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Líder, Galo vira pra cima do Santos na Vila

Diego Tardelli, Evandro e Carlos Alberto fizeram os gols da vitória do Atlético, que é líder isolado

Fábio Costa se machucou, prendendo o pé direito na grama após carrinho. (Crédito: Miguel Schincariol)

Fábio Costa se machucou, prendendo o pé direito na grama após carrinho.

Lucas Pastore

De virada, o Atlético Mineiro bateu o Santos por 3 a 2 na Vila Belmiro e chegou à liderança isolada do Campeonato Brasileiro. Diego Tardelli, Evandro e Carlos Alberto marcaram para o Galo, enquanto Neymar e Léo descontaram para os donos da casa.

Quem começou assustando foi o Peixe. No segundo minuto da partida, Léo foi à linha de fundo e cruzou; Neymar, de bicicleta, acertou o travessão de Aranha. No rebote, Madson ainda tentou o chute, mas o goleiro do Galo ficou com a bola.

Aos oito minutos, Fábio Costa tentou dar um carrinho para afastar a bola da área e prendeu o pé direito na grama. O goleiro não conseguiu continuar no jogo, e foi para um hospital em São Paulo para avaliar os danos em seu joelho. Douglas entrou no seu lugar.

O Santos só voltou a levar perigo aos 24 minutos. Madson fez boa jogada pela esquerda e tentou o chute, mas foi travado. A bola saiu pela linha de fundo. Na cobrança do escanteio, após bate-rebate, Fabiano Eller ainda perdeu gol de dentro da pequena área.

Aos 28, Wagner Diniz, da direita, deu lindo passe para Neymar. O atacante santista conseguiu encobrir Aranha, mas o zagueiro Werley, em cima da linha, salvou o Atlético Mineiro.

O Galo só foi levar perigo pela primeira vez aos 32 minutos. Após cobrança de falta, Diego Tardelli pegou sobra e, de fora da área, tentou bater colocado, mas acabou finalizando em cima de Douglas.

Porém, quem abriu o placar foi mesmo o Santos. Aos 46, Neymar pegou sobra na meia lua, dominou bem e bateu forte no canto esquerdo de Aranha. Santos 1 a 0 no Atlético Mineiro, placar do primeiro tempo.

Porém, no começo da etapa final, Diego Tardelli empatou o jogo. Aos 15 minutos, o artilheiro, dentro da área, pegou sobra após bola cabeceada por Fabão, e, de primeira, colocou no canto esquerdo de Douglas.

Dois minutos depois, Wagner Diniz fez grande jogada pela direita e deu ótimo passe, mas Rodrigo Souto, dentro da pequena área, não conseguiu fazer o gol.

Aos 17, foi a vez do atleticano Carlos Alberto levar perigo. Ele recebeu bom passe de Diego Tardelli e chutou forte, mas a bola bateu na trave esquerda do gol de Douglas e saiu pela linha de fundo.

Aos 20, o meia Evandro, até então sumido na partida, virou o jogo para o Atlético-MG. Ele recebeu na meia-lua, e, com muita frieza, tirou Roberto Brum da jogada, chutando no canto direito do gol do Santos e colocando o Galo na frente na Vila Belmiro.

Oito minutos mais tarde, o Atlético voltou a marcar. Carlos Alberto recebeu a bola nas costas de Léo, invadiu a área e bateu na saída de Douglas. O Galo abria boa vantagem na Vila Belmiro.

Aos 34, Welton Felipe parou arrancada de Kléber Pereira com uma falta na entrada da área. Na cobrança, Madson chutou forte, mas a bola bateu no travessão de Aranha.

A dois minutos do fim, esperança para a torcida santista. Após cruzamento da direita, Léo, embaixo das traves, cabeceou e diminuiu o prejuízo santista. Porém, era tarde demais para buscar o empate.

Destaque para a lambança de Djalma Beltrami. Após decretar o fim do jogo e voltar atrás, ele anulou um gol do Santos aos 50 minutos do segundo tempo, marcando falta de Kléber Pereira.

