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Zebra passeia e Egito surpreende a Itália

Com o resultado italianos precisam vencer o Brasil

LANCEPRESS!

Os faraós têm poderes mágicos. Os principais são: cansar ou acabar com a criatividade da equipe que jogar contra a seleção do Egito. Pelo menos é o que aconteceu com Brasil e Itália. No caso dos italianos, que perderam por 1 a 0 nesta quinta-feira, faltou criatividade no meio-de-campo e acertar a pontaria dos atacantes. Rossi, que havia brilhado contra os Estados Unidos, esteve apagado e foi substituído no início do segundo tempo.

Com o resultado, a Itália terá a obrigação de vencer o Brasil no próximo domingo para garantir vaga nas semifinais.

1º TEMPO

Zambrotta muitas vezes ficou responsável pela armação, ou seja: bolas perdidas e contra-ataques cedidos.

O Egito começou melhor com tentativas de cruzamentos. A Itália criou chances e desperdiçou todas elas. O goleiro do Egito, mais uma vez se destacou.

Quando a Itália dominava a posse de bola, Homos no meio da área italiana cabeceou sozinho. A bola bateu carinhosamente na trave e entrou: 1 a 0.

Aos 45, na última tentativa de ir para o intervalo com um resultado digno, Pirlo isolou a bola em cobrança de falta. Detalhe: foi a segunda que o meio-de-campo isolou.

2º TEMPO

Logo no primeiro minuto, Zambotta tentou o cruzamento mas a bola passou por dois atacantes que não conseguiram empurrar para o gol

O meio-de-campo italiano começou a dar espaço para o Egito criar. Aos oito o Egito quase ampliou.

O início da segunda etapa foi quase todo dos egípcios. Com 18 minutos, Pirlo finalmente acertou o pé e quase empatou em uma bela cobrança de falta.

El Hadary se destacou mais uma vez. Aos 28, defendeu um chutaço de Montolivo.

Aos 31, Aboutrika, em contra-ataque, levou perigo quando o Egito não chutava a gol.

El Hadary, a muralha egípcia, tirou uma bola que estava quase dentro do gol. Iaquinta pegou na veia mas o goleiro parecia estar em noite perfeita.

O Egito poderia ter ampliado. Aos 37, Aboutrika recebeu sozinho mas se enrolou, deixou a marcação chegar e perdeu a bola

A Itália partiu para o desespero. Com 40 minutos, cruzamento do atacante Iaquinta, a bola bateu no travessão, descompromissadamente.

43 minutos e a Itália tem a grande chance do jogo. Falta perto da meia-lua, mas Pirlo isolou a bola pela terceira vez.

No último lance do jogo, o goleiro Buffon foi para a área adversária para tentar cabecear. Em vão.

FICHA TÉCNICA:

EGITO 1 X 0 ITÁLIA


Estádio: Ellis Park (AFS)
Data/hora: 18/6/2009 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Martin Hansson (SUI)

Cartões amarelos: Eid, El Hadary e Gomaa(Egito)
Cartão vermelho:

GOL : Homos, 40’/1ºT.

EGITO : El Hadary, A. Fathi (A.Hassan, 30’/2ºT), H.Said, A.Said, Gomaa; Moawad (Farag, 24’/2ºT), Shawky, Abd Rabou, Aboutrika; Homos, Zidan (Eid 11’/2ºT). Técnico: Hassan Sehata.

ITÁLIA: Buffon, Zambrotta, Cannavaro, Chiellini, Grosso; Gattuso (Montolivo 12’/2ºT), Pirlo, Quagliarella (Pepe, 19’/2ºT), De Rossi; G.Rossi (Toni 12’/2ºT), Iaquinta. Técnico: Marcello Lippi.

junho 18, 2009 Posted by | Futebol Europeu | , , , , , , , | Deixe um comentário

Brasil mostra fôlego e vence EUA sem dificuldades

Seleção mostra nova cara e acaba com o jogo no 1º tempo

Seleção Brasileiro dominou o jogo e poderia ter feito mais gols (Crédito: EFE)

Seleção Brasileiro dominou o jogo e poderia ter feito mais gols

A Seleção Brasileira venceu os Estados Unidos por 3 a 0 sem dificuldades e garantiu posição confortável no Grupo B da Copa das Confederações. A vitória praticamente garantiu a Seleção nas semifinais. Basta um empate da Itália, logo mais contra o Egito, para que o passaporte seja carimbado.

Com um time modificado (entraram Maicon, Miranda, André Santos e Ramires), o time brasileiro adotou uma postura mais ofensiva, apostou nas jogadas pelas ponta e se deu bem, conseguindo penetrar com facilidade na frágil defesa americana.

As quatro novidades estiveram entre os destaques do jogo. Miranda foi ajudado pela boa atuação de Lúcio, Maicon participou da maioria dos lances de ataque, André Santos, pouco exigido, não comprometeu quando foi acionado e Ramires deu nova mobilidade ao meio-de-campo.

1º TEMPO

BRIGA ENTRE LEÕES

Ramires mostrou seu característico vigor físico logo nos primeiros minutos, sendo parado apenas com falta em dois lances pelo raçudo volante Bradley, que raramente perdia um lance, seja na bola, seja na falta.

PRIMEIRO BOMBARDEIO NA ÁREA AMERICANA

Aos dois minutos, o primeiro de inúmeros cruzamentos de Maicon. Luis Fabiano estava na área pronto para receber. No entanto, o goleiro foi mais esperto.

O Brasil mostrou que não estava para brincadeiras e, logo aos 7 minutos abriu o placar. Excelente cruzamento de Maicon encontrou Felipe Melo que, de cabeça, marcou. 1 a 0 .

LÚCIO ABSOLUTO

Na defesa, o Brasil mostrou segurança. Lúcio ganhava todas e Miranda pouco tocou na bola. Lúcio chegou a tirar uma bola de calcanhar.

BRILHA O TALENTO BRASILEIRO

Kaká entra no jogo e, aos 13 minutos, pedala, chega na área mas o cruzamento é interrompido pela zaga.

Aos 18, o primeiro lance ofensivo americano. Foi pouco. Um minuto depois, em rápido contra-ataque brasileiro, Kaká, em passe magistral, deixa Ramires livre para seguir com a bola até a área. O volante, ex-Cruzeiro, toca para Robinho que faz o segundo, sozinho na área. 2 a 0 .

O Brasil não caiu de produção e manteve a força ofensiva. Aos 22 Kaká quase marcou um golaço, carregando a bola do círculo central, entrando na área mas chutando para fora.

No fim do primeiro tempo Robinho fez um show particular. Gingou, botou dois zagueiros para dançar e sofreu a falta.

2º TEMPO

POUCO FÔLEGO

Os americanos voltaram com novo espírito e começaram no ataque. Altindor recebeu na área, chutou bem mas a bola foi para fora.

As tentativas não duraram muito tempo. Aos 12, o tiro final: Kljestan foi expulso por falta em Ramires.

TRIO MARAVILHA E MAIS UM GOL

Aos 16, triangulação perfeita entre Ramires, Kaká e Maicon, que recebeu de Kaká para chutar com força e fazer o terceiro. 3 a 0 Brasil .

O Brasil tomou conta do jogo, dominando completamente as ações da segunda etapa. Aos 21 minutos começou um festival de chutes brasileiros. O goleirão teve trabalho.

HORA DE DESCANSAR

O Brasil atacou em boa parte do segundo tempo, porém, a partir dos 30, o time começou a tocar a bola com calma. O Brasil certamente “subiu posições” na lista dos times que mais correram durante a Copa das Confederações. A diminuída no ritmo foi justa.

AMERICANOS AINDA ESTÃO EM CAMPO?

Aos 37, o lance mais perigoso dos EUA. O carioca Feilharber chutou no travessão e a bola quase entrou.

A torcida sul-africana fez festa para a Seleção Brasileira. Festa justa. As incômodas cornetas sul-africanas nunca soaram tão agradáveis. Que venha a Itália!

FICHA TÉCNICA:

BRASIL 3 X 0 ESTADOS UNIDOS

Estádio: Loftus Versfeld (AFS)
Data/hora: 18/6/2009 – 11h (de Brasília)
Árbitro: Massimo Busacca (SUI)

Cartões amarelos: Onyewu(EUA).
Cartão vermelho: Kljestan (EUA), 12’/2ºT

GOLS : Felipe Melo, 7’/1ºT; Robinho 19’/1ºT e Maicon, 17’/2ºT

BRASIL : Julio Cesar, Maicon, Lúcio (Luisão 25’/2ºT), Miranda e André Santos; Felipe Melo, Gilberto Silva, Ramires e Kaká (Júlio Baptista 23’/2ºT); Robinho e Luis Fabiano (Nilmar 23’/2ºT) . Técnico: Dunga.

ESTADOS UNIDOS: Howard, Bornstein, Onyewu, Spector e DeMerit; Dempsey, Kljestan, Bradley e Beasley (Casey, intervalo); Altidore (Feilharber ’15/2ºT) e Donovan. Técnico: Bob Bradley.

junho 18, 2009 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Caetano, São Paulo, Seleção brasileira., Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , , , , , , , | Deixe um comentário

Grêmio fica no 0 a 0 com o Caracas e vai às semifinais da Libertadores

Time tricolor falha nas conclusões e até leva alguns sustos, mas garante vaga para pegar São Paulo ou Cruzeiro


Maxi López lutou, mas pecou demais nas finalizações

Pouco importa que ainda falte aquela atuação de encher os olhos, que persistam algumas desconfianças e que empatar por 0 a 0 em casa contra um time da Venezuela não seja exatamente animador. Tudo isso fica depois. O que vale mesmo é que o 0 a 0 com o Caracas na noite desta quarta-feira, no Olímpico, colocou o Grêmio nas semifinais da Libertadores da América. Faltam quatro jogos para, se tudo der certo para os tricolores, o time gaúcho ser tricampeão do principal torneio do continente.

Na estreia do 4-4-2 na Libertadores, o time de Paulo Autuori controlou o jogo e criou repetidas chances de gol, mas desperdiçou todas, especialmente com Maxi López. Na defesa, alguns sustos naturais – um deles, no fim do jogo, de apavorar.

O adversário do Grêmio nas semifinais será o São Paulo ou o Cruzeiro. As duas equipes jogam nesta quinta-feira no Morumbi. O time gaúcho visitará quem passar já na semana que vem, ou em Belo Horizonte, ou na capital paulista. Antes, tem Campeonato Brasileiro. No sábado, o Tricolor recebe o Goiás pela sétima rodada.

Faltou o gol

Com um pouco mais de precisão nas conclusões, o Grêmio teria balançado a rede venezuelana no primeiro tempo. Não faltaram chances. Maxi López tentou de tudo que é jeito: em chute cruzado, em cabeceio, até por cobertura. E nada de a bola entrar. Os 45 minutos iniciais foram de dominação tricolor, mas de pouca inspiração. E o time de Paulo Autuori ainda levou alguns sustos.

A superioridade tricolor foi uma questão inclusive matemática. Só nos primeiros 12 minutos, o Grêmio criou quatro oportunidades vivas de gol. Souza, em bonito voleio, quase abriu o placar logo com dois minutos. Na sequência, Maxi apareceu três vezes. O problema é que ele não encontrou o gol. O cabeceio morreu no goleiro, o chute cruzado acertou a rede por fora e o toque por cobertura, após bobeada da zaga em recuo curto, passou por cima.

Aí o Caracas resolveu passear pelo campo de ataque. Lucena viraria herói nacional se o goleiro Marcelo Grohe não voasse bonito para tirar a bola do ângulo com a ponta dos dedos. Quase. Gómez também arriscou de longe, e o goleiro novamente trabalhou. O chute ficou nos braços do gremista, bem posicionado no meio do gol.

Com o 0 a 0 garantindo a classificação, o Grêmio não viu necessidade de colocar a língua de fora. Atacou com calma, na manha, cozinhando o oponente, que marcava forte no campo de ataque, mas deixava espaços atrás. Tcheco, dentro de área, desperdiçou a melhor chance da etapa inicial. Ele bateu de primeira, com a perna canhota, por cima do gol. Maxi, de novo, mandou chute cruzado aos 28. Vega espalmou.

Como vem acontecendo sistematicamente na Libertadores, o Grêmio jogou o suficiente para controlar o adversário no primeiro tempo, mas não teve aquela atuação capaz de convencer os torcedores de que o título está encaminhado. O time ainda errou muito nos cruzamentos, especialmente com Fábio Santos, e se mostrou lento na transição ao ataque.

Sem gol no Olímpico, a torcida do Grêmio teve como alento vibrar com a desgraça do rival. Quando Jorge Henrique colocou o Corinthians na frente do Inter no Pacaembu, no primeiro jogo da decisão da Copa do Brasil, o Olímpico teve o momento de maior vibração no primeiro tempo.

Segundo tempo


O segundo tempo começou no mesmo tom da etapa inicial. O Grêmio seguiu dominando. O Caracas, temeroso de ceder espaços fatais ao time brasileiro, só atacou com prudência. Muito pouco para superar um adversário tão superior.

Tcheco, com 40 segundos de período complementar, mandou chute perigoso e quase fez o gol. A bola viajou no céu do Olímpico e caiu repentinamente. Quase entrou. A partir daí, o Grêmio fez uma ronda na área venezuelana, mas não conseguiu criar chances até Herrera ir a campo no lugar de um apagado Alex Mineiro, aos 15 minutos. O argentino colocou correria na direita e mandou na cabeça do compatriota Maxi López, que cabeceou rente à trave direita de Vega. Faltou pouco. De novo.

E aconteceria mais uma vez, novamente com Herrera, novamente em cruzamento da direita, mas desta vez com Souza. O meia apareceu feito centroavante para desviar do goleiro, que rezou para todos os santos e foi atendido. A bola saiu.

Com o passar do tempo, o Caracas tentou avançar em campo para se aproximar do gol. Não deu certo. Acabou criando buracos defensivos que o Grêmio só não aproveitou porque realmente não era a noite de Maxi. Aos 33 minutos, Souza deu passe precioso para Herrera, que deixou La Barbie de frente para o gol. E ele errou de novo.

Aos 39 minutos, o time de Paulo Autuori quase perdeu a vaga. Castellín, quase dentro do gol, cabeceou para fora. Foi um dos maiores sustos que o Olímpico já viveu. A bola não entrou por milagre.

A torcida do Grêmio não conseguiu comemorar um gol de seu time. Mas ficou feliz da vida ao vibrar com mais um do Corinthians contra o Inter. Se Maxi não fez no Olímpico, Ronaldo marcou no Pacaembu. E os gremistas foram para casa duplamente felizes.

Ficha técnica:

GRÊMIO 0 x 0 CARACAS
Marcelo Grohe, Ruy, Léo, Réver e Fábio Santos; Túlio, Adilson, Souza e Tcheco; Alex Mineiro (Herrera) e Maxi López. Vega, Romero, Barone, Rey e Alejandro Cichero; Vera, Darío Figueroa (Guerra), Lucena e Jesús Gomez (Prieto); Rentería (Valoyes) e Castellín.
Técnico: Paulo Autuori. Técnico: Noel Sanvicente.
Gols: .
Cartões amarelos: Rentería, Figueroa, Gómez, Castellín (Caracas); Souza (Grêmio).
Estádio: Olímpico. Data: 17/06/2009. Árbitro: Carlos Torres (PAR). Auxiliares: Rodney Aquino (PAR) e César Franco (PAR).

junho 18, 2009 Posted by | Grêmio | , , , | Deixe um comentário

Palmeiras não supera o Nacional e está eliminado da Libertadores

Equipe fica no 0 a 0 com o Nacional, que avança por causa do gol marcado fora da casa. Árbitro não marca pênalti para o Alviverde no primeiro tempo


Diego Souza tenta deixar o adversário para trás e levar o Palmeiras ao ataque em Montevidéu

Fim do sonho do bicampeonato. Apesar de muita luta, o Palmeiras ficou no 0 a 0 com o Nacional nesta quarta-feira, em Montevidéu, e está eliminado da Libertadores. Como empatou por 1 a 1 no jogo de ida, no Palestra Itália, a equipe brasileira precisava ao menos repetir este resultado para levar a partida para os pênaltis. Os uruguaios, desta forma, se classificam para a semifinal da competição por causa do gol marcado fora de casa. Aos palmeirenses ficou ainda a sensação de que a história poderia ter sido diferente se o árbitro não tivesse ignorado um pênalti ainda no primeiro tempo.

Na próxima fase, o Nacional terá pela frente o vencedor do confronto entre Estudiantes e Defensor, que se enfrentam nesta quinta. No jogo de ida, os argentinos venceram por 1 a 0 fora de casa e estão com a vantagem.

Bola no travessão e pênalti não marcado

Assista os melhores momentos:


Apesar da pressão da torcida local, que lotou o Centenário para empurrar o Nacional, os jogadores palmeirenses não se acuaram no campo de defesa. Nos primeiros minutos da partida, as duas equipes erraram muitos passes e o jogo ficou preso no meio-de-campo. A primeira boa oportunidade foi dos brasileiros, aos oito minutos. Cleiton Xavier bateu escanteio da esquerda e quase fez gol olímpico. O goleiro Muñoz chegou a desviar a bola, que bateu no travessão e ficou bobeando dentro da área, mas nenhum palmeirense conseguiu aproveitar o rebote.

Com dificuldades de penetrar na defesa adversária, o Nacional passou a apostar nos chutes de longa distância para abrir o placar. A mais perigosa aconteceu aos 16 minutos. Dominguez mandou uma bomba em cobrança de falta e Marcos, no centro do gol, espalmou para o lado. Aos 24 minutos, foi a vez de Romero subir ao ataque e, com um chute forte, assustar os palmeirenses. A bola, no entanto, subiu demais.

Mais efetivo com os avanços pelas laterais, o Palmeiras chegou perto do gol aos 30 minutos. Diego Souza recebeu bom passe dentro da área e finalizou, Keirrison desviou a bola, que foi por cima do gol com o goleiro Muñoz já batido. Dois minutos depois, os uruguaios reclamaram que a bola bateu na mão de um defensor alviverde após um bate-rebate na área, mas o árbitro não viu irregularidade e mandou o lance seguir.

Aos 43, foi a vez de os brasileiros reclamarem, e pelo mesmo motivo. Armero desceu pela esquerda e fez o cruzamento, cortado com a mão por Coates, do Nacional. O árbitro assinalou somente o escanteio. Revolta geral na equipe alviverde.


Obina perde grande chance perto do fim


O Palmeiras voltou do vestiário com a pressão ainda maior de chegar ao primeiro gol, mas encontrou um jogo amarrado, cheio de faltas e poucas oportunidades. O tempo corria e os brasileiros só conseguiam entrar na área adversária com bolas aéreas, o que facilitava a vida dos defensores do time uruguaio. Vendo a dificuldade da sua equipe, Luxemburgo aumentou o poder ofensivo com as entradas de Ortigoza e Obina nos lugares de Willians e Marcão.

O primeiro lance de real perigo do Palmeiras aconteceu somente aos 25 minutos, justamente com os jogadores que entraram no segundo tempo. Ortigoza tocou boa bola para Obina dentro da área, o atacante girou e bateu, mas o chute saiu torto, à esquerda do gol de Muñoz.

Jogando sem se expor muito, o Nacional quase não fez o goleiro Marcos trabalhar. Em raro lance de ataque bem trabalhado, aos 30 minutos, Lodeiro recebeu um cruzamento da direita e, de entrada da área, mandou uma bomba. A bola, no entanto, subiu demais. O lance de mais perigo do Palmeiras aconteceu aos 39. Ortigoza desceu pela esquerda e cruzou na medida para Obina, que desviou de cabeça e a bola passou rente à trave do Nacional.

No minuto seguinte, os uruguaios se aproveitaram bem do desespero alviverde e puxaram um rápido contra-ataque. Garcia ficou de frente para Marcos e tocou na saída do goleiro, mas a bola saiu mansamente à esquerda do gol. Ainda havia tempo para mais emoção. Aos 45, Cleiton Xavier tentou encobrir o goleiro, que havia saído errado. O arqueiro do Nacional, no entanto, se recuperou e fez a defesa. Aos 46, após cruzamento para a área, o goleiro Marcos foi tentar o gol e quase se torna o herói após tentativa de cabeça.

Ficha técnica:

NACIONAL 0 x 0 PALMEIRAS
Muñoz, Romero, Victorino, Coates e Dominguez; Matias Rodriguez, Arismendi, Oscar Morales e Lodeiro; Medina (Angel Morales) e Biscayzacú (Garcia). Marcos, Maurício Ramos, Danilo e Marcão (Obina); Wendel, Pierre, Cleiton Xavier, Diego Souza e Armero; Willians (Ortigoza) e Keirrison.
Técnico: Gerardo Pelusso. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Cartões amarelos: Medina, Lodeiro (NAC); Diego Souza, Mauricio Ramos (PAL).
Estádio: Centenário, Montevidéu. Data: 17/06/2009. Árbitro: Carlos Vera (Equador). Auxiliares: Juan Cedeño e Luis Alvarado (ambos equatorianos).

junho 18, 2009 Posted by | Palmeiras | , , , | Deixe um comentário

Timão sai na frente do Inter em busca do Tri

Com gol de Ronaldo, Corinthians faz 2 a 0 no Colorado na primeira final da Copa do Brasil


Corintianos comemoram gol de Jorge Henrique (Foto: Tom Dib)

Corintianos comemoram gol de Jorge Henrique


Na primeira partida da decisão da Copa do Brasil, o Corinthians jogou melhor do que o Internacional, fez 2 a 0 com direito a gol de Ronaldo, e viaja para Porto Alegre podendo perder por até um gol de diferença que conquista o tricampeonato.

Em embate bastante movimentado e com maração forte tanto da equipe paulista quanto da gaúccha, o Timão começou mais aceso na grande finalíssima. Logo no primeiro minuto de jogo, Douglas cobrou falta pelo lado esquerdo do campo, a bola viajou toda a área colorada para Chicão completar de cabeça. Em cima da linha, Danilo Silva, que substituiu Bolívar, suspenso, afastou o perigo.

O Alvinegro quase abriu o placar aos 21 minutos do primeiro tempo. Em ótima triangulação corintiana, Jorge Henrique lançou Dentinho, que cruzou rasteiro na área. Lauro fez ótima defesa após complemento de Ronaldo à queima roupa.

Assista os Golls da Partida:


Apesar de ter sentido as ausências de Nilmar e Kléber, que servem a Seleção Brasileira na Copa das Confederações, na África do Sul, e D’Alessandro, que ficou de fora devido a uma lesão na coxa direita, e ter ficado sem criatividade no meio de campo, o Inter respondeu no lance seguinte. Marcelo Cordeiro recebeu de Taison dentro da área, pelo lado esquerdo, e, na saída de Felipe, tocou para trás. Antes que Alecsandro empatasse a partida, William tirou de carrinho.

Com o domínio do duelo, não demorou para o Corinthians sair à frente no marcador. Em ótima jogada de Marcelo Oliveira, substituo de André Santos, também na equipe de Dunga, o lateral-esquerdo fintou Danilo Silva com facilidade e tocou para Jorge completar para o gol, fazendo seu segundo tento na competição. Ainda antes do intervalo, Ronaldo bateu forte da entrada da área e assustou Lauro.

O Inter voltou melhor para a segunda etapa, mas não tardou para o Fenômeno dar o ar da graça e deixar sua marca em mais uma decisão. Aos oito minutos, Ronaldo foi lançado por Elias pela meia direita, fintou Índio sem dificuldade e bateu forte, de canhota, no canto esquerdo de Lauro. O terceiro gol com a marca do fenômeno na Copa do Brasil.

Depois do segundo gol, o Colorado bem que tentou reagir, mas a zaga alvinegra e o goleiro Felipe, com atuações irreparáveis, impediram que os comandados de Tite diminuíssem a vantagem para o jogo de volta, no Beira Rio, dia 1º de julho.

Aos 16 minutos, Andrezinho cobrou falta com precisão, e o goleiro se esticou para evitar o pior. Antes do fim, Taison saiu livre no ataque e bateu em cima do camisa 1.


FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 2 X 0 INTERNACIONAL

Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 17/6/2009 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR)
Auxiliares: Roberto Braatz (PR) e Alessandro Álvaro Rocha Matos (BA)
Renda/público: R$ 1.825.478,00 / 36.614 pagantes
Cartões amarelos: Alessandro, Douglas, Boquita e Souza (COR); Índio, Magrão, Sandro e Leandrão (INT);
Cartões vermelhos: Leandrão (INT);
GOLS: Jorge Henrique, 26′/1ºT (1-0); Ronaldo, 8′/2ºT (2-0).

CORINTHIANS: Felipe, Alessandro, Chicão, William, Marcelo Oliveira (Diego 38′/2ºT); Cristian, Elias, Douglas; Jorge Henrique (Souza 45′/2ºT), Dentinho (Boquita 25′/2ºT) e Ronaldo. Técnico: Mano Menezes.

INTERNACIONAL: Lauro, Danilo Silva, Índio, Álvaro, Marcelo Cordeiro; Sandro (Giuliano 30′/2ºT), Guiñazú, Magrão, Andrezinho (Glaydson 38′/2ºT), Taison e Alecsandro (Leandrão 13′/2ºT). Técnico: Tite.

junho 18, 2009 Posted by | Corinthians, Internacional | | Deixe um comentário

Seleção enfrenta EUA de olho na vaga na semi

Dunga deverá poupar alguns jogadores por desgaste físico

Lucio está confirmado contra os EUA. Já Juan deverá ser poupado (Crédito: Rodolfo Buhrer)

Lucio está confirmado contra os EUA. Já Juan deverá ser poupado (Crédito: Rodolfo Buhrer)

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A Seleção Brasileira enfrenta os EUA nesta quinta-feira, 11h (de Brasília), no Estádio Loftus Versfeld, em Pretória. A partida é valida pela segunda rodada do Grupo B da Copa das Confederações.

O Brasil venceu o Egito na estreia por 4 a 3. No jogo houve um lance polêmico, no último minuto, o juiz marcou um pênalti a favor da Seleção após uma suposta ajuda de equipamentos eletrônicos.

A principal preocupação do Brasil é o desgaste físico, pois a Seleção teve pouco tempo de preparação. Pensando em poupar alguns jogadores, Dunga poderá promover as entradas de Maicon, Luisão, Ramires e Pato nos lugares de Daniel Alves, Juan, Elano e Robinho, respectivamente. Novidade certa é a entrada de André Santos no lugar de Kleber na lateral esquerda.

– Os americanos estão em um bom momento, não só porque são fortes fisicamente, mas por serem difíceis de superar. Não é normal que sofram três gols em um jogo, como ocorreu contra a Itália – disse Dunga, analisando o adversário.

Já os norte-americanos tentam se recuperar da derrota de virada para a Itália. Donovan abriu o placar para os EUA. No segundo tempo, Guiseppe Rossi marcou dois, e Rossi fez o outro dos italianos. Final de jogo: 3 a 1.

Os EUA terão um problema para o jogo contra o Brasil: o meia Clark está suspenso pelo cartão vermelho recebido contra a Itália. Sua vaga deverá ser preenchida por Beasley. Ainda se recuperando de lesão, o zagueiro Bocanegra não tem condições de jogo. DeMerit joga em seu lugar.

Se vencer, o Brasil praticamente se classifica para a semifinal da Copa das Confederações. Os Estados Unidos precisam ao menos de um empate para continuar sonhando com a vaga.

A outra partida do Grupo B será entre Itália e Egito, às 15h30 (de Brasília).

FICHA TÉCNICA:
BRASIL X ESTADOS UNIDOS

Estádio: Loftus Versfeld, Pretória (AFS)
Data/hora: 18/6/2009 – 11h (de Brasília)
Árbitro: Massimo Busacca (SUI)
Auxiliares: Matthias Arnet (SUI) e Francesco Buragina (SUI)

BRASIL: Julio Cesar, Daniel Alves (Maicon), Lucio, Juan (Luisão) e André Santos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano (Ramires) e Kaká; Robinho (Pato) e Luís Fabiano. Técnico: Dunga.

ESTADOS UNIDOS: Howard, Bornstein, Onyewu, Spector e DeMerit; Feilhaber, Dempsey, Beasley e Bradley; Donovan e Altidore. Técnico: Bob Bradley.

junho 18, 2009 Posted by | ABC de Natal, America-RN, Atlético-MG, Atlético-PR, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, Corinthians, Coritiba, CRB, Criciuma, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Futebol Sulamericano, Goiás, Grêmio, Grêmio Prudente, Internacional, Juventude, Náutico, Palmeiras, Paraná, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Caetano, São Paulo, Seleção brasileira., Sport, Vasco da Gama, Vila Nova, Vitória | , , , , , , | Deixe um comentário

São Paulo e Cruzeiro fazem ‘o jogo do ano’

Equipes se enfrentam nesta quinta-feira pela Copa Libertadores

LANCEPRESS!

Chegou a hora da decisão. Dos dois lados, os jogadores afirmaram ser este o confronto do ano. O atacante Kléber, um dos protagonistas do duelo, foi além e chegou a dizer que seria o jogo da sua vida. É com este clima que São Paulo e Cruzeiro se enfrentam nesta quinta-feira, às 22h, no Morumbi, pela segunda partida das quartas-de-final da Libertadores e só um dos dois seguirá brigando pelo título.

No primeiro confronto a Raposa venceu por 2 a 1, no Mineirão, e tem a vantagem do empate para avançar as semifinais da competição. Uma vitória por 1 a 0 dá a vaga aos paulistas.

O São Paulo conta com a volta de Hugo, que sentia dores no joelho esquerdo, e Renato Silva, com dores na coxa direita. O zagueiro deve formar a defesa com André Dias e Hugo deve ficar no banco como opção.

Renato Silva alerta e dá a receita para o Sampa triunfar diante do Cruzeiro no Morumbi: o time de Muricy Ramalho tem de ficar atento a bola parada e a qualidade técnica da equipe Celeste, pois são os fatores que mais preocupam o jogador.

– O importante é não sofrer gol, porque pelo menos um eu tenho certeza de que a gente vai fazer. Devemos ter atenção às bolas paradas, que eles são forte e marcaram assim no Mineirão. Além disso, não adianta sermos afobados. Temos 90 minutos para vencer o jogo – disse o jogador

Do lado celeste do confronto, Adilson Batista, como de costume, não quis dar nenhuma pista do time que começará jogando nesta quinta-feira.

