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Santos busca terceira vitória seguida

Após começo turbulento no Campeonato Paulista, Peixe de Vagner Mancini começa a embalar

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Em paz, o Santos viaja a Bragança para encarar o Bragantino, nesta quinta-feira, às 21h30. O Peixe busca sua terceira vitória consecutiva no Campeonato Paulista. Com 16 pontos, a equipe da Vila Belmiro iniciou a rodada na quarta posição na tabela. Já o Braga ocupa apenas o 15º lugar, com oito pontos, e vê cada vez mais perto o fantasma do rebaixamento.

Após um começo turbulento no Paulistão, com a demissão do técnico Márcio Fernandes e a briga entre Fabiano Eller e Fábio Costa, o Santos parece ter se recuperado. Mesmo sem mostrar um bom futebol, o Alvinegro Praiano vem conquistando resultados positivos.

O técnico Vagner Mancini não conta com o experiente lateral-esquerdo Léo, expulso diante do Botafogo. Triguinho deve assumir a posição. Quem também sai do time é o equatoriano Bolaños, afastado para recuperar a forma física. Molina e Germano brigam pela vaga.

A boa notícia para os santistas fica por conta da volta de Rodrigo Souto. O volante cumpriu suspensão na última partida e já está em condições de entrar em campo.

Se o Santos se recupera a cada rodada, o Braga vem caindo pelas tabelas. Sem vencer há três rodadas, a equipe de Marcelo Veiga ocupa a 15ª posição na tabela, com oito pontos.

Para a partida de quinta-feira, o zagueiro Cris, suspenso, não joga. Gabriel deve entrar em seu lugar. Já os machucados Adriano e Sérgio Manoel se recuperaram e podem pintar em campo.

FICHA TÉCNICA:
BRAGANTINO X SANTOS

Estádio: Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP)
Data/hora: 26/02/2009 – 21h30min (Brasília)
Árbitro: Paulo Roberto Ferreira
Auxiliares: Rafael Ferreira da Silva e Rogério Pablo Zanardo

BRAGANTINO: Gilvan; Gabriel, César Gaúcho e Gustavo; Adriano, Moradei, Adãozinho, Somália e Pará (Sérgio Manoel); Malaquias e Nunes
Técnico: Marcelo Veiga

SANTOS: Fábio Costa; Luizinho, Fabão, Fabiano Eller e Triguinho; Roberto Brum, Rodrigo Souto, Germano, Madson e Róbson; Kléber Pereira.
Técnico: Vagner Mancini

fevereiro 26, 2009 Posted by | Santos | , , , , , , , , | Deixe um comentário

Inter e Novo Hamburgo na semifinal do Gaúcho

Pela primeira nesta temporada, o técnico Tite repetirá a escalação

É matar ou morrer! Quem vencer o confronto vai direto para a finalÉ matar ou morrer! Quem vencer o confronto vai direto para a final

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Depois de eliminar a Ulbra nas quartas-de-finais, o Internacional recebe nesta quinta-feira o Novo Hamburgo pela semifinal do primeiro turno do Gauchão. Quem vencer enfrentará neste domingo, na final, o vencedor do jogo entre Grêmio e Veranópolis, marcado para a sexta-feira.

O técnico Tite repetirá a escalação do Inter pela primeira vez na temporada – e esse será o 11º jogo. Talvez esta seja a resposta do treinador para as vaias da torcida na última partida, mesmo tendo o Inter saído vencedor contra o Ulbra.

Segundo o técnico Tite, isso aconteceu porque o torcedor já chegou ao Beira-Rio ferido pela derrota para o União(MT), três dias antes, pela Copa do Brasil. O mais vaiado foi o lateral-direito Bolívar, por ter apoiado pouco, mas o lateral-esquerdo Kleber e o meia D’Alessandro também desagradaram a torcida, pelo pouco empenho. A desculpa da equipe foi o forte calor.

O Novo Hamburgo chegou à semifinal de forma brilhante, goleando por 3 a 0 o Ypiranga em pleno Colosso da Lagoa, em Erechim. Mas, para o jogo contra o Inter, perdeu seu técnico, Gilmar Iser, para o Juventude. O auxiliar Paulo Turra dirigirá a equipe interinamente. Em compensação, terá dois reforços: os zagueiros Luiz Henrique e Sandro Blum, que voltam de suspensão.

Na verdade, com dois atacantes franzinos – Taison e Nilmar – o Inter tem encontrado dificuldades diante de equipes que atuam muito fechadas, casos do União e da Ulbra. E o Novo Hamburgo não atuará diferente, avisa Paulo Turra. Foi atuando atrás e explorando os contra-ataques que seu time surpreendeu o Ypiranga.

Para escapar da armadilha, o Inter aumentou os treinos de cobranças de falta. Agora, além de D’Alessandro, também Taison tem treinado. Artilheiro do Gauchão com oito gols, ele vem se destacando no quesito, pelo menos nos exercícios.

FICHA TÉCNICA

INTERNACIONAL X NOVO HAMBURGO

Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data-hora: 26/02/2009 – 19h30
Árbitro: Carlos Simon
Auxiliares: Marcelo Barison e João Lúcio de Souza Jr.

INTERNACIONAL: Lauro; Bolívar, Indio, Álvaro e Kleber; Sandro, Magrão, Guiñazú e D’Alessandro; Nilmar e Taison. Técnico: Tite.

NOVO HAMBURGO: Flávio, Paulo César, Sandro Blum e Luiz Henrique; Éder, Chicão, William Feijó, Matheus e João Paulo; Flaviano e Jandson. Técnico: Paulo Turra.

fevereiro 26, 2009 Posted by | Internacional | , , , , , , , | Deixe um comentário

Cruzeiro empata com o Deportivo Quito na altitude

Em jogo duro, Raposa cedeu o empate em 1 a 1 aos 46 do segundo tempo

Raposa enfrentou a altitude equatoriana e um adversário muito violento em campoRaposa enfrentou a altitude equatoriana e um adversário muito violento em campo (Crédito: REUTERS)

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O Cruzeiro encarou o Deportivo Quito em uma altitude de 2.850 metros e voltou para casa com um ponto na bagagem. Em jogo duro e recheado de faltas duras, a Raposa chegou a estar vencendo por 1 a 0 até os 46 do segundo tempo, mas permitiu o empate. Ramires anotou o gol celeste e Caicedo fez para os equatorianos. Com o resultado, a Raposa chega aos quatro pontos e se mantém na liderança do grupo 5 da Libertadores. Já o Deportivo Quito ocupa a vice-liderança, com dois pontos. Nesta quinta-feira, Estudiantes (ARG) e Universitário (BOL) entram em campo para fechar a segunda rodada do grupo.

O jogo

O duelo começou e logo os efeitos dos 2.850 metros de altitude começaram a se refletir no futebol cruzeirense. Apesar de não sentir tanto os efeitos fisicamente, os jogadores da Raposa não conseguiam equilibrar a força nos passes, já que a bola corría muito mais.

Enquanto não se acertava em campo, o Cruzeiro começou fechado no campo de defesa. Depois de pegar o “tempo da bola”, a Raposa começou a mandar no jogo, e as chances começaram a aparecer. A primeira aconteceu aos 15 minutos. Jonathan recebeu cruzamento da esquerda, ajeitou na entrada da área e soltou a bomba, que passou por cima do gol. O time celeste ainda assustou o Deportivo aos 17, com Ramires, e aos 19, com Thiago Ribeiro.

Típicas em jogos de Libertadores, as entradas mais violentas começaram a aparacer. Os jogadores equatorianos faziam várias faltas, muitas delas violentas, e o juiz pouco intervia para deixar o jogo mais calmo.

O Cruzeiro continuava melhor e chegou ao primeiro gol. Wagner cobrou falta da esquerda e Ramires, sempre ele, testou para o fundo da rede. Os ânimos continuaram acirrados e o primeiro cartão vermelho pintou em campo. Após já ter sido amarelado, o atacante Wellington Paulista fez falta em Tenório e acabou expulso.

No segundo tempo, o jogo continuou muito violento, em grande parte pelas faltas duras cometidas pelo jogadores do Deportivo Quito. Aos 7, Checa deu uma voadora em Thiago Ribeiro e foi expulso, igualando o número de atletas em campo.

No intervalo, o técnico argentino Rubén Insúa colocou em campo o meia Saritama, que se tornou o principal jogador do Deportivo em campo. Dando mais poder na armação, o camisa 10 dos equatorianos chegou com perigo ao ataque aos 12 minutos, quando arriscou chute com força da entrada da área.

As faltas continuaram e o cartão vermelho deu as caras mais uma vez. Fabrício entrou de carrinho em Tenório e também foi para o chuveiro mais cedo.

O técnico Adilson Batista colocou o volante Henrique no lugar do meia Wagner e deixou a equipe celeste fechada no campo de defesa. Apesar de jogar de forma mais recuada, a Raposa ainda assustava nos contra-ataques.

Adilson Batista sacou Thiago Ribeiro e lançou Elicarlos. A entrada de mais um volante em campo demonstrava a intenção do treinador de formar um paredão defensivo. O técnico também colocou Soares, e o deixou como o único homem de ataque da Raposa. Como era esperado, o Deportivo partiu para cima com tudo. A Raposa se segurou como pode, mas acabou tomando o gol do empate aos 46 do segundo tempo. Após cruzamento da esquerda, Caicedo mandou de cabeça para a rede. O jogo terminou e os jogadores equatorianos comemoram muito o resultado.

FICHA TÉCNICA:
DEPORTIVO QUITO 1 X 1 CRUZEIRO

Data/Horário: 25/02/09, às 21h50 (de Brasília)
Local: Estádio Olímpico Atahualpa, em Quito (Equador)
Árbitro: Georges Buckley (Peru)
Auxiliares: Winston Reategui (Peru) e Luis Abadie (Peru)
Renda/Público: 62.929 dólares / 6.960 pagantes

Cartões Amarelos: Checa, Corozo, Daniel Mina e Tenório (DEP); Fabrício, Wellington Paulista e Fábio (CRU)
Cartões Vermelhos: Checa, 07’/2°T (DEP); Wellington Paulista, 42’/1°T e Fabrício, 21’/2°T (CRU);

GOLS: Ramires, 38’/1°T (0-1); Caicedo, 46’/2°T (1-1)

DEPORTIVO QUITO: García, Corozo, Caicedo, Checa e Isaac Mina; Tenorio, Daniel Mina (Minda, intervalo), Donoso e Cortez; Asencio (Preciado, 17’/2°T) e Mandra (Saritama, intervalo). Técnico: Rubén Darío Insúa

CRUZEIRO: Fábio, Jonathan, Léo Fortunato, Leonardo Silva e Fernandinho; Fabrício, Marquinhos Paraná, Ramires (34’/2°T) e Wagner (Henrique, 22’/2°T); Wellington Paulista e Thiago Ribeiro (Elicarlos, 28’/2°T). Técnico: Adilson Batista

fevereiro 26, 2009 Posted by | Cruzeiro | , , , , , , , | Deixe um comentário

Botafogo vence Fluminense e decide a Taça GB

Alvinegro foi mais organizado; Tricolor tropeçou em seus erros

Jogadores do Botafogo comemoram gol de Fahel, que deu a vaga na final da Taça Guanabara para o AlvinegroJogadores do Botafogo comemoram gol de Fahel, que deu a vaga na final da Taça Guanabara para o Alvinegro (Crédito: Julio César Guimarães)

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Se você é salgueirense e botafoguense, sua Quarta-feira de Cinzas foi perfeita. Enquanto à tarde, na Apoteose, o Caranaval carioca teve seu campeão, à noite, no Maracanã, não houve taça, mas a luta para ter a chance de conquistá-la. E o Botafogo derrotou o Fluminense por 1 a 0 na semifinal da Taça Guanabara e vai disputar o título contra o Resende.

O Alvinegro foi mais organizado em campo, posicionou-se bem defensivamente e soube explorar corretamente os contra-ataques. Já o Tricolor das Laranjeiras pecou pelas falhas de seu sistema de marcação e pela falta de criatividade de seus meio-campistas, que não municiaram os atacantes.

A partida começou veloz e com 11 minutos de partida o Fluminense já havia perdido uma grande chance (com Thiago Neves) e o Botafogo, três (com Reinaldo, duas vezes, e Maicosuel). No entanto, enquanto o goleiro Renan não foi muito notado, Fernando Henrique se destacou com boas defesas.

