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Inglaterra chega no limite contra a Eslovênia

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Só vitória garante English Team nas oitavas de final

Necessitando desesperadamente da vitória para seguir sonhando com o bicampeonato mundial, a Inglaterra encara a Eslovênia, nesta quarta-feira, às 11h, em Porto Elizabeth.

Desde o empate em 0 a 0 com a Argélia, o clima não é de leveza entre os comandados de Capello. Desentendimentos via imprensa e reclamações foram a tônica do English Team nos últimos dias.

O zagueiro John Terry chegou a afirmar publicamente que Capello deveria escalar o apoiador Joe Cole, do Chelsea, o que foi classificado pelo treinador italiano como um grande erro cometido pelo jogador. Capello chegou a bradar de que aquilo era uma Copa do Mundo, não um período de férias.

Em seguida, Terry fez seu mea culpa:

– Eu fui para a coletiva com a intenção de ser honesto. Fui questionado sobre o Joe Cole e acabei indo longe demais. Mas nunca foi a minha intenção chatear o técnico e os outros jogadores – desculpou-se o jogador.

Além da sombra da eliminação precoce, o técnico também convive com a iminência de uma demissão. Caso seja eliminado na fase de grupos, o mais provável que ele seja destituído do cargo, o que renderia à Federação Inglesa de Futebol (FA) um custo de cerca de R$ 26 milhões por quebra de contrato.

Do lado esloveno, a responsabilidade é bem menor. Na liderança do grupo, com quatro pontos, a equipe precisa de apenas um empate para garantir vaga nas oitavas.

Robert Koren, capitão da equipe, vê no baixo rendimento das estrelas inglesas as maiores chances do time na busca pela vaga.

Já o técnico Matjaz Kek exaltou o orgulho que sente o povo esloveno com a campanha do time:

– A nação inteira está unida em torno de nós, queremos que continuem conosco.

FICHA TÉCNICA:
ESLOVÊNIA X INGLATERRA

Estádio: Nelson Mandela Bay, Port Elizabeth (AFS)
Data/hora: 24/6/2010 – 11h00 (de Brasília)
Árbitro: Wolfgang Stark (Alemanha)
Auxiliares: Mike Pickel e Jan-Hendrik Salver (Alemanha)

ESLOVÊNIA: Samir Handanovic; Brecko, Suler, Cesar, Jokic; Birsa, Koren, Radosavljevic, Kirm; Novakovic e Ljubijankic. Técnico: Matjaz Kek.

INGLATERRA: James; Johnson, Upson, Terry, Ashley Cole; Lennon, Gerrard, Lampard, Barry; Rooney e Heskey. Técnico: Fabio Capello

junho 22, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , | Deixe um comentário

Sem show do capitão Messi, mistão da Argentina vence e pega o México

Em dia de coincidências para Maradona, hermanos jogam o suficiente para fazer 2 a 0 na Grécia e avançar com moral para as oitavas de final

Mesmo sem show de Lionel Messi, que só acordou apenas nos minutos finais e acertou uma bola na trave, o mistão da Argentina fez o seu papel nesta terça-feira, venceu a Grécia por 2 a 0 em Polokwane e garantiu a liderança do Grupo B da Copa do Mundo, com gols de Demichelis e Palermo. Assim, o time de Diego Maradona vai enfrentar o México nas oitavas de final, no próximo domingo, no Soccer City.

Após duas boas partidas na África do Sul, o canhoto e baixinho Messi entrou em campo com a camisa 10 azul da Argentina, pressionado para relembrar os melhores dias do uniforme na pele de Maradona. Sem Mascherano, ganhou até a braçadeira de capitão, como voto de confiança do treinador, antigo dono do posto. Há exatos 24 anos, o Pibe usou o uniforme reserva dos hermanos e marcou dois gols históricos contra a Inglaterra, nas quartas do Mundial no México (um de placa e a “Mão de Deus”). Em 1994, fez seu último tento – com a mesma camisa – em Copas na goleada de 4 a 0 sobre os gregos.

Aos 22 anos, Messi tornou-se o capitão mais jovem da história argentina em Mundiais, superando Passarella, que em 1978 tinha 25. Na Copa de 1986, Maradona foi o capitão com 26. O Pibe cumpriu a promessa de poupar seus jogadores (só Samuel está machucado e Gutierrez suspenso) e escalou apenas quatro titulares: Messi, o goleiro Romero, o zagueiro Demichelis e o meia Verón, recuperado de lesão.

