: Sasha, Anderson Pedra (GPP); Marquinhos Paraná, Robert (CRU)
Cartão vermelho: Não houve

GOLS: Léo, 18’/1ºT (0-1); Robert, 39’/1ºT (0-2)

CRUZEIRO: Fábio, Rômulo, Léo, Edcarlos e Marquinhos Paraná (Pablo, 24’/2ºT); Fabrício, Henrique, Gilberto (Everton, aos 30’/2ºT) e Montillo; Thiago Ribeiro (Roger, 35’/2ºT) e Robert. Técnico: Cuca

GRÊMIO-PP: Sidney; João Vitor, Diego Giaretta, Anderson Luis e Cleydson; Anderson Pedra, Roberto, Sasha e Adriano Pimenta (Carlos Eduardo, intervalo); Willian José (William Henrique, intervalo) e Rhayner (Juan, 34’/2ºT). Técnico: Fábio Giuntini.

outubro 30, 2010 Posted by | Cruzeiro, Grêmio Prudente | | Deixe um comentário

Botafogo vence Atlético-MG e abre no G4 da Libertadores

Edno e Loco Abreu marcam em importante triunfo fora de casa

Com gols de Edno e Loco Abreu, o Botafogo arrumou a primeira mala para viajar pelas Américas. Neste sábado, o Glorioso venceu o Atlético-MG por 2 a 0, na Arena do Jacaré, e foi aos 51 pontos. Agora com quatro de vantagem sobre o São Paulo, primeiro clube abaixo na luta pela competição continental, o clube de General Severiano já pode até pensar em título. Motivos para otimismo não faltam.

Por sua vez, o Galo estacionou nos 34 pontos e desceu à zona de rebaixamento. Na próxima rodada, o clube mineiro vai encarar o Guarani, rival na luta contra a degola, no Brinco de Ouro. Já o Bota pode continuar a arrancada em casa, diante do Atlético-GO.

SÓ PROMETEU

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Estádio lotado e dimensões de campo pequenas. Ingredientes para um início de jogo agitado. Setores ofensivos ligados já nos primeiros minutos. Aos cinco minutos, Diego Souza soltou a bomba de longe e assustou Jefferson, que viu a bola sair rente ao seu poste esquerdo. Logo depois, Jobson foi derrubado na entrada da área. Na cobrança, Lucio Flavio colocou na barreira. O equilíbrio durou até os dez, quando o Galo começou a dominar as ações.

O Atlético-MG subiu pelos pés de Diego Souza, Obina e Diego Tardelli, que se movimentou muito durante seu jogo 100 pelo clube. Para sorte do Glorioso, a defesa estava atenta e colocou o perigo para longe. Em uma das rebatidas, surgiu o contra-ataque que acabou em cruzamento de Alessandro para Jobson, colocado na cara do gol. Na hora de empurrar para as redes, o árbitro Evandro Rogério Roman marcou falta de Loco Abreu, que iniciou a ação.

Aos poucos, o duelo eletrizante deu lugar ao sono. Emoção apenas para Márcio Rosário, que afastou diversas bolas lançadas pelo Atlético-MG. Confronto truncado, passes errados e pouca inspiração. Neste cenário as duas equipes caminharam para o intervalo.

MUDOU!

A meta era embalar novamente e Jobson tentou. Aos quatro, Marcelo Mattos fez jogada pela direita e tocou para o camisa 9, que pegou mal na frente da área e mandou por cima da barra, mesmo livre de marcação. Obina buscou o troco no minuto seguinte, mas também mandou muito alto.

Entre chutões e correria, Obina apareceu novamente. Em velocidade, o camisa 27 deu uma caneta em Márcio Rosário e só não fez por chute, no mínimo, estranho. Finalização ainda pior deu Loco Abreu, aos 23, quando pegou sobra de tentativa feita por Jobson. Mesmo com o goleiro Renan Ribeiro batido, o uruguaio conseguiu isolar a bola.

Pelo menos era um sintoma de disputa mais quente, concretizada pela pancada de Diego Tardelli, que só parou na trave superior de Jefferson. No termômetro, só faltava o gol, que veio. Aos 30, a defesa do Galo errou em linha de impedimento e deixou El Loco na cara do gol. Frio, o camisa 13 só rolou para Edno, que marcou depois de sair do banco cinco minutos antes.

O Galo precisou ir todo para a frente. Levou uma cavadinha mortal. Aos 44, Edno serviu Loco Abreu, que correu pela esquerda e bateu. Festa do Botafogo, quarto colocado e com sonhos cada vez maiores no Brasileiro.

FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-MG 0 X 2 BOTAFOGO

Estádio: Arena do Jacaré, Sete Lagoas (MG)
Data/hora: 30/10/2010 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Gilson Bento Coutinho (PR)
Renda/público: R$ 92.780,00 / 17.012 pagantes
Cartões amarelos: Diego Tardelli, Serginho (CAM); Alessandro (BOT)
GOLS: Edno, 30’/2ºT (0-2); Loco Abreu, 44’/2ºT (0-2)

ATLÉTICO-MG: Renan Ribeiro, Rafael Cruz (Wescley, 33’/2ºT), Réver, Lima e Leandro; Alê, Serginho, Renan Oliveira (Ricardo Bueno, 40’/2ºT) e Diego Souza (Nikão, 36’/2ºT); Diego Tardelli e Obina. Técnico: Dorival Júnior.

BOTAFOGO: Jefferson, Danny Morais, Leandro Guerreiro e Márcio Rosário; Alessandro, Marcelo Mattos, Fahel, Lucio Flavio (Edno, 25’/2ºT) e Somália; Jobson (Caio, 38’/2ºT) e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana.

outubro 30, 2010 Posted by | Atlético-MG, Botafogo | | Deixe um comentário

Em grande jogo, Santos e Internacional ficam no empate

Movimentação, chances perdidas e polêmica marcam o duelo no Beira-Rio. Equipes ainda sonham com o título…

Em um dos melhores jogos do Campeonato Brasileiro deste ano, o Santos, que reclamou bastante da arbitragem após o gol não validado marcado por Edu Dracena, até assustou o Internacional ao sair na frente do placar, mas três minutos foram suficientes para o Colorado conseguir o empate em 1 a 1, resultado que mantém os dois times vivos na briga pelo título nacional.

Agora, o Peixe soma 49 pontos ganhos na competição, e assumiu o quarto lugar. Já o Inter também tem 49 pontos, mas está na quinta colocação por causa do saldo de gols (12 a 5). Os dois times estão quatro pontos atrás do Cruzeiro, terceiro colocado, que enfrenta o Grêmio Prudente fora de casa, também neste sábado, às 18h30.

O jogo

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

O primeiro tempo foi digno de duas equipes que ainda buscam o título nacional. Chances claras de gols, dribles desconcertantes e jogadas de efeito fizeram com que a ansiedade da torcida pelo gol aumentasse a cada minuto. E ela quase foi saciada por Guiñazu, logo aos três minutos do jogo, quando o argentino arriscou da entrada da área e exigiu ótima defesa de Rafael. Aos nove, foi a vez de Giuliano desperdiçar outra boa chance, na frente do goleiro.

No entanto, o Santos estava vivo no jogo. Aos seis minutos, Neymar recebeu sozinho e tentou tocar no canto de Renan, mas o goleiro colorado foi mais esperto e conseguiu evitar o gol.

O jogo seguiu muito movimentado. O Inter teve ao menos mais duas chances de abrir o placar, como aos 22, em chute de D’Alessadro, e aos 34, na chance mais perigosa da etapa inicial, quando Kleber cruzou e a bola resvalou na mão de Edu Dracena. Na sobra, Wilson Matias chutou colocado na trave e, em novo rebote, Rafael Sóbis mandou por cima do gol.

O Santos até tentou puxar alguns contra-ataques, principalmente com Arouca e com Zé Eduardo, que buscou muito o jogo no meio de campo. No entanto, o Inter bloqueou bem as laterais e dominou o meio, deixando o Peixe sem ação. Em umas das tramas bem trabalhadas pelo time da Baixada Santista, Renan errou a saída do gol e se chocou com o zagueiro Edu Dracena, a bola foi para o gol… Mas Nei tirou a bola após ela ter ultrapassado a linha. Apesar da polêmica, o quarto árbitro garantiu no intervalo da partida que a bola não entrou.

– Só falta sair o gol… – disse Giuliano, no intervalo.

Mas ele não queria sair. O segundo tempo começou da mesma forma que o primeiro terminou: com muitas chances de gols perdidas em um jogo de muita movimentação.