A equipe se preparou para o confronto em Atibaia, interior paulista, já que enfrentou o Palmeiras no Palestra Itália no último fim de semana.

Certo é que, da derrota de domingo para o jogo da Libertadores, o Cruzeiro entrará com uma equipe mais forte em campo no Morumbi. Defesa, meio-de-campo e ataque serão reforçados com jogadores que foram desfalques no fim de semana.

Nas duas laterais, novos titulares: Jonathan e Gerson Magrão. No meio-de-campo, Fabrício e Wagner, peças chave no setor, recuperaram-se de uma fadiga muscular e devem começar como titulares. E no ataque, o reforço mais importante. Suspenso contra o Palmeiras, Kléber está de volta na linha de frente celeste.

Kléber, inclusive, tem demonstrado uma motivação fora do comum para a partida.

– Em nenhum dos dois jogos contra o São Paulo neste ano eu fiz gol. Contra o Inter, eu fui expulso logo no início, não fiquei muito tempo no jogo. Contra o Palmeiras eu fiquei fora. Então, estou com uma saudade muito grande de fazer gol. Espero, nesta quinta-feira, poder ajudar e marcar gol – declarou o Gladiador, que já jogou sete vezes contra o Tricolor Paulista e já marcou dois gols, ambos em 2008.

APRESENTAÇÃO:

FICHA TÉCNICA:
São Paulo x Cruzeiro

Estádio: Morumbi, São Paulo
Data/hora: 18/6/2009 – 22h (de Brasília)
Árbitro: Sergio Pezzoto (ARG)
Auxiliares: Roberto Reta (ARG) e Diego Romero (ARG)

SÃO PAULO: Denis, Zé Luis, André Dias, Renato Silva, Junior Cesar; Jean, Eduardo Costa, Hernanes e Marlos; Washington e Borges. Técnico: Muricy Ramalho

CRUZEIRO: Fábio, Jonathan, Leonardo Silva, Léo Fortunato e Gerson Magrão;
Fabrício, Marquinhos Paraná, Henrique e Wagner; Kléber e Wellington
Paulista. Técnico: Adilson Batista

junho 18, 2009 Posted by | Cruzeiro, São Paulo | , , , , , , , , , | 1 Comentário

Timão sai na frente do Inter em busca do tri

Com gol de Ronaldo, Corinthians faz 2 a 0 no Colorado na primeira final da Copa do Brasil

Ronaldo corre para festejar o segundo gol do Corinthians (Foto: Ari Ferreira)

Ronaldo corre para festejar o segundo gol do Corinthians (Foto: Ari Ferreira)

Caio Carrieri

Na primeira partida da decisão da Copa do Brasil, o Corinthians jogou melhor do que o Internacional, fez 2 a 0 com direito a gol de Ronaldo, e viaja para Porto Alegre podendo perder por até um gol de diferença que conquista o tricampeonato.

Em embate bastante movimentado e com marcação forte tanto da equipe paulista quanto da gaúcha, o Timão começou mais aceso na grande finalíssima. Logo no primeiro minuto de jogo, Douglas cobrou falta pelo lado esquerdo do campo, a bola viajou toda a área colorada para Chicão completar de cabeça. Em cima da linha, Danilo Silva, que substituiu Bolívar, suspenso, afastou o perigo.

O Alvinegro quase abriu o placar aos 21 minutos do primeiro tempo. Em ótima triangulação corintiana, Jorge Henrique lançou Dentinho, que cruzou rasteiro na área. Lauro fez ótima defesa após complemento de Ronaldo à queima roupa.

Apesar de ter sentido as ausências de Nilmar e Kléber, que servem a Seleção Brasileira na Copa das Confederações, na África do Sul, e D’Alessandro, que ficou de fora devido a uma lesão na coxa direita, e ter ficado sem criatividade no meio de campo, o Inter respondeu no lance seguinte. Marcelo Cordeiro recebeu de Taison dentro da área, pelo lado esquerdo, e, na saída de Felipe, tocou para trás. Antes que Alecsandro empatasse a partida, William tirou de carrinho.

Com o domínio do duelo, não demorou para o Corinthians sair à frente no marcador. Em ótima jogada de Marcelo Oliveira, substituto de André Santos, também na equipe de Dunga, o lateral-esquerdo fintou Danilo Silva com facilidade e tocou para Jorge completar para o gol, fazendo seu segundo tento na competição. Ainda antes do intervalo, Ronaldo bateu forte da entrada da área e assustou Lauro.

O Inter voltou melhor para a segunda etapa, mas não tardou para o Fenômeno dar o ar da graça e deixar sua marca em mais uma decisão. Aos oito minutos, Ronaldo foi lançado por Elias pela meia direita, fintou Índio sem dificuldade e bateu forte, de canhota, no canto esquerdo de Lauro. O terceiro gol com a marca do Fenômeno na Copa do Brasil.

Depois do segundo gol, o Colorado bem que tentou reagir, mas a zaga alvinegra e o goleiro Felipe, com atuações irreparáveis, impediram que os comandados de Tite diminuíssem a vantagem para o jogo de volta, no Beira Rio, dia 1º de julho, que terá um desfalque para cada lado: pelo Inter, Leandrão foi expulso sem completar um tempo no gramado. No Timão, Souza fica fora pelo terceiro cartão amarelo


FICHA TÉCNICA:

CORINTHIANS 2 X 0 INTERNACIONAL

Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 17/6/2009 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR)
Auxiliares: Roberto Braatz (PR) e Alessandro Álvaro Rocha Matos (BA)
Renda/público: R$ 1.825.478,00 / 36.614 pagantes
Cartões amarelos: Alessandro, Douglas, Boquita e Souza (COR); Índio, Magrão, Sandro e Leandrão (INT);
Cartões vermelhos: Leandrão 34’/2ºT (INT);
GOLS: Jorge Henrique, 26’/1ºT (1-0); Ronaldo, 8’/2ºT (2-0).

CORINTHIANS: Felipe, Alessandro, Chicão, William, Marcelo Oliveira (Diego 38’/2ºT); Cristian, Elias, Douglas; Jorge Henrique (Souza 45’/2ºT), Dentinho (Boquita 25’/2ºT) e Ronaldo. Técnico: Mano Menezes.

INTERNACIONAL: Lauro, Danilo Silva, Índio, Álvaro, Marcelo Cordeiro; Sandro (Giuliano 30’/2ºT), Guiñazú, Magrão, Andrezinho (Glaydson 38’/2ºT), Taison e Alecsandro (Leandrão 13’/2ºT). Técnico: Tite.

junho 18, 2009 Posted by | Corinthians, Internacional | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Grêmio empata e se classifica no Olímpico

Empate sem gols é suficiente para avançar para a semifinal

Grêmio empata em jogo difícil e se classifica (Crédito: RICARDO RIMOLI)

Grêmio empata em jogo difícil e se classifica

LANCEPRESS!

Jogando em casa, o Grêmio enfrentou o Caracas, pelo jogo de volta das quartas-de-finais da Libertadores e se valendo do regulamento da competição, no qual gol fora de casa é critério de desempate, avançou para a semifinal da Libertadores ao empatar em 0 a 0 no Olímpico.

O jogo de ida, na Venezuela, foi 1 a 1 e o novo empate classificou o Tricolor gaúcho. Agora o Grêmio espera o vencedor do duelo brasileiro entre São Paulo e Cruzeiro para conhecer seu adversário na semifinal da Libertadores.

O Grêmio era mais ofensivo no início da partida. A equipe gaucha tinha a posse de bola e partia para cima do adversário, que assustado rifava a bola sem conseguir armar nenhuma jogada.

A partir dos 20 minutos os visitantes igualaram a posse de bola e começaram a se arriscar no ataque. Aos 28 minutos Máxi López quase abre o placar para o tricolor, mas o goleiro Rey espalmou a bola para escanteio.

Mesmo precisando vencer, o Caracas não chegou com perigo ao gol do Grêmio, já o time gaúcho criava as melhores jogadas e sofria muitas faltas por isso.

Com o incentivo da torcida, que mesmo com o frio e a chuva não pararam de cantar, o Grêmio iniciou uma pressão em cima do adversário logo no innício do segundo tempo.

Aos 15 minutos, o Grêmio dava indícios de que partiria para o desespero. A única chance concreta de gol foi aos 20 minutos, Souza que tem 1,76m de altura, quase marca de cabeça, por cobertura.

E o Grêmio continuava perdendo muitas oportunidades, dessa vez com Máxi López, aos 33 minutos, chutando forte por cima do gol. E quase a classificação vai por água abaixo, após cobrança de escanteio, Castellín sozinho cabeçeou para fora. O jogo estava totalmente indefinido e aos 43 minutos Cichero, sozinho dentro da área, chutou em cima da Réver, que evitou o gol.

FICHA TÉCNICA

GRÊMIO X CARACAS

Local: Estádio Olímpico (Porto Alegre, RS)
Data-hora: 17/06/2009 – 21h50 (horário de Brasília)
Árbitro: Carlos Torres (PAR)
Auxiliares: Rodney Aquino e César Franco (PAR)
Renda e Público: R$ 821.862,00 – 36.725 pagantes
Cartão Amarelo: (CAR) Rentería( 5′, 1º/T); (CAR) Figueroa (40, 1º/T); (CAR) Gomez ( 46′, 1º/T); (CAR) Castellín ( 7′, 2º/T); (GRE) Máxi lópez (15′, 2º/T); (GRE) Souza( 31′, 2º/T);
Cartão vermelho:
Gols:

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Ruy, Leo, Réver e Fábio Santos; Adilson, Túlio, Tcheco e Souza; Alex Mineiro (Herrera, 13′ 2º/T) e Maxi López.
Técnico: Paulo Autuori.

CARACAS: Renny Vega; Romero, Rey, Barone e Cichero; Luis Vera, Lucena, Darío Figueroa (Guerra, 21′ 2º/T) e Gomez (Prieto, 30, 2º/T); Rentería (Valoyes, 11′ 2º/T) e Castellín.
Técnico: Noel Sanvicente.

junho 18, 2009 Posted by | Grêmio | , , , , , , , | Deixe um comentário