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Victor Simões volta e faz um dos gols da vitória do Botafogo sobre o Tigres

Atacante chega aos seis gols no Campeonato Carioca e briga pela artilharia

Ampliar Foto Cezar Loureiro/O Globo Cezar Loureiro/O Globo

Maicosuel é derrubado e sofre falta

Campeão da Taça Guanabara, o Botafogo iniciou o segundo turno do Campeonato Carioca vencendo o Tigres por 3 a 2, neste domingo, no estádio de Los Larios. O artilheiro Victor Simões, que ficou um mês longe do time se recuperando de uma lesão muscular, voltou ao time e marcou um dos gols da vitória. O zagueiro Juninho e o lateral-esquerdo Gabriel fizeram os outros gols alvinegros. Leandro Chaves e Sorato descontaram.

Apesar da vitória, o Botafogo está em quinto lugar no Grupo B. Seis dos oito clubes do grupo venceram nesta primeira rodada. E o Botafogo leva desvantagem no saldo de gols. Volta Redonda e Boavista, que venceram os adversários por 3 a 0, dividem a liderança. O Flamengo, que bateu o Cabofriense por 3 a 1, está em terceiro. O Tigres permanece como o pior time do Campeonato Carioca.

Na segunda rodada, o Vasco faz o clássico com o Botafogo, no Maracanã, na quinta-feira, às 19h30min. Já o Tigres encara o Friburguense, fora de casa, na quarta-feira.

Juninho acaba com jejum e faz o primeiro gol alvinegro

O Botafogo tinha a volta de Victor Simões, mas o atacante era muito bem marcado no início da partida. O primeiro chute ao gol foi do Tigres. Aos seis minutos, o Oziel arriscou de longe. O goleiro Renan caiu no lado direito para defender firme. Aos 12 minutos, Maicosuel entrou na área e perdeu equilíbrio ao dividir com Edson. Os alvinegros queriam pênalti, mas o árbitro William Marcelo de Souza Nery deixou corretamente o lance seguir.

O Botafogo tinha a iniciativa da partida. E, aos poucos, criava as chances. Victor Simões recebeu dentro da área, mas chutou mal para fora. Aos 20 minutos, um lance incrível. Maicosuel soltou a bomba de fora da área. A bola explodiu no travessão e quicou em cima da linha. Por muito pouco, o Alvinegro não fez o primeiro gol. Depois, Juninho arriscou de longe e o goleiro Marcos Paulo defendeu firme.

O Tigres se limitava a esperar um erro do Botafogo para tentar o contra-ataque. Muito pouco. Mas, bem fechado, conseguia dificultar as jogadas alvinegras. O gol só saiu em uma jogada de bola parada. Thiaguinho sofreu uma falta na intermediária. Maicosuel surpreendeu ao rolar para Juninho enquanto os jogadores do Tigres aguardavam um cruzamento para a área. O zagueiro soltou a bomba e a bola entrou no canto direito do goleiro Marcos Paulo. A bola ainda quicou antes de entrar. Um lindo gol, o primeiro do zagueiro na temporada. Juninho não marcava há mais de um ano, desde fevereiro do ano passado. Botafogo 1 a 0.

E o Alvinegro não relaxou. E chegou ao segundo gol ainda no primeiro tempo. Victor Simões, no único momento que conseguiu se livrar da marcação, recebeu na entrada da área e chutou forte cruzado. A bola entrou no canto esquerdo de Marcos Paulo, que falhou no lance. Foi o sexto gol do artilheiro no Campeonato Carioca. Na comemoração, o atacante homenageou o ex-jogador Donizete e imitou uma pantera em campo. Foi o sexto gol de Victor Simões na competição. Ele briga pela artilharia com Bruno Meneghel, que tem oito, do Resende.

Garoto Gabriel tem estreia inesquecível

O Botafogo voltou para sonolento para o segundo tempo. E o Tigres não demorou para aproveitar. Aos dois minutos, em um rápido contra-ataque, Joelton, que havia entrado no lugar de Clayton no intervalo, tocou para Leandro Chaves na área. O atacante só teve o trabalho de tocar para o gol e descontar. O goleiro Renan já estava vendido no lance.

O Tigres chegava com perigo nas costas de Alessandro, pelo lado direito da defesa do Botafogo. Aos dez minutos, Leandro Chaves cruzou na medida para Joelton, que cabeceou para fora.

Para tentar resolver o problema, o técnico Ney Franco mandou o volante Fahel colar em Leandro Chaves, o principal jogador do Tigres na partida. Deu certo. E o Botafogo voltou a dominar a partida. Aos 21 minutos, Maicosuel tocou para Victor Simões na área. O atacante conseguiu driblar o marcador, mas chutou de esquerda por cima do gol. Uma chance incrível que desperdiçou o artilheiro. Pouco depois, Jean Carioca caiu na área. O árbitro mandou o lance seguir. Em seguida, Maicosuel arrancou e chutou rasteiro. O goleiro Marcos Paulo defendeu.

Aos 25 minutos, um pênalti não marcado a favor do Botafogo. Fahel foi puxado na área pelo zagueiro Edson. Mas o árbitro William de Souza Nery não marcou. Quatro minutos depois, Victor Simões perdeu um gol impressionante. O atacante recebeu na área e, livre à frente do goleiro, tocou fraco. Marcos Paulo caiu e defendeu firme.

