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Na estreia de PC Gusmão, Vasco bate o Avaí no Torneio de Florianópolis

Clube carioca faz 3 a 1 e está em primeiro lugar no quadrangular

PC Gusmão fez sua estreia como técnico do Vasco nesta quarta-feira, pelo Torneio de Florianópolis, e saiu de campo com uma vitória de 3 a 1 sobre o Avaí. Uma curiosidade marcou a partida: Celso Roth também fez sua primeira partida pelo Vasco em 2010 contra o Avaí e também na Ressacada. Na ocasião, os catarinenses venceram por 2 a 0 pelo Campeonato Brasileiro.

Dedé, Rafael Carioca e Léo Gago marcaram os gols da vitória, que leva o time de São Januário à liderança do quadrangular – mais cedo, o Coritiba venceu o Grêmio por 2 a 0 na Ressacada. Emerson descontou para o Avaí.

No sábado, Grêmio e Vasco se enfrentam às 19h30m, enquanto Avaí e Coritiba medem forças às 21h30m. Ambos os jogos serão de novo na Ressacada.

O jogo

A partida começou quente, e cada uma das equipes conseguiu marcar uma vez antes dos 11 minutos. Primeiro foi o Vasco, logo aos dois. Jeferson bateu escanteio da direita, Dedé subiu na primeira trave e desviou para o gol. O Leão empatou em jogada semelhante. Davi efetuou cobrança de escanteio também pela direita e Emerson, na linha da pequena área, cabeceou firme. A bola ainda tocou no travessão antes de entrar.

O Avaí desperdiçou boa chance para virar com Roberto, cara a cara com Fernando Prass, chutando à esquerda, aos 20. Como castigo, sofreu o gol oito minutos depois. Elder Granja recebeu na linha de fundo pela direita e cruzou na medida na segunda trave para Rafael Carioca cabecear no cantinho. Foi apenas o segundo gol dele pelo time de São Januário.

O mesmo Elder Granja teve a oportunidade de ampliar aos 37, mas desta vez não teve o mesmo desempenho que teve na participação do segundo gol. Ele iniciou bem a jogada individual, furando o sistema defensivo avaiano, entrou na área e chutou na rede, mas pelo lado de fora.

Pior ainda fez Davi. Em um lance digno do quadro “Inacreditável FC”, do Globo Esporte, o meia recebeu passe preciso de Roberto, com o goleiro Fernando Prass já batido, e mesmo com a baliza vazia à sua frente chutou à direita do gol.

Avaí pressiona, mas não marca

No intervalo, o Avaí trocou todo o sistema ofensivo para buscar a vitória. Rudnei, Davi, Roberto e Leonardo deram lugar a Caio, Robinho, Anselmo e Vandinho. E quase que o empate aconteceu aos 18. Robinho achou Vandinho livre na meia-lua. Fernando Prass saiu do gol e abafou o chute do atacante no momento certo.

Aos 27, mais uma chance com Robinho. Ele recebeu na direita, não tinha muito ângulo para chutar e optou por cruzar na direção do gol. A bola passou por Fernando Prass, mas não pelo zagueiro Fernando, que colocou pela linha de fundo.

Cinco minutos depois foi a vez de Caio receber na meia-lua. O meia soltou uma bomba, e Fernando Prass voou no ângulo direito para defender.

O Vasco mostrou eficiência na partida e decretou a vitória com um belo chute de Léo Gago, ex-jogador do Avaí, aos 36. Ele aproveitou sobra na intermediária e bateu firme no canto direito de Zé Carlos.

AVAÍ 1 X 3 VASCO
Zé Carlos; Patric (Marcos), Gabriel, Emerson e Pará; Marcinho Guerreiro (Diogo Orlando), Rudnei (Caio), Davi (Robinho) e Rivaldo (Batista); Roberto (Anselmo) e Leonardo (Vandinho). Fernando Prass; Cesinha, Fernando e Dedé (Thiago Martinelli); Élder Granja (Fagner), Romulo, Rafael Carioca (Léo Gago), Jeferson (Alan) e Ramon (Ernani); Fumagalli (Magno) e Rafael Coelho (Bruno Paulo).
Péricles Chamusca. Técnico: PC Gusmão.
Gols: Dedé, aos dois minutos, Emerson, aos 11, Rafael Coelho, aos 28 minutos do primeiro tempo; Léo Gago, 36 minutos do segundo tempo.
Cartõs amarelos: Rafael Carioca, Ramon, Léo Gago e Fagner (Vasco); Marcinho Guerreiro, Robinho, Emerson e Pará (Avaí)
Local: Ressacada, em Florianópolis (SC). Árbitro: Célio Amorim.Auxiliares: Rosnei Scherer e Heton Nunes.

junho 30, 2010 Posted by | Avaí, Vasco da Gama | , , | Deixe um comentário

Coritiba estreia com vitória sobre o Grêmio no Torneio de Florianópolis

Com um homem a mais desde o fim do primeiro tempo, time paranaense mostra superioridade e derrota os gaúchos por 2 a 0

O Coritiba deu, nesta quarta-feira, mostras de que vai continuar forte na disputa para voltar à Série A. O Coxa enfrentou o Grêmio pelo Torneio de Florianópolis, na Resscada, e venceu com sobras por 2 a 0. Rafinha e Enrico marcaram os gols do terceiro colocado da Série B em cima do 12º, da Primeira Divisão.

A equipe paranaense chega aos três pontos e agora aguarda o jogo entre Vasco e Avaí, ainda nesta quarta, para saber se vai terminar a primeira rodada em primeiro. Pelo quadrangular, o Tricolor Gaúcho volta a campo às 19h30m de sábado, contra o time cruzmaltino. Já o Alviverde encara os avaianos na sequência.

O jogo

O Coritiba começou a partida mostrando mais empenho, e, apesar de não ter uma referência no ataque, conseguia ser mais perigoso quando utilizava a velocidade dos seus homens de frente. Aos seis minutos, Marcos Aurélio driblou Ozeia e mandou uma bomba da entrada da área. Victor se esticou todo e colocou para escanteio.

A resposta do Grêmio veio somente em uma bola parada, aos 11. Hugo rolou para Edilson, que mandou na barreira. No rebote, o camisa 10 soltou o pé e mandou para fora. A torcida tricolor, apesar de estar em número reduzido, fazia muito barulho.

A superioridade do Coxa foi traduzida em gol aos 15 minutos. Rafinha deu um lindo drible no marcador e, da meia lua, acertou o ângulo esquerdo de Victor, que voou e não achou a bola. Um lindo gol: 1 a 0. Em desvantagem no placar, o Grêmio se viu obrigado a sair mais para tentar a igualdade. Aos 20, Jonas entrou na área pela direita e bateu cruzado, mas ninguém apareceu para empurrar a bola para o fundo do gol.

Aos 27, o time gaúcho até que marcou, mas o árbitro anulou. Pela direita, William Magrão chutou cruzado e encontrou Hugo, que fez o gol. O jogador, no entanto, estava impedido. O Grêmio ainda foi para o vestiário com um a menos depois que o zagueiro Rodrigo, apesar de o jogo ser amistoso, deu um carrinho violento em Triguinho. Pelo lance, o gremista levou o vermelho direto.

Muitas mexidas no segundo tempo

Com um jogador a menos e querendo dar ritmo ao elenco, o técnico Silas tentou reorganizar o time efetuando seis alterações. Entre elas as entradas de alguns jogadores que foram titulares no primeiro semestre, como Douglas, Fábio Rochemback e Mário Fernandes.

Entretanto, o panorama não mudou muito. O Coxa também fez trocas e mesmo assim continuou superior, chegando ao segundo gol aos 17 minutos. Rafinha puxou contra-ataque e lançou Geraldo em velocidade na esquerda. O meia deu sequência achando Enrico no meio da zaga. Da entrada da área, ele bateu no cantinho direito e ampliou.

Dois minutos depois, o Coritiba teve a chance de ampliar, mas o lateral-direito Angelo proporcionou uma cena no mínimo engraçada para quem assistia ao jogo. Já dentro da área, com boas condições para chutar, ele preparou o chute com a direita, mas na passada encostou com o pé esquerdo na bola e acabou dando uma furada daquelas.

A última chance do jogo foi alviverde. Em mais um contra-ataque, Jeferson Luis recebeu na intermediária e resolveu arriscar dali mesmo. O chute saiu rasteiro, no canto esquerdo, mas foi pela linha de fundo. O placar ficou mesmo no 2 a 0 para o Coritiba.

CORITIBA 2 X 0 GRÊMIO
Edson Bastos; Angelo, Jeci (Cleyton), Pereira (Lucas Mendes) e Triguinho; Marcos Paulo (Ramon), Leandro Donizete (Andrade), Rafinha e Dudu (Geraldo); Enrico e Marcos Aurélio (Jefferson Luis). Victor; Edilson (Mário Fernandes), Ozeia, Rodrigo e Fábio Santos (Neuton); Adilson, William Magrão (Fábio Rochemback), Maylson (Rafael Marques) e Hugo (Douglas); Jonas (Roberson) e Borges (Leandro).
Técnico: Ney Franco. Técnico: Silas.
Gols: Rafinha, aos 15 minutos do primeiro tempo; Enrico, aos 17 minutos do segundo tempo
Cartõs amarelos: Edilson, Maylson, Neuton (Grêmio); Leandro Donizete e Dudu (Coritiba)
Local: Ressacada, em Florianópolis (SC). Árbitro: Paulo Henrique Bezerra. Auxiliares: Marco Antônio Martins e Kléber Lúcio Gil.

junho 30, 2010 Posted by | Coritiba, Grêmio | , | Deixe um comentário

Santos confirma propostas por Ganso e Neymar, mas diz ‘não’

Após receber ofertas da França e da Inglaterra, diretor do Peixe afirma que os dois atletas não estão a venda no momento

O Santos confirmou as propostas oficiais pelo meia Paulo Henrique Ganso e o atacante Neymar, mas adiantou através da imprensa que não aceitará nenhuma das duas. Os números oferecidos também foram confirmados pelo Alvinegro: 15 milhões de euros do Lyon, da França, por Ganso, e outros 15 milhões de euros do West Ham, da Inglaterra, por Neymar.

– Não respondemos formalmente aos clubes por questão de tempo, mas a nossa posição é absolutamente clara de não abrimos negociação para esses dois jogadores – disse o diretor de futebol Pedro Luiz Nunes Conceição.

A oferta dos franceses por Ganso chegou na manhã desta quarta-feira através do representante do clube francês Marcelo Djian. Além de não chegar perto da multa rescisória do atleta, de 50 milhões de euros, ela seria dividida em duas partes.

– A proposta foi de 15 milhões de euros, com um detalhe oito milhões de euros como parcela inicial e no máximo mais sete, dependendo da performance do jogador na Liga dos Campeões ou em uma possível convocação para a seleção brasileira – declarou o dirigente.

