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Pai sobre Elano: ‘Ele não está nada bem’

Por telefone, seu Gera fica pessimista sobre recuperação do filho

A situação de Elano é bastante preocupante. Mesmo com apenas um problema sem gravidade, segundo o médico José Luiz Runco, o meia caminha para desfalcar a equipe pela terceira vez consecutiva, desta vez contra a Holanda.

Ouvido pela reportagem do LANCENET!, Geraldo Blumer, pai do jogador, foi pessimista em relação ao seu retorno na sexta-feira.

– Ele não está nada bem, viu? Ia para o hospital fazer novos exames quando conversamos. Não aguenta nem chutar e nem correr – disse seu Gera, que mantém contato diário com o filho por telefone.

Nesta terça-feira, no treino realizado no campo de golfe do Randpark Golf Club, o camisa 7 saiu da movimentação antes dos demais atletas. Era um treino físico para quem não encarou os chilenos. O brasileiro mostrava não estar bem. Caminhando lentamente, conversou com o preparador físico Paulo Paixão e seguiu para o hotel. Segunda, após o jogo contra o Chile, Runco disse que a chance dele jogar contra a Holanda era de 9,5 ou 10.

As dores no tornozelo direito são em decorrência de pancada recebida contra a Costa do Marfim.

– Ele e todo mundo lá (da comissão técnica) acha que ele não joga na sexta. Dificilmente pega a Holanda – disse seu Gera.

junho 29, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Seleção brasileira., Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | | Deixe um comentário

FOTOS: Paraguaios e musa Larissa alucinados com classificação inédita

Milhares de torcedores comemoram vitória sobre o Japão em Assunção; houve pequenos tumultos que resultaram na detenção de 20 pessoas

Paraguaias vão à loucura com o pênalti convertido por Cardozo, que deu ao time guarani a vaga para as quartas de final. O site do jornal ABC resumiu o sentimento em sua página: “Parem de sofrer! O Paraguai está nas quartas!” (Foto: Reuters)
Torcida Assunção Paraguai
29/06/2010 20h09 – Atualizado em 29/06/2010 21h44

Larissa Riquelme, musa e amuleto do Paraguai, não poderia faltar na festa. Alguém viu o celular da moça? No sutiã é que não está… (Foto: Agência Reuters)

larissa riquelme assunção paraguai

Paraguaias vão à loucura com o pênalti convertido por Cardozo, que deu ao time guarani a vaga para as quartas de final. O site do jornal ABC resumiu o sentimento em sua página: “Parem de sofrer! O Paraguai está nas quartas!” (Foto: Reuters)

Torcida Assunção Paraguai

junho 29, 2010 Posted by | Futebol Sulamericano | , , , , , | Deixe um comentário

Especialista em duelos entre Brasil e Holanda, Zagallo alerta sobre Robben

Velho Lobo faz uma análise do confronto das quartas de final. Nas três vezes em que as seleções se enfrentaram em Copas do Mundo, lá estava ele

Mário Jorge Lobo Zagallo. Poucos podem resumir como ele o quanto é duro um jogo decisivo de Copa do Mundo entre Brasil e Holanda. Nas três vezes em que as seleções se esbarraram, estava no banco de reservas. Ganhou mais do que perdeu, que fique claro. Em 1974, quebrou a cabeça para tentar conter um time fantástico, sofreu, lutou, mas saiu derrotado. Comemorou em outras duas oportunidades: 1994 e 1998.

– A Holanda tem demonstrado sempre que é um adversário difícil para nós, como foi em 74, 94 e 98 – lembra, por telefone.

O quarto confronto será na próxima sexta-feira, em Porto Elizabeth. A Laranja atual é diferente daquelas que Zagallo enfrentou. É menos encantadora e mais pragmática. Inspira cuidados de qualquer forma. O Velho Lobo, que tem assistido a todos os jogos do Mundial da África do Sul, diz que a Holanda está sempre no caminho brasileiro e faz um alerta sobre um jogador em especial.

– Eles têm bons jogadores, principalmente o Robben, o camisa 11 (atacante). Eles ficam como se não quisessem nada, mas fazendo marcação próxima, com o grupo todo atrás. Quando roubam a bola, partem em velocidade. O Robben recebe passe em diagonal na direita, faz o drible para dentro e chuta com a canhota. Ele marcou um gol contra a Eslováquia e quase fez um segundo. A jogada mais importante é essa, que deve ser feita nas costas do Michel (Bastos). Não podemos dar chance e temos de tomar conta do Robben. Mas também há o Sneijder, o camisa 10, que sabe jogar. O Elia também é um jogador hábil, que tenta o drible e vai para cima – frisou.

Com a confiança de sempre, Zagallo acredita que a seleção brasileira tem plenas condições de avançar contra um adversário forte. Especialmente pelo crescimento do trio ofensivo com Kaká, Robinho e Luis Fabiano.

– O Brasil tem de saber encontrar os espaços quando roubar a bola. Se a Eslováquia, que era um time que não sabia penetrar, conseguiu chances de empatar o jogo que era mais dos holandeses, nós temos mais condições, pelo time, pelo conjunto. Estamos em vantagem. Perdemos uma vez e ganhamos duas em Copas. Sabemos que o Brasil está em evolução técnica e tática. Pode ser um jogo difícil, mas o time tem condições de ganhar – opinou.

Memórias de Zagallo: Brasil x Holanda em Copas

Em 74 e 98, Zagallo enfrentou os holandeses como treinador. Em 94, era coordenador técnico da seleção brasileira. Dava suporte ao técnico Carlos Alberto Parreira. Guarda muitos momentos de emoção deste confronto.

1974: Holanda 2 x 0 Brasil

Laranja Mecânica, Carrossel Holandês… foram vários os nomes dados àquele timaço vice-campeão, que eliminou o Brasil nas semifinais por 2 a 0, gols de Neeskens e Cruyff, mas perdeu a final para a anfitriã, a Alemanha de Franz Beckenbauer.

Fala, Velho Lobo: “Apesar de termos saído tricampeões em 70, perdemos a base do time para a Copa de 74. Enfrentamos a melhor equipe naquele momento. Era a base do time do Ajax, a famosa Laranja Mecânica, que tinha um time de tática, de técnica, jogadores considerados craques, inteligentes. Foi uma seleção que inovou com uma mudança tática dentro do futebol mundial. Digo isso porque foi a melhor seleção que a Holanda teve em Copas do Mundo. Eles se agrupavam para fazer a linha de impedimento. Quando alguém pegava a bola, eles fechavam para tomar conta dela. Se você quisesse passar, tinha que ser para quem viesse de trás. Se tentasse na frente, os atacantes ficavam impedidos. Conseguimos em duas chances no primeiro tempo, poderíamos ter feito dois gols, mas não fizemos. Depois eles fizeram dois gols. Não vi outra equipe tentar fazer aquela movimentação. A Holanda de 74 taticamente foi a melhor equipe dentro do futebol mundial. O Brasil em 70 foi fabuloso, mas jogando aquilo que nós estávamos acostumados a fazer.”

1994: Brasil 3 x 2 Holanda

Nos Estados Unidos, a seleção fez o jogo das quartas de final parecer fácil quando abriu dois gols de vantagem com Romário e Bebeto. Só que Bergkamp e Winter empataram. Até que Branco brilhou, aos 36 minutos do segundo tempo. O tetra estava a caminho.

Fala, Velho Lobo: “Parecia que estava definido. Parreira e eu estávamos no banco, nos olhamos e demos aquele suspiro de alívio. Quando menos se esperava, eles empataram o jogo no segundo tempo, fizeram 2 a 2. Felizmente nós tivemos uma cobrança maravilhosa do Branco, de longa distância. A bola ainda bateu na trave por dentro, no cantinho. Acabamos ganhando o jogo por 3 a 2 num sufoco tremendo”.

1998: Brasil 1 (4) x 1 (2) Holanda

Quatro anos depois, na França, um reencontro épico. A Laranja Mecânica foi adversária brasileira nas semifinais da Copa. No tempo normal, Ronaldo abriu o placar, e o perigoso Kluivert empatou no fim. A igualdade persistiu na prorrogação. Nos pênaltis, Taffarel brilhou e defendeu duas cobranças.

Fala, Velho Lobo: “A Holanda vai ser sempre uma pedra na nossa chuteira. Em 98, ganhávamos o jogo e tomamos o gol aos 44 do segundo tempo. Depois veio a prorrogação, e o jogo foi para os pênaltis. Ficou aquela imagem em que eu converso com cada um em campo, dizendo que ganharíamos novamente. Disse que havíamos vencido em 94 e que conseguiríamos de novo. Acabamos ganhando”.

Holanda atual lembra a de 1998

Zagallo considera a Holanda de 1974 incomparável. Única, segundo ele. Para o tetracampeão mundial, a equipe de 2010 é menos talentosa, mas lembra um pouco a de 1998, principalmente por ser igualmente difícil.

– Está mais perto do time de 1998, com essa jogada em que roubam a bola e saem numa velocidade impressionante. As duas foram difíceis. Tanto a de 1994 quanto a de 1998. Foram jogos dificílimos. Se é difícil para nós ganharmos, tenho certeza de que será muito mais para eles – afirmou, com a velha e inabalável confiança.

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Espanha fura bloqueio defensivo de Portugal e vence duelo ibérico

Villa marca no 1 a 0 na Cidade do Cabo, alcança Higuaín e Vittek na artilharia e classifica a Fúria para enfrentar o Paraguai nas quartas de final

No duelo ibérico mais importante da história, a criatividade prevaleceu sobre a eficiência defensiva. A Espanha dominou Portugal durante todo o jogo na Cidade do Cabo e, se venceu por apenas 1 a 0, foi porque o goleiro Eduardo evitou um resultado mais amplo. David Villa marcou o gol da partida, seu quarto na Copa do Mundo, e se juntou ao argentino Higuaín e ao eslovaco Vittek como artilheiros da Copa do Mundo.

Após um início ruim na competição, com derrota para a Suíça, a Espanha teve um desempenho mais compatível com seu status de campeã europeia. Agora vai enfrentar o Paraguai nas quartas de final, em partida às 15h30m (de Brasília) de sábado, no estádio Ellis Park, em Joanesburgo. Portugal, que sempre contou com grande torcida na Cidade do Cabo, despede-se da África do Sul após sofrer um único gol em quarto partidas. Xavi foi eleito o craque do jogo, em votação popular no site da Fifa.

Blitz espanhola no início

Diante do ótimo desempenho defensivo de Portugal neste Mundial, os espanhóis entraram em campo dispostos a não dar tempo para o adversário respirar e se arrumar em campo. Foi uma blitz. Em 12 minutos, tiveram 70% de posse de bola e concluíram quatro vezes a gol, em três delas obrigando Eduardo a espalmar a bola. A defesa lusa cometia erros bobos de marcação, permitindo até que Torres recebesse passe rasteiro numa cobrança de escanteio e virasse para chutar sem dominar a bola.

Até então apagado na competição, o atacante do Liverpool ainda sofreu um pênalti não marcado, numa das vezes em que ficou mano a mano com Coentrão na ponta. Os 12 minutos iniciais foram um resumo da Espanha na Copa, com muita presença ofensiva e pouca eficiência na finalização. Portugal se segurou e ajustou sua marcação, não passando por outro susto até o intervalo. A Espanha virava a bola de um lado para o outro, buscava acionar Villa e Torres nas pontas, mas falhava no passe que acionaria os atacantes pelo meio.

As chances se sucediam, e aos 17 minutos veio o gol. E bem ao estilo espanhol: uma rápida troca de passes, com Xavi usando o calcanhar para deixar Villa na cara de Eduardo. Também ao estilo espanhol foi a conclusão, sofrida: o atacante precisou chutar duas vezes para encontrar a rede, marcando pela quarta vez na Copa. Foi também a primeira vez que Eduardo buscou uma bola em sua meta, acabando com a invencibilidade da defesa de Portugal.

Em desvantagem no placar, os lusos pouco fizeram até o fim da partida para buscar o empate. Foi a Espanha, na verdade, que esteve mais perto de um gol. E só não fez o segundo porque esbarrou em Eduardo, que fez difícil defesa em chute cruzado de Sergio Ramos e espalmou com plasticidade uma bomba de Villa. Especialistas em manter a posse de bola, os espanhóis praticamente colocaram na roda o adversário, que não encontrou forças para uma marcação mais eficiente. E os portugueses ainda tiveram Ricardo Costa expulso no fim, por um lance na área com Capdevilla.

ESPANHA 1 X 0 PORTUGAL
Casillas, Sergio Ramos, Puyol, Piqué e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso (Marchena), Xavi e Iniesta; Torres (Llorente) e Villa (Pedro). Eduardo, Ricardo Costa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Coentrão; Pepe (Pedro Mendes), Tiago e Raul Meireles; Simão (Liedson), Hugo Almeida (Danny) e Cristiano Ronaldo.
Técnico: Vicente del Bosque. Técnico: Carlos Queiroz.
Gols: Villa, aos 17 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Xabi Alonso (Espanha); Tiago (Portugal). Cartão vermelho: Ricardo Costa (Portugal).
Estádio: Green Point (Cidade do Cabo). Data: 29/06/2010. Árbitro:Hectos Baldassi (ARG). Assistentes: Ricardo Casas (ARG) e Hernán Maidana (ARG). Público: 62.955.

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Modelo paraguaia Larissa Riquelme faz sucesso na copa

CLIQUE NA FOTO E VEJA TODAS AS FOTOS  DA MODELO PARAGUAIA

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Espanha e Portugal decidem a última vaga nas quartas de final da Copa do Mundo

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Espanha e Portugal fazem mais um clássico europeu pelas oitavas de final da Copa do Mundo da África do Sul. As seleções se enfrentam nesta terça-feira, às 15h30 (de Brasília), no Estádio Green Point, na Cidade do Cabo (AFS). Os técnicos das duas equipes não fazem mistério sobre as escalações e colocarão em campo o que as equipes tem de melhor.

A Fúria chegou em solo africano como a grande favorita à conquista do título Mundial. Após um susto na estreia, quando perdeu para a Suíça por 1 a 0, venceu Honduras e Chile, conseguindo o primeiro lugar do Grupo H da competição.

O técnico, Vicente del Bosque, prega muito respeito ao adversário e lembra que os portugueses não tem apenas Cristiano Ronaldo para fazer a diferença.

– Portugal é uma grande equipe e não tem só o Cristiano Ronaldo. Ele é um dos melhores, é verdade, não podemos esquecer que os portugueses ainda não sofreram nenhum gol neste Mundial e é a única seleção que conseguiu isso. Isto mostra que têm uma equipa sólida e não apenas individualidades: o seu jogo baseia-se na solidez defensiva, o contra-ataque e muita velocidade. Acredito em um jogo muito difícil, como todos os outros até o final da competição. Só sobraram as melhores – disse o comandante espanhol.

O ataque formado por Fernando Torres e David Villa é um dos trunfos do treinador para sair com a vitória. O primeiro chegou na Copa ainda se recuperando de lesão no joelho, mas desde a última partida, contra o Chile, é titular. Capdevila e Xabi Alonso, que chegaram a ser dúvidas, estão confirmados.

Pelo lado de Portugal, o discurso é de confiança contra uma das seleções favoritas ao título. Depois do empate com o Brasil, os lusitanos provaram a si mesmos serem capazes de jogar de igual para igual com qualquer adversário na África do Sul. Tanto é que o técnico Carlos Queiroz prepara uma formação mais ofensiva do que aquela que enfrentou os pentacampeões do mundo.

– Vai ser um encontro muito difícil entre duas equipes com um estilo de futebol muito próximo. Acho que vai ser um grande jogo, com futebol técnico, com muita velocidade e grandes finalizadores. Só uma coisa conta: ir para a frente. Neste tipo de jogo, temos de correr riscos – afirmou o treinador.

Cristiano Ronaldo, que reclamou na última partida de ter ficado isolado na frente, dessa vez não deverá sofrer do mesmo mal. Hugo Almeida volta para o time e Simão entrará pela direita. Deco já está em condição de jogo e disputa posição com Tiago.

Na história do confronto entre as seleções, a vantagem é toda da Espanha. Foram 15 vitórias da Fúria, 12 empates e cinco vitórias de Portugal. Os espanhóis fizeram 71 gols e sofreram 37.


FICHA TÉCNICA:
ESPANHA X PORTUGAL

Estádio: Green Point, Cidade do Cabo (AFS)
Data/hora: 29/6/2010 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Hector Baldassi (ARG)
Auxiliares: Ricardo Casas (ARG) e Hernan Maidana (ARG)

ESPANHA: Casillas, Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso, Xavi e Iniesta; Fernando Torres e Villa
Técnico: Vicente del Bosque

PORTUGAL: Eduardo, Ricardo Costa, Bruno Alves, Ricardo Carvalho e Fábio Coentrão; Pepe, Raúl Meireles e Tiago (Deco); Simão, Cristiano Ronaldo e Hugo Almeida.
Técnico: Carlos Queiroz.

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Paraguai vence Japão nos pênaltis e faz história

Vitória por 5 a 3 garante aos sul-americanos passagem inédita para as quartas de final

No pior jogo das oitavas de final desta Copa do Mundo, só mesmo a disputa por pênaltis para sair gols e definir a vitória do Paraguai por 5 a 3 sobre o Japão nesta terça-feira, em Pretória, após 0 a 0 no tempo normal, o que garantiu a classificação para as quartas de final. A campanha já é histórica, pois é a primeira vez que os paraguaios conseguem chegar tão longe na competição mais importante do futebol.

Assista os Gols | Confira a tabela

Na disputa por pênaltis, as duas seleções vinham batendo bem até que Komano, o terceiro do Japão a cobrar, chutou no travessão. Já os paraguaios converteram todas as cinco penalidades e garantiram a classificação.

As duas seleções sabiam que podiam fazer história em seus países, mas não foi isso que mostraram no primeiro tempo. Talvez pelo nervosismo ou pressão, Paraguai e Japão se respeitaram muito e arriscaram quase nada, com medo de sofrer um gol. Ao todo, apenas duas chances para cada lado de abrir o placar.

Apesar de o início em velocidade do Japão, o Paraguai manteve a posse de bola, só que sem tentar o gol, enquanto os asiáticos se seguraram na defesa de olho no contra-ataque. O jogo esquentou aos 20 minutos, quando as duas seleções tiveram suas melhores chances.

Primeiro, Barrios recebeu na área, driblou o marcador e chutou. O goleiro Kawashima fez boa defesa com os pés. Em seguida, o contra-ataque japonês e Matsui soltou a bomba no travessão. Quem pensou que o jogo iria começar para valer, enganou-se. Mais uma finalização perigosa para cada lado e só. Seria necessário muito mais para alguém vencer.

Pode-se dizer que as duas equipes voltaram para o segundo tempo com mais vontade de vencer, o que não significa que melhoraram. O Paraguai seguiu com maior posse de bola, mas o Japão equilibrou e também se arriscou mais em busca do gol. Mas ainda faltava a coragem de partir para cima nos dois lados.

O Paraguai não conseguiu fazer valer a sua melhor técnica e abusou dos chutões. Já o Japão compensou sua inferioridade com muita vontade e correria em busca da bola. Futebol quase não se viu. E o jogo foi se arrastando, passaram-se os minutos, os asiáticos pressionaram, os paraguaios também, mas poucos chutes e… Prorrogação!

MAIS 30 MINUTOS

E finalmente, após longos 90 minutos, um pouco de emoção. O Japão mostrou estar melhor fisicamente, mas foi o Paraguai quem saiu em busca do gol no primeiro tempo da prorrogação. Barrios e Valdez levaram perigo em uma cabeçada defendida por Kawashima, e Barreto também desperdiçou umaa chance. A resposta veio em uma falta de Honda, que obrigou Villar a espalmar.

Com o passar do tempo, as equipes ficaram cansadas e diminuíram a marcação, o que tornou o jogo mais aberto. O que não quer dizer que fez com que saísse um gol. Na verdade, Paraguai e Japão poderiam jogar o dia todo que o placar seria o mesmo. Resultado: primeira disputa por pênaltis na Copa do Mundo.

FICHA TÉCNICA
PARAGUAI 0 (5) X 0 (3) JAPÃO

Local: Loftus versfeld, em Pretória (AFS)
Data/hora: 29/6/2010 – 11h (em Brasília)
Árbitro: Frank De Bleeckere (BEL)
Assistentes: Peter Hermans (BEL) e Walter Vromans (BEL)
Cartão Amarelo: Rivero (PAR); Matsui, Nagatomo, Honda, Endo (JAP)
Cartão Vermelho: –
Gol: –
Pênaltis:
Paraguai: Barreto, Barrios, Riveros, Valdez e Cardozo acertaram todos
Japão: Endo, Hasabe, Honda converteram e Komano perdeu o terceiro pênalti

Paraguai: Villar, Bonet, Da Silva, Alcaraz e Morel Rodríguez; Ortigoza (Barreto, 29’/2ºT), Vera e Riveros; Santa Cruz (Cardozo, 3’/1ºT da prorrogação), Benítez (Valdez, 14’/2ºT) e Barrios. Técnico: Gerardo Martino.

Japão: Kawashima, Komano, Nakazawa, Túlio Tanaka e Nagatomo; Abe (Kengo Nakamura, 35’/2ºT), Matsui (Okazaki, 20’/2ºT), Endo, Hasebe e Okubo (Tamada, intervalo da prorrogação); Honda. Técnico: Takeshi Okada.

Fonte: LanceNet

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