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No primeiro Fla-Flu do Engenhão, rivais empatam em jogo de seis gols

Deivid e Renato desencantam no Rubro-Negro. Flu, que fica sem a liderança, tem como destaque Rodriguinho

O Engenhão recebeu as boas-vindas do que é um Fla-Flu. Tudo bem que nas arquibancadas houve decepção, com apenas 15 mil pagantes, mas dentro de campo os rivais fizeram jus ao clássico e empataram por 3 a 3, na noite deste domingo. O resumo da boa partida foram os aplausos das duas torcidas ao fim do jogo.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

A partida foi especialmente ruim para os dois sistemas defensivos. Mas também houve quem se destacasse. No lado do Fla, após receber bênção do padre Benedito na sexta-feira, Deivid desencantou. Renato também, em bela cobrança de falta. O Fluminense, mesmo desfalcado de Diguinho, Deco, Emerson e Fred, se superou e encontrou em Rodriguinho sua principal peça. O jogador fez dois gols.

O resultado tira o Tricolor da liderança depois de 11 rodadas. O time, que na quinta-feira recebe um desesperado Atlético-MG, soma 42 pontos, contra 44 do Corinthians, que tem um jogo a menos. Na tabela, o empate também não agregou muito ao Rubro-Negro, que caiu do 14º para o 15º lugar, com 27 pontos. Na quarta-feira, o adversário será o Grêmio no Olímpico.

Antes de o jogo começar, o Fluminense tinha uma vantagem de 12 posições e 15 pontos sobre o Flamengo. Mas a diferença não bastou para os tricolores dominarem as arquibancadas. Havia pelo menos o dobro de rubro-negros.

Um dos pontos fortes do Flu, a jogada aérea fez a diferença aos oito minutos. Após cobrança de escanteio da direita, Washington desviou na primeira trave e Leandro Euzébio apareceu livre para abrir o placar, aos sete minutos. Euforia da minoria presente no Engenhão.

A Flamengo teve muita dificuldade no lado esquerdo. Sem Juan, Rodrigo Alvim, vaiado pela torcida, tomou sufoco de Mariano. Mas o meio-campo estava melhor do que em jogos anteriores. Diogo sofreu falta na entrada da área e Léo Moura cobrou rente à trave esquerda.

A auto-suficiência de Gum custou caro aos 22. Depois de dividir com Diogo, o zagueiro vacilou e perdeu a bola para Kleberson. O Penta cruzou e Deivid, na segunda trave, chutou de primeira para empatar. Foi o primeiro gol dele depois de quatro jogos de jejum.

David Braz barrou Jean e justificou a escalação aos 26, quando desarmou Washington na entrada da pequena área. A jogada fatalmente resultaria em gol. Sem Deco e postado defensivamente, o Fluminense ameaçou sobretudo em bolas lançadas pelo alto.

Mas foi na “cópia” rasteira do gol tricolor que o Flamengo virou o placar. Kleberson cobrou, Diogo desviou na primeira trave e o zagueiro David Braz, de carrinho, marcou. Na comemoração, ele fez questão de ir ao banco abraçar Jean.

Os tricolores não se conformaram com a derrota parcial e vaiaram muito o time ao fim do primeiro tempo.

O intervalo foi marcado pela selvageria na tribuna de honra. Convidados do Flamengo, o mandante do jogo, ficaram próximos à torcida do Fluminense e eram quase obrigados a sair do local. A repressão não deu certo e logo houve diversos focos de tumulto. No pior deles, o presidente do Conselho Fiscal do Flamengo agrediu e foi agredido por policiais. Um delegado da Polícia Civil, que estava à paisana com um casaco do Fla, interveio com uma metralhadora para contornar o problema.

Dentro de campo, Muricy Ramalho desmontou o 3-5-2 e colocou Marquinho na vaga de André Luis. O Fluminense sufocou e perdeu boas chances, aproveitando-se da desatenção do sistema defensivo rival. Na melhor delas, aos oito, Washington chutou no lado de fora da rede.

O meio-campo do Flamengo cansou. Kleberson não chegou ao ataque como no primeiro tempo, Renato errou passes e Willians, com cartão amarelo, tinha que se desdobrar. O previsível se transformou em verdade aos 19. Rodriguinho deu drible espetacular em David Braz e chutou no alto, sem chances de defesa para Lomba.

Mas o empate não durou muito tempo. Se na técnica Renato não estava bem, ele resolveu na força, na sua especialidade. Aos 21, o meia cobrou falta com muita força no ângulo direito. Um golaço. Na comemoração, emoção. Ele ficou ajoelhado por alguns segundos e levou as mãos ao rosto.

Silas trocou David Braz e Diogo por Jean e Diego Maurício, respectivamente. Só que a zaga continuou insegura. Aos 28, Rodriguinho aproveitou outra jogada ensaiada de escanteio e igualou: 3 a 3. Foi a senha para a torcida do Flu, desconfiada, puxar o clássico “time de guerreiros”.

O time correspondeu e sufocou. Aos 30, Fernando Bob recebeu ótimo passe de Washington e, livre, chutou por cima. O Flamengo ficou desorganizado, sem saída de bola e demonstrando falta de preparo físico. Em uma das poucas jogadas de contra-ataque, Renato cruzou e Deivid completou na pequena área. Rafael, ao melhor estilo do desafeto Fernando Henrique, salvou com o pé direito.

Já nos acréscimos, Marquinho quase se tornou o herói da noite. Ele acertou um belo chute de virada, mas errou o alvo por muito pouco.

Ficha técnica:

FLAMENGO 3 X 3 FLUMINENSE
Marcelo Lomba, Léo Moura, David Braz (Jean), Ronaldo Angelim e Rodrigo Alvim; Toró, Willians, Kleberson (Maldonado) e Renato; Diogo (Diego Maurício) e Deivid. Rafael, Gum, Leandro Euzébio e André Luis (Marquinhos); Mariano, Diogo, Fernando Bob, Conca e Carlinhos; Rodriguinho e Washington.
Técnico: Silas. Técnico: Muricy Ramalho.
Gols: Leandro Euzébio, aos oito, Deivid, aos 22, e David, aos 39 minutos do primeiro tempo; Rodriguinho, aos 18 e aos 27, e Renato, aos 20 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Willians (Flamengo) e Mariano (Fluminense).
Estádio: Engenhão. Data: 19/09/2010. Árbitro: Gutemberg de Paula (RJ). Assistentes: Dilbert Pedrosa (Fifa-RJ) e Ricardo Almeida (RJ).Público: 15.886 pagantes (18.911 presentes). Renda: R$ 441.430.

setembro 19, 2010 Posted by | Flamengo, Fluminense | , | Deixe um comentário

Com dois do artilheiro Jonas, Grêmio passeia em Floripa e vence o Avaí

Atacante chega à artilharia isolada do Brasileirão no dia em que o Tricolor gaúcho fez 3 a 0 e complicou a vida do time catarinense

O Grêmio teve a tranquilidade necessária para se aproveitar do desespero do Avaí. Com calma no frio do Estádio da Ressacada, em Florianópolis, o Tricolor gaúcho venceu por 3 a 0, neste domingo, em jogo válido pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado levou o time de Renato Gaúcho para mais longe da zona de rebaixamento e afundou o time catarinense, que chegou à nona partida seguida sem vitória (seis derrotas e três empates). O destaque foi o atacante Jonas, que marcou dois gols e chegou à artilharia isolada da competição, com 11.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Na próxima quarta-feira o Grêmio, que subiu duas posições e agora é o 11º colocado, com 29 pontos, recebe o Flamengo no Olímpico. Na quinta, o Avaí vai a Salvador enfrentar o Vitória ocupando a incômoda 16ª posição e com 25 pontos, a apenas quatro da zona de rebaixamento.

O frio no Estádio da Ressacada parecia exercer influência direta no desempenho das duas equipes. O jogo começou sem muita movimentação e, assim, poucas chances foram criadas. Aos poucos o Avaí conseguiu se sobressair na base da velocidade. O time da casa investia pelas laterais, principalmente a direita. No entanto, não mostrava competência nas conclusões ou esbarrava nas boas defesas de Victor.

O Grêmio inicialmente optou por ficar mais em seu campo de defesa. Mas diante da má pontaria do Avaí, começou a se arriscar no ataque. Principal homem de criação, Douglas começava a ter liberdade para criar e, assim, os gaúchos conseguiram equilibrar a partida.

No momento em que o Avaí tinha leve superioridade, o Grêmio, baseado em sua maior qualidade individual, achou o primeiro gol. Não com o cérebro Douglas, mas com o artilheiro Jonas. O atacante recebeu na entrada da grande área, driblou dois adversários e chutou rasteiro, no canto direito de Renan, abrindo o placar aos 35 minutos e marcando seu décimo gol no Brasileirão.

Com a vantagem, o Grêmio voltou para o segundo tempo disposto a segurar o ritmo da partida. Do outro lado, o técnico Antônio Lopes apostava na velocidade de jogadores como Eltinho e Marcelinho para vencer a defesa adversária. Os gaúchos apostavam nos toques e nas jogadas de bola parada. E foi assim que o Tricolor ampliou, aos 19 minutos. Douglas cobrou falta na área, e André Lima subiu sozinho para cabecear e fazer o segundo gol.

Se já estava fácil, a vantagem minou de vez o Avaí. A torcida protestava na arquibancada quando o Grêmio marcou o terceiro, e novamente com Jonas, aos 26 minutos. O atacante recebeu de Douglas e teve calma, tranquilidade e pouca marcação para dominar a bola e fazer o seu 11º gol no Brasileirão, assumindo a artilharia isolada.

Foi a deixa para a torcida do Avaí começar a deixar a Ressacada e, assim, os torcedores gremistas passaram a mandar no estádio. A partida se arrastou até o fim, tendo como trilha sonora o grito de “olé” dos gaúchos.

AVAÍ 0 X 3 GRÊMIO
Renan, Gabriel, Rafael (Sávio) e Léo San; Patric, Marcinho Guerreiro, Leandro Bomfim, Caio e Jéferson (Eltinho); Rafael Costa e Laércio (Marcelinho). Victor, Gabriel, Vilson, Rafael Marques e Fábio Santos; Adilson (Ferdinando), Fábio Rochemback, Souza (Roberson) e Douglas; Jonas e André Lima (Lúcio).
Técnico: Antônio Lopes. Técnico: Renato Gaúcho.
Gols: Jonas, aos 35 minutos do primeiro tempo; André Lima, aos 19, e Jonas, aos 26 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Leandro Bomfim, Rafael e Patric (Avaí); Adilson e Fábio Rochemback (Grêmio).
Estádio: Ressacada, em Florianópolis (SC). Data: 19/09/2010. Árbitro:Wilton Pereira Sampaio (DF). Assistentes: Ênio Ferreira de Carvalho (DF) e Marrubson Melo Freitas (DF). Público: 9.146 presentes. Renda:R$ 69.630.

setembro 19, 2010 Posted by | Avaí, Grêmio | , | Deixe um comentário

Após falha de Harlei, Goiás reage e busca empate diante do Ceará

Em jogo equilibrado, falha de goleiro é decisiva, mas Esmeraldino busca 1 a 1 com golaço no fim. Times não cumprem objetivos que desejavam

Se o Goiás levar em conta apenas a tabela do Campeonato Brasileiro, um empate não é bom resultado a essa altura, na qual o time luta para fugir da zona da degola. Mas, neste domingo, pela 23ª rodada do campeonato, o time esmeraldino buscou no fim o empate por 1 a 1 com o Ceará, jogando no Castelão, e ao menos somou um ponto longe de casa, que pode ser fundamental no fim das contas.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

O gol de Wellington Monteiro, aos 42 do segundo tempo, fez o Goiás subir para 21 pontos, mesmo número do Atlético-MG. Ambos estão a quatro pontos do Avaí, primeiro time fora da zona da degola, mas o Esmeraldino vem em boa sequência após o empate e uma vitória por 4 a 1 sobre o Botafogo, na quarta-feira.

O Ceará, que tinha como objetivo voltar a sonhar com o G-4, foi para 30 pontos e está a oito do Botafogo, primeiro que se classificaria para a Taça Libertadores.

O jogo inteiro foi equilibrado, com cada time usando o que tem de melhor. Mais incisivo por estar jogando em casa, o Ceará explorou bastante as laterais com Oziel e Ernandes. O problema é que ambos insistiam em cortar para o meio quando tinham a opção de ir para a linha de fundo. Já o Goiás tinha mais força na jogada aérea, por meio de Felipe e Rafael Moura.

A equipe de Dimas Filgueiras trocava mais passes e dominava o meio-de-campo. O gol chegou quando um dos laterais resolveu aparecer como elemento surpresa no ataque. O atacante Misael caiu pela direita e Oziel avançou para a entrada da área. Na conclusão da jogada, Kempes rolou para o lateral-direito chutar com força, e de pé esquerdo, que nem é o bom.

Seria uma defesa até tranquila para Harlei, mas a bola explodiu no peito do camisa 1 e foi entrando mansinha para o fundo das redes. O goleiro até tentou buscar a bola, mas foi traído pela chuteira, que travou no gramado e fez com que ele escorregasse antes de tentar a defesa.

Pressão goiana é premiada no fim

O gol sofrido, mesmo com a falha, não abalou o capitão Harlei e sua equipe. Tanto que, para o segundo tempo, o técnico Jorginho fez alterações que mudariam o ritmo do Goiás. Acuado, o Ceará só conseguiu lances de perigo com o estreante Marcelo Nicácio, que havia assinado com o Fortaleza e acabou assinando com o maior rival.

Enquanto isso, Wellington Saci e Carlos Alberto, que substituíram Ernando e Bernardo, deram nova dinâmica ao meio-de-campo goiano, com toques rápidos e envolventes que confundiram a até então segura defesa do Ceará. Sempre na jogada aérea, Rafael Moura quase empatou em um lance de cobrança de falta.

O Goiás ganhava todas pelo alto e resolveu insistir na jogada. Michel Alves salvou o time da casa o quanto pôde, inclusive em uma cabeçada à queima-roupa de Felipe. Depois, o goleiro ainda contou com a sorte em uma bola no travessão cabeceada pelo mesmo Felipe. Michel chegou a desviar com a ponta dos dedos.

Dimas Filgueiras apostava nos contra-ataques puxados por Nicácio, Geraldo e Misael, mas esta jogada perdeu eficiência quando Misael foi substituído por Tony. Aí, a pressão goiana só aumentou.

O prêmio veio aos 42 minutos, em lance no qual Michel Alves não teve a menor chance de salvar o Ceará. De muito longe, Wellington Monteiro soltou a bomba e acertou o ângulo esquerdo do gol. Tento que fez a equipe esmeraldina sair de campo comemorando demais o resultado que, se não tira o time da zona de rebaixamento, ao menos mantém a sequência positiva de Jorginho.

CEARÁ 1 X 1 GOIÁS
Michel Alves, Oziel, Diego Sacoman, Anderson e Ernandes; Michel, João Marcos, Camilo (Heleno) e Geraldo; Misael (Tony) e Kempes (Marcelo Nicácio) Harlei, Valmir Lucas, Rafael Tolói e Ernando (Carlos Alberto); Wendel Santos, Wellington Monteiro, Romerito (Everton Santos), Bernardo (Wellington Saci) e Douglas; Rafael Moura e Felipe
Técnico: Dimas Filgueiras Técnico: Jorginho
Gols: Oziel, aos 16 do primeiro tempo; Wellington Monteiro, aos 42 do segundo tempo
Cartões amarelos: Camilo (CEA); Romerito, Carlos Alberto (GOI)
Estádio: Castelão, em Fortaleza (CE). Data: 19/9/2010. Árbitro: Nielsen Nogueira Dias (PE).
Auxiliares: Elan Vieira de Souza (PE) e Lorival Cândido das Flores (RN)

setembro 19, 2010 Posted by | Ceará, Goiás | , | Deixe um comentário

Ex-Marcelinho, Lucas brilha e desenha vitória do São Paulo no ‘Choque-Rei’

Meia, que só assumiu seu nome verdadeiro na última semana, fez um gol e deu passe para outro nos 2 a 0 sobre o Palmeiras, no Pacaembu

O jogo corria chato e insosso até ele resolver aparecer. Com o novo-velho nome, ele brilhou sozinho na tarde deste domingo, no Pacaembu. E deu seu cartão de visitas com um gol e um passe para outro: “muito prazer, Lucas”! O meia de 18 anos, que até a última semana era chamado de Marcelinho, em referência ao ídolo corintiano, com quem deu os primeiros passos no futebol, foi o protagonista da vitória são-paulina por 2 a 0 sobre o Palmeiras.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

O resultado do Choque-Rei fez com que o São Paulo subisse para a oitava posição, com 31 pontos. Já o Palmeiras segue agonizando na zona intermediária da tabela, com 29 pontos, na 12ª colocação. Lucas, dono do jogo e do instante de brilho que o clássico teve, deixou o gramado aplaudido pela pequena torcida tricolor, enquanto a rival deixava o estádio antes de a partida terminar.

Na próxima rodada, o São Paulo recebe o Guarani no Morumbi, às 19h30 desta quarta-feira. No mesmo dia e horário, o Palmeiras visita o Grêmio Prudente, em Presidente Prudente.

Jogo fraco, lesões e Felipão expulso

Sob os olhares atentos de Mano Menezes, técnico da Seleção Brasileira, Palmeiras e São Paulo protagonizaram um jogo truncado no meio-campo, com muita marcação e raríssimos momentos de emoção. Sem poder contar com Edinho e Kleber, suspensos, Luiz Felipe Scolari optou por dar uma chance a Valdivia no time titular e colocou Tadeu na frente, com Ewerthon.

Já o são-paulino Sérgio Baresi escalou o time no 3-5-2 – Rodrigo Souto ajudava a formar o trio defensivo – e apostou em Lucas jogando mais próximo de Fernandão. Ilsinho era a alternativa pelo lado direito, que tentava aproveitar a sua velocidade para se dar bem em cima do improvisado lateral-esquerdo Fabrício. Mas Palmeiras e São Paulo, além de não terem mexido no placar no primeiro tempo, sofreram baixas importantes.

O primeiro a sair foi Ilsinho, machucado, aos 20 minutos de jogo – Zé Vitor, atleta revelado pelo base tricolor, entrou em seu lugar. Depois foi a vez de o Palmeiras perder seu comandante por reclamação. Enquanto Felipão tentava questionar a sua expulsão com o árbitro José Henrique de Carvalho, Richarlyson irritava a torcida com uma brincadeira – ele equilibrava a bola na cabeça, na lateral de campo, provocando a ira dos palmeirenses.

Sem Scolari, que assistiu ao jogo das cadeiras do Pacaembu, Flavio Murtosa assumiu o comando do time. E logo teve de mudar Ewerthon, que sentiu dores no tornozelo direito, por Tinga. Com a bola rolando, uma chance para cada lado, mas nada que deixasse os torcedores muito entusiasmados.

Aos 16, Jean chutou cruzado, mas a bola foi para fora. Aos palmeirenses, no minuto 24, Tadeu recebeu lançamento de Marcos Assunção e disparou contra o gol de Rogério Ceni. Também nada preocupante para o arqueiro tricolor. O 0 a 0 tornava a fria e nublada tarde de domingo no Pacaembu ainda mais desanimada.

Prazer, Lucas!

Embora o Palmeiras tenha tomado mais a iniciativa da partida na segunda etapa, o jogo seguia insosso. Apesar de ter o domínio da bola, o time palestrino não conseguia assustar o goleiro Rogério Ceni. Já o São Paulo resolveu apostar nos contragolpes. E em um contra-ataque de apenas quatro toques, o Tricolor acabou abrindo o marcador, aos nove minutos.

Rogério Ceni lançou e viu Fernandão e Jorge Wagner tocarem de cabeça até a bola alcançar Lucas, que entre dois defensores conseguiu vencer a disputa e acertar o canto direito de Deola. Era o cartão de visita do atleta de 18 anos.

O gol fez com que Felipão, das cadeiras, mexesse na equipe. Para ter maior mobilidade no ataque, o treinador colocou Luan para atuar ao lado de Tadeu. Enquanto isso, Lucas seguia infernizando o sistema defensivo palmeirense. Com toques rápidos, ele fez fila e quase marcou um belíssimo gol, depois de um chapéu em Marcos Assunção, aos 25 minutos. Acabou escorregando depois, o que prejudicou seu chute.

Mas Lucas seguiu investindo contra a zaga são-paulina. E deu certo. Em uma arrancada pela direita, aos 31 minutos, ele cruzou para Fernandão: 2 a 0 para o Tricolor . O gol foi do veterano atacante, mas o brilho no Pacaembu era do ex-Marcelinho.

O camisa 37, dono da tarde deste domingo no Choque-Rei, deixou o gramado perto dos 40 minutos, aplaudido apenas por uma pequena parte do estádio. A outra, que vestia verde, deixava a sua casa, atormentada com mais uma derrota.

PALMEIRAS 0X2 SÃO PAULO
Deola; Vitor, Mauricio Ramos, Danilo e Fabricio (Patrik); Pierre, Márcio Araújo (Luan), Marcos Assunção e Valdivia; Ewerthon (Tinga) e Tadeu. Rogério Ceni; Alex Silva (Renato Silva), Miranda e Richarlyson; Ilsinho (Zé Vitor), Casemiro, Jean, Rodrigo Souto e Jorge Wagner; Lucas (Dagoberto) e Fernandão.
Técnico: Luiz Felipe Scolari. Técnico: Sérgio Baresi.
Gols: Lucas, aos 9 minutos, e Fernandão, aos 31 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Richarlyson, Casemiro, Zé Vitor e Miranda (São Paulo). Pierre, Tinga, Marcos Assunção e Valdivia (Palmeiras).
Estádio: Pacaembu, em São Paulo. Data: 19/09/2010. Árbitro: José Henrique de Carvalho (SP). Assistentes: Emerson A. de Carvalho (Fifa-SP) e Márcio Luiz Augusto (SP). Público pagante: 16009.
Renda: R$ 417.675,00.

setembro 19, 2010 Posted by | Palmeiras, São Paulo | , | Deixe um comentário

Inter é mais eficiente e derruba invencibilidade do Vasco

Edu marcou o gol da vitória por 1 a 0 do Colorado, que voltou à quarta colocação

LANCEPRESS!

O Internacional usou sua eficiência caracteristica para bater o Vasco por 1 a 0, neste domingo, no Beira-Rio. Edu, na volta do intervalo, marcou para a equipe da casa depois de um primeiro tempo melhor do Cruzmaltino. O time do técnico Paulo César Gusmão ainda pode reclamar de um pênalti não marcado pelo árbitro Francisco Nascimento.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

Com o resultado, o Colorado passou o Botafogo na tabela e reassumiu a quarta colocação, com 38 pontos. O Vasco, além de perder a invencibilidade de 14 jogos na competição, chegou ao quarto jogo seguido sem vitória. Agora, a equipe da Colina caiu para 11º, com 29 pontos.

A partida marcou também o fim da invencibilidade do técnico PC Gusmão, que ainda não havia perdido no Brasileirão.

Na próxima rodada, o Inter vai à Curitiba enfrentar o Atlético-PR, quarta-feira. No mesmo dia, o Vasco faz o clássico com o Botafogo, no Engenhão.


VASCO APOSTA NO CONTRA-ATAQUE E É MELHOR NO 1º TEMPO

O Inter entrou em campo com dois desfalques en relação ao time que bateu o São Paulo. Tinga sentiu dores momentos antes da partida e foi vetado. Andrezinho assumiu a camisa 7 colorada. Já o o talismã Giuliano, suspenso, deu lugar ao atacante Edu, que ganhou nova chance na equipe titular.

Já o Vasco foi a mesma que empatou com o Avaí, no meio da semana. Os meias Felipe e Carlos Alberto, lesionados, novamente desfalcaram a equipe cruzmaltina.

O jogo também marcou o primeiro encontro do técnico Celso Roth com o ex-clube desde que se transferiu para o time gaúcho, em junho.

Com três jogadores de marcação no meio-campo, o time de PC Gusmão apostou na pegada para tirar a vantagem técnica do adversário. Fellipe Bastos, Éder Luís e Zé Roberto pressionavam a saída de bola, e o Inter encontrou muita dificuldade para tocar.

Logo aos dois minutos, D’Alessandro foi desarmado e permitiu o contra-ataque cruzmaltino. Zé Roberto recebeu pela esquerda e quase abriu o placar. Pouco depois, o lateral Nei também errou na saída e quase permitiu jogada de perigo dos cariocas.

A proposta do Vasco era clara: segurar o ímpeto do time da casa e aproveitar os espaços para o contra-ataque. E deu muito certo durante a primeira etapa. Mesmo com 36% da posse de bola, foi do Cruzmaltino as melhores chances de gol. O time carioca, no entanto, esbarrou nas ótimas defesas do goleiro Renan. Nilton, Eder Luís, Fagner e Fellipe Bastos sentiram na pele a tarde inspirada do arqueiro colorado: foram quatro ótimas defesas que impediram o gol dos visitantes.

Travado pela forte marcação, o Inter era obrigado a recorrer aos lançamentos de Andrezinho e D’Alessandro para chegar à área adversária. Mas Leandro Damião se via perdido perante a zaga vascaína.

E o torcedor do Vasco teve do que reclamar na primeira etapa. Não fosse por dois personagens, poderia ter aberto o placar no Beira-Rio. O primeiro foi o árbitro Francisco Nascimento, que não marcou pênalti de Kleber em cima de Fellipe Bastos.

Já o atacante Rafael Carioca, que perdeu pênalti na última rodada, desperdiçou chance ainda mais clara aos 32 minutos. Fellipe Bastos, destaque dos 45 minutos iniciais, achou Zé Roberto, que cruzou para a área. Rafael, debaixo das traves, conseguiu finalizar para fora.

Antes da saída do intervalo, o Inter perdeu seu melhor jogador até então. Renan sentiu choque com o zagueiro Dedé e foi substituído por Pato Abbondanzieri.

Em seguida, D’Alessandro conseguiu finalmente finalizar para os gaúchos, mas Prass também mostrou sua qualidade no gol vascaíno.


DEFESA CRUZMALTINA VACILA E INTER ABRE O PLACAR

A superioridade na etapa inicial empolgou o Vasco, que resolveu sair mais na volta do vestiário. Era tudo que o Inter queria. Com mais espaço, D’Alessandro fez boa jogada pela esquerda logo aos dois minutos, e cruzou para Edu, que se aproveitou do vacilo da defesa e finalizou livre para as redes de Fernando Prass. 1 a 0 Inter.

A partir daí, a situação se inverteu e o Vasco teve que ir para cima. Mas o time parecia não estar preparado para o ataque, e os erros na frente proporcionavam mais chances para a equipe colorada.

O técnico PC Gusmão resolveu então mexer. O inoperante Rafael Coelho deu lugar a Jonathan, enquanto Ramon, que voltou recentemente de lesão, saiu para a entrada de Max. Mas as alterações não deram resultado, e as únicas jogadas do time da Colina eram os lançamentos para a área. Numa delas, Zé Roberto cruzou para Jonathan, que quase empatou.

Do outro lado, a equipe do técnico Celso Roth passou a fazer aquilo que não vinha conseguindo: tocar a bola. O Vasco, desorganizado, permitiu ao Colorado tomar o controle da partida.

No final, PC Gusmão, que acabou expulso pelo árbitro Francisco Nascimento, deu sua cartada final, colocando o meia Jefferson no lugar do zagueiro Fernando. Não deu certo, e a equipe de São Januário chegou ao quarto jogo seguido sem vitória.

Já o Inter reassumiu a quarta colocação, e segue sonhando com o título nacional.

FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL 1 X 0 VASCO

Estádio: Beira-Rio, Porto Alegre (RS)
Data/hora: 19/9/2010 – 16h00 (de Brasília)
Árbitro: Francisco Nascimento (FIFA-PR)
Auxiliares: Roberto Braatz (FIFA-PR) e Pedro Jorge Santos de Araújo (AL)

Cartões Amarelos: Índio, Nei, Leandro Damião, Guiñazu, Abbondanzieri(INT); Dedé, Fellipe Bastos, Rafael Carioca(VAS)

GOLS: Edu, 02’/2ºT (1-0)

INTERNACIONAL: Renan (Abbondanzieri, 34’/1ºT); Nei, Bolívar, Índio e Kleber; Guiñazu, Wilson Mathias, Tinga e D’Alessandro; Edu (Marquinhos) e Leandro Damiãov(Everton). Técnico: Celso Roth

VASCO: Fernando Prass; Fagner, Fernando, (Jefferson Silva) Dedé e Ramon (Max); NIlton, Rafael Carioca, Fellipe Bastos e Zé Roberto; Éder Luís e Rafael Coelho (Jonathan). Técnico: PC Gusmão.

setembro 19, 2010 Posted by | Internacional, Vasco da Gama | | Deixe um comentário

Com um a menos, Vitória cala a Arena do Jacaré e vence o Galo por 3 a 2

Resultado foi desastroso paras as pretensões do Atlético-MG, que segue
na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Vitória respira aliviado

Em um confronto direto entre times nas últimas colocações do Brasileirão, o Vitória bateu o Atlético-MG por 3 a 2 na tarde deste sábado, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. O time baiano jogou com um a menos desde os 27 minutos do primeiro tempo – Anderson foi expulso – mas segurou a vitória e complicou a situação do Galo.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

O torcedor atleticano compareceu ao estádio, fez festa, mas se decepcionou logo no início da partida, com os dois gols da equipe baiana, anotados pelo goleiro Viáfara, de pênalti, e por Egídio. Porém, a expulsão do zagueiro Anderson deu novo ânimo ao Galo, que chegou ao empate, com Daniel Carvalho e Neto Berola. Entretanto, quando tudo caminhava para uma virada espetacular, o Vitória fez o terceiro gol, com Henrique.

A derrota foi desastrosa para o Galo. A equipe mineira permaneceu no Z-4, com apenas 21 pontos, na 17ª colocação, e se afasta cada vez mais da possibilidade de ficar na elite do futebol brasileiro em 2011. Em relação ao Vitória, por exemplo, já são sete pontos de diferença. O time baiano, com 28, alcançou a 13ª posição.

Na próxima rodada, o Atlético-MG terá um adversário dos mais complicados. O Galo enfrentará o Fluminense, na quinta-feira, às 21h (de Brasília), no Engenhão. Já o Vitória receberá o Avaí, no Barradão, nos mesmos dia e horário.

A situação dos dois times na tabela do campeonato já anunciava que o jogo seria nervoso. Mas não tanto a ponto de, no primeiro lance de ataque do Vitória, Fábio Costa sair do gol com excesso de força e cometer pênalti em Elkeson. Viáfara atravessou o campo para cobrar no ângulo esquerdo e abrir o placar para o time baiano, aos 5 minutos.

O gol do Vitória deixou o Atlético-MG atordoado em campo. O time errava vários passes, cometia erros infantis de marcação e – o que foi fatal – dava espaços para os contra-ataques baianos. E foi exatamente em um contragolpe que o Vitória chegou ao segundo gol, aos 15 minutos. Henrique arrancou pela esquerda e bateu cruzado. Cáceres, desatento, assistiu a bola atravessar a área, e Egídio apareceu como um raio para marcar (veja o vídeo).

A torcida do Atlético-MG perdeu de vez a paciência e passou a vaiar Fábio Costa, Diego Macedo e Cáceres. O Vitória, que não tinha nada a ver com a crise alvinegra, continuou com o jogo nas mãos, tocando a bola e levando – com frequência – muito perigo ao gol do Galo.

Porém, a expulsão do zagueiro Anderson, aos 27 minutos, deu novo alento ao Atlético-MG, que passou a marcar maior presença no campo de ataque. Antes do fim do primeiro tempo, mais precisamente aos 40 minutos, o Galo diminuiu o placar. Daniel Carvalho, em jogada individual, deu um belo toque por cima de Viáfara e marcou o primeiro gol com a camisa do Atlético-MG

O começo do segundo tempo seguiu o roteiro do fim do primeiro, com o Atlético-MG atacando, e o Vitória recuado e fechado em seu campo defensivo. O panorama do jogo fez com que, na pressão, o Galo perdesse dois gols incríveis, com Neto Berola e Obina, e o Vitória fizesse o mesmo, com Júnior.

O jogo ficou emocionante, jogado em alta velocidade e com muita disposição por parte dos dois times. E tanta correria resultou em mais gols. Leandro fez boa jogada pela esquerda e cruzou na cabeça de Obina. Aos 20 minutos, o matador atleticano cabeceou para linda defesa de Viáfara, mas Neto Berola pegou o rebote e deixou tudo igual na Arena do Jacaré.

O gol inflamou a torcida do Atlético-MG, que passou a pedir mais um nas arquibancadas. Porém, quem passou à frente do placar foi novamente o Vitória. Schwenck, que havia entrado há poucos minutos, recebeu na área e escorou para Henrique dominar e bater na saída de Fábio Costa. Era o terceiro dos baianos, aos 29 minutos (veja o vídeo).

A partir daí, o que se viu na Arena do Jacaré foi o drama vivido pelo Atlético-MG e sua torcida. O time tentou o gol incessantemente, mas acabou saindo de campo derrotado. O Galo permanece na zona de rebaixamento do Brasileirão, enquanto o Vitória respira um pouco mais aliviado. Os mais de 14 mil torcedores atleticanos presentes no estádio gritaram mais uma vez: ‘Adeus, Luxa’! Ironicamente, a pequena torcida rubro-negra também aproveitou para tirar uma casquinha: ‘Ah, é Luxemburgo’!

ATLÉTICO-MG 2 X 3 VITÓRIA
Fábio Costa; Diego Macedo (Neto Berola), Cáceres, Jairo Campos e Leandro; Alê, Serginho (Joédson), Ricardinho (Ricardinho) e Daniel Carvalho; Obina e Diego Tardelli. Viáfara; Eduardo, Thiago Martinelli, Anderson e Egídio; César Santiago (Jonas), Ricardo Conceição, Bida e Elkeson (Renié); Júnior (Schwenck) e Henrique.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo. Técnico: Ricardo Silva.
Local: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG). Data: 19/9/2010.Horário: 16h (de Brasília). Árbitro: Cláudio Francisco Lima Silva (SE).Auxiliares: Ivaney Alves de Lima (SE) e Cleisson Veloso Pereira (SE).
Público: 13.144 pagantes. Renda: R$ 64527,20. Cartões amarelos:Fábio Costa, Alê e Serginho (Atlético-MG); Anderson, Viáfara e César Santiago (Vitória). Cartões vermelhos: Anderson (Vitória).
Gols: Viáfara (Vitória), aos 5 minutos, Egídio (Vitória), aos 15 minutos, e Daniel Carvalho (Atlético-MG), aos 41 minutos do primeiro tempo; Neto Berola (Atlético-MG), aos 20 minutos e Henrique (Vitória), aos 29 minutos do segundo tempo.

setembro 19, 2010 Posted by | Atlético-MG, Vitória | , | Deixe um comentário

Sob olhares de Neymar, Santos joga mal e empata sem gols com Guarani

Mesmo punido, atacante viaja a Campinas, mas Peixe tem atuação discreta no Brinco de Ouro e não consegue se aproximar do G-4 do Brasileiro 2010

Afastado pela diretoria por indisciplina, Neymar foi até Campinas neste domingo acompanhar o desempenho do Santos contra o Guarani. E, das tribunas do Brinco de Ouro, o jogador viu como faz falta ao Peixe. Com uma atuação irregular e muito dependente de Madson, o Alvinegro apenas empatou sem gols com o Bugre, perdendo boa chance de encostar no G-4 do Campeonato Brasileiro.

Confira a classificação do Campeonato Brasileiro

O resultado eleva o Santos para a marca dos 35 pontos, na sexta colocação. Um triunfo no interior teria feito a equipe do litoral chegar aos 37, apenas um abaixo do Internacional, quarto colocado neste momento. O líder Corinthians bateu o Grêmio Prudente no sábado e atingiu os 44 pontos.

O Timão, aliás, será o próximo adversário do Peixe, quarta-feira, às 22h, na Vila Belmiro. A incógnita está na participação de Neymar. A diretoria santista promete decidir nesta segunda-feira se o jogador retornará ou se terá uma punição maior após os problemas indisciplinares com o técnico Dorival Júnior na semana passada.

O Guarani também desperdiça pontos importantes para subir na tabela. A equipe vinha de três vitórias consecutivas em casa – Flamengo, Fluminense e Atlético-PR. Com o tropeço, sobe para 30 pontos, em nono lugar. Na quarta-feira, às 19h30m, enfrenta o São Paulo, no Morumbi

O bom futebol passou longe do Brinco de Ouro no início da partida. Tanto Guarani quanto Santos sentiram as ausências de seus principais jogadores. Sem Mazola, o Bugre perdeu força ofensiva e velocidade. Por isso, optou por esperar o Peixe no campo defensivo, deixando Ricardo Xavier isolado entre os zagueiros.

Apesar de ter mais posse de bola, o Santos também não assustou. Madson e Léo pouco fizeram pelo lado direito. O meio de campo foi improdutivo. Cercados por Paulo Roberto, Renan e Baiano, os armadores Marquinhos e Alex Sandro nada conseguiram criar para Zé Eduardo, único mais à frente.

Com os problemas do ataque, Dorival Júnior abriu Madson pelo lado direito, e o Santos teve uma leve melhora. A primeira chance veio apenas aos 31 minutos, em uma bobeira da defesa bugrina. Após lançamento, a defesa não cortou e Madson tocou para Zé Eduardo. Da entrada da área, ele bateu por cobertura na saída de Douglas, mas errou o alvo.

O Santos voltou a levar perigo, aos 37, em nova jogada de Madson pela direita. Ele driblou Márcio Careca, invadiu a área e bateu cruzado. O goleiro defendeu.

Santos domina, mas não marca
O segundo tempo começou com o Santos levando perigo. Madson continusou sendo a melhor opção ofensiva. Aos quatro minutos, Marquinhos recebeu passe do baixinho ainda fora da área e arriscou. Douglas, bem colocado, espalmou no ângulo esquerdo. O Guarani respondeu ao 15, com Geovane quase acertando uma cabeçada após cruzamento de Márcio Careca.

Insatisfeito com a produtividade da equipe, Dorival Júnior mexeu no setor ofensivo, com as entradas do meia Alan Patrick e do atacante Tiago Luís nos lugares de Marquinhos e Zé Eduardo, respectivamente. Vagner Mancini também tentou fazer o Bugre melhorar, com o meia-atacante Reinaldo na vaga de Mário Lúcio.

Se tocando a bola estava difícil criar e chegar à área do Guarani, o Santos voltou a arriscar em chutes de longa distância. Aos 26, Alan Patrick quase marcou assim. Ele soltou a bomba de fora da área e Douglas voou alto para espalmar no ângulo esquerdo. O Bugre só chegou aos 38. Márcio Careca pegou rebote na entrada da área e chutou. A bola desviou na zaga e quase entrou no canto direito. Muito pouco para dois times que sonhavam com melhores posições na tabela.

GUARANI 0 X 0 SANTOS
Douglas; Apodi, Fabão, Aílson e Márcio Careca; Renan, Paulo Roberto, Baiano (Fabiano) e Mário Lúcio (Reinaldo); Geovane (Rodrigo Heffner) e Ricardo Xavier. Rafael, Maranhão, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Danilo, Alex Sandro e Marquinhos (Alan Patrick); Zé Eduardo (Tiago Luís) e Madson (Marcel).
Técnico: Vagner Mancini Técnico: Dorival Júnior
Gols:
Cartões amarelos: Renan, Reinaldo, Fabão (Guarani); Edu Dracena, Tiago Luís, Léo (Santos)
Estádio: Brinco de Ouro, em Campinas. Data: 19/09/2010. Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP). Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Júnior (SP) e Danilo Manis (SP). Público: 10.998 torcedores.
Renda: R$ 240.725,00.

setembro 19, 2010 Posted by | Guarani, Santos | , , , | Deixe um comentário

Internacional recebe o Vasco e quer o G4

Se vencer, Colorado pressiona o quarto colocado, Botafogo. Cruzmaltino quer acabar com empates

LANCEPRESS!

Internacional e Vasco se enfrentam neste domingo, às 16h (de Brasília), no Beira-Rio, em situações diferentes. O Colorado, que vem de vitória e está em quinto na tabela, quer conquistar mais três pontos para continuar pressionando o Botafogo, quarto colocado. Já o Cruzmaltino precisa fazer as pazes com a vitória para reconquistar o apoio da torcida e colocar fim aos intermináveis empates. Já foram 11 no Brasileirão.

O técnico do Internacional Celso Roth deverá abdicar do 4-2-3-1 para a partida contra o Vasco, às 16h deste domingo, no Beira-Rio. Com a suspensão de Giuliano – o meia recebeu o terceiro cartão amarelo contra o São Paulo – e a falta de uma peça de reposição específica para a posição, o comandante deve escalar mais um atacante. Ilan, ex-West Ham(ING), pode estrear nesta partida, mas, a princípio, é opção no banco de reservas.

Guiñazú volta de suspensão no lugar de seu reserva, Glaydson, que recebeu o terceiro cartão amarelo na vitória por 3 a 1 sobre o Tricolor Paulista, no Morumbi. Dessa forma, o 4-2-3-1, que não deu certo em casa no 0 a 0 com o Goiás, mas funcionou muito bem no Morumbi contra o São Paulo, volta para a gaveta.

O Colorado é o quinto colocado no Brasileirão, com 35 pontos, seis à frente do Vasco, que ocupa a décima posição. Na partida de ida, em São Januário, os gaúchos cederam a vitória após abrirem dois gols de vantagem na etapa inicial.

Do lado do Vasco, a pressão por uma vitória começa a afetar o ânimo dos torcedores. Após o empate contra o Avaí, o sexto em sete rodadas, jogadores e comissão técnica saíram de campo debaixo de sonoras vaias das arquibancadas. Para tentar melhorar o quadro, o técnico PC Gusmão não tem muito o que comemorar. Carlos Aberto e Felipe, dois dos principais jogadores da equipe, ainda estão entregues ao departamento médico. O atacante Nunes fica no Rio e continua tratamento para recuperar a forma física.

Quem terá uma noite especial é o lateral-esquerdo Ramon. O jogador pisará no gramado do Beira-Rio pela primeira vez vestindo a camisa de outro time. Criado no Colorado, ele não guarda mágoas, apesar das exigências feitas pela equipe de Porto Alegre para a renovação de seu contrato com o Vasco, após destacar-se na Série B em 2009.

– Não tem essa de sentimento de vingança, isso não existe mais. Sou muito grato ao Inter, porque se não fosse por eles, eu não estaria no Vasco hoje – afirmou.

FICHA TÉCNICA

INTERNACIONAL X VASCO

Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data/Hora: 19/09/2010, às 16h (de Brasília)
Árbitro: Francisco Nascimento (AL)
Auxiliares: Roberto Braatz (FIFA/PR) e Pedro Jorge de Araújo (AL)


INTERNACIONAL: Renan; Nei, Bolívar, Indio e Kleber ; Wilson Mathias, Guiñazú, Tinga e D’Alessandro; Leandro Damião e Edu (Marquinhos). Técnico: Celso Roth

VASCO: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Fernando e Ramon; Rafel Carioca, Nilton, Fellipe Bastos e Zé Roberto; Éder Luís e Rafael Coelho. Técnico: PC Gusmão

setembro 19, 2010 Posted by | Internacional, Vasco da Gama | , | Deixe um comentário

Fla-Flu com cara de decisão no Engenhão

Tricolor joga para recuperar liderança enquanto o Rubro-Negro tenta afastar o perigo da zona da degola

LANCEPRESS!

Flamengo e Fluminense farão um clássico de opostos, neste domingo às 18h30, no Engenhão, com transmissão em tempo real do LANCENET!. O Tricolor segue na briga pela ponta e pelo título do Campeonato Brasileiro. Já o Rubro-Negro sonha com dias melhores e afastar-se de vez da zona de rebaixamento.

É HORA DE SUBIR

No clássico deste domingo, o Flamengo quer provar que deixou a “zica” de lado e conseguir sua segunda vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro, depois de ficar sete partidas sem vencer. Até padre esteve nesta sexta-feira na Gávea para abençoar a equipe. No último compromisso, contra o Grêmio Prudente, a vitória de virada, por 2 a 1, também findou um jejum de 11 rodadas sem que um atacante marcasse um gol pela equipe. O feito foi obtido graças ao jovem Diego Maurício, que, no entanto, deverá voltar a ficar como opção no banco de reservas. Mesmo assim, o gol aumentou a esperança da dupla titular de ataque, formada mais uma vez por Diogo e Deivid.

– O Fla-Flu é um jogo de muita história e mística, um dos clássicos mais importantes do futebol mundial. Vamos lutar para conquistar mais uma vitória e estou confiante que vou marcar meu primeiro gol com a camisa do Flamengo justamente contra o Fluminense – disse Deivid.

Recuperado de uma lesão na coxa direita, Willians está de volta. Já Juan, que sofreu uma torção no tornozelo direito ainda contra o Vitória, no entanto, foi vetado pelo departamento médico. Rodrigo Alvim é o substituto.

Também neste sábado, o técnico Silas deverá comandar um coletivo para definir a equipe, que, agora, conta com muitas opções, sobretudo para o meio de campo.

MURICY MANTÉM DÚVIDA

Muricy Ramalho ainda não definiu o time que encara o Flamengo neste domingo. Sem poder contar com Valencia e Diguinho, o treinador espera por uma definição se Diogo terá condições de jogo. Caso o volante não retorne a dúvida fica entre Belletti e Marquinho.

Já para o ataque, Rodriguinho deve sair jogando ao lado de Washington. Com isso, Muricy deve abandonar o esquema com três zagueiros e sacar André Luis da equipe principal. Porém o treinador não deu pistas.

– Vamos esperar para ver como vamos escalar a equipe. Será um jogo muito complicado e o Flamengo vem animado. É um clássico onde nçao existem favoritos – afirmou o treinador.

O Fluminense vem de duas derrotas consecutivas (Atlético-GO e Corinthians, ambas por 2 a 1) e precisa retomar a boa fase. Nada melhor do que um clássico.

FICHA TÉCNICA:
FLAMENGO X FLUMINENSE

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 19/9/2010 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Guttemberg de Paula Fonseca (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Ricardo de Almeida (RJ)

FLAMENGO: Marcelo Lomba, Léo Moura, Jean, Ronaldo Angelim e Rodrigo Alvim; Toró, Correa (Kleberson), Willians e Renato; Diogo e Deivid. Técnico: Silas.

FLUMINENSE: Fernando Henrique; Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Julio Cesar; Diogo (Belletti ou Marquinho), Fernando Bob, Conca e Deco; Rodriguinho (André Luis) e Washington. Técnico: Muricy Ramalho;

setembro 19, 2010 Posted by | Flamengo, Fluminense | , | Deixe um comentário

No Castelão, Ceará tenta frear reação do Goiás

Time goiano vem de três partidas sem derrotas no Brasileirão

LANCEPRESS!

O Ceará encara o Goiás neste domingo, às 18h30, no Castelão, no encerramento da 23ª rodada do Campeonato Brasileiro, com dois objetivos. Manter-se invicto sob o comando do técnico Dimas Filgueiras e frear a ascensão do time esmeraldino, que está há três partidas sem sofrer derrotas.

A equipe cearense, que ocupa a oitava posição com 29 pontos ganhos, com o novo treinador vem de um triunfo sobre o Santos, no último fim de semana, e de um empate sem gols com o Vitória fora de casa. Já os goianos, na vice-lanterna com 20 pontos, somaram sete pontos nas últimas três rodadas. Além do empate em pleno Beira-Rio com o Inter, o time do técnico Jorginho bateu o Guarani e goleou o Botafogo no meio de semana por 4 a 1.

Para o duelo, o Vozão tem dois grandes desfalques. O atacante Magno Alves, que sofreu um estiramento no músculo da coxa direita e ficará 10 dias de molho, e o zagueiro Fabrício, contundido. Em compensação, o volante Heleno e o avante Everton Kempes retornam, após cumprirem suspensão automática.

A principal novidade entre os cearenses, no entanto, é a provável estréia do atacante Marcelo Nicácio. Último reforço do clube, o jogador, que havia se apresentado e treinado entre os titulares no Fortaleza, assinou contrato com o Vovô, foi regularizado e só depende do técnico Dimas Filgueiras para jogar.

– Confesso que não esperava jogar a Série A neste ano. Só tenho a agradecer ao Ceará por essa oportunidade. A última vez que joguei a primeira divisão do Brasileiro foi em 2003 e agora tenho de aproveitar essa chance. Espero dar muitas alegrias à torcida do Ceará – declarou o atacante, apresentado na quinta-feira passada.

Esmeraldino encara o Ceará com desfalques:

O Goiás ainda não está definido para enfrentar o Ceará. O time vem de vitória contra o Botafogo, mas não terá dois titulares para enfrentar a equipe cearense.

Nesta sexta-feira pela manhã, o treinador comandou o último treino na Serrinha, mas não confirmou quem entra nos lugares de Júnior e Marcão, que receberam o terceiro cartão amarelo contra os cariocas. Em compensação, Jorginho tem a volta de Ernando, que deve ser o escolhido para a vaga de Marcão, e também de Romerito, que deve voltar ao time no lugar de Amaral.

Para o lugar de de Júnior, três jogadores brigam pela vaga. O mais provável é que Jadilson, jogador da posição, tenha preferência, mas o lateral direito Douglas pode ser improvisado no setor, como aconteceu no 2° tempo contra o Botafogo. Quem corre por fora é Wellington Saci, que tem sido mais utilizado no meio-campo.

Quem permanece e com créditos no time titular é o zagueiro Valmir Lucas, que compõe o trio de zaga formado na base do clube, com Toloi e Ernando. Valmir ganhou a chance com a chegada de Jorginho e tem dado a resposta dentro de campo, com atuações seguras. O jogador acredita que a mudança de esquema foi determinante para a evolução da equipe e afirma que espera uma partida complicada em Fortaleza.

– Com dois zagueiros, a gente estava sentindo dificuldade na marcação, principalmente nos contra-ataques. Agora, a gente tem os laterais mais soltos, os volantes saindo com a bola e ganhamos uma maior posse de bola nas partidas. A partida será complicada, mas se mantermos essa posse de bola, vai surgir espaços para a gente marcar os gols – acredita o zagueiro.

FICHA TÉCNICA:

CEARÁ X GOIÁS

Local: Castelão, em Fortaleza (CE)
Data e hora: 19 /9/2010 – 18h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)

Auxiliares: Elan Vieira de Souza (PE) e Lorival Candido das Flores (RN)

CEARÁ: Michel Alves; Oziel, Diego Sacoman, Anderson e Ernandes; Michel, João Marcos, Heleno e Geraldo; Kempes (Misael) e Marcelo Nicácio (Wellington Amorim). Técnico: Dimas Figueiredo.

GOIÁS: Harlei, Valmir Lucas, Rafael Toloi e Ernando; Wendel Santos, Romerito, Wellington Monteiro, Bernardo e Wellington Saci; Rafael Moura e Felipe. Técnico: Jorginho.

setembro 19, 2010 Posted by | Ceará, Goiás | , , | Deixe um comentário

Santos quer embalar contra o Guarani

Peixe espera vencer segunda partida seguida para arrancar novamente no Brasileirão

LANCEPRESS!

Torcedor do Santos, você acredita que há vida sem Neymar? Essa pergunta só poderá ser respondida após o jogo deste domingo, contra o Guarani, às 16h, no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas.

Afastado pelo técnico Dorival Júnior por causa da discussão ocorrida na partida contra o Atlético-GO, quando o atacante xingou o treinador e o capitão Edu Dracena, Neymar nem viajou para o interior paulista. Ficou em Santos onde treinará durante o fim de semana, em separado.

Mas não é apenas a Joia que desfalca o time. Dorival Júnior também não poderá contar com o atacante Keirrison, que sofreu uma lesão e ficará 10 dias em recuperação., e com o lateral direito Pará, que sofreu um acidente de carro na quinta-feira e se queixou de dores no joelho. Por precaução, o jogador será poupado.

No entanto, o treinador terá o retorno de dois pilares do time nas conquistas do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil deste ano. O volante Arouca e o zagueiro Durval cumpriram suspensão na vitória sobre o Atlético-GO e retornam para as suas devidas vagas.

O jogo terá um gostinho especial para o zagueiro Edu Dracena. Revelado no Guarani, é a segunda vez que ele enfrenta seu ex-clube jogando em Campinas na sua carreira.

– Devo muito ao Guarani, que me deu estrutura de ser profissional. É a segunda vez que volto a Campinas, vai ser um sentimento legal. Se fizer gol eu vou comemorar em respeito aos meus companheiros, mas não vou sair virando – comentou.

Considerado o principal jogador do Guarani, Mazola vai desfalcar o Guarani. Expulso na partida contre o Cruzeiro, o atacante deverá dar lugar ao estreante Geovane, que ganhou destaque no Paulistão desse ano pelo Mogi Mirim e estava no Grêmio Prudente.

Mancini também não poderá contar com o zagueiro Rodrigão e o meia Preto, que ainda estão se recuperando de lesão no departamento médico. Já Reinaldo passará por nova avaliação neste sábado para inicar a preparação física. No entanto, é provável que ele também não jogue.

A alteração deve mudar, inclusive, o esquema tático do Bugre. Acostumado ao 3-5-2, o treinador do time deve colocar Ricardo Xavier no ataque e tirar o zagueiro Aislan, deixando a equipe no tradicional 4-4-2.

FICHA TÉCNICA
GUARANI X SANTOS

Local: Brinco de Ouro da Princesa, Campinas (SP)
Data e Hora: 19/09/2010 – 16:00
Árbitros: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Carlos Augusto de Nogueira Júnior e Danilo Ricardo Simon Manis (ambos SP)

GUARANI: Douglas; Rodrigo Heffner, Fabão, Ailson e Márcio Careca; Renan, Paulo Roberto, Baiano e Mário Lúcio; Geovani e Ricardo Xavier. Técnico: Vágner Mancini

SANTOS: Rafael; Danilo, Edu Dracena, Durval, Léo; Arouca, Alex Sandro, Alan Patrick, Marquinhos; Madson e Marcel. Técnico: Dorival Júnior.

setembro 19, 2010 Posted by | Guarani, Santos | , | Deixe um comentário

Avaí e Grêmio se enfrentam para subir na tabela

Anfitrião amarga jejum de vitórias. Gaúchos querem a reação

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Após o empate, em 1 a 1, fora de casa, contra o Vasco, na última quinta-feira, considerado pelo técnico Antônio Lopes e pelo restante da equipe catarinense como um bom resultado, o Avaí recebe o Grêmio, neste domingo, às 18h30, na Ressacada, para tentar voltar à parte de cima da tabela.

A partida contra o Tricolor Gaúcho é uma boa oportunidade para o Avaí melhorar a atual campanha ruim na Ressacada. Nas últimas três vezes em que jogou em seu estádio, o Leão da Ilha foi derrotado em todas as ocasiões, para Internacional, Atlético Paranaense e Cruzeiro. No entanto, foi também na Ressacada que o Avaí conseguiu sua última vitória no Brasileirão, contra o Corinthians, no dia 15 de agosto, pela 15ª rodada do campeonato. De lá para cá foram cinco derrotas e três empates, com apenas três pontos conquistados em 24 disputados. A má fase fez com que o time despencasse da terceira para a 15ª posição na tabela, a apenas quatro pontos da zona de rebaixamento.

O técnico Antônio Lopes ainda não definiu a equipe titular que entrará em campo no domingo, mas é provável que ele volte a usar o esquema 3-6-1, bem-sucedido no jogo contra o Vasco, em vez do 4-4-2, que vinha sendo utilizado até então. Expulso na última partida após cometer pênalti e receber o segundo amarelo no jogo, o zagueiro Emerson, suspenso, não enfrenta o Grêmio. Em seu lugar, Emerson Nunes deve ser titular na zaga.

Outro possível desfalque na equipe catarinense é o atacante Vandinho, que sentiu uma lesão muscular e saiu machucado na partida de quinta-feira, sendo substituído por Rafael Costa. Vandinho está em tratamento e sua presença entre os titulares será definida neste sábado pela comissão técnica do Avaí. Caso não jogue, Antônio Lopes deve escalar Rafael Costa ou Laércio no ataque da equipe.

Grêmio quer retomar a arrancada e voltar a vencer

Enquanto isso, o Grêmio precisa da vitória não só para continuar sua ascensão na tabela, como também para mostrar que a derrota para o Palmeiras, quarta-feria, no Olímpico, foi apenas um tropeço na arrancada gremista.

Os desfalques do Tricolor Gaúcho ficam por conta de Leandro, que sofre de lombalgia, e Borges, que, lesionado, está fora do Brasileirão e só volta a campo em 2011. Para seu lugar, o técnico Renato Gaúcho escalou André Lima. Por outro lado, Vilson volta a ser titular, após cumprir suspensão na última rodada.

Para o atacante Jonas, a lesão de Borges é uma grande perda para a equipe, mas André Lima tem condições de substitui-lo à altura:

– Ficamos muito tristes com a notícia. Ele se machucou muito neste ano. É um jogador muito importante, um goleador. Não adianta ficar elogiando o Borges, porque todo mundo o conhece. Vamos torcer para que ele se recupere o mais rapidamente possível. André é outro grande jogador. Cada um tem suas características. Borges se movimenta, faz a parede. André também faz, mas gosta mais da bola aérea. Temos de nos encaixar ao estilo de cada jogador. Não vai afetar muito, acho.

Desde que Renato Gaúcho assumiu o comando do time, o Grêmio venceu quatro partidas, empatou três e saiu derrotado em outras três oportunidades, mas, até o confronto contra o Palmeiras, o time gaúcho, que chegou a ficar na zona de rebaixamento, estava invicto há cinco rodadas.

FICHA TÉCNICA:

AVAÍ X GRÊMIO

Estádio: Ressacada, Florianópolis (SC)
Data/hora: 19/09/2010 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Wilson Pereira Sampaio (DF)
Auxiliares: Enio Ferreira de Carvalho (DF) e Marrubson Melo Freitas (DF)

AVAÍ: Renan, Gabriel, Rafael e Emerson Nunes; Patric, Marcinho Guerreiro, Diogo Orlando, Leandro Bonfim, Sávio e Davi; Rafael Costa (Laércio) – Técnico: Antônio Lopes

GRÊMIO: Victor, Gabriel, Vilson, Rafael Marques e Fábio Santos; Adilson, Fábio Rochemback, Douglas e Souza; André Lima e Jonas – Técnico: Renato Gaúcho

setembro 19, 2010 Posted by | Avaí, Grêmio | , | Deixe um comentário

Atlético-MG recebe o Vitória pela reação

Galo espera contar com o apoio da torcida na Arena do Jacaré

LANCEPRESS!

Contando com o apoio da torcida e precisando de vencer para não se complicar ainda mais no Brasileirão, o Atlético-MG recebe o Vitória nesse domingo, às 16h, na Arena do Jacaré. Assim como aconteceu nas três partidas anteriores como mandante, a diretoria alvinegra colocou o ingresso a R$ 5.

Nas outras ocasiões deu resultado, já que os públicos diante de Palmeiras, São Paulo e Grêmio Prudente chegaram perto da capacidade liberada do estádio. Apesar do momento ruim, a torcida está junto. Mesmo assim os jogadores fazem questão de convocar a presença da Massa.

– O elenco do Atlético-MG queria ver aquele estádio lotado, para nos empurrar, fazer aquele caldeirão. Nesse momento a torcida precisa nos ajudar e estar com o time – convocou Diego Tardelli.

Já dentro de campo o técnico Vanderlei Luxemburgo continua com problemas para escalar o time atleticano. O zagueiro Réver deve ficar fora do time por mais uma rodada, por conta de uma lesão na coxa esquerda. Quem também deve ser desfalque é o equatoriano Méndez.

Porém nem tudo é notícia ruim para Luxa. O capitão e artilheiro Diego Tardelli está de volta ao time. Fora das últimas cinco partidas, por conta de lesão na coxa esquerda, ele quer retornar ao time em grande estilo.

– O que nós erramos, procuramos deixar para trás e pensar a partir de hoje. Estamos pensando enquanto dá tempo. Temos mais 16 jogos pela frente, temos que esquecer o que passou e pensar a partir desse momento, dessa reunião, que veio em uma hora boa e tenho certeza que isso vai somar muito para nós – explicou Tardelli.

Caso Diego Tardelli seja mesmo confirmado no ataque, o Atlético terá uma dupla de artilheiros. Enquanto Obina marcou seis gols nos últimos quatro jogos e tem sete no Brasileirão, Tardelli já marcou seis vezes na competição. Na temporada são 40 gols, sendo 21 para Diegol e 19 Obina.

Entretanto o Galo continuará na zona de rebaixamento mesmo que seja o vencedor no duelo ante o Vitória. Isso porque a diferença do Atlético para o próprio time baiano é de quatro pontos. Assim o Galo completará 16 rodadas em 23 disputadas dentro da zona de rebaixamento, sendo que serão 14 consecutivas.

Vitória quer o fim do jejum de vitórias:

O Vitória já soma sete jogos consecutivos sem vitória no Campeonato Brasileiro. E a próxima chance para acabar com esse incômodo jejum é contra o Atlético-MG, 17º colocado com quatro pontos a menos que o time baiano, que ocupa a 16ª posição.

Para esse duelo, o técnico Ricardo Silva não terá dois importantes jogadores do time titular: Wallace e Vanderson, que receberam o terceiro cartão amarelo contra o Ceará. O primeiro, aliás, se irritou com as vaias da torcida e fez gestos obscenos em direção às arquibancadas.

Para subtituir o zagueiro, três opções: Reniê, Thiago Martinelli e Gabriel Paulista. O primeiro deve ser o escolhido para ser o companheiro de Anderson Martins como geralmente escolhe o técnico Ricardo Silva.

Henrique, que estava defendendo a Seleção Brasileira sub-19, volta a ficar à disposição.

FICHA TÉCNICA:

ATLÉTICO-MG X VITÓRIA

Local: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG)
Data/Hora: 19/9/2010 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Cláudio Francisco Lima e Silva (SE)
Auxiliares: Ivaney Alves de Lima (SE) e Edmo Oliveira Santos (SE)

ATLÉTICO-MG: Fábio Costa, Diego Macedo, Werley, Campos e Leandro; Ale, Serginho, Ricardinho e Daniel Carvalho; Diego Tardelli e Obina. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

VITÓRIA: Viáfara, Eduardo, Reniê, Anderson Martins, Egídio; César Santiago, Ricardo Conceição, Bida, Ramon; Elkeson e Júnior. Técnico: Ricardo Silva.

setembro 19, 2010 Posted by | Atlético-MG, Vitória | , | Deixe um comentário