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Seleção é recebida com festa em seu primeiro treino aberto em Soweto

Delegação é conduzida por mais de 15 carros da polícia sul-africana. Dentro do ônibus, jogadores acenam para o público

Os jogadores da seleção brasileira foram recebidos com festa por cerca de 500 torcedores na chegada ao Estádio Dobsonville, em Soweto, que fica a cerca de 35 minutos do hotel onde a delegação está hospedada, em Joanesburgo. Antes de ter acesso ao local, os atletas fizeram questão de acenar para o público. Kaká e Robinho, por exemplo, levantaram de seus assentos para cumprimentar os fãs que cercavam o veículo. Este foi o primeiro treino aberto à torcida da equipe comandada por Dunga.

O ônibus da delegação foi conduzido até o estádio por cerca de 15 carros da polícia sul-africana. De forma ordeira, os torcedores em volta do Dobsonville tentavam registrar um momento com os atletas brasileiros. O lateral-direito Daniel Alves acenava para os fãs e parecia emocionado com as cenas que presenciava.

Os únicos torcedores que tiveram acesso ao estádio foram obrigados a comprovar que moravam na região próxima ao estádio. No fim, já com a seleção no estádio, é que moradores de outras localidades puderam assistir ao treino. Cerca de dez mil ingressos foram distribuídos.

junho 3, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Caetano, São Paulo, Seleção brasileira., Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | | Deixe um comentário

Sonolento, São Paulo é castigado no fim e sofre virada do Goiás

Equipe goiana deixa a zona de rebaixamento e é premiada com postura mais corajosa no segundo tempo. Tricolor “dorme” na etapa final

A sonolência do São Paulo foi castigada com um gol no fim do jogo. Diante do Goiás, nesta quarta-feira, no Serra Dourada, a equipe paulista fez um bom primeiro tempo, caiu demais no segundo e sofreu a virada por 2 a 1. O gol de Jonílson saiu apenas aos 44 minutos do segundo tempo. A partida teve ritmo lento na etapa final, mas o time de Émerson Leão acabou sendo premiado pela maior ousadia no fim do jogo.

O Goiás deixa a vice-lanterna da competição e vai a 7 pontos, ficando fora da zona de rebaixamento. Já o Tricolor segue com seus 8 pontos, na zona intermediária da tabela.

Pelo segundo ano consecutivo, o Goiás estragou os planos do rival. Em 2009, o time tirou a chance de título brasileiro do São Paulo ao vencer por 4 a 2 na penúltima rodada. Agora, os comandados de Émerson Leão quebraram o planejamento tricolor, que pretendia terminar a primeira parte do Brasileirão entre os líderes.

Início animador dos paulistas

Ricardo Gomes mandou o Tricolor a campo com uma novidade em relação ao time que vinha sendo esboçado nos treinamentos: Marcelinho Paraíba, que, segundo o técnico, precisava adquirir ritmo de jogo depois de um bom tempo sendo pouco aproveitado. A entrada do camisa 11 possibilitou que Fernandão pudesse flutuar mais entre meio-campo e ataque, buscando bastante o jogo e ficando menos preso na área.

Com essa dinâmica no meio-campo e o domínio da posse de bola, o São Paulo pressionou o Goiás desde o início, como se estivesse jogando em casa. Além disso, conseguiu proteger bem a defesa que entrou improvisada com o volante Richarlyson ao lado de Xandão.

Uma prova dessa postura veio logo no primeiro lance do Tricolor, quando Fernandão recuou para o meio, tabelou com Jean e fez o volante entrar sozinho na área. No entanto, o camisa 2 cruzou para trás e ninguém chegou na bola. O lado esquerdo, com as subidas de Junior Cesar, também foi bastante acionado na primeira etapa.