No próximo sábado, o Galo volta a São Paulo para enfrentar o Barueri, na Arena Barueri, às 18h30. No dia seguinte, o Santos tem seu segundo clássico na competição; encara o rival Palmeiras, no Palestra Itália, às 16h.

FICHA TÉCNICA:
SANTOS 2 X 3 ATLÉTICO-MG

Estádio: Vila Belmiro, Santos (SP)
Data/hora: 21/6/2009 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Djalma José Beltrami (RJ)
Auxiliares: Hilton Moutinho Rodrigues (Fifa-RJ) e Ricardo Ferreira de Almeida (RJ)
Renda/público: R$ 110,640 / 7.214 pagantes
Cartões amarelos: Fabiano Eller, Wagner Diniz e Paulo Henrique (SAN); Evandro, Marcos Rocha, Werley e Welton Felipe (CAM)
Cartões vermelhos: Léo (SAN)
GOLS: Neymar, 46’/1ºT (1-0), Diego Tardelli, 15’/2ºT (1-1), Evandro, 20’/2ºT (1-2), Carlos Alberto, 28’/2ºT (1-3) e Léo, 43’/2ºT (2-3)

SANTOS: Fábio Costa (Douglas, 9’/1ºT); Wagner Diniz, Fabão, Fabiano Eller e Léo; Roberto Brum, Rodrigo Souto, Paulo Henrique (Molina, 24’/2ºT) e Madson; Neymar (Maikon Leite, 24’/2ºT) e Kléber Pereira. Técnico: Vágner Mancini.

ATLÉTICO-MG: Aranha; Carlos Alberto, Welton Felipe, Werley e Chiquinho (Marcos Rocha, Intervalo); Renan, Jonílson, Márcio Araújo e Evandro (Renan Oliveira, 42’/2ºT); Éder Luís (Serginho, 42’/2ºT) e Diego Tardelli. Técnico: Celso Roth.

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junho 21, 2009 Posted by | Atlético-MG, Santos | , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Corinthians mantém 2009 Fenomenal

Timão faz 3 a 1 no São Paulo, Ronaldo mantém invencibilidade em clássicos, torcida grita “olé” e aumenta a crise do rival

(Foto: Eduardo Viana)

(Foto: Eduardo Viana)

O futebol apresentado pelo Corinthians nesta temporada faz jus ao slogan lançado pelo departamento de marketing do clube na chegada de Ronaldo ao clube – “2009 Fenomenal”. Em mais um clássico neste ano, desta vez contra o São Paulo, o Timão jogou bem, fez 3 a 1 no rival, a torcida gritou “olé” nos minutos finais do embate e a crise são-paulina aumenta.

O Alvinegro ampliou para sete partidas a sequência invicta diante do clube do Morumbi, e o Fenômeno segue sem perder contra os principais rivais neste ano.

Sem Dentinho e Alessandro, poupados, André Santos, na Seleção Brasileira, e Boquita, suspenso, Mano Menezes colocou o Timão a campo com o estreante como titular Marcelinho mais à frente, proveniente das categorias de base do Alvinegro, Diogo pelo lado direito, e Marcelo Oliveira na lateral esquerda. Porém, teve de mudar logo aos seis minutos de jogo, porque Oliveira sentiu lesão na coxa e deixou o gramado para a entrada de Diego, zagueiro improvisado no setor.

Com essa alteração, o time de Parque São Jorge começou a partida bastante recuado, oferecendo espaços para o ataque tricolor, que mais uma vez exagerou nos cruzamentos ineficientes na área adversária, onde apenas Borges tentava, em vão, o tento são-paulino. Durante a primeira etapa, Hugo foi o mais lúcido da equipe de Milton Cruz, que comandou interinamente o São Paulo apenas neste clássico – Ricardo Gomes assume nesta semana. Além do camisa 18, outra novidade do clube do Morumbi foi Jean Rolt improvisado na lateral direita.