Antes de a bola rolar, um momento família. Carlitos Tevez, que não jogou, foi até a torcida e pegou a filha no colo. Dentro do gramado, virou a menina de cabeça para baixo, colocou nas costas, caminhou de mãos dadas e se divertiu

Do outro lado, o técnico Otto Rehhagel não queria saber de diversão. Ainda confiante na classificação, ele não se expôs diante do time B de Don Diego: deixou Samaras solitário no ataque e armou sua retranca, com Sokratis na cola de Messi.

Se a intenção dos gregos era amarrar o jogo, o primeiro tempo foi um sucesso: pouca coisa aconteceu no gramado em Polokwane. Os primeiros lances de perigo só vieram aos 17 minutos, quando o goleiro Tzorvas fez duas boas defesas em chutes de Agüero (dentro da área) e Verón (fora dela).

Messi só deu as caras aos 22, quando driblou Sokratis e levou a primeira pancada do dia. Por falar em pancada, Papadopoulos levou a pior numa dividida e deixou o campo com a boca sangrando. Voltou com um gigantesco chumaço de algodão na boca.

Como a Grécia não incomodou durante todo o primeiro tempo, a Argentina resolveu agir. Tudo bem que as duas melhores chances só vieram aos 45 minutos. Primeiro com Máxi Rodriguez, que recebeu livre na área e bateu para a defesa de Tzorvas. O goleiro apareceu de novo logo em seguida, espalmando para escanteio um chute de Messi, que deu um corte seco no zagueiro e bateu de fora da área.

Na saída para o intervalo, Maradona não parecia nada satisfeito. Ao contrário dos dois primeiros jogos, quando cumprimentou todos os jogadores, caminhou direto para o túnel com cara de poucos amigos.

Logo no segundo minuto da etapa final, Demichelis deixou o Pibe mais zangado ainda. Após falhar grosseiramente no gol da Coreia do Sul na rodada passada, o camisa 2 caiu sentado em disputa de bola com Samaras, que recebeu lançamento longo, passou pelo zagueiro, invadiu a área e bateu cruzado, rente à trave de Romero. Do lado de fora, Maradona só cruzava os braços.

Os gregos apostavam em Samaras contra a duvidosa defesa argentina. Mas o camisa 7 ficava sozinho na frente, recebendo chutões. Do outro lado, Messi rodava de um lado para o outro. Parecia procurar Tevez, Di Maria, Higuaín… chegou a trombar com Maxi Rodríguez, que não saiu de sua frente em uma jogada aos oito. Quatro minutos depois, o outro Rodríguez, Clemente, arriscou de longe, para fora.

A torcida argentina, maioria entre os 38.891 presentes no estádio Peter Mokaba, se empolgou. Mas os hermanos só voltaram a ter uma chance dez minutos depois. A antepenúltima de Messi. Em uma falta de longe, o camisa 10 bateu bem, e Tzorvas salvou.

O gol argentino começou a amadurecer aos 24. Verón cobrou escanteio, Demichelis raspou de cabeça, a bola ficou com Bolatti na pequena área e o volante chutou em cima do goleiro. Cinco minutos depois, uma cena digna de “Trapalhões” na defesa grega. Tzorvas chutou a bola, mas ela bateu em Moras e saiu. O goleiro ficou zangado e reclamou do posicionamento do volante.

Aos 32, enfim, o gol argentino. Messi cobrou escanteio da esquerda, e Demichelis se redimiu das lambanças. Ele cabeceou, a bola bateu no braço de Diego Milito e voltou para o zagueiro, que encheu o pé: 1 a 0, 100% de aproveitamento. A torcida pediu “vamos, vamos”, e a Argentina foi.

Messi ainda teve mais duas oportunidade. Uma aos 40, resultado de uma tabelinha com Di Maria e um chute de fora da área que explodiu na trave. Depois, aos 43, costurou de novo a defesa adversária e bateu para mais uma defesa de Tzorvas. Desta vez, a Jabulani sobrou redonda para Martin Palermo. O atacante empurrou para dentro e fechou o placar em 2 a 0. Messi não balançou a rede, mas ao menos justificou a braçadeira que carregava no braço.

