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De volta a Sucre, Palmeiras tenta minimizar efeitos da altitude

Time retorna à cidade boliviana mais de um ano depois ter usado local como base para jogo em Potosi

Sucre, local da próxima partida do Palmeiras pela Copa Sul-Americana, não chega a ser uma das cidades mais altas por onde o time passou – são 2.800 metros acima do nível do mar. Mas a chegada com três dias de antecedência foi providencial para que o time de Luiz Felipe Scolari não sofresse com os efeitos do ar rarefeito, segundo o fisiologista Paulo Zogaib.

– Toda vez que jogamos em altitude, estamos expostos a uma pressão atmosférica menor e, portanto, uma pressão de oxigênio menor. Isso leva à diminuição da capacidade física, embora nessa altitude em particular, a 2.800m, esse decréscimo de altitude seja muito pequeno, de 10%, mas não deixa de ser um decréscimo – explicou Zogaib ao site oficial do Palmeiras.

O Palmeiras já esteve em Sucre no início do ano passado, quando se hospedou na cidade para enfrentar o Real Potosi pela primeira fase da Taça Libertadores. Na ocasião, o time só foi para o local da partida, que fica 4.000 metros acima do nível do mar no dia da partida. Desta vez, a equipe enfrentará o Universitário de Sucre, às 21h15 de Brasília, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana.

– Talvez o mais importante nessa altitude seja o tempo de bola. Pelo ar ser mais rarefeito, temos menos resistência, portanto os objetos se movem numa velocidade maior. Então, essa chegada com três ou quatro dias de antecedência, além de minimizar esses efeitos de decréscimo da condição física, melhora a parte de coordenação neuromuscular, impedindo que tomemos dribles bobos, percamos o tempo de bola ou que os passes ou o domínio de bola sejam mal-feitos – salientou o fisiologista.

Na tarde da última segunda-feira, o Palmeiras fez seu primeiro treino na cidade boliviana. Na ocasião, Anselmo Sbragia, preparador físico do clube afirmou que usou a atividade para dar ênfase no trabalho de bola.

– É para que os atletas possam sentir a velocidade que a bola chega para domínio, a intensidade e a força que eles têm que colocar para fazer um passe, um cruzamento, chutar a gol. E também para os goleiros, que são os mais prejudicados. Todos os dias serão baseados em fundamentos para que esse problema seja minimizado e os jogadores já estejam adaptados.

outubro 12, 2010 - Posted by | Palmeiras | ,

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