Aos 20 minutos, Marlos invadiu a área corintiana pelo lado esquerdo e caiu no gramado após lance com Diogo. Apesar das reclamações dos tricolores, o árbitro Marcelo de Lima Henrique mandou seguir. Passados 11 minutos, Cristian reeditou com final diferente a jogada que originou o segundo gol do Corinthians no embate de ida das semi do Paulistão. O camisa 6 carregou a bola pelo lado esquerdo e soltou uma bomba que tirou tinta do poste esquerdo do goleiro Denis.

A oito minutos do tempo regulamentar, o Alvinegro acertou o primeiro contra-ataque do duelo e a linda jogada resultou em um belo gol de Cristian. Hugo perdeu a bola próximo à area do Timão, Diogo lançou para Cristian, que tabelou com Douglas e tocou com categoria na saída de Denis. Golaço!

Antes de descerem para os vestiários, houve um desentendimento geral entre os atletas no Pacaembu. Jorge Henrique chutou Hugo e os dois receberam cartão amarelo. Ficou barato para o camisa 23 do Corinthians.Sobrou até para Mano Menezes e Milton Cruz, que discutiram ainda no gramado.

Diferente do início da partida, Ronaldo, Jorge Henrique e cia. voltaram melhor para a etapa complementar. Aos cinco minutos, Ronaldo deixou Marcelinho livre dentro da área, mas o camisa 17 pegou muito mal na bola, que saiu fraca para fácil defesa de Denis. Aos nove, o Fenômeno arriscou da intermediária e assustou o goleiro são-paulino. Aos 12, Eduardo Costa derrubou Marcelinho perto da meia-lua. Como de costume, Chicão cobrou falta com precisão, no ângulo de Denis, fez o 24º com camisa alvinegra e se isolou ainda mais como o mairo zagueiro artilheiro da História do Timão.

O Corinthians continou pressionando e ampliou a vantagem com gol de cabeça de Jucilei, após cobrança de escanteio de Jorge Henrique. Sem desistir, Oscar, que entrara no lugar de Hugo, deu toque de classe, de calcanhar, para Richarlyson diminuir o marcador.

FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 3 X 1 SÃO PAULO

Estádio: Pacaembu, são Paulo (SP)
Data/hora: 21/6/2009 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Márcio Luiz Augusto e Vicente Romano Neto (SP)
Renda e público: R$ 487.054,00/ 15.371 pagantes
Cartões amarelos: Diogo, Diego, William, Jorge Henrique (COR); André Dias, Jean Rolt, Marlos, Hugo (SAO)
GOLS: Cristian, 37’/1ºT (1-0); Chicão, 12’/2ºT (2-0); Jucilei,27’/2ºT (3-0); Richarlyson, 35’/2ºT (3-1)

CORINTHIANS: Felipe; Diogo, Chicão, William, Marcelo Oliveira (Diego 08’/1ºT); Cristian (Jucilei 40’/1ºT), Elias, Douglas, Marcelinho (Jean 46’/2ºT), Jorge Henrique e Ronaldo Técnico: Mano Menezes.

SÃO PAULO: Denis; Jean Rolt (Jorge Wagner 21’/2ºT), Renato Silva, , André Dias, Júnior César, Eduardo Costa, Richarlyson, Jean (Arouca 37’/2ºT), Marlos, Hugo (Oscar 31’/2ºT) e Borges. Técnico: Milton Cruz.

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junho 21, 2009 Posted by | Corinthians, São Paulo | , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Barueri goleia Cruzeiro, no Mineirão

Time de Adílson Batista joga muito mal e sucumbi frente aos paulistas

Cruzeiro joga muito mal e perde para Barueri (Crédito: Gil Leonardi)

Cruzeiro joga muito mal e perde para Barueri

Ainda comemorando a classificação para a semifinal da Libertadores, o Cruzeiro perdeu para o Barueri, por 4 a 2, no Mineirão. Com uma escalação mista, o time mineiro atuou muito mal e não foi nem sombra da equipe que venceu o São Paulo no meio de semana.

