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Internacional vai em busca do bi da Recopa

Equipe colorada tenta superar dois adversários

LANCEPRESS!

Em busca do bicampeonato da Recopa, título que conquistou em 2007, o Internacional enfrenta a Liga Deportiva Universitária, a LDU, na noite desta quinta-feira, em Quito. Na verdade, serão dois adversários: o atual campeão da Libertadores e a altitude de 2.850m da capital do Equador.

A altitude é o menor dos problemas. Segundo o médico colorado Luiz Crescente, que acompanha a delegação, a perda de capacidade orgânica dos atletas será de apenas 10%.

Difícil, mesmo, será derrotar a LDU. No jogo de ida, no Beira-Rio, duas semanas atrás, o Inter perdeu por 1 a 0. Se devolver o placar, a decisão será nos pênaltis. Para ficar com o troféu nos 90 minutos, vitória colorada por qualquer outra diferença de gols será suficiente. Já para a LDU um empate basta.

O técnico Tite lamenta que o primeiro duelo da Recopa tenha coincidido com a decisão da Copa do Brasil. Segundo ele, as duas competições, mais o Brasileiro, impediram que a equipe se concentrasse convenientemente para o primeiro confronto.

– A perda da Copa do Brasil já foi superada. Estamos inteiros psicologicamente, e queremos merecer esse título produzindo uma grande atuação – diz Tite.

O otimismo tem sua razão de ser. Se não contará com Bolívar, suspenso, e Sandro, lesionado, o Inter tem a vantagem de poder escalar Nilmar e o lateral-esquerdo Kleber, que serviam à Seleção na época do primeiro jogo. Principalmente o decisivo Nilmar. Com seu veloz atacante no time, Tite acredita que a chance de gols em contragolpes será maior.

– Até porque a LDU avança em massa quando atua em seu estádio. Isso a torna mais perigosa, mas os espaços para contra-ataques do adversário são maiores – ensina o atacante Bolaños, que foi campeão da Libertadores com a equipe equatoriana, passou pelo Santos e hoje é reserva no Inter. Autor de três gols na vitória sobre o Coritiba, dez dias atrás, o também veloz Bolaños será uma das armas do Inter para o segundo tempo.

Resta esperar que D’Alessandro e Taison superem a má fase justamente nessa partida. O meia argentino atuou mal nos três jogos disputados depois de uma parada de três semanas. Já Taison tem pecado pelo individualismo e está sem marcar há um mês e meio – seu último gol foi o do 1 a 0 sobre o Goiás.

A LDU não irá administrar a vantagem, garante seu técnico, o uruguaio Jorge Fossatti. Pelo contrário, ele optou por uma formação mais ofensiva: em vez do retrancadíssimo 3-6-1 utilizado no Beira-Rio, um 3-5-2. O meia De la Cruz cederá lugar ao atacante Graf. Dessa forma, o argentino Bieler, autor do gol do primeiro jogo, terá um parceiro permanente no ataque. Outra mudança será a substituição do zagueiro Calle por Espínola.

A equipe equatoriana dá grande importância à decisão. Até utilizou os reservas na rodada do campeonato nacional no fim de semana. E a torcida se prepara para transformar La Casa Blanca num caldeirão.


FICHA TÉCNICA

LDU X INTERNACIONAL

Estádio: La Casa Blanca (Quito, EQU)

Data-hora: 9/07/2009 – 21,50h (de Brasília)

Árbitro: Carlos Chandía (CHI)

Auxiliares: Cristian Julio e Lorenzo Acuña (CHI)

LDU: Dominguez; Campos, Espínola e Araújo; Reasco, Vera, Lara, Urrutia e Ambrossi; Graf e Bieler. Técnico: Jorge Fossatti.

INTERNACIONAL: Lauro; Danilo, Indio, Danny Morais e Kleber; Glaydson, Magrão, Guiñazú e D’Alessandro; Taison e Nilmar.Técnico: Tite.

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julho 9, 2009 Posted by | Futebol Sulamericano, Internacional | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Cruzeiro e Estudiantes empatam primeiro jogo

Na Argentina, goleiro Fábio fez a diferença para a Raposa

Fábio foi o melhor em campo, com atuação de gala em La Plata (Crédito: EFE)

Fábio foi o melhor em campo, com atuação de gala em La Plata

Numa partida em que o equilíbrio prevaleceu, o Cruzeiro conseguiu excelente resultado ao empatar contra o Estudiantes em 0 a 0, em La Plata na primeira partida da decisão da Libertadores. Os mineiros, um pouco melhores no segundo tempo, tiveram inclusive a chance de vencer o jogo, que foi desperdiçada por Kléber. Um novo empate no Mineirão – independentemente do número de gols – leva o jogo para a prorrogação.

O Cruzeiro entrou em campo com uma postura defensiva. O Estudiantes, embalado pela pressão de seu torcedor tentava sufocar a Raposa em seu campo. A marcação do time argentino era feita no campo do adversário, que tentava emplacar os contra-ataques – muitas vezes atrapalhados por erros de passe.

A primeira finalização do time mineiro foi aos 6 minutos. Ramires girou em cima do defensor do Estudiantes e, de fora da área, tentou surpreender Andújar, mas a bola foi desviada para a linha de fundo. Aos 11, Verón respondeu em cobrança de falta, exigindo de Fábio uma grande defesa.

O time mineiro parecia não se intimidar com a pressão argentina. O fato de o time jogar defensivamente não era traduzido em retranca, pois Wagner dava lucidez ao meio-de-campo quando recebia a bola para armar as jogadas. O camisa 10, aliás, era mais atuante que Ramires. O volante estava sumido no jogo.

O melhor do time azul era Fábio. Aos 16, ele fez outra magnífica defesa em chute de Pérez, salvando o Cruzeiro. O jogo, a partir daí, ficou concentrado no meio. Os times abusaram das faltas, marcadas em cima por Jorge Larrionda que, salvo um ou outro equívoco, esteve bem na etapa. O time do Estudiantes seguia pegando forte na marcação.

Aos 43, Fernandez recebeu belo passe pela esquerda, nas costas do zagueiro, e ficou livre para chutar. Preferiu cruzar para trás e errou. No minuto seguinte, uma bela jogada de Verón, que pegou de primeira um rebote, batendo no ângulo de Fábio. O goleiro agarrou sem dar rebote, e o primeiro tempo terminou em 0 a 0.

A pressão aumentou no início da segunda etapa. Boselli recebeu belíssimo lançamento e saiu na frente de Fábio. Em noite inspiradíssima, o goleiro pôs para escanteio e, na cobrança, evitou de forma excepcional o gol na cabeçada do zagueiro Desábato. O time celeste deu a resposta em bela troca de passes, aos 7. De primeira, o Cruzeiro trocou a bola e Wagner recebeu dentro da área. O meia cruzou na cabeça de Wellington Paulista, que preferiu se atirar na área a tentar o cabeceio.

Embora tenha voltado mais à frente, o Cruzeiro esbarrava na forte defesa do Estudiantes. Os argentinos, quando se lançavam ao ataque, pareciam afobados, abusando dos passes forçados. Ligeiramente melhor, o time mineiro chegou novamente aos 28, com Leonardo Silva. O zagueiro recebeu cruzamento e cabeceou ao lado.

Aos 35, Kléber perdeu a chance mais incrível do jogo. A Raposa encaixou um contra-ataque fulminante. Gérson Magrão cruzou pela esquerda, o goleiro Andújar saiu mal do gol e espalmou nos pés do Gladiador. Com o gol aberto, o artilheiro conseguiu o mais difícil: chutar para fora aquele que seria, provavelmente, o gol da vitória.

Aproveitando-se do nervosismo da equipe da casa, o Cruzeiro tentou pressionar no fim do jogo. Já parecendo satisfeito com o bom resultado fora de casa, o time brasileiro prendia a bola no ataque. No fim das contas, o Cruzeiro – com bela atuação de Fábio, uma verdadeira muralha na partida – conseguiu o empate e terá, no Mineirão, totais condições de chegar à conquista da Libertadores da América, que seria a terceira em sua história.

FICHA TÉCNICA

ESTUDIANTES x CRUZEIRO

Local: Ciudad de La Plata, La Plata (ARG)
Data e hora: Quarta-feira, 8/7/2009, às 21h50
Árbitro: Jorge Larrionda (URU)
Auxiliares: Pablo Fandiño e Mauricio Espinoza (URU)
Cartões amarelos: Benítez (EST), 14’/1ºT; Schiavi (EST), 26’/1ºT; Wagner (CRU), 38’/1ºT; Kléber (CRU), 41’/1ºT; Gérson Magrão, 20’/2ºT; Desábato, 21’/2ºT;


ESTUDIANTES: Andújar; Cellay, Schiavi, Desábato e Re; Pérez, Braña, Verón e Benítez (Núñez, 30’/2ºT); Gastón Fernández (Salgueiro, 37’/2ºT) e Boselli
T: Alejandro Sabella

CRUZEIRO: Fábio; Johnathan, Anderson, Leonardo Silva e Gérson Magrão (Fabinho, 41’/2ºT); Henrique, Marquinhos Paraná, Ramires e Wagner; Wellington Paulista e Kléber
T: Adilson Batista

