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Gols, dribles, assistências: D’Ale à espera de mais um Gre-Nal

Acostumado a desequilibrar em clássicos, argentino lembra goleada de 4 a 1 e diz que Gre-Nal sempre foi marcante para ele

D’Alessandro já fez de tudo em Gre-Nal. Marcou gol com ajuda de jogador rival, fez o quase infalível Victor falhar, destruiu em um clássico encerrado com goleada colorada. É o típico atleta que cresce de acordo com o calor do jogo. Em oito Gre-Nais, o argentino distribuiu gols, dribles e assistências. Na história recente do clássico gaúcho, é ele o maior destaque.

O gringo disputou oito clássicos. Ganhou quatro, perdeu dois, empatou outros dois. Marcou três gols.

Mais ganhei do que perdi – orgulha-se ele.

E agora “El Cabezón” se prepara para mais um clássico. Domingo, ele vai a campo no Olímpico para reeditar um jogo que mexe com ele.

– Para mim, sempre foi marcante o Gre-Nal. Sempre me marcou, por uma coisa ou outra. Meus primeiros foram na Sul-Americana (de 2008). Depois joguei aqui, e fiz meu primeiro gol. O Gre-Nal é um torneio à parte. Tem o Brasileiro e tem o Gre-Nal – disse o camisa 10.

DAlessandro comemoração Internacional contra São PauloArgentino tem três gols em oito clássicos disputados (Foto: Jefferson Bernardes / VIPCOMM)

Um dos clássicos marca D’Alessandro em especial. No Brasileirão de 2008, com o Grêmio lutando pelo título brasileiro, o Inter venceu por 4 a 1. O argentino fez um gol e deu o passe para os outros três. Foi uma atuação histórica.

– Meu Gre-Nal mais importante foi o 4 a 1. Fiz um gol nele. Meus primeiros foram na Sul-Americana, mas o mais importante foi esse. É sempre importante quando a gente ganha. É mais importante ainda se faz um gol e fica marcado no Gre-Nal. A gente sabe como é o torcedor colorado, a gente tudo que se vive em Gre-Nais – afirmou D’Ale.

El Cabezón vai a campo ciente da responsabilidade que carrega. Ele é a maior esperança da torcida. Mas diz que não se acha maior do que ninguém.

– O jogo de domingo é mais um no Brasileiro. Não existe isso de falar que tenho que fazer tudo, que não posso errar. Não me acho melhor. Para mim, é mais um jogo do Brasileiro. Se o jogador pensar que não pode errar, vai fazer um jogo ruim – comentou o argentino.

outubro 21, 2010 - Posted by | Internacional | , ,

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