Mal começou a partida e o mistão do Cruzeiro abriu o placar. Jonathan experimentou de fora da área e acertou um belo chute no canto direito de Renê. Os reservas do time cruzeirense, querendo mostrar serviço, marcavam forte a saída de bola adversária.

No entanto, o ímpeto do time da casa também resultava em erros bobos. E o Barueri não demorou a perceber isso. Aos 10 minutos, Fernandinho fez fila pela linha de fundo e tocou para Thiago Humberto, que finalizou bem e empatou a partida. O Cruzeiro sentiu o golpe e recuou a marcação.

Não demorou muito para o visitante se aproveitar desse relaxamento. Primeiro foi André Luiz, que deu uma cabeçada no ângulo, obrigando Fábio a fazer grande defesa. Mas no escanteio seguinte não deu para o goleiro da Raposa e Pedrão fez o segundo do Barueri, que virou o jogo.

Após sofrer o gol, o Cruzeiro acordou e voltou a incomodar a defesa paulista. Jancarlos girou dentro da área e chutou por cima do gol. Mas foi Wellington Paulista que igualou o marcador. Pouco antes do intervalo, o atacante se aproveitou de um cruzamento do meia Wagner e cabeceou sozinho: 2 a 2.

O segundo tempo começou e a equipe de Adilson Batista voltou a cometer os mesmos erros da primeira etapa. Anderson se descuidou, Mácio Careca roubou a bola e fez o terceiro do Barueri. Com seu esquema fracassando, Adilson Batista mudou o time, colocando Kléber e Bernardo no jogo.

No entanto, Fabinho tornou a missão do Cruzeiro mais difícil, quando foi expulso por fazer a falta em Thiago Humberto. Mesmo assim a Raposa seguiu insistindo Aos 25 minutos, Kléber recebeu de frente para a o goleiro, mas chutou mal e perdeu uma boa oportunidade.

Porém foi o Barueri que voltou a marcar. Ferdinando, o melhor da partida, foi derrubado na área. Pênalti que Pedrão cobrou bem para ampliar: 4 a 2.

Na próxima rodada, o Cruzeiro recebe o Avaí, no Mineirão, e o Barueri enfrenta o Atlético-MG, em casa.


FICHA TÉCNICA

CRUZEIRO 2X4 BARUERI

DATA/HORÁRIO: 21/06/09 às 18h30 (horário de Brasília)
LOCAL: Mineirão, em Belo Horizonte(MG)
ÁRBITRO: Leonardo Gaciba (RS)
AUXILIARES: José Antônio Chaves Franco Filho (RS) e Júlio César Rodrigues Santos (RS)
GOLS: Jonathan, 02’/1ºT (1-0); Thiago Humberto, 10’/1ºT(1-1); Pedrão, 25’/1ºT(1-2); Wellington Paulista, 43’/1ºT(2-2); Márcio Careca, 2’/2ºT(2-3); Pedrão, 29’/2ºT(2-4)
CARTÕES AMARELOS: Wellington Paulista, Kléber, Léo Fortunato (CRU); Xandão, Bernardo (BAR)
CARTÕES VERMELHO: Fabinho, 17’/2ºT;
PÚBLICO/RENDA: Não divulgado

CRUZEIRO: Fábio, Jancarlos, Léo Fortunato, Anderson, Vinicius(Bernardo, 09’/2ºT); Fabinho, Marcos Paraná, Jonathan, Wagner; Wellington Paulista(Zé Carlos, 32’/2ºT) e Wanderley(Kléber, 09’/2ºT)
Técnico: Adilson Batista

BARUERI: Renê; André Luiz, Xandão e Leandro Castan; Éder(Marcos Pimentel, 42’/2ºT), Ralf, Ewerton, Thiago Humberto(Val Baiano, 46’/2ºT) e Márcio Careca; Pedrão(João Vítor, 34’/2ºT) e Fernandinho.
Técnico: Estevam Soares

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junho 21, 2009 Posted by | Cruzeiro | , , , , , , , | Deixe um comentário

Com show de Adriano, Fla goleia o Inter

Rubro-Negro faz 4 a 0 com três gols do Imperador e Pet reestreia

Adriano comandou a vitória do Flamengo (Crédito: Ricardo Cassiano)

Adriano comandou a vitória do Flamengo

LANCEPRESS!