Para tentar o empate, o técnico João Costa resolveu colocar o veterano artilheiro Sorato, de 39 anos, em campo. Mas a bola não chegava. O Botafogo, então, conseguiu ampliar com o jovem Gabriel, de 20 anos. O lateral-esquerdo, que entrou no lugar de Thiaguinho e disputava a primeira partida como profissional, soltou uma bomba na entrada da área. A bola entrou no canto esquerdo do goleiro Marcos Paulo, que nada poderia fazer no lance. Era o terceiro gol alvinegro. E uma estreia inesquecível para Gabriel.

O Tigres ainda conseguiu mais um gol nos acréscimos. Sorato recebeu na área e chutou rasteiro no canto esquerdo de Renan. No final, Botafogo 3 a 2.

Ficha técnica:

TIGRES 2 x 3 BOTAFOGO
Marcos Paulo, Oziel, Pedrão, Zé Carlos e Edson; Marquinhos, Jaílson, Denis (Sorato) e Clayton (Joelton); Leandro Chaves (André Bocão) e Gilcimar Renan, Juninho, Emerson (Batista) e Leandro Guerreiro; Alessandro, Fahel, Léo Silva, Maicosuel e Thiaguinho (Gabriel); Jean Carioca e Víctor Simões (Diego).
Técnico: João C. Costa. Técnico: Ney Franco.
Gols: Juninho aos 38 minutos e Victor Simões aos 45 minutos do primeiro tempo; Leandro Chaves aos 2 minutos e gabriel aos 42 minutos; Sorato aos 45 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Edson, Clayton, Joelton (Tigres);
Estádio: Los Larios, em Xerém

Data: 08/03/2009.

Árbitro: William Marcelo de Souza Nery.

Auxiliares: Marcos Tadeu Peniche Nunes e José Ronaldo Braga.

Público: 1.905 pagantes

março 8, 2009 Posted by | Botafogo | , , , , , , , , , , , , , | 2 Comentários

Cruzeiro não faz gol pela primeira vez no ano e fica no 0 a 0 com o Tupi

Time celeste pressiona e chega a acertar as duas traves em voleio de Wellington Paulista, mas não fura a retranca adversária

Ampliar Foto Washington Alves/VIPCOMM Washington Alves/VIPCOMM

Kléber não fez gol, mas também não recebeu cartão na partida contra o Tupi

Pela primeira vez na temporada, o Cruzeiro passou em branco. O Tupi segurou o líder do Campeonato Mineiro, que até então havia marcado 36 gols em 12 partidas no ano e vinha de 12 vitórias consecutivas no Mineirão. O empate por 0 a 0, no entanto, mantém o time celeste com folga na primeira colocação: tem 20 pontos, contra 17 do Atlético-MG. O Tupi, com 11, está em sétimo lugar.

O Cruzeiro, que jogou com Kléber e Wellington Paulista na frente, não conseguiu driblar a forte marcação do Tupi, que ainda levou perigo em alguns contra-ataques. A pior notícia para os cruzeirenses foi a lesão do lateral Fernandinho, que começou o segundo tempo e sentiu uma contusão no joelho logo aos três minutos.

Confira a classificação e a tabela de jogos do Mineiro

Na próxima rodada, a equipe de Adilson Batista pega o América-MG fora de casa, às 16h de domingo. Na sexta-feira, o Tupi recebe o Rio Branco às 19h.

Tupi leva perigo em contra-ataques

Como sempre faz quando atua no Mineirão, o Cruzeiro partiu para cima do adversários nos primeiros minutos. Aos dois, o goleiro Gonçalves soltou a bola num chute de Wagner, mas se recuperou a tempo para abafar a conclusão de Wellington Paulista no rebote.

Sete minutos depois, Wellington Paulista esteve próximo do gol novamente, mas desta vez não foi o goleiro que o impediu. Seu chute, após jogada de Kléber na ponta esquerda, saiu torto, por cima do gol.

O Tupi marcava forte e chegava pouco ao ataque, mas conseguia perigo quando rondava a área cruzeirense. Aos 17 minutos, Andrey foi obrigado a fazer difícil defesa em chute de Rodrigo Mucarbel, levando a torcida a gritar o seu nome. Já nos acréscimos, foi a vez de Ademílson finalizar com perigo, rente à trave.

O Cruzeiro, após a pressão inicial, não fez muito mais. Conseguiu dois chutes de fora da área, com Bernardo e Fabrício, e esteve próximo de abrir o placar num lance curioso: o goleiro do Tupi deu um soco na bola, que bateu na cabeça de Gustavo e quase entrou.

Fernandinho entra e se machuca

Para a segunda etapa, o técnico Adilson Batista recorreu a dois titulares para tentar superar a retranca do adversário.

– O Tupi está fechadinho na defesa, então eu e o Fernandinho estamos entrando para dar mais velocidade ao time e abrir espaços – analisou Ramires, sobre a sua entrada e a do lateral nos lugares de Bernardo e Sorín.