GRÉCIA 0 X 2 ARGENTINA
Tzorvas, Kyrgiakos, Vyntra, Papadopoulos e Torosidis (Patsa); Moras, Tziolis, Sokratis, Karagounis (Spyropoulos) e Katsouranis (Ninis); Samaras. Romero, Burdisso, Otamendi, Demichelis e C. Rodriguez; Bolatti, Verón e Máxi Rodriguez (Di Maria); Messi, Agüero e Milito
Técnico: Otto Rehhagel Técnico: Diego Maradona
Gols: Demichelis, aos 32, Palermo, aos 43 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Katsouranis, aos 29 do primeiro tempo, Bolatti, aos 31 do segundo.
Estádio: Peter Mokaba (em Polokwane). Data: 22/6/2010. Horário:15h30m. Árbitro: Ravshan Irmatov (Uzbequistão). Assistentes:Bakhadyr Kochkarov (Quirguistão) e Rafael Ilyasov (Uzbequistão).

junho 22, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , | Deixe um comentário

Empate classifica Coreia do Sul para pegar o Uruguai. Nigéria é eliminada

Em jogo de idas e vindas, asiáticos levam a melhor com igualdade por 2 a 2 no Moses Mabhida, em Durban. Africanos perdem gols inacreditáveis

Primeiro Nigéria na frente, depois empate da Coreia do Sul, em seguida virada asiática, por fim nova igualdade. Em jogo de idas e vindas, de esperanças e temores, de sonhos e decepções, os asiáticos levaram a melhor ao ficar no 2 a 2 com os africanos nesta terça-feira, no estádio Moses Mabhida, em Durban. O resultado foi suficiente para colocar os orientais nas oitavas de final da Copa do Mundo, contra o Uruguai, já que a Argentina bateu a Grécia no outro jogo do Grupo B. A Nigéria, com apenas um ponto em nove disputados, está fora do Mundial.

É a primeira vez que a Coreia do Sul passa de fase fora de casa. Antes, tinha conseguido ir às semifinais em 2002, quando sediou o Mundial junto com o Japão. O zagueiro Lee Jung-Soo, ainda no primeiro tempo, e o atacante Park Chu-Young, na etapa final, fizeram os gols da vitória. Uche e Ayegbeni marcaram para a Nigéria.

Os orientais, segundos colocados no Grupo B, voltam a campo no próximo sábado, às 11h, para o duelo com o Uruguai. O jogo será em Porto Elizabeth.

As Super Águias voaram alto e colocaram a classificação embaixo das asas, devidamente protegida, aos 12 minutos do primeiro tempo em Durban. Uma seleção desacreditada, ela própria desconfiada de seu potencial, ganhou um empurrão de esperança quando o lateral-direito Odiah partiu com tudo para o ataque e mandou a bola na área para Uche, meia de criação brincando de ser atacante, completar para o gol. A Nigéria pulava cedo na frente, com tempo para consolidar o resultado e torcer por vitória argentina sobre a Grécia.

Tudo na teoria. Dentro de campo, a verdade é que os africanos tiveram fibra, tiveram gana, tiveram poder de indignação (um pouco talvez pelas ameças de morte a Kaita, expulso no jogo anterior), mas também tiveram aquela desorganização tão típica do futebol no continente. A Coreia do Sul saiu atrás por um desses caprichos do mais caprichoso dos esportes. Os asiáticos sempre mostraram maior solidez, mesmo com brilho técnico inferior ao dos africanos, especialmente de Kanu, paradão, mas capaz de convocar a bola para se aproximar dele com raro poder de persuasão

A Nigéria teve o destino em suas mãos. Depois de ver a Coreia do Sul desperdiçar ótima oportunidade logo no início da partida, com Lee Chung-Yong, a seleção africana fez o gol e ainda mandou uma pancada no poste, de novo com Uche. Foi um lance emblemático, como se ali estivesse escrito que os orientais empatariam o jogo.

E empataram. O chute na trave foi aos 35 minutos; o gol, aos 38. Em uma falta lateral, a defesa sempre atrapalhada da Nigéria comeu mosca. Ki Sung-Yueng mandou na perna direita do zagueiro Lee Jung-Soo, que tirou o bom goleiro Enyeama da parada. A igualdade classificava a Coreia do Sul, já que a Grécia, no mesmo período, seguia no 0 a 0 com a Argentina.

Mais um para cada lado: vaga é coreana

Durou a brevidade de três minutos o fio de esperança dos nigerianos. Na largada do segundo tempo, a Coreia do Sul fez mais um, virou o jogo e deixou no ar todos os sinais de que a vaga seria dela. Park Chu-Young, em uma cobrança de falta que parecia não oferecer grande perigo, mandou direto para o gol. O goleiro Enyeama deu um passo na direção contrária ao traçado do chute. Foi um erro fatal. O balanço da rede fez os sul-coreanos, barulhentos o tempo todo no Moses Mabhida, entrarem em euforia.

Perdido por dois, perdido por mil. A Nigéria, ao levar o segundo gol, resolveu correr todos os riscos que uma situação de desespero exige em uma Copa do Mundo. As Super Águias foram para o ataque com todas as forças. De bicada em bicada, encurralaram a Coreia. Ayegbeni, com 20 minutos, perdeu um dos gols mais feitos da história dos Mundiais. Ayila cruzou para o atacante, de frente para a meta, a centímetros da linha, absolutamente sozinho, completar para fora. Incrível.

É por causa desse lance que fica impossível calcular o que passou pela cabeça do mesmo Ayegbeni três minutos depois, quando um estádio inteiro, um país inteiro, parou para vê-lo bater o pênalti cometido, com toda a infantilidade do mundo, por Kim Nam-Il, que perdeu uma bola que era dele dentro da área. Errar aquela cobrança representaria o inferno para Ayegbeni. Ele foi e bateu. E fez.

Com o empate no placar, o jogo ficou absolutamente aberto. Aos 34 minutos, Obasi roubou uma bola na entrada da área coreana e rolou para Martins, que tocou por cima do goleiro. Apenas novamente por um capricho, a bola saiu à direita da trave. Aos 44 e 45 minutos, Obinna deu dois chutes de fora da área e, em ambos, a bola passou raspando à trave. Eram as duas últimas chances perdidas antes do apito final e do fim do sonho das Super Águias.

NIGÉRIA 2 X 2 COREIA DO SUL
Enyeama;  Odiah, Yobo (Echiejile), Shittu e Afolabi; Ayila e Etuhu; Obasi, Kanu (Martins) e Uche; Ayegbeni (Obinna). Jung Sung-Ryong; Cha Du-Ri, Lee Jung-So (Kim Nam Il), Cho Yong-Hyung e Lee Young-Pyo; Kim Jung-Woo e Ki Sung-Yueng (Kim Jae Sung); Lee Chung-Young e Park Ji-Sung; Park Chu-Young e Yeom Ki-Hun
Técnico: Lars Lagerback. Técnico: Huh Jung-Moo.
Gols: Uche, aos 12 e Lee Jung-So, aos 38 minutos do primeiro tempo; Park Chu-Young, aos 4 e Ayegbeni, aos 24 do segundo tempo
Cartões amarelos: Enyeama, Obasi, Ayila (NIG)
Estádio: Moses Mabhida (Durban). Data: 22/06/2010. Árbitro: Olegário Benquerença (POR). Assistentes: José Cardinal (POR) e Bertino Miranda (POR). Público:

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A hora de Maradona dar a volta por cima

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Treinador marcou último gol em Copas contra a Grécia

Há exatos 16 anos e um dia, o técnico da Argentina, Diego Maradona, fazia seu último gol com a camisa da seleção contra a Grécia, mesma rival desta terça-feira, às 15h30 (de Brasília), no Estádio Peter Mokaba, em Polokwane (AFS).

Aquela vitória por 4 a 0 sobre os gregos no Mundial de 1994 foi um marco para a vida do argentino. Além de ser o último gol em Copas do maior jogador da História do país – depois acabou suspenso por doping ainda na primeira fase da competição –, o Pibe passou por muitos problemas, chegou a ser detido por conta de envolvimento em acidente de trânsito, ficou internado em clínica de recuperação para dependentes químicos, e esteve à beira da morte.

Desta vez a situação do hermano é diferente. A desconfiança dos torcedores e jornalistas com o treinador Maradona diminuiu, e os argentinos já apostam em uma dupla do Pibe com Messi para conquistar o tricampeonato mundial.

Um dos momentos mais marcantes daquela Copa foi a comemoração do camisa 10 no gol: Maradona chutou a bola no ângulo do goleiro grego e correu para a câmera com muita raiva e gritando bastante.

Quatro Mundiais depois, o espirito de jogador continua firme no comandante da seleção hermana, com muita vibração e dedicação no comando da equipe.

