Portal Futebol

Tudo sobre o futebol Brasileiro e Internacional

Com Kleber inspirado, Palmeiras vence o Flamengo no Engenhão

Atacante faz dois gols e comanda a vitória do time paulista no Rio de Janeiro

Com uma atuação segura e uma noite inspirada de Kleber, o Palmeiras dominou o Flamengo e venceu por 3 a 1, neste sábado, no estádio João Havelange, no Rio de Janeiro, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Gladiador marcou duas vezes. E Lincoln fez o terceiro gol palmeirense. Petkovic, de pênalti, diminuiu para o Rubro-negro.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

O Flamengo perdeu a invencibilidade no Engenhão. Desde a inauguração em 2007, o time carioca tinha feito nove jogos no estádio, com sete vitórias e dois empates (clássicos contra Botafogo e Fluminense). Neste sábado, conheceu a primeira derrota. Já o Palmeiras segue como um visitante ingrato neste Brasileiro. São quatro vitórias, sete empates e só duas derrotas fora de casa.

Com o resultado, o Palmeiras pulou para o oitavo lugar com 35 pontos. O Flamengo segue com 28 pontos, na 15ª posição na classificação. Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Rubro-negro enfrenta o Goiás, na terça-feira, no estádio Serra Dourada, em Goiânia. Já o Palmeiras encara o Internacional, na quarta-feira, em Presidente Prudente.

De férias no Brasil, o ex-técnico da seleção portuguesa Carlos Queiroz esteve no Engenhão para acompanhar o jogo. Amigo de Luiz Felipe Scolari, ele brincou ao falar que era “flamengista”.

Momentos antes de a bola rolar, Felipão disse que pela primeira vez tinha à disposição todo o time bem fisicamente. Estava animado, confiante. E o Palmeiras mostrou durante a etapa inicial ter evoluído. Marcação forte, saída rápida para o ataque. Em pouco tempo, o time paulista tomou conta da partida e anulou o Flamengo.

Juan, que voltava ao time após três partidas recuperando-se de uma torção no tornozelo, estava muito mal. E o Palmeiras criou as jogadas dos dois gols pelo setor do lateral. Aos 18 minutos, em uma jogada infantil, David Braz puxou a camisa de Tinga, que nem chegou a cair, dentro da área. Pênalti bem marcado. Kleber bateu forte, no meio do gol. Marcelo Lomba pulou para o canto esquerdo. Palmeiras 1 a 0. Foi o quinto gol do atacante no Campeonato Brasileiro, o terceiro de pênalti.

Kleber encontrava muita liberdade e aproveitava o espaço que existia entre David Braz e Juan. E enquanto a torcida rubro-negra ainda estava na bronca – por um pênalti não marcado de Gabriel Silva em Diogo -, Tinga deu um passe primoroso para o atacante palmeirense, que arrancou e tocou na saída de Marcelo Lomba. Toque sutil, de qualidade, no canto direito. O Palmeiras aumentava a vantagem.

Assim que saiu o segundo gol, o técnico Silas virou-se para o banco com os braços abertos e deu um tapa forte na própria cintura. Estava irritado. Chamou Vitor Saba. A conversa foi rápida. Com 31 minutos do primeiro tempo, Juan deixava o campo. Saiu calmamente, nem parecia que o time perdia por 2 a 0. Mas não reclamou com o treinador. Foi sentar-se no banco em silêncio.

Silas estava nervoso. Antes do jogo, o Flamengo trocou de banco de reservas. Normalmente, o time fica à esquerda das cabines de rádio. Mas, neste sábado, preferiu o lado direito. Com isso, o treinador podia reclamar com um dos auxiliares. Em campo, o time carioca só tinha um ar de criatividade quando a bola caia nos pés de Leo Moura. Mas os cruzamentos não chegavam aos atacantes. A única chance de perigo do Flamengo no primeiro tempo foi em um chute de Renato de fora da área. O meia aproveitou um rebote e soltou a bomba. A bola ia no ângulo, mas Deola se esticou e fez uma defesa muito difícil espalmando para escanteio.

O Palmeiras ainda teve duas boas chances para ampliar no fim do primeiro tempo. E sempre com Kleber. Em um contra-ataque rápido, o atacante ganhou de Vitor Saba na corrida e tocou por cima do goleiro Marcelo Lomba, que saia assustado. A bola foi para fora. E, no último lance, Marcelo Lomba e David Braz se enrolaram após um lançamento longo. O goleiro chutou a bola nas costas de Tinga. Kleber aproveitou o rebote para chutar para o gol. Marcelo Lomba se recuperou a tempo de espalmar e evitar o terceiro.

O Flamengo deixou o campo vaiado. Renato foi reclamar com o árbitro. Willians tentava explicar os erros do time.

– Estamos errando muito e tomamos gols de contra-ataque. Isso não pode. Temos que ter mais atenção e nos doar mais em campo – disse o volante na saída para o vestiário.

Zico foi até o vestiário do Flamengo no intervalo da partida. O time carioca voltou com Correa no lugar de Toró. Mas o Palmeiras seguia mais perigoso. Valdívia e Kleber assustaram o goleiro Marcelo Lomba logo nos primeiros minutos. A torcida rubro-negra estava sem paciência. Pedia “mais raça”. Depois, gritou o nome de Pet. O meia só foi chamado por Silas para entrar em campo aos 17 minutos do segundo tempo. Saiu Renato. A torcida não gostou e reclamou.

A entrada de Petkovic não mudou em nada o Flamengo. O time continuou sem criatividade, sem jogada. Até tentou o empate, mas na vontade, cruzando bolas para a área e com os principais nomes do time tentando resolver sozinhos. Na única jogada bem trabalhada, com uma bonita troca de passes, Leonardo Moura fez o gol. Mas estava impedido.