A partir dos 10 minutos, a equipe gaúcha passou a dominar a partida. Mantendo a bola no meio de campo e com boas investidas de Giuliano e Kleber, pela esquerda, o Inter teve várias chances de abrir o placar.

Já o Santos esperou por algum lampejo de Neymar. Em um deles, aos 12, a Joia fez boa jogada pela direita e cruzou na área. A bola passou na frente do gol, mas ninguém apareceu para completar. Mas sem Arouca, que se lesionou no primeiro tempo, o Peixe não conseguiu criar muita coisa. E quando tudo parecia que o jogo caminharia para um empate sem gols, surge ele… Zé Eduardo.

O talismã invadiu a área, trombou com os zagueiros e chutou de perna esquerda, no ângulo de Renan, para abrir o placar para o Peixe, aos 33 minutos.

Porém, a vantagem durou pouco. Na verdade, durou exatos três minutos. Kleber cruzou na cabeça de Leandro Damião, que testou firme e empatou, levando o Beira-Rio abaixo. Na comemoração, o jogador imitou um “pescador”, fazendo alusão ao apelido do Santos de Peixe. O Inter ensaiou uma pressão, mas não conseguiu virar. E o jogo terminou mesmo empatado.

Na próxima rodada, o Santos recebe o Vitória na Vila Belmiro, quarta-feira, às 19h30, reeditando a final da Copa do Brasil deste ano. Já o Internacional vai até o Rio de Janeiro enfrentar o Fluminense, no Engenhão, também na quarta-feira.

FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 1 X 1 SANTOS

Estádio: Beira Rio, Porto Alegre (RS)
Data/hora: 30/10/2010 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Paulo Godoy Bezerra (SC)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (Fifa-SC) e Marco Antonio Martins (SC)
Renda/público: R$ 459.005.00 – 29.565 pagantes
Cartões amarelos: Guiñazu e D’Alessandro (INT); Rodriguinho e Zé Eduardo (SAN)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Zé Eduardo 33’/2°T; Leandro Damião 36’/2°T

INTERNACIONAL: Renan; Nei, Bolívar, Índio e Kléber; Wilson Matias, Guiñazu, Giuliano (Andrezinho – 22’/2°T) e D’Alessandro (Leandro Damião – 32’/2°T); Rafael Sóbis (Edu – 19’/2°T) e Alecsandro. Técnico: Celso Roth

SANTOS: Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo (Alex Sandro 18’/2°T); Roberto Brum, Arouca (Rodriguinho – 30’/1°T), Danilo e Alan Patrick (Marquinhos – 14’/2°T); Neymar e Zé Eduardo. Técnico: Marcelo Martelotte

outubro 30, 2010 Posted by | Internacional, Santos | , | Deixe um comentário

Avaí vence o Guarani e começa a reagir na reta final

Resultado mantém o Leão catarinense na zona de rebaixamento, nova casa do Bugre

No jogo de número 100 de Vagner Mancini, técnico do Guarani, no comando de clubes da Série A, quem fez a festa foi o Avaí. O Leão deu o primeiro passo na campanha #ReageLeão, criada no Twitter, e derrotou o Bugre por 1 a 0, na noite deste sábado, na Ressacada.

O resultado, porém, não tira a equipe de Santa Catarina da zona de rebaixamento do Brasileirão. Já o Bugre, que tinha um ponto a mais que o Vitória, é o novo integrante da degola. As duas lutas contra a queda para a Série B continuam.

A postura do Guarani atuando fora de casa foi defensiva. Porém, mesmo deixando o Avaí tocar a bola atrás com liberdade, o time catarinense mostrava-se embolado. Só depois de muitos passes errados e da tendência de a partida ser decidida em jogadas de bola parada, o Avaí acordou.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Aos 24 minutos, Patric recebeu na direita da área, tocou para o meio, mas Caio foi travado no momento do chute. Três minutos depois, o placar da Ressacada foi aberto. Vandinho foi até a linha de fundo pela direita e fez cruzamento. A bola passou por toda a pequena área e sobrou para a cabeçada certeira de Eltinho.

O segundo gol só não saiu aos 36, pois Vandinho parou na defesa de Emerson, que salvou o Bugre. E o camisa 1 do Guarani apareceu novamente ao espalmar chute forte de Cleyton, que fez sua estreia com a camisa do Leão.

Na volta do intervalo, o Avaí continou dominando. E os torcedores viram Caio deixar Vandinho na cara do gol, mas o camisa 9 soltou uma bomba, pegando muito embaixo na bola, que subiu demais. Logo na sequência, Rudnei arriscou da entrada da área e a bola passou raspando a trave direita.

O Guarani tentou ficar mais tempo com a bola no pé e assustou o Leão em cobrança de falta do lateral-esquerdo Moreno. Mas o goleiro Renan fez ótima defesa, mantendo a vantagem da sua equipe. Eltinho, Caio (na trave) e Patric desperdiçaram chances, que poderiam ter tranquilizado o torcedor azulino mais cedo.

FICHA TÉCNICA:
AVAÍ 1 X 0 GUARANI

Estádio: Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data/hora: 30/10/2010 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (RS)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Ricardo de Almeida (RJ)
Cartões amarelos: Eltinho, Rudnei (AVA); Maycon, Aislan (GUA)
Cartões vermelhos:

GOL: Eltinho 27’1T (1-0)

AVAÍ: Renan, Emerson Nunes, Cleyton (Pará, 34’/2T) e Emerson; Patric, Diogo Orlando, Rudnei (Batista, 37’/2T), Caio e Eltinho; Vandinho (Daniel, 23’/2T) e Robinho. Técnico: Vagner Benazzi.

GUARANI: Emerson, Rodrigo Heffner (Diego Barbosa, intervalo), Aislan, Ailson e Moreno; Renan, Paulo Roberto, Maycon, Victor Junior (Rodrigo César, 16’/1T) e Márcio Careca; Reinaldo (Ricardo Xavier, 22’/2T). Técnico: Vagner Mancini.

outubro 30, 2010 Posted by | Avaí, Guarani | | Deixe um comentário

Apesar do sufoco no fim, Palmeiras vence o Goiás em Barueri

Em jogo morno até o final do segundo tempo, Palmeiras derrota o Goiás e fica mais próximo do G4

No duelo dos Alviverdes na Arena Barueri, o Palmeiras mostrou que sabe deixar a Sul-Americana de lado e derrotou o Goiás, por 3 a 2. Com gols marcados por Tinga, Márcio Araújo e Dinei, o Verdão voltou a sonhar com o G4 e a vaga na Libertadores pelo Campeonato Brasileiro. O time goiano – que também disputa as quartas-de-final do torneio continental – sofreu a 17ª derrota no Nacional e segue lutando contra o rebaixamento.

Pela 33ª rodada, o Palmeiras volta a campo só nesta quinta-feira, contra o Atlético-PR, na Arena da Baixada. Na quarta-feira, o Goiás recebe o Grêmio, no Estádio Serra Dourada.

Primeiro tempo morno…

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Com Lincoln novamente incumbido de suprir a ausência de Valdivia na armação palmeirense, o primeiro tempo começou morno e com poucas chances de gol. Nos primeiros vinte minutos de jogo, o goleiro Deola só teve trabalho na cobrança de um tiro de meta, e o principal atrativo foi mesmo a estreia da nova terceira camisa do Verdão.

O Goiás apostava nos contra-ataques, mas o Palmeiras dominava a partida e sufocava o time visitante no campo de defesa. O meia-atacante Bernardo, sempre perigoso, era completamente dominado pela marcação de Pierre.

Aos 21, o domínio do Palmeiras se transformou em gol. Tinga driblou Wellington Saci, carregou a bola e arriscou forte chute. A bola ainda desviou em Rafael Tolói antes de morrer no fundo da rede.

E sem Marcos Assunção, suspenso, quem levou perigo nas cobranças de falta foi o Goiás. Na primeira boa chance do time goiano, aos 27 minutos, Bernardo cobrou falta com categoria no canto direito e quase surpreendeu o goleiro Deola.

Não demorou para aparecer a resposta do Verdão. Aos 32, numa falta cobrada pelo lado esquerdo, Lincoln tentou o cruzamento e a bola foi direto, no ângulo. O goleiro Harlei esticou-se todo e fez grande defesa, salvando o Goiás do segundo gol.

Um velho problema que parecia superado voltou a aparecer. Em falha da defesa palmeirense, Felipe encontrou Amaral livre na entrada da área. O volante ainda teve tempo para dominar e chutar, obrigando Deola a evitar o empate.