Para garantir o primeiro lugar do Grupo B, os argentinos precisam de um empate. A Grécia ainda sonha com a classificação para as oitavas e, para isso, precisa vencer.

Considerado seu sucessor na seleção, Messi falou sobre o técnico Diego Maradona:

– É um técnico que está constantemente com o grupo. Sabe a cada momento o que está acontecendo. Ele nos passa confiança.

FICHA TÉCNICA:
GRÉCIA X ARGENTINA

Estádio: Peter Mokaba, Polokwane (AFS)
Data/hora: 22/6/2010 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Ravshan Irmatov (UZB)
Auxiliares: Rafael Ilyasov (UZB) e por Bahadyr Kochkarov (QUI)

GRÉCIA: Tzorvas; Vyntra, Kyrgiakos, Papadopoulos e Torosidis; Tziolis, Papastathopoulos, Katsouranis e Karagounis; Gekas e Salpingidis. Técnico: Otto Rehhagel.

ARGENTINA: Romero; Otamendi, Burdisso, Demichelis e Clemente Rodríguez; Verón, Maxi Rodríguez e Bolatti; Agüero, Messi e Milito. Técnico: Diego Maradona.

junho 22, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Canais em espanhol, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , | Deixe um comentário

Sem ‘marmelada’, Uruguai vence o México e os dois avançam às oitavas

Mexicanos ficam em segundo lugar do Grupo A e devem ser os adversário da Argentina nas oitavas de final. Sul-americanos aguardam seus rivais


As suspeitas de um possível jogo de compadres, em que um empate classificaria as duas equipes, não se confirmaram. Em uma partida disputada normalmente, até porque o vencedor muito possivelmente evitaria enfrentar a temida Argentina – a virtual vencedora do Grupo B – já nas oitavas de final, o Uruguai venceu o México por 1 a 0, gol de Suárez aos 43 minutos do primeiro tempo, garantindo a primeira posição do Grupo A.

Assista o Gol | Confira a Tabela

Na outra partida do grupo, a África do Sul venceu a França por 2 a 1 em Bloemfontein, mas o resultado não foi suficiente para levar os Bafana Bafana adiante. Sul-africanos e franceses foram eliminados do Mundial.

O México foi a campo com uma formação diferente da que havia usado nas duas primeiras partidas, lançando logo de início o veterano Blanco de 37 anos, e a revelação Andrés Guardado, ambos com forte característica ofensiva. Já o Uruguai manteve seu esquema de jogo, substituindo apenas o zagueiro Godin, lesionado, por Victorino.

O jogo

A partida começou com as duas equipes buscando o ataque, e a primeira chance de gol foi do Uruguai, com Suárez, que aos seis minutos recebeu livre pela direita e chutou cruzado e rasteiro, assustando o goleiro Perez, que viu a bola passar perto de sua trave direita. Os três atacantes uruguaios marcavam a saída de bola dos mexicanos, não dando espaços para a criação das jogadas.

A marcação sob pressão no ataque, no entanto, deixava o time menos compacto, e o México, quando conseguia furar o bloqueio inicial, ia ao ataque com Perigo. Franco e Blanco tiveram chances de marcar, mas a pesada zaga uruguaia formada por Lugano, Victorino e Fucile conseguiu conter os atacantes sem muita dificuldade e ainda ia ao ataque. Aos 17 minutos, em escanteio batido por Forlán, Victorino, livre na marca do pênalti, cabeceou por cima do gol de Perez, assustando a torcida mexicana.

Guardado acerta o travessão uruguaio

Aos 20 minutos, Álvaro Pereira recebeu livre pela esquerda e, ao invés de passar para Forlán, que pedia no meio da área, decidiu chutar em gol, mandando a bola para fora. No lance seguinte, Guardado acertou um belo chute de fora da área e acertou o travessão de Muslera. As duas equipes jogavam de forma aberta, buscando a vitória e a liderança do grupo.

A partir dos 38 minutos do primeiro tempo, as duas equipes diminuíram o ritmo de jogo, especialmente por saber que, na outra partida do grupo, a África do Sul já vencia os franceses por 2 a 0 em Bloemfontein. Os uruguaios, no entanto, ainda tentaram mais uma vez ir ao ataque, e foram bem sucedidos. Após cruzamento perfeito de Cavani da direita, Suárez cabeceou livre, no segundo pau, abrindo o placar aos 43 minutos. O Uruguai ia para o intervalo vencendo por 1 a 0, resultado que, combinado com a vitória parcial da África do Sul, classificava os dois latino-americanos às oitavas.

Javier Aguirre manda o time para o ataque no segundo tempo

Na volta para o segundo tempo, os mexicanos voltaram com mais um atacante no time: Pablo Barrera em lugar do jovem meia Andrés Guardado. A mudança, no entanto, não alterou o panorama do jogo. Os uruguaios seguiam pressionando e buscando o segundo gol, principalmente com Cavani pela direita. Sem o auxílio de Guardado, Giovani dos Santos ficou encarregado da criação de jogadas da equipe. Mal em campo, ele não conseguiu levar o time ao ataque.

Os uruguaios, por sua vez, se aproximavam do segundo gol. Aos oito minutos, em falta cobrada por Forlán, Lugano cabeceou para ótima defesa de Perez. No rebote, Álvaro Pereira chutou em cima da zaga mexicana, perdendo grande oportunidade. O México carecia de um meia de ligação, já que seus atacantes estavam isolados, e eram facilmente neutralizados pela defesa uruguaia.

A entrada de Hernandez no lugar de Blanco foi a última tentativa do técnico mexicano de dar agressividade ao seu time. As mudanças de Javier Aguirre tiveram seu primeiro efeito aos 19 minutos, quando Barrera conseguiu um ótimo cruzamento da direita e Rodríguez, livre na pequena área, cabeceou para fora, perdendo a melhor oportunidade do México na partida.

Sa metade do segundo tempo em diante, o México passou a jogar mais no campo do Uruguai, que, fechado, aguardava a chance de puxar os contra-ataques. No banco mexicano, a notícia de que a França havia feito um gol contra a África do Sul foi comemorada como se o time tivesse feito um gol, já que o resultado melhorava as chances mexicanas de avançar mesmo se sofresse mais um gol.

Conforme o tempo passava, o Uruguai se retraía, se defendendo e fazendo o tempo passar. Os mexicanos, por sua vez, se mostravam irritados e discutiam com os sul-americanos em campo. Rodríguez e Forlán se estranharam, mas foram rapidamente advertidos verbalmente pelo árbitro, que foi econômico da aplicação de cartões. Aos 38 minutos, Franco quase aproveitou uma rara falha da defesa uruguaia, mas não dominou a bola na pequena área.

Nos acréscimos, o México ainda tentou empatar com um chute de fora da área de Giovani dos Santos, que passou longe do gol de Muslera. Como o resultado garantia as duas equipes na próxima fase do Mundial, os jogadores tocaram a bola e esperaram o apito final do árbitro, que aconteceu aos 48 minutos, para alívio e comemoração de todos os jogadores e membros das comissões técnicas, que festejaram muito no gramado.

Ficha técnica:

MÉXICO 0 X 1 URUGUAI
Perez, Osorio, Moreno (Castro), Rodríguez e Salcido; Rafa Márquez, Guardado (Barrera) e Torrado; Giovani dos Santos, Franco e Blanco (Hernandez). Muslera; Lugano, Victorino e Fucile; Maxi Pereira, Arévalo, Pérez e Álvaro Pereira (Scotti); Forlán, Suárez (Alvaro Fernandez) e Cavani.
Técnico: Javier Aguirre. Técnico: Oscar Tabárez.
Gols: Suárez, aos 43 do primeiro tempo
Cartões amarelos: Fucile (Uruguai) e Hernandez e Castro (México)
Estádio: Royal Bafokeng Stadium (Rustemburgo). Data: 22/06/2010. Árbitro: Victor Kasai (HUN). Assistentes: Gabor Heros (HUN) e Tibor Vamos (HUN). Público:

FOnte: GloboEsporte

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África do Sul enfim vence, mas se despede abraçada com os franceses

Primeira vitória de Parreira no comando de seleção estrangeira tem o gosto amargo da eliminação. Bleus voltam para casa levando a crise na bagagem

parker áfrica do sul  bafana bafana gignac frança


Foi uma festa incompleta. Com as arquibancadas do Free State tingidas de amarelo, a África do Sul enfim arrancou sua primeira vitória na Copa do Mundo. Era tarde. Os 2 a 1 em cima da França, sob os olhares do presidente do país, Jacob Zuma, não foram suficientes para garantir um salto heroico às oitavas de final. Os 39.415 torcedores sorriram, aplaudiram e sopraram suas vuvuzelas ao fim do jogo, mas a euforia que envolve o time da casa se encerra aqui. Com Uruguai e México classificados no grupo A, os Bafana Bafana estão barrados em seu próprio quintal. Morrem abraçados com os franceses, que voltam para casa levando na bagagem uma crise do tamanho de Paris e uma das piores campanhas de sua história.