Ampliar Foto Washington Alves/VIPCOMM Washington Alves/VIPCOMM

Wellington Paulista viu um voleio seu bater nas duas traves no segundo tempo

Adilson foi forçado a fazer a terceira substituição logo com cinco minutos, depois que Fernandinho machucou o joelho numa dividida com Bruno Ramos. Diego Ramos entrou e fez a sua estreia neste ano entre os profissionais.

O jogo continuou movimentado, com chances para os dois lados. O Cruzeiro esteve perto do gol em dois lances de voleio. O primeiro, de Kléber, foi por cima do gol. O de Wellington Paulista foi mais cruel com a torcida no Mineirão: acertou as duas traves.

O Tupi também levou perigo. Aos 21 minutos, Andrey voltou a entrar em ação, espalmando chute colocado de Ademílson. Defensivamente, a equipe de José Carlos Amaral manteve a forte marcação até o fim da partida, obrigando o Cruzeiro a chutar de longe e cruzar bolas na área, sem sucesso.

Ficha técnica:

CRUZEIRO 0 x 0 TUPI
Andrey, Marquinhos Paraná, Anderson, Gustavo e Sorín (Fernandinho, depois Diego Renan); Fabrício, Henrique, Bernardo (Ramires) e Wagner; Kléber e Wellington Paulista. Gonçalves, Serginho, Reginaldo, Rodrigão e Michel; Marcel, Robson, Daniel e Bruno Ramos; Ademílson e Rodrigo Mucarbel (Itamar).
Técnico: Adilson Batista. Técnico: José Carlos Amaral.
Cartões amarelos: Gustavo, Henrique (Cruzeiro); Rodrigão, Bruno Ramos, Reginaldo, Gonçalves (Tupi).
Estádio: Mineirão, Belo Horizonte. Data: 08/03/2009. Árbitro: Átila Carneiro Magalhão. Auxiliares: Ângela Paula Cruz Régis Ribeiro e Cinthia Mara da Silva. Público: 9.535 pagantes. Renda: R$ 139.547,50.

março 8, 2009 Posted by | Cruzeiro | , , , , , , , , , , | 1 Comentário

São Paulo perde para o lanterna Mogi Mirim

O resultado de dois a zero foi construído no primeiro tempo. O Tricolor permanece na terceira posição na tabela

Mogi comemora o gol e sai da lanterna do Paulistão (Foto: Ari Ferreira)Mogi comemora o gol e sai da lanterna do Paulistão (Foto: Ari Ferreira)

LANCEPRESS!

Atuando com um time formado quase todo por reservas, o São Paulo fez sua pior partida no Campeonato Paulista neste domingo, e perdeu para o até então lanterna do Estadual, o Mogi Mirim. O resultado, de 2 a zero, foi formado ainda no primeiro tempo, e nem mesmo a presença dos titulares como Rogério Ceni e Junior Cesar conseguiu dar ânimo para um Tricolor apático e sem pontaria.

Os dois gols do time da casa sairam dos pés de Marcelo Régis. Enfrentando uma defesa muito desatenta, dando muito espaço para os armadores do Mogi criarem, Régis consegui concluir aos 16 e 20 minutos do primeiro tempo. Os gols desestabilizaram o Tricolor, que só deu sinais de reação no fim da primeira fase.

Ainda assim, Dagoberto e André Lima sofreram muito com a falta de entrosamento, e pouco chutaram ao gol. Em uma única oportunidade, o camisa 19 chutou forte e quase diminuiu para o São Paulo, se não fosse a boa defesa do goleiro Marcelo Cruz.

No segundo tempo, com uma boa participação de Arouca, o Tricolor partiu para cima mais determinado, mas ainda sem precisão nas definições. Dagoberto mal pegou na bola e André Lima despediçou diversas chances. Nem mesmo as modificações do técnico Muricy Ramalho fizeram o ataque do São Paulo funcionar.

Para piorar a situação, Dagoberto fez falta violenta, entrando por cima em Naves, que havia entrado minutos antes substituíndo o autor dos gols, e foi expulso.

Como o Noroeste empatou com o Guarani neste sábado, os três pontos conquistados neste domingo tiraram o Mogi da lanterna do campeonato na tabela de classificação. Já o São Paulo se afasta ainda mais dos dois primeiros colocados, o Palmeiras e o Corinthians, que empataram neste domingo no esperado Dérbi do Paulistão.

FICHA TÉCNICA

Estádio: Papa João Paulo II, Mogi Mirim (SP)
Data/local: 08/03/2009 19h10
Àrbitro: Milton Etsuo Ballerini
Auxiliares: Hilton Francisco de Melo e Edvânio Ferreira Duarte

Cartões Amarelos: Vela, Joelson, William (MOG) e André Lima (SAO)
Cartões Vermelhos: Dagoberto (SAO)
Gols: Marcelo Régis (16’/1T) e (20’/1T)

Mogi Mirim: Marcelo Cruz; Leomar, Thiago Couto, William (Neguette), Luiz Henrique, Vela, Giovanni, Joelson, Alexandre Silva; Marcelo Régis (Naves) e João sales (Luciano). Técnico: Paulo Campos.

