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Carlos Alberto é expulso, mas Vasco suporta a pressão do Vitória e vence

Zé Roberto garante vitória suada na Colina (Jorge William / O Globo)

Time carioca joga todo o segundo tempo com um a menos, mas consegue conquistar a vitória. Zé Roberto fez o único gol da partida em São Januário

Capitão do time, Carlos Alberto perdeu a cabeça. Foi expulso no final do primeiro tempo após reclamar do árbitro Wallace Valente em um lance bobo. Mas com muita raça, vontade e também a velha cera, o Vasco conseguiu suportar a pressão do Vitória e segurar a vantagem que havia conquistado antes de ficar com um jogador a menos em campo. Zé Roberto foi o autor do único gol da partida neste domingo, em São Januário, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro: Vasco 1 a 0 Vitória.

A partida marcou a volta de Felipe a São Januário. O meia, enquanto teve fôlego, se destacou e animou os torcedores. Com o resultado, o Vasco pulou para a 11ª posição na classificação com 17 pontos. Já o Vitória caiu para o 16º lugar e se aproximou da zona de rebaixamento.

Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o time carioca vai encarar o Grêmio Prudente, no domingo, às 16h, no Prudentão. Já o Vitória pega o Santos, no Barradão, para reviver a final da Copa do Brasil. O duelo em Salvador vai acontecer às 18h30.

Zé Roberto abre o placar, e Carlos Alberto é expulso

Com Felipe, Zé Roberto e Carlos Alberto começando pela primeira vez uma partida juntos, o Vasco começou pressionando. Aos sete minutos, Felipe foi derrubado na entrada da área. Carlos Alberto arrumou com carinho e cobrou. A bola explodiu no travessão e quicou perto da linha. Lee ficou só olhando e torcendo.

O Vitória entrou em campo com três desfalques. O goleiro Viáfara, com uma luxação em um dos dedos da mão direita, e o lateral Nino, com uma lesão na coxa direita, foram vetados pelo departamento médico. Já o experiente meia Ramon foi poupado. Mesmo assim, o time baiano estava bem organizado em campo e conseguia ficar bastante com a posse de bola. Mas faltava pontaria. E os chutes saiam sem direção.

O gol vascaíno saiu aos 22 minutos. A jogada começou com Carlos Alberto na direita, que tocou para Felipe no meio. O meia limpou a marcação e rolou para Rafael Carioca. De primeira, ele passou para Max, que chegava na lateral esquerda. O cruzamento foi rasteiro para Zé Roberto, que chegou pelo meio da área para completar para o gol sem chance para Lee. Um lindo gol. Com a assinatura da trinca de ases da Colina. Vasco 1 a 0. Foi o primeiro gol de Zé Roberto com a camisa cruzmaltina.

No lance de mais perigo do Vitória no primeiro tempo, Soares cruzou para a área e Schwenck completou para as redes… mas pelo lado de fora. Fernando Prass estava em cima da jogada.

No último minuto do primeiro tempo, em um lance bobo na lateral, Carlos Alberto perdeu a cabeça. O meia estava irritado com a marcação que vinha sofrendo e reclamou com o árbitro Wallace Valente, que não gostou do que ouviu e puniu o jogador com o cartão amarelo. Mas aí o capitão cruzmaltino foi irônico e resolveu bater palmas para o árbitro, que na hora puxou o cartão vermelho e expulsou o camisa 19. De cara fechada, Carlos Alberto deixou o gramado mudo e sem falar sobre o lance.

Ataque x defesa

Com um jogador a mais em campo, o técnico Ricardo Silva resolveu partir para o ataque. E o Vitória voltou para o segundo tempo com duas mudanças. Renato e Henrique entraram no time baiano nos lugares de Elkeson e Bida. Já o Vasco retornou com a mesma escalação. Paulo César Gusmão resolveu deixar Zé Roberto sozinho na frente com Felipe tentando a aproximação com o ataque.

O Vasco recuou e passou a tentar explorar o contra-ataque. Aos sete minutos, o time carioca quase fez o segundo. Rômulo arriscou de longe e a bola foi no ângulo direito. O goleiro Lee se esticou todo para fazer uma difícil defesa e evitar o gol.

Mas o Vitória partiu para o sufoco. E chegava com perigo. Porém pecava ao não conseguir finalizar e sempre tentar um toque a mais. O Vasco não tinha saída de bola e exagerava com os chutões sem direção para tirar a bola do campo de defesa. Aos 18 minutos, Felipe pediu para ser substituído. Estava cansado. Éder Luis entrou no time. Cinco minutos depois, Zé Roberto fez o mesmo. E Fumagalli foi para a partida.

O Vitória teve duas ótimas oportunidades em cobranças de falta na entrada da área. Na primeira, a cobrança de Egídio ficou na barreira. Na segunda, Renato chutou a bola passou por cima do travessão.

A torcida vascaína procurava ajudar o time e vibrava com todo chutão para frente e roubada de bola. Enquanto isso, os gandulas de São Januário passaram a esconder as bolas para tentar ganhar tempo. O atacante Schwenck chegou a se estranhar com um deles.

Com raça, o Vasco se defendeu de todas as formas. E o Vitória insistia nos cruzamentos para a área. Fernando Prass só precisou trabalhar em um chute rasteiro de Henrique. No fim, faltou objetividade ao Vitória. E o resultado foi comemorado como um título pelos jogadores vascaínos.

VASCO 1 X 0 VITÓRIA
Fernando Prass, Fágner, Dedé, Fernando e Max (Jumar); Nilton, Rafael Carioca, Rômulo e Felipe (Éder Luis); Zé Roberto (Fumagalli) e Carlos Alberto Lee; Jonas, Wallace (Renan Oliveira), Anderson Martins e Egídio; Vanderson, Ricardo Conceição, Elkeson (Renato) e Bida (Henrique); Soares e Schwenck.
Técnico: Paulo César Gusmão Técnico:  Ricardo Silva
Gol: Zé Roberto aos 23 minutos do primeiro tempo;
Cartões amarelos: Lee, Soares, Wallace, Egídio, Henrique, Schwenck (Vitória); Carlos Alberto, Dedé (Vasco)
Cartão vermelho: Carlos Alberto (Vasco);
Árbitro: Wallace Nascimento Valente (ES).
Auxiliares: Márcio Eustáquio Sousa Santiago (MG-Fifa) e Guilherme Dias Camilo (MG)
Local: São Januário, Rio de Janeiro (RJ). Público: 14.062 pagantes / 16.885 presentes. Renda: R$ 313.995,00

agosto 8, 2010 Posted by | Vasco da Gama, Vitória | , | Deixe um comentário

Timão vence o Flamengo e segue na cola do Fluminense pela liderança

Timão vence e segue firme na caça ao Flu (Ag. Estado)

Corinthians domina clássico, faz 1 a 0 com gol de Elias e mantém segundo lugar do Brasileirão. Apático, Rubro-Negro chega ao quarto jogo sem vencer

Não teve o mesmo sabor ou valor de um triunfo pela Libertadores, mas os corintianos deixaram o Pacaembu com uma pontinha de gosto de vingança. Diante de um Flamengo inexpressivo no ataque, diferente daquele que calou o mesmo estádio há três meses com Adriano e Vagner Love, o Timão dominou amplamente o “Clássico do Povo” e venceu por 1 a 0. Elias, em um belo chute da entrada da área, marcou o único gol do jogo (assista aos melhores momentos no vídeo ao lado).

O resultado faz o Corinthians chegar aos 28 pontos, apenas um abaixo do Fluminense, que derrotou o Grêmio, em Porto Alegre. O Timão mantém o ótimo retrospecto jogando no Pacaembu nos últimos meses. A última derrota aconteceu em novembro do ano passado, quando foi batido pelo Náutico, também pelo Brasileirão.

O Flamengo não consegue quebrar a série ruim. Acumula agora quatro partidas sem vencer e caiu para a 10ª colocação, com 17 pontos, mais distante da zona de classificação para a Libertadores. Para piorar, o ataque formado por Val Baiano e Borja não engrena e já enfrenta a ira da torcida. Foi o quarto jogo consecutivo sem o Rubro-Negro balançar as redes.

Na próxima rodada, o Corinthians vai até Florianópolis para enfrentar o Avaí, domingo, às 16h, na Ressacada. O Flamengo recebe o Ceará, sábado, às 18h30min, no Maracanã.

Timão domina o primeiro tempo, e Elias marca
O Corinthians não encontrou dificuldades para dominar o primeiro tempo. O esquema com três atacantes, adotado pela primeira vez pelo técnico Adilson Batista, encurralou o Flamengo no campo defensivo. Abertos pelos lados, Dentinho e Jorge Henrique frearam as descidas das duas principais opções de ataque do Fla – Leonardo Moura e Juan – e transformaram o início do jogo  em um treino de ataque contra defesa.

A primeira grande chance alvinegra surgiu aos oito minutos. Em contra-ataque, Elias recebeu de Jorge Henrique na entrada da área, mas chutou mascado e a bola saiu à direita de Marcelo Lomba. Aos 15, foi a vez de Jucilei. O volante convocado para a seleção brasileira dominou no peito um cruzamento de Alessandro e, na marca do pênalti, bateu para ótima defesa do goleiro, com os pés.

A superioridade corintiana era tanta que o Flamengo só deu o primeiro chute aos 18 minutos, sem perigo, com Leo Moura. O Timão, porém, sofreu uma baixa logo em seguida. Dentinho sentiu uma lesão muscular na coxa direita e foi substituído pelo volante Paulinho. Assim, o Alvinegro voltou a ter apenas dois atacantes. Continuou melhor, mas sem a mesma força no ataque.

Aos 27, o Corinthians reclamou de um pênalti. Jorge Henrique driblou Leo Moura na área e caiu. Heber Roberto Lopes mandou o jogo seguir. O gol veio apenas aos 38. Jucilei roubou a bola na intermediária e entregou para Elias. O volante passou por um marcador na entrada da área e bateu com estilo, no canto direito baixo de Lomba.

O Flamengo conseguiu responder apenas aos 41 em uma jogada de bola parada. Petkovic cobrou falta com perigo, raspando a trave direita de Julio Cesar. Aos 48, Borja desperdiçou grande chance de acabar com o jejum de gols do Flamengo. Após cruzamento da esquerda de Kleberson, ele apareceu sem marcação na área, mas pegou mal e jogou por cima.

Corinthians administra o placar
Na volta do intervalo, o Flamengo tentou ser mais ofensivo. Rogério Lourenço deu mais liberdade aos laterais e cobrou uma maior participação de Petkovic. A equipe melhorou, mas o ataque não acompanhou o avanço. Val Baiano e Cristian Borja continuaram apáticos e presos na marcação de Chicão e William.

A partir dos 15 minutos, o Corinthians voltou a dominar. Apesar de ter mais posse de bola, o Timão encontrou o mesmo problema do adversário. Os baixinhos Iarley e Jorge Henrique se movimentavam com facilidade pela defesa rival, mas com pouca presença de área, o que facilitou o trabalho de Jean e Ronaldo Angelim.

Veio dos pés de Elias a primeira grande chance, aos 27. Ele recebeu de Jorge Henrique na área e chutou duas vezes. Em ambas, parou em Marcelo Lomba. Dois minutos mais tarde, Iarley disparou pela direita e cruzou. O mesmo Elias bateu rasteiro e o goleiro agarrou firme no canto direito.

Rogério Lourenço apostou nas entradas de Diego Maurício e Vinícius Pacheco na tentativa de despertar o ataque. Nada aconteceu. O Corinthians continuou melhor, dominando e chegando com facilidade ao campo ofensivo.

Aos 43, o Flamengo quase empatou em uma falha da defesa corintiana. Julio Cesar e William bateram cabeça e a bola sobrou na entrada da área para Vinícius Pacheco. O atacante dominou livre e chutou rasteiro. O goleiro se recuperou da bobeira e fez linda defesa no canto esquerdo. No minuto seguinte, foi a vez de Michael. Ele recebeu passe da linha de fundo e finalizou. Julio Cesar pegou e garantiu a vitória alvinegra.

CORINTHIANS 1 X 0 FLAMENGO
Julio Cesar, Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Jucilei e Elias (Danilo); Dentinho (Paulinho), Iarley (Defederico) e Jorge Henrique. Marcelo Lomba, Leonardo Moura, Jean, Ronaldo Angelim e Juan; Antônio, Willians, Kleberson (Michael) e Petkovic (Diego Maurício); Val Baiano e Cristian Borja (Vinícius Pacheco).
Técnico: Adilson Batista. Técnico: Rogério Lourenço.
Gol: Elias, aos 38 minutos do primeiro tempo.
Cartão amarelo: Jean (Flamengo)
Local: Pacaembu, em São Paulo. Data: 08/08/2010. Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR). Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Gilson Bento Coutinho (PR). Público: 29.222 pagantes. Renda: R$ 936.324,00.

agosto 8, 2010 Posted by | Corinthians, Flamengo | | Deixe um comentário

Flu vence, se mantém na liderança e Silas é demitido do Grêmio

Guerreiro, Flu vence outra e segue líder (Photocamera)

Com vitória por 2 a 1 no Estádio Olímpico, Tricolor carioca chega à décima rodada sem perder. Clube gaúcho demite técnico após o jogo

O Brasileirão segue com o mesmo líder. Com uma atuação segura e sendo ameaçado de fato apenas no fim do jogo, o Fluminense venceu o Grêmio por 2 a 1, neste domingo, no Olímpico, pela 13ª rodada da competição. Os gols que aumentaram o calvário do Tricolor gaúcho foram marcados por Mariano e Emerson. André Lima descontou para os donos da casa, que jogaram com um homem a mais em boa parte do segundo tempo

Com a vitória, o clima nas Laranjeiras não poderia ser melhor. Além da liderança, o Fluminense consegue alcançar a marca de dez jogos invictos (oito vitórias e dois empates) e passou a somar 29 pontos no Brasileirão. Já o Grêmio está em 18º, com apenas 12 pontos.

E as consequências da derrota vieram após o jogo. Ainda no estádio, o clube, além de Silas, demitiu também o dirigente Luís Onofre Meira. Beto Guerra assume o cargo na diretoria, enquanto o time será comandado interinamente por João Antonio e Paulo Paixão. O último triunfo de Silas foi no dia 3 de junho. Desde a volta da Copa do Mundo, foram quatro empates e duas derrotas no Brasileirão, além da igualdade por 1 a 1 com o Goiás, na última quinta, pela Copa Sul-Americana.

Na próxima rodada, o Tricolor Gaúcho recebe o Guarani, domingo, em Porto Alegre. Já o Fluminense enfrenta o Internacional, também no domingo, no Maracanã.

Mariano e Emerson abrem o placar para o Flu

O Fluminense começou o primeiro tempo mostrando que não iria mudar a sua forma de jogar fora de casa. Logo nos primeiros segundos, Emerson quase abriu o placar em bobeada da zaga adversária. A resposta veio em um chute despretensioso de Roberson. A partir daí, o jogo passou a ser mais estudado, com os times errando muitos passes. Aos poucos, porém, o Fluminense foi passando a ter maior domínio no meio de campo e isso foi convertido em gols. Aos 16, Mariano cobrou falta da intermediária, a bola desviou na zaga e acabou enganando o goleiro Marcelo Grohe.

O Grêmio bem que tentou responder no minuto seguinte, em jogada aérea. Só que William Magrão cabeceou mal e desperdiçou boa oportunidade. Mas os donos da casa sofreram novo baque aos 18 minutos. Livre no meio, Conca deu excelente passe para Emerson. O atacante driblou o goleiro e ampliou para o Fluminense: 2 a 0.

Com a desvantagem no placar, o Grêmio passou a ter mais a iniciativa do jogo e a pressionar. As jogadas aéreas foram as mais tentadas, seja em cruzamentos ou escanteios. Mas não houve uma chance tão boa como a que Mariano teve, aos 26, quando o Fluminense finalizou pela sétima vez. Na verdade, os donos da casa passaram a ter mais a posse de bola enquanto os visitantes optaram por explorar os contra-ataques. Só aos 35 que o Grêmio criou uma boa oportunidade. Adilson lançou Maylson pelo lado esquerdo da área. Este chegou chutando forte e obrigando Fernando Henrique a fazer boa defesa, mas o árbitro não viu o desvio do goleiro e nem marcou o escanteio.

O lance pareceu ter acordado o Fluminense, que teve mais duas boas chances de ampliar. Na primeira, Diguinho desarmou no meio e arriscou chute perigoso. No escanteio, houve um bate-rebate na área, mas a defesa conseguiu se salvar. O jogo voltou a dar uma equilibrada, mas nos minutos finais os dois times poderiam ter marcado. Aos 44, Emerson recebeu pela esquerda e preferiu chutar a cruzar para Washington. Aos 46, o Grêmio tabelou na entrada da área e a bola sobrou para André Lima finalizar. Mas Fernando Henrique realizou excelente defesa com o pé e fez os donos da casa irem para o intervalo debaixo de vaias.

Grêmio não aproveita vantagem numérica

Na volta para o segundo tempo, o torcedor gaúcho aplaudiu a substituição feita por Silas, que trocou Adilson por Souza, voltando de lesão. Muricy Ramalho também mexeu no time, mas por necessidade: colocou Rodriguinho e tirou Emerson, que sofreu um corte no pé direito e teve de levar três pontos.

O Grêmio voltou para o jogo tomando mais a iniciativa e tentando diminuir o placar o quanto antes. No primeiro minuto, André Lima cabeceou e Fernando Henrique defendeu. Nos minutos seguintes, a pressão continuou, principalmente pelo fato de a posse de bola ser praticamente dos donos da casa. Bem recuado, o Fluminense seguiu apostando nos contra-ataques. Como aos 11, quando o time saiu triangulando pela esquerda e conseguiu escanteio. Após a cobrança, houve rebote para Mariano, que arriscou chute forte de longe, levando perigo.

Aos 16, o jogo começou a ter indícios de que iria mudar quando Fernando Bob recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Isso fez Muricy Ramalho colocar Marquinho no lugar de Rodriguinho, que acabara de entrar.

Com isso, o Fluminense tentou adiantar a marcação e prender a bola no seu ataque, principalmente sob a batuta de Conca e Washington. Apesar de ter um homem a mais, o Grêmio continuou sem conseguir articular as jogadas e criar lances de perigo. Só aos 29, em chute de fora da área de Roberson, e aos 33, com Souza, que o time ameaçou. Mas nada se compara à oportunidade desperdiçada por André Lima, aos 35. Livre de marcação, o atacante recebeu a bola dentro da pequena área, mas chutou por cima do gol.

O Fluminense respondeu quase na mesma moeda, mas Washington finalizou em cima de Rodrigo, desperdiçando o que poderia ser o terceiro gol. O Grêmio só conseguiu ser eficiente nos minutos finais do jogo. Foi quando Souza cruzou para André Lima, que dominou no peito e diminuiu: 2 a 1.

Nos acréscimos, o Fluminense poderia ter matado o jogo num contra-ataque. Julio César deixou Washington cara a cara com Marcelo Grohe, mas a finalização do atacante bateu na trave. Mas a chance desperdiçada não fez falta e o time volta para o Rio de Janeiro com a liderança.

GRÊMIO 1 X 2 FLUMINENSE
Marcelo Grohe, Rafael Marques, Rodrigo e Willian Magrão; Maylson, Ferdinando, Adilson (Souza), Dogulas e Fabio Santos; André Lima e Roberson. Fernando Henrique; Leandro Euzébio, Gum e André Luis; Mariano, Diguinho, Fernando Bob, Conca (Willians) e Julio Cesar; Emerson (Rodriguinho) (Marquinho), e Washington.
Técnico: Silas Técnico: Muricy Ramalho
Gols: Mariano, aos 16, Emerson aos 18 do primeiro tempo; André Lima, aos 43 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Maylson, Willian Magrão, Roberson (Grêmio) Fernando Bob, André Luis, Fernando Henrique (Fluminense) Cartões vermelhos: Fernando Bob (Fluminense).
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre. Data: 08/08/2010.
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF/Fifa). Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC/Fifa) e Marrubson Melo Freitas (DF).

agosto 8, 2010 Posted by | Fluminense, Grêmio | , | Deixe um comentário

Em noite inspirada de Ceni, Tricolor segura empate com o Atlético-PR

Equipe paranaense domina a maior parte da partida, tem inúmeras chances, mas para no goleiro tricolor, que fez quatro boas defesas

Em jogo que teve apenas 25 minutos de bom futebol, Atlético-PR e São Paulo ficaram no empate por 1 a 1, neste domingo, na Arena da Baixada, em Curitiba. O placar não refletiu o que foi a partida: o time da casa dominou a maior parte do tempo e só não venceu porque parou em Rogério Ceni, que brilhou com grandes defesas. O resultado, no entanto, manteve a maldição tricolor no estádio paranaense. Agora são 13 jogos e nenhuma vitória conquistada. Nesse período, o time sofreu oito derrotas e empatou cinco vezes (assista ao lado aos melhores momentos).

O futebol de pouca inspiração das duas equipes se reflete em suas posições na classificação do Brasileiro. O Tricolor é o 12º, com 16 pontos, três a mais que o Furacão, 15º. Os dois times voltarão a campo no próximo final de semana. No sábado, o Atlético-PR enfrenta o Palmeiras, às 18h30m, no Pacaembu. No domingo, o Tricolor receberá o Cruzeiro, às 16h, no Morumbi.

Mesmo sem poder contar com seu principal goleador, Bruno Mineiro, suspenso, o Furacão tomou a iniciativa e partiu para cima do São Paulo. Com Netinho ajudando Paulo Baier na armação, o time encontrou um Tricolor escalado com três zagueiros, mas não posicionado no 3-5-2. O time entrou no 4-3-2-1, com Renato Silva, Miranda, Samuel e Junior Cesar na linha defensiva. No meio, Rodrigo Souto, Jean e Cleber Santana formaram o trio de marcadores, um pouco atrás de Marlos e Fernandão, que tinha liberdade para encostar em Ricardo Oliveira, o único atacante.

Logo aos dois minutos, Miranda bobeou em saída de bola e o time da casa só não abriu o marcador porque o equatoriano Guerrón falhou na conclusão cara a cara com Rogério Ceni.

Na prática, o esquema tricolor não funcionou. Com exceção de um chute de Ricardo Oliveira no travessão, aos 12, o São Paulo assistiu ao seu rival jogar. Carpegiani, inteligentemente, abriu Guerrón pela direita para impedir o apoio de Junior Cesar. Como pela direita, Renato Silva era um falso lateral-direito e preocupava-se apenas com a marcação, o Tricolor concentrou seu jogo pelo meio, o que facilitou muito a marcação adversária.

Como não teve problemas defensivos, o Furacão subiu sua marcação e só não saiu em vantagem no primeiro tempo porque parou em Rogério Ceni. Aos 27, o goleiro fez bela defesa em cabeçada de Manoel. Oito minutos depois, Paulo Baier ajeitou dentro da área para Nieto, que se livrou de Miranda e bateu no canto direito. Ceni fez um milagre e espalmou. Já aos 44, após cobrança de escanteio da direita, Rodolpho subiu sozinho e testou no ângulo direito de Ceni. A bola, caprichosamente, passou muito perto do ângulo direito são-paulino.

Os dois times voltaram sem alterações para o segundo tempo, e o Atlético chegou com perigo pela primeira vez quando o relógio ainda não marcava um minuto. Renato Silva falhou em saída de bola pela direita e, após cruzamento da esquerda, Paulo Baier cabeceou no ângulo direito. Mais uma vez, Ceni salvou o São Paulo e segurou o 0 a 0.

O tempo passou e o panorama da partida não se modificou. O Atlético-PR seguia dominando as ações, embora já não pressionasse como antes. Por isso, aos 16, o técnico Paulo Cesar Carpegiani resolveu dar novo gás ao time, com as entradas de Mithyuê e Maikon Leite nas vagas de Guerron e Netinho. Do outro lado, o São Paulo tinha dificuldade para trocar passes no meio-campo. Como a bola não chegava, Ricardo Oliveira era obrigado a voltar para buscar a bola, que deixava o goleiro Neto sem ter trabalho.

Mas o futebol não é lógico e o São Paulo, sem merecer, abriu o marcador. Aos 23, Manoel falhou em jogada pela direita e a bola sobrou para Marlos. Ele foi até o fundo e cruzou rasteiro para a área para Cléber Santana bater de pé direito no canto esquerdo do goleiro do Furacão, que ainda tocou na bola antes de entrar: São Paulo 1 x 0. (reveja o gol são-paulino em Curitiba)

O Furacão não se abateu e foi em busca do prejuízo. E precisou de apenas cinco minutos para deixar tudo igual no marcador. Aos 28, Nieto recebeu na área e tocou para Maikon Leite que, no primeiro chute, foi travado por Samuel. Ele mesmo pegou a sobra, fintou Renato Silva como quis e bateu no ângulo de Rogério Ceni que, desta vez, não pode fazer nada: 1 x 1 no marcador.

Com os gols, o jogo finalmente ganhou vida e passou a se tornar agradável. Logo depois de empatar, o Furacão ficou com dez homens, já que o zagueiro Manoel, que já tinha cartão amarelo, fez falta feia em Junior Cesar e foi expulso. Com mais espaço, o São Paulo foi ao ataque e, aos 32, só não marcou o segundo gol porque Neto fez defesa brilhante em chute de Ricardo Oliveira. No rebote do mesmo lance, Cleber Santana bateu de pé direito de fora da área e a bola raspou a trave direita adversária.

No minutos finais, mais emoção. Para dar mais força ao ataque, Milton Cruz sacou o apagado Fernandão e colocou Fernandinho no seu lugar. Mas foi o Furacão quem quase fez o segundo. Aos 41, Maikon Leite recebeu na área, cortou a marcação de Samuel e, na hora do chute, foi travado por Renato Silva, que salvou o Tricolor.

ATLÉTICO-PR 1 X 1 SÃO PAULO
Neto; Leandro (Branquinho), Manoel, Rhodolfo e Paulinho; Chico, Vítor, Paulo Baier e Netinho (Maikon Leite); Guerrón (Mithyuê) e Nieto Rogério Ceni; Renato Silva (Carlinhos Paraíba), Miranda, Samuel e Junior Cesar; Jean, Rodrigo Souto, Cleber Santana (Marcelinho) e Marlos; Fernandão (Fernandinho) e Ricardo Oliveira..
Técnico: Paulo César Carpegiani Técnico: Milton Cruz
Gols: Cléber Santana, aos 23min, e Maikon Leite, aos 28min do 2º tempo
Cartões amarelos: Miranda, Samuel, Cleber Santana e Ricardo Oliveira (São Paulo).
Cartão vermelho: Manoel (Atlético-PR)
Estádio: Arena da Baixada, em Curitiba (PR). Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ). Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Marco Aurélio Pessanha (RJ). Renda e Público: não divulgados

agosto 8, 2010 Posted by | Atlético-PR, São Paulo | , | Deixe um comentário

Com futebol pobre no Ipatingão, Cruzeiro e Prudente ficam no 0 a 0

Time mineiro tinha a chance de entrar no G-4, mas decepcionou a torcida

O Cruzeiro dependia apenas de uma vitória para entrar no grupo dos quatro melhores do Campeonato Brasileiro. Tudo parecia favorecer a equipe celeste. Além de jogar diante de seus torcedores no Ipatingão, o adversário era o Grêmio Prudente, que ‘namora’ a zona de rebaixamento. Mas o que se viu em campo foi um futebol sem criatividade. O empate de 0 a 0 fez justiça ao mau desempenho das duas equipes em jogo válido pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado, o Cruzeiro permanece na quinta colocação, com 20 pontos. O time celeste está empatado com o Internacional, mas fica em desvantagem no número de vitórias (6 a 5). O Grêmio Prudente, com 15, segue na 14ª posição.

Na próxima rodada, o Cruzeiro encara o São Paulo, no domingo, às 16h (de Brasília), no Morumbi. O Grêmio Prudente, no mesmo dia e horário, recebe o Vasco, no Prudentão.

O Cruzeiro tomou a iniciativa do jogo, mas – como nas últimas partidas – sentiu muita falta de um meia de origem. Roger e Gilberto ainda se recuperam de lesões, e Montillo chegou apenas nesse sábado e ainda não tem condições legais de jogo.

O volante Everton, improvisado no setor, tentava armar as jogadas, mas sem sucesso. Fabrício e Marquinhos Paraná também chegavam ao ataque, tentando encontrar o atacante Wellington Paulista em condições de marcar. Robert, o outro jogador de ataque, jogava bem aberto, pela direita.

O Grêmio Prudente congestionava o meio-campo e dificultava as ações do adversário. Além disso, ainda se armava para os contra-ataques, sempre perigosos. Em um desses lances, Fábio teve que fazer grande defesa em um chute forte de Rafael Martins (no vídeo acima).