A semana na Granja Comary fez bem. Mesmo em uma crise interna e jogando sob forte pressão, o Flamengo, comandado por Adriano, não tomou conhecimento do Internacional e goleou por 4 a 0, neste domingo, no Maracanã. O resultado ameniza a crise, mas a situação ainda é delicada para o técnico Cuca, que ouviu a torcida gritar seu nome no fim. Mesmo com a derrota, os colorados se mantiveram na vice-liderança do Campeonato Brasileiro.

A pressão era evidente. Antes do início do jogo, na arquibancada, duas faixas davam o recado: “O Flamengo é maior que tudo e todos. Diretoria e jogadores, respeitem a Nação.” Mas, querendo se recuperar, o Rubro-Negro começou com vontade. E, melhor em campo, não demorou a abrir o placar.

Aos 12 minutos, Ibson fez belo lançamento para Adriano. A defesa do Inter tentou fazer linha de impedimento e deixou o Imperador na cara de Lauro para dar um belo toque e marcar o seu segundo gol na volta ao Flamengo. E ainda tinha mais. Mesmo sem grandes chances, o Rubro-Negro estava melhor e ampliou em bela jogada coletiva.

Léo Moura foi à linha de fundo e cruzou rasteiro. Ibson deixou a bola passar para Emerson, que chutou com força para fazer 2 a 0 aos 35 minutos. O Internacional, com seis desfalques, jogava mal e não oferecia perigo. E Adriano fez mais um. Aos 46, o Imperador cobrou falta com jeito, ao invés de força, e mandou no ângulo: 3 a 0 somente no primeiro tempo.

Na volta do intervalo, Tite fez duas mudanças no Internacional para tentar recuperar o placar. O Colorado chegou mais ao ataque, mas também deixou mais espaços para o perigoso contra-ataque do Flamengo. E foi assim que o Rubro-Negro chegou ao quarto gol. Léo Moura recebeu lançamento e foi derrubado na área por Glaydson. Antes da cobrança, Ibson chegouo a discutir coms os companheiros para bater, Mas dono do jogo, Adriano cobrou aos 21 minutos e fez mais um.

Com a vitória garantida, a torcida passou a gritar o nome de Pekovic. E o camisa 43 entrou aos 37 minutos para delírio dos rubro-negros no Maracanã. O sérvio não participou muito do jogo e cobrou um escanteio. Adriano ainda saiu ovacionado aos gritos e “O Imperador voltou”.


FICHA TÉCNICA:

FLAMENGO 4 X 0 INTERNACIONAL

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: 21/6/2009 às 18h30
Árbitro: José Henrique de Carvalho (SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e João Bourgalber Chaves (SP)

Renda/público: R$ 249.961,00 / 15.864
Cartões amarelos: Ronaldo Angelim, Fabrício, Bruno, Emerson (FLA); Guiñazu, Sandro, Giuliano, Álvaro, Glaydson (INT)
Cartões vermelhos: –
GOLS: Adriano, 12’/1ºT (1-0); Emerson, 35’/1ºT (2-0); Adriano, 46’/1ºT (3-0); Adriano, 21’/2ºT (4-0).

FLAMENGO: Bruno, Welinton, Fabrício e Ronaldo Angelim; Leonardo Moura (Fierro, 39’/2ºT ), Toró, Willians, Ibson (Pekovic, 37’/2ºT ) e Juan; Emerson e Adriano (Everton, 44’/2ºT ). Técnico: Cuca.

INTERNACIONAL: Lauro; Danilo Silva, Indio, Álvaro e Marcelo Cordeiro; Sandro, Guiñazú, Giuliano (Glaydson, intervalo) e Andrezinho; Alecsandro e Bolaños (Leandrão, intervalo). Técnico: Tite.