São Paulo: Rogério Ceni; Aislan, Rodrigo, Miranda; Joílson (Zé Luis), Richarlyson, Arouca, Hugo (Wellington), Júnior César; Dagoberto e André Lima. Técnico: Muricy Ramalho.

março 8, 2009 Posted by | São Paulo | , , , , , , , | Deixe um comentário

Ronaldo marca no fim, e Corinthians empata com Palmeiras

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.Substituto de Escudero no segundo tempo, atacante Ronaldo marcou o gol de empate do Corinthians nos acréscimos e salvou o time alvinegro da derrota. O Palmeiras saiu na frente com Diego Souza, em falha do goleiro Felipe.

março 8, 2009 Posted by | Corinthians, Palmeiras | , , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

Ronaldo marca, ‘derruba’ alambrado e empata

Timão joga mal, mas empate fenomenal salva o time no minuto final, em jogo que o Palmeiras foi melhor

Ronaldo mostrou sua estrela fenomenal (Foto: Reginaldo Castro)Ronaldo mostrou sua estrela fenomenal (Foto: Reginaldo Castro) (Crédito: Reginaldo Castro)

O clássico não foi brilhante, mas o fim foi fenomenal. O Corinthians não jogou bem, perdia por 1 a 0, mas no último minuto, Ronaldo desencantou e marcou seu primeiro gol com a camisa do Timão, contra o Palmeiras, em Presidente Prudente, no empate por 1 a 1.

Veja o gol de Ronaldo na TV LANCE!
Veja a fotosequencia do gol do Fenômeno

Com seis zagueiros em campo, os dois times não poderiam ter muita facilidade para chegar ao gol. Com duas “fortalezas”, o Timão só conseguiu levar perigo em chute de Elias desviado pela defesa, enquanto o Palmeiras assustou em cabeçada de Maurício Ramos.

Confira as melhores fotos do dérbi!

O Verdão ficou no ataque por mais tempo, mas nada que pudesse significar superioridade. O forte calor do interior paulista também brecou o ímpeto das duas equipes, que foram bem disciplinarmente e não deram muito trabalho ao árbitro Cléber Abade.

Mas no segundo tempo o Palmeiras foi amplamente superior e logo de cara abriu o placar. Em erro bisonho de Felipe, que calculou mal saída do gol, Diego Souza ficou livre e tocou para as redes.

O Corinthians não conseguia chegar, até porque Souza, mais uma vez, não fez nada em campo. Aos 20 minutos, cinco substituições foram feitas, entre elas a entrada de Ronaldo, que deixaram o time na frente.

Só que quem continuou a levar mais perigo foi o alviverde, nos contra-ataques com Willans, Keirrison e companhia, enquanto o rival abusava do direito de errar passe e ficar desorganizado em campo.

Mas o Timão ainda tinha Ronaldo, que primeiro acertou a trave em lindo chute de fora da área, mas no último minuto, escorou cruzamento de cabeça para garantir o empate e confirmar a nova fase na carreira.

FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 1 X 1 CORINTHIANS

Estádio: Estádio Eduardo José Farah, Presidente Prudente (SP)
Data/hora: 08/03/2009 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Cleber Wellington Abade (SP)
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira (SP) e Nilson de Souza (SP)
Renda/ público: R$ 1.348.390,00, 44.479 pagantes
Gols: Diego Souza, 4’/2ºT (1-0), Ronaldo 48’/2ºT (1-1)
Cartões amarelos: Marcão, Keirrison, Maurício Ramos e Pierre (Palmeiras); Cristian, Escudero, Dentinho, Ronaldo e Felipe (Corinthians)
Cartões vermelhos: Fabinho Capixaba (Palmeiras)

PALMEIRAS: Bruno, Maurício Ramos, Marcão e Danilo; Fabinho Capixaba, Pierre, Sandro Silva (Jumar, 21’/2ºT), Cleiton Xavier, Diego Souza (Willans, 18’/2ºT) e Armero; Keirrison (Marquinhos, 44’/2ºT). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

CORINTHIANS: Felipe, Chicão, William e Escudero (Ronaldo, 18’/2ºT); Fabinho (Alessandro, 19’/2ºT), Cristian, Elias, Douglas e André Santos; Jorge Henrique e Souza (12’/2ºT). Técnico: Mano Menezes.

março 8, 2009 Posted by | Corinthians, Palmeiras | , , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

Everton salva mais uma vez e Flu vence

Atacante marcou aos 45 minutos do segundo tempo. Flu jogou mal

(Crédito: Photocâmera)

Com um Everton Santos mais uma vez saindo como herói, o Fluminense venceu o Mesquita por 1 a 0 neste domingo no Engenhão. Carlos Alberto Parreira, que estava presente no estádio, viu a dura missão que terá pela frente no comando do Tricolor, já que a equipe das Laranjeiras não foi bem.

O primeiro tempo começou lento, truncado no meio-de-campo. Tanto o Fluminense quanto o Mesquita apostaram num esquema 4-5-1 e o resultado disso foram pouquíssimas chances de gol.

Thiago Neves era um ‘falso’ atacante e encostava na frente, mas não era efetivo. Conca, que voltou ao time titular, errava muitos passes e pouco produzia.