Já no fim do primeiro tempo, outra chance do Palmeiras. Luan invadiu a área com a bola dominada e bateu cruzado. Wellington Monteiro furou e a bola ainda desviou na perna de Tinga, antes de Harlei fazer outra defesa.

Final quente!

O Goiás voltou do intervalo com Jones no lugar de Bernardo, e passou a impor mais velocidade no ataque. Logo aos 5 minutos, já tinha criado duas boas chances com Amaral. Aos 12 minutos, Danilo recuou na fogueira para Deola, que afastou no reflexo.

Sem criatividade em ambos os lados, o jogo se arrastou até a metade do segundo tempo. O Palmeiras mantinha a bola no campo de ataque a maior parte do tempo, mas não conseguia ampliar a vantagem. Nos contra-ataques, o Goiás obrigava Deola a trabalhar tudo que não havia trabalhado na primeira etapa.

Aos 20 minutos, Tinga teve três boas chances invadindo a área pela lado direito, mas a finalização teve sempre o mesmo destino: a linha de fundo. Aos 30, Kléber ajeitou para Lincoln de frente para o gol. O meia foi fominha e não tocou para Gabriel Silva, livre pelo lado esquerdo. O chute desviou no zagueiro e passou longe do gol.

O caminho parecia ser mesmo pelo lado direito. Márcio Araújo recebeu de Lincoln, aos 35 minutos, e chutou cruzado, de longe. A bola saiu com muita força e estufou as redes da equipe goiana pela segunda vez na partida.

A vantagem no placar incendiou o final do jogo na Arena Barueri, para a surpresa da pouca torcida presente. O gol do Goiás aos 38 minutos foi suficiente para ameaçar o domínio do Palmeiras, que se desesperou. Carlos Alberto tocou de cabeça e, na dúvida se a bola entrou ou não, Jones mandou para dentro do gol.

Já no final, o Palmeiras parecia sepultar qualquer possibilidade de reação do Goiás com Dinei. Na cobrança de falta de Luan, o atacente se antecipou à marcação e cabeçeou para ampliar o placar. 3 a 1 para o Verdão e tranquilidade no placar, certo? Errado. Aos 44, o improvável: em rebote de Deola no chute de Rafael Moura, Éverton Santos só teve o trabalho de empurrar para o gol e marcar o segundo do Goiás.

Mesmo com o sufoco no final, o Palmeiras venceu a 11ª partida no Brasileiro e colou no G4. Caso não vença a Sul-Americana, o Verdão está de volta na briga pelo G4 do Campeonato Brasileiro…

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 3 X 2 GOIÁS

Estádio: Arena Barueri, Barueri (SP)
Data/hora: 29/10/2010 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira (RJ)
Auxiliares: Altemir Hausmann (Fifa-RS) e João L. Coelho de Albuquerque (RJ)
Renda/público: R$ 136.815,00 / 5.811 pagantes
Cartões amarelos: Kléber, Luan (PAL); Douglas, Rafael Tolói, Jonílson, Amaral (GOI)
GOLS: Tinga, 21’/1ºT (1-0); Márcio Araújo, 35’/2ºT (2-0); Carlos Alberto 38’/2ºT (2-1); Dinei, 42’/2ºT (3-1); Everton Santos, 44’/2ºT (3-2)

PALMEIRAS: Deola, Márcio Araújo, Danilo, Fabrício e Gabriel Silva; Edinho, Pierre, Tinga e Lincoln (Patrik, 42’/2ºT); Luan e Kleber (Dinei, 35’/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.

GOIÁS: Harlei, Douglas (Carlos Alberto, 33’/2ºT), Rafael Tolói, Ernando e Wellington Saci; Jonílson (Everton Santos, 10’/2ºT), Amaral, Wellington Monteiro, Bernardo (Jones, Intervalo); Felipe e Rafael Moura. Técnico: Jorginho.

outubro 30, 2010 Posted by | Goiás, Palmeiras | , | Deixe um comentário

Vitória vence o Vasco e respira no Brasileiro

Baianos fazem 4 a 2 no Cruzmaltino e seguem vivos na briga contra o rebaixamento. Libertadores fica longe para os cariocas

O Vitória não tomou conhecimento do Vasco e venceu o rival, com três gols na primeira etapa, os baianos venceram por 4 a 2 e chegou aos 37 pontos, dando uma respirada na briga contra o rebaixamento. Já o Vasco se manteve com os mesmo 42 pontos. Na próxima rodada, o Vitória encara o Santos, na Vila, enquanto o Vasco recebe o Grêmio Prudente, quinta-feira.