Assista os Gols | Confira a Tabela

Os sul-africanos acenderam a esperança em Bloemfontein com Khumalo e Mphela, fazendo 2 a 0 – faltavam outros dois gols para buscar a classificação. Mas a França finalmente balançou a rede no continente africano, com Malouda, e deu números finais à partida. A primeira vitória do brasileiro Carlos Alberto Parreira em Copas no comando de uma seleção estrangeira teve sabor de derrota. Está quebrada a escrita: pela primeira vez, o país sede não consegue avançar. Em Rustemburgo, o Uruguai bateu o México por 1 a 0 e foi adiante como líder da chave.

O jogo

Com seu elenco em ebulição, o técnico Francês Raymond Domenech resolveu mexer e fez três trocas no time titular. Anelka, expulso da delegação, e Toulalan, suspenso com o segundo cartão amarelo, ganharam a companhia de Malouda, Govou e do capitão Evra no grupo dos barrados.

Apesar da crise, quem assustou primeiro foi a França. Aos dois minutos, Gignac entrou sozinho na área, mas chutou fraco, nas mãos de Josephs. Foi só. Depois disso, o jogo esfriou, e nem parecia que as duas seleções precisavam desesperadamente da vitória.

O Free State só foi esquentar aos 21 minutos, quando a esperança Bafana acendeu pela primeira vez. Tshabalala cobrou escanteio da direita e a bola cruzou toda a área, deixando na saudade até o goleiro Lloris, que saiu catando borboleta. O zagueiro Khumalo, que esperava no segundo pau, ganhou de Diaby na subida e cabeceou a Jabulani para o fundo da rede. Os franceses reclamaram de falta do sul-africano, que de fato se apoiou no rival, mas o árbitro colombiano Oscar Ruiz apontou o centro do campo: 1 a 0.

O gol incendiou a partida, e os dois times partiram para o ataque. Mphela teve outra grande chance aos 24, mas chutou para fora. Um minuto depois, um duro golpe no sonho azul: bola alçada na área dos Bafana, e Gourcuff subiu com o cotovelo no rosto de Sibaya. Cartão vermelho. No banco, Evra e Henry se olharam com aquela cara de “o que é que eu estou fazendo aqui?”.

Vestindo coletes, os dois estavam ali para ver mais um gol da África do Sul. Aos 37, Squillaci rebateu mal, e a bola sobrou para Masilela. O lateral chutou cruzado, Clichy bobeou na marcação, e Mphela dominou para entrar com bola e tudo. Euforia nas arquibancadas.

Aos 43 minutos, outra boa notícia para os donos da casa, mas bem longe dali. Em Rustemburgo, Suárez abriu o placar para o Uruguai contra o México, cenário que deixava os sul-africanos a dois gols da classificação heroica. O sistema de som do estádio, contudo, não anunciou o gol da Celeste e evitou mais uma explosão de alegria em verde e amarelo.

O segundo tempo começou no mesmo tom do primeiro, com Mphela assustando os Bleus. Aos cinco minutos, o atacante recebeu lindo passe de Tshabalala e, de pé direito, matou o goleiro Lloris, mas a Jabulani caprichosamente encontrou a trave.

Domenech, então, olhou para o lado e decidiu que era hora de jogar Henry na fogueira. Com um homem a menos, 2 a 0 contra no placar e a passagem de volta quase comprada, o atacante entrou no lugar de Cissé para tentar salvar a pátria.

Quem voltou a aparecer, contudo, foi Mphela, com mais uma bomba de fora de área, que Lloris mandou a escanteio. Aos 17, o atacante apareceu livre de novo pela direita, mas esbarrou de novo no goleiro francês.

Dois minutos depois, Henry apareceu. Mas era melhor ter continuado anônimo. O veterano recebeu um lançamento dentro da grande área, mas não conseguiu matar, levou uma bolada no rosto e ainda ajeitou com a mão esquerda – a mesma que colocou a França na Copa e agora volta vazia para casa.

