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Botafogo vence por 3 a 0 e leva a Taça Guanabara

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.Com gols de Reinaldo, Lucas Silva e Maicosuel, a equipe do técnico Ney Franco não teve problemas para passar pelo Resende na decisão do primeiro turno do Estadual do Rio.

março 1, 2009 Posted by | Botafogo | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Fogão goleia o Resende e conquista a Taça GB!

Alvinegro é soberano durante toda a final. Gols foram de Reinaldo, Lucas e Maicosuel

Reinaldo deixou sua marca de artilheiroReinaldo deixou sua marca de artilheiro (Crédito: Paulo Sérgio)

A festa estava pronta. Mais de 75 mil alvinegros marcaram presença e o Botafogo era de fato o grande favorito. Sem dar qualquer chance ao fantasma chamado Resende, o time de Ney Franco goleou por 3 a 0, neste domingo, no Maracanã, e conquistou com méritos a Taça Guanabara. De quebra, está garantido na final do Estadual. Reinaldo, Lucas Silva e Maicosuel marcaram os gols.

Veja os gols do título

Desde o início, o desenho tático da final era claro. Com a proposta do contra-ataque, o Resende postava seus 11 jogadores atrás da linha do meio-de-campo quando o Botafogo tinha a posse de bola e o aguardava pacientemente. O problema é que o Glorioso não se organizava de maneira adequada para criar os espaços necessários e furar o bloqueio.

Lucas Silva, aparentemente sem saber se era meia ou atacante, contribuía muito para que o Alvinegro Carioca afuniliasse as tramas pelo meio em demasia e, sobretudo, para que houvesse uma proximidade muito grande entre os jogadores, que trombavam entre si.

De positivo, os bons avanços de Leandro Guerreiro pela esquerda, o que dava espaço para Thiaguinho se movimentar. O lateral, no entanto, também insistia em ir em direção ao meio e não chegou uma vez sequer à linha de fundo no primeiro tempo.

Apesar das oportunidades desperdiçadas, o gol do Botafogo parecia amadurecer a cada ataque. Primeiro com Alessandro, depois com Maicosuel, para, então, a bola chegar redonda a Reinaldo, que ainda contou com os erros dos zagueiros Naílton e Breno, e abriu o placar, aos 34 minutos.

A partir daí, o panorama não mudou até o intervalo. O Botafogo criou uma ou outra chance, mas não ampliou, enquanto o Resende, talvez assustado com a pressão de estar atrás do placar, sucumbiu aos gritos ensurdecedores da torcida rival e não conseguiu ser efetivo.

Já no tudo ou nada, o técnico Roy lançou o meia Beto na vaga do líbero Márcio Costa. Ney Franco, por sua vez, insatisfeito com o modo com que a equipe retornou do intervalo – Renan fez ótima defesa em cabeçada de Bruno Meneghel e quase empatou -, pensou em tirar Lucas Silva, que, por meio de uma espécie de telepatia, resolveu acordar e, em belo lance, fez 2 a 0.

Aliviado, o meia-atacante, mesmo assim, saiu para a entrada de Jean Carioca, outro potencial titular, bem como Emerson, que deu lugar a Léo Silva, barrado. Mais bem distribuído e consistente, até porque o time do Sul-Fluminense teve de sair para o jogo, o Botafogo ia bem, à espreita de uma falha da defesa para garantir de vez a taça.

O Resende ainda contou com a presença de Viola – desaparecido em campo – e Hiroshi, mas de nada adiantou. O Botafogo cozinhou o jogo e cansou-se de perder chances. Entregue, não havia muito o que fazer para a tímida equipe de Roy, que nem de longe lembrou a que encarou de igual para igual o Flamengo.

Para piorar, o Resende teve Naílton expulso. Do lado alvinegro, Wellington Júnior perdeu a cabeça e também perdeu a festa. Mas, no fim, ainda houve tempo para que Maicosuel, que infernizou a defesa rival na segunda etapa, fizesse o terceiro – em nova bobeira da defesa e do goleiro – e a torcida alvinegra, sedenta por um título, enfim, pôde gritar: “É campeão!”.

O clube de General Severiano volta a campo na próxima quinta-feira, pela primeira fase da Copa do Brasil, contra o Dom Pedro (DF). Na Taça Rio, estreia no domingo, diante do Tigres, em Los Larios, Xerém.

FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO 3 x 0 Resende

Data/hora: 1/3/2009 – 16h
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: João Batista Arruda (RJ)
Assistentes: Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ) e Wagner Almeida Santos (RJ)
Cartões amarelos: Maicosuel e Wellington Júnior (BOT); Bruno Leite, Naílton e Beto (RES)
Cartões vermelhos: Naílton, 37’/2ºT (RES) e Wellington Júnior, 42’/2ºT (BOT)
Renda e público: R$ 1.251,174 / 72.301 pagantes (75.350 presentes)
GOLS: Reinaldo, 34’/1ºT (1-0), Lucas Silva, 6’/2ºT (2-0) e Maicosuel,
41’/2ºT (3-0)

BOTAFOGO: Renan, Wellington, Juninho e Emerson (Léo Silva, 8’/2º);
Alessandro, Leandro Guerreiro, Fahel, Maicosuel e Thiaguinho (Wellington Jr., 38’/2ºT); Lucas Silva (Jean Carioca, 8’/2º) e Reinaldo – Técnico: Ney Franco

RESENDE: Cléber, Márcio Costa (Beto, intervalo), Naílton e Breno; Bruno Leite (Hiroshi, 10’/2ºT), Márcio Gomes, Fred, Léo (Viola, 10’/2ºT) e Marquinhos; Bruno Meneghel e Fabiano – Técnico: Antônio Carlos Roy

março 1, 2009 Posted by | Botafogo | , , , , , , , | Deixe um comentário

Inter derrota o Grêmio por 2 a 1 e é campeão

Colorado levou o título do primeiro turno do Campeonato Gaúcho

A torcida colorada comemora a taça e a invencibilidade sobre o rivalA torcida colorada comemora a taça e a invencibilidade sobre o rival (Crédito: Ricardo Rimoli)

No Gre-Nal de número 375, deu Internacional mais uma vez. O Internacional derrotou o Grêmio por 2 a 1, na decisão do primeiro turno do Campeonato Gaúcho, disputada neste domingo, e levou a Taça Fernando Carvalho. Com o resultado, o Inter chegou ao sexto Gre-Nal sem perder e garantiu vaga na final do Gauchão. Todos os gols saíram no segundo tempo: Índio abriu para o Inter aos dois minutos, Alex Mineiro descontou aos 15 e Magrão fez o gol da vitória aos 32 minutos.

Veja os gols do jogo

O começo do primeiro tempo foi vermelho. O Internacional investiu no toque de bola e procurou subir para o ataque com velocidade, barrando qualquer iniciativa do Tricolor. Com menos de um minuto de jogo, Taison sofreu falta perto da área e Andrezinho cobrou em cima da barreira. As atenções logo se voltaram para Taison, que investia em lances de velocidade pela esquerda e desnorteava a defesa adversária. Ao lado do camisa sete, Kléber e Guiñazu se destacaram pela armação de jogadas e pela vontade em buscar a bola.

Aos seis minutos, o Grêmio conseguiu se aproximar da área de ataque pela primeira vez. Ruy tocou para Tcheco, que bateu do meio da rua para fora à direita do gol, sem assustar o goleiro Lauro. Em seguida, Tcheco, irreconhecivelmente nervoso, e Taison discutiram. A impressão era a de que todos os gremistas davam um jeito de provocar o atacante, inclusive os reservas. Se de um lado Taison foi o destaque do Inter, do lado tricolor o técnico Celso Roth chamava a atenção de tanto que esbraveja na beira do campo.

Aos 15 minutos, o Tricolor finalmente se organizou, mas nenhum dos dois times finalizava com eficiência. As melhores jogadas tricolores saíam de Adílson, Ruy e Tcheco, mas o meio-de-campo bem armado do Colorado segurava qualquer investida. O excesso de volantes no Inter e o esquema de apenas um atacante no Tricolor fizeram o primeiro tempo sem muitas finalizações. O jogo fluiu à base de cobrança de faltas – e quantas faltas! – e, como em todo Gre-Nal, qualquer esbarrão era motivo para discussões e provocações.

Aos 27 minutos, aconteceu o melhor lance do primeiro tempo: na primeira chance real de gol, após bela jogada de Guñazu, Nilmar recebeu e chutou de frente para Victor, que fez defesa sensacional. Em seguida, Kléber pegou o rebote e Victor salvou de novo, para delírio da torcida tricolor e desespero de Roth, que foi à loucura.