Em outra movimentação para o meio-campo, Fernandão sofreu a falta que originou um belo gol do São Paulo. Aos 13 minutos, Marcelinho Paraíba cobrou com efeito, Rodrigo Calaça ainda tocou na bola, mas não conseguiu evitar que o time visitante abrisse o placar. Irreverente, o atacante são-paulino comemorou ensaiando uma capoeira com o conterrâneo – e reserva – Carlinhos Paraíba.

Vacilo do improvisado

Com uma tática inteligente, tocando a bola com rapidez e buscando o segundo gol, o São Paulo praticamente não expôs a dupla de zaga que jogava junta pela primeira vez no time. Mesmo não criando oportunidades claras, o time de Ricardo Gomes dominou boa parte da etapa inicial.

Porém, uma infelicidade de Richarlyson mudou o panorama da partida. Após cruzamento de Douglas, o volante improvisado de zagueiro tentou dominar com o peito, mas a bola tocou no braço e o árbitro Nielson Nogueira Dias, em cima do lance, marcou pênalti. Na cobrança, Bernardo mostrou personalidade e apenas deslocou Rogério Ceni, acertando o canto direito do gol, aos 38 minutos.

A partir daí, os comandados de Émerson Leão se animaram e o São Paulo aceitou a pressão. Sempre com Bernardo, o Goiás não chegou por pouco à virada antes mesmo do intervalo.

Queda vertiginosa na etapa final e gol salvador

O Goiás bem que tentou incendiar o segundo tempo, mostrando maior volume de jogo e empurrando o rival para o campo de defesa. Em contrapartida, o São Paulo veio com Fernandinho no lugar de Dagoberto, e quase ficou à frente no placar devido a essa mudança.

Caindo pela esquerda, Fernandinho ganhou todas as vezes que disputou com o lateral Douglas. Por três vezes, o são-paulino fugiu da marcação, foi à linha de fundo e cruzou rasteiro para a área. Em nenhuma das oportunidades, o time tinha um jogador bem posicionado para finalizar. O setor ofensivo caiu muito de produção e aceitou a marcação do Goiás.

Pensando em parar a jogada mais perigosa do rival, Leão tirou o lateral direito Douglas e colocou Wendel Santos só para colar em Fernandinho. A partir daí, o jogador que poderia ser um diferencial para o São Paulo acabou anulado.

Do lado goiano, as melhores chances foram em chutes de fora da área. Nenhum levou muito perigo. Talvez satisfeitos com o empate, ambos ficaram cozinhando o jogo esperando alguma falha do adversário.

O Goiás, menos sonolento do que o Tricolor, acabou premiado aos 44 minutos com um belo gol de Jonílson. Após uma boa troca de passes na intermediária, o volante acertou um chute rasteiro de pé esquerdo e deu a vitória que tirou o Esmeraldino da zona do rebaixamento.

GOIÁS 2 X 1 SÃO PAULO
Rodrigo Calaça, Douglas (Wendel Santos), Ernando, Rafael Tolói e Weelington Saci; Amaral, Jonilson, Wellington Monteiro, Romerito (Jonathan) e Bernardo (Rafael Moura); Everton Santos. Rogério Ceni, Cicinho, Xandão, Richarlyson e Junior César (Carlinhos Paraíba); Rodrigo Souto, Jean, Hernanes e Marcelinho Paraíba (Jorge Wagner); Dagoberto (Fernandinho) e Fernandão.
Técnico: Emerson Leão Técnico: Ricardo Gomes
Gols: Marcelinho Paraíba, aos 13min, Bernardo, aos 38min do primeiro tempo. Jonílson, aos 44min do segundo tempo.
Cartões amarelos: Rafael Tolói, Bernardo (GOI); Rodrigo Souto, Fernandinho (SAO)
Estádio: Serra Dourada, em Goiânia (GO). Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE).
Auxiliares: Erich Bandeira (Fifa-PE) e Fábio Pereira (TO). Público:15.592 pagantes.
Renda:
R$ 358.025,00

junho 3, 2010 Posted by | Goiás, São Paulo | , , | Deixe um comentário

Cruzeiro e Santos atacam pouco e não saem do 0 a 0 no Mineirão

Equipes fizeram duelo de muita marcação e não conseguiram voltar ao G4 do Brasileirão

Cruzeiro e Santos não saíram do 0 a 0 nesta quarta-feira, no Mineirão, pela sexta rodada do Brasileirão, a penúltima antes da paralisação devido a disputa da Copa do Mundo da África do Sul. O primeiro tempo foi morno, com o Cruzeiro melhor. Na segunda etapa, as equipes tentaram arriscar mais, mas pouco criaram novamente.  O resultado deixa os dois times com nove pontos, fora do G4.

A partida pode ter sido a última do técnico Adilson Batista comandando a Raposa em casa, já que há rumores que o treinador não continuará no clube após o Mundial. Já o Santos não foi nem de longe a equipe que encantou o Brasil neste primeiro semestre e praticamente não criou jogadas de perigo. Tanto que depois de 120 gols no ano, o Peixe passou em branco pela primeira vez. A equipe do litoral ainda perdeu Marcel expulso na metade da segunda etapa, e passou a jogar ainda mais defensivamente.

Cruzeiro marcou bem e dominou o primeiro tempo

O técnico Adilson Batista tinha desfalques importantes, que eram de Leonardo Silva e Wellington Paulista, suspensos, além de Kleber, machucado e de saída para o Palmeiras. Do outro lado, o Peixe não tinha Léo e Arouca, vetados pelo departamento médico.

Por opção, os dois treinadores também fizeram mudanças no time titular. Adilson Batista escalou um meio de campo praticamente com quatro volantes, enquanto que Dorival Jr sacou o goleiro Felipe, para promover a entrada de Rafael.

O time mineiro foi melhor na primeira etapa, marcando bem o leve ataque santista e criando as melhores chances. A primeira, no entanto, foi do Peixe. André recebeu enfiada de bola de Wesley, aos sete minutos, ficou de frente para Fábio, mas chutou em cima do goleiro.

Depois disso, o Santos não fez mais nada. Já o Cruzeiro teve duas boas chances em cabeçadas do zagueiro Gil. Na primeira, ele mandou a bola em cima de Rafael, aos 21. Na outra, o defensor completou um escanteio carimbando o travessão adversário.

O Santos voltou mais ligado no começo da etapa final. Se não é o goleiro Fábio para sair bem nos pés de Rodriguinho, aos cinco, os visitantes abririam o placar. A partida parecia que ficaria mais aberta, e a resposta veio aos nove. Eliandro dominou a bola no peito e cabeceou por cima de Rafael. Durval tirou quase em cima da linha.

Dorival Jr sacou o meia Marquinhos, aos 13, para colocar o atacante Zezinho. Pouco depois, saiu André para a entrada do alto Marcel. Cinco minutos depois, o atacante foi expulso por causa de uma entrada em cima de Jonathan

Já no Cruzeiro, Pedro Ken entrou na vaga de Elicarlos. Quem teve boa chance, porém, foi Eliandro, que tentou bater cruzado, mas mandou a bola longe. Adilson aproveitou a desvantagem de jogadores do Santos, e colocou o jovem atacante Sebá no lugar de Diego Renan. Roger também entrou na equipe mineira.

O Cruzeiro tentou abafar o Santos na defesa, mas não conseguiu criar chances reais de gol e garantiu apenas um ponto dentro de casa.

Na próxima rodada, a última antes da paralisação do Nacional para a disputa da Copa do Mundo, o Santos vai receber o Vasco, domingo, às 16 horas, na Vila Belmiro. Já o Cruzeiro jogará no Serra Dourada contra o Atlético-GO, no mesmo dia, só que às 18h30.

CRUZEIRO X SANTOS
Fábio; Jonathan, Gil, Thiago Heleno e Diego Renan (Sebá); Fabrício, Henrique, Marquinhos Paraná e Elicarlos (Pedro Ken); Thiago Ribeiro e Eliandro (Roger) Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval e Alex Sandro; Wesley, Rodriguinho, Marquinhos (Zezinho) e Paulo Henrique Ganso; Neyma (Madson) e André (Marcel)
Técnico: Adilson Batista Técnico: Dorival Jr
Cartões amarelos: Elicarlos, Henrique, Jonathan e Fabrício (Cruzeiro); Durval, Zezinho, Paulo Henrique Ganso e Neymar (Santos) Cartão vermelho: Marcel (Santos)
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte (MG). Dia: 02/06/2010. Árbitro:Wilton Pereira Sampaio (DF). Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Cesar Augusto de Oliveira Vaz (DF).

junho 3, 2010 Posted by | Cruzeiro, Santos | , | Deixe um comentário

Após volta de Zico, Vágner Love dá vitória ao Fla sobre o Verdão

Atacante vira “amigo da onça” do goleiro Marcos

Durante a partida, Marcos e Vágner Love mostraram que a velha amizade entre os dois continua, mesmo após a saída do atacante do Palmeiras. Agora no Flamengo, o atacante mostrou-se amigo da onça do goleiro. Vaiado pela torcida palmeirense, o camisa 9, em jogada individual, marcou aos 42 minutos do segundo tempo o gol da vitória rubro-negra por 1 a 0 na fria noite desta quarta-feira, no Pacaembu. É o primeiro triunfo da equipe carioca após a volta de Zico, que será o diretor de futebol do clube.

– Sou grato ao Palmeiras, mas hoje sou do Flamengo – afirmou Vágner Love, agora com quatro gols na competição.

Com o resultado, o Palmeiras fica estacionado nos oito pontos ganhos. O Flamengo vai a nove e sobe para o quarto lugar.  Na próxima rodada, o Verdão vai a Porto Alegre encarar o Internacional, no domingo. O Flamengo, no sábado, recebe o Goiás, no Maracanã.

Passes errados

O primeiro tempo esteve longe de empolgar. Os dois times entraram com apenas um atacante e muitos jogadores no meio-campo. O número de 47 passes errados das duas equipes expressa bem os primeiros 45 minutos. Os jogadores que mais falharam no fundamento foram Danilo, pelo Palmeiras, com cinco, e, curiosamente,Petkovic, pelo Flamengo, novamente com a camisa 10, com quatro passes errados. Mas o Verdão, mais organizado, foi superior e merecia a vitória, por ter criado mais situações de gol.

A pouca torcida do Palmeiras que se aventurou a encarar o frio para assistir à partida no Pacaembu bem que se animou a vaiar o rubro-negro Vágner Love, que por duas vezes vestiu a camisa do Verdão – a última vez, no ano passado -, onde marcou 49 gols. No entanto, o atacante foi abraçado calorosamente pelos ex-companheiros, principalmente o goleiro Marcos

– Tenho amigos aqui e a amizade vai durar pra sempre. Não vou jogar por vingança. Vou jogar pelo Flamengo – disse Love à Rádio Globo. Durante a partida, o atacante e o goleiro palmeirense chegaram a brincar antes da cobrança de um escanteio na área.

Verdão melhor

Mas com a bola rolando, não houve moleza. Sem patrocinador na camisa – o contrato com a Samsung foi rescindido, e no lugar foi impressa a logo da campanha de sócio-torcedor “Avanti” -, o Verdão, mesmo no 3-6-1, mostrava logo de cara os planos de sufocar. O Flamengo, com o mesmo esquema do adversário, entrou com Vinícius Pacheco no lugar de Michael e mantinha a intenção de jogar recuado e explorar os contra-ataques. Mas o time, desorganizado, mal passava do meio-campo. O Verdão era superior, com Pierre ganhando todas na meia-cancha. Vítor, pela direita, tentava as jogadas aéreas, e Lincoln armava bem o time paulista. Logo aos 12, Cleiton Xavier recebeu belo passe de Edinho e, livre, isolou a primeira chance de gol.

Apático, com os laterais presos na defesa e o time todo errando muitos passes, o Flamengo só conseguiu fazer a primeira jogada ofensiva aos 24 minutos, quando o isolado Vágner Love recebeu pela esquerda, mas não conseguiu se livrar da marcação e bateu prensado na zaga. Dois minutos depois, Petkovic deu o primeiro chute a gol da equipe rubro-negra, só que completamente torto, para fora.

Mais organizado, o Palmeiras seguia melhor a cartilha do gol. Aos 29 minutos, por pouco balançou as redes. Pela meia-direita, Márcio Araújo lançou na medida para Ewerthon, que mandou de voleio à esquerda de Bruno. O goleiro rubro-negro se esticou e fez bela defesa. O único susto de Marcos foi aos 35, quando Pet bateu falta de longe que quase encobriu o goleiro.

Aos 43, nova chance desperdiçada pelo Palmeiras: Eduardo centrou da esquerda, Márcio Araújo não tomou conhecimento dos três zagueiros rubro-negros, subiu livre e cabeceou por cima do gol. O empate de 0 a 0 acabou sendo lucro para o Flamengo.

Fla melhora

O técnico Rogério Lourenço pediu um Flamengo mais agressivo no segundo tempo, e logo aos seis minutos o time respondeu. Na primeira boa jogada, Vágner Love serviu bem a Petkovic, que bateu para boa defesa de Marcos. O lance animou a pequena, mas compacta torcida rubro-negra presente ao Pacaembu.

O camisa 10 rubro-negro começava a encostar mais em Vágner Love. O técnico do Palmeiras, Jorge Parraga, mexeu aos 12 minutos: trocou Cleiton Xavier pelo garoto Vinícius, de 16 anos –  que se tornou o mais jovem a atuar pelos profissionais –  e mandou Lincoln para o ataque.

A partida ficou mais aberta. Aos 18, Vinícius Pacheco, na única boa jogada que fez – e última, pois logo depois saiu para a entrada do garoto Diego Maurício -, centrou na medida para Love, que isolou. Quando o Flamengo seguia melhor, Pierre, aos 23 minutos, pisou no tornozelo esquerdo de Pet, levou o primeiro cartão amarelo da partida e tirou o sérvio, que saiu chorando – Michael entrou em seu lugar. Na falta, Welinton quase surpreendeu Marcos, que mandou a escanteio. Aos 27, Love mandou para as redes, mas o gol foi bem anulado – o atacante estava impedido.

Com Patrick no lugar de Lincoln, o Verdão teve chance de marcar o primeiro gol aos 29, mas Vinícius chegou atrasado após centro de Márcio Araújo. Pouco depois, Álvaro, que vinha bem no jogo, errou ao sair jogando e Ewerthon quase marcou – Bruno prensou bem com o atacante. Quando parecia que o jogo terminaria empatado, Vágner Love, em jogada individual, aos 42, tirou Pierre e a defesa palmeirense da jogada e bateu à direita do amigo Marcos, dando a vitória ao Flamengo.

PALMEIRAS 0 X 1 FLAMENGO
Marcos; Vitor, Danilo, Maurício Ramos e Eduardo; Pierre, Edinho, Márcio Araújo, Cleiton Xavier (Vinícius) e Lincoln (Patrick); Ewerthon Bruno, Welinton, Álvaro, Ronaldo Angelim; Leonardo Moura, Maldonado, Fernando, Vinícius Pacheco (Diego Maurício), Petkovic (Michael) e Juan; Vagner Love
Técnico: Jorge Parraga Técnico: Rogério Lourenço
Estádio: Pacaembu. Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (RS). Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição e Marcelo B. Barison (ambos de RS).
Cartões amarelos: Pierre e Vinícius (Palmeiras). Gol: Vágner Love, aos 42 minutos do segundo tempo

junho 3, 2010 Posted by | Flamengo, Palmeiras | , , | Deixe um comentário