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julho 9, 2009 Posted by | Cruzeiro, Futebol Sulamericano | , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Com show de Ronaldo, Timão bate o Flu

Fenômeno faz três gols e deixa festa do título completa no Pacaembu

Ronaldo comemora um de seus gols contra o Flu (Crédito: Ari Ferreira)

Ronaldo comemora um de seus gols contra o Flu

Não poderia ser melhor. Faixa no peito, show de Ronaldo e vitória. Está certo que o jogo ofereceu surpresas. O que parecia virar goleada quase virou tragédia, mas no fim, mais uma vez a estrela do Fenômeno brilhou. Com três gols, ele comandou a festa do título da Copa do Brasil e deu os três pontos para o Corinthians no Brasileiro, ajudando o time a vencer o Fluminense por 4 a 2.

PRIMEIRO TEMPO

O jogo começou com um Fluminense não tomando conhecimento de estar na casa do adversário. Com um trio ofensivo inspirado formado por Conca, Leandro Amaral e Fred, o Tricolor criava muitas oportunidades. O camisa 9, por exemplo, teve duas ótimas chances de abrir o placar mas desperdiçou, o que, em se tratando de Corinthians, pode ser fatal.

Prova disso é que, alguns minutos depois, Douglas deu um passe açucarado para Ronaldo, que ganhou na corrida de Edcarlos e empurrou para a rede.

Quando ainda comemorava o primeiro gol, Diguinho perdeu a bola no meio-de-campo e cedeu o contra-ataque ao Corinthians, que foi tocando de pé em pé até achar Dentinho livre (Mariano não acompanhou) para fazer o 2 a 0.

E ainda tinha mais. Para completar a noite bisonha do sistema defensivo tricolor, Fabinho tocou errado, a bola sobrou para Ronaldo, que fez um verdadeiro carnaval na área do Flu e marcou um golaço.

Para o Fluminense, restou lamentar os erros da arbitragem em alguns lances de impedimentos e faltas que mereciam cartão amarelo.

SEGUNDO TEMPO

Na segunda etapa o Corinthians resolveu “cozinhar” a partida. Explorando seu grande entrosamento, a equipe do técnico Mano Menezes passou a valorizar a posse de bola e a trocar passes. Em certos momentos, o Timão pareceu dar a impressão que já estava com o jogo ganho. Puro engano.

Após Parreira substituir em atacado, o Fluminense cresceu na partida e diminuiu com uma linda jogada individual de Conca. Minutos depois, o jovem atacante Alan, que havia acabado de entrar, driblou Felipe, chutou e a bola ainda desviou em Diego antes de entrar no fundo da rede.

Com o 3 a 2 o Fluminense foi para cima, mas esbarrou no árbitro Héber Roberto Lopes, que não marcou uma falta clara em Fred. Revoltado, o atacante acabou perdendo a cabeça e foi expulso após xingá-lo, prejudicando assim a reação tricolor.

E o pior ainda estava por vir para o Flu, após um bate-e-rebate no fim, a bola sobrou justamente para ninguém mais ninguém menos que Ronaldo, que não perdoou, fez seu terceiro gol, e fechou o caixão tricolor.

FICHA TÉCNICA:

CORINTHIANS 4 X 2 FLUMINENSE

Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 08/07/2009 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR- Fifa)
Auxiliares: Gilson Bento Coutinho (PR) e José Carlos Dias Passos (PR)

Renda/público: R$ 951.184,00 / 27.329 pagantes
Cartões amarelos: André Santos, Jorge Henrique (COR); João Paulo, Cássio (FLU)
Cartões vermelhos: Fred (FLU)
Gols: Ronaldo, 24’/1ºT (1-0); Dentinho, 29’/’1ºT (2-0); Ronaldo, 35’/1ºT (3-0); Conca, 26’/2ºT (3-1); Alan, 32’/2ºT (3-2); Ronaldo, 40’/2ºT (4-2)

CORINTHIANS: Felipe; Alessandro (Diogo, 10’/2ºT), Diego, Chicão e André Santos; Cristian, Elias, Douglas (Boquita, 28’/2ºT) e Jorge Henrique; Dentinho e Ronaldo. Técnico: Mano Menezes

FLUMINENSE: Ricardo Berna; Mariano, Edcarlos, Cássio e João Paulo; Wellington Monteiro, Fabinho (Marquinho, 23’/2ºT), Diguinho (Carlos Eduardo, 23’/2ºT) e Conca; Leandro Amaral (Alan, 23’/2ºT) e Fred. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

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julho 9, 2009 Posted by | Corinthians, Fluminense | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário