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São Paulo empata em casa e adia o hexa

Paulistas não conseguem passar pelo Fluminense e decidem no Bezerrão

Borges tenta se livrar da marcação. Tricolor decide contra o Goiás.Borges tenta se livrar da marcação. Tricolor decide contra o Goiás.

Ficou para última rodada. O São Paulo havia preparado a festa, comprado a serpentina, preparado o chope, mas esqueceu de convidar o Fluminense para dançar no Morumbi. E como um visitante indesejado, os cariocas engrossaram o jogo e empataram por 1 a 1, com o estádio são-paulino lotado, no melhor público do local neste Brasileirão.

Poderia ter sido pior. Washington, o carrasco do São Paulo em 2008 quase abriu o placar a um minuto de jogo, mas furou com o gol vazio. Era o prenúncio de que a festa deveria ser guardada para o final. O próprio camisa 9 ainda desperdiçou outra chance ao ser providencialmente travado por Rodrigo. Luiz Alberto carimbou a trave direita de Rogério e deixou a festiva torcida são-paulina de cabelos em pé.

O Sampa bem que tentou transformar o Morumbi no salão de festas do Hexa, mas o ataque não correspondeu e frustrou o mar de torcedores que inundava o estádio. Borges parou em Fernando Henrique e ainda desperdiçou um gol sozinho na pequena área. A equipe do aniversariante Muricy Ramalho parecia sentir ansiedade para resolver logo a fatura e abrir a caixa de língüa-de-sogra para celebrar o título. Não deu.

Veio o segundo tempo e o Sampa não acordou. Coube então ao jovem Tartá abrir o placar para o Fluminense e calar o Morumbi. O jogador aproveitou rebote de Rogério Ceni e bateu rasteiro para fazer o improvável acontecer. Foi quando os paulistas foram pra cima e empataram quatro minutos mais tarde, com Borges, batendo da marca do pênalti.

A partir daí a ansiedade tomou conta dos paulistas, que nada conseguiram produzir. Muricy tentou abrir o time no 4-4-2, mas também não adiantou. A água no chope estava mais forte e parece que o Tricolor Paulista ficou de ressaca antes mesmo de comemorar o título que não veio.

Na derradeira rodada, o São Paulo enfrenta o Goiás no Bezerrão e precisa de pelo menos um empate para confirmar o Hexa longe de sua torcida. Já o Fluminense, definitivamente livre da degola, cumpre tabela contra o Ipatinga, no Maracanã.
FICHA TÉCNICA:
SÃO PAULO 1 X 1 FLUMINENSE

Estádio: Morumbi, São Paulo (SP)
Data/hora: 30/11/2008 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa-BA)
Renda e público: 66.888 pagantes / R$ 1.387.775,00
Cartões Amarelos: Fabinho (FLU), Jean (SPO)
GOLS: Tartá, 4’/2ºT (0-1); Borges, 12’/2ºT
SÃO PAULO: Rogério Ceni, Rodrigo, André Dias e Miranda; Joilson (Richarlyson, 28’/2ºT), Jean, Hernanes, Hugo (40’/2ºT) e Jorge Wagner; Dagoberto (André Lima, 33’/2ºT) e Borges. Técnico: Muricy Ramalho.

FLUMINENSE: Fernando Henrique, Wellington Monteiro, Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior Cesar; Fabinho (Ygor, 16’/2ºT), Romeu, Arouca (Maurício, 31’/2ºT) e Conca; Maicon (Tartá, 1’/2ºT) e Washington. Técnico: René Simões

novembro 30, 2008 Posted by | Fluminense, São Paulo | , | Deixe um comentário

Vasco vence o Coxa, mas segue desesperado

Leandro Amaral faz dois, mas rodada mantém vascaínos no U4

Vasco comemora vitória, mas segue em situação dificilima no Campeonato BrasileiroVasco comemora vitória, mas segue em situação dificílima no Campeonato Brasileiro (Crédito: Felipe Gabriel)


O Vasco precisava de sorte para evitar o rebaixamento no Campeonato Brasileiro antes da partida contra o Coritiba. Após o confronto, segue precisando, apesar da vitória, pois vai para a última e decisiva rodada da disputa não dependendo somente de si para evitar a sua queda. Com dois gols de Leandro Amaral, o time cruzmaltino derrotou o Coxa, neste domingo, por 2 a 0, no Couto Pereira.

Com o resultado, a equipe vascaína foi a 40 pontos, mas se manteve em 18º lugar na tabela, dentro do U4. Já a equipe paranaense, já classificada para a Copa Sul-Americana 2009, continua com 53 pontos e caiu da sexta para a oitava posição na classificação.

O Coritiba entrou em campo para municiar Keirrison, vice-artilheiro do Brasileiro, com 19 gols, mas a melhor jogada das poucas construídas pelo time foi de Arilton, aos dez minutos, quando colocou a bola entre as pernas de Vilson, driblou Jonílson, porém arrematou pela linha de fundo.

Inicialmente acuado, o Vasco adotou a cautela e explorou a velocidade de seu trio ofensivo – Madson, Alex Teixeira e Leandro Amaral. Se a equipe foi azarada aos 14 minutos, quando Mateus, livre na marca do pênalti, arrematou para fora, um minuto depois contou com um escorregão do zagueiro Maurício, que possibilou a recuperação da bola por Alex. O meia invadiu a área e bateu cruzado – Vanderlei espalmou e Leandro Amaral abriu o placar.

Na segunda etapa, o time vascaíno, que terminara a etapa inicial mais organizado que o Coritiba, ampliou a vantagem logo aos cinco minutos: Leandro Amaral cobrou pênalti sofrido por Alex Teixeira e marcou seu 11º gol na competição. Cumprindo sua obrigação, os visitantes passaram a administrar o placar, sofrendo esporadicamente com os ataques do oponente.

Na última rodada do Campeonato Brasileiro, no dia 7 de dezembro, todos os jogos serão novamente realizados no mesmo horário, às 17h. O Coritiba enfrenta o Sport, na Ilha do Retiro, em Recife (PE), enquanto o Vasco recebe, em São Januário, o Vitória, em jogo desesperador.

Para se livrar da degola, a equipe vascaína precisa de uma vitória. Além disso, terá que torcer contra Figueirense, Atlético-PR e Náutico – ao menos dois destes precisam tropeçar para que o time de São Januário siga na Primeira Divisão do Brasileiro.

FICHA TÉCNICA:
CORITIBA 0 X 2 VASCO

Estádio: Couto Pereira, Curitiba (PR)
Data/hora: 30/11/2008 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Alício Pena Júnior (Fifa-MG)
Auxiliares: Altemir Hausmann (Fifa-RS) e Marcio Eustáquio Santiago (MG)
Renda/público: R$282.035,00 / 18.309 pagantes
Cartões amarelos: Felipe, Arilton, Alê, Guaru, Edson Bastos e Maurício (COR); Vilson, André, Eduardo Luiz e Mateus (VAS)

GOLS: Leandro Amaral, 15’/1ºT (0-1); Leandro Amaral, 5’/2ºT (0-1).

VASCO: Rafael, Eduardo Luiz, Odvan e André; Wagner Diniz, Jonílson, Mateus, Madson, Alex Teixeira (Leandro Bomfim, 25’/2ºT) e Vilson (Jhonny, 29’/2ºT); Leandro Amaral (Edmundo, 32’/2ºT). Técnico: Renato Gaúcho.

CORITIBA: Vanderlei; Maurício, Rodrigo Mancha (Dinélson, 14’/2ºT) e Felipe; Arilton, Alê, Carlinhos Paraíba (Guaru, intervalo), Marlos e Ricardinho; Keirrison e Ariel (Jailson, intervalo). Técnico Dorival Júnior.

novembro 30, 2008 Posted by | Coritiba, Vasco da Gama | , , | Deixe um comentário

Em jogo sem gols, Palmeiras pula para 3º

Mesmo com o empate, Verdão conta com tropeços de rivais e decide vaga no Palestra

Romildo de Jesus/Lancepress!)Kléber ganha jogada da defesa do Vitória durante o jogo no Barradão (Foto: Romildo de Jesus/Lancepress!)


Apesar de ter perdido várias chances e não ter feito nenhum gol, o Palmeiras conseguiu o que queria: chegará na última rodada dentro do G4. O Verdão contou com tropeços de Cruzeiro e Flamengo e com o empate por 0 a 0 com o Vitória, neste domingo, no Barradão, em Salvador, pulou para a terceira posição do Brasileirão com 65 pontos.

O Alviverde terá tudo para consolidar a sua classificação à Libertadores 2009, pois, no próximo domingo, atuará em casa, no Palestra Itália, contra o Botafogo, sem ambições no Brasileirão.

Já Vitória foi aos 49 pontos. No próximo domingo, o time se despede da temporada encarando o Vasco, que luta contra o rebaixamento, em São Januário, no Rio de Janeiro.

Na partida, o time paulista teve a sua primeira grande chance logo aos 5 minutos. Kléber fez bela jogada pela direita, cortou o zagueiro Marcelo Batatais e chutou no canto esquero para grande defesa de Viáfara. Na sobra, Evandro não alcançou e a bola saiu pela linha de fundo. Com o esquema 3-6-1 do Verdão, o Gladiador, apesar de estar isolado no ataque, era quem mais buscava jogo.

Apesar de estar jogando em casa, o Vitória jogou mais buscando o contra-ataque, já que o Palmeiras, superior tecnicamente, ia para cima do time baiano, que apenas aos 22 minutos levou perigo real ao gol de Marcos. Jackson recebeu sozinho na área, dominou bem e chutou de canhota no canto. O pentacampeão mundial fez excelente defesa.

No lance seguinte, Kléber apareceu mais uma vez. Após confusão na área, ele rolou para Diego Souza. O contestado meio, finalizou rasteiro e Viáfara fez linda defesa.

Já contratado pela Traffic para jogar no Palmeiras em 2009, o meia Marquinhos teve a chance de marcar um gol no seu futuro time. Porém, ele sentiu a pressão e em falta perigosa, na meia-lua, chutou por cima do gol de Marcos, sem perigo.

A segunda etapa começou com o Vitória indo com tudo para o ataque. Aos 2 minutos, Willians cruza da esquerda, Marquinhos ganhou de dois zagueiros, mas cabeceou sem força. No lance seguinte, após bola lancaçada por Marquinhos, Willians caiu em disputa com Marcos e o Vitória ficou pedindo pênalti.

Como já havia acontecido durante o intervalo, a torcida palmeirense presente ao Barradão entrou em conflito com a polícia na arquibancada nos primeiros minutos do segundo tempo. Felizmente, a confusão foi contornada.

Alheio ao que acontecia fora de campo, aos 13, Willians desviou cruzamento da direita e Marcos fez ótima defesa, saltando para pegar a bola em cima da linha.

Passados 15 minutos e com o time baiano melhor em campo, Luxemburgo fez duas modificações. Trocou Jumar por Léo Lima e promoveu a entrada do antigo titular Alex Mineiro, que entrou no lugar de Evandro e fez o Palmeiras voltar a jogar com dois atacantes.

Sempre brigador no ataque, Kléber dividiu bola com Viáfara e o goleiro levou a pior. Sentiu uma lesão na perna esquerda e aos 19 foi substítuido por Gléguer.

Melhor em campo após as mudanças, o Palmeiras ganhou volume de jogo e passou a criar bons momentos no ataque. Entretanto, o time pecava na hora de finalizar.

O juiz Giulianno Bozzano que passava despercebido causou polêmica em dois lances em que poderia ter dado pênalti, um para cada time. No primeiro, aos 31 Diego Souza foi derrubado por Vanderson na área. No segundo, aos 34, Marcos derrubou Marcelo Cordeiro. Os dois times e as torcidas reclamaram muito.

Depois, até o final do jogo, os dois times pouco criaram e o empate persistiu.

FICHA TÉCNICA:
VITÓRIA 0 X 0 PALMEIRAS

Estádio: Barradão, Salvador (BA)
Data/hora: 30/11/2008 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Giulliano Bozzano (DF)
Auxiliares: Cesar Augusto de Oliveira (DF) e Nilson Alves Carrijo (DF)

Público e renda: não disponível
Cartões amarelos: Fabinho Capixaba, Alex Mineiro e Martinez (PAL)

VITÓRIA: Viáfara (19’/2ºT – Gléguer), Marco Aurélio, Marcelo Batatais, Anderson Martins e Marcelo Cordeiro; Vanderson, Renan, Marquinhos e Willians (31’/2ºT – Marco Antônio) ; Jackson e Ricardinho (30’/2ºT – Adriano). Técnico: Vágner Mancini.

PALMEIRAS: Marcos; Gustavo, Jéci, Martinez; Fabinho Capixaba, Jumar (15’/2ºT -Léo Lima), Sandro Silva, Evandro (17’/2ºT – Alex Mineiro), Diego Souza e Jefferson (30’/2ºT – Denílson); Kléber. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

novembro 30, 2008 Posted by | Palmeiras, Vitória | , , | Deixe um comentário

Portuguesa empata e volta para a Série B

Igualdade em casa e vitória do Náutico decretam o rebaixamento da Lusa

Jonas lamenta chance perdida e o rebaixamento para a Série B (Futura Press)Jonas lamenta chance perdida e o rebaixamento para a Série B (Futura Press)

A Portuguesa lutou contra o Sport, mas caiu diante de sua torcida. No ano que vem, ela disputará pela sexta vez na década o Brasileiro da Série B.

A Lusa ficou no empate em 2 a 2 com o Sport, neste domingo, no Canindé. Completou cinco jogos seguidos sem vencer e terá que rever todo o planejamento – patrocínios, cotas de TV e salários de jogadores – para 2009.

Com o resultado, o time de Estevam Soares permanece na 19ª colocação, com 38 pontos. Não ultrapassa mais o Atlético-PR, atualmente na 16ª posição, com 42 pontos, o último fora da zona da degola.

Tal como ocorreu ao longo de toda a competição, o goleiro rubro-verde, desta vez Gottardi, falhou feio.

Com apenas 10 minutos, Márcio Goiano cabeçou de forma despretensiosa, a bola quicou em um morrinho e foi para o fundo da rede.

A resposta foi imediata. Athirson recebeu em profundidade e cruzou, Magrão espalmou para o centro da área e Edno, no rebote, empatou.

Logo em seguida, Fellype Gabriel soltou uma bomba da intermediária e acertou o travessão, levantando os poucos torcedores na arquibancada do estádio.

A virada veio aos 31 minutos. Patrício levantou na área e Jonas, de cabeça, antecipou-se ao goleiro rival.

Edno e Jonas chegaram respectivamente a dez e nove gols, cerca de 40% da Lusa. A dupla, aliás, foi uma das poucas coisas que deram certo no ano, tanto é que a diretoria fez um longo contrato com o primeiro e propôs o mesmo para o segundo.

No entanto, após um cruzamento de Sidny, Fumagalli deixou tudo igual de cabeça, aos 28 do segundo tempo. O milésimo gol do torneio.

A Lusa encara, de novo, o que tem sido sua realidade: a Segundona.

PORTUGUESA 2 X 2 SPORT

Data/Hora: 30/11/2008 – 17h
Local: Canindé, São Paulo (SP)
Árbitro: Elmo Resende Cunha (GO)
Renda e Público: R$ 24.354/3.565 pagantes
GOLS: Márcio Goiano, 10’/1ºT (0-1); Edno 16’/1ºT (1-1),Jonas, 31’/1ºT (2-2); Fumagalli, 28’/2ºT (2-2)

PORTUGUESA: Gottardi, Patrício (Waguinho 37’/2ºT), Bruno Rodrigo, Ediglê, Athirson, EricK, Rai, Héverton (Preto 22’/2ºT), Fellype Gabriel (Rogério 35’/2ºT), Jonas e Edno. Técnico: Estevam Soares

SPORT: Magrão, Sidny, Elias (Júnior Maranhão, intervalo), Durval, Dutra, César Lucena, Fábio Gomes (Fumagalli, intervalo), Sandro Goiano, Márcio Goiano (Ciro, 38’/2ºT), Carlinhos Bala e Roger. Técnico: Nelsinho Baptista

novembro 30, 2008 Posted by | Portuguesa, Sport | , | Deixe um comentário

Grêmio atropela o Ipatinga e ainda sonha

Mineiros estão rebaixados matematicamente para a Série B

Ao longo do ano, o Grêmio foi considerado um time mutante, que se adapta bem ao estilo de jogo do adversário. Neste domingo, enfrentando os mineiros do Ipatinga, a equipe gaúcha chegou calada, sem fazer alarde e saiu com uma goleada de 4 a 1, que, além de rebaixar o Tigre, ainda deu chances de sonhar com o título para os comandados de Celso Roth, já que o São Paulo ficou apenas no empate com o Fluminense.

Como já virou marca do Ipatinga neste ano, o Ipatingão estava completamente vazio na partida que poderia decretar matematicamente o rebaixamento do clube mineiro para a Série B. Mesmo sem o apoio de seus torcedores, os donos da casa não desanimaram e, logo no início, abriram o placar.

Com cinco minutos, o lateral-direito Afonso puxou contra-ataque e cruzou para o meio da área. A bola passou por Ferreira, pelos gremistas Jean e Victor e sobrou limpinha para Pablo Escobar fazer o primeiro sem a menor dificuldade.

O susto não abateu os gaúchos, que passaram a dominar a partida e não demoraram a empatar. Sete minutos após o gol do Ipatinga, Jean fez bela jogada e cruzou na cabeça do artilheiro Marcel, que não perdoou. Na seqüência, o mesmo Jean desempatou, após receber cruzamento de Souza e subir mais do que o goleiro Fred.

O que começou como esperança de se livrar do descenso para o Ipatinga, virou pesadelo definitivamente quando o zagueiro Sílvio se atrapalhou na saída de bola e deu um presente nos pés de Felipe Mattioni, que foi rápido e deixou Marcel na frente do goleiro para marcar seu segundo gol e terceiro gremista no jogo.

Com o meio-de-campo amplamente superior, o Grêmio passou a administrar o resultado e se restringia a avançar somente nos contra-ataques. A lamentar, apenas a saída do artilheiro Marcel no fim do primeiro tempo, reclamando de dores na perna.

O Grêmio voltou do intervalo com disposição para aumentar a vantagem e continuar sonhando. Quase ao mesmo tempo que chegava a Ipatinga a notícia do gol do Fluminense sobre o São Paulo, o zagueiro Leo aproveitou uma sobra na área, que contou com o desvio do companheiro Jean.

A vantagem de três gols acabou fazendo o Grêmio recuar, mesmo assim, sem dar espaços para o Ipatinga surpreender. Exceto um chute de fora da área do atacante Muller – que entrara no lugar de Ferreira -, o Tigre, desanimado pelo rebaixamento, praticamente não ameaçou.

Com isso, restou ao time remista tocar a bola e esperar o apito final de Evandro Rogério Roman. O “Imortal” ainda vive.

FICHA TÉCNICA

IPATINGA 1 X 4 GRÊMIO

Local: Ipatingão, em Ipatinga (MG)
Data/hora: 30/11/2008 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (PR)
Auxiliares: Marcos Antônio Moreira Collodett (ES) e Gelson Pimentel Rodrigues (ES)

Público e Renda: 1.387 pagantes e R$ 10.645

Cartões Amarelos: Paulinho Dias, Pablo (Ipatinga)
Cartões Vermelhos: Sílvio, 44’/2°T (IPA)
Gols: Pablo, 5’/1°T (1-0); Marcel, 12’/1°T (1-1); Jean, 23’/1°T (1-2); Marcel, 28’/1°T (1-3); Leo, 8’/2°T (1-4)

IPATINGA: Fred, Afonso, Silvio, Patrick e Léo Oliveira; Paulinho Dias, Augusto Recife, Pablo (Luis Fernando, 35’/2°T) e Beto (Anderson, intervalo); Adeilson e Ferreira (Muller, 14’/2°T). Técnico: Enderson Moreira.

GRÊMIO: Victor; Leo, Jean e Pereira; Felipe Mattioni, Rafael Carioca, William Magrão (Adilson 31’/2°T), Tcheco e Souza; Perea (Soares, 39’/2°T) e Marcel (Hélder, 38’/1°T). Técnico: Celso Roth.

novembro 30, 2008 Posted by | Grêmio | , | Deixe um comentário

Em jogo de seis gols, Fla e Goiás empatam no Rio

Resultado praticamente arruinou com as pretensões do Rubro-Negro de chegar à Copa Libertadores do ano que vem

Obina fez dois gols neste domingo no MaracanãObina fez dois gols neste domingo no Maracanã (Crédito: Júlio César Guimarães)

O Flamengo marcou três gols rapidamente e fez logo a festa da torcida rubro-negra. No entanto, o que os torcedores não esperavam é que o Goiás tivesse forças para reagir e empatar a partida. Com isso, o Rubro-Negro e o time goiano empataram por 3 a 3 em pleno Maracanã, neste domingo, e o clube carioca se despediu de sua torcida vendo a vaga na Libertadores do ano que vem ficar ainda mais longe.

O empate praticamente arruinou as pretensões do Rubro-Negro na busca por uma vaga na competição sul-americana. A equipe carioca foi aos 64 pontos e permaneceu fora do G-4. Para os goianos, o resultado não mudou muito o panorama. O clube foi para 53 pontos mas já tinha lugar garantido na Copa Sul-Americana do ano que vem.

O JOGO

Logo com quatro minutos de jogo, o Flamengo teve uma grande oportunidade de abrir o placar. Juan recebeu dentro da área, driblou o goleiro Harley, mas perdeu ângulo e chutou para fora. Um minuto depois, o Rubro-Negro balançou a rede. Ronaldo Angelim avançou pela esquerda e cruzou. Obina subiu mais que a zaga e tocou de cabeça no canto direito: Flamengo 1 a 0.

Mesmo com o gol, a pressão rubro-negra continuou. E o setor esquerdo do ataque era o caminho mais fácil para chegar à meta do Goiás. Aos 22, Juan apareceu sozinho na área, mas chutou em cima da zaga. Aos 29, após boa troca de passes do ataque do Flamengo, Juan apareceu novamente na cara de Harley. Desta vez, o lateral chutou rasteiro e ampliou a contagem: Flamengo 2 a 0.

Três minutos depois, o Flamengo teve uma chance de marcar, com Marcelinho Paraíba. Aos 35, a tabelinha do ataque rubro-negro deu certo novamente. Ibson deixou Obina na cara do gol e o atacante, com calma, driblou o goleiro Harley e tocou para o fundo da rede: Flamengo 3 a 0.

O Goiás descontou dois minutos de pênalti. Jaílton derrubou Thiago Feltri na área e Paulo Baier bateu com força para diminuir: Flamengo 3 a 1.

Aos 42, o Goiás colocou fogo novamente na partida. Após escanteio da direita, Ernando apareceu sozinho nas costas da zaga e teve apenas o trabalho de empurrar a bola para dentro: Flamengo 3 a 2.

Depois de tantos gols, o segundo tempo começou morno, sem muitas chances dos dois lados. Mas em um lance de velocidade, a defesa do Flamengo se desligou e Thiago Feltri apareceu nas costas da zaga e chutou com força, no canto direito do goleiro Bruno, para empatar a partida: 3 a 3.

O Flamengo acordou com o gol. Aos 22, Ibson quase marca de bicicleta. No entanto, quem esteve mais perto de marcar era o Goiás. Aos 34, Vitor fez ótima jogada na ponta direita, cruzou rasteiro na área para Paulo Baier, mas o apoiador errou o chute. Adriano Gabiru ainda acertou a trave, aos 40.

No desespero na busca por um resultado positivo, Bruno chegou até a tentar ir para a área adversária no fim da partida. Nos acréscimos, Vandinho acertou a trave. No entanto, apesar da pressão final, o placar não foi mais mexido.

Agora, o Flamengo terá de tentar se despedir do Campeonato Brasileiro de maneira honrosa, contra o Atlético-PR, em Curitiba, no próximo domingo. Já o Goiás recebe o São Paulo, em casa, para fechar o Campeonato Brasileiro com uma classificação para a Copa Sul-Americana do ano que vem.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 3 x 3 GOIÁS

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 30/11/2008 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Sérgio Carvalho (DF)
Renda/público: R$ 567.267,00 / 33.392 pag.
Cartões amarelos: Ibson, Kleberson, Fierro, Jaílton, Obina (FLA); Vitor, Fábio Bahia, Rafael Marques, Iarley, Fernando, Adriano Gabiru (GOI).

GOLS: Obina, 5’/1ºT (1-0); Juan, 29’/1ºT (2-0); Obina, 35’/1ºT (3-0); Paulo Baier (pênalti), 37’/1ºT (3-1); Ernando, 42’/1ºT (3-2); Thiago Feltri, 19’/2ºT (3-3).

FLAMENGO: Bruno, Luizinho (Fierro, intervalo), Jaílton, Ronaldo Angelim e Juan; Aírton, Toró (Vandinho, 29’/2ºT), Ibson e Kleberson; Marcelinho Paraíba (Everton, 15’/2ºT) e Obina. Técnico: Caio Júnior.

GOIÁS: Harley, Ernando, Henrique e Rafael Marques; Vitor, Fernando (Fredson, 40’/2ºT), Fábio Bahia, Paulo Baier e Thiago Feltri; Júlio César (Adriano Gabiru, 20’/2ºT) e Iarley (Alex Terra, 36’/2ºT). Técnico: Hélio dos Anjos.

novembro 30, 2008 Posted by | Flamengo, Goiás | , , | Deixe um comentário

Cruzeiro perde para o Inter mas segue no G4

Reservas do Colorado batem a Raposa no Beira Rio, pelo placar mínimo

Os reservas do Internacional venceram o Cruzeiro, por 1 a 0, no Beira Rio, na tarde deste domingo, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro.

O jogo começou com o Inter pressionando a Raposa e forçando as jogadas, principalmente pelo lado esquerdo do Cruzeiro. As três primeiras chances de gol foram da equipe colorada e todas por aquele setor do campo.

Aos 14 minutos, após belo cruzamento de Bustos, Gustavo Nery completou de cabeça e anotou o primeiro da equipe gaúcha.

Apesar do jogo, teoricamente, só interessar ao Cruzeiro foram os gaúchos quem determinaram as ações na primeira etapa da partida. Após o gol, o Inter passou a explorar os contra-ataques com Taison e Daniel Carvalho.

A melhor chance da Raposa aconteceu aos 33 minutos. Ramires sofreu falta que Fernandinho cobrou com violência, a bola explodiu no travessão e quicou em cima da linha.

No segundo tempo, o técnico Adilson Batista mexeu na equipe e promoveu as entradas de Henrique e Wanderley nas vagas de Fabrício e Gerson Magrão. O time melhorou e passou a dominar o jogo, porém não chegava com eficiência.

Depois de alguma pressão e domínio de jogo, a Raposa teve a chance de empatar. Wagner foi puxado por Ramon denro da área, pênalti para o Cruzeiro. Fernandinho, a pior figura celeste em campo, bateu mal e o ex-cruzeirense Lauro defendeu.

Em seguida o time mineiro tentou a pressão, mas sem sucesso. A derrota não tirou a Raposa do G4 graças ao tropeço do Flamengo, que empatou em casa com o Goiás.

O Cruzeiro caiu para o quarto lugar e na última rodada encara a Portuguesa, no Mineirão, precisando de uma vitória para garantir a vaga na Libertadores em 2009. Já o Colorado pulou para a sexta colocação e, na última rodada, irá enfrentar o Figueirense, no Orlando Scarpelli.
FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 1 X 0 CRUZEIRO

Local: Beira Rio, em Porto Alegre (RS)
Data/hora: 30/11/2008, às 17h
Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira (RJ)
Auxiliares: Hilton Mourinho Rodrigues (RJ) e Dibert Pedrosa Moisés (RJ)
Gols: Gustavo Nery, 14’/1ºT (1-0)
Cartões amarelos: Marquinhos Paraná (CRU) Daniel Carvalho, Danny Morais, Ramon (INT)

INTERNACIONAL: Lauro, Bustos, Orozco, Danny Morais e Ramon; Maycon, Guiñazú, Rosinei (Paulinho, 43’/2ºT) e Gustavo Nery; Taison e Daniel Carvalho (Walter, 22’/2ºT). Técnico: Tite

CRUZEIRO: Fábio, Jonathan, Leo Fortunato, Thiago Heleno e Fernandinho; Fabrício (Henrique, intervalo), Marquinhos Paraná, Ramires e Wagner (Weldon, 37’/2ºT); Gerson Magrão (Wanderley, intervalo) e Thiago Ribeiro. Técnico: Adilson Batista

novembro 30, 2008 Posted by | Cruzeiro, Internacional | , | Deixe um comentário

Figueira bate o Botafogo e complica o Vasco

Time carioca perde muitas chances, é derrotado por 3 a 1 no Engenhão e deixa catarinenses respirarem.

A forte marcação do Figueira impediu a vitória do Fogão, no EngenhãoA forte marcação do Figueira impediu a vitória do Fogão, no Engenhão (Crédito: Paulo Sérgio)

Se existiu ou não, a tal mala branca, ao que parece, não surtiu efeito algum em General Severiano. Em pleno Engenhão, o Figueirense derrotou o Botafogo por 3 a 1 neste domingo, fez a sua parte para tentar fugir da degola e atrapalhou muito os planos do Vasco, ao qual o clube da Estrela Solitária tencionava ajudar e que também marcou três pontos.

Com o resultado, o Botafogo segue na nona posição, com 50 pontos. Já o time de Santa Catarina, apesar do triunfo e de ter chegado aos 41, não ultrapassou o Náutico, que virou a partida contra o Atlético Paranaense em cima da hora.

Apesar da delicadíssima situação na tabela, o Figueirense se rendeu ao domínio do Botafogo e somente o esperou para contra-atacar. A postura, durante cerca de 25 minutos, na realidade não teve o efeito que Pintado imaginava. Apenas por sorte seu time não sofreu vários gols, dado o número de oportunidades criadas pelo Fogão.

Referência na área, Zárate tentou de todas as formas. Com o pé direito, finalizou torto. De cabeça, o goleiro Wilson fez grande defesa e a bola ainda bateu na trave. Já com o camisa 1 rival batido, deu drible a mais e desperdiçou.

Além do argentino, Lucio Flavio apareceu com certo perigo em duas ocasiões e Lucas Silva era muito acionado na ponta direita. Pelo lado catarinense, Cleiton Xavier e Rafael Coelho buscavam incomodar a defesa do Botafogo, mas só tiveram algum sucesso nos minutos finais.

No intervalo, talvez o “lance” mais atrativo da tarde no Engenhão. O botafoguense Diego, de 21 anos, pediu a namorada Bruna, de 20, em casamento no círculo central do campo de jogo. Curiosamente, a jovem é filha de Wilson Gottardo, ex-zagueiro alvinegro, campeão brasileiro em 1995.

Porém, a segunda etapa não reservou uma boa surpresa para os noivos. Em onze minutos, o Figueira abriu 2 a 0, gols de Diogo, de carrinho, e Jairo, que entrara no intervalo na vaga de Rafael Coelho, em rebote de chute de Cleiton Xavier que bateu na trave.

Então, Ney Franco fez o que dele se esperava e o que lhe restava: adiantou o time com a entrada do atacante Alexandro no lugar de Triguinho, novamente muito vaiado.

E, por mais que tecnicamente a partida não tenha melhorado, “Créu”, apelido dado ao jogador após marcar contra Fla e Flu e dançar o funk pelo Resende, no Carioca, resolveu para o Fogão. Após tentativa de Zárate, Alexsandro completou para o gol vazio.

Na raça, o Alvinegro Carioca tentava chegar, desordenadamente porém. O time de Pintado, por outro lado, se defendia como podia, com mais zagueiros. Só que as chances mais perigosas eram justamente dos visitantes. Até que, logo após tirar Emerson para a entrada de Luciano Almeida e desguarnecer a defesa, o Botafogo sofreu o golpe final.

Àquela altura, o gol de Tadeu, que tocou na saída de Renan e fez 3 a 1, atrapalhava muito os planos do co-irmão Vasco. A pergunta que não queria calar, então, era a seguinte: será que a tão falada mala branca rondou General Severiano ou ficou somente na promessa?

De uma forma ou de outra, melhor para o Figueira, que tem que torcer apenas para que Náutico ou Atlético-PR não vençam na última rodada, além, é claro, de fazer sua parte e vencer o Internacional, em Florianópolis. Ao Botafogo resta somente cumprir tabela contra o Palmeiras, no Palestra Itália, que ainda persegue vaga na Libertadores.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 1 X 3 FIGUEIRENSE

Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 30/11/2008 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Sálvio Spínola (SP)
Auxiliares: Ednilson Corona (SP) e Emerson Augusto de Carvalho (SP)
Renda/público: R$ 29.225,00 / 3.106 pagantes
Cartões amarelos: Diogo e Alex Bruno (FIG)
Cartões vermelhos: –
GOLS: Diogo, 7’/2ºT (0-1); Jairo, 11’/2ºT (0-2); Alexandro, 22’/2ºT (1-2); Tadeu, 36’/2ºT (2-2)

BOTAFOGO: Renan; Alessandro, Emerson (Luciano Almeida, 34’/2ºT), Andre Luis e Triguinho (Alexsandro, 15’/2ºT); Leandro Guerreiro, Diguinho, Lucio Flavio e Lucas Silva; Jorge Henrique e Zárate. Técnico: Ney Franco

FIGUEIRENSE: Wilson; Alex Bruno, Bruno Perone e Leandro Carvalho (Ramon, 41’/2ºT); Anderson Luis, Diogo (Asprilla, 28’/2ºT), Marquinho, Cleiton Xavier e William Matheus; Tadeu e Rafael Coelho (Jairo, intervalo) – Técnico: Pintado

novembro 30, 2008 Posted by | Botafogo, Figueirense | , | Deixe um comentário

Náutico vence e complica a vida do Atlético-PR

Clodoaldo sai do banco para dar a vitória aos pernambucanos


Com dois gols de Clodoaldo no segundo tempo, o Náutico deu um grande passo para se se livrar do fantasma do rebaixamento ao derrotar o Atlético-PR por 2 a 1 neste domingo, no Aflitos, em Recife, subindo para a 15ª posição. Já o Furacão, uma posição acima da degola, se complicou na tabela e ainda corre sério risco de cair para a Segundona.

A partida começou tensa e truncada. Preocupado com a pressão do adversário no Aflitos, o técnico Geninho escalou três volantes para tentar fechar o meio-de-campo. Pelo lado do Náutico, apenas Derley como cão-de-guarda.

Quando parecia que o time da casa iria abrir o placar, Felipe e Geraldo perderam ótimas chances, Ferreira apareceu na área do Timbu e acertou uma bomba, que ainda desviou em Everaldo. O colombiano, que poderia ter saído de campo como herói do Atlético, deu uma entrada violenta e foi mais cedo para o chuveiro.

Com a derrota parcial e a vitória do Vasco em Curitiba, o Náutico estava voltando para a zona de rebaixamento. Então, Fernandes abriu mão do esquema com três zagueiros e colocou mais um atacante. Mas o Furacão se postou bem atrás e quase não foi incomodado pelos homens de frente da equipe da casa.

Desorganizado em campo, o Náutico tentava superar o ferrolho atleticano na base da vontade.Fernades foi para o tudo ou nada, colocou o quarto atacante, desta vez, abrindo mão de um ala. Geninho respondeu colocando mais um defensor. Mas quem levou a melhor foi o técnico do Timbu, pois Clodoaldo, que acabara de entrar, deixou tudo igual.

O Náutico partiu para cima e foi recompensado pela garra e força de vontade. Bola na área, Kuki ajeitou para Clodoaldo, que empurrou para a gol e decretou a virada dos pernambucanos.
FICHA TÉCNICA:

NÁUTICO 2 X 1 TLÉTICO-PR

Estádio: Aflitos, Recife (PE)
Data/hora: 30.11.08 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva – Fifa (RS)
Assistentes: Jose Antônio Chaves Franco Filho (ES) e Marcelo Bertanha Barison (RS)
Renda e público:
Cartão Amarelo: Everaldo, Derley,Gilmar (NAU); Alan Bahia (APR)
Cartão Vermelho: Ferreira, 21’/1ºT (APR); Gimar (NAU)
Gols: Ferreira, 17’/1ºT (0-1); clodoaldo, 20’/2ºT (1-1); Clodoaldo 35’/2ºT (2-1)

novembro 30, 2008 Posted by | Atlético-PR, Náutico | , | Deixe um comentário

Atlético-MG e Santos empatam sem gols

Peixe quase se livra da degola e Galo se garante na Sul-Americana

Galo e Santos ficam no 0 a 0, em jogo chato, no MineirãoGalo e Santos ficam no 0 a 0, em jogo chato, no Mineirão (Crédito: Gil Leonardi / Lancepress!)

Atlético Mineiro e Santos empataram por 0 a 0 e praticamente confirmaram seus objetivos na rodada, disputada neste domingo, no Mineirão. As chances de rebaixamento do Santos são agora quase nulas, enquanto o Atlético garantiu vaga na Copa Sul-Americana de 2009.

O jogo começou apático, típico de duas equipes que brigaram a maior parte do campeonato nas últimas posições. O Atlético, apoiado pelo Mineirão lotado, levou um pouco mais de perigo no começo, mas nada que de fato assustasse o goleiro Fábio Costa.

O Santos tinha na velocidade sua maior virtude. Sem o artilheiro Kléber Pereira, suspenso pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), apostava na rapidez de Robinho e Molina e nos passes precisos de Kléber, deslocado para o meio de campo.

Em uma destas articulações, Molina deixou Lima na cara do gol, que demorou para chutar e jogou nas mãos de Édson. Do outro lado, Élton quase manrcou após bom passe de Marques, mas o placar ficou inalterado no primeiro tempo.

O segundo tempo seguiu com o mesmo prognóstico, mas desta vez, o Atlético ficou um pouco mais perto de marcar. Em uma das jogadas, a assistente Katiuscia Mendonça sinalizou impedimento, e, na seqüência, a zaga santista tirou em cima da linha, enquanto alguns tiveram a sensação de que a bola entrou.

Os treinadores mexeram em suas equipes desde cedo tentando mudar a partida, mas o placar seguiu em branco. A igualdade não era ruim para nenhuma das equipes, que não se arriscaram até o final, o que praticamente garante o Santos na Série A e o Atlético na Sul-Americana.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 0 X 0 SANTOS

DATA: 30/11/2008 às 17h
ESTÁDIO: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
ÁRBITRO: Wagner Tardelli Azevedo (SC – FIFA)
AUXILIARES: Katiuscia Mayer Berger Mendonça (ES – FIFA) e Carlos Berkenbrock (SC)

Renda/ público:
Gols: não houve
Cartões amarelos: não houve
Cartões vermelhos: não houve

ATLÉTICO-MG: Édson, Sheslon, Leandro Almeida, Welton Felipe e Raphael Aguiar;
Francis, Elton, Márcio Araújo (Beto, 35’/2ºT) e Renan Oliveira; Marques e Castillo (Petkovic, 17’/2ºT). Técnico: Marcelo Oliveira.

SANTOS: Fábio Costa; Wendel (Pará, intervalo), Domingos, Fabão e Fábio Santos; Roberto Brum, Rodrigo Souto, Kléber e Molina (Tiago Luis, 35’/2ºT); Robinho (Adriano, 18’/2ºT) e Lima. Técnico: Márcio Fernandes.

novembro 30, 2008 Posted by | Atlético-MG, Santos | , | Deixe um comentário