Aos 24, os três melhores jogadores franceses na partida apareceram juntos. E, enfim, deu resultado. Sagna arrancou pelo meio e enfiou a bola para Ribéry, que deixou Malouda livre diante do gol vazio. O meia, que tinha substituído Gignac, balançou a rede para os Bleus pela primeira – e única – vez no Mundial. Por um momento, as vuvuzelas se calaram no estádio.

Dali em diante, ninguém chegou a ameaçar de verdade o gol adversário, à exceção de Tshabalala, que pintou livre na cara do gol aos 46. A cada minuto que passava, a ficha ia caindo para sul-africanos e franceses. No apito final de Oscar Ruiz, os dois morreram abraçados.

frança 1 x 2 áfrica do sul
Lloris, Sagna, Gallas, Squillaci e Clichy; Diarra, Diaby, Ribéry e Gourcuff; Gignac (Malouda) e Cissé (Henry) Josephs, Ngcongca (Gaxa), Mokoena, Khumalo e Masilela; Sibaya, Khuboni (Modise), Pienaar e Tshabalala; Mphela e Parker (Nomvethe)
Técnico: Raymond Domenech Técnico: Carlos Alberto Parreira
Gols: Khumalo, aos 21, Mphela, aos 37 do primeiro tempo; Malouda, aos 24 do segundo.
Cartões Amarelos: Cartão vermelho: Gourcuff, aos 25 do primeiro tempo
Estádio: Free State (em Bloemfontein). Data: 22/6/2010. Horário: 11h. Árbitro: Oscar Ruiz (Colômbia). Assistentes: Abraham Gonzalez (Colômbia) e Humberto Clavijo (Colômbia)


Fonte: GloboEsporte

junho 22, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Sport, Vasco da Gama, Vila Nova | , | Deixe um comentário

África do Sul e França duelam ainda sonhando com uma vaga para as oitavas

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Bafana Bafana e Bleus de olho no jogo entre Uruguai e México

África do Sul e França se enfrentam em situação complicadíssima no Grupo A da Copa do Mundo nesta terça-feira, às 11h (de Brasília), no Free State, em Bloemfontein. Com apenas um ponto conquistado, sul-africanos e franceses duelam em busca da primeira vitória no Mundial e, dependendo do resultado de Uruguai e México, ainda sonhar com uma vaga às oitavas de final.

A situação dos Bafana Bafana é mais complicada. Na lanterna da chave, o time comandado por Carlos Alberto Parreira precisa torcer para que o outro confronto não empate, além de reverter o saldo negativo (-3). Os Bleus reforçam a torcida por um vencedor entre uruguaios e mexicanos, pois se empatar as equipes atingiriam cinco pontos cada, eliminando automaticamente África do Sul e França.

Sabendo das dificuldades, Parreira ressaltou que já alertara que a briga pelas vagas do Grupo A seria decidida mesmo na última rodada. O brasileiro destacou que a solução para conseguir a classificação é atacar.

-Eu sempre disse que tudo seria decidido na última partida. Não acredito que possamos nos recolher na defesa, esperar um erro do adversário e partir para o contra-ataque. Se quisermos nos classificar para a próxima fase, será preciso correr riscos – disse.

Em ambiente conturbado em boa parte da Copa do Mundo, o técnico da França Raymond Domenech demonstrou ainda confiar numa possível classificação para as oitavas. Mesmo remotas, Domenech alertou que a equipe tem de pensar em vencer para depois contar com o resultado de Uruguai e México.

– Estamos concentrados na ideia de que é preciso ganhar esta partida. Fazer os gols e esperar a reação do outro lado. Mas a primeira coisa é dizer que ainda há uma possibilidade – lembrou.

FICHA TÉCNICA:
ÁFRICA DO SUL X FRANÇA

Estádio: Free State, Bloemfontein (AFS)
Data/hora: 22/06/2010 – 11h (de Brasília)
Árbitro: Oscar Ruiz (Colômbia)
Auxiliares: Abraham Gonzalez (COL) e Humberto Cavijo (COL)

ÁFRICA DO SUL: Josephs, Gaxa, Mokeona, Khumalo e Masilela; Letsholonyane, Dikgacoi, Modise, Tshabalala e Pienaar; Mphela. Técnico: Carlos Alberto Parreira

FRANÇA: Lloris, Sagna, Squillaci, Planus e Abidal; Diarra, Diaby (Valbuena), Gourcuff e Malouda; Ribéry e Henry. Técnico: Raymond Domenech.

junho 22, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , | Deixe um comentário