PRIMEIRO TEMPO AVASSALADOR

A partida começou com o Vitória partindo para o ataque. Logo aos dois minutos, Adaílton balançou as redes vascaínas. Após ganhar na dividida com Jádson e Cesinha, o jovem atacante fuzilou as redes de Fernando Prass e abriu o marcador. Na sequência, o Vasco tentou chegar, mas Eder Luis finalizou mal.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Mesmo com o gol, o Leão seguiu no ataque buscando o segundo gol. Sem Dedé, a zaga do Vasco parecia perdida em camp oe via o Vitória tabelar como queria. O Vitória teve boa chance de amplair aos 17. Adaílton recebeu na área e fuzilou. Fernando Prass fez ótima defesa.

O Vitória continuou melhor, enquanto o Vasco se fechava. Aos 32, Antônio Lopes teve que mudar. Wallace, machucado, deixou o gramado para a entrada de Thiago Martinelli, ex-Vasco. O jogo continuou com o mesmo panorama, e o Leão ampliou aos 40. Elkesson arriscou de longe e Fernando Prass falhou. Foi o segundo gol do Vitória. Antes mesmo do final do primeiro tempo, o Vitória chegou ao terceiro. Após bate-rebate na área, Neto Coruja de cabeça ampliou para 3 a 0.

No intervalo, Zé Roberto deixou o gramado preocupado e alertou sobre os riscos: – Conversamos e sabíamos o quanto era difícil jogar aqui e da pressão e do calor. Entramos querendo ganhar e se não mudarmos a postura, vamos ser atropelados e passar vergonha – disse.

VASCO ESBOÇA REAÇÃO, MAS PÁRA NO DIABO LOURO

Querendo não deixar a profecia de Zé Roberto se concretizer, PC mudou o time. Colocou Rômulo na vaga de Fellipe Bastos. A alterção mudou a postura do Vasco que partiu para cima criando boas oportunidades. Logo aos 4 minutos, Nunes diminuiu, após falta cobrada por Felipe, de cabeça.

O gol animou o Vasco que partiu para o ataque, querendo diminuir e buscar o empate. Porém, a esperança durou pouco tempo. Aos 12, Júnior recebeu linda bola de Neto Coruja, girou em cima de Jádson Viera, e o Diabo Louro bateu sem chances para Fernando Prass. O gol do Vitória foi um balde de água fira nas pretensões do Vasco. Abatida, a equipe diminuiu a pressão e viu o Leão dominar as ações da partida.

No final, Fumagalli ainda diminuiu em excelente cobrança de falta, mas ficou nisso. Triunfo dos baianos que respiram contra o rebaixamento. Já a Libertadores para o Vasco, fica cada vez mais longe.

FICHA TÉCNICA:
VITÓRIA 4 X 2 VASCO

Estádio: Barradão, Salvador (BA)
Data/hora: 30/10/2010 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (Fifa-SP)
Auxiliares: Herman Brumel Vani (SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)
Cartões amarelos: Júnior, Ramón, Anderson Martins, Neto Coruja (VIT); Jádson Viera, Zé Roberto (VAS)
Cartões vermelhos: Nenhum
GOLS: Adaílton, 2’/ºT (1-0); Elkeson, 40’/1ºT (2-0); Neto Coruja, 47’/1ºT (3-0); Nunes, 4’/2ºT (3-1); Júnior, 12’/2ºT (4-1); Fumagalli, 47’/2ºT (4-2)

VITÓRIA: Viáfara; Jonas, Wallace (Thiago Martinelli, 32’/1ºT), Anderson Martins, Egídio; Neto Coruja, Uellinton (Renato, 39’/2ºT), Ramón e Elkeson (Ricardo Conceição, 17’/2ºT); Júnior e Adaílton. Técnico: Antônio Lopes.

VASCO: Fernando Prass; Fagner, Jádson Viera, Cesinha e Diogo (Nunes, 35’/1ºT); Rafael Carioca, Jumar, Fellipe Bastos (Rõmulo, intervalo) e Felipe; Zé Roberto e Eder Luis (Fumagalli, 21’/2ºT). Técnico: Paulo César Gusmão.

outubro 30, 2010 Posted by | Vasco da Gama, Vitória | | Deixe um comentário