Logo depois, mesmo com dificuldades, o Cruzeiro chegou com muito perigo, com Wellington Paulista. Depois de um escanteio cobrado por Jonathan, a bola foi rebatida e sobrou para o atacante, que emendou de primeira. A bola, caprichosamente, bateu na trave direita e, logo em seguida, na esquerda. Por muito pouco, o time mineiro não abriu o placar

A partir daí, o Cruzeiro começou a perder chances incríveis. Mais uma vez com Jonathan, pela direita, o time celeste chegou com perigo. Fabrício emendou de primeira, após um bom passe de Wellington Paulista. Porém, a bola subiu e foi para a linha de fundo. Em outra oportunidade, Robert também teve sua chance de marcar, mas acabou desperdiçando.

Até o fim, o Cruzeiro tentou, mas não conseguiu pular à frente. Mesmo com toda a superioridade demonstrada na partida.

Baixa qualidade técnica

O técnico do Grêmio Prudente, Toninho Cecílio, decidiu alterar o time para o segundo tempo. Flávio e Deyvid Sacconi entraram nas vagas de Anderson Pedra e Robson, que já estava amarelado. Imediatamente em seguida, Cuca deu a resposta e também mudou a equipe. O lateral-direito Rômulo entrou no lugar de Marquinhos Paraná, improvisado no meio-campo.

A princípio, quem mais ganhou com as substituições foi a equipe paulista. Diferentemente da primeira etapa, o Grêmio Prudente equilibrou as ações e chegou mais perto do gol. O Cruzeiro, por sua vez, continuava com a dificuldade em armar as jogadas de ataque.

Cuca, então, fez mais uma alteração ofensiva. O volante Everton deixou a equipe, e o jovem Sebá foi escalado. O time celeste passou a atuar com três atacantes. Porém, Pedro Ken entrou na vaga de Robert, que pouco fez na partida, e o time voltou ao 4-4-2.

A qualidade do jogo caiu muito. As equipes tentavam a vitória, mas sem nenhuma organização. O torcedor do Cruzeiro, que fez uma grande festa antes da partida, ficou na bronca com a equipe, que mais uma vez não conseguiu vencer diante de sua torcida.

CRUZEIRO 0 X 0 GRÊMIO PRUDENTE
Fábio; Jonathan, Cláudio Caçapa, Edcarlos e Diego Renan; Henrique, Fabrício, Marquinhos Paraná (Rômulo) e Everton (Sebá); Wellington Paulista e Robert (Pedro Ken). Giovanni; Paulo César, Paulão, Diego e Douglas Silva; Rodrigo Mancha, João Vítor, Anderson Pedra (Flávio) e Robson (Deyvid Sacconi); Wesley (Carlos Eduardo) e Rafael Martins.
Técnico: Cuca Técnico: Toninho Cecílio.
Estádio: Ipatingão, em Ipatinga (MG). Data: 8/8/2010. Horário: 18h30m (de Brasília). Árbitro: Wilson Luiz Seneme (Fifa/SP). Auxiliares:Roberto Braatz (Fifa/PR) e Altemir Hausmann (Fifa/RS).
Público: 10.109 pagantes. Renda: R$ 165.984,00. Cartões amarelos:Robson, Diego e Paulo César (Grêmio Prudente); Rômulo e Wellington Paulista.(Cruzeiro).

agosto 8, 2010 Posted by | Cruzeiro, Grêmio Prudente | , | Deixe um comentário

Amaral tem tarde de vilão e herói, e Goiás e Palmeiras ficam no empate

Volante falhou no gol do Palmeiras e depois participou da jogada do gol que evitou a derrota do time esmeraldino, em partida realizada no Serra Dourada

Ainda não foi neste domingo que o Palmeiras comemorou uma vitória sob o comando do técnico Luiz Felipe Scolari. Depois de um bom primeiro tempo, quando abriu 1 a 0 e controlou a partida,  o Verdão se acovardou na etapa final e  permitiu o crescimento do Goiás que, com um gol de cabeça no finzinho, decretou o justo empate por 1 a 1. (assista aos melhores momentos no vídeo ao lado).

O destaque da partida foi o volante Amaral, do Goiás. Foi dele a falha que originou o gol de Ewerthon, no primeiro tempo. Porém, o camisa 8 não se abateu, foi ao ataque, e participou da jogada do gol que fez a festa dos pouco mais de 13 mil pagantes presentes ao estádio Serra Dourada. No fim do jogo, o árbitro acabou creditando gol contra de Marcos Assunção.

Com a igualdade no marcador, o Palmeiras continua na zona intermediária da classificação, em 13º lugar, com 16 pontos. Já o Goiás, que foi a 13, se mantém na 17ª posição, que abre a zona de rebaixamento. Os dois times voltarão a campo pelo Nacional no próximo final de semana. No sábado, dia 14, o time paulista receberá o Atlético-PR no estádio do Pacaembu. No dia seguinte, o time esmeraldino vai até Porto Alegre encarar o também desesperado Grêmio. Antes, os dois times jogam pela Sul-Americana. Na quarta-feira, o Palmeiras pega o Vitória, em Salvador. Na quinta, o Goiás faz o jogo de volta com o Grêmio, no Olímpico.

Ewerthon aproveita falha adversária e marca

Pressionado por sua péssima campanha no Campeonato Brasileiro, o Goiás tomou a iniciativa da partida. Jogando com velocidade pelo lado direito, o time criou uma boa chance aos oito minutos, quando Douglas fez bela jogada, invadiu a área e cruzou para Everton Santos, que falhou feio na finalização. Mas, como a fase não é boa, uma bobeada da defesa goiana permitiu o gol palmeirense e mudou a história da partida.

Aos 12, Jonilson recuou uma bola fácil para Amaral, que dominou errado. Kléber, esperto, roubou e fez belo passe para Ewerthon disparar uma bomba rasteira e acertar o canto rasteiro esquerdo de Harlei. O goleiro pulou e não alcançou nada: Palmeiras 1 a 0.

O gol fez o Goiás se perder completamente em campo. O time seguiu buscando o ataque mas, sem qualidade. Além de não criar nada, passou a deixar a defesa aberta para os contra-ataques do Palmeiras. Aos 18, o segundo gol só não saiu porque Kleber, após passar por três marcadores, preferiu arriscar o chute e errou, ao invés de tocar para Patrik, que invadia livre a área. Seis minutos depois, Patrik cobrou falta pela esquerda, Harlei espalmou e a zaga esmeraldina afastou o perigo.

A tranqüilidade do Palmeiras em campo era tamanha que o Goiás só voltou a importunar aos 35, em cobrança de falta de Bernardo bem defendida por Deola. Seis minutos depois, após cruzamento da esquerda de Júnior, a bola sobrou dentro da pequena área para Everton Santos, que dominou e bateu por cima do gol, perdendo um gol inacreditável. (assista ao lance no vídeo ao lado). Antes do apito final de Sandro Meira Ricci, o goleiro do Verdão voltou a trabalhar em chute de Everton Santos.

Etapa complementar

Das tribunas, já que foi punido pelo STJD e não pode ficar no banco de reservas, o técnico Emerson Leão resolveu mexer no Goiás para o segundo tempo. Ele sacou o meia Bernardo e colocou o atacante Felipe, que foi o artilheiro da equipe no Brasileirão do ano passado. Com isso, Everton Santos foi recuado para o meio. O Palmeiras voltou com o mesmo time e chegou com perigo logo aos dois minutos, quando Armero fez bela jogada pela esquerda e cruzou para Ewerthon, que não alcançou a bola.

Aos seis, o Goiás chegou a empatar, mas o lance foi bem anulado pela arbitragem. Douglas desceu pela direita e cruzou na área para Pedrão, em impedimento, ajeitar para Everton Santos marcar o gol. O auxiliar César Augusto de Oliveira Vaz, corretamente, assinalou a a posição irregular.

A entrada de Felipe deu novo gás ao Goiás, que melhorou muito de produção. Everton Santos, no meio, apareceu para o jogo e o time também passou a contar com o apoio dos laterais, o que até então não acontecia. O Palmeiras, claramente, recuou sua marcação para tentar encaixar um contra-ataque e matar a partida. E isso irritou Luiz Felipe Scolari que, aos 17, fez a primeira mudança, sacando o apagado Vitor para colocar o veterano Marcos Assunção. Com isso, Márcio Araújo saiu do meio-campo e foi para a lateral-direita. Depois, Felipão sacou Ewerthon e botou em campo o estreante Luan. No Goiás, Leão respondeu com duas mudanças: Romerito e Otacílio Neto nas vagas de Douglas e Everton Santos.

O time da casa aumentou ainda mais seu ritmo nos últimos 25 minutos. Aos 24, Felipe recebeu dentro da área, cortou a marcação de Maurício Ramos e bateu firme, no canto direito baixo de Deola, que fez um milagre e mandou a bola para escanteio.

Felipão, irritado com a produção do seu time, fez mais uma mudança. Percebendo que o adversário dominava o meio-campo, ele sacou Kleber, que pouco fez em campo, para colocar o volante Tinga. De nada adiantou. Aos 45, após cobrança de falta da direita, Amaral subiu mais alto que a zaga palmeirense e atrapalhou Marcos Assunção que, de cabeça e contra o próprio gol, decretou o justo empate no Serra Dourada. (Veja o lance no vídeo ao lado).

GOIÁS 1 X 1 PALMEIRAS
Harlei; Douglas (Romerito), Tolói, Fernando e Júnior; Jonilson, Amaral, Wellington Monteiro e Bernardo (Felipe); Everton Santos (Otacílio Neto) e Pedrão. Deola; Vitor (Marcos Assunção), Danilo, Maurício Ramos e Armero; Pierre, Edinho, Márcio Araújo e Patrik; Kleber (Tinga) e Ewerthon (Luan).
Técnico: Emerson Leão Técnico: Luiz Felipe Scolari
Gols: Ewerthon, aos 12 minutos do primeiro tempo, e Marcos Assunção (contra), aos 45 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Ernando (Goiás); Armero e Kleber (Palmeiras)
Estádio: Serra Dourada, em Goiânia (GO). Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF).
Auxiliares:
Cesar Augusto de Oliveira Vaz (DF) e Fabio Pereira (TO).Renda e Público:
R$ 218.950,00 / 13.168 pagantes

agosto 8, 2010 Posted by | Goiás, Palmeiras | , | Deixe um comentário

Ceará e Atlético-GO não saem do zero a zero no Castelão

Vozão soma a sexta rodada sem vitória, enquanto o Dragão segue em último

Antes de a bola rolar neste domingo, no Castelão, o Ceará não vencia há cinco partidas, enquanto o Atlético-GO amargava a lanterna do Campeonato Brasileiro. Após 90 minutos de muitos passes errados e um futebol de baixa qualidade técnica, as equipes não saíram do 0 a 0 (assista aos principais lances da partida). Com o resultado, o Vozão soma 21 pontos, se mantém em terceiro lugar, porém amarga a sexta rodada sem saber o que é vencer, enquanto o Dragão segue em último na classificação, com apenas nove pontos em 13 jogos. Assim que o árbitro encerrou a partida, os torcedores do Ceará vaiaram o time e hostilizaram o técnico Estevam Soares, que desde que asumiu o time, na vaga de PC Gusmão, ainda não venceu.

No próximo sábado, o Ceará volta a campo contra o Flamengo, no Maracanã, às 18h30m (de Brasília) , enquanto o Atlético-GO recebe o Botafogo, no Serra Dourada, no mesmo dia e horário.

Em busca do esperado triunfo e para tentar se manter no G-4, o Ceará foi para cima do Atlético-GO que, com apenas um atacante, veio com a proposta de sair nos contra-ataques, na estreia do treinador René Simões. A primeira chance concreta aconteceu logo aos seis minutos, a favor do Vozão. Misael recebeu pela direita, após o arremesso lateral, cortou Daniel Marques e bateu colocado. Márcio não deu o rebote. Três minutos mais tarde, após o escanteio, Washington escorou de cabeça, e o arqueiro mais uma vez salvou os visitantes.

O time goiano conseguiu o primeiro chute a gol aos 12. Rodrigo Tiuí tentou uma jogada, na entrada da área, mas foi desarmado. No rebote, Robston pegou de primeira, sobre a meta de Diego. A quantidade de passes errados por parte das equipes era gritante. Aos 22, Rodrigo Tiuí recebeu de William, na área, e bateu de virada, sobre o gol de Diego. A forte marcação do atual campeão de Goiás dificultava a saída de bola do Ceará, irritando parte da torcida alvinegra.

A bola parada gerava as melhores chances para o Vozão. Aos 30, Tony cobrou falta na área. Pituca tentou cortar de cabeça e quase traiu o goleiro Márcio, atento no lance. Com três volantes, o meio de campo alvinegro tinha dificuldades na criação. Aos 35, Anderson aproveitou uma jogada de Washington, pegou a sobra na lateral da área e chutou cruzado, assustando mais uma vez a meta goiana. Em seguida, Misael fez fila na retaguarda rubro-negra, mas Márcio saiu firme aos pés do atacante.

O Ceará queria o gol ainda no primeiro tempo. Aos 40, após o escanteio, Careca escorou de cabeça, no primeiro pau, e Márcio espalmou. Na sequência, no contragolpe do Atlético-GO, Anaílson desceu pela esquerda, invadiu a área e caiu sobre a marcação. O árbitro, em cima do lance, mandou, corretamente, seguir lance. Quando o árbitro encerrou a primeira etapa, as vaias ecoaram no Castelão.

CEARÁ 0 X 0 ATLÉTICO-GO
Diego; Oziel (Clodoaldo), Fabrício, Anderson e Ernandes; Heleno, Michel, Careca (Erick Flores) e Tony; Washington e Misael (Camilo). Márcio; Victor Ferraz, Daniel Marques, Welton Felipe e Thiago Feltri (Erandir); Ramalho, Robston, Pituca, William (Elias) e Anaílson (Pedro Paulo); Rodrigo Tiuí.
Técnico: Estevam Soares Técnico: René Simões
Cartões amarelos: Careca, Fabrício e Erick Flores (Ceará); Daniel Marques, Robston e Márcio (Atlético-GO).
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP).
Auxiliares: Anderson José de Moraes Coelho (SP) e João Bourgalber Nobre Chaves (SP).
Local: Castelão, Fortaleza (CE). Público: 14.524 pagantes / 16.973 total. Renda: R$ 165.879,45.

agosto 8, 2010 Posted by | Ceará | | Deixe um comentário

Vasco recebe o Vitória para manter boa fase

Cariocas não perdem há cinco partidas. Baianos querem se recuperar da perda da Copa do Brasil

Vasco e Vitória se enfrentam neste domingo, às 18h30, em São Januário com objetivos iguais. Com 14 pontos na tabela de classificação (o Rubro-Negro leva vantagem apenas no saldo de gols), as duas equipes querem se afastar da fronteira com a zona de rebaizamento. Os cariocas estão invictos desde a chegada do técnico PC Gusmão, com duas vitórias e três empates. Os baianos, que perderam o título da Copa do Brasil na última quarta, querem se recuperar também da derrota na última rodada do Brasileirão, para o Botafogo, no Barradão.

Do lado vascaíno, a expectativa era pela escalação do chamado ‘Esquadrão Classe A’, formado por Felipe, Carlos Alberto, Zé Roberto e Éder Luís. O treinador PC Gusmão chegou a treinar com os quatro em campo, mas, nas atividades de sexta-feira, voltou a optar por uma formação com três volantes, colocando Rômulo no lugar de Éder Luís e deslocando Carlos Alberto para o ataque. Outra mudança é a substituição do lateral-esquerdo Carlinhos por Max, que é destro, mas joga pelos dois lados.

– A gente está trabalhando o Carlos Alberto em uma função mais avançada, pelas qualidades que eu já citei (facilidade na finalização e proteção de bola). O Zé Roberto e o Felipe vão ter liberdade para atuar na posição de segundo atacante. O Rômulo já é titular desde a primeira partida – disse.

Outra mudança confirmada pelo comandante cruzmaltino é a substituição do lateral-esquerdo Carlinhos por Max, que é destro, mas joga pelos dois lados.

– Quanto ao Max, ele já tinha feito gol no jogo-treino contra o Bangu, teve um desempenho muito bom e chegou várias vezes pelo lado do campo. Dentro do treinamento, pelo lado do Zé Roberto e do Felipe, teve um aproveitamento ótimo. Esperamos que não fique apenas no treinamento e que no jogo ele faça tudo aquilo que a gente sabe que ele pode – afirmou.

O jovem não esconde a felicidade pela oportunidade e se diz preparado para o novo desafio na carreira.

– É uma oportunidade que venho buscando faz muito tempo. Estou no profissonal desde o ano passado. Agora, é aproveitar a chance. A ficha ainda não caiu, mas na hora do jogo não vai ter problema. Quando eu pisar no gramado vou ver q chegou minha hora – ressaltou Max.

O Vitória vem ao Rio buscando virar definitivamente a página da perda do título da Copa do Brasil para o Santos. Com o foco voltado para o Campeonato Brasileiro, o rubro-negro baiano quer a vitória para entrar de vez na zona de classificação para a Copa Sul-Americana de 2011, competição na qual estreia na edição de 2010 no próximo dia 11 contra o Palmeiras.

Contra o time da Colina, o Leão não terá o goleiro Viafara, vetado após sofrer uma luxação no último dedo da mão direita. O jovem Lee, que se destacou na partida de ida contra o Santos, ganha nova chance.

Na lateral-direita, Nino ainda é dúvida. O jogador voltou a sentir lesão na coxa esquerda no jogo de quarta-feira e iniciou tratamento. No mais, a equipe deve ser a mesma que venceu o Peixe por 2 a 1 no Barradão, mas não levou a Copa do Brasil.

Novos contratados, o atacante Kléber Pereira e o lateral-esquerdo Eduardo ainda dependem de regularização e não devem estrear neste domingo.

FICHA TÉCNICA
VASCO X VITÓRIA-BA

Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 08/08/2010, às 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Wallace Nascimento Valente (ES)
Auxiliares: Márcio Eustáquio Santiago (FIFA/MG) e Guilherme Dias Camilo (MG)

VASCO: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Fernando e Max; Rafael Carioca, Nilton, Rômulo e Felipe; Carlos Alberto e Zé Roberto. Técnico: PC Gusmão

VITÓRIA: Lee; Jonas, Wallace, Roniê e Egídio; Neto, Bida, Elkeson e Ramon; Junior e Schwenck. Técnico: Ricardo Silva.

agosto 8, 2010 Posted by | Vasco da Gama, Vitória | , | Deixe um comentário

São Paulo junta os cacos para enfrentar o Atlético-PR

Tricolor ainda vive ressaca da eliminação na Libertadores e Furacão quer se distanciar da zona de rebaixamento

Os jogadores do São Paulo buscam forças para se reerguerem após a eliminação na Libertadores para o Fluminense e a saída do técnico Ricardo Gomes. E neste domingo, às 18h30, na Arena da Baixada, a equipe terá de enfrentar o Atlético-PR pelo Brasileirão.

Com 13 pontos, o Furacão está em 16º lugar na tabela, há um ponto e uma posição da zona de rebaixamento. Entretanto, uma vitória pode colocar o time na zona de classificação para a Sul-Americana, inclusive ultrapassando o Tricolor paulista. Porém, nem mesmo o fato de o adversário vir sem técnico e eliminado da Libertadores faz o treinador Paulo César Carpegiani acreditar em um jogo mais tranquilo.

– O ideal até era eles virem classificados, pois aí viriam mais tranquilos, com a moral elevada. Mas eles têm um grupo forte, temos que respeitá-los e será um jogo muito equilibrado. Eles não precisam mostrar serviço, mas uma mudança no comando técnico implica no comportamento dos jogadores – analisou ele.

Em campo o treinador terá dois problemas: o atacante Bruno Mineiro, suspenso, e o lateral-direito Wagner Diniz que, por estar emprestado pelo São Paulo, não pode enfrentar o seu ex-cube. Com isso, o Furacão saiu do 3-5-2 e vai no 4-4-2, com o zagueiro Leandro atuando improvisado na lateral-direita e Paulinho voltando à lateral-esquerda. Netinho ganha uma chance no meio-campo e o atacante Nieto fará sua estreia pela equipe, ao lado de Guerrón.

Após a eliminação na Libertadores, o São Paulo agora busca forças para reagir no Campeonato Brasileiro. Com a saída de Ricardo Gomes, o auxiliar Milton Cruz vai dirigir a equipe em Curitiba. Outro que deixou o clube foi o volante Hernanes, negociado com a Lazio (ITA).

A Libertadores era o grande objetivo do Tricolor. Agora, os jogadores terão de se concentrar no Brasileirão pois é o único caminho para voltar à competição preferida do clube. Atualmente na nona colocação, o Sampa está quatro pontos atrás do quarto colocado Ceará.

Marlos entra no lugar do não relacionado Dagoberto e forma a linha de frente com Fernandão e Ricardo Oliveira. Milton Cruz tem problemas para escalar a defesa. Alex Silva (dores no joelho esquerdo) e Xandão (dores no tornozelo direito) estão vetados para o duelo. Em seus lugares devem entrar Renato Silva e Samuel.

FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-PR X SÃO PAULO

Estádio: Arena da Baixada, Curitiba (PR)
Data/hora: 8/8/2010 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (Fifa-RJ) e Marco Aurélio Pessanha (RJ)

ATLÉTICO-PR: Neto, Leandro, Manoel, Rhodolfo e Paulinho; Chico, Vitor, Paulo Baier e Netinho; Guerrón e Nieto. Técnico: Paulo César Carpegiani.

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Renato Silva, Miranda e Samuel (Casemiro); Jean, Rodrigo Souto, Cleber Santana, Marlos e Junior Cesar; Fernandão e Ricardo Oliveira. Técnico: Milton Cruz.

agosto 8, 2010 Posted by | Atlético-PR, São Paulo | , | Deixe um comentário

Corinthians enfrenta o Flamengo para voltar à liderança

O Rubro-Negro espera a volta a vencer após três jogos

O Corinthians recebe o Flamengo, neste domingo, às 16h, no Pacaembu, para tentar voltar à liderança do Brasileirão. Após o empate com o Palmeiras, em 1 a 1, na última rodada, o Timão foi ultrapassado pelo Fluminense na tabela, mas se manteve na cola do Tricolor, apenas um ponto atrás do líder. Por sua vez, o Rubro-Negro espera voltar a vencer no Campeonato Brasileiro, já que isso não ocorre há três rodadas.

A principal baixa da equipe para a partida é Bruno César, que tomou o terceiro cartão amarelo no jogo contra o Verdão. O atacante Ronaldo, que ainda se recupera de lesão, também não joga. Apesar de perder seu principal meia para a partida deste domingo, o técnico Adilson Batista não lamenta a ausência do novo camisa 10 do Timão.

– É um jogador importante, que vem fazendo gols. Tem talento, tem dinâmica, mas não costumo lamentar ausência. Vamos trabalhar, passar confiança para os outros e depois ele volta – afirmou.

Sem Bruno César, Adilson deve montar um esquema com três atacantes para a partida. Dentinho, que cumpriu supensão na partida contra o Palmeiras, entra no lugar do meia e completa o ataque alvinegro com Iarley e Jorge Henrique. Mas Adilson não quis confirmar a mudança para o esquema 4-3-3 e preferiu deixar o treinador do Flamengo, Rogério Lourenço, com essa dúvida.

– Usei essa formação duas vezes, mas usei uma outra com Danilo, então deixa o Rogério pensando um poquinho lá. Tenho ideia do que colocar em campo, já foi usado isso (4-3-3) aqui anteriormente, com Mano Menezes, pode ser usado sem problema nenhum – disse o treinador.

Outra mudança em relação à última partida é o retorno de Roberto Carlos ao time titular, após cumprir suspensão. Leandro Castán sai para a entrada do lateral-esquerdo.

Correa é o único desfalque do Flamengo

Ainda sem poder contar com os reforços Leandro Amaral e Renato, o técnico Rogério Lourenço praticamente vai confirmar o mesmo time do clássico contra o Vasco, no último domingo. A única baixa, entretanto, é o desfalque de Correa, suspenso por ter tomado o terceiro cartão amarelo. Fernando deve ser escalado no meio de campo ao lado de Willians.

Sem vencer há três partidas no Campeonato Brasileiro, o técnico Rogério Lourenço acredita que o triunfo na casa do rival e um dos líderes do campeonato, fará com que o time embale nos próximos jogos.

Especulado em um troca envolvendo Gilberto Silva, do Panathinaikos, Kleberson, grande destaque da segunda partida das oitavas de final da Libertadores, na qual o Timão foi eliminado pelo Flamengo, diz que não haverá sentimento de revanche por parte dos jogadores do adversário.

– Revanche não, pois a competição é completamente diferente. Vamos enfrentar o time que está brigando pela liderança. Quando existe um jogo entre Flamengo e Corinthians é sempre um clássico – disse o volante.

Ao que tudo indica, Cristian Borja e Val Baiano formarão a dupla de ataque novamente. Nos coletivos durante a semana, os dois jogadores vêm ganhando chance de Rogério. Há a possibilidade de Vinícius Pacheco ocupar o setor ao lado de Val Baiano.

FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS X FLAMENGO

Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 8/8/2010 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes/PR(FIFA)
Auxiliares: Roberto Braatz/PR(FIFA), Gilson Bento Coutinho/PR

CORINTHIANS: Julio Cesar; Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Jucilei e Elias; Dentinho, Iarley e Jorge Henrique. Técnico: Adilson Batista.

FLAMENGO: Marcelo Lomba, Léo Moura, Jean, Ronaldo Angelim e Juan; Fernando, Willians, Kleberson e Petkovic; Borja e Val Baiano. Técnico: Rogério Lourenço.

agosto 8, 2010 Posted by | Corinthians, Flamengo | , | Deixe um comentário

Visando a recuperação, Palmeiras e Goiás duelam

Equipes têm séries negativas sem vitórias. Felipão ainda não venceu no comando do Alviverde

Recuperação. É com este pensamento que Palmeiras e Goiás entram em campo nesta domingo, às 16h, no Estádio Serra Dourada. Enquanto o Verdão ainda busca sua primeira vitória sob o comando do técnico Felipão, o Esmeraldino tenta a recuperação com Emerson Leão, que não vive boa fase.

No Alviverde, que ainda não venceu nos quatro jogos cob o comando de Felipão (uma derrota e três empates), o principal desfalque será o meia Lincoln, que sofreu uma lesão no músculo adutor da coxa direita, e só deve retornar aos gramados em dez ou 15 dias. Em sue lugar, o jovem tinga, de apenas 19 anos, deve começar a partida jogando.

Luiz Felipe Scolari ainda tem uma dúvida para escalar o Verdão. O goleiro Marcos, que vem se recuperando de uma artroscopia no joelho esquerdo e não atuou no clássico contra o Corinthians, ainda é dúvida. Caso fique fora, Deola é, novamente, o titular.

Vitor, que atuou no Goiás por quatro temporadas, alertou os palmeirenses sobre o perigo de se atuar no Serra Dourada.

– O Goiás não vive um bom momento, mas não podemos nos iludir. O time deles é bom, e o campo grande e o calor são favoráveis a eles. A nossa dedicação precisa ser a mesma dos outros jogos – garantiu.

De volta ao Campeonato Brasileiro, após o empate de 1 a 1 com o Grêmio pela Sul-Americana, o Goiás terá mudanças na equipe que enfrenta o Palmeiras. Com a punição de Rafael Moura, o técnico Emerson Leão, que também não poderá comandar a equipe de dentro do campo, tem uma dor de cabeça para escolher entre dois artilheiros: Pedrão e Felipe, que entraram bem na última partida.

Pedrão estreou bem com a camisa esmeraldina e chegou até a balançar as redes adversárias, mas o gol acabou anulado pelo impedimento marcado corretamente. O jogador mostra nos treinos que está melhor fisicamente do que Felipe e pode ser a escolha natural de Leão para a posição, já que o treinador sempre desejou a liberação do jogador após a Copa do Mundo.

Já Felipe voltou aos gramados após quase 3 meses, depois de se recuperar de duas lesões seguidas que o impediram de atuar. O jogador aprovou sua reestréia pela equipe esmeraldina e revelou que ficou um pouco chateado com o que se falou durante a recuperação para lesão, mas agora espera se doar ao máximo para o que o time precisar.

– Fico chateado porque escuto muita coisa que vem de fora e eu não sou assim. Nunca tive uma lesão tão grave no joelho como essa recentemente. Consegui participar bem no retorno e agora é voltar a participar dos jogos, pegar um ritmo maior e me dedicar sempre – afirmou o artilheiro.

FICHA TÉCNICA:

GOIÁS X PALMEIRAS

Estádio: Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data/hora: 8/8/2010 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF)
Auxiliares: Cesar Augusto de Oliveira Vaz (DF) e Fábio Pereira (TO)

GOIÁS: Harlei, Carlos Alberto (Douglas), Toloi, Ernando e Júnior; Jonílson, Amaral, Wellington Monteiro e Bernardo; Everton Santos e Pedrão. Técnico: Emerson Leão.

PALMEIRAS: Deola; Vitor, Maurício Ramos, Danilo e Armero; Edinho, Pierre, Márcio Araújo e Patrik; Ewerthon e Kleber. Técnico: Felipão.

agosto 8, 2010 Posted by | Goiás, Palmeiras | , , | Deixe um comentário