Já Neymar, que tem multa estipulada em 35 milhões de euros, recebeu oferta do West Ham, mas na verdade o clube de Londres seria apenas uma ponte para o também londrino só que muito mais poderoso Chelsea.

Apesar do Chelsea ser um sonho para muito dos atletas brasileiras, o diretor afirma que nenhum dos dois atletas manifestou o desejo em forçar a saída.

– A postura dos dois tem sido muito corretas nesse sentido e não é verdade que estão pressionando a diretoria para sair.

junho 30, 2010 Posted by | Santos | , | Deixe um comentário

Orgulhosos, Val Baiano e Correa são apresentados oficialmente por Zico

Jogadores dizem que estão realizando o sonho de jogar pelo Fla. Volante exalta versatilidade, e atacante não quer se comparar ao Império do Amor

Antes de vestirem a camisa do Flamengo, Val Baiano e Correa foram apresentados ao grupo de jogadores. O batismo veio em forma de um animado corredor polonês. Logo depois da recepção “carinhosa”, foi a vez de os dois darem entrevistas logo depois de Zico anunciá-los, em Itu. Sorridentes, os dois jogadores deixaram claro o orgulho de estarem defendendo o clube a partir de agora. E receberam elogios e recomendações do diretor-executivo.

– Que vocês sejam abençoados com essa camisa. Que você (Val Baiano), que já fez gol contra, agora faça a favor. E você (Correa), que já nos venceu algumas vezes, que ajude nas vitórias. Boa sorte – disse Zico rapidamente, antes de deixar o centro de treinamento.

Val Baiano, que garantiu ser rubro-negro desde criança por conta da sua família, assina até dezembro de 2011. Já Correa foi emprestado pelo Dynamo de Kiev até julho de 2011. A princípio, os dois só podem jogar em agosto. Mas como o volante estava no Atlético-MG, o clube tenta fazer com que a transferência seja configurada como nacional, o que liberaria o jogador para atuar em julho.

O atacante, de 29 anos, estava no Monterrey, do México, onde não foi aproveitado. Mesmo assim ele chegou confiante, apesar de deixar claro que não tem a mesma qualidade técnica de Adriano e Vagner Love.

– Hoje é um dos dias mais felizes da minha vida. No futebol, jogador tem de jogar. Sem jogar não tem como render. Não entendi o motivo (de não ser aproveitado no México). A princípio, o treinador tinha pedido minha contratação. Mas cheguei lá e já tinham três atacantes com as mesmas características. Então, quando o Zico fez convite, eu já estava em processo de rescisão e abri mão de muita coisa para vir logo – disse Val Baiano, que fez questão de evitar comparações com os membros do Império do Amor.

– Aumenta a pressão a saída deles. Não vamos fazer comparação deles comigo. São dois jogadores de seleção, que poderiam disputar Copa do Mundo. Vou procurar dar o melhor de mim e aproveitar as oportunidades. Tenho 30 dias para trabalhar e buscar o meu espaço – disse o atacante.

Correa também enfatizou o discurso de estar feliz de chegar ao Flamengo. Principalmente sob o comando de Zico. Ele também explicou como costuma jogar, e quando poderá atuar pelo clube.

– Sei da grandeza do Flamengo e o que é vestir essa camisa. A responsabilidade é grande, mas o retorno também. É um privilégio em dobro ser apresentado no Flamengo pelo maior ídolo do clube e um dos maiores do nosso futebol. É bom chegar com respaldo dele nesse novo projeto e quero corresponder dentro de campo. Posso jogar como segundo volante, mais adiantado, mais recuado… O futebol moderno pede essa versatilidade – disse o volante, que depois explicou sua situação contratual.

– Quero voltar a treinar o mais rapidamente possível para estar logo à disposição. Já joguei quatro jogos no Brasileiro e terei pelo menos mais duas semanas de treino. Ainda não sei se poderei jogar em julho, mas já estão cuidando disso. Qualquer coisa só jogo em agosto mesmo – disse Correa, que também tem 29 anos.


Os dois reforços deixaram a entrevista coletiva e continuaram as avaliações físicas. Eles seguem trabalhando em Itu com a delegação rubro-negra até a próxima quarta-feira.

junho 30, 2010 Posted by | Flamengo | , | Deixe um comentário

Alexandre Kalil anuncia a contratação de Diego Souza pelo Atlético-MG

Presidente do Galo confirma o acerto em seu microblog

Como já é de praxe, o presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, confirmou, mais uma vez via Twitter, a contratação de um grande reforço. Dessa vez trata-se de Diego Souza, ex-meia do Palmeiras.

– A tuitada que vocês estavam esperando! Diego Souza é do #Galo – diz o post.

O mandatário alvinegro gosta de usar seu microblog para dar notícias em primeira mão. Para se ter uma ideia, as confirmações dos acertos com o técnico Vanderlei Luxemburgo, e os meias Ricardinho, Daniel Carvalho e o equatoriano Méndez foram todas feitas desse jeito.

No entanto, Kalil ainda não deu detalhes sobre a contratação de Diego Souza, como valores e tempo de contrato. O ex-jogador do Palmeiras está sem atuar desde abril, quando deixou o clube do Palestra após se desentender com alguns torcedores.

junho 30, 2010 Posted by | Atlético-MG | | Deixe um comentário

Jogo contra o Chile cria alternativa para o meio-campo da seleção

Na tranquila vitória por 3 a 0, setor atuou com novo desenho tático, dando movimentação ao time e deixando Gilberto Silva menos sobrecarregado

Uma das críticas mais ouvidas após a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo foi a falta de um plano B para o meio-campo. Essa alternativa para o setor, no entanto, parece ter surgido na vitória por 3 a 0 sobre o Chile, na segunda-feira.

As entradas de Ramires pela esquerda e de Daniel Alves pela direita mudaram o desenho tático do meio-campo e deram mais movimentação ao time. Para a partida contra a Holanda, pelas quartas de final da Copa do Mundo, Dunga pode até manter o plano B, que garantiu uma vitória tranquila nas oitavas. Mas terá de mudar as peças, pois não poderá escalar Ramires, que cumprirá suspensão automática depois de levar o segundo cartão amarelo. Além disso, Elano também está descartado, o que deve significar a permanência de Daniel Alves no time.

No jogo contra Costa do Marfim, Dunga escalou um meio-campo com posicionamento parecido com o da seleção de 1994. Nele, Gilberto Silva e Felipe Melo ficam com a função de proteger a zaga, quase lado a lado, enquanto Elano (pela direita) e Kaká (pela esquerda) ficaram responsáveis pela criação. A formação foi montada para dar liberdade ao meia do Real Madrid, que usa muito as arrancadas, mas ainda recupera o ritmo de jogo aos poucos.

O esquema encontrou dificuldade para furar a retranca montada por Coreia do Norte e Portugal, sobretudo pela pouca mobilidade. Contra os portugueses, Kaká, suspenso, e Elano, machucado, foram substituídos por Julio Baptista e Daniel Alves, respectivamente, mas o esquema foi mantido. O mapa de calor dos meias (veja acima), exibido no site da Fifa, mostra como há mais áreas em vermelho, o que demonstra que os jogadores concentraram sua movimentação em determinados trechos do campo. Outra consequência foi Gilberto Silva ter ficado sobrecarregado: foi quem percorreu a maior distância contra Coreia do Norte e Costa do Marfim, e o segundo que mais correu contra Portugal. A seleção usou o esquema nos dois primeiros jogos e sofreu gols em ambos.

Contra o Chile, as contusões de Felipe Melo, Elano e do reserva Julio Baptista fizeram com que Dunga escalasse um meio-campo com estilo diferente. As entradas de Ramires, pela esquerda, e de Daniel Alves, pela direita, deram mais equilíbrio ao time. E mudaram o desenho tático, passando de um quadrado para um losango: Gilberto Silva ficou mais atrás, e Kaká, mais adiantado.

O esquema deixou a ligação entre defesa e ataque também nos pés de Daniel Alves e Ramires. E deixou Gilberto Silva menos sobrecarregado: ele percorreu uma distância menor do que Ramires e Daniel Alves contra o Chile. Coincidência ou não, teve o seu melhor desempenho nesta Copa do Mundo, de acordo com as notas dadas pelo GLOBOESPORTE.COM (veja tabela abaixo).

Gilberto Silva Coreia do Norte Costa do Marfim Portugal Chile
Distância percorrida
11.070 km (1º) 10.979 km (1º) 10.714 km (2º) 10.436 km (3º)
Nota para a atuação
5,0 6,0 6,0 6,5
OBS: entre parênteses, está a posição que ele ocupou no ranking dos que mais correram na partida, entre os brasileiros

Formação do meio-campo é uma incógnita contra a Holanda

A suspensão de Ramires cria uma nova interrogação na cabeça de Dunga. Com um problema no tornozelo esquerdo, Felipe Melo faz tratamento intensivo para tentar voltar à seleção no jogo contra a Holanda, nesta sexta-feira, às 11h (de Brasilia), em Porto Elizabeth. O retorno do volante provavelmente deixaria o meio-campo com a mesma mesma formação tática dos dois primeiros jogos. Se Felipe Melo for vetado, Dunga teria as opções de escalar Josué ou Kleberson. E ficaria aberta a possibilidade de usar um quadrado ou um losango no meio-campo.

junho 30, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Seleção brasileira., Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | | Deixe um comentário

Pai sobre Elano: ‘Ele não está nada bem’

Por telefone, seu Gera fica pessimista sobre recuperação do filho

A situação de Elano é bastante preocupante. Mesmo com apenas um problema sem gravidade, segundo o médico José Luiz Runco, o meia caminha para desfalcar a equipe pela terceira vez consecutiva, desta vez contra a Holanda.

Ouvido pela reportagem do LANCENET!, Geraldo Blumer, pai do jogador, foi pessimista em relação ao seu retorno na sexta-feira.

– Ele não está nada bem, viu? Ia para o hospital fazer novos exames quando conversamos. Não aguenta nem chutar e nem correr – disse seu Gera, que mantém contato diário com o filho por telefone.

Nesta terça-feira, no treino realizado no campo de golfe do Randpark Golf Club, o camisa 7 saiu da movimentação antes dos demais atletas. Era um treino físico para quem não encarou os chilenos. O brasileiro mostrava não estar bem. Caminhando lentamente, conversou com o preparador físico Paulo Paixão e seguiu para o hotel. Segunda, após o jogo contra o Chile, Runco disse que a chance dele jogar contra a Holanda era de 9,5 ou 10.

As dores no tornozelo direito são em decorrência de pancada recebida contra a Costa do Marfim.

– Ele e todo mundo lá (da comissão técnica) acha que ele não joga na sexta. Dificilmente pega a Holanda – disse seu Gera.

junho 29, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Seleção brasileira., Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | | Deixe um comentário

FOTOS: Paraguaios e musa Larissa alucinados com classificação inédita

Milhares de torcedores comemoram vitória sobre o Japão em Assunção; houve pequenos tumultos que resultaram na detenção de 20 pessoas

Paraguaias vão à loucura com o pênalti convertido por Cardozo, que deu ao time guarani a vaga para as quartas de final. O site do jornal ABC resumiu o sentimento em sua página: “Parem de sofrer! O Paraguai está nas quartas!” (Foto: Reuters)
Torcida Assunção Paraguai
29/06/2010 20h09 – Atualizado em 29/06/2010 21h44

Larissa Riquelme, musa e amuleto do Paraguai, não poderia faltar na festa. Alguém viu o celular da moça? No sutiã é que não está… (Foto: Agência Reuters)

larissa riquelme assunção paraguai

Paraguaias vão à loucura com o pênalti convertido por Cardozo, que deu ao time guarani a vaga para as quartas de final. O site do jornal ABC resumiu o sentimento em sua página: “Parem de sofrer! O Paraguai está nas quartas!” (Foto: Reuters)

Torcida Assunção Paraguai

junho 29, 2010 Posted by | Futebol Sulamericano | , , , , , | Deixe um comentário

Especialista em duelos entre Brasil e Holanda, Zagallo alerta sobre Robben

Velho Lobo faz uma análise do confronto das quartas de final. Nas três vezes em que as seleções se enfrentaram em Copas do Mundo, lá estava ele

Mário Jorge Lobo Zagallo. Poucos podem resumir como ele o quanto é duro um jogo decisivo de Copa do Mundo entre Brasil e Holanda. Nas três vezes em que as seleções se esbarraram, estava no banco de reservas. Ganhou mais do que perdeu, que fique claro. Em 1974, quebrou a cabeça para tentar conter um time fantástico, sofreu, lutou, mas saiu derrotado. Comemorou em outras duas oportunidades: 1994 e 1998.

– A Holanda tem demonstrado sempre que é um adversário difícil para nós, como foi em 74, 94 e 98 – lembra, por telefone.

O quarto confronto será na próxima sexta-feira, em Porto Elizabeth. A Laranja atual é diferente daquelas que Zagallo enfrentou. É menos encantadora e mais pragmática. Inspira cuidados de qualquer forma. O Velho Lobo, que tem assistido a todos os jogos do Mundial da África do Sul, diz que a Holanda está sempre no caminho brasileiro e faz um alerta sobre um jogador em especial.

– Eles têm bons jogadores, principalmente o Robben, o camisa 11 (atacante). Eles ficam como se não quisessem nada, mas fazendo marcação próxima, com o grupo todo atrás. Quando roubam a bola, partem em velocidade. O Robben recebe passe em diagonal na direita, faz o drible para dentro e chuta com a canhota. Ele marcou um gol contra a Eslováquia e quase fez um segundo. A jogada mais importante é essa, que deve ser feita nas costas do Michel (Bastos). Não podemos dar chance e temos de tomar conta do Robben. Mas também há o Sneijder, o camisa 10, que sabe jogar. O Elia também é um jogador hábil, que tenta o drible e vai para cima – frisou.

Com a confiança de sempre, Zagallo acredita que a seleção brasileira tem plenas condições de avançar contra um adversário forte. Especialmente pelo crescimento do trio ofensivo com Kaká, Robinho e Luis Fabiano.

– O Brasil tem de saber encontrar os espaços quando roubar a bola. Se a Eslováquia, que era um time que não sabia penetrar, conseguiu chances de empatar o jogo que era mais dos holandeses, nós temos mais condições, pelo time, pelo conjunto. Estamos em vantagem. Perdemos uma vez e ganhamos duas em Copas. Sabemos que o Brasil está em evolução técnica e tática. Pode ser um jogo difícil, mas o time tem condições de ganhar – opinou.

Memórias de Zagallo: Brasil x Holanda em Copas

Em 74 e 98, Zagallo enfrentou os holandeses como treinador. Em 94, era coordenador técnico da seleção brasileira. Dava suporte ao técnico Carlos Alberto Parreira. Guarda muitos momentos de emoção deste confronto.

1974: Holanda 2 x 0 Brasil

Laranja Mecânica, Carrossel Holandês… foram vários os nomes dados àquele timaço vice-campeão, que eliminou o Brasil nas semifinais por 2 a 0, gols de Neeskens e Cruyff, mas perdeu a final para a anfitriã, a Alemanha de Franz Beckenbauer.

Fala, Velho Lobo: “Apesar de termos saído tricampeões em 70, perdemos a base do time para a Copa de 74. Enfrentamos a melhor equipe naquele momento. Era a base do time do Ajax, a famosa Laranja Mecânica, que tinha um time de tática, de técnica, jogadores considerados craques, inteligentes. Foi uma seleção que inovou com uma mudança tática dentro do futebol mundial. Digo isso porque foi a melhor seleção que a Holanda teve em Copas do Mundo. Eles se agrupavam para fazer a linha de impedimento. Quando alguém pegava a bola, eles fechavam para tomar conta dela. Se você quisesse passar, tinha que ser para quem viesse de trás. Se tentasse na frente, os atacantes ficavam impedidos. Conseguimos em duas chances no primeiro tempo, poderíamos ter feito dois gols, mas não fizemos. Depois eles fizeram dois gols. Não vi outra equipe tentar fazer aquela movimentação. A Holanda de 74 taticamente foi a melhor equipe dentro do futebol mundial. O Brasil em 70 foi fabuloso, mas jogando aquilo que nós estávamos acostumados a fazer.”

1994: Brasil 3 x 2 Holanda

Nos Estados Unidos, a seleção fez o jogo das quartas de final parecer fácil quando abriu dois gols de vantagem com Romário e Bebeto. Só que Bergkamp e Winter empataram. Até que Branco brilhou, aos 36 minutos do segundo tempo. O tetra estava a caminho.

Fala, Velho Lobo: “Parecia que estava definido. Parreira e eu estávamos no banco, nos olhamos e demos aquele suspiro de alívio. Quando menos se esperava, eles empataram o jogo no segundo tempo, fizeram 2 a 2. Felizmente nós tivemos uma cobrança maravilhosa do Branco, de longa distância. A bola ainda bateu na trave por dentro, no cantinho. Acabamos ganhando o jogo por 3 a 2 num sufoco tremendo”.

1998: Brasil 1 (4) x 1 (2) Holanda

Quatro anos depois, na França, um reencontro épico. A Laranja Mecânica foi adversária brasileira nas semifinais da Copa. No tempo normal, Ronaldo abriu o placar, e o perigoso Kluivert empatou no fim. A igualdade persistiu na prorrogação. Nos pênaltis, Taffarel brilhou e defendeu duas cobranças.

Fala, Velho Lobo: “A Holanda vai ser sempre uma pedra na nossa chuteira. Em 98, ganhávamos o jogo e tomamos o gol aos 44 do segundo tempo. Depois veio a prorrogação, e o jogo foi para os pênaltis. Ficou aquela imagem em que eu converso com cada um em campo, dizendo que ganharíamos novamente. Disse que havíamos vencido em 94 e que conseguiríamos de novo. Acabamos ganhando”.

Holanda atual lembra a de 1998

Zagallo considera a Holanda de 1974 incomparável. Única, segundo ele. Para o tetracampeão mundial, a equipe de 2010 é menos talentosa, mas lembra um pouco a de 1998, principalmente por ser igualmente difícil.

– Está mais perto do time de 1998, com essa jogada em que roubam a bola e saem numa velocidade impressionante. As duas foram difíceis. Tanto a de 1994 quanto a de 1998. Foram jogos dificílimos. Se é difícil para nós ganharmos, tenho certeza de que será muito mais para eles – afirmou, com a velha e inabalável confiança.

junho 29, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Seleção brasileira., Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , | 1 Comentário

Espanha fura bloqueio defensivo de Portugal e vence duelo ibérico

Villa marca no 1 a 0 na Cidade do Cabo, alcança Higuaín e Vittek na artilharia e classifica a Fúria para enfrentar o Paraguai nas quartas de final

No duelo ibérico mais importante da história, a criatividade prevaleceu sobre a eficiência defensiva. A Espanha dominou Portugal durante todo o jogo na Cidade do Cabo e, se venceu por apenas 1 a 0, foi porque o goleiro Eduardo evitou um resultado mais amplo. David Villa marcou o gol da partida, seu quarto na Copa do Mundo, e se juntou ao argentino Higuaín e ao eslovaco Vittek como artilheiros da Copa do Mundo.

Após um início ruim na competição, com derrota para a Suíça, a Espanha teve um desempenho mais compatível com seu status de campeã europeia. Agora vai enfrentar o Paraguai nas quartas de final, em partida às 15h30m (de Brasília) de sábado, no estádio Ellis Park, em Joanesburgo. Portugal, que sempre contou com grande torcida na Cidade do Cabo, despede-se da África do Sul após sofrer um único gol em quarto partidas. Xavi foi eleito o craque do jogo, em votação popular no site da Fifa.

Blitz espanhola no início

Diante do ótimo desempenho defensivo de Portugal neste Mundial, os espanhóis entraram em campo dispostos a não dar tempo para o adversário respirar e se arrumar em campo. Foi uma blitz. Em 12 minutos, tiveram 70% de posse de bola e concluíram quatro vezes a gol, em três delas obrigando Eduardo a espalmar a bola. A defesa lusa cometia erros bobos de marcação, permitindo até que Torres recebesse passe rasteiro numa cobrança de escanteio e virasse para chutar sem dominar a bola.

Até então apagado na competição, o atacante do Liverpool ainda sofreu um pênalti não marcado, numa das vezes em que ficou mano a mano com Coentrão na ponta. Os 12 minutos iniciais foram um resumo da Espanha na Copa, com muita presença ofensiva e pouca eficiência na finalização. Portugal se segurou e ajustou sua marcação, não passando por outro susto até o intervalo. A Espanha virava a bola de um lado para o outro, buscava acionar Villa e Torres nas pontas, mas falhava no passe que acionaria os atacantes pelo meio.

As chances se sucediam, e aos 17 minutos veio o gol. E bem ao estilo espanhol: uma rápida troca de passes, com Xavi usando o calcanhar para deixar Villa na cara de Eduardo. Também ao estilo espanhol foi a conclusão, sofrida: o atacante precisou chutar duas vezes para encontrar a rede, marcando pela quarta vez na Copa. Foi também a primeira vez que Eduardo buscou uma bola em sua meta, acabando com a invencibilidade da defesa de Portugal.

Em desvantagem no placar, os lusos pouco fizeram até o fim da partida para buscar o empate. Foi a Espanha, na verdade, que esteve mais perto de um gol. E só não fez o segundo porque esbarrou em Eduardo, que fez difícil defesa em chute cruzado de Sergio Ramos e espalmou com plasticidade uma bomba de Villa. Especialistas em manter a posse de bola, os espanhóis praticamente colocaram na roda o adversário, que não encontrou forças para uma marcação mais eficiente. E os portugueses ainda tiveram Ricardo Costa expulso no fim, por um lance na área com Capdevilla.