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junho 21, 2009 Posted by | Flamengo, Internacional | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Brasil joga à la 70, atropela Itália e vai pegar seleção de Joel na semifinal

No aniversário de 39 anos do tri, time de Dunga goleia Azzurra com três gols no primeiro tempo e fica em primeiro no Grupo B. Rival está fora

Toques rápidos, contra-ataques mortais, equilíbrio entre os setores. No dia do 39º aniversário da conquista do tricampeonato mundial, a seleção brasileira atropelou novamente a Itália neste domingo, venceu por 3 a 0 e garantiu o primeiro lugar do Grupo B da Copa das Confederações. Assim, vai enfrentar a África do Sul, treinada por Joel Santana, na semifinal, quinta-feira, às 15h30m, em Joanesburgo. A Azzurra, atual campeã mundial, está eliminada.

Agência/AFP

Ramires, Robinho, Kaká e Luis Fabiano comemoram o terceiro gol da seleção Brasileira

O time de Dunga precisou de apenas 45 minutos para liquidar a partida. Luís Fabiano, duas vezes, e Dossena, contra, marcaram os gols, ainda no primeiro tempo. Ramires, Maicon e André Santos foram bem contra os Estados Unidos e acabaram mantidos no time titular, nos lugares de Elano, Daniel Alves e Kleber. O zagueiro Juan começou jogando, mas saiu sentindo dores ainda na etapa inicial para a entrada de Luisão e pode ser problema para a semifinal.

Com a derrota, a seleção italiana fica com três pontos, empatada com o Egito e Estados Unidos. Mas os americanos, que venceram os egípicios por 3 a 0, avançam pelos critérios de desempate (número de gols pró melhor do que o da Azzurra: 4 a 3). Assim, os Estados Unidos vão enfrentar a Espanha na semifinal, quarta-feira, em Bloemfontein.

Brasil e Espanha são as únicas seleções com 100% de aproveitamento nas três primeiras rodadas, mas a Fúria não sofreu nenhum gol. As duas entram como favoritas para irem à final do próximo domingo, no Ellis Park.

Contra a Azzurra, a seleção mostrou que não sabe atacar apenas pelo lado direito. Dois gols nasceram pela esquerda e o time demonstrou mais equilíbrio entre os lados. Tanto que Robinho, no segundo tempo, trocou com Ramires e passou a jogar pela direita, confundindo os italianos.

A etapa inicial foi dominada pelo Brasil, que teve 56% da posse de bola, chutou nove vezes, acertou duas na trave e marcou três vezes. A Azzurra não sofria três gols no primeiro tempo desde 1957, em uma partida contra a Iugoslávia. Em Pretória, a Itália foi a primeira a ir ao ataque. Aos três, Camoranesi cruzou e Lúcio cortou de carrinho. Um minuto depois, Pirlo chutou de longe e a zaga colocou para escanteio. A partir daí, só deu o time de Dunga.

Setor mais famoso da Itália, a defesa colaborou com o Brasil, que soube aproveitar as falhas dos italianos. Aos cinco, Cannavaro errou a saída de bola, Luís Fabiano ficou com ela e tocou para Ramires na área, que acertou a quina do travessão. Em seguida, foi a vez de Chiellini falhar em um cruzamento. Robinho dominou e rolou para Kaká bater em cima de um defensor. A pressão continou. O camisa 11 roubou outra bola pela direita e deu para o novo craque do Real Madrid, que achou Luís Fabiano na área. O Fabuloso, marcado por dois, ainda deu um toquinho na bola, mas Buffon salvou.

A seleção continuou bem, na defesa e no ataque. Felipe Melo se destacava no meio-campo como ladrão de bolas. Maicon, que ganhou a vaga de titular após a bela atuação contra os Estados Unidos, era a principal arma pela direita. Na esquerda, André Santos acatou a orientação de Dunga e passou a atacar mais também, com Gilberto Silva recuando para atuar ao lado de Lúcio e Juan. Boas opções, os laterais foram os jogadores brasileiros que mais tocaram na bola no primeiro tempo.

Dunga foi obrigado a mudar o time aos 23. Juan, atleta que mais reclamou de cansaço desde o início da concentração em 1o de junho, sentiu dores na coxa esquerda após um carrinho e foi substituído por Luisão. Três minutos depois, a Itália teve a principal chance: Camoranesi arriscou de fora da área e assustou Julio César, pelo alto.

Brasil responde sem perdão

A resposta brasileira foi rápida e perigosa, com Lúcio. Aos 32, o zagueiro recebeu de Ramires na área e chutou cruzado, a bola tocou em Cannavaro e foi na trave. Em seguida, o capitão dominou após escanteio e bateu forte para bela defesa de Buffon.

O gol finalmente saiu aos 37. Um gol não, logo três em sequência: aos 37, 43 e 45. No primeiro, Maicon arriscou de longe, a bola foi fraca e ficou nos pés de Luis Fabiano, que virou sozinho na área e bateu sem chances para Buffon. Seis minutos depois, contra-ataque mortal pela esquerda. Robinho arrancou, tocou para Kaká, que tentou devolver para o ex-santista na área, mas a bola passou direto e sobrou para o Fabuloso tocar e marcar o segundo: 2 a 0, o terceiro do atacante na Copa das Confederações, empatando com os espanhóis Fernando Torres e David Villa no topo da artilharia.

Ampliar Foto Agência/Reuters Agência/Reuters

Luis Fabiano vibra após marcar o segundo gol na vitória do Brasil sobre a Itália

O terceiro gol contou com ajuda italiana. Kaká lançou Robinho do meio, ele avançou pela esquerda e viu Ramires sozinho na área. O camisa 11 tentou tocar para o ex-cruzeirense, mas Dossena deu um carrinho e colocou a bola dentro do próprio gol: 3 a 0 para o Brasil.

O contra-ataque continuou sendo a arma mais perigosa da seleção no segundo tempo. Com 3 a 0 no placar, a Itália começou querendo ir para cima do time de Dunga, mas de forma desordenada. Abriu espaços e viu os brasileiros arrancarem em velocidade. Principalmente Robinho, que não ficou preso só pela esquerda. Aos 10, arrancou pela direita e bateu forte, para fora.

Com medo de ser eliminada, a Azzurra passou a arriscar mais e Julio César começou a trabalhar. Aos 18, Rossi chutou de longe e o goleiro fez grande defesa. Dois minutos depois, Gilardino chutou com perigo, dentro da área, e o camisa 1 defendeu de novo. Mais um minuto, Pepe tabelou com Rossi e tentou de voleio, para o ex-flamenguista voltar a salvar o Brasil.

No contra-ataque, o time de Dunga deu a resposta. Robinho, deslocado para a direita, deu para Kaká no meio, que chutou de longe e a bola saiu perto da trave de Buffon. A Itália teve sua melhor chance de descontar aos 30: Julio César saiu da área para disputar uma bola com Gilardino, perdeu, mas o ataque italiano demorou a chutar e a zaga brasileiro afastou.

A Itália continuou a pressão nos minutos finais. Ela precisava apenas de um gol para mudar o quadro, passar os Estados Unidos e avançar às semifinais, mas Julio César continuou bem, assim como toda a defesa, e o Brasil evitou o gol salvador italiano. No fim, a derrota mandou a campeã mundial para casa mais cedo.

Ficha técnica:

BRASIL 3 x 0 ITÁLIA
Júlio César, Maicon, Lúcio, Juan (Luisão) e André Santos; Gilberto Silva (Kleberson), Felipe Melo, Ramires (Josué) e Kaká; Robinho e Luís Fabiano. Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Dossena; De Rossi, Montolivo (Pepe) e Pirlo; Camoranesi, Iaquinta (Rossi) e Toni (Gilardino).
Técnico: Dunga. Técnico: Marcello Lippi.
Gols: Luis Fabiano, aos 37 e 43, e Dossena (gol contra) 45 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Chiellini e Dossena (Itália)
Estádio: Loftus Versfeld, em Pretória (África do Sul). Data: 21/06/2009. Árbitro: Benito Archundía (MEX). Auxiliares: Marvin Torrentera (MEX) e Hector Vergara (CAN)

junho 21, 2009 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Caetano, São Paulo, Seleção brasileira., Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Brasil encara a Itália lembrando de 1970

Seleção de Dunga enfrenta a Azzurra no aniversário do Tri

Pelé sobe, momentos antes de marcar o gol de cabeça, que abriu caminho para goleada do Brasil em 1970 (Crédito: EFE)

Pelé sobe, momentos antes de marcar o gol de cabeça, que abriu caminho para goleada do Brasil em 1970

LANCEPRESS!

Precisando apenas de um empate para garantir o primeiro lugar do Grupo B da Copa das Confederações, a Seleção Brasileira enfrenta a Itália neste domingo, em Pretória. A data marca ainda o aniversário da conquista do Tri mundial, em 1970, quando a equipe nacional goleou a Azzurra por 4 a 1.

A Itália tem trazido boas recordações aos brasileiros. A Seleção não perde para a Azzurra há 27 anos. Foram quatro confrontos, com dois empates e duas vitórias. Um destes empates foi o resultado mais comemorado. Em 1994, após 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, o Brasil bateu a Itália por 3 a 2 nos pênaltis e levantou o tetra.

– A maior lembrança foi ter subido para levantar o troféu. Desde menino, a nossa geração não viu o Brasil ser campeão do mundo e ali foi a realização de um sonho de uma geração e também lembro da comemoração após o jogo. Tudo isso fica na memória – disse Dunga.

O técnico da Seleção nunca perdeu para a Itália. Como jogador, venceu um amistoso em 1989 e empatou em 1994 e 97. Já no comando do Brasil, venceu amistoso disputado em fevereiro em Londres.

Para a partida, Dunga deve voltar a escalar a equipe que derrotou o Egito, na estreia da Copa das Confederações. Ou seja, voltam à equipe o lateral Kléber, os zagueiros Lúcio e Juan, além do apoiador Elano. André Santos, Miranda, Luisão e Ramires, que começaram o jogo contra os Estados Unidos, ficam no banco.

Do lado italiano, a intenção é lembrar da vitória em 1982. Naquela oportunidade, a Azzurra precisava da vitória para avançar às semifinais da Copa do Mundo, enquanto ao Brasil bastava um empate. Os italianos, com três gols de Paolo Rossi, levaram a melhor por 3 a 2 e acabaram campeões.

O técnico Marcello Lippi fez diversas experiências no treino. Testou os laterais Santon e Dossena, o volante Palombo e o apoiador Montolivo. No entanto, deve fazer apenas uma mudança no time, depois da derrota para o Egito: o atacante Toni será titular na vaga de Quagliarella.

– Fomos chamados de múmias, depois de perder para o Egito. Mas até as múmias, às vezes, saem de suas bandagens. Esta equipe tem muita vontade de vencer e vamos lutar até o fim – respondeu o treinador.

Mesmo que a Azzurra não se classifique, um jogador terá motivos para festejar. O zagueiro e capitão Cannavaro completará 126 jogos com a camisa da Itália, igualando o recorde que pertence a Maldini.

FICHA TÉCNICA:

BRASIL X ITALIA


Estádio: Loftus Versfeld, em Pretória (AFS)
Data/horário: 21/06/2009, às 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Benito Archundia (Fifa-MEX)
Assistentes: Marvin Torrentera (Fifa-MEX) e Hector Vergara (Fifa-CAN)

ITÁLIA: Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Grosso; De Rossi, Gattuso e Pirlo; Iaquinta, Rossi e Toni. Técnico: Marcello Lippi.

BRASIL: Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Kléber; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Kaká; Robinho e Luis Fabiano. Técnico: Dunga.

junho 21, 2009 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Europeu, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Caetano, São Paulo, Seleção brasileira., Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , , , , , , , , | Deixe um comentário