Mas no abafa o Flamengo até diminuiu. Aos 33 minutos, Diogo foi derrubado dentro da área por Vitor. Pênalti. Petkovic bateu bem. Assim como Kleber no primeiro tempo, chute forte no meio do gol. Quinto gol de Pet no Brasileiro, que passou a ser o artilheiro do time carioca no Campeonato Brasileiro.

Com o gol rubro-negro, Felipão resolveu tirar Valdívia, que estava cansado, e colocar Lincoln para dar mais gás ao meio-campo. Deu certo. O meia fez o terceiro gol e garantiu a vitória palmeirense. Após linda jogada de Kleber e Rivaldo pela esquerda, Lincoln aproveitou o cruzamento e só desviou para o gol. Festa da pequena torcida palmeirense no Engenhão.

Os jogadores do Palmeiras dedicaram a vitória ao presidente Luiz Gonzaga Belluzzo, que vai passar por uma cirurgia no coração para uma revascularização do miocárdio. Antes da partida, o time paulista entrou em campo com uma faixa de apoio ao dirigente.

FLAMENGO 1 X 3 PALMEIRAS
Marcelo Lomba; Léo Moura, Jean, David Braz e Juan (Vitor Sabá); Toró (Correa), Willians, Kleberson e Renato (Renato); Diogo e Deivid. Deola; Vitor, Fabricio, Danilo e Gabriel Silva; Edinho, Márcio Araújo (Rivaldo), Marcos Assunção e Tinga (Pierre); Valdivia (Lincoln) e Kleber.
Técnico: Silas Técnico: Luiz Felipe Scolari
Gols: Kleber aos 19 e aos 31 minutos do primeiro tempo; Petkovic aos 34 minutos do segundo tempo; Lincoln aos 44 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: David Braz, Willians e Jean (Flamengo); Kleber, Valdívia, Fabrício, Vitor (Palmeiras)
Público: 9.894 pagantes
Renda: R$ 335.565,00
Estádio: João Havelange (Engenhão), no Rio de Janeiro
Árbitro: André Luiz Castro (GO)
Auxiliares: Fabrício da Silva e Cristhian Sorence

setembro 25, 2010 Posted by | Flamengo, Palmeiras | , | Deixe um comentário

Neymar brilha, Santos goleia e breca a ascensão do Cruzeiro em Barueri

Garoto mostra que está recuperado de toda a polêmica dos últimos dias. Participa de todos os quatro gols santistas. Alex Sandro faz golaço também

Neymar está de volta, com coreografia e tudo. O garoto que nos últimos dias só apareceu como pivô de polêmicas, voltou a fazer o que sabe, e bem: jogar futebol. Com uma excelente atuação, liderou o Santos na goleada sobre o Cruzeiro, por 4 a 1, neste sábado à noite, na Arena Barueri. O atacante participou das jogadas dos três primeiros gols e fez o seu no último lance da partida. O Alvinegro, que jogou parte do segundo tempo com um a menos (Zé Eduardo foi expulso) breca a ascensão da Raposa e volta a sonhar com o título, já que tem 38 pontos na 25ª rodada do Brasileirão, mas com um jogo a menos, na quinta colocação. Os mineiros têm 44 e seguem em terceiro.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

O Cruzeiro percebeu logo no início que o caminho era nas costas do lateral-esquerdo Léo, do Santos. Thiago Ribeiro foi jogar por ali e criou boas chances. E o time só não abriu o placar porque o atacante foi fominha, preferiu chutar direto quando o melhor caminho era cruzar em alguns lances.

O Peixe tinha mais posse de bola (53% a 47%), mas apresentava problemas de armação de jogada. O técnico Marcelo Martelotte optou por escalar três atacantes e apenas um meia. Um dos homens de frente era Zé Eduardo, que simplesmente não funcionou. O meia era Marquinhos que, lento, não conseguia dar sequência às jogadas. Tanto que o time alvinegro só criou chances quando o volante Roberto Brum apareceu de surpresa no ataque. Ele deu passes precisos, verdadeiras assistências, para Zé Eduardo e Marcel, que perderam as chances. Neymar, muito recuado, tentando impedir as decidas de Diego Renan, lateral-esquerdo cruzeirense, não conseguiu criar nada. Simplesmente não funcionou.

Embora o volume de jogo do Santos fosse maior, foi o Cruzeiro que criou as melhores chances, sempre com Montillo, que levou vantagem em vários lances sobre Brum e Arouca. Aos 34, Thiago Ribeiro recebeu livre e chutou forte. A bola bateu na trave, nas costas do goleiro Rafael e saiu. A Raposa chegou até a balançar as redes. Aos 36, Farías apareceu livre pela esquerda e marcou. Mas a arbitragem já havia marcado impedimento antes do argentino completar para o gol. Ele acabou levando amarelo. A posição era legal. Mancada da arbitragem. Reclamação do time mineiro.

Neymar voltou para o segundo tempo jogando do jeito que gosta: aberto pelo lado esquerdo. Na primeira vez que recebeu (outro bom passe de Brum), dominou e achou Zé Eduardo na área. O atacante dominou, virou e chutou. Fábio rebateu nos pés de Marcel, que abriu o placar.

O Peixe era melhor e encurralava o Cruzeiro, que não conseguia sequer acertar contra-ataques. Vendo que seu time estava preso, o técnico Cuca mexeu: tirou o volante Fabrício para colocar o meia Roger. O jogo estava nas mãos da equipe santista, quando Zé Eduardo, que já tinha o cartão amarelo por reclamação, acertou o rosto de Diego Renan e acabou expulso.