Aos 35 minutos, a tensão explodiu: Tcheco provocou Taison que, inconformado, revidou. Tite e Roth se meteram e foram avisados pelo árbitro Gaciba de que, na próxima, estariam fora. Um típico Gre-Nal, com os nervos à flor da pele. Aos 41, mais uma chance clara para o Inter e a última do primeiro tempo: Andrezinho mergulhou e cabeceou ao gol, mas Victor, outra vez, fez defesa espetacular. Quatro minutos depois, Gaciba apitou o intervalo.

No primeiro minuto da segunda etapa, a justiça foi feita: após bela cobrança de falta de Kléber, Réver falhou, Índio ajeitou no peito e chutou de direita ao gol de Victor. 1 a 0 Inter. Quatro minutos depois, em jogada idêntica, Kléber cruzou e Índio atacou, mas Victor saiu corretamente. E dá-lhe Colorado, mais nervosismo.

O lance despertou o Tricolor que, no meio do segundo tempo, passou a dominar as jogadas. Celso Roth fez uma série de modificações que deram mobilidade à armação da equipe e o resultado não demorou a aparecer. Aos 15 minutos, Alex Mineiro deixou tudo igual: o camisa nove recebeu dentro da área e bateu com categoria para marcar um golaço de direita.

Com Taison muito bem marcado e Nilmar praticamente invisível, o Inter parou. Por outro lado, Tcheco parecia mais preocupado em reclamar da arbitragem e Réver não acertava uma, o que deixou a partida ainda mais truncada.

Não à toa, um zagueiro definiu a partida. Aos 32, após cobrança de falta de Andrezinho pela direita, Magrão subiu e, de cabeça, ampliou para o Inter e fez o Beira-Rio vir a baixo. Seis minutos depois, Taison recuperou a bola pela direita e tocou para Nilmar, que chutou na trave de Victor. Ao Grêmio, nada restava fazer: a taça já tinha dono.

Na próxima rodada, o Internacional recebe o União-MT, quarta-feira, pela Copa do Brasil. Já o Grêmio estreia no returno do Gauchão, quinta-feira, contra o Ypiranga, às 19h30, no Olímpico.
FICHA TÉCNICA
INTER 2 X 1 GRÊMIO

Data/horário – 01/03/2009, às 16h
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre(RS)
Árbitro – Leonardo Gaciba (FIFA – RS)
Auxiliares – Altemir Hausmann e José Franco Filho

Cartões amarelos: Tcheco, Alex Mineiro, Réver, Fábio Santos, Souza, Jonas, Heverton (GRE); Álvaro, Taison, Guiñazu, Magrão (INT)
Cartão vermelho: Adílson, 46’/2ºT (GRE)
GOLS: Índio, 2’/2ºT (1-0), Alex Mineiro, 15’/2ºT (2-0), Magrão, 32’/2ºT (2-1)

INTER: Lauro, Bolívar, Índio, Álvaro e Kleber; Sandro, Guiñazu, Magrão (Rosinei, 41’/2ºT) e Andrezinho; Taison (Alecsandro, 38’/2ºT) e Nilmar (Marcelo Cordeiro, 46’/2ºT). Técnico: Tite

GRÊMIO: Victor, Leo (Fábio Santos, 6’/2ºT), Réver e Rafael Marques; Jadílson (Heverton, 17’/2ºT), Ruy, Adílson, Diogo (Jonas, 6’/2ºT) e Souza; Tcheco e Alex Mineiro. Técnico: Celso Roth.

março 1, 2009 Posted by | Grêmio, Internacional | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Com formação ofensiva, Timão só empata com o Marília

Ronaldo assiste má atuação de seu time da tribuna

O Marília conseguiu segurar o ataque do Timão neste domingo (Foto: Tom Dib)O Marília conseguiu segurar o ataque do Timão neste domingo (Foto: Tom Dib)

LANCEPRESS!

Apenas um empate, e isso foi o máximo que o Corinthians conseguiu enfrentando o Marília, fora de casa, pela 11ª rodada do Campeonato Paulista neste domingo. Com Ronaldo novamente na Tribuna assistindo à partida, o resultado final de 1 a 1 pode ser considerado lucrativo para o Timão, que produziu muito pouco e, se não fosse a disposição dos jogadores que entraram no segundo tempo, poderia voltar para casa com um resultado pior.

Com uma formação muito ofensiva, e apenas um volante defendendo, o Timão teve muita dificuldade em parar o rápido ataque do Marília, principalmente com Gadelha, que ganhou todas as jogadas em cima de Escudero. O meio de campo alvinegro, que na teoria deveria criar mais, com Douglas, Morais e Boquita, falhou na armação e com exceção do número 30, foi lento, não ajudando na marcação, nem no ataque.

Até fazer o gol, o Marília perdeu diversas oportunidades, em contra-ataques rápidos, passando com facilidade pela defesa corintiana. o gol saiu dos pés de Gadelha, com um chute perfeito, que bateu na trave do lado oposto e entrou, matando Felipe na jogada.

No segundo tempo, com a entrada de Jorge Henrique no lugar de Morais, e Dentinho se aproximando, o Corinthians teve mais oportunidades de gol, mas seguiu sentindo falta da criatividade de Douglas, que melhorou na segunda etapa, porém se movimentando pouco. O empate saiu exatamente com Jorge Henrique, que concluiu bem de cabeça após cobrança de escanteio, quando o Timão seguia pressionando o Marília.

O resultado agrava o clima ruim que se instalou no Timão nesta última semana, em sua passagem por Presidente Prudente, onde treinou para o jogo e onde jogará contra o Palmeiras, no clássico da próxima rodada do Paulista. Apesar de não mudar a classificação do Corinthians na tabela de classificação, ficando em segundo lugar, aumenta a vantagem do líder alviverde.

FICHA TÉCNICA

MARÍLIA 1 X 1 CORINTHIANS

Estádio: Bento de Abreu Sampaio Vidal, Marília (SP)
Data/horário: 01/03/2009 19h10
Arbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Auxiliares: Aline Lopes Lambert e Luis Alexandre Nilsen
Renda/Público: 315.830,00 / 7.615 pagantes
Cartões Amarelos: Francis, João Vitor, Rodrigo Costa, Rafael Mineiro(MAR) Douglas, Escudero(COR)
Cartões Vermelhos: –
Gols: Gadelha (3’/1T) Jorge Herique (16’/2T)

Marília: Giovanni; Ataliba (João Victor), Carlinhos, Rodrigo Costa; R. mineiro, João Vitor (Flavio Boaventura), Francis, Gadelha, Tiago Souza; Abuda, Robert (Reinaldo). Técnico: José Carlos Serrão.

Corinthians: Felipe, Fabinho, William, Diego, Escudeiro; cristian, Boquita, Morais (Jorge Henrique), Douglas; Dentinho (Elias), Otacílio Neto (Lulinha). Técnico: Mano Menezes.

março 1, 2009 Posted by | Corinthians | , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Peixe vence o São Paulo, quebra jejum em clássicos e volta ao G-4 do Paulistão

Tricolor perde o jogo e a invencibilidade em jogos fora de casa

Finalmente, o Santos consegue vencer um clássico. O Peixe bateu o São Paulo por 1 a 0, neste domingo, na Vila Belmiro, e quebrou um jejum que durava quase um ano. Desde o dia 26 de março de 2008, quando derrotou o Corinthians por 2 a 1, o Alvinegro Praiano não levava a melhor em cima de um de seus principais rivais. Com a vitória, o Santos vai a 20 pontos e volta para o G-4. Já o São Paulo, com 23, segue em terceiro lugar, mas perde os 100% de aproveitamento em jogos fora de casa.

Os dois times entraram em campo com esquemas táticos parecidos. O são-paulino Muricy Ramalho poupou Miranda, mas manteve o time com três zagueiros: André Dias, Renato Silva e Rodrigo. Já o santista Vagner Mancini optou por também jogar com três zagueiros, mas com seis jogadores no meio-de-campo e apenas Roni no ataque – o São Paulo entrou com dois jogadores mais à frente: Dagoberto e Washington.

Com formações que privilegiaram a força, as duas equipes estavam mais preocupadas em cortar as jogadas adversárias. O Peixe começou melhor, dominando o jogo no meio-de-campo, evitando as subidas de Hernanes e controlando as jogadas aéreas do São Paulo. No entanto, foi o Tricolor quem criou primeiro, justamente pelo alto, seu ponto forte. Jorge Wagner cobrou escanteio da esquerda e Washington completou de cabeça. A bola entraria se Leo não salvasse em cima da linha.

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Essa foi o único susto que o Santos passou no primeiro tempo. Com boas descidas de Madson pela esquerda, o Peixe foi abrindo aos poucos a defesa são-paulina, até que chegou a seu gol aos 40. Pará, que entrou no lugar de Leo (o titular sentiu o joelho esquerdo e só ficou 35 minutos em campo), cobrou lateral para Roni. O substituto de Kléber Pereira, de bicicleta, jogou a bola para o meio da área. Molina ganhou de Jorge Wagner, dominou e chutou rasteiro, estufando as redes.

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Domingos disputa bola com Dagoberto

Tentando brecar as decidas de Madson, Muricy Ramalho fez sua primeira mudança já no início do segundo tempo. O São Paulo voltou com Zé Luís no lugar de Wagner Diniz. No entanto, o Peixe continuava melhor. Madson e Molina, com movimentação constante, confundiam a marcação tricolor. Além disso, Luizinho passou a descer constantemente pelo lado direito, às costas de Jorge Wagner.

Em uma dessas descidas, quase sai o segundo gol santista. O lateral cruzou rasteiro, André Dias tentou cortar e mandou a bola para o travessão. A partir desse lance, o São Paulo se acertou. Muricy tirou Hugo, que mal pegou na bola, e colocou o ala Júnior César, passando Jorge Wagner para o meio. O Tricolor passou a dominar o jogo no meio-de-campo e a rondar a área santista.

Como num jogo de xadrez, Vagner Mancini respondeu à mexida do adversário e reforçou a marcação no meio, tirando Molina e colocando volante Germano. O São Paulo tinha mais campo para jogar e pressionava o Santos, que tinha espaço para contra-atacar. Faltava ao Peixe, porém, alguém para sair em velocidade. Percebendo isso, Mancini aproveitou que Domingos se machucou e colocou o meia Róbson em campo.

O São Paulo seguia apertando e teve boa chance para empatar aos 36, em uma cobrança de falta na entrada da meia-lua. Rogério Ceni bateu colocado, mas mandou por cima. Foi o último lance de perigo do jogo.

FICHA TÉCNICA

SANTOS 1 x 0 SÃO PAULO
Fábio Costa, Fabão, Fabiano Eller e Domingos (Róbson); Luizinho, Roberto Brum, Rodrigo Souto, Molina (Germano), Madson e Leo (Pará); Roni. Rogério Ceni, Andre Dias, Renato Silva e Rodrigo (Arouca); Wagner Diniz (Zé Luís), Jean, Hernanes, Hugo (Júnior César) e Jorge Wagner; Dagoberto e Washington.
Técnico: Vagner Mancini. Técnico: Muricy Ramalho.
Gols: Molina, aos 40 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Dagoberto, Washington (São Paulo); Fabiano Eller, Molina, Domingos, Fabão, Roberto Brum (Santos).
Estádio: Vila Belmiro, em Santos. Data: 1/3/2009. Árbitro: Wilson Luiz Seneme. Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Everson Luquesi Soares. Público e renda: 9.299 pagantes/R$ 281.535,00

CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO E OS PRÓXIMOS JOGOS DO PAULISTÃO

março 1, 2009 Posted by | Santos, São Paulo | , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Kléber brilha no retorno de Sorín e marca três gols na vitória do Cruzeiro

Time faz 4 a 1 no Ituiutaba e abre cinco pontos de vantagem na liderança. Argentino, muito festejado pela torcida, tem atuação discreta

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Kléber tem cinco gols em três jogos pelo Cruzeiro

Na reestreia de Sorín pelo Cruzeiro, quem brilhou foi Kléber. O atacante marcou três vezes na goleada por 4 a 1 sobre o Ituiutaba neste domingo, no Mineirão, levando o seu time a abrir cinco pontos de vantagem na liderança do Campeonato Mineiro. São 19 pontos, contra 14 do rival Atlético. Wellington Paulista completou o placar para os cruzeirenses, e Kiko marcou o dos visitantes.

Kléber tem agora cinco gols em três partidas com a camisa azul, todos nas duas vezes em que atuou no Mineirão. Contra o Ituiutaba, fez os primeiros pelo Estadual.

Confira a classificação e a tabela de jogos do Mineiro

O Cruzeiro volta a entrar em campo na quarta-feira para enfrentar o Universitario de Sucre na Bolívia, pela Taça Libertadores. No Campeonato Mineiro, o próximo adversário será o Tupi, novamente no Mineirão, às 19h10m de domingo. No mesmo dia, mas às 11h, o Ituiutaba recebe o América-MG.

A partida começou aos gritos de “Rei, rei, rei, Sorín é o nosso rei” e com o lateral sendo bastante ovacionado quando tocou na bola pela primeira vez. Mas sua participação na primeira etapa foi discreta, com uma natural falta de ritmo, apesar de alguns carrinhos no combate aos adversários. O argentino, que ficou conhecido durante a carreira pelos avanços tanto pela lateral quanto pelo meio, cuidou mais da retaguarda na esquerda, com Gérson Magrão avançando por ali.

Sorín voltou à Toca da Raposa em setembro do ano passado e realizou sua última partida oficial em maio, quando jogava pelo Hamburgo, no Campeonato Alemão. Desde então, ele se recuperou de uma cirurgia no joelho direito e, recentemente, de desgaste muscular e de uma inflamação no pé direito.

Clique e ouça os gols pela Rádio Globo

Kléber fura a retranca

O Ituiutaba até que segurou o Cruzeiro no começo com uma retranca eficiente. Mas durou apenas nove minutos. Com dificuldade para entrar na defesa, o time celeste chegou ao gol após um desarme na saída de bola. Após pressão de Elicarlos e Gérson Magrão, este deu passe para Kléber, que soltou a bomba: 1 a 0.

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Elicarlos teve participação no primeiro gol, ao atrapalhar a saída de bola do Ituiutaba

Dez minutos depois, veio o segundo. Camilo aproveitou uma bola mal dominada por Wellington Paulista e viu Kléber livre. O número 30 só teve tempo de dar um biquinho, antes que o adversário chegasse.

O Cruzeiro não produzia uma avalanche de oportunidades, mas mantinha um ótimo aproveitamento. Aos 28, fez 3 a 0. Kléber deu passe para Camilo, que ganhou a dividida com adversários e chutou da entrada da área. O goleiro foi enganado pelo desvio da bola e espalmou de forma desajeitada. Wellington Paulista só teve o trabalho de empurrar para a rede.

Com uma ótima vantagem no placar, o time desacelerou e passou a tocar a bola. Ainda poderia ter marcado o quarto, com Henrique, mas sofreu o primeiro. Kiko recebeu passe e, livre, chutou rasteiro.

Sorín sai e recebe aplausos

Para a segunda etapa, Marquinhos Paraná substituiu Camilo dizendo que ia proteger os avanços de Sorín. Dez minutos depois, no entanto, o argentino foi sacado de campo para a entrada de Bernardo.

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Após atuação discreta, Sorín foi substituído aos dez minutos do segundo tempo

– É muita emoção… e muito calor – brincou o argentino, na saída de campo. – Estou muito feliz.

A missão do Ituiutaba, que teve Mateus expulso logo no começo, tornou-se quase impossível. Passou a ficar quase o tempo inteiro no seu campo de defesa, esperando os ataques cruzeirenses. Wellington Paulista perdeu duas ótimas chances: em ambas, sozinho dentro da área, chutou em cima do goleiro. Bernardo também esteve próximo do gol, cabeceando na trave.

Coube a Kléber acabar com o “quase”. Caído no chão, Henrique deu um ótimo toque ao atacante. Livre e em posição legal, ele escolheu o canto e fez 4 a 1 aos 20 minutos. Nem comemorou, mesmo após olhar para o bandeirinha para se certificar de que não estava impedido.

O Ituiutaba ainda teve outro jogador expulso: Radar. O Cruzeiro continuou rondando a área adversária, mas ao mesmo tempo dosou forças até o fim da partida. Nos acréscimos, Wellington Paulista ainda acertou a trave.

Ficha técnica:

CRUZEIRO 4 X 1 ITUIUTABA
Fábio, Jancarlos (Ramires), Anderson, Thiago Heleno e Sorín (Bernardo); Henrique, Elicarlos, Camilo (Marquinhos Paraná) e Gerson Magrão; Kléber e Wellington Paulista. Thiago, Mateus, Bruno, Leonardo e Radar; Machado, Kiko, Olívio e Marquinhos (Laércio); Lúcio Flavio (Rafhael) e Rodrigo Hote (Paulinho).
Técnico: Adilson Batista. Técnico:  Nedo Xavier.
Gols: Kléber, aos nove e aos 19, Wellington Paulista, aos 28, e Kiko, aos 44 minutos do primeiro tempo. Kléber, aos 20 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Jancarlos, Sorín, Elicarlos, Gérson Magrão, Thiago Heleno (Cruzeiro); Bruno, Mateus, Radar, Kiko (Ituiutaba). Cartão vermelho: Mateus, Radar (Ituiutaba)
Estádio: Mineirão. Data: 01/03/2009. Árbitro: Renato Cardoso Conceição. Auxiliares: Guilherme Dias Camilo e Janette Mara Arcanjo. Público: 11.674 pagantes (12.594 presentes). Renda: R$ 167.927,50.

março 1, 2009 Posted by | Cruzeiro | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário