Artilheiro do Brasileirão, Imperador é chamado pela primeira vez desde que deixou o Inter de Milão. Volante Lucas também retorna
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Adriano volta a ter chance na seleção
Adriano está de volta à seleção brasileira . O técnico Dunga divulgou nesta quinta-feira a lista de convocados para os jogos contra Argentina e Chile, pelas eliminatórias para a Copa de 2010, com a presença do Imperador do Flamengo .
O jogo contra os argentinos será no dia 5 de setembro, em Rosário. A partida diante dos chilenos está marcada para o dia 9 de setembro, no Estádio do Pituaçu, em Salvador.
A última vez que Adriano jogou pela seleção brasileira foi em fevereiro, na vitória por 2 a 0 sobre a Itália, em amistoso disputado em Londres. Depois disso, o Imperador chegou a ser convocado para os jogos contra Equador e Peru, pelas eliminatórias, mas não entrou em campo (ficou no banco contra os peruanos, dia 1º de abril e, depois do jogo, foi direto para o Rio de Janeiro e não se reapresentou ao Inter de Milão – semanas mais tarde, ele rescindiu seu contrato com o clube italiano).
De volta ao Flamengo, Adriano aos poucos recuperou a boa forma. Atualmente, é o artilheiro do Campeonato Brasileiro, com dez gols, ao lado de Marcelinho Paraíba, do Coritiba , e Val Baiano, do Barueri . O Imperador toma a vaga de Diego Tardelli na seleção. O atleticano havia sido convocado para o amistoso contra a Estônia, semana passada, mas ficou fora desta vez.
Outra novidade é a volta do volante Lucas à lista de convocados. O jogador, que não atuava pela seleção há quase um ano (10 de setembro de 2008, empate por 0 a 0 com a Bolívia, no Rio), vem sendo titular no Liverpool neste início de temporada europeia. Lucas entra na vaga de Kleberson, do Flamengo, que sofreu uma cirurgia no ombro.
Na lateral esquerda, Filipe Luís, do La Coruña, ganha nova chance de Dunga. O jogador, que foi convocado pela primeira vez na partida passada, contra a Estônia, porque o lesionado Marcelo foi cortado, será uma vez mais a sombra de André Santos. No gol, Victor, do Grêmio , foi o chamado da vez para a reserva de Julio César. Contra a Estônia, Gomes, do Tottenham, havia sido o dono da camisa 12, mas sofreu uma lesão e ficará até seis semanas fora.
Seleção Brasileira vira o jogo e vence os EUA por 3 a 2
Luis Fabiano marcou dois gols e foi um dos destaques (Crédito: EFE)
A Seleção Brasileira passou por um susto no primeiro tempo, chegou a estar perdendo por 2 a 0, mas virou o jogo e conquistou o título da Copa das Confederações ao vencer os Estados Unidos por 3 a 2, neste domingo, na África do Sul.
Na primeira etapa, um time irreconhecível, dominado facilmente pelos americanos. A Seleção entrou no segundo tempo com espírito renovado e bom futebol. Os americanos não aguentaram a pressão.
> 1º TEMPO
TIROS NO ESCURO
A Seleção Brasileira começou atacando, insistindo nos cruzamentos com Maicon, pela direita. As tentativas poderiam ter resultado em gols, caso Maicon olhasse para a área e não para a bola, antes de cruzar. Os cruzamentos saíam fortes ou paravam na cebaça de um zagueiro americano.
SURPRESA!
O Brasil, que antes da partida pregava calma para sair nos contra-ataques, provou do próprio veneno. Aos 10 minutos, cruzamento rasteiro pela esquerda, Dempsey surgiu livre no meio da área brasileira. Com um toque fraco, leve e despretensioso, em falha de posicionamento da defesa, o americano abriu o placar: 1 a 0.
INOFENSIVOS
O Brasil dominava a posse de bola, Robinho buscou jogo nos dois lados do campo mas não conseguia tabelar e as jogadas não funcionavam.
VOLANTE ACORDA O TIME
O primeiro chute realmente perigoso do Brasil saiu dos pés do volante Felipe Melo. Aos 24 minutos, um potente chute de fora da área. O goleiro Howard, um dos destaques americanos, defendeu.
Dois minutos depois, Kaká fez boa jogada e deixou Maicon perto do gol. Mais uma vez o goleirão americano salvou.
TIRANDO DOCE DE CRIANÇA
Aos 27, os americanos armaram um contra-ataque contra apenas dois marcadores brasileiros, Ramires era o último homem. Donovan não precisou fazer esforço para se livrar do meia, ficar de frente para o goleiro Julio Cesar e marcar. 2 a 0 EUA.
CORRENDO ATRÁS DO PREJUÍZO
A Seleção Brasileira começou a mostrar vestígios de bom futebol. 34 minutos, Robinho achou André Santos pela esquerda, o lateral chutou bem mas o goleiro americano defendeu.
O Brasil insistia mas não penetrava na área dos Estados Unidos.
Nos acrécimos, a última tentativa de gol: cruzamento rasteiro de Maicon, Luis Fabiano por pouco não empurrou a bola para dentro do gol.
> 2º TEMPO
DÁ PARA RECUPERAR
Logo no início do segundo tempo, Maicon tocou para Luis Fabiano que recebeu na área, girou o corpo e chutou sem chances para o goleiro Howard. 2 a 1.
UM NOVO BRASIL
A Seleção Brasileira voltou do intervalo com o sinal de alerta ligado, o que rapidamente gerou benefícios.
Com 12 minutos, Lúcio, de cabeça, quase empatou. O goleiro espalmou, a bola sobrou para Gilberto Silva que mandou do outro lado do Oceano Atlântico.
BUSCANDO A BOLA QUASE NO FUNDO DA REDE
Três minutos depois, Kaká tentou de cabeça, o goleiro tirou a bola dentro do gol. Os brasileiros pediram a confirmação. O juíz mandou seguir o lance. Dessa vez, desligaram a TV.
LÚCIO, O CÉREBRO DO TIME
Aos 25, Lúcio deixou Luis Fabiano na cara do gol, o goleiro Howard evitou o empate brasileiro antes do Fabuloso chutar.
HAJA CORAÇÃO!
29 minutos, Kaká recebeu na esquerda, pedalou, cruzou, Robinho sozinho perdeu um gol inacreditavel, chutando no travessão, a bola sobrou para o iluminado Luis Fabiano que, de cabeça, conseguiu balançar a rede. 2 a 2.
O Brasil voltou a ser o Brasil e seguiu insistindo. Aos 36, Robinho chutou por cima do gol.
LÚCIO, O CAMISA 9
Com o jogo nas mãos, o gol era questão de tempo. 39 minutos, cruzamento de Elano, Lúcio foi no 5º andar e fez o gol da virada: 3 a 2 para o Brasil.
BRASIL: Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos (Daniel Alves, 21′/2ºT); Gilberto Silva, Felipe Melo, Ramires (Elano, 22′/2ºT) e Kaká; Robinho e Luis Fabiano. Técnico: Dunga.
ESTADOS UNIDOS: Howard, Spector, Onyewu, Bocanegra e DeMerit; Clark, Feilhaber (Kljestan 30′/2ºT), Dempsey e Donovan; Altidore (Bornstein, 30′/2ºT) e Davies. Técnico: Bob Bradley.
Contestado, técnico tenta redenção com caneco da Copa das Confederações
Dunga divide opiniões (Crédito: Reuters)
LANCEPRESS!
O técnico Dunga pode conquistar neste domingo, contra os Estados Unidos, em Johanesburgo, seu segundo título à frente da Seleção. O caneco da Copa das Confederações é o carimbo definitivo para o treinador voltar à África do Sul no ano que vem, desta vez para a Copa do Mundo.
Contratado após o fracasso brasileiro no Mundial de 2006, Dunga chegou ao cargo questionado. Em sua primeira competição, não decepcionou: comandou a Seleção na conquista da Copa América de 2007, com direito a vitória por 3 a 0 sobre a Argentina na decisão.
Ainda assim, o treinador seguiu contestado. Agora, no entanto, tem a chance de calar os críticos e assegurar de vez sua permanência no cargo. O segredo para o sucesso, segundo ele, é a seriedade dentro do grupo brasileiro:
- Não posso reclamar. Todos (os jogadores) têm postura exemplar, bom comportamento e a briga por vaga no time titular é sadia.
Para a decisão contra os EUA, a Seleção manterá o time que bateu a África do Sul na semifinal. A única mudança possível é a entrada de Daniel Alves improvisado na lateral esquerda, no lugar de André Santos. Assim como Kleber, o jogador do Corinthians não convenceu.
Já os Estados Unidos terão desfalque certo: o apoiador Bradley, expulso na vitória sobre a Espanha, pela semifinal. Seu substituto deve ser o brasileiro naturalizado americano Benny Feilhaber, que não escondeu a emoção por enfrentar seu país natal.
- Estar na decisão já torna esse dia ainda mais especial. Mas enfrentar o país em que eu nasci provoca emoções a mais – afirmou o jogador em entrevista ao site da Fifa.
FICHA TÉCNICA:
ESTADOS UNIDOS X BRASIL
Estádio: Ellis Park, Johanesburgo (AFS)
Data/hora: 28/6/2009 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Martin Hansson (SUE)
Auxiliares: Henrik Andren (SUE) e Fredrik Nilsson (SUE)
ESTADOS UNIDOS: Howard, Spector, Onyewu, Bocanegra e DeMerit; Feilhaber (Beasley), Clark, Dempsey e Donovan; Davies e Altidore. Técnico: Bob Bradley.
BRASIL: Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos; Felipe Melo, Gilberto Silva, Ramires e Kaká; Robinho e Luis Fabiano. Técnico: Dunga.
Joel até complica, mas Seleção se garante na final
No fim, Daniel Alves marca gol da vitória sobre África do Sul
Kaká disputa bola durante a semifinal (Crédito: EFE)
LANCEPRESS!
Joel Santana cumpriu a promessa de dificultar a vida da Seleção: somente aos 42 minutos do segundo tempo, o Brasil marcou o gol da vitória por 1 a 0 sobre a África do Sul, nesta quinta-feira, em Johanesburgo, pela semifinal da Copa das Confederações. Daniel Alves foi o heroi da partida.
A decisão contra os Estados Unidos acontece no domingo, às 15h30 (de Brasília), em Johanesburgo. Mais cedo, África do Sul e Espanha se enfrentam em Rustenburg pelo terceiro lugar da competição.
A prometida ofensividade de Joel não se concretizou – para a sorte dos sul-africanos. O técnico armou sua equipe na defesa, mas pensou também no ataque. Posicionou bem os apoiadores Pienaar e Tshabalala para os contragolpes.
Os brasileiros reagiram como de costume diante de retrancas: foram quase inofensivos. Os laterais André Santos e Maicon não tiveram espaços para subir. Ramires esteve perdido na ponta direita – posição muito bem ocupada por Kaká contra a Itália, dias antes.
A Seleção dependia de momentos de genialidade para chegar com perigo. Aos 15 minutos, Luis Fabiano ajeitou de letra para Ramires, que não pegou bem na bola. Enquanto isso, os sul-africanos assustavam nos chutes de longe.
A sorte também estava ao lado dos anfitriões. Aos 12 do segundo tempo, Modise arriscou de fora da área, a bola desviou em Luisão e se encaminhou para o canto esquerdo de Julio Cesar. O goleiro, no entanto, salvou com incrível defesa.
Apático, Dunga viu seu time tocar, tocar e tocar a bola. Sem qualquer mudança tática, a Seleção parecia entregue à retranca de Joel. Brilhou, então, a estrela do técnico, que tirou André Santos para improvisar Daniel Alves na esquerda.
O lateral do Barcelona não fez muito na nova posição. Mas, quando teve a chance, decidiu o jogo. Aos 42, Daniel cobrou falta com precisão, no ângulo esquerdo de Khune e garantiu a vitória brasileira.
FICHA TÉCNICA:
ÁFRICA DO SUL 0 X 1 BRASIL
Estádio: Ellis Park, Johanesburgo (AFS)
Data/hora: 25/6/2009 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Massimo Busacca (SUI)
Auxiliares: Matthias Arnet (SUI) e Francesco Buragina (SUI)
Cartões amarelos: Masilela (AFS); Felipe Melo, André Santos, Daniel Alves (BRA)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Daniel Alves, 41′/2ºT
ÁFRICA DO SUL: Khune, Gaxa, Mokoena, Booth e Masilela; Dikgacoi, Mhlongo, Pienaar (Van Heerden, 47′/2ºT) e Tshabalala (Mashego, 46′/2ºT); Modise (Mphela, 46′/2ºT) e Parker. Técnico: Joel Santana.
BRASIL: Julio César, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos (Daniel Alves, 36′/2ºT); Felipe Melo, Gilberto Silva, Ramires e Kaká; Robinho e Luis Fabiano (Kleberson, 46′/2ºT). Técnico: Dunga.
Estados Unidos vencem e se classificam para a final da Copa das Confederações
Espanha está fora da briga pelo título (Crédito: EFE)
A Fúria Espanhola morreu na praia mais uma vez. Depois de vencer os três jogos da primeira fase da Copa das Confederações, a Espanha perdeu para a zebra norte-americana, 2 a 0, gols de Altidore e Dempsey.
Em um estádio com muitos buracos nas arquibancadas, os campeões europeus partiram para cima dos EUA no começo do jogo, os americanos tentaram levar perigo nos contra-ataques. Aos 7 minutos, Davies tentou de bicicleta e a bola passou muito perto do gol de Casillas.
Fernando Torres e David Villa perderam muitas oportunidades para abrir o placar. O goleiro Howard salvou os Estados Unidos em diversas oportunidades.
No momento que os espanhóis dominavam o jogo, um contra-ataque puxado por Davies mudou a partida. Altidore recebeu na entrada da área aos 26 minutos, girou sobre Xavi e chutou, Casillas ainda tocou na bola, mas ela entrou e colocou os norte-americanos em vantagem.
Esse foi o 300º gol da Copa das Confederações, e o primeiro que a Espanha leva na competição.
Villa e Torres continuaram a pressão sobre os EUA, mas o goleiro Howard pegava tudo. No fim da primeira metade, o atacante do Liverpool fez ótima jogada pela direita e o arqueiro defendeu com a ponta do pé.
No segundo tempo, o cenário continuou o mesmo. A Fúria tentava empatar de qualquer maneira e Howard, Bocanegra e Onyewu se seguravam como podiam.
E o filme se repetiu. Aos 29 minutos, o carioca Feilhaber fez linda jogada pelo meio, tocou para Donovan, que lançou na área. Sergio Ramos não conseguiu afastar e Dempsey mandou para dentro, 2 a 0 para os EUA.
Perdendo por dois gols de diferença, os espanhóis não tiveram muitas chances de marcar. Bradley ainda foi expulso aos 41, por entrada criminosa.
A Espanha, seleção dos recordes (15 vitórias consecutivas, 35 jogos sem perder, 13 vitórias em 13 jogos do treinador Del Bosque e seis partidas seguidas marcando gols de Villa) ficou pelo caminho e vai disputar o terceiro lugar contra o perdedor de Brasil e África do Sul.
Os Estados Unidos enfretam o vencedor no domingo às 15h30, de Brasília.
ESPANHA: Casillas; Sergio Ramos, Puyol, Piqué e Capdevila; Xabi Alonso, Xavi, Fabregas (Cazorla, 23′/2ºT) e Riera (Mata, 31′/2ºT); Torres e Villa. Técnico: Vicente Del Bosque.
ESTADOS UNIDOS: Howard; Spector, Onyewu, Bocanegra e DeMerit; Dempsey (Bornstein, 44′/2ºT), Bradley, Clark e Donovan; Davies (Feilhaber, 24′/2ºT) e Altidore (Casey, 38′/2ºT). Técnico: Bob Bradley.
No aniversário de 39 anos do tri, time de Dunga goleia Azzurra com três gols no primeiro tempo e fica em primeiro no Grupo B. Rival está fora
Toques rápidos, contra-ataques mortais, equilíbrio entre os setores. No dia do 39º aniversário da conquista do tricampeonato mundial, a seleção brasileira atropelou novamente a Itália neste domingo, venceu por 3 a 0 e garantiu o primeiro lugar do Grupo B da Copa das Confederações. Assim, vai enfrentar a África do Sul, treinada por Joel Santana, na semifinal, quinta-feira, às 15h30m, em Joanesburgo. A Azzurra, atual campeã mundial, está eliminada.
Ramires, Robinho, Kaká e Luis Fabiano comemoram o terceiro gol da seleção Brasileira
O time de Dunga precisou de apenas 45 minutos para liquidar a partida. Luís Fabiano, duas vezes, e Dossena, contra, marcaram os gols, ainda no primeiro tempo. Ramires, Maicon e André Santos foram bem contra os Estados Unidos e acabaram mantidos no time titular, nos lugares de Elano, Daniel Alves e Kleber. O zagueiro Juan começou jogando, mas saiu sentindo dores ainda na etapa inicial para a entrada de Luisão e pode ser problema para a semifinal.
Com a derrota, a seleção italiana fica com três pontos, empatada com o Egito e Estados Unidos. Mas os americanos, que venceram os egípicios por 3 a 0, avançam pelos critérios de desempate (número de gols pró melhor do que o da Azzurra: 4 a 3). Assim, os Estados Unidos vão enfrentar a Espanha na semifinal, quarta-feira, em Bloemfontein.
Brasil e Espanha são as únicas seleções com 100% de aproveitamento nas três primeiras rodadas, mas a Fúria não sofreu nenhum gol. As duas entram como favoritas para irem à final do próximo domingo, no Ellis Park.
Contra a Azzurra, a seleção mostrou que não sabe atacar apenas pelo lado direito. Dois gols nasceram pela esquerda e o time demonstrou mais equilíbrio entre os lados. Tanto que Robinho, no segundo tempo, trocou com Ramires e passou a jogar pela direita, confundindo os italianos.
A etapa inicial foi dominada pelo Brasil, que teve 56% da posse de bola, chutou nove vezes, acertou duas na trave e marcou três vezes. A Azzurra não sofria três gols no primeiro tempo desde 1957, em uma partida contra a Iugoslávia. Em Pretória, a Itália foi a primeira a ir ao ataque. Aos três, Camoranesi cruzou e Lúcio cortou de carrinho. Um minuto depois, Pirlo chutou de longe e a zaga colocou para escanteio. A partir daí, só deu o time de Dunga.
Setor mais famoso da Itália, a defesa colaborou com o Brasil, que soube aproveitar as falhas dos italianos. Aos cinco, Cannavaro errou a saída de bola, Luís Fabiano ficou com ela e tocou para Ramires na área, que acertou a quina do travessão. Em seguida, foi a vez de Chiellini falhar em um cruzamento. Robinho dominou e rolou para Kaká bater em cima de um defensor. A pressão continou. O camisa 11 roubou outra bola pela direita e deu para o novo craque do Real Madrid, que achou Luís Fabiano na área. O Fabuloso, marcado por dois, ainda deu um toquinho na bola, mas Buffon salvou.
A seleção continuou bem, na defesa e no ataque. Felipe Melo se destacava no meio-campo como ladrão de bolas. Maicon, que ganhou a vaga de titular após a bela atuação contra os Estados Unidos, era a principal arma pela direita. Na esquerda, André Santos acatou a orientação de Dunga e passou a atacar mais também, com Gilberto Silva recuando para atuar ao lado de Lúcio e Juan. Boas opções, os laterais foram os jogadores brasileiros que mais tocaram na bola no primeiro tempo.
Dunga foi obrigado a mudar o time aos 23. Juan, atleta que mais reclamou de cansaço desde o início da concentração em 1o de junho, sentiu dores na coxa esquerda após um carrinho e foi substituído por Luisão. Três minutos depois, a Itália teve a principal chance: Camoranesi arriscou de fora da área e assustou Julio César, pelo alto.
Brasil responde sem perdão
A resposta brasileira foi rápida e perigosa, com Lúcio. Aos 32, o zagueiro recebeu de Ramires na área e chutou cruzado, a bola tocou em Cannavaro e foi na trave. Em seguida, o capitão dominou após escanteio e bateu forte para bela defesa de Buffon.
O gol finalmente saiu aos 37. Um gol não, logo três em sequência: aos 37, 43 e 45. No primeiro, Maicon arriscou de longe, a bola foi fraca e ficou nos pés de Luis Fabiano, que virou sozinho na área e bateu sem chances para Buffon. Seis minutos depois, contra-ataque mortal pela esquerda. Robinho arrancou, tocou para Kaká, que tentou devolver para o ex-santista na área, mas a bola passou direto e sobrou para o Fabuloso tocar e marcar o segundo: 2 a 0, o terceiro do atacante na Copa das Confederações, empatando com os espanhóis Fernando Torres e David Villa no topo da artilharia.
Agência/Reuters
Luis Fabiano vibra após marcar o segundo gol na vitória do Brasil sobre a Itália
O terceiro gol contou com ajuda italiana. Kaká lançou Robinho do meio, ele avançou pela esquerda e viu Ramires sozinho na área. O camisa 11 tentou tocar para o ex-cruzeirense, mas Dossena deu um carrinho e colocou a bola dentro do próprio gol: 3 a 0 para o Brasil.
O contra-ataque continuou sendo a arma mais perigosa da seleção no segundo tempo. Com 3 a 0 no placar, a Itália começou querendo ir para cima do time de Dunga, mas de forma desordenada. Abriu espaços e viu os brasileiros arrancarem em velocidade. Principalmente Robinho, que não ficou preso só pela esquerda. Aos 10, arrancou pela direita e bateu forte, para fora.
Com medo de ser eliminada, a Azzurra passou a arriscar mais e Julio César começou a trabalhar. Aos 18, Rossi chutou de longe e o goleiro fez grande defesa. Dois minutos depois, Gilardino chutou com perigo, dentro da área, e o camisa 1 defendeu de novo. Mais um minuto, Pepe tabelou com Rossi e tentou de voleio, para o ex-flamenguista voltar a salvar o Brasil.
No contra-ataque, o time de Dunga deu a resposta. Robinho, deslocado para a direita, deu para Kaká no meio, que chutou de longe e a bola saiu perto da trave de Buffon. A Itália teve sua melhor chance de descontar aos 30: Julio César saiu da área para disputar uma bola com Gilardino, perdeu, mas o ataque italiano demorou a chutar e a zaga brasileiro afastou.
A Itália continuou a pressão nos minutos finais. Ela precisava apenas de um gol para mudar o quadro, passar os Estados Unidos e avançar às semifinais, mas Julio César continuou bem, assim como toda a defesa, e o Brasil evitou o gol salvador italiano. No fim, a derrota mandou a campeã mundial para casa mais cedo.
Ficha técnica:
BRASIL 3 x 0 ITÁLIA
Júlio César, Maicon, Lúcio, Juan (Luisão) e André Santos; Gilberto Silva (Kleberson), Felipe Melo, Ramires (Josué) e Kaká; Robinho e Luís Fabiano.
Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Dossena; De Rossi, Montolivo (Pepe) e Pirlo; Camoranesi, Iaquinta (Rossi) e Toni (Gilardino).
Técnico: Dunga.
Técnico: Marcello Lippi.
Gols: Luis Fabiano, aos 37 e 43, e Dossena (gol contra) 45 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Chiellini e Dossena (Itália)
Estádio: Loftus Versfeld, em Pretória (África do Sul). Data: 21/06/2009. Árbitro: Benito Archundía (MEX). Auxiliares: Marvin Torrentera (MEX) e Hector Vergara (CAN)
Seleção de Dungaenfrenta aAzzurra no aniversário do Tri
Pelé sobe, momentos antes de marcar o gol de cabeça, que abriu caminho para goleada do Brasil em 1970 (Crédito: EFE)
LANCEPRESS!
Precisando apenas de um empate para garantir o primeiro lugar do Grupo B da Copa das Confederações, a SeleçãoBrasileira enfrenta a Itália neste domingo, em Pretória. A data marca ainda o aniversário da conquista do Tri mundial, em 1970, quando a equipe nacional goleou a Azzurra por 4 a 1.
A Itália tem trazido boas recordações aos brasileiros. A Seleção não perde para a Azzurra há 27 anos. Foram quatro confrontos, com dois empates e duas vitórias. Um destes empates foi o resultado mais comemorado. Em 1994, após 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, o Brasil bateu a Itália por 3 a 2 nos pênaltis e levantou o tetra.
- A maior lembrança foi ter subido para levantar o troféu. Desde menino, a nossa geração não viu o Brasil ser campeão do mundo e ali foi a realização de um sonho de uma geração e também lembro da comemoração após o jogo. Tudo isso fica na memória – disse Dunga.
O técnico da Seleção nunca perdeu para a Itália. Como jogador, venceu um amistoso em 1989 e empatou em 1994 e 97. Já no comando do Brasil, venceu amistoso disputado em fevereiro em Londres.
Para a partida, Dunga deve voltar a escalar a equipe que derrotou o Egito, na estreia da Copa das Confederações. Ou seja, voltam à equipe o lateral Kléber, os zagueiros Lúcio e Juan, além do apoiador Elano. André Santos, Miranda, Luisão e Ramires, que começaram o jogo contra os Estados Unidos, ficam no banco.
Do lado italiano, a intenção é lembrar da vitória em 1982. Naquela oportunidade, a Azzurra precisava da vitória para avançar às semifinais da Copa do Mundo, enquanto ao Brasil bastava um empate. Os italianos, com três gols de Paolo Rossi, levaram a melhor por 3 a 2 e acabaram campeões.
O técnico Marcello Lippi fez diversas experiências no treino. Testou os laterais Santon e Dossena, o volante Palombo e o apoiador Montolivo. No entanto, deve fazer apenas uma mudança no time, depois da derrota para o Egito: o atacante Toni será titular na vaga de Quagliarella.
- Fomos chamados de múmias, depois de perder para o Egito. Mas até as múmias, às vezes, saem de suas bandagens. Esta equipe tem muita vontade de vencer e vamos lutar até o fim – respondeu o treinador.
Mesmo que a Azzurra não se classifique, um jogador terá motivos para festejar. O zagueiro e capitão Cannavaro completará 126 jogos com a camisa da Itália, igualando o recorde que pertence a Maldini.
FICHA TÉCNICA:
BRASIL X ITALIA
Estádio: Loftus Versfeld, em Pretória (AFS)
Data/horário: 21/06/2009, às 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Benito Archundia (Fifa-MEX)
Assistentes: Marvin Torrentera (Fifa-MEX) e Hector Vergara (Fifa-CAN)
ITÁLIA: Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Grosso; De Rossi, Gattuso e Pirlo; Iaquinta, Rossi e Toni. Técnico: Marcello Lippi.
BRASIL: Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Kléber; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Kaká; Robinho e Luis Fabiano. Técnico: Dunga.
Com o resultado italianos precisam vencer o Brasil
LANCEPRESS!
Os faraós têm poderes mágicos. Os principais são: cansar ou acabar com a criatividade da equipe que jogar contra a seleção do Egito. Pelo menos é o que aconteceu com Brasil e Itália. No caso dos italianos, que perderam por 1 a 0 nesta quinta-feira, faltou criatividade no meio-de-campo e acertar a pontaria dos atacantes. Rossi, que havia brilhado contra os Estados Unidos, esteve apagado e foi substituído no início do segundo tempo.
Com o resultado, a Itália terá a obrigação de vencer o Brasil no próximo domingo para garantir vaga nas semifinais.
1º TEMPO
Zambrotta muitas vezes ficou responsável pela armação, ou seja: bolas perdidas e contra-ataques cedidos.
O Egito começou melhor com tentativas de cruzamentos. A Itália criou chances e desperdiçou todas elas. O goleiro do Egito, mais uma vez se destacou.
Quando a Itália dominava a posse de bola, Homos no meio da área italiana cabeceou sozinho. A bola bateu carinhosamente na trave e entrou: 1 a 0.
Aos 45, na última tentativa de ir para o intervalo com um resultado digno, Pirlo isolou a bola em cobrança de falta. Detalhe: foi a segunda que o meio-de-campo isolou.
2º TEMPO
Logo no primeiro minuto, Zambotta tentou o cruzamento mas a bola passou por dois atacantes que não conseguiram empurrar para o gol
O meio-de-campo italiano começou a dar espaço para o Egito criar. Aos oito o Egito quase ampliou.
O início da segunda etapa foi quase todo dos egípcios. Com 18 minutos, Pirlo finalmente acertou o pé e quase empatou em uma bela cobrança de falta.
El Hadary se destacou mais uma vez. Aos 28, defendeu um chutaço de Montolivo.
Aos 31, Aboutrika, em contra-ataque, levou perigo quando o Egito não chutava a gol.
El Hadary, a muralha egípcia, tirou uma bola que estava quase dentro do gol. Iaquinta pegou na veia mas o goleiro parecia estar em noite perfeita.
O Egito poderia ter ampliado. Aos 37, Aboutrika recebeu sozinho mas se enrolou, deixou a marcação chegar e perdeu a bola
A Itália partiu para o desespero. Com 40 minutos, cruzamento do atacante Iaquinta, a bola bateu no travessão, descompromissadamente.
43 minutos e a Itália tem a grande chance do jogo. Falta perto da meia-lua, mas Pirlo isolou a bola pela terceira vez.
No último lance do jogo, o goleiro Buffon foi para a área adversária para tentar cabecear. Em vão.
FICHA TÉCNICA:
EGITO 1 X 0 ITÁLIA
Estádio: Ellis Park (AFS)
Data/hora: 18/6/2009 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Martin Hansson (SUI)
Cartões amarelos: Eid, El Hadary e Gomaa(Egito)
Cartão vermelho:
GOL : Homos, 40′/1ºT.
EGITO : El Hadary, A. Fathi (A.Hassan, 30′/2ºT), H.Said, A.Said, Gomaa; Moawad (Farag, 24′/2ºT), Shawky, Abd Rabou, Aboutrika; Homos, Zidan (Eid 11′/2ºT). Técnico: Hassan Sehata.
Time de Dunga enfrenta Egito pelo Grupo 2 da Copa das Confederações
Dunga não mudou a equipe para a estreia (Crédito: EFE)
LANCEPRESS!
A Seleção estreia na Copa das Confederações, na segunda-feira, às 11h (de Brasília), diante de um adversário imprevisível. Os brasileiros admitiram que não ainda sabem o que esperar do Egito no duelo em Bloemfontein, na África do Sul, pelo Grupo B da competição.
- Não conhecemos o time deles. Mas o Dunga vai passar alguns vídeos ainda – afirmou o goleiro Julio Cesar.
O Brasil, pelo menos, não terá surpresas. A única mudança em relação ao time que bateu o Paraguai por 2 a 1, na semana passada, pelas Eliminatórias para a Copa-2010, será a entrada de Luís Fabiano na vaga de Nilmar. Suspenso, o atacante do Sevilla não jogou em Recife.
A dúvida ainda restante estava na lateral direita: fisicamente recuperado, Maicon foi liberado para jogar. No entanto, Daniel Alves será mantido como titular. O defensor do Barcelona convenceu o técnico Dunga com boas atuações diante de Paraguai e Uruguai, quatro dias antes.
Do outro lado, o Egito terá problema. Machucado, o atacante Zaki, do Wigan, foi cortado da competição. A equipe passa por problemas internos por conta do mau desempenho nas Eliminatórias Africanas. O país é o lanterna do Grupo C, mas ainda tem chances de ir à Copa-2010.
Um fator que pode atrapalhar ambos os times é a condição do gramado do Free State Stadium. O campo tem buracos e ficou ainda mais prejudicado por conta de forte chuva que caiu em Bloemfontein nos últimos dias.
FICHA TÉCNICA:
BRASIL X EGITO
Estádio: Free State Stadium, Bloemfontein (AFS)
Data/hora: 15/6/2009 – 11h (de Brasília)
Árbitro: Howard Webb (ING)
Auxiliares: Peter Kirkup (ING) e Michael Mullarkey (ING)
BRASIL: Julio Cesar, Daniel Alves, Lúcio, Juan e Kleber; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano, Kaká e Robinho; Luís Fabiano. Técnico: Dunga.
EGITO: El Hadary, Hani Said, Gomaa e Ahmed Said; Fathi, Abd Rabbou, Shwanky, Zidan e Moawad; Aboutrika e Rauof. Técnico: Hassan Shehata.
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Agência/Getty Images
Cristiano Ronaldo é o jogador mais caro da história do futebol mundial
O Manchester United aceitou uma oferta de 80 milhões de libras (€ 93,9 milhões ou R$ 256,6 milhões) do Real Madrid pelo atacante português Cristiano Ronaldo, de 24 anos, informa nesta quinta-feira o clube inglês em seu site. O próprio Manchester qualifica a proposta de recorde mundial, o que é verdade, pois supera a contratação do meia francês Zidane pelo mesmo Real, em 2001, do Juventus, da Itália, no valor de € 72 milhões (R$ 197 milhões).
“A pedido de Cristiano Ronaldo, que expressou mais uma vez seu desejo de partir, e após uma discussão com o representante do jogador, o United autorizou o Real Madrid a conversar com o atleta”, disse o clube inglês em seu comunicado oficial.
“O Manchester United considera que o assunto estará encerrado, no mais tardar, no dia 30 de junho, e até então não emitirá qualquer outro comunicado”, assinalou.
Em sua edição desta quinta-feira, o jornal espanhol “Marca” afirma que o clube inglês dificilmente reduziria o valor de € 96 milhões (R$ 262,3 milhões) que estipulou para a venda de Cristiano Ronaldo. Mas acrescentava que o presidente do Real, Florentino Pérez, tentaria reduzir o valor.
Ao fechar a contratação do melhor jogador do ano passado eleito pela Fifa, Pérez começa a formar novo time de galácticos no Real Madrid. Na segunda-feira, o clube espanhol confirmou o acerto com o meia brasileiro Kaká, que estava no Milan, e foi o melhor jogador do mundo em 2007, por € 65 milhões (R$ 177,7 milhões).
Apoiador afirmou que quer a número 18, do francês Faubert
LANCEPRESS!
Depois de ser confirmado como o novo reforço do Real Madrid para a próxima temporada, o apoiador Kaká agora corre para escolher qual o número de camisa que usará no seu novo clube.
Na semana passada, se especulou que o brasileiro iria usar a camisa 5, a mesma usada pelo francês Zinedine Zidane nos seus anos de Real. Curiosamente, Zidane e Kaká são as contratações mais caras da História do clube merengue: em 2001, o francês custou 73,5 milhões de euros e o brasileiro 65 milhões de euros.
- Pela História que a camisa já tem com o Zidane, não gostaria. Não sei o número que vou usar. A camisa 18 me traz uma boa lembrança, eu joguei com ela no centenário do Real e marquei um gol (partida do Real Madrid contra a seleção do mundo no centenário do clube espanhol) – afirmou Kaká em entrevista à TV Globo.
No entanto, a camisa 18 já tem dono. O francês Julien Faubert, que veio do West Ham (ING) por empréstimo, foi apresentado com o uniforme sonhado por Kaká. No entanto, o meia ainda não sabe se vai ficar no Real, o que pode facilitar a troca de números.
Outra opção de Kaká, o número 22 usado nos tempos do Milan, também já está “ocupado”. Ela pertence a Miguel Torres, revelado no clube merengue. A camisa 5 estará vaga na próxima temporada, já que o italiano Fabio Cannavaro deve voltar para a Juventus (ITA).
Site oficial do clube espanhol já compara o meia com o ídolo
Kaká já é jogador do Real (Crédito: EFE)
LANCEPRESS!
Enfim Kaká quebrou o silêncio e decidiu falar sobre a sua transferência para o Real Madrid. O meia brasileiro vai para o clube espanhol, que pagou 65 milhões de euros (cerca de R$ 180 milhões) ao Milan. O jogador não havia falado com a imprensa desde que a notícia da transação foi veiculada, mas comentou a transferência nesta segunda-feira.
– Posso dizer agora oficialmente que sou jogador do Real Madrid. A crise mundial afetou muitos clubes, principalmente os clubes-empresas, como o Milan. Em comum acordo, achamos melhor optar pela minha venda – disse Kaká ao Jornal Nacional, da TV Globo.
Nesta segunda-feira Real Madrid e Milan confirmaram a transação. No site do clube espanhol, Kaká já aparece como integrante do elenco e sua qualidade é exaltada pelo merengues: “O herdeiro de Zico, um exemplo de qualidade e elegância em campo, dotado de uma visão de jogo privilegiada e um arremate incrível. O brasileiro dita o ritmo de jogo como ninguém na Europa”.
Kaká retribuiu e também se derreteu em elogios a seu novo clube:
- O Real pode fazer um time muito competitivo. Junto com jogadores históricos como Raúl e Casillas vamos voltar a tentar fazer História, tanto na Espanha, quanto na Europa. Acredito que o projeto esportivo é muito bom.
O brasileiro também explicou os motivos que o levaram a sair do Milan e comentou a proposta que recusou do Manchester City no início do ano.
- O Milan nunca passou por uma crise como a que está passando, foi a primeira vez que o clube pensou em vender um jogador, e eu tomei um susto com isso. Os torcedores pediram e eu resolvi ficar. Agora, eu já sabia o que poderia acontecer e achei que poderia sair. Minha ligação profissional com o Milan termina agora, mas a ligação sentimental não termina nunca – afirmou.
Meia deve anunciar acordo nesta quarta-feira, em Teresópolis
Finalmente a novela entre Kaká/Real Madrid/Milan chegou ao fim. Segundo o LANCENET! apurou na noite desta terça-feira, o meia brasileiro já tem contrato assinado com o time espanhol e deverá anunciar (com a liberação da assessoria da CBF) o acordo nesta quarta-feira, na Granja Comary, em Teresópolis, onde está concentrado com a Seleção Brasileira.
O negócio será concretizado por 65 milhões de euros (cerca de R$ 180 milhões) e não será fechado em cinco temporadas como foi divulgado. Serão seis anos de contrato entre Kaká e Real Madrid, já que na Espanha esse tipo de contrato pode ser realizado.
O anúncio só não foi confirmado anteriormente porque o jogador gostaria que o Milan se pronunciasse primeiramente, por respeito ao time milanês.
Lionel Messi e Thierry Henry brilham no triunfo catalão
Barcelona atropela Real: 6 a 2
Agência/Reuters
Messi foi um dos destaques no chocolate aplicado pelo Barcelona sobre o Real Madrid
Com uma atuação de gala de Messi, Xavi e Henry, o Barcelona levou a melhor no emocionante clássico contra o Real Madrid e massacrouatro jogos para o término do torneio, a equipe de Messi e companhia soma 85 pontos, sete a mais que os merengues.
Além de colocar as mãos no caneco, o Barça atingiu com o chocolate a marca de 100 gols na competição, sendo que 69 foram anotados pelo trio Henry, Messi e Eto´o. Ao todo, na temporada 2008/2009, o time espanhol anotou 148 gols em 55 partidas disputadas (média de 2,7 tentos por jogo).
Henry recebe abraço entusiasmado de Messi após empatar o duelo
Ao contrário do que era esperado – e que até foi pedido pelo técnico do Real Madrid -, o Barcelona começou a partida com sua força máxima. O treinador Pep Guardiola não se preocupou em deixar suas estrelas Messi, Henry e Eto´o no banco com o intuito de poupá-los para o jogo de volta contra o Chelsea, na próxima quarta-feira, pelas semifinais da Liga dos Campeões.
Correria no Bernabéu
A partida começou em alta velocidade e de modo eletrizante. Com menos de dois minutos, Real e Barça já tinham levantado suas respectivas torcidas. Aos 14 minutos, o lateral-direito Sergio Ramos fez uma verdadeira jogada de ponta, rabiscou Abidal e cruzou na cabeça do argentino Higuaín que, com estilo, colocou no fundo das redes.
Mas a festa merengue durou pouco. Três minutos depois, após um passe magistral de Messi, Henry igualou o marcador com um belo chute de chapa com o pé direito.
Agência/Reuters
Puyol beija a faixa de capitão com as cores da Catalunha após fazer o gol da virada
Apesar dos gols, o ritmo frenético do clássico continuou. Aos 19, Henry puxou rápido contra-ataque pelo lado direito, driblou Lassana Diarra e, quase antes de entra na área, foi derrubado pelo italiano Cannavaro. Na cobrança, o meia Xavi colocou a bola praticamente com as mãos na cabeça do capitão Puyol. O zagueiro, soberano no alto, testou sem chances para Casillas, decretando a virada catalã.
Na comemoração, Puyol, um dos maiores símbolos do clube da Catalunha, tirou a braçadeira de capitão – que possui as cores da região espanhola que luta por sua emancipação do restante do país há anos – e correu em direção à torcida do Real Madrid beijando a faixa.
Messi começa a brilhar
O Real sentiu os dois gols e, por pouco, não sofreu mais gols na sequência. O goleiro Casillas, em duas defesas sensacionais, impediu que Messi e Eto´o ampliassem para o Barcelona.
Mas aos 35 minutos não teve jeito. Após bobeada de Lassana Diarra, Xavi rolou para Messi que entrou na área e, na saída do camisa 1 merengue, tocou com classe para anotar o terceiro gol do Barça.
Messi olha para a torcida do Barça que foi o Bernabéu ao comemorar um dos seus gols
Na segunda etapa, o Barcelona voltou sem tirar o pé do freio. Logo com um minuto, Iniesta driblou dois marcadores e chutou tirando tinta da trave.
Aos oito, foi a vez de Messi levar a defesa do Real à loucura. O argentino entortou dois defensores – deixando, inclusive, o compatriota Heinze caído no chão – e penetrou na área. Mas, na conclusão, o craque deixou a desejar.
Henry mata reação merengue
No entanto, quando o Barça dominava completamente a partida, o Real descontou. Após cruzamento do holandês Robben, Sergio Ramos subiu mais alto que toda a defesa catalã e escorou de cabeça aos 11 minutos.
Agência/Reuters
Jogadores do Barcelona comemoram o incrível chocolate sobre o Real no Bernabéu
Mas assim como no primeiro tempo, a resposta dos visitantes foi quase imediata.Aos 13, Henry, sozinho, recebeu ótimo lançamento de Xavi – a zaga merengue pediu impedimento, que não houve – e, com um leve toque de perna direta, empurrou para o gol ao ver que Casillas saíra de sua meta precipitadamente. Festa do atacante francês, um dos destaques do confronto no Bernabéu, que chegou aos 19 gols no Campeonato Espanhol.
Com o a vantagem no placar, o Barça, depois de toda a correria que marcou a partida até então, passou a cadenciar o jogo, mas, mesmo assim, fez mais um aos 30 minutos.
Após tabelar com Xavi – responsável direto por três dos cinco gols do Barcelona -, Messi recebeu dentro da área, ameaçou que ia chutar no canto direito e, ao ver Casillas cair, tocou no lado oposto. Vigésimo terceiro gol do “Pulga” na competição, quatro a menos que o artilheiro Eto´o que, ao contrário de outras jornadas, teve uma atuação apagada no Bernabéu.
Aos 38, o zagueiro Pique, após passe de Eto´o, fez seu primeiro gol no Espanhol e o sexto do Barça na partida. Vendo o vexame do Real – segunda maior goleada sofrida diante do Barça na história do dérbi (na temporada 1950/51, os merengues perderam por 7 a 2), a torcida anfitriã começou a deixar as arquibancadas.
Cannavaro deixa o campo sem entender o que houve com o Real Madrid na partida
Rivalidade secular
Considerado um dos clássicos de maior rivalidade do futebol mundial, o confronto entre Real Madrid e Barcelona é disputado desde o início do século XX. O primeiro duelo aconteceu no dia 13 de Maio de 1902 pelas semifinais da antiga Copa de la Coronación (atual Copa do Rei). E assim como o duelo deste sábado, o clube catalão levou a melhor: 3 a 1. Ao todo, as duas equipes se enfrentaram 205 vezes, com 85 vitórias merengues, 79 do Barça e 42 empates. Na temporada 2008/2009, o Barça venceu os dois confrontos (2 a 0 no primeiro turno, no Camp Nou, e 6 a 2 no segundo turno, no Bernabéu).
Confira os resultados da 34ª rodada do Campeonato Espanhol
Chelsea derrota Fulham e segue com remotas chances de título
Com uma boa atuação da dupla Robinho e Elano, o Manchester City conseguiu neste sábado sua quarta vitória consecutiva no Campeonato Inglês. Jogando em casa, a equipe dos ex-santistas bateu o Blackburn por 3 a 1 em duelo válido pela 35ª rodada do torneio.
Torcida do Manchester City faz a festa com o gol de Robinho
O equatoriano Caicedo, aos 27 minutos do primeiro tempo, abriu o placar para o City. Aos 34, após passe do belga Kompany, Robinho fez o segundo. No final da etapa inicial, o goleiro Paul Robinson cometeu pênalti em Ireland. Na cobrança, Elano fez o terceiro. No segundo tempo, Andrews descontou para o Blackburn.
Chelsea bate o Fulham
Atuando em Stamford Bridge, o Chelsea derrotou o Fulham por 3 a 1 e se manteve com chances (pequenas) de conquistar o título inglês. Anelka, Malouda e Drogba anotaram os gols dos Blues que somam 74 pontos (terceiro lugar), seis atrás do líder Manchester United que, neste sábado, derrotou o Middlesbrough.
Rival do São Paulo, Chivas teria de enfrentar San Luis por conta da gripe suína
Torcedor do Chivas vai de máscara ao Estádio Sausalito, em Viña Del Mar (foto: EFE)
Agência EFE
A Conmebol acenou com a proposta de que Chivas e San Luis façam um duelo entre mexicanos pelas oitavas da Libertadores, levando em conta o surto de gripe suína que assola o país. A princípio, os adversários das equipes são São Paulo e Nacional (URU), respectivamente.
O secretário-executivo da Conmebol, Francisco Figueredo Brítez, admitiu a jornalistas a opção depois da recusa da prefeitura de Bogotá de receber os times. Haveria uma rodada dupla no próximo dia 6, no Estádio El Campín.
O Chivas será o adversário do São Paulo, enquanto o San Luis pega o Nacional, do Uruguai. O Chile chegou a ser cogitado como palco para os confrontos e segue como primeira opção.
- Continuaremos buscando outro país. Se não conseguirmos, eles terão de se enfrentar. Pode ser uma alternativa, o que mudará totalmente o calendário – afirmou Figueredo.
A Conmebol aguarda uma decisão do presidente da federação de futebol local para confirmar os jogos.
Atuando em casa, Diabos Vermelhos vencem por 1 a 0, gol de O’Shea, e vão jogar por um empate, semana que vem, em Londres, para irem à final
Agência/Reuters
O’Shea (centro) é abraçado após marcar
O Manchester United se impôs ao Arsenal nesta quarta-feira, em Old Trafford, e garantiu importante vantagem no duelo semifinal da Liga dos Campeões . O’Shea fez o gol do triunfo por 1 a 0 dos Diabos, que jogaram melhor a maior parte do tempo.
Com o resultado, o Manchester pode empatar a partida de volta, na próxima terça, em Londres, para ir à final da Liga pelo segundo ano consecutivo (é o atual campeão). A outra semifinal está sendo disputada entre Barcelona e Chelsea (empate por 0 a 0 no primeiro jogo, no Camp Nou).
Domínio dos Diabos no primeiro tempo
O Manchester United começou pressionando o Arsenal em seu campo de defesa. Tevez jogou como titular ao lado de Cristiano Ronaldo e Rooney no setor ofensivo dos Diabos e deu muito trabalho à defesa dos Gunners. Anderson, único brasileiro titular na partida (Denílson, do Arsenal, e Rafael, do Manchester, ficaram no banco), esteve muito ativo e municiou o ataque dos Red Devils sempre que pôde.
O goleiro Almunia fez grandes defesas e evitou que o Arsenal fosse para o intervalo levando de goleada. O espanhol fez milagre em chute de Tevez, aos 16 minutos, e ainda salvou na sequência do lance novamente. Pouco depois, entretanto, Almunia não evitou o pior. Após blitz na área, Carrick recolheu do lado esquerdo e cruzou rasteiro. Silvestre tentou cortar e acabou por matar completamente a defesa do Arsenal. O’Shea fuzilou e correu para o abraço.
Agência/Getty Images
Muito marcado, Fábregas pouco produz
Sem Arshavin, que não está inscrito na Liga dos Campeões, o Arsenal teve muitas dificuldades para armar o jogo. Fábregas esteve pouco inspirado. Walcott ainda tentou alguma coisa no primeiro tempo, mas Adebayor ficou muito isolado e pouco pegou na bola.
Enquanto isso, o Manchester seguiu atacando. Aos 29, Almunia fez mais um milagre em cabeçada de Cristiano Ronaldo, cara a cara. O espanhol ainda brilhou ao pegar também o rebote, que foi concluído por O’Shea.
No segundo tempo, apesar de não ter feito nenhuma substituição, o Arsenal voltou mais bem postado em campo e, se não conseguiu ameaçar o gol de Van der Sar logo de cara, ao menos teve mais posse de bola e deixou de ser constantemente ameaçado pelo Manchester.
Giggs completa 800 jogos pelo Manchester
Aos 18 minutos, Adebayor enfim teve uma boa chance pelo Arsenal. O togolês recebeu, matou no peito e concluiu com perigo, assustando o goleiro Van der Sar. O técnico Alex Ferguson respondeu aos 22, ao fazer duas alterações ao mesmo tempo: lançou Berbatov na vaga de Tevez e Anderson deu lugar a Giggs, que completou 800 jogos pelo Manchester.
As duas substituições fizeram os Diabos retomarem o comando da partida de imediato. Logo aos 24, Cristiano Ronaldo recebeu livre na intermediária e soltou uma bomba que explodiu no travessão. O lance fez o Old Trafford se inflamar novamente e, daí em diante, o Manchester esteve muito mais perto do segundo gol do que o Arsenal de chegar ao empate.
Silvestre salvou o Arsenal numa bola que já havia passado por Almunia e que chegaria a Berbatov embaixo dos paus. Aos 33, Giggs recebeu livre, driblou o goleiro e tocou para a rede, mas a arbitragem acertou ao marcar o impedimento (de centímetros) no lance.
O Arsenal tentou o último gás ao lançar o brasileiro naturalizado croata Eduardo da Silva na vaga de Adebayor, mas o placar não foi mais alterado até o apito final.
Ficha técnica:
MANCHESTER UNITED 1 x 0 ARSENAL
Van der Sar, O’Shea, Ferdinand (Evans), Vidic e Evra; Fletcher, Carrick e Anderson (Giggs); Cristiano Ronaldo, Tevez (Berbatov) e Rooney.
Almunia, Sagna, Touré, Silvestre e Gibbs; Song, Diaby e Fábregas; Walcott (Bendtner), Nasri e Adebayor (Eduardo da Silva).
Técnico: Alex Ferguson.
Técnico: Arsene Wenger.
Gol: O’Shea, aos 17 minutos do primeiro tempo.
Cartão amarelo: Tevez (MAN). Cartão vermelho: -
Estádio: Old Trafford, Manchester (ING). Data: 29/04/2009. Árbitro: Claus Bo Larsen (DIN). Auxiliares: Henrik Sonderby (DIN) e Anders Norrestrand (DIN).
Rubro-Negro aproveita tropeço do Juventus diante do Reggina e se isola na segunda colocação da competição
Agência/AFP
Kaká e Inzaghi comemoram o primeiro gol do brasileiro na vitória do Milan sobre o Palermo
O Milan não encontrou dificuldades para vencer o Palermo neste domingo, por 3 a 0, no Estádio Giuseppe Meazza, em Milão, e assumiu a segunda colocação isolada do Campeonato Italiano. O Rubro-Negro se beneficiou do empate do Juventus com o lanterna Reggina (2 a 2) para abrir dois pontos de diferença. O meia brasileiro Kaká fez dois gols de pênalti. Filippo Inzaghi completou o placar. Ronaldinho Gaúcho iniciou o jogo no banco de reservas e só entrou no segundo tempo.
O Internazionale de Milão segue na ponta, com 74 pontos. O Milan, agora com 67 pontos, está na segunda posição, três pontos na frente do Juventus. A Fiorentina, depois da goleada sobre o Roma, no clássico deste sábado, assumiu a quarta colocação com 58 pontos. E o Genoa, que teve a chance de entrar na zona de classificação à Liga dos Campeões, mas perdeu para o Bologna por 2 a 0, neste domingo, é o quinto, com 57.
O Milan pressionou nos primeiros minutos e foi recompensado logo cedo, quando o volante Ambrosini foi derrubado na área por Cassani. O árbitro Nicola Rizzoli assinalou pênalti. Kaká cobrou no canto esquerdo, sem defesa, colocando o seu time na frente. O Palermo não teve muito tempo para se recuperar do golpe. Nove minutos depois, Inzaghi aproveitou de cabeça um cruzamento de Ambrosini e ampliou para 2 a 0.
Com a vantagem de dois gols, o time da casa tirou o pé do acelerador e passou a ser mais cauteloso. Teve a chance de jogar do jeito que gosta, nos contra-ataques, aproveitando a velocidade de Kaká e Seedorf, os meias de ligação.
No segundo tempo, o cenário continuou parecido. Até que aos dez minutos, o árbitro foi rigoroso e marcou pênalti de Balzaretti em Kaká (o lateral teria puxado a camisa do meia). O lance causou irritação nos jogadores do Palermo. O brasileiro, sem ter nada com isso, cobrou bem, sem chance para o goleiro Amelia.
Depois do terceiro gol, o Palermo se entregou. Com algumas exceções, conseguiu criar chances de gol. O Milan administrou o resultado, comemorando a vitória e a segunda colocação isolada.
Resultados deste domingo
Milan 3 x 0 Palermo
Bologna 2 x 0 Genoa
Lazio 0 x 1 Atalanta
Lecce 2 x 1 Catania
Reggina 2 x 2 Juventus
Sampdoria 3 x 3 Cagliari
Torino 1 x 0 Siena
Brasileiros foram decisivos na vitória sobre o West Brom no último domingo
Fundamentais na vitória de 4 a 2 do Manchester City sobre o West Brom, no último domingo, pelo Campeonato Inglês, a dupla Robinho e Elano ganhou muitos elogios do técnico Mark Hughes.
Elano e Robinho receberam elogios do ‘chefe’ Mark Hughes
O atacante, que estava em má fase e ainda não havia marcado em 2009, fez um lindo gol que abriu o placar. Já o meia, que estava sentindo muitas dores musculares, fez o terceiro.
- É ótimo que Robinho tenha encontrado o caminho do gol novamente. Foi o primeiro dele no ano e isso é importante. Como ele não estava marcando, muita gente estava pegando no pé dele. Mas felizmente agora ele está de volta – observou o galês Hughes em entrevista ao jornal “The Times”.
Sobre Elano, o treinador fez questão de exaltar a entrega do jogador.
- No vestiário, ele colocou muito gelo em seu corpo e disse como lutou para poder jogar (devido as dores). Ele foi abençoado e atuou muito bem.
Sob olhar de Dunga, Kaká também marca (de pênalti) nos 5 a 1 do Rubro-Negro, que alcança Juventus em pontos e supera rival no saldo de gols
Agência/Reuters
Inzaghi comemora após marcar
Em noite para lá de inspirada de Inzaghi, o Milan goleou o Torino por 5 a 1, no San Siro, e assumiu a vice-liderança do Campeonato Italiano . “Pippo” fez três dos gols do passeio milanista, com Kaká, de pênalti, e Ambrosini completando o marcador para o Rubro-Negro. Franceschini descontou para o Torino.
Com o resultado, o Milan chegou a 64 pontos e se igualou ao Juventus. O Rubro-Negro, entretanto, supera o rival no saldo de gols (30 a 27). As duas equipes estão dez pontos atrás do líder Inter de Milão. Já o Torino segue à beira da zona do rebaixamento, com 27 pontos.
Dunga vê jogo da tribuna
A partida contou com a presença ilustre do técnico da seleção brasileira, Dunga, que viajou à Itália especialmente para ver os atletas brasileiros em ação.
Jogando em casa, o Milan se impôs desde o início. O setor ofensivo foi formado por Pato e Inzaghi, com Kaká chegando de trás. Dida também foi titular e Ronaldinho ficou no banco (entrou no intervalo no lugar de Pato).
A primeira etapa terminou com vitória do Milan por 2 a 0. Se Inzaghi fez os gols, Beckham foi o garçom. O inglês fez o cruzamento para as duas cabeçadas que estufaram a rede do Torino.
No segundo tempo, coube a Ronaldinho servir Inzaghi que, desta vez, bateu firme na saída do goleiro. Com o show garantido, o veterano atacante foi sacado para dar lugar a Shevchenko. Pippo foi muito aplaudido.
Mesmo sem o goleador, o Milan continuou dominando. Ambrosini foi derrubado pelo goleiro Sereni e a arbitragem marcou pênalti. Kaká bateu com perfeição e fez 4 a 0.
O Torino ainda diminuiu com Franceschini, escorando após cobrança de escanteio, mas Ambrosini, nos acréscimos fez o quinto do Milan e fechou a goleada.
Confira a 32ª rodada completa:
Sábado
Genoa 0 x 1 Lazio
Juventus 1 x 1 Inter de Milão
Domingo
Roma 3 x 2 Lecce
Atalanta 0 x 1 Reggina
Cagliari 2 x 0 Napoli
Catania 2 x 0 Sampdoria
Palermo 4 x 1 Bologna
Siena 0 x 2 Chievo
Udinese 3 x 1 Fiorentina
Milan 5 x 1 Torino
Ex-zagueiro do São Paulo admite que mereceu ter sido expulso e pede desculpas a torcida do Fenerbahçe
Divulgação/Divulgação
Lugano e o rosto ferido após o clássico
As marcas
do clássico entre Fenerbahçe e Galatasaray no último
domingo, pelo Campeonato Turco, ficaram estampadas no
rosto do zagueiro uruguaio Lugano. O ex-são-paulino, um dos
pivôs da confusão no final da partida – que
terminou empatada em 0 a 0 -, levou uma unhada perto do
nariz.
– Acho que foi no momento da confusão. Não sei
quem foi, mas deve ter sido algum gato – disse Lugano, em tom
irônico, por telefone, de Istambul, ao GLOBOESPORTE.COM.
O jogador do Fener lamentou a briga generalizada e
pediu desculpas aos torcedores dos Canários.
– Não deveria ter acontecido aquilo. O jogo foi
até tranquilo, mas no final as coisas saíram do controle. O
clima no estádio estava muito pesado e em um lance acabei
levando um pisão e perdi o controle. Perdi o controle e acabou
acontecendo tudo isso. O meu cartão vermelho foi merecido e eu
peço desculpas a todos – afirmou Lugano, que foi expulso
juntamente com Semih, pelo Fener, e Arda Turan e Emre Asik, pelo Galatasaray.
Portugal ultrapassa a Turquia e volta a figurar entre as dez primeiras
Das agências de notíciasZurique
Agência/Reuters
A Espanha segue na ponta da ranking
Espanha, atual campeã europeia, segue liderando o ranking de seleções da Fifa, pelo nono mês consecutivo e com 300 pontos de vantagem sobre a Alemanha, segunda colocada. O Brasil mantém o quinto lugar, seguido pela Argentina.
A Fifa divulgou nesta quarta-feira sua classificação mensal, acrescentando o resultado de 52 partidas, sendo dez pelas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, 41 amistosas e outra de classificação para a Copa da Ásia.
A vitória da Espanha sobre a Inglaterra, por 2 a 0, em fevereiro consolida a liderança da equipe treinada por Vicente del Bosque no ranking, em que Portugal rouba o lugar da Turquia entre as dez primeiras colocadas. O Brasil, apesar de vencer a Itália, também por 2 a 0, continuou atrás da própria Azzurra, quarta colocada.
Elano e Robinho marcam e acabam com igualdade histórica no clássico: seleção brasileira agora tem seis vitórias contra cinco da Azzurra
Antes do jogo, o técnico da Itália, Marcello Lippi, avisou: o Brasil é a melhor seleção do mundo tecnicamente. E o italiano sofreu na pele com isso nesta terça-feira. Com golaços de Elano e Robinho, companheiros de Manchester City, e boa atuação, o time de Dunga venceu a Azzurra por 2 a 0 no Emirates Stadium, em Londres, e acabou com a igualdade que existia no clássico.
Agora, o Brasil tem seis vitórias contra cinco da Itália em 13 confrontos. A seleção brasileira soma 21 gols, contra 19 da atual campeã do mundo. As equipes vinham de dois empates: 3 a 3 no Torneio da França, em 1997, e 0 a 0 na final da Copa do Mundo de 1994, decidida nos pênaltis a favor do Brasil. O último triunfo tinha sido da seleção brasileira em 1989, por 1 a 0, em Bolonha.
Após pedalar e driblar Zambrotta, Robinho corre para comemorar o golaço contra a Itália
Para acabar com o empate histórico entre os dois últimos campeões do mundo, o time de Dunga contou com um dia inspirado de Elano e Robinho, autores de belos gols no primeiro tempo. O do camisa 10 do Manchester City teve direito até a pedalada, para delírio da torcida que lotou o estádio do Arsenal.
Sequência invicta da seleção
Data
Jogo
Competição
18/06/2008
Brasil 0 x 0 Argentina
Eliminatórias
07/09/2008
Chile 0 x 3 Brasil
Eliminatórias
10/09/2008
Brasil 0 x 0 Bolívia
Eliminatórias
12/10/2008
Venezuela 0 x 4 Brasil
Eliminatórias
15/10/2008
Brasil 0 x 0 Colômbia
Eliminatórias
19/11/2008
Brasil 6 x 2 Portugal
Amistoso
10/02/2009
Brasil 2 x 0 Itália
Amistoso
Com a vitória, o Brasil completou uma sequência de sete partidas sem perder. A última derrota foi em 15 de junho de 2008, 3 a 0 para o Paraguai. Depois, a equipe teve três empates de 0 a 0 e triunfos sobre Chile (3 a 0), Venezuela (4 a 0), Portugal (6 a 2) e agora Itália. O próximo jogo da seleção brasileira é no dia 29 de março, contra o Equador, em Quito, pelas eliminatórias.
Dunga, que espanta a sombra de Luiz Felipe Scolari com o resultado, surpreendeu ao escalar Felipe Melo, convocado pela primeira vez, como titular no meio-campo. Sem Kaká, machucado, o técnico optou ainda por Elano, que completou o setor com Gilberto Silva e Ronaldinho Gaúcho.
A formação deu certo. Felipe Melo teve bom desempenho, apesar da falta de entrosamento, e Elano acabou abrindo o placar. No ataque, Robinho desequilibrou ainda no primeiro tempo, com um golaço. Ronaldinho participou bem, principalmente na etapa inicial, mas Adriano não brilhou e saiu para a entrada de Alexandre Pato no segundo tempo.
Domínio brasileiro no primeiro tempo
Mas a história do jogo poderia ter sido diferente. Logo aos três minutos, Grosso recebeu lançamento de Pirlo em posição legal e tocou para o gol. Mas o juiz anulou a jogada, marcando impedimento, em lance difícil.
Clube anuncia em seu site que brasileiro não é mais o técnico do time. Scolari chegou em julho do ano passado aos Blues
Reproduçao/Site oficial
Site oficial do Chelsea anuncia a saída do técnico Luiz Felipe Scolari
Luiz Felipe Scolari não é mais técnico do Chelsea. O clube londrino anunciou nesta segunda-feira, em seu site oficial, que o treinador brasileiro está demitido. Felipão chegou aos Blues em julho do ano passado.
Contratado para levar o time a títulos importantes, como a Liga dos Campeões, Scolari caiu após o empate de 0 a 0 com o Hull City, sábado. O resultado acabou com a paciência da torcida, que chegou a fazer a campanha “Fora, Scolari”. O brasileiro deixa a equipe na quarta colocação do Campeonato Inglês, com 49 pontos, sete atrás do líder Manchester United.
Em seu site oficial, o Chelsea agradece a Felipão pelo tempo que ficou no clube e diz que sua passagem “trouxe muitos aspectos positivos” ao clube e que a direção “se sente triste que a relação acabou tão cedo”.
No comando dos Blues, Scolari não ganhou nenhum clássico: contra o Manchester United, empate de 1 a 1 e derrota de 3 a 0; derrota de 2 a 1 para o Arsenal; e fracassos de 2 a 0 e 1 a 0 para o Liverpool.
Decepcionada com o desempenho de Felipão, contratado após a última Eurocopa, a diretoria diz que a demissão é “para manter o desafio de conquistar os troféus que ainda estamos disputando e sentimos que a única opção era fazer as mudanças agora”.
O Chelsea anunciou ainda que está procurando um novo treinador e que o auxiliar Ray Wilkins ficará no comando temporariamente. A torcida dos Blues já tem um preferido: o italiano Gianfranco Zola, ídolo do clube e atual técnico do West Ham.
Polêmicas em pouco tempo
A passagem meteórica de Felipão pelo futebol inglês foi marcada por polêmicas. Após um início promissor, com uma goleada de 4 a 0 sobre o Portsmouth na estreia da Premier League e sorrisos da imprensa, Scolari começou a ter problemas com os jogadores e o russo Roman Abramovich, dono do clube.
O brasileiro foi apresentado oficialmente no dia 8 de julho de 2008, após ter deixado a seleção portuguesa. De bom humor, Felipão conquistou os jornalistas ingleses e parecia que viveria uma lua-de-mel com a torcida, empolgada com a chegada do técnico campeão do mundo com o Brasil em 2002.
Agência/Reuters
Felipão ficou com a corda no pescoço após derrotas em clássicos e fracassos em casa
Mas os problemas começaram logo no início, já que o Chelsea perdeu a disputa por Robinho para o Manchester City. Felipão recebeu de Abramovich a promessa de reforços em janeiro, na reabertura do mercado, mas a crise mundial afetou o russo, que deixou Scolari sem opções de contratações. O clube só contratou o português Quaresma, do Inter de Milão, por empréstimo.
As derrotas nos clássicos tiraram a paciência da torcida, assim como o fraco desempenho em casa. O apoio deu lugar a vaias e reclamações. No último jogo, contra o Hull, alguns torcedores levaram faixas de “Fora, Scolari” para as arquibancadas.
Conhecido por conseguir fazer “famílias” onde trabalha, o treinador não obteve a confiança total dos jogadores do Chelsea. Os jornais ingleses divulgaram várias crises de relacionamento entre Scolari e os atletas.