A proposta de jogo alvinegra, aliada a falta de padrão do Tricolor, foi premiada aos 42 minutos. O meia Maicosuel cobrou escanteio pela direita do ataque e o volante Fahel, antecipando-se a seu marcador, desviou de cabeça, na primeira trave, para trás, sem chances de defesa.

Para a etapa final, o Fluminense voltou mais agressivo e foi presença constante no campo de um encolhido Botafogo, que tornou mais drástica ainda a postura de apostar nos contra-ataques. Só que, ao contrário do primeiro tempo, o meio-de-campo não conseguiu fazer a ligação com o ataque.

O Tricolor, porém, com domínio territorial, tropeçou em seus próprios erros, sem conseguir construir jogadas de perigo contra a meta defendida por Renan. E, apesar da falta de atitude ofensiva, o Alvinegro segurou o resultado sem passar por maiores sustos.

No próximo domingo, dia 1º de março, às 16h, o Botafogo enfrenta o Resende, no Maracanã, para realizar a final da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca.

FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE 0 X 1 BOTAFOGO

Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 25/2/2009 – 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols (RJ)
Auxiliares: Marco Aurélio dos Santos Pessanha (RJ) e Jorge Luís Campos Roxo (RJ)
Renda/público: R$ 687.929,00 / 36.848 pagantes – 39.622 presentes
Cartões amarelos: Edcarlos, Fabinho, Diguinho e Tartá (FLU); Léo Silva (BOT)

GOL: Fahel, 42’/1ºT (0-1).

FLUMINENSE: Fernando Henrique, Mariano, Edcarlos, Luiz Alberto e Leandro; Fabinho, Diguinho (Tartá, 15’/2ºT), Conca (Leandro Bomfim, 26’/2ºT) e Thiago Neves; Everton Santos e Leandro Amaral (Roger, 35’/2ºT). Técnico: René Simões.

BOTAFOGO: Renan, Wellington, Emerson e Juninho; Alessandro, Fahel, Leandro Guerreiro (Túlio Souza, 31’/2ºT), Léo Silva (Batista, 18’/2ºT) e Thiaguinho; Maicosuel (Lucas Silva, 25’/2ºT) e Reinaldo. Técnico: Ney Franco.

fevereiro 26, 2009 Posted by | Botafogo, Fluminense | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Grêmio pressiona o tempo todo, perde um caminhão de gols e fica no zero

Tricolor estreia com derrapada na Libertadores ao empatar por 0 a 0 com o Universidad de Chile no Olímpico. Gaúchos poderiam ter goleado

Ampliar Foto Agência/Reuters Agência/Reuters

Alex Mineiro fica no zero no Olímpico

Vencer é pouco. O Grêmio poderia ter goleado o Universidad de Chile na noite desta quarta-feira, no Olímpico. A estreia do Tricolor na Libertadores da América foi um massacre do início ao fim do jogo. E uma tremenda injustiça. Com mil e uma chances de gol e dois pênaltis reclamados, o time de Celso Roth não conseguiu balançar a rede adversária. Ficou em um 0 a 0 com gosto de castigo.

O resultado não é nada bom. O Grêmio larga com uma derrapada, divide a segunda colocação do Grupo 7 com o próprio Universidad e agora parte para dois jogos fora de casa, impedido de ficar sem pontos nas viagens. O primeiro é o Boyacá Chicó, da Colômbia, no dia 11. Depois, o Aurora, da Bolívia, dia 25.

Antes, tem Campeonato Gaúcho. Na sexta-feira, provavelmente com reservas, o Tricolor recebe o Veranópolis pela semifinal do primeiro turno.

Veja a classificação da Taça Libertadores

Nove chances, nada de gol

Sobraram chances, faltou o gol. O Grêmio amarrou o Universidad de Chile no campo de defesa e atacou o adversário o tempo todo na etapa inicial. O time de Celso Roth teve nove chances reais de gol nos primeiros 45 minutos. E a bola teimou em não entrar.

Foi “La U” quem começou atacando. O Grêmio parecia zonzo na largada do jogo. Teve erros sequenciais de passes e quase levou o gol logo com um minuto de jogo. Díaz bateu escanteio, González desviou de cabeça e Olarra, na segunda trave, não conseguiu concluir. Foi a primeira e única chance dos chilenos na metade inicial da partida. A partir daí, foi Grêmio e mais Grêmio.

Dos seis aos 13 minutos, o Tricolor bombardeou o Universidad. Cinco chances de gol, uma atrás da outra, fizeram o torcedor olhar para o céu com aquela cara de quem pede uma explicação divina para a bola insistir em não entrar. O Grêmio começou martelando com Réver, livre na segunda trave, que cabeceou sobre o gol. Ele próprio teve chance semelhante na sequência, novamente sem sucesso.

Aos 11, um lance lindo. Jadilson, a surpresa do time, acionou Tcheco na esquerda. O capitão mandou no peito de Jonas, que deixou a bola preparada para o chute de Souza. Foi uma patada do meio-campista, mas por cima. Quase.

Tudo passou por Souza no Grêmio, mas Jadilson também pintou bem na esquerda. Foi ele quem lançou a bola para Jonas desviar de cabeça e obrigar o goleiro Pinto a fazer uma defesa incrível, em uma aula de reflexo. E o camisa 1 de “La U” repetiu a dose mais tarde, desta vez em cabeceio de Alex Mineiro. Não fosse o goleiro, o Grêmio teria largado na frente.

O goleiro e também a trave. No fim do período, Souza, sempre ele, dominou pelo meio, mirou o canto esquerdo de Pinto e mandou o chute. A bola estourou no poste, em um resumo do que foi o primeiro tempo: pressão, bafo na nuca e nada de gol.

Segue o bombardeio

Água mole em pedra dura tanto bate até que não acontece nada. O Grêmio seguiu com uma pressão incrível no segundo tempo. Teve novas chances, algumas ainda mais claras do que as do período anterior, mas não tinha jeito. A bola parecia chilena. Ela não queria entrar de jeito nenhum.

No primeiro minuto, Rafael Marques perdeu gol feito de cabeça. Deveria ter feito, mas cabeceou um pouquinho torto, para fora. Logo depois, ele teve outra chance. Foi um lance que beirou o sobrenatural.

O zagueiro concluiu no rumo certo. A bola migrava para o fundo do gol, mas a defesa chilena cortou sobre a linha. No rebote, Réver parou em defesa incrível do goleiro. O bate-rebate prosseguiu até a arbitragem parar a jogada por ver falta em Pinto.

Não foi tudo. Antes, Souza tinha mandado uma bomba no travessão. Depois, Alex Mineiro desperdiçou outra chance. Ele recebeu na área, driblou o goleiro e mandou em diagonal para o gol. A bola rolou lentamente, quase preguiçosa, até Contreras cortar.

Não tinha jeito. A pressão seguiu, Jonas perdeu gol feito, pediu um pênalti, Celso Roth colocou Douglas Costa e Reinaldo, o adversário teve um jogador (o lateral-direito Díaz) expulso, mas foi o mesmo de antes. Por uma dessas maldades do futebol, a bola não entrou. O Grêmio merecia mais. Muito mais.

Ficha técnica:

GRÊMIO 0 x 0 UNIVERSIDAD DE CHILE
Victor, Léo (Douglas Costa), Réver e Rafael Marques (Fábio Santos); Ruy, Adílson, Tcheco, Souza e Jadilson (Reinaldo); Jonas e Alex Mineiro. Pinto, González, Rivera e Olarra; Díaz, Iturra (Contreras), Seymour, Angel Rojas (Cuevas), Hernández e José Rojas; Olivera.
Técnico: Celso Roth. Técnico: Sergio Markarián.
Gol: xxxxxx.
Cartões amarelos: Alex Mineiro, Ruy e Rafael Marques (Grêmio); Iturra, Algel Rojas e Díaz (Universidad de Chile). Cartão vermelho: Angel Rojas (Universidad de Chile). Público total: 33.431. Renda: R$ 638.572,00
Estádio: Olímpico, em Porto Alegre (RS). Data: 25/02/2009. Horário: 21h50m (de Brasília). Árbitro: Martín Vázquez (Uruguai). Auxiliares: Carlos Pastorino (Uruguai) e Miguel Nievas (Uruguai).

fevereiro 26, 2009 Posted by | Grêmio | , , , , , , | Deixe um comentário