Aí Cuca foi para o tudo ou nada. Sacou Diego Renan para colocar o atacante Robert. Escancarou sua equipe e deu campo para o Peixe contra-atacar. Martelotte, por sua vez, sacou Marcel e colocou o lateral-esquerdo Alex Sandro jogando pelo meio, fechando espaços. Mesmo com um a menos, o Santos era melhor. Bem posicionado, marcando forte e saindo rápido, o time praiano chegou ao segundo gol aos 24 minutos. Neymar foi derrubado por Edcarlos na meia esquerda. Falta que Marquinhos cobrou na cabeça de Edu Dracena. O capitão só teve o trabalho de desviar para as redes.

O jogo parecia sob controle do Santos, pois o Cruzeiro, desordenado, não conseguia acertar os passes. Mas aos 35, Montillo acertou. Achou Robert na esquerda. O atacante chutou forte, Rafael fez uma grande defesa e a bola sobrou para Thiago Ribeiro encher o pé. Mesmo sem ângulo, ele acertou o alvo e diminuiu.

Mas o gol não serviu para animar os mineiros. Pelo contrário. Bem postado, o Peixe tinha espaços para contra-atacar e matou o jogo com uma pintura, uma obra de arte. Neymar pegou a bola pela esquerda, deu um passe de calcanhar para Alex Sandro. O garoto avançou pela esquerda, deu o drible da vaca no marcador, e, na saída de Fábio, deu um toque de canhota, encobrindo o goleiro.

Faltava o dele. Neymar, que havia participado dos três gols recebeu a bola, agora na direita. Tirou os marcadores para dançar, deixou Caçapa no chão e tocou por baixo de Fábio. Na comemoração, garoto fingiu que estava digitando, como se estivesse no computador. Até as coreografia voltou.

SANTOS 4 X 1 CRUZEIRO
Rafael, Danilo, Edu Dracena, Durval e Léo (Zezinho); Roberto Brum, Arouca e Marquinhos (Adriano); Zé Eduardo, Marcel (Alex Sandro) e Neymar. Fábio; Jonathan, Cláudio Caçapa, Edcarlos e Diego Renan (Robert); Fabrício (Roger), Fabinho (Elicarlos), Everton e Montillo; Farías e Thiago Ribeiro.
Técnico (interino): Marcelo Martelotte Técnico: Cuca
Gols: Marcel, aos 9, Dracena, aos 24, Thiago Ribeiro, aos 35, Alex Sandro, 43, Neymar, aos 45 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Roberto Brum, Zé Eduardo (Santos), Farías, Montillo, Diego Renan, Fabinho, Edcarlos (Cruzeiro); Cartão vermelho: Zé Eduardo (Santos)
Renda e público R$ 192.530,00/9.542 pagantes
Local: Arena Barueri, em Barueri (SP). Data: 25/9/2010. Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (Fifa/RJ). Auxiliares:  Ricardo de Almeida (RJ) e Marco Aurélio Pessanha (RJ)

setembro 25, 2010 Posted by | Cruzeiro, Santos | , | Deixe um comentário

Guarani bate o Vasco por 1 a 0 com gol de pênalti mal marcado

Heber Roberto Lopes, que não havia marcado pênalti para o Guarani em outro lance no primeiro tempo, acaba sendo protagonista da partida

Numa partida em que o empate seria o resultado mais justo, o Guarani se aproveitou de um erro de arbitragem do árbitro Heber Roberto Lopes, que marcou pênalti inexistente de Dedé em Ricardo Xavier, e saiu com a vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, neste sábado à noite, no Brinco de Ouro da Princesa, pelo Campeonato Brasileiro. Baiano não desperdiçou a cobrança, aos 35 minutos do segundo tempo, que deixou o Bugre com 33 pontos ganhos, em 10º lugar na tabela, antes do fim da 25ª rodada.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Com a derrota, o Vasco, que precisava quebrar a sina de empates, se mantém com os 30 pontos e ocupa, virtualmente, a 14ª posição. O time saiu reclamando da atuação do árbitro, que curiosamente, no primeiro tempo, não havia marcado pênalti para o Guarani, de Jumar em Mazola, no fim do primeiro tempo.

Na próxima quarta, pela 26ª rodada, o Bugre vai ao Prudentão encarar o Grêmio Prudente. Na terça, o Vasco receberá o Santos em São Januário.

Foi um primeiro tempo no qual o Guarani tomando a iniciativa. Depois, o Vasco cadenciou o jogo, que só ganhou em emoção a partir dos 35 minutos. Os dois times passaram a se lançar mais ao ataque e desperdiçaram oportunidades. E o Bugre saiu de campo reclamando de um pênalti de Jumar em Mazola não marcado pelo árbitro Heber Roberto Lopes.

Logo na escalação, Vagner Mancini deu a senha de como o Bugre entraria em campo. Com Rodrigo Heffner na lateral direita e Apodi no meio, mas caindo por aquele lado, funcionando como um ala, o técnico mostrou que queria o time com jogadas pelas pontas. Pelo lado esquerdo, Mazola caía bem no setor para fazer dupla com Márcio Careca. Nos dez primeiros minutos, a ideia era essa. Bola para as pontas, em velocidade.

Só que o meio-campo do Guarani falhava na armação. Geovani e Paulo Roberto eram anulados, erravam passes. O domínio inicial não se traduzia em chances criadas. Faltava aquele último passe. Bem plantado atrás, o Vasco não só marcava bem como procurava cozinhar o jogo. Cadenciar era a ordem. Mais toque de bola para esfriar o ímpeto do Bugre.

Deu certo. O meio-campo vascaíno começou a tomar conta. Rafael Carioca iniciava bem as jogadas. Zé Roberto voltava pela esquerda para ajudar na armação. Mas na frenre, Eder Luis e Rafael Coelho pareciam fora de sintonia. Felipe Bastos custou a engrenar. Só quando acordou, o time levou perigo. Isso foi aos 28 minutos. O meia tabelou com Fágner. Depois que recebeu, cortou Ailson e bateu de perna direita. A bola foi para fora, mas deu susto em Douglas.

Jogo esquenta

A partir dos 35 minutos, a partida esquentou. Os dois times se lançaram mais ao ataque. No Bugre, Mazola passou a cair mais pelo lado direito. Na primeira jogada por ali, aproveitou bobeira geral da defesa do Vasco. Rodrigo Heffner cobrou lateral rapidamente como um lançamento para o atacante, que correu livre de marcação, mas acabou atropelado por Nilton. A falta, perigosa, acabou desperdiçada na cobrança sem perigo de Márcio Careca, mas o Vasco perdeu o seu volante. No lance, o camisa 5 acabou se contundindo no joelho e não conseguiu voltar. O técnico PC Gusmão pôs Jumar na partida.

E o Vasco por pouco não abriu o placar aos 44 minutos. Em jogada pela esquerda, Max tocou para Titi, que pela meia esquerda arriscou. A bola bateu no travessão. O Guarani contra-atacou no lance mais polêmico do jogo. Novamente pela direita, Mazola arrancou em velocidade e foi empurrado por Jumar dentro da área. O árbitro Heber Roberto Lopes não marcou a penalidade. Os jogadores do Guarani reclamaram.

O time continuou no ataque. A partida cresceu em emoção. Pouco antes do apito final da primeira etapa, o lance mais sensacional: Reinaldo recebeu pela meia esquerda e girou com perigo, de canhota. O chute saiu cruzado e bateu na trave. No rebote, Mazola tocou para o gol com o goleiro Fernando Prass batido na jogada. Só que Dedé, milagrosamente, mergulhou com o pé e salvou o gol, tocando para escanteio. Fim do primeiro tempo, reclamações não faltaram sobre o pênalti não marcado pelo árbitro Heber Roberto Lopes.

– Só ele não viu. Quando o lance é duvidoso, a gente até se segura. Mas num caso desses… E é sempre prejudicando o Guarani – afirmou o técnico Vagner Mancini.

Segundo tempo

Os dois times voltaram para o segundo tempo com mudanças. No Guarani, Apodi, que começou bem mas depois foi totalmente anulado, saiu para a entrada de Baiano. No Vasco, PC Gusmão tirou o também apagado Rafael Coelho para pôr Carlos Alberto. Que logo mostrou seu cartão de visitas. Com um minuto de jogo, recebeu falta pela esquerda. Max cruzou, o camisa 19 recebeu na entrada da área e bateu com violência, para grande defesa de Douglas, que espalmou para escanteio.

Se o Vasco ficou mais agressivo com Carlos Alberto, o Bugre buscava mais velocidade com Baiano pela direita. Mas o jogador mostrava o mesmo defeito de Apodi: carregava demais a bola. Quem começou a levar perigo foi Paulo Roberto, pela esquerda. O meia teve chances de abrir o placar, e obrigou o goleiro Fernando Prass a fazer grande defesa, com o pé.

Felipe Bastos sumiu da partida. O Bugre começou a dominar o meio-campo e a encurralar o Vasco, mas esbarrava na grande atuação de Dedé. O zagueiro era soberano nas jogadas. Uma falta bem cobrada por Baiano na meia esquerda levou perigo. Fernando Prass fez outra grande defesa.

PC Gusmão trocou de Felipe. Tirou o Bastos e pôs o velho conhecido da torcida, campeão brasileiro, da Libertadores… O toque de bola melhorou, mas o time ficou mais lento. Mancini mexeu também no Guarani. Trocou Geovane por Fabiano e Reinaldo por Ricardo Xavier. E o atacante acabou sendo o protagonista do pênalti que decidiu a partida.

Aos 33 minutos, em bola dividida na área, Dedé, que estava por trás de Ricardo Xavier, acertou a bola. O atacante do Bugre pulou e caiu. O árbitro Heber Roberto Lopes, que não havia marcado um pênalti claro no primeiro tempo, acabou “compensando” o erro. Dois minutos depois, Baiano, que mal tomou distância, cobrou à esquerda, sem chances para Fernando Prass. O Vasco ficou tenso, e não conseguiu reagir. Melhor para o Bugre, que saiu com a vitória.

GUARANI 1 X 0 VASCO
Douglas, Rodrigo Heffner, Fabão, Ailson e Márcio Careca; Renan, Paulo Roberto, Apodi (Baiano) e Geovane (Fabiano); Reinaldo (Ricardo Xavier) e Mazola. Fernando Prass, Fagner, Titi, Dedé e Max; Nilton (Jumar), Rafael Carioca, Felipe Bastos (Felipe) e Zé Roberto; Éder Luís e Rafael Coelho (Carlos Alberto).
T: Vagner Mancini T: PC Gusmão
Estádio: Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP)). Data:25/09/2010. Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR/Fifa). Auxiliares: Ivan Carlos Bohn (PR) e Jose Amilton Pontarolo (PR).
Cartões amarelos: Nilton, Dedé e Zé Roberto (Vasco)
Gols: no segundo tempo, Baiano, de pênalti, aos 35 minutos
Público: . Renda:

setembro 25, 2010 Posted by | Guarani, Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Goiás humilha o São Paulo

Esmeraldino explora os erros do Tricolor, coloca o rival na roda e consegue uma expressiva vitória: 3 a 0, com gols de Carlos Alberto e Rafael Moura (2)

O Goiás humilhou o São Paulo no Morumbi. Com uma atuação desastrosa do Tricolor, diante da sua torcida, o Esmeraldino soube aproveitar as falhas do rival e venceu por 3 a 0 na noite deste sábado. Com o resultado, o time goiano ainda não sai da zona de rebaixamento (é o 18º, com 24 pontos), e os paulistas (em 9º, com 34) sonham cada vez menos com a possibilidade de título do Campeonato Brasileiro ou vaga na Libertadores da América.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Fora de casa e contra um adversário que vinha de uma sequência de duas vitórias (2 a 0 no Palmeiras e 2 a 1 no Guarani), o Goiás entrou no gramado do Morumbi com uma proposta clara de se defender e explorar os erros do Tricolor. E não faltaram erros são-paulinos para o Alviverde se esbaldar.

Com uma escalação diferente, com Samuel na zaga, Casemiro na ala direita e Jean no meio-campo, o time de Sérgio Baresi tinha dificuldade de avançar e ainda deixava uma avenida para o Goiás investir pelo seu lado esquerdo. O chute cruzado que Carleto acertou de fora da área, aos 30 segundos, e a defesa que Harlei fez, aos 3 minutos, após finalização de Casemiro, deram a falsa impressão de que o time da casa teria algum tipo de facilidade para acabar com o rival goiano.

Mas aí começaram os erros…

Aos 5 minutos, Samuel se atrapalhou com uma bola recuada, não conseguiu dominar e teve de sair correndo atrás de Rafael Moura. Para sua sorte, a conclusão não foi das melhores… Aos 23, o mesmo Samuel voltou a falhar e dessa vez o Goiás não perdoou. Felipe cruzou da esquerda, o zagueiro camisa 32 não cortou, Rafael Moura fez a proteção e Carlos Alberto chegou de trás para balançar a rede.

O Tricolor, que chegou a ter um gol anulado quando Ricardo Oliveira empurrou Ernando antes do complemento de Samuel, tinha trabalho para entrar na área do rival. Casemiro, que avançava, mas deixava espaço na hora de voltar, ameaçou num chute cruzado.

O placar, aos 30 minutos de jogo, mostrava 1 a 0 para o Goiás, mas poderia estar 3 a 0 que não seria nenhum absurdo. Rafael Moura perdeu duas chances incríveis, uma aos 28 e outra aos 29, esta última numa bobeira de Rogério Ceni. Além de parar de atacar, o São Paulo passou a sofrer pressão. E a pressão resultou em mais gol. Aos 35, Felipe recebeu livre, invadiu a área e teve traquilidade para rolar para Rafael Moura ampliar.

O Tricolor conseguiu marcar o seu gol, mas a jogada já estava parada. Quando Rafael Tolói derrubou Jean, o árbitro apitou. Na sequência, Ricardo Oliveira rolou para Marlos, que encobriu Harlei. A torcida vibrou, mas já não valia mais nada… Harlei ainda voltou a brilhar ao defender um chute de longe de Dagoberto e sair de campo como o grande nome do segundo tempo e um dos destaques do jogo.

Na próxima rodada, o Goiás receberá o Flamengo, terça-feira em Goiânia, enquanto o São Paulo vai a Porto Alegre para enfrentar o Grêmio na quarta.

SÃO PAULO 0 X 3 GOIÁS
Rogério Ceni; Rodrigo Souto, Alex Silva e Samuel (Cléber Santana); Casemiro, Jean, Jorge Wagner (Dagoberto), Lucas e Carleto; Marlos e Ricardo Oliveira Harlei; Ernando, Rafael Tolói e Marcão (Jones); Wendel, Wellington Monteiro, Amaral, Carlos Alberto (Jonílson) e Júnior; Felipe (Romerito) e Rafael Moura
Técnico: Sérgio Baresi Técnico: Jorginho
Gols: Carlos Alberto, aos 23, e Rafael Moura, aos 35 e aos 46 minutos do primeiro tempo
Cartões amarelos: Jorge Wagner, Casemiro e Alex Silva (SP); Marcão, Wellington Monteiro, Júnior e Wendel (G)
Estádio: Morumbi, em São Paulo (SP). Data: 25/9/2010. Árbitro: Célio Amorim (SC). Auxiliares: Marco Antônio Martins e Claudinei Maffessoni. Público: 18.528 pagantes. Renda: R$400.192,59

setembro 25, 2010 Posted by | Goiás, São Paulo | | Deixe um comentário

Atlético-GO sai do Z-4 e mantém jejum do Grêmio Prudente: 3 a 0

Time goiano chega a 26 pontos, um a mais que o Avaí, que recebe o Ceará neste domingo. Paulistas seguem cada vez mais firmes na lanterna

Candidato ao rebaixamento desde o início do Brasileirão, o Atlético-GO dá sinais de que pode se manter na elite no ano que vem. Neste sábado, o time de Renê Simões venceu o Prudente com facilidade, por 3 a 0 (veja o vídeo com o primeiro gol do jogo). O resultado tirou a equipe momentanemente do Z-4 e manteve o longo jejum de vitórias do Prudente, que não vence há dez partidas e é o lanterna da competição, com 17 pontos. A equipe goiana, que havia vencido o Goiás na última rodada, por 3 a 1, chegou ao 16º lugar, com 26 pontos, um a mais que o Avaí, que enfrenta o Ceará neste domingo, às 18h30m, na Ressacada.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Na próxima rodada, o Atlético-GO enfrenta o Cruzeiro, quarta-feira, na Arena do Jacaré, às 19h30m. O Prudente pega o Guarani, no mesmo dia e horário, em casa.

Jogo de poucas chances no início

No encontro de dois times ameaçados de rebaixamento, havia a hipótese de o desespero dar emoção ao confronto, com os dois lados buscando o gol a todo instante. Mas aconteceu justamente o contrário na etapa inicial, com futebol à altura da posição de ambos na tabela.  Foram raríssimas as chances concretas de gol. E até a bola que abriu o placar sofreu para entrar. Aos 24 minutos, depois de um escanteio curto, Anaílson cruzou e Agenor completou para a rede de barriga.

– Foi como o Renato Gaúcho – brincou o jogador no intervalo, em alusão ao terceiro gol do Fluminense sobre o Flamengo na conquista do título estadual de 1995 (vitória tricolor por 3 a 2).

O gol acalmou um time que sentia a falta de seu artilheiro. Elias, autor de 10 gols na competição, machucou-se sozinho aos 12 minutos de jogo. Enquanto o atacante se encaminhava para o vestiário, Marcão teve uma bola quicando em sua frente, próximo à pequena área, e chutou por cima do travessão. O torcedor atleticano deve ter pensado: Elias faria esse.

Se os donos da casa dependiam da barriga para se salvar, o Prudente passava longe de matar sua fome de gols. Com exceção de um chute de Wesley, que bateu na rede pelo lado de fora, aos 15 minutos, o goleiro Márcio quase não foi incomodado.

Vitória categórica na etapa final

A etapa final começou com um erro do goleiro Márcio, que tentou cortar uma bola de carrinho e furou. A jogada sinalizava que o Atlético-GO poderia enfrentar dificuldades. Para dar uma sensação ainda pior aos goianos, William saiu machucado para a entrada de Juninho, aos sete. Mas a alteração acabou sendo positiva. Juninho entrou bem e os donos da casa deslancharam. O reserva fez a jogada do segundo gol justamente quando o Prudente pressionava. Em um contra-ataque, ele escapou pela esquerda e cruzou para Thiago Feltri completar para a rede, aos 14: 2 a 0.

Dois minutos depois, o golpe definitivo. Juninho cruzou mais uma vez, agora da direita, e Marcão subiu com estilo para marcar o terceiro, de cabeça.

Marcão por pouco ainda não fez o quarto. Aos 31, o jogador completou de canhota um cruzamento de  Anaílson. O goleiro Giovanni fez boa defesa e colocou para escanteio.

Logo depois, aos 34, Rodrigo Mancha foi expulso por entrada dura em Keninha. Era o fim definitivo das remotas esperanças de empate para o Prudente.

ATLÉTICO-GO 3 X 0  GRÊMIO PRUDENTE
Márcio, Victor Ferraz, Daniel Marques, Gilson, Thiago Feltri, Agenor, Robston, William (Juninho), Diguinho (Keninha), Elias (Anaílson), Marcão Giovanni, Paulo César, Anderson Luis (Cris), Flávio Boaventura, Marcelo Oliveira, Rodrigo Mancha, Roberto, Adriano Pimenta, Fabiano Gadelha (João Vitor),  Wesley, Hugo (William José)
Técnico: Renê Simões Técnico: Marcelo Rospide
Estádio: Serra Dourada, em Goiânia. Data: 25 de setembro Árbitro:Edivaldo Elias da Silva (PR).
Auxiliares: Bruno Boschilia-PR e José Carlos Dias Passos-PR
Cartões amarelos: Marcão (Atlético-GO) e Roberto (Prudente). Cartão vermelho: Rodrigo Mancha (Prudente)
Gols: Agenor (24 do primeiro tempo), Thiago Feltri (14 do segundo tempo) e Marcão (16 do segundo tempo)
Público: 2.641 Renda: R$ 41.270

setembro 25, 2010 Posted by | Grêmio Prudente | | Deixe um comentário

Vasco e Guarani para afastar degola e sonhar com G4

Com 30 pontos, times buscam vitória para se afastar zona de rebaixamento e manter possibilidade de chegar ao G4

LANCEPRESS!

O Vasco vai a Campinas enfrentar o Guarani para reencontrar o caminho das vitórias. Com 30 pontos, as duas equipes querem vencer para afastarem-se da zona de rebaixamento e manterem vivo o sonho de uma vaga no G4.

O técnico Paulo César Gusmão não quer que a equipe cometa os mesmos erros da partida contra o Botafogo, quando o time tinha tudo para sair de campo com os três pontos e permitiu o empate. O comandante cruzmaltino, porém, lembrou que o time está jogando bem e tem de ter persistência para triunfar.

– Não podem occorrer os mesmos erros do jogo contra o do Botafogo. Em um jogo equilibrado, não podemos errar. Estamos chetados pelo que estamos produzindo e sem conseguir os resultados. Em alguns jogos, tínhamos a vitória nas mãos, jogando para vencer e não conseguimos. Mas temos de ter persistência. A vitória vai vir naturalmente. Vitoria não é causa, é consequência – disse o treinador.

Para esta partida, PC Gusmão não poderá contar com o lateral-esquerdo Ramon, impedido de jogar por ter recebido o terceiro cartão amarelo, mas que lesiou a coxa esquerda no último jogo. Querendo manter o entrosamento, PC deve ser repetir o time titular do clássico da última quarta-feira, com Carlos Alberto e Felipe no banco de reservas.

O Guarani aposta no bom retrospecto contra os times cariocas para voltar a vencer pelo Campeonato Brasileiro. O Bugre enfrenta o Vasco neste sábado e vai colocar sua invencibilidade de quatro jogos contra clubes do Rio de Janeiro na competição.

Sem nenhum desfalque por suspensão ou contusão, o Guarani treinou no CT bugrino. Os atletas que jogaram no Morumbi fizeram apenas um treino físico leve e os demais participaram de um rachão.

A equipe voltou a treinar nesta sexta-feira pela manhã no gramado do Brinco de Ouro e logo depois já entrou em regime de concentração para o confronto de sábado.

FICHA TÉCNICA
GUARANI X VASCO

Estádio: Brinco de Ouro, Campinas (SP)
Data/hora: 25/9/2010 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR-FIFA)
Auxiliares: Ivan Carlos Bohn (PR) e José Amilton Pontarolo (PR)

GUARANI: Douglas, Rodrigo, Apodi e Fabão; Márcio Careca; Renan, Paulo, Roberto e Baiano; Mário Lúcio, Ricardo Xavier e Mazola. Técnico: Vágner Mancini

VASCO: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Titi, Max; Rafael Carioca, Nilton, Fellipe Bastos e Zé Roberto; Eder Luis e Rafael Coelho

setembro 25, 2010 Posted by | Guarani, Vasco da Gama | , | Deixe um comentário

São Paulo quer se afirmar contra o Goiás

Tricolor pode conseguir a terceira vitória consecutiva

LANCEPRESS!

Em busca de consolidar a recuperação no Campeonato Brasileiro, o São Paulo recebe o Goiás neste sábado, às 18h30, no Morumbi. Se vencer, o Tricolor emplacará sua terceira vitória consecutiva e aumentará suas chances de chegar à Libertadores. No momento, a equipe está dez pontos atrás do último colocado do G3, o Cruzeiro.

Para o confronto, Sérgio Baresi terá três importantes desfalques. Fernandão, com um edema na panturrilha esquerda, não tem condições de jogo. Ricardo Oliveira, que disputou apenas metade da última partida, será o titular ao lado de Marlos e Lucas.

Richarlyson e Miranda estão suspensos e também desfalcam o time. Os substitutos já foram definidos, mas Sérgio Baresi faz mistério. Xandão e Samuel disputam a vaga na zaga, e Diogo e Carleto são os candidatos à ala esquerda.

– A dúvida entre o Xandão e o Samuel é realmente para não deixar o time penso. Isso é um fator predominante para nós, por isso que testei os dois e tenho a avaliação na minha cabeça. O Diogo marca um pouco mais e chega mais ao fundo para cruzamento. O Carleto tem a mesma característica de marcação, mas no apoio pode ir para dentro e tem a arma de finalizar, porque ele bate muito bem na bola – explicou o treinador.

A derrota no clássico para o Atlético por 3 a 1 mexeu com o elenco do Goiás. Entretanto, o time mostra ter forças para se reerguer e o técnico Jorginho promove novidades para o jogo contra o São Paulo. Além do retorno do esquema com três zagueiros, o treinador surpreendeu e sequer relacionou o meia Bernardo, camisa 10 da equipe. Em contrapartida, o meia Jones, apresentado na quinta-feira, pode estrear.

Depois do fraco desempenho do time no 4-4-2, na última quarta-feira, Jorginho opta pelo retorno do 3-5-2, que deixou o time invicto por quatro jogos antes do clássico. O zagueiro Valmir Lucas é o único desfalque após ter tomado o terceiro cartão amarelo e será substituído por Ernando. Quem compõe o trio ao lado de Ernando e Rafael Toloi é Marcão, que volta ao time titular.

– Não conseguimos impor nosso ritmo no último jogo, mas temos que levantar a cabeça. A derrota nos deixou tristes, ninguém aqui gosta de perder, mas não podemos esquecer das últimas partidas que vínhamos fazendo – afirmou Rafael Toloi.

Quem deve ganhar a vaga deixada por Bernardo no meio-campo é Romerito, em uma formação mais defensiva, ou até mesmo Jones, que está relacionado e pode estrear como titular.

FICHA TÉCNICA:
SÃO PAULO X GOIÁS

Estádio: Morumbi, São Paulo (SP)
Data/hora: 25/9/2010 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Celio Amorim (SC)
Auxiliares: Marco Antonio Martins (SC) e Claudemir Maffessoni (SC)

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Rodrigo Souto, Alex Silva e Xandão (Samuel); Jean, Casemiro, Jorge Wagner, Lucas e Carleto (Diogo); Marlos e Ricardo Oliveira. Técnico: Sérgio Baresi.

GOIÁS: Harlei, Ernando, Rafael Toloi e Marcão; Wendel Santos, Amaral, Wellington Monteiro, Romerito (Jones), Júnior; Felipe e Rafael Moura. Técnico: Jorginho.

setembro 25, 2010 Posted by | Goiás, São Paulo | , | Deixe um comentário

Santos busca reabilitação contra o Cruzeiro

Peixe espera voltar a vencer, enquanto Raposa quer manter sequência positiva

LANCEPRESS!

Reabilitação. Esta é a palavra que ronda o Santos depois da turbulência que passou pelo clube desde o jogo contra o Atlético-GO, na semana passada. E esta recuperação pode começar neste sábado, às 18h30, quando o Peixe enfrenta o Cruzeiro, na Arena Barueri.

O jogo pode ser o divisor de águas no time da Baixada Santista. A equipe vem de uma recente saída do técnico Dorival Júnior, que brigou com o maior astro do elenco, o atacante Neymar, e ainda de uma derrota no clássico com o Corinthians, jogando em casa. Uma vitória sobre o Cruzeiro é uma ótima chance de voltar a encostar nos líderes do Brasileirão, já que a Raposa é a atual terceira colocada da competição, na briga direta pelo título nacional.

Neymar, que corria o risco de ser punido pela confusão no jogo contra o Ceará, foi absolvido nesta sexta-feira e fica a disposição para o jogo contra os mineiros.

Com isso, o técnico interino Marcelo Martelotte terá novidades no ataque e no meio de campo. Zé Eduardo deve entrar no time, ao lado de Neymar e Marcel, num provável 4-3-3, esquema vitorioso nas campanhas do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil deste ano.

No meio, Roberto Brum entra na vaga de Danilo, que deve ocupar a lateral-direira substituindo Pará, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Madson, lesionado, também não joga.

Já o Cruzeiro aposta na série de nove jogos invictos e na boa fase para derrotar o Santos, e também para superar os desfalques do zagueiro Léo e do volante Henrique, destaques do time no Campeonato Brasileiro.

O técnico Cuca lançará a campo a 23ª formação da Raposa na competição, mas faz mistério e não antecipa quem serão os substitutos dos jogadores que não poderão atuar.

Para a defesa, ele conta com Gil e Caçapa. No meio de campo, por sua vez, Elicarlos e Fabinho são as opções.

– O Caçapa tem condições de jogo e fez um treino muito bom, então posso utilizá-lo junto com o Edcarlos. Vou esperar um pouco mais para definir – avisou o treinador.

A despeito das dúvidas, o comandante celeste já adiantou que o time atuará no 4-4-2.

– Vão ser dois meias. Montillo e Roger ou Montillo e Everton, que também é dessa posição – disse o treinador.

Os cruzeirenses ganharam sete dos nove jogos passados e têm a melhor campanha como visitantes. Longe de Minas Gerais, a Raposa venceu cinco jogos, empatou quatro e perdeu outros três.

FICHA TÉCNICA
SANTOS X CRUZEIRO

Local: Arena Barueri, Barueri (SP)
Data e Hora: 25/9/2010 – 18h30
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (Fifa-RJ)
Auxiliares: Ricardo de Almeida e Marco Aurélio Pessanha (ambos RJ)

SANTOS: Rafael; Danilo, Dracena, Durval e Léo; Arouca, Roberto Brum, Marquinhos; Zé Eduardo, Neymar e Marcel. Técnico: Marcelo Martelotte

CRUZEIRO: Fábio, Jonathan, Gil (Caçapa), Edcarlos, Diego Renan; Fabrício, Fabinho, Roger (Everton), Montillo; Thiago Ribeiro e Farías. Técnico: Cuca

setembro 25, 2010 Posted by | Cruzeiro, Santos | , | Deixe um comentário

Fla e Palmeiras duelam no Engenhão

Jogo de gigantes vale muito mais do que os três pontos

LANCEPRESS!

Em um jogo que vale muito mais do que simples três pontos na tabela de classificação, Flamengo e Palmeiras se enfrentam neste sábado às 18h30, com transmissão em tempo real peloLANCENET!, no Engenhão. Com as equipes precisando desesperadamente da vitória para poderem se afirmar na competição e começarem a sonhar com uma vaga na Libertadores, Silas e Felipão prometem um belo duelo tático e contam com retornos importantes.

Pelo lado do Flamengo, Silas, além de contar com invencibilidade do clube no Engenhão (Fla já fez nove jogos no estádio e nunca perdeu), terá de volta a força ofensiva do lateral-esquerdo Juan, que apesar de criticado, já mostrou que faz muita falta.

– Juan treinou bem e se não sentir dor nenhuma estará em campo – disse Silas.

Outro que retorna ao time é o volate Willians, que contra o Grêmio, cumpriu suspensão automática após receber o terceiro cartão amarelo. Na zaga, Silas não contará com Angelim. Poupado, o jogador assistirá Jean em seu lugar.

Já o Palmeiras tenta por fim à irregularidade no Brasileirão contra o Flamengo contando com um trunfo: o poder da equipe fora de casa. Após vencer o Grêmio Prudente, no Estádio Eduardo José Farah, o Verdão atingiu uma invencibilidade de oito jogos quando atua fora de seus domínios, tornando-se uma das equipes que mais pontua fora de casa no Campeonato Brasileiro. Confirmado na equipe que enfrenta o Mengão, o volante Márcio Araújo comemorou a fase fora de casa.

– Isso é um dado positivo e importante. Temos demonstrando uma força a mais fora dos nossos domínios e isso mostra que o time tem qualidade. Se tivéssemos feito o dever de casa, poderíamos estar sonhando mais alto – disse.

E para conseguir mais um jogo nesta série invicta, o técnico Luiz Felipe Scolari ainda tem dúvidas para escalar a equipe. Já podendo contar com o meia Lincoln, que se recuperou de lesões musculares, o treinador alviverde acena com a possibilidade de atuar com dois meias de criação: Lincoln e Valdivia. Entretanto, preocupado com a defesa, ele deve seguir escalando uma equipe com três volantes.

Os volantes Pierre e Edinho iriam fazer o último teste no treino desta sexta-feira à tarde para saber se tinham condições de estar na equipe titular, já que os dois retornam de lesão. Um deles deve ser escalado à frente da zaga palmeirense, que não contará com o zagueiro Maurício Ramos, suspenso por ter levado o terceiro cartão amarelo. Em seu lugar, Fabrício, ex-Flamengo, deve ser o titular.

Na esquerda, após testar o volante Rivaldo e o zagueiro Fabrício por alguns jogos, Felipão parece ter se rendido ao único lateral-esquerdo de origem do elenco: Gabriel Silva. O treinador afirmou que o camisa 34 fez um bom jogo contra o Grêmio Prudente e deve seguir recebendo oportunidades no Verdão.

FICHA TÉCNICA:
FLAMENGO X PALMEIRAS

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 25/9/10 – 18h30 (Brasília)
Árbitro: André Luiz de Freitas(GO)
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva (GO) e Cristhian Passos Sorence (GO)

FLAMENGO: Marcelo Lomba, Léo Moura, David, Jean e Juan; Toró, Correa, Willians e Renato; Diogo e Deivid. Técnico: Silas.

PALMEIRAS: Deola, Vitor, Danilo, Fabrício e Gabriel Silva, Edinho (Pierre), Marcos Assunção, Márcio Araújo e Lincoln; Valdivia e Kleber. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

setembro 25, 2010 Posted by | Flamengo, Palmeiras | , | Deixe um comentário