ESPANHA 1 X 0 PORTUGAL
Casillas, Sergio Ramos, Puyol, Piqué e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso (Marchena), Xavi e Iniesta; Torres (Llorente) e Villa (Pedro). Eduardo, Ricardo Costa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Coentrão; Pepe (Pedro Mendes), Tiago e Raul Meireles; Simão (Liedson), Hugo Almeida (Danny) e Cristiano Ronaldo.
Técnico: Vicente del Bosque. Técnico: Carlos Queiroz.
Gols: Villa, aos 17 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Xabi Alonso (Espanha); Tiago (Portugal). Cartão vermelho: Ricardo Costa (Portugal).
Estádio: Green Point (Cidade do Cabo). Data: 29/06/2010. Árbitro:Hectos Baldassi (ARG). Assistentes: Ricardo Casas (ARG) e Hernán Maidana (ARG). Público: 62.955.

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Modelo paraguaia Larissa Riquelme faz sucesso na copa

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junho 29, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Radio ao vivo, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , , , , , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

Espanha e Portugal decidem a última vaga nas quartas de final da Copa do Mundo

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Espanha e Portugal fazem mais um clássico europeu pelas oitavas de final da Copa do Mundo da África do Sul. As seleções se enfrentam nesta terça-feira, às 15h30 (de Brasília), no Estádio Green Point, na Cidade do Cabo (AFS). Os técnicos das duas equipes não fazem mistério sobre as escalações e colocarão em campo o que as equipes tem de melhor.

A Fúria chegou em solo africano como a grande favorita à conquista do título Mundial. Após um susto na estreia, quando perdeu para a Suíça por 1 a 0, venceu Honduras e Chile, conseguindo o primeiro lugar do Grupo H da competição.

O técnico, Vicente del Bosque, prega muito respeito ao adversário e lembra que os portugueses não tem apenas Cristiano Ronaldo para fazer a diferença.

– Portugal é uma grande equipe e não tem só o Cristiano Ronaldo. Ele é um dos melhores, é verdade, não podemos esquecer que os portugueses ainda não sofreram nenhum gol neste Mundial e é a única seleção que conseguiu isso. Isto mostra que têm uma equipa sólida e não apenas individualidades: o seu jogo baseia-se na solidez defensiva, o contra-ataque e muita velocidade. Acredito em um jogo muito difícil, como todos os outros até o final da competição. Só sobraram as melhores – disse o comandante espanhol.

O ataque formado por Fernando Torres e David Villa é um dos trunfos do treinador para sair com a vitória. O primeiro chegou na Copa ainda se recuperando de lesão no joelho, mas desde a última partida, contra o Chile, é titular. Capdevila e Xabi Alonso, que chegaram a ser dúvidas, estão confirmados.

Pelo lado de Portugal, o discurso é de confiança contra uma das seleções favoritas ao título. Depois do empate com o Brasil, os lusitanos provaram a si mesmos serem capazes de jogar de igual para igual com qualquer adversário na África do Sul. Tanto é que o técnico Carlos Queiroz prepara uma formação mais ofensiva do que aquela que enfrentou os pentacampeões do mundo.

– Vai ser um encontro muito difícil entre duas equipes com um estilo de futebol muito próximo. Acho que vai ser um grande jogo, com futebol técnico, com muita velocidade e grandes finalizadores. Só uma coisa conta: ir para a frente. Neste tipo de jogo, temos de correr riscos – afirmou o treinador.

Cristiano Ronaldo, que reclamou na última partida de ter ficado isolado na frente, dessa vez não deverá sofrer do mesmo mal. Hugo Almeida volta para o time e Simão entrará pela direita. Deco já está em condição de jogo e disputa posição com Tiago.

Na história do confronto entre as seleções, a vantagem é toda da Espanha. Foram 15 vitórias da Fúria, 12 empates e cinco vitórias de Portugal. Os espanhóis fizeram 71 gols e sofreram 37.


FICHA TÉCNICA:
ESPANHA X PORTUGAL

Estádio: Green Point, Cidade do Cabo (AFS)
Data/hora: 29/6/2010 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Hector Baldassi (ARG)
Auxiliares: Ricardo Casas (ARG) e Hernan Maidana (ARG)

ESPANHA: Casillas, Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso, Xavi e Iniesta; Fernando Torres e Villa
Técnico: Vicente del Bosque

PORTUGAL: Eduardo, Ricardo Costa, Bruno Alves, Ricardo Carvalho e Fábio Coentrão; Pepe, Raúl Meireles e Tiago (Deco); Simão, Cristiano Ronaldo e Hugo Almeida.
Técnico: Carlos Queiroz.

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Paraguai vence Japão nos pênaltis e faz história

Vitória por 5 a 3 garante aos sul-americanos passagem inédita para as quartas de final

No pior jogo das oitavas de final desta Copa do Mundo, só mesmo a disputa por pênaltis para sair gols e definir a vitória do Paraguai por 5 a 3 sobre o Japão nesta terça-feira, em Pretória, após 0 a 0 no tempo normal, o que garantiu a classificação para as quartas de final. A campanha já é histórica, pois é a primeira vez que os paraguaios conseguem chegar tão longe na competição mais importante do futebol.

Assista os Gols | Confira a tabela

Na disputa por pênaltis, as duas seleções vinham batendo bem até que Komano, o terceiro do Japão a cobrar, chutou no travessão. Já os paraguaios converteram todas as cinco penalidades e garantiram a classificação.

As duas seleções sabiam que podiam fazer história em seus países, mas não foi isso que mostraram no primeiro tempo. Talvez pelo nervosismo ou pressão, Paraguai e Japão se respeitaram muito e arriscaram quase nada, com medo de sofrer um gol. Ao todo, apenas duas chances para cada lado de abrir o placar.

Apesar de o início em velocidade do Japão, o Paraguai manteve a posse de bola, só que sem tentar o gol, enquanto os asiáticos se seguraram na defesa de olho no contra-ataque. O jogo esquentou aos 20 minutos, quando as duas seleções tiveram suas melhores chances.

Primeiro, Barrios recebeu na área, driblou o marcador e chutou. O goleiro Kawashima fez boa defesa com os pés. Em seguida, o contra-ataque japonês e Matsui soltou a bomba no travessão. Quem pensou que o jogo iria começar para valer, enganou-se. Mais uma finalização perigosa para cada lado e só. Seria necessário muito mais para alguém vencer.

Pode-se dizer que as duas equipes voltaram para o segundo tempo com mais vontade de vencer, o que não significa que melhoraram. O Paraguai seguiu com maior posse de bola, mas o Japão equilibrou e também se arriscou mais em busca do gol. Mas ainda faltava a coragem de partir para cima nos dois lados.

O Paraguai não conseguiu fazer valer a sua melhor técnica e abusou dos chutões. Já o Japão compensou sua inferioridade com muita vontade e correria em busca da bola. Futebol quase não se viu. E o jogo foi se arrastando, passaram-se os minutos, os asiáticos pressionaram, os paraguaios também, mas poucos chutes e… Prorrogação!

MAIS 30 MINUTOS

E finalmente, após longos 90 minutos, um pouco de emoção. O Japão mostrou estar melhor fisicamente, mas foi o Paraguai quem saiu em busca do gol no primeiro tempo da prorrogação. Barrios e Valdez levaram perigo em uma cabeçada defendida por Kawashima, e Barreto também desperdiçou umaa chance. A resposta veio em uma falta de Honda, que obrigou Villar a espalmar.

Com o passar do tempo, as equipes ficaram cansadas e diminuíram a marcação, o que tornou o jogo mais aberto. O que não quer dizer que fez com que saísse um gol. Na verdade, Paraguai e Japão poderiam jogar o dia todo que o placar seria o mesmo. Resultado: primeira disputa por pênaltis na Copa do Mundo.

FICHA TÉCNICA
PARAGUAI 0 (5) X 0 (3) JAPÃO

Local: Loftus versfeld, em Pretória (AFS)
Data/hora: 29/6/2010 – 11h (em Brasília)
Árbitro: Frank De Bleeckere (BEL)
Assistentes: Peter Hermans (BEL) e Walter Vromans (BEL)
Cartão Amarelo: Rivero (PAR); Matsui, Nagatomo, Honda, Endo (JAP)
Cartão Vermelho: –
Gol: –
Pênaltis:
Paraguai: Barreto, Barrios, Riveros, Valdez e Cardozo acertaram todos
Japão: Endo, Hasabe, Honda converteram e Komano perdeu o terceiro pênalti

Paraguai: Villar, Bonet, Da Silva, Alcaraz e Morel Rodríguez; Ortigoza (Barreto, 29’/2ºT), Vera e Riveros; Santa Cruz (Cardozo, 3’/1ºT da prorrogação), Benítez (Valdez, 14’/2ºT) e Barrios. Técnico: Gerardo Martino.

Japão: Kawashima, Komano, Nakazawa, Túlio Tanaka e Nagatomo; Abe (Kengo Nakamura, 35’/2ºT), Matsui (Okazaki, 20’/2ºT), Endo, Hasebe e Okubo (Tamada, intervalo da prorrogação); Honda. Técnico: Takeshi Okada.

Fonte: LanceNet

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Paraguai x Japão: um confronto para fazer história

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Paraguai e Japão se enfrentam nesta terça-feira no Estádio Loftus Versfeld, em Pretória, com um objetivo em comum: conseguir a inédita classificação para as quartas de final da Copa do Mundo.

O Paraguai chega às oitavas de final de um Mundial pela quarta vez em sua história. Desta vez, a equipe vem com a confiança de ter terminado a fase de grupos invicto e em primeiro lugar na chave da Itália.

Para se classificar pela primeira vez para as quartas de final, o técnico do Paraguai, o argentino Gerardo Martino, terá praticamente todo o seu time à disposição. A exceção é o meia Víctor Cáceres, que cumpre suspensão por ter tomado dois cartões amarelos.

O provável substituto de Cáceres é o volante Néstor Ortigoza, mas Martino tem outras opções para usar de acordo com o sistema de jogo.

Além disso, o treinador poderá contar com o volante Jonathan Santana, que volta ao time depois de duas semanas em tratamento de um problema muscular, e com o zagueiro Antolín Alcaraz, que ficou fora do jogo contra a Nova Zelândia devido a uma entorse no tornozelo.

Quem também estará pronto para jogar é o atacante Nelson Haedo, que deixou a partida contra os neozelandeses a 20 minutos do final com desgaste físico.

Diante da importância do jogo, Martino não vai economizar. Deve manter a filosofia da posse da bola e escalar três atacantes: Roque Santa Cruz, Lucas Barrios e Nelson Haedo.

A velocidade do Japão é a grande preocupação paraguaia. Os japoneses deram demonstrações de ousadia e rapidez em suas partidas da primeira fase.

O técnico do Japão, Takeshi Okada, tem conseguido tirar o melhor de seus jogadores e vem investindo nas jogadas de bola parada, estratégia que funcionou na vitória contra a Dinamarca, que garantiu a classificação para as oitavas de final.

Em sua quarta Copa do Mundo, o Japão pode fazer história. Esta é a segunda vez em que os japoneses chegam às oitavas de final – a outra foi em 2002, no Mundial que organizaram junto foi a Coreia do Sul.

Okada deve continuar apostando no time que garantiu a classificação japonesa, o que significa deixar um de seus jogadores mais experientes, Shunsuke Nakamura, no banco de reservas.

Paraguai: Justo Villar; Denis Caniza, Paulo da Silva, Antolín Alcaraz, Claudio Morel; Enrique Vera, Cristian Riveros, Néstor Ortigoza; Roque Santa Cruz, Lucas Barrios e Nelson Haedo.

Japão: Kawashima; Komano, Nakazawa, Túlio Tanaka, Nagatomo; Abe, Endo, Matsui; Okubo, Hasebe; Honda.

Árbitro: Frank De Bleeckere (BEL), auxiliado por seus compatriotas Peter Hermans e Walter Vromans.

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Brasil segue roteiro, vence o freguês Chile por 3 a 0 e avança às quartas

Time de Dunga consegue seu sexto triunfo consecutivo sobre o adversário, com gols de Juan, Luis Fabiano e Robinho, e agora encara a Holanda

Freguesia é coisa para ser respeitada, e o Brasil manteve sua tradição diante do Chile na noite desta segunda-feira no estádio Ellis Park, em Joanesburgo. Mesmo desfalcado de Felipe Melo e Elano, machucados, a seleção venceu pela sexta vez seguida o rival, o maior freguês desde que Dunga assumiu o cargo, em 2006. Os 3 a 0 sobre a equipe do argentino Marcelo Bielsa garantiram os brasileiros nas quartas de final da Copa da África do Sul.

A receita verde-amarela para ganhar foi bem conhecida: bola parada na cabeçada de Juan, contra-ataque mortal para Luis Fabiano marcar e, para completar, gol de Robinho após roubada de bola de Ramires. Foi a oitava vez que o atacante do Santos balançou as redes chilenas, igualando-se a ninguém menos que Pelé como maior carrasco do adversário. Ele foi eleito o melhor em campo em votação no site da Fifa.

O terceiro triunfo sobre o Chile em jogos decisivos de Copa (os outros foram na semifinal em 1962 e nas oitavas em 1998) pôs a equipe de Dunga frente a frente a outro rival conhecido, a Holanda. A quarta partida entre os países em Mundiais será na sexta-feira, às 11h (de Brasília), em Porto Elizabeth, no estádio Nelson Mandela Bay.

Quatro minutos de susto. E só

Os primeiros quatro minutos de jogo deram a impressão de que o Chile colocaria na prática a formação ofensiva que apresentou no papel – com Beausejour, Alexis Sánchez, Mark González e Suazo. Foi o período do jogo em que o Brasil esperou em seu campo defensivo, viu o adversário tocar a bola e teve apenas 27% de posse de bola. Um contra-ataque mal aproveitado por Luis Fabiano, com um chute fraco e para fora, mudou o panorama.

A partir de então, o Brasil tomou para si a iniciativa do jogo e teve pela frente um adversário que se limitou a defender. Com boa movimentação no meio-campo, o time de Dunga encontrou espaços com facilidade, mas falhou nas tabelas, interrompidas por erros de passe. Os chutes de fora da área, que em princípio pareciam uma opção a mais, transformaram-se na principal arma ofensiva nos primeiros 30 minutos. Gilberto Silva e Ramires arriscaram, colocando Bravo para trabalhar um pouco.

Na defesa, no entanto, os volantes pouco ajudavam na saída de bola, obrigando Julio Cesar e os zagueiros a apelarem para chutões para frente. O Brasil reclamou de um pênalti em Lúcio, mas conseguiu abrir o placar quando tentou consertar um dos seus erros, a pouca iniciativa pelas pontas. Numa rara jogada de linha de fundo, Maicon conseguiu escanteio que ele mesmo cobrou. Protegido por Lúcio e Luis Fabiano, Juan saltou e cabeceou, vendo a bola passar sobre a mão do baixinho Bravo (de 1,83m) e fazendo 1 a 0 aos 34 minutos. Foi seu sétimo gol pela seleção, o quarto sobre o Chile.

A seleção aproveitou a vantagem e se manteve no ataque, chegando ao segundo gol três minutos depois. Se abriu 1 a 0 em um lance de bola parada, fez 2 a 0 em outra especialidade desse time: o contra-ataque. Robinho correu pela esquerda e encontrou Kaká no meio, na entrada da área. Com apenas um toque, típico do camisa 10, ele deixou Luis Fabiano na cara do goleiro. O atacante, que um minuto antes se atrapalhara sozinho em um toque de calcanhar, driblou Bravo com estilo e fez seu terceiro gol nesta Copa. O jogo, complicado até os 34 minutos, chegou ao intervalo com boa vantagem no placar para a seleção.

Ramires ajuda no gol, mas leva amarelo

O Chile fez duas alterações para a segunda etapa, entrando Tello e Valdivia nos lugares de Contreras e González. Mas a postura continuou a mesma, de excessivo respeito. O time de Marcelo Bielsa não se jogou ao ataque e sofreu com erros de passe no meio-campo, problema compartilhado pelo Brasil, que com isso teve dificuldade para aproveitar os espaços fartos. Kaká, que não esteve numa noite inspirada, apesar da assistência, errou passe fácil aos sete minutos, o que deixaria Robinho na cara do gol.

Se não estava tão fácil construir jogadas, o melhor jeito de chegar ao gol foi destruindo. Ramires roubou bola no meio-campo e acelerou em direção à área, livrando-se de dois marcadores e desviando a bola do terceiro, dando passe para Robinho. O atacante chutou e tirou a bola do alcance do goleiro, fazendo 3 a 0 aos 14 minutos. Desencantou no Mundial na África do Sul, marcando seu primeiro gol.

Com uma vantagem tranquila no placar, diante de um adversário que não ameaçava, o Brasil tinha a preocupação principal de não ter um jogador suspenso para as quartas de final. Fracassou nessa missão. Ramires fez falta dura e desnecessária e recebeu seu segundo cartão amarelo na competição. Quatro minutos depois, Dunga resolveu mexer no time pela primeira vez, trocando Luis Fabiano – outro pendurado – por Nilmar.

Num jogo morno nos últimos 20 minutos, o Brasil ainda teve boa chance de marcar o quarto gol, mas Bravo fez defesa em chute cruzado de Robinho. E Julio Cesar enfim entrou em ação, aos 29 minutos, em jogada individual do isolado Suazo, que em outro lance chutou uma bola que quicou no travessão. Sem muito com o que se preocupar, Dunga promoveu a estreia de dois jogadores, Kleberson e Gilberto, que substituíram Kaká e Robinho, respectivamente.

BRASIL 3 X 0 CHILE
Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto SIlva, Ramires, Daniel Alves e Kaká (Kleberson); Robinho (Gilberto) e Luis Fabiano (Nilmar). Bravo, Isla (Millar), Contreras (Rodrigo Tello), Jara e Fuentes; Carmona, Vidal e Beausejour; Sánchez, Suazo e Mark González (Valdivia).
Técnico: Dunga. Técnico: Marcelo Bielsa.
Gols: Juan, aos 34, e Luis Fabiano, aos 37 minutos do primeiro tempo; Robinho, aos 14 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Kaká, Ramires (Brasil); Vidal, Fuentes, Millar (Chile).
Estádio: Ellis Park (em Joanesburgo). Data: 28/06/2010. Árbitro:Howard Webb (ING). Assistentes: Darren Cann (ING) e Michael Mullarkey (ING).

junho 28, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Seleção brasileira., Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , | Deixe um comentário

Brasil enfrenta freguês Chile por vaga nas quartas de final Rival sul-americano é a maior vítima de Robinho e Dunga

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Com a escalação titular ainda indefinida, a Seleção Brasileira briga nesta segunda-feira, às 15h30 (de Brasília), por uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo. O Chile, que terminou a primeira fase como segundo colocado do Grupo H, será o adversário na primeira partida eliminatória que a equipe de Dunga encara na competição.

A última dúvida de Dunga está na posição de segundo volante. O titular Felipe Melo sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo no jogo contra Portugal, e não tem presença garantida na partida. Josué e Ramires seriam as opções para suprir a ausência do jogador. Kleberson corre por fora pela vaga.

Em compensação, a Seleção deve contará com o retorno de três importantes titulares, que não puderam atuar diante dos portugueses. O meia Elano e o atacante Robinho estão recuperado de lesões, e devem jogar normalmente. O camisa 10 Kaká, expulso contra a Costa do Marfim, tem presença garantida no meio de campo brasileiro.

Dentre os brasileiros, Robinho é o que mais leva sorte em confrontos contra os Chilenos. Na era Dunga, o atacante enfrentou os sul-americanos em quatro partidas, e balançou as redes seis vezes. Seu melhor desempenho foi em julho de 2007, na Copa América, quando o santista marcou os três gols da vitória brasileira por 3 a 0.

Os chilenos, aliás, são também os adversários prediletos do treinador Dunga. Desde que assumiu a Seleção, o técnico enfrentou os adversários desta segunda-feira cinco vezes – foram cinco vitórias, vinte gols marcados e apenas três sofridos.

Na última vez que as seleções se enfrentaram em Copas do Mundo, o Brasil não tomou conhecimento do adversário, que na época contava com a badalada dupla de ataque Salas e Zamorano. Nas oitavas de final do Mundial de 1998, a Seleção venceu por confortáveis 4 a 1 e avançou sem problemas para as quartas.

O retrospecto positivo, porém, de nada vale na opinião do técnico Dunga:

– É so estatística. O que vale é a próxima partida. A cobrança vai ser maior agora. Não preciso nem falar com os jogadores sobre isso. Eles estão focados de uma forma diferente. É outra preparação, outro jogo, outra forma de encarar, e eles sabem disso.

Se o Brasil poderá não contar com Felipe Melo, o técnico Marcelo Bielsa também terá problemas para escalar o Chile. Os zagueiros titulares Ponce e Medel receberam o segundo cartão amarelo na derrota de 2 a 1 para a Espanha e não poderão jogar nesta segunda. O volante Estrada, expulso ante os espanhois, será outro desfalque da equipe.

– São jogadores valiosos, mas creio que estamos em condição de optar por companheiros deles que resolverão a ausência. Você vem para um Mundial com vários opções por posição, e opções se pareçam com os titulares. Amanhã (segunda-feira), vamos ver o que conseguimos – declarou Bielsa.

FICHA TÉCNICA:
BRASIL X CHILE

Estádio: Ellis Park, Johannesburgo (AFS)
Data/hora: 27/6/2010 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Howard Webb (ING)
Auxiliares: Darren Cann (ING) e Michael Mullarkey (ING)

BRASIL: Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto Silva, Felipe Melo (Josué ou Ramires), Elano e Kaká; Robinho e Luís Fabiano. Técnico: Dunga.

CHILE: Bravo, Isla, Contreras, Jara e Vidal; Carmona, Millar, Fernández e Sánchez; Beausejour e Suazo. Técnico: Marcelo Bielsa.

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Robben e Sneijder garantem vitória e vaga à Holanda

Holandeses vencem Eslováquia por 2 a 1 e passam para as quartas de final

Em mais uma atuação visando ao resultado, a Holanda jogou o suficiente para vencer a Eslováquia por 2 a 1, em Durban, nesta segunda-feira pelas oitavas de final da Copa do Mundo e agora espera por Brasil ou Chile. Mesmo superiores, os holandeses correram sério risco de se complicar, mas tinham em campo a dupla Robben/Sneijder, que foram de grande importância na classificação para as quartas de final.

Quem esperava um domínio da Holanda, precisou esperar um pouco no primeiro tempo. Com um início corrido, a Eslováquia não se intimidou e também se arriscou ao ataque. Até que aos dez minutos, o maior volume de jogo e melhor técnica dos holandeses fizeram a diferença, assim como a dupla Sneijder/Robben.

Apesar de ainda estar fora de forma, Robben compensou com sua técnica e muita vontade, e mostrou porque valeu a pena a seleção esperar por ele. Mostrando estar recuperado de lesão na coxa esquerda, o atacante deu um pique de fazer inveja, do meio de campo até a área, após lindo lançamento de Sneijder. Com habilidade, Robben cortou para dentro, tirou dois marcadores e chutou para abrir o placar aos 18 minutos em sua jogada característica.

Nesse momento a Holanda estava absoluta e poderia chegar ao segundo gol quando quisesse. Só que, assim como nos outros três jogos que disputou na Copa, o time colocou o pé no freio e pensou apenas em administrar o resultado. Os holandeses optaram pela troca de passes e só se arriscaram no ataque quando acreditavam não correr riscos. Assim, a Eslováquia se aproveitou para crescer na partida e tentar o empate, na maioria das vezes em chutes de longa distância. Mas ficou o 1 a 0 para o intervalo.

Na volta para o segundo tempo, a Holanda resolveu tentar acabar com a partida de uma vez. E, claro, coube a Robben criar as melhores chances do time em cinco minutos. Primeiro, o atacante repetiu a jogada do gol pela direita, cortou para dentro e chutou. Depois, pela esquerda, ele tocou na medida para Van Persie chutar. Nas duas tentativas, coube ao goleiro Mucha fazer duas grandes defesas e salvar a Eslováquia.

O jogo vinha sendo levado com certa tranquilidade pela Holanda, até que a Eslováquia forçou um pouco mais e a defesa deu espaço. Aos 22 minutos, duas grandes chances do empate e, desta vez, foi Stekelenburg quem salvou os holandeses em chutes de Sotch e Vittek. O segundo estava cara a cara.

O susto acordou a Holanda, que parecia satisfeita com o 1 a 0. Elia entrou no lugar de um cansado Robben, mas foi Kuyt quem levou perigo em uma cabeçada e uma bomba de fora da área. A Eslováquia se assustou e diminuiu a pressão. Mesmo assim, Vittek ainda desperdiçou outra oportunidade de empate.

Já no fim, a Holanda tratou de garantir a vitória e não correr mais riscos. Aos 39, Kuyt recebeu lançamento, ganhou do goleiro e tocou para trás. Sneijder chutou para fazer o segundo gol e dar a vaga aos holandeses. Ainda deu tempo de a Eslováquia diminuir no último minuto de jogo. Vittek cobrou pênalti e marcou o seu quarto gol na Copa do Mundo.

Mas já era tarde. Holanda segue na luta pelo primeiro título e a Eslováquia vai para casa.

FICHA TÉCNICA
HOLANDA 2 X 1 ESLOVÁQUIA

Local: Estádio Moses Mabhida, em Durban (AFS)
Data/hora: 28/06/2010 – 11h (em Brasília)
Árbitro: Alberto Undiano (ESP)
Assistentes: Fermin Martinez (ESP) e Juan C. Jiménez (ESP)
Cartão Amarelo: Robben, Stekelenburg (HOL); Kucka, Kopunek, Skrtel (SVK)
Cartão Vermelho: –
Gols: Robben, 18’/1ºT (1-0); Kuyt, 39’/2ºT (2-0); Vittek, 48’/2ºT (2-1)

HOLANDA: Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst; Van Bommel, De Jong e Sneijder (Afellay, 45’/2ºT); Kuyt, Robben (Elia, 25’/2ºT) e Van Persie (Huntelaar, 34’/2ºT). Técnico: Bert van Marwijk.

ESLOVÁQUIA: Mucha, Pekarik, Skrtel, Durica e Zabavnik (Jakubko, 43’/2ºT); Weiss, Kucka, Stoch, Hamsik (Sapara, 43’/2ºT) e Jendrisek (Kopunek, 25’/2ºT); Vittek. Técnico: Vladimir Weiss.

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Holanda conta com reforço ‘de vidro’ contra a Eslováquia

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A Holanda enfrenta a Eslováquia, nesta segunda-feira, às 11h, no Estádio Moses Mabhida, em Durban. Para a partida – válida pelas oitavas de final da Copa – a Laranja terá não um reforço com “peso de ouro”, mas sim “de vidro”: Robben, conhecido internacionalmente por seu longo histórico de lesões.

Neste Mundial, o frágil atacante do Bayern de Munique (ALE) só atuou durante os 20 minutos finais da partida contra Camarões, a última pelo Grupo E. Mesmo assim, foi decisivo. Após seu chute acertar a trave, coube à Huntelaar aproveitar o rebote e marcar o gol da vitória por 2 a 1 sobre a equipe africana.

– Fiquei feliz com a minha volta aos gramados. Para mim agora é muito importante recuperar o ritmo de jogo. Ainda não estou 100%, mas não importa, vou chegar lá – admitiu Robben.

O holandês ficou de fora dos dois primeiros jogos por conta de lesão na coxa esquerda, sofrida no último amistoso da Laranja antes do Mundial, contra a Hungría, no dia cinco de junho. Mais uma em seu longo histórico de machucados, que lhe rendeu o apelido de “homem de vidro”.

Porém, o atacante – em tempo recorde – conseguiu se recuperar, graças ao tratamento junto ao dr. Dick van Toorn, fisioterapeuta holandês especializado em lesões musculares. Após seis dias de exercícios em Amsterdã, Robben já estava de volta à equipe, na África do Sul.

– Estou feliz pela volta de Robben. Muitas acreditavam que não era possível a recuperação em curto prazo para que ele ficasse em forma. Depois do chute dele na trave, fiquei mais tranquilo. Não estava mais machucado – afirmou van Toorn.

A “parceria” entre o atacante e o fisioterapeuta – iniciada no fim de 2008 – foi fundamental para a diminuição das lesões do jogador e para a excelente temporada (2009/10) dele na Alemanha. Em 43 jogos, Robben fez 24 gols, deu nove assistências e levou a equipe da Baviera à final da Liga dos Campeões da Europa. Um reforço e tanto para a Holanda na Copa.

– É o treinador quem decide, mas acho que Robben tem sempre que jogar. Ele tem qualidades especiais. Não há muitos como ele – elogiou Sneijder, companheiro de seleção. Recuperado, Robben agora está de olho no próximo adversário: a Eslováquia.

– A Eslováquia, o nosso próximo adversário, já comprovou nessa fase do torneio que é um oponente de respeito – ressaltou o atacante, que pode até não começar jogando, mas tem grandes chances de entrar, já que a Holanda está com seis jogadores pendurados (que podem ficar fora do jogo contra Brasil ou Chile).

Eslováquia quer surpreender contra Holanda

Empolgada com a surpreendente classificação para as oitavas, a Eslováquia enfrentará a Holanda com praticamente o mesmo time que bateu a Itália por 3 a 2. O técnico Vladimir Weiss pode ter de fazer apenas duas mudanças nada equipe – uma por suspensão e outra por lesão.

O volante Strba levou o segundo cartão amarelo diante dos italianos e não poderá pegar a Holanda. Já o lateral-esquerdo Durica levou uma pancada no tornozelo e é dúvida. Vetado das atividades deste domingo, ele será avaliado novamente na segunda-feira.

Disposto a surpreender novamente, Weiss promete levar a campo a mesma ofensividade apresentada na maior parte da vitória sobre a Azzurra. No entanto, o técnico não deixa a cautela de lado. Neste domingo, o time treinou cobranças de pênalti, para o caso de um empate no tempo normal e na prorrogação.

– Os holandeses são favoritos, mas acho que podemos repetir o desempenho que tivemos contra a Itália – afirmou Weiss.

FICHA TÉCNICA
HOLANDA X ESLOVÁQUIA

Local: Estádio Moses Mabhida, em Durban (AFS)
Data/hora: 28/06/2010 – 11h (em Brasília)
Árbitro: Alberto Undiano (ESP)
Assistentes: Fermin Martinez (ESP) e Juan C. Jiménez (ESP)

HOLANDA: Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst; Van Bommel, De Jong e Sneijder; Kuyt, Van der Vaart (Robben) e Van Persie. Técnico: Bert van Marwijk.

ESLOVÁQUIA: Mucha, Pekarik, Salata, Skrtel e Zabavnik; Kopunek, Kucka, Stoch, Hamsik e Jendrisek; Vittek. Técnico: Vladimir Weiss.

junho 28, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , | Deixe um comentário

Argentina repete filme, bate o México e vai atrás da Alemanha nas quartas

Gol ilegal de Carlitos Tevez abre caminho para a vitória por 3 a 1 dos hermanos, que encaram na próxima fase o algoz da Copa de 2006

tevez gol  comemoração argentina x méxico

A figura de Maradona à beira do campo, envergando seu terno cinza, ajuda a lembrar que este não é um filme repetido. O técnico é novo, mas o roteiro argentino no mata-mata da Copa de 2010 vai se desenhando como um plágio de 2006. Neste domingo, a vítima foi o México, assim como tinha sido há quatro anos, com a diferença de que foi um gol ilegal de Tevez que abriu o caminho para a vitória por 3 a 1. Cenas do próximo capítulo: no sábado, às 11h, na Cidade do Cabo, está marcado para as quartas de final um duelo de campeões, daqueles que fazem tremer estádio. Do outro lado do campo, a Alemanha, algoz dos hermanos no último Mundial. Saiam da frente.

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Em 2006, a Argentina bateu o México na prorrogação, com gol de Maxi Rodríguez, e foi eliminada pelos alemães nos pênaltis. Maradona, que estava na arquibancada há quatro anos, espera que desta vez a segunda parte do filme tenha um final mais feliz.

Tevez marcou duas vezes na vitória da Argentina neste domingo, no Soccer City (Foto: Reuters)

No domingo, diante de 84.337 torcedores no Soccer City, justamente quando o México estava melhor no início do jogo, Tevez abriu o caminho com um gol em claríssimo impedimento, ignorado pelo juiz. Higuaín fez 2 a 0 e assumiu a artilharia da Copa, com quatro tentos. O próprio Tevez, com um golaço de fora da área, ampliou o placar, e os mexicanos ainda diminuíram com Hernández.

O jogo

O primeiro embate do dia foi entre o goleiro Perez e um enorme rolo de papel higiênico jogado pela torcida no meio do campo. O juiz italiano Roberto Rosetti parou o jogo aos cinco minutos, e o carequinha que guarda as traves mexicanas se encarregou de fazer a faxina no gramado.

Messi se engraçou aos sete, em jogada individual que terminou em chute prensado na zaga. Mas o primeiro grande susto saiu logo depois, pelos pés de Salcido, que soltou um foguete do meio da rua e por pouco não surpreendeu Romero: o goleiro fez mão de maionese e a bola explodiu no travessão. No ataque seguinte, Guardado bateu forte de fora da área e, com incrível efeito, a Jabulani passou raspando a trave.

O camisa 10 da Argentina arrancou de novo aos 12, ganhou do zagueiro na corrida, mas tentou uma jogada que nem o maior craque da Copa consegue: encobrir um goleiro que estava em cima da linha.

Nos primeiros 15 minutos, três finalizações para cada lado, mas o México chegava com mais perigo. E a defesa conseguia a proeza de anular as jogadas argentinas pelas pontas. Engarrafado no meio, Messi tinha que voltar até a linha do meio de campo, sempre com pelo menos dois jogadores beliscando seus calcanhares.

A solução para sair dessa enrascada? Uma ajudinha do apito. Aos 26, Messi rolou para um Tevez em posição duvidosa. O atacante dividiu com o goleiro e a bola voltou para o camisa 10 que tentou encobri-lo. Aí reapareceu Tevez, e desta vez sua posição não tinha nada de duvidosa. Completamente impedido, Carlitos cabeceou livre para o fundo da rede.

Enquanto Tevez se ajoelhava perto da bandeirinha de escanteio e mordia o escudo na camisa, os mexicanos voltavam para dar a saída no meio de campo. Foi aí que o telão do estádio, contrariando o habitual na Copa, mostrou o replay do lance, com tira-teima e tudo. Resultado: um exército verde partiu em direção ao árbitro italiano. Rosetti ainda foi consultar o assistente Stefano Ayroldi, mas a dupla confirmou a lambança: Argentina 1 a 0.

Aos 33, os hermanos receberam outra ajuda generosa, desta vez do zagueiro mexicano Osório, disparado o pior em campo no primeiro tempo. Na entrada da área, o camisa 5 recebeu a bola sozinho, tranquilo, soberano, só ele e a Jabulani. Mesmo assim conseguiu se enrolar todo. Entregou o ouro para Higuaín, que, surpreso com o presente, invadiu a área e teve frieza para driblar o goleiro antes de fazer o segundo.

Artilheiro da Copa com quatro gols, Higuaín partiu acelerado em direção a Maradona, que agradeceu com um abraço caloroso. Pouco antes, ganhou os parabéns do lateral Heinze, que não percebeu o cinegrafista à beira do campo e – bum – deu uma cabeçada na câmera. Em um milésimo de segundo, a euforia virou fúria, e o argentino, no reflexo, deu um tapão no equipamento.

Os dois gols deram um banho de água fria no México, e a Argentina teve chances para ampliar. Aos 36, Di Maria chutou cruzado e obrigou Perez a fazer grande defesa. Quatro minutos depois, Higuaín ganhou de Osório – sempre ele – no alto, mas cabeceou para fora.

Repleto de tensão, o primeiro tempo terminou com bate-boca e empurra-empurra na saída para o vestiário. Na boca do túnel, o bolo de gente incluía jogadores mexicanos, Maradona, reservas argentinos. No fim das contas, o tumulto foi controlado e todos desceram na santa paz para os 15 minutos de descanso.

Na volta para o segundo tempo, Javier Aguirre tirou Bautista – que não fez absolutamente nada em seus únicos 45 minutos na Copa – e lançou o atacante Barrera. A estratégia ofensiva do México, contudo, foi dizimada por um torpedo inapelável de Tevez aos sete minutos. O camisa 11 perdeu a bola para os zagueiros na frente da área, mas recuperou a posse e não pensou duas vezes: um canudo no ângulo de Perez, golaço, 3 a 0 para os hermanos.

Aos poucos, o México voltou a respirar. A equipe aumentou o volume de jogo e chegou algumas vezes, principalmente com chutes fortes de fora da área. Guardado, Salcido, cada um foi tentando o seu, e o goleiro Romero botava para escanteio ou via a bola sair para tiro de meta. Hernández teve sua chance de cabeça aos 17, mas mandou por cima do travessão.

Aos 23, descanso merecido para o guerreiro Tevez. Autor de dois gols, ele deixou o campo para a entrada de Verón e ganhou o abraço agradecido de Maradona.

O esforço asteca persistiu. Aos 24, Heinze salvou em cima da linha o gol de Barrera. Aos 26, não houve jeito. Hernández botou na frente, criou espaço dentro da área e encheu o pé esquerdo, balançando a rede de Romero.

Com Messi apagado, a Argentina não conseguia emplacar seus contra-ataques. Mas deu um jeito de segurar o ímpeto verde e manter o placar a seu favor. O camisa 10 ainda teve uma chance de marcar no último minuto, mas esbarrou no goleiro Perez. Agora, é pensar na reprise de sábado – torcendo para que não seja uma reprise até o fim.

Argentina 3 x 1 México
Romero, Otamendi, Demichelis, Burdisso e Heinze; Mascherano, Maxi Rodríguez (Pastore) e Di Maria (Jonás Gutiérrez); Messi, Tevez (Verón) e Higuaín. Perez, Juarez, Rodríguez, Osório e Salcido; Rafa Márquez, Torrado, Guardado (Franco) e Giovani dos Santos; Bautista (Barrera) e Hernández.
Técnico: Diego Maradona Técnico: Javier Aguirre
Gols: Higuaín, aos 26, Tevez, aos 33 do primeiro tempo; Tevez, aos 7, Hernández, aos 24 do segundo.
Cartão amarelo: Rafa Márquez.
Estádio: Soccer City (em Joanesburgo). Data: 27/6/2010. Horário: 15h30m. Árbitro: Roberto Rosetti (Itália). Assistentes: Paolo Calcagno (Itália) e Stefano Ayroldi (Itália). Público: 84.337.

Fonte: GloboEsporte

junho 27, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , | Deixe um comentário

Argentina x Mexico AO VIVO

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À la 1966, Alemanha se vinga, goleia e avança

Gol inglês não validado remete à erro na final daquela Copa

Alemanha e Inglaterra fizeram um jogo digno de um grande clássico, neste domingo, em Bloemfonteim. Com a goleada por 4 a 1, a Alemanha avançou às quartas de final do Mundial.

É difícil precisar, mas um gol não validado de Lapard – quando a Alemanha vencia por 2 a 1 – poderia ter sido um ingrediente decisivo para que os ingleses escrevessem um roteiro com um final mais feliz.

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RESPEITO, GOLS E ERRO

Como era de se esperar, alemães e ingleses fizeram da cautela as suas marcas registradas no início da partida. Muito respeito de parte a parte, pouca ofensividade e passes para o lado marcaram o início do duelo europeu.

Mesmo que de forma sutil, a Alemanha demonstrava superioridade em Bloemfontein. Com mais uma atuação apagada de Gerrard e Lampard, Rooney, novamente, não esteve bem. Por sua vez, os tricampeões do mundo tinham melhor articulação, presença no meio de campo e um elogiável jogo coletivo.

Pode parecer clichê, no entanto, o panorama da partida se alterou radicalmente após Klose abrir o placar. Aos 20 minutos, o goleiro Neuer bateu tiro de meta, o atacante ganhou de Upson e abriu o marcador. Uma falha primária de um sistema defensivo considerado um dos melhores do mundo.

Com um lugar nas quartas de final em jogo, a partida ganhou contornos emocionantes. A Alemanha, com um time mais leve e envolvente, ampliou com Posdolski, que tirou de James depois de bonita troca de passes. À esta altura, a Inglaterra lançou-se ao ataque. Com mais coração do que organização, o English Team diminuiu com Upson, de cabeça.

Aos 38 minutos, um lance que entra para a História como um dos erros mais graves de arbitragem em Copas do Mundo. De fora da área, Lampard encobriu o goleiro Neuer, a bola bateu no travessão e quicou dentro do gol. Um empate legítimo que a arbitragem não validou. A Inglaterra, campeã em 1966 com um gol ilegal de Geoff Hurst, provou do veneno sentido pelos germânicos, vice-campeões daquela Copa.

TUDO OU NADA

Os ingleses voltaram com grande ímpeto. Aos seis, Lampard, do meio da rua, carimbou o travessão de Neuer. Foi interessante notar que a Alemanha, mesmo em vantagem, não abdicou do ataque. Ao contrário, o time buscou ampliar o placar e liquidar a fatura.

Os 45 minutos finais do jogo andaram na contramão do que vem sendo demonstrado nos gramados africanos. A busca frenética manteve presa a respiração dos torcedores.

O terceiro e o quarto gol alemão foram uma fiel reprodução do estilo de jogo que os germânicos têm demonstrado na África do Sul. Troca de passes, velocidade e frieza. Em contra-ataque fulminante, Schweinsteiger serviu Mueller, que fulminou James. Dois minutos depois foi a vez de Lahm entregar para Mueller, que, mais uma vez, fez a festa da torcida da Alemanha.

A larga vantagem construída esfriou as esperanças britânicas. Os alemães, com inteligência, usaram o tempo a seu favor.

Segue a Alemanha na Copa do Mundo. Com o peso da camisa e embalada pela goleada no rival, a equipe aguarda o resultado de Argentina x México. Os ingleses, mais uma vez, voltam para Londres com a sensação de que as expectativas criadas em torno de sua sua seleção foram um pouco desmedidas.

FICHA TÉCNICA:
ALEMANHA 4 X 1 INGLATERRA

Estádio: Free State Stadium, em Bloemfontein (AFS)
Data/hora: 27/6/2010 – 11h (de Brasília)
Árbitro: Jorge Larrionda (URU)
Cartões amarelos: Friedrich (ALE)
Cartões vermelhos: Nenhum
GOLS: Klose, 20’/1ºT (1-0); Podolski, 32’/1ºT (2-0); Upson, 37’/1ºT (1-2); Muller, 21’/2ºT (3-1), Muller, 24’/2ºT (4-1),

ALEMANHA: Neuer; Lahm, Mertesacker, Friedrich e Boateng; Khedira, Schweinsteiger, Müeller (Trochowski,26’/2ºT). e Özil (Kiessling, 38’/2ºT).; Podolski e Klose (Gomez,27’/2ºT). .Técnico: Joachim Löw.

INGLATERRA: James; Johnson, Upson, Terry e Ashley Cole; Barry, Lampard, Gerrard e Milner (Joe Cole, 19’/2ºT); Rooney e Defoe (Heskey,25’/2ºT). Técnico: Fabio Capello.

Fonte: LanceNet

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Alemanha x Inglaterra AO VIVO

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junho 26, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Sport, TV ao Vivo, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | | Deixe um comentário

Histórico: Gana vence os EUA na prorrogação e vai às quartas

Africanos seguram pressão e eliminam os americanos que eram favoritos. Agora o adversário será o Uruguai

Gana fez história na Copa do Mundo. Pela primeira vez, a seleção chega às quartas de final do Mundial e de quebra iguala ao feito de Camarões e Senegal que já alcançaram esta fase em 1990 e 2002, respectivamente. Além disso, os ganeses mantém vivo o sonho africano de conquistar pela primeira vez a Copa.

Mais a classificação não foi fácil. Após empatar no tempo normal por 1 a 1 com os Estados Unidos, Gana soube aproveitar o bom preparo e marcou com Gyan, logo aos três minutos do primeiro tempo da prorrogação e levou a seleção ao feito histórico. Agora, o adversário será o Uruguai, no próximo dia 2 em Johannesburgo. Ambos podem estar no caminho do Brasil nas semifinais.

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APOIADOS PELAS VUVUZELAS, GANA TOMA CONTA DO PRIMEIRO TEMPO

A única seleção africana que seguiu na competição, Gana tinha o apoio da maioria dos torcedores presentes em Rustemburgo. Apoiados, os ganeses partiram para a frente em velocidade e foram recompensados. Logo aos cinco minutos, o primeiro gol. Prince Boateng avançou livre com a bola dominada, limpou a marcação e encheu o pé para abrir o marcador para os africanos. Festa e muitas vuvuzelas no Royal Bafokeng.

Os Estados Unidos sentiram o golpe e começaram a errar passes fáceis. Gana bem postada e confiante, continuou apertando os rivais no campo de ataque e buscando o segundo gol. Gyan teve boa chance de ampliar, cobrando falta, mas Howard salvou. Após acalmar-se, os americanos entraram na partida e arriscaram bons ataques, sem muito perigo.

Percebendo a equipe mal em campo, Bob Bradley realizou a primeira alteração aos 30 minutos, ao sacar Clark – que já tinha cartão amarelo – e colocar Edu. Mesmo assim, os ganeses continuaram mantendo maior posse de bola, mas levando pouco perigo. Já os EUA, ainda perdidos em campo, não mostravam criatividade e viram Gana deixar a primeira etapa com a vantagem no marcador e perto de uma inédita vaga nas quartas de final.

ESTADOS UNIDOS VOLTAM PRESSIONANDO E LEVAM A PARTIDA PARA PRORROGAÇÃO

OS EUA voltaram com uma nova mudança, Bradley tirou Findley e colocou Feilhaber. Logo nos primeiros minutos, os americanos mostraram uma postura diferente da primeira etapa e partiram para cima dos ganeses, querendo o empate. Aos quatro minutos, Altidore colocou Feilhaber na cara do gol. Ele bateu rasteiro e obrigou Kingson a fazer ótima defesa.

Com a partida aberta, o jogo ficou emocionante e ganhou contornos dramáticos. A pressão americana cresceu, obrigando Gana a jogar nos contra-ataques. De tanto martelar, os EUA chegaram ao empate. Aos 15, Dempsey recebeu na área e foi derrubado por trás por Jonathan. Donovan cobrou o pênalti com precisão, a bola ainda tocou na trave, mas morreu no fundo do gol de Kingson.

Após o empate, o jogo ficou truncado. As duas seleções mostraram cautela para se expor ao ataque. Os Estados Unidos seguiram melhores em campo, criando algumas oportunidades, só que a virada não aconteceu e pela primera vez nesta Copa uma partida foi para a prorrogação.

GANA FAZ HISTÓRIA NA COPA DO MUNDO E SE IGUALA A CAMARÕES E SENEGAL

As duas equipes voltaram mostrando cansaço. Porém aos três minutos da prorrogação, Gyan recebeu lançamento de Ayew, ganhou de Bocanegra e soltou a bomba para colocar Gana em vantagem. Com o tento assinalado, Gyan assume a artilharia do Mundial ao lado de Donovan, Villa, Vittek, Higuaín e Suárez. Com o gol, os americanos acordaram na partida, mas o cansaço prejudicou a equipe de Bob Bradley que não conseguiu esboçar reação.

No segunda tempo da prorrogação, os americanos sairam para o ataque, mas sem forças viram Gana tocar a bola a fazer história. Com a vitória, os ganeses chegam pela primeira vez na história às quartas de final de uma Copa do Mundo, igualando o feito de Camarões em 1990 e do Senegal em 2002. Além disso, mantém a África viva na Copa e o sonho de um país do continente, que está sendo sede do Mundial, ser campeã pela primeira vez.

FICHA TÉCNICA:
ESTADOS UNIDOS (0) 1X1 (1) GANA

Estádio: Royal Bafokeng, em Rustemburgo (AFS)
Data/hora: 26/6/2010 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Viktor Kassai (HUN)
Auxiliares: Gabor Eros (HUN) e Tibor Vamos (HUN)
Cartões amarelos: Clark, Cherundolo, Bocanegra (EUA); Jonathan, Ayew (GAN)
Cartões vermelhos: Nenhum
GOLS: Prince Boateng, 5’/1ºT (0-1); Donovan, 16’/2ºT (1-1); Gyan, 3’/1ºT Prorrogação (1-2);

ESTADOS UNIDOS: Howard; Cherundolo, DeMerit, Bocanegra e Bornstein; Bradley, Clark (Edu, 30’/2ºT), Dempsey e Donovan; Findley (Feilhaber, intervalo) e Altidore (Gómez, 1’/1ºT Prorrogação). Técnico: Bob Bradley.

GANA: Kingson; Pantsil, John Mensah e Jonathan; Inkoom (Muntari, 6’/2ºT Prorrogação), Annan, Prince Boateng (Appiah, 31’/2ºT), Ayew, Asamoah e Sarpei (Addy, 27’/2ºT); Gyan. Técnico: Milovan Rajevac.

Fonte: LanceNet

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Estados Unidos x Gana AO VIVO

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Suárez faz dois e coloca Uruguai nas quartas de final

Celeste sofreu para vencer a Coreia do Sul, mas conquistou a classificação


Era mesmo para ser sofrida, suada a classificação do Uruguai às quartas de final da Copa do Mundo. Depois de enfrentar a repescagem para chegar à Copa e empatar com a França na estreia, a Celeste (muito graças a Suárez, autor dos gols) derrotou a Coreia do Sul por 2 a 1 neste sábado, pelas oitavas, e garantiu vaga na fase seguinte. A seleção dirigida por Oscar Tabárez aguarda o adversário que sai do confronto entre Estados Unidos e Gana, ainda neste sábado, às 15h30 (de Brasília)

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O JOGO

Nem sempre a primeira impressão é a que fica. A Coreia do Sul entrou em campo dando pinta de que tornaria as coisas complicadas para o Uruguai. Logo aos 4 minutos, Chu-Young, o camisa 10, cobrou falta e acertou a trave. Até que…

A reação uruguaia foi letal. Quatro minutos depois do susto, a Celeste contou com a colaboração do goleirão sul-coreano Sung-Ryong para abrir o placar. Um cruzamento rasteiro de Forlán, vindo da esquerda, passou na frente do camisa 1 e sobrou para Suárez, sozinho abrir o placar.

O Uruguai teve o domínio total da partida até os 30 minutos. Atordoados após o gol, os asiáticos sofreram certa pressão, mas nada que assustasse Sung-Ryong. A postura da Coreia do Sul mudou, o time passou a marcar no campo de ataque e equilibrou as ações.

COREIA CHEGA AO EMPATE

Os Park – Ji-Sung e Chu-Young – eram os mais efetivos do ataque sul-coreano. No entanto, as tentativas de longa distância pouco incomodaram Muslera, e o Uruguai conseguiu levar a boa vantagem para o intervalo.

O time asiático voltou dos vestiários com a mesma postura do início do jogo. Desta vez, no entanto, a pressão foi mais constante. Aos 7 minutos, Chu-Young perdeu excelente chance de empatar ao isolar a bola, livre de marcação já dentro da área.

O domínio da Coreia do Sul era evidente. Os Park continuavam fazendo tabelas e envolvendo a defesa uruguaia. A Celeste recuou inexplicavelmente. Logo, o gol de empate não demorou a sair. Lee Chung-Yong, aos 22, fez o gol do merecido empate.

SUÁREZ VOLTA A BRILHAR

Suárez tentou recolocar o Uruguai no jogo. E as finalizações do atacante serviram para acordar a Celeste. Com a tradicional raça, os jogadores apertaram a marcação e voltaram a mandar no jogo. E a pressão deu certo: aos 35, Suárez fez um golaço e recolocou o Uruguai na liderança do placar.

Os coreanos foram para o tudo ou nada e quase conseguiram o empate, cinco minutos depois. Dong-Gook recebeu livre, cara a cara com Muslera, e tocou rasteiro. A bola passou por baixo do goleiro uruguaio e caminhou mansamente até quase sobre a linha. Até que Lugano chegou e afastou. Estava escrito: a Celeste está de volta.


FICHA TÉCNICA

URUGUAI 2×1 COREIA DO SUL

ESTÁDIO: Nelson Mandela Bay, Porto Elizabeth
DATA E HORA: Sábado, 26 de junho de 2010, às 11h (de Brasília)
ÁRBITRO: Wolfgang Stark (ALE)
AUXILIARES: Mike Pickel e Jan-Hendrik Salver (ALE)
CARTÕES AMARELOS: Kim Jung-Woo, Cha Du-Ri (COR)
GOLS: Suárez (1-0), 8’/1ºT; Lee Chung-Young (1×1), aos 21’/2ºT; Suárez (2-1), aos 35’/2ºT

URUGUAI: Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Godín (Victorino, intervalo) e Fucile; Pérez, Arevalo, Álvaro Pereira (Lodeiro, 28’/2ºT) e Forlán; Suárez (Fernández, 39’/2ºT) e Cavani
T: Oscar Tabárez

COREIA DO SUL: Jung Sung-Ryong; Cha Du-Ri, Cho Yong-Hyung; Kim Jung-Woo e Lee Young-Pyo; Ki Sung-Yueng (Ki-Hun, 39’/2ºT), Lee Jung-Soo, Kim Jae-Sung (Lee Dong-Gook, 15’/2ºT), Lee Chung-Yong e Park Ji-Sung; Park Chu-Young
T: Huh Jung-Moo

Fonte: LanceNet

junho 26, 2010 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santo André, Santos, São Caetano, São Paulo, Seleção brasileira., Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | Deixe um comentário