Tirando um lance do jovem lateral-esquerdo João Paulo, logo no início, quando entrou cara-a-cara com o goleiro e desperdiçou, o jogo não teve maiores emoções. Ou seja, uma etapa inicial lamentável.

No segundo tempo, Gilson Gênio sacou Leandro Bomfim e colocou Maicon, tentando não deixar Everton Santos tão isolado na frente. Porém, o Tricolor continuou apático. Sem criar oportunidades, na metade da etapa o treinador foi para o tudo ou nada e colocou Tartá no lugar de um omisso Conca e Marquinho na vaga do volante Romeu. Também não adiantou.

Sem criatividade alguma, o Fluminense irritava os poucos torcedores presentes no Engenhão. Já o Mesquita resumia seu jogo a bordoadas e muitas faltas. Resultado? Uma partida de baxíssimo nível técnico.

No fim, o Tricolor adotou a tática do “chuveirinho”, cruzando bolas na área, mas não surtia efeito. Porém, no apagar das luzes, Tartá lançou, Thiago Neves escorou e Everton Santos, de novo, salvou o Fluminense de mais um vexame.

MESQUITA 0 X 1 FLUMINENSE

Estádio: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 08/03/2009 – 18h (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Souza Pinto (RJ)
Auxiliares: Marcos Antônio Santos (RJ) e Luiz Felipe Scofield Guerra Costa (RJ)
Renda/público: R$ 83.398,00/ 4.706 pagantes
Cartões amarelos: Haroldo, Gleisson, André Andrade, Maricá, Fabrício, Éderson, Alemão (MES); Tartá (FLU)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Everton Santos, 45’/2ºT

MESQUITA: Fernando, Maricá, João Filipe, Vinícius e Messias; Alemão, Haroldo (Fabrício, intervalo), Yves, André Andrade e Rafael Silva (Cleiton, 07’/2ºT); Gleisson (Éderson, 19’/2ºT). Técnico: Rubens Filho.

FLUMINENSE: Fernando Henrique , Mariano, Edcarlos, Luiz Alberto e João Paulo; Fabinho, Romeu (Marquinho, 26’/2ºT), Leandro Bomfim (Maicon, intervalo), Conca (Tartá, 26’/2ºT) e Thiago Neves; Everton Santos. Técnico: Gilson Gênio.

março 8, 2009 Posted by | Fluminense | , , , , , , | Deixe um comentário

Vasco vence o Friburguense com facilidade na estreia da Taça Rio

Carlos Alberto, Elton e Rodrigo Pimpão marcam os gols da vitória

Marcelo Sadio/Site Oficial do Vasco da Gama

Carlos Alberto coloca a bola na barriga e comemora o primeiro gol do Vasco

Em ritmo de treino e sem muito trabalho, o Vasco venceu neste domingo o Friburguense por 3 a 0, em São Januário, na estreia na Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Carioca. Carlos Alberto, Elton e Rodrigo Pimpão marcaram os gols cruzmaltinos. Com a vitória, o Time da Colina assumiu a liderança do Grupo A, com três pontos.

Na segunda rodada, o Vasco faz o clássico com o Botafogo, no Maracanã, na quinta-feira, às 19h30min. Já o Friburguense encara o Tigres, em casa.

Antes de a partida começar, as torcedoras que chegaram a São Januário recebiam uma rosa em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. No total, duas mil rosas foram distribuídas.

Carlos Alberto abre o placar

O Vasco começou no ataque, mas levou logo um susto. Aos cinco minutos, o Friburguense teve uma grande oportunidade de marcar. Hercules levou a melhor sobre Fernando, entrou na área e chutou na saída de Tiago. O goleiro defendeu com o braço direito salvando o Vasco de levar o primeiro gol.

Aos sete minutos, o Vasco respondeu e abriu o placar. Fágner fez ótima jogada pelo meio e tocou para Carlos Alberto. Ele recebeu sozinho na área e só tocou rasteiro no canto esquerdo do goleiro Marcos. A posição do vascaíno, segundo o comentarista José Roberto Wright, era normal. O camisa 19 estava na mesma linha do marcador. Na comemoração, Carlos Alberto pegou a bola e colocou debaixo da camisa em homemagem à esposa Carol, que descobriu neste domingo que está grávida de dois meses. Foi o quarto gol de Carlos Alberto no Campeonato Carioca.

Aos 13, Elton teve a chance de ampliar. Nova jogada de Fágner pela direita. Após o cruzamento, o atacante dominou livre na área e chutou. Mas a bola saiu fraca, e o goleiro Marcos defendeu. Poucos minutos depois, outra oportunidade. Jéferson arrancou, entrou na área e chutou rasteiro. A bola bateu na rede pelo lado de fora e alguns torcedores chegaram a gritar gol.

Aos 42 minutos, o árbitro Pathrice Wallace Correa errou feio ao não marcar uma falta clara de Victor Hugo em Alex Teixeira. O vascaíno recebeu ótimo passe e entraria livre na área, mas recebeu um pisão no calcanhar do adversário e caiu. Longe do lance, o juiz não deu nada.

Helton faz o segundo em lance irregular

Ampliar Foto Divulgação/Site Oficial do Vasco da Gama Divulgação/Site Oficial do Vasco da Gama

Torcedoras recebem rosas em São Januário em comemoração pelo Dia Internacional da Mulher

Para o segundo tempo, o técnico Cleimar Rocha resolveu tirar o zagueiro Roberto Júnior e colocar o atacante Ziquinha. Com isso, o Friburguense ficou mais ofensivo. Mas foi o Vasco que chegou logo ao segundo gol em um lance muito confuso.

Carlos Alberto recebeu passe na intermediária e arrancou. O meia driblou um marcador, entrou na área e foi derrubado. Pênalti não marcado pelo árbitro Pathrice Wallace Correa. Mas o vascaíno conseguiu se levantar e permanecer com a bola. Carlos Alberto, então, cruzou. O goleiro Marcos espalmou para o meio da área. A bola parou nos pés de Alex Teixeira, que chutou. Marcos fez uma difícil defesa, mas soltou a bola. O atacante Elton e o goleiro do Friburguense, então, a disputaram. O vascaíno levou a melhor e tocou para o fundo da rede. Vasco 2 a 0.

Os jogadores do Friburguense reclamaram muito, pedindo falta em cima do goleiro. O comentarista José Roberto Wright considerou o lance irregular.

– Foram dois erros no mesmo lance. Primeiro, um pênalti não marcado no Carlos Alberto no início da jogada. Depois, o goleiro Marcos conseguiu chegar antes na bola com as duas mãos e tinha o domínio dela quando o Elton tocou. Foi falta. Errou o juiz ao não marcar a irregularidade – disse.

Após o segundo gol, o Vasco passou a controlar a partida. O técnico Dorival Júnior colocou Rodrigo Pimpão no lugar de Alex Teixeira e Fernandinho na vaga de Carlos Alberto.

Ramon quase fez o terceiro. O lateral recebeu na entrada da área e tentou encobrir o goleiro Marcos, que se esticou todo e conseguiu espalmar para escanteio. O Friburguense ainda perdeu Romário, com câimbras. O atacante não tinha mais condições de permanecer na partida, e o técnico Cleimar Rocha já havia feito as três alterações. Com dez em campo, o Friburguense deixou de ameaçar.

O Vasco também teve um problema físico. Fernandinho, que havia acabado de entrar em campo, sentiu uma lesão no joelho direito e foi substituído por Enrico. No fim da partida, o Vasco ainda fez o terceiro. Rodrigo Pimpão dominou na entrada da área, limpou e soltou a bomba. A bola pegou efeito e entrou no ângulo do goleiro Marcos, que não tinha qualquer chance de defesa. Foi o terceiro gol do atacante no Campeonato Carioca. Vasco 3 a 0.

Na preliminar, os juniores do Vasco venceram o Friburguense por 3 a 0. Philippe Coutinho fez um dos gols. Rodrigo Jordão e Miguel marcaram os outros.

Ficha técnica:

VASCO 3 x 0 FRIBURGUENSE
Tiago, Fágner, Fernando, Titi e Ramon; Amaral, Mateus, Jéferson e Carlos Alberto (Fernandinho) (Enrico); Alex Teixeira (Rodrigo Pimpão) e Elton. Marcos, Cadão, Emerson, Roberto Júnior (Ziquinha); Sérgio Gomes, Cássio, Bidu, Alex (Thiago Santos), Victor Hugo, Hércules e Romário.
Técnico: Dorival Júnior. Técnico: Cleimar Rocha.
Gols: Carlos Alberto, aos sete minutos do primeiro tempo; Helton, aos oito minutos, e Rodrigo Pimpão, aos 40 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Ramon e Fágner (Vasco); Sérgio Gomes (Friburguense)
Estádio: São Januário.

Data: 08/03/2009.

Árbitro: Pathrice Wallace Correa Maia.

Auxiliares: Cláudio José de Oliveira Soares e Alexandre Eller.

março 8, 2009 Posted by | Vasco da Gama | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Aumenta a crise: Grêmio perde para o Santa Cruz

Com time misto, Tricolor sai na frente, mas cede a virada e perde por 3 a 2 nos Plátanos

Ampliar Foto Agência/Estado Agência/Estado

Maxi López disputa bola contra o Santa Cruz

O Grêmio entrou em uma daquelas fases em que nada é ruim ao ponto de não poder ficar pior. Não bastasse a atuação nula no Gre-Nal, o desempenho sofrível contra o Ypiranga e os repetidos erros do técnico Celso Roth, surgiu o Santa Cruz para acabar de vez com a paz tricolor. Com time misto, o Grêmio jogou muito mal, quase pegou no sono em alguns momentos e levou 3 a 2 nos Plátanos. Consequência: a guilhotina está alguns centímetros mais próxima do pescoço do técnico Celso Roth.

Já são quatro partidas consecutivas sem vencer, uma pela Libertadores e três pelo Campeonato Gaúcho. A crise é forte no Olímpico. Com um time perdido e instável emocionalmente, a troca de treinador é iminente no clube. Já não se pode descartar que aconteça até antes do jogo de quarta-feira, na Colômbia, contra o Boyacá Chicó, pela Libertadores.

Se Roth conseguir se equilibrar na corda bamba até lá, defenderá seu emprego na cidade de Tunja, palco da partida. Perder significa demissão. Empate só é aceitável se jogar bem.

Abriu a boca, comeu mosca
Os jogadores do Grêmio prometeram correr por Celso Roth. Só não avisaram que também dormiriam em homenagem a ele. Quando o time parecia entrar nos trilhos, sofreu pane geral em Santa Cruz do Sul. Sonolento, o Tricolor abriu a boca para bocejar e acabou comendo mosca nos Plátanos. Assim, transformou em preocupação um primeiro tempo que parecia tranquilo.

Tudo corria bem para o Grêmio. Dono do jogo, o time de Roth controlava o adversário. Tcheco acertava os lançamentos, Douglas Costa incomodava na base da correria, Reinaldo e o estreante Maxi López preocupavam os zagueiros, encucados com a presença de área da dupla. O gol poderia ter acontecido aos cinco minutos, em cabeçada de Heverton, aos dez, em chute de Thiego, ou aos 16, em tiro cruzado de Maxi López. Mas ficou para um pouco depois.

Foi aos 20 minutos. Tcheco bateu falta pela esquerda na área, e Reinaldo desviou de leve, um toque quase imperceptível, para fazer 1 a 0. Nada mais natural em uma partida amplamente dominada pelo Grêmio até aquele momento.

E foi aí que bateu a bobeira na turma de azul. O Tricolor se acomodou, passou a aceitar as investidas do Galo e, como consequência, levou a virada. O primeiro gol foi todo esquisito. Um lançamento despretensioso acabou na cabeça de Rafael Pati, que estava na linha da grande área. A bola viajou na direção do gol, subiu, encobriu Victor e entrou. Um gol de cabeça da entrada da área, com falha de Victor, começava a abalar o Grêmio.

Antes, Douglas Costa perdera gol feito ao receber livre pela esquerda. Ele falhou naquilo que Polaco, do Santa Cruz, foi perfeito: o chute em diagonal. Aos 40 minutos, Rafael Pati mandou na direita para o lateral do Galo, que desviou de Victor para fazer 2 a 1. Foi a senha para iniciarem os gritos de “fora, Roth”.

Um gol para cada lado

O segundo tempo não aliviou a situação do Grêmio. Além das falhas técnicas e do desequilíbrio tático, o time tricolor passou a apresentar instabilidade emocional. O zagueiro Rafael Marques correu o risco de ser expulso ao deixar o braço no rosto de um adversário. Herrera, que entrou no lugar de Maxi López, reclamou forte e levou amarelo.

O mais assustador no Grêmio foi a zaga, completamente perdida. Com oito minutos do segundo tempo, ninguém se preocupou em evitar que Eraldo, de cabeça, fizesse 3 a 1 para o Tricolor.

O Santa Cruz ampliou a vantagem e parou. Bateu o cansaço. O Grêmio conseguiu colocar os pés no chão e a cabeça no lugar para voltar a ameaçar. Saimon, aos 20, mandou chute na trave. Foi o indício do gol que sairia aos 27. Tcheco apareceu bem pela direita e mandou para Herrera completar: 3 a 2.

O Grêmio partiu em busca do empate. Reinaldo perdeu gol feito. A bola passou a voar pela zaga do Galo. Não faltou insistência. Mas faltou o gol. E, sem o gol, Celso Roth que se segure, porque a crise cresceu.

Confira a clássificação do Campeonato Gaúcho

Ficha técnica:

SANTA CRUZ 3 x 2 GRÊMIO
Cássio, Simônio, Vinicius e Juliano; Polaco, William, Sananduva (William Santos), Cléber Oliveira e Emanuel, Rafael Pati e Eraldo (David). Victor, William Thiego, Réver (Rafael Marques) e Heverton; Makelele, Diogo, Tcheco, Douglas Costa e Jadilson (Saimon); Maxi López (Herrera) e Reinaldo.
Técnico: Agenor Piccinin Técnico: Celso Roth
Gols: Reinaldo, aos 20, Rafael Pati, aos 30, e Polaco, aos 40 minutos do primeiro tempo; Eraldo, aos 13, e Herrera, aos 27 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Polaco, Rafael Pati (Santa Cruz); Makelele, Rafael Marques, Herrera (Grêmio).
Estádio: Plátanos. Data: 08/03/2009. Árbitro: Fabrício Neves Corrêa. Auxiliares: Paulo Ricardo Conceição e Carlos Selbach

março 8, 2009 Posted by | Grêmio | , , , , , , , | Deixe um comentário

Atlético-MG vira para cima do Democrata e mantém a vice-liderança do Mineiro

Tardelli marca dois gols nos minutos finais e chega a dez no Estadual

Ampliar Foto Agência/Estado Agência/Estado

Éder Luís (à dir.) comemora o gol de empate do Galo em Governador Valadares

Foi sofrido, mas o Atlético-MG manteve a vice-liderança do Campeonato Mineiro. O time acabou com a invencibilidade do Democrata no Mamudão ao vencer por 3 a 1, de virada, neste domingo. Mais uma vez, foi a dupla Éder Luís e Diego Tardelli que garantiu os três pontos. O primeiro empatou o jogo, e o segundo marcou duas vezes, chegando a dez gols e disparando na artilharia.

O resultado levou o Galo a 17 pontos, dois a menos do que o líder Cruzeiro, que enfrenta o Tupi às 19h10m. O Democrata, com 13, caiu para a quarta colocação, ultrapassado pelo Ituiutaba.

Confira a classificação e a tabela de jogos do Mineiro

Na próxima rodada, o Atlético joga no sábado contra o Guarani, fora de casa, às 16h. No mesmo dia, mas às 11h, o Democrata encara o Uberaba, também fora de casa.

Ouça os gols da partida pela Rádio Globo

O Atlético foi para o intervalo com um empate por 1 a 1. E tem de agradecer por isso – aos jogadores do Democrata pela falta de pontaria, ao goleiro Juninho, que fez uma boa defesa, e ao árbitro Joel Tolentino Damata Júnior, que deixou de dar um pênalti claro aos donos da casa. Na segunda etapa, explorou o cansaço do adversário, tocou mais a bola e foi superior, virando o jogo.

Democrata encurrala o Galo

Com exceção dos minutos finais, em que o Galo enfim chegou ao ataque, o primeiro tempo foi de domínio do Democrata. Mais acostumado ao forte calor em Governador Valadares, o time impôs um ritmo forte no começo do jogo e envolveu os atleticanos, que abusaram das faltas.

As melhores chances aconteceram pelo lado esquerdo da defesa, onde Júnior sofreu com Allan, e pelo meio da zaga. As chances se sucediam. Hugo apenas raspou de cabeça na bola, na entrada da pequena área; Fabiano tabelou com Thiago Pereira e, cara a cara com Juninho, concluiu para fora; Allan deu chapéu em Welton Felipe, mas pegou mal na bola e chutou para longe.

O árbitro parou o jogo por três minutos, aos 26, para dar um descanso aos jogadores. Não foi o suficiente para o Atlético se organizar. Aos 31, aconteceu o lance mais incrível do primeiro tempo: Allan driblou Welton Felipe – mais uma vez – e sofreu falta grotesca. O árbitro ignorou. Três minutos depois, o mesmo Allan fez 1 a 0 ao desviar de cabeça uma cobrança de escanteio, acabando com uma invencibilidade de três partidas do goleiro Juninho.

A situação estava tão complicada para os visitantes, que até o habilidoso Diego Tardelli pisou na bola e foi ao chão, ao tentar um drible. Nos minutos finais, entretanto, o Atlético acordou e chegou ao empate na primeira bola ao gol. Foi preciso que os três atacantes concluíssem.

Após jogada pela esquerda de Carlos Alberto, Diego Tardelli chutou em cima da zaga, Kléber bateu na trave e Éder Luís não perdoou, mandando para a rede. Aos 48, Éder Luís poderia ter virado o jogo, mas, sozinho na área, cabeceou para fora.

Atlético se impõe na segunda etapa

Para o segundo tempo, Emerson Leão trocou o atacante Kléber, que mais uma teve atuação apagada, por Chiquinho, repetindo a alteração que havia feito contra o Uberlândia. Logo no primeiro minuto, o Atlético teve boa chance, mas Tardelli bateu mal na bola, permitindo a defesa de Alex.

Aos dez, o Democrata também teve uma boa oportunidade. Thiago Pereira recebeu cruzamento da esquerda, mas concluiu de canela. E a partir daí o time da casa parou de assustar o goleiro Juninho. O Atlético passou a tocar mais a bola, controlando a partida. O Democrata, cansado, já não marcava em cima.

Percebendo o melhor momento do Galo, Emerson Leão tornou o time mais ofensivo ao colocar Pedro Paulo no lugar de Márcio Araújo. Aos 30 minutos, Júnior levou perigo com um chute de fora da área.

O Atlético chegou à virada aos 38 minutos. Éder Luís chutou mal, dentro da área, e a bola sobrou para o oportunista Tardelli concluir. Nos acréscimos, aos 48, novamente o atacante balançou a rede, aproveitando cruzamento de Carlos Alberto, um dos destaques da partida.

Ficha técnica:

DEMOCRATA 1 x 3 ATLÉTICO-MG
Alex, Geilson, Riso, Weldes (Fernando) e Fabiano; Leandro Leite, Zé Maria, Sandro Manoel e Hugo; Thiago Pereira (Márcio) e Allan (Saulo). Juninho, Marcos Rocha (Werley), Leandro Almeida, Welton Felipe e Júnior; Renan, Márcio Araújo (Pedro Paulo), Carlos Alberto e Éder Luís; Kléber (Chiquinho) e Diego Tardelli.
Técnico: Moacir Júnior. Técnico: Emerson Leão.
Gols: Alan, aos 34, e Éder Luís, aos 40 minutos do primeiro tempo; Diego Tardelli, aos 38 e aos 48 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Leandro Leite, Sandro Manoel (Democrata); Diego Tardelli, Welton Felipe (Atlético).
Estádio: Mamudão. Data: 08/03/2009. Árbitro: Joel Tolentino Damata Júnior. Auxiliares: Guilherme Dias Camilo e Jair Albano Féli

março 8, 2009 Posted by | Atlético-MG | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário