Gigante da Colina joga mal e é derrotado pelo Ceará por 2 a 0
Vasco joga mal no Maracanã, cai na vingança do Ceará e perde por 2 a 0 (Crédito: Paulo Sérgio)
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O Vasco, desfalcado de suas estrelas Carlos Alberto e Aloísio, além de seu artilheiro na Série B (nove gols) do Campeonato Brasileiro, Elton, viveu uma noite pesadelo nesta sexta-feira.
O time vascaíno jogou mal, foi derrotado pelo Ceará por 2 a 0, no Maracanã, perdeu a primeira como mandante da disputa (eram dez jogos, com sete vitórias e três empates) e vê a sua liderança ameaçada.
O Gigante da Colina, que estava invicto há sete jogos, segue em primeiro lugar, com 42 pontos, mas o Atlético-GO, que pega o Bragantino neste sábado, pode igualar a pontuação e ultrapassar a equipe carioca no número de vitória (cada um possui 12). Já o Vovô foi a 37 pontos e igualou-se ao Guarani, mas permanece em quatro devido aos critérios de desempate.
Confira no vídeo abaixo os gols da derrota vascaína no Maracanã
PRIMEIRO TEMPO
Em um primeiro tempo sonolento e truncado pelo árbitro Devarly Lira do Rosário (ES), o Vasco teve a chances real de abrir o placar logo na primeira das poucas oportunidades que criou: aos oito minutos, Enrico entrou livre na área adversário após passe do esforçado Adriano e chutou para fora.
Já o Ceará, que iniciou o confronto equilibrando as ações e marcando forte os donos da casa, aos poucos foi se encolhendo e não conseguia levar perigo, o que fez, aliás, somente no fim da etapa. Geraldo avançou pela esquerda do ataque e cruzou para Wellington Amorim que, aos 42 minutos, desviou de peixinho rente à trave direita de Fernando Prass.
SEGUNDO TEMPO
A etapa final manteve a história desenhada na inicial: o Gigante da Colina tomando a iniciativa do confronto, mas sem conseguir criar boas chances. Por sua vez, o Vovô congestionou o meio-de-campo e avançava em algum contra-ataque, mas também sem muita imaginação.
Mas um personagem surgiu para mudar a trama, pior para o torcedor vascaíno. O zagueiro Vilson, aos cinco minutos, quase fez contra ao cortar jogada de Mota; aos 14 minutos, ele recebeu no ataque e desperdiçou bom lance. Aos 17 minutos, o defensor perdeu bola para Jorge Henrique e ela bola chegou em Wellington Amorim, que fez Ceará 1 a 0 sobre o Vasco.
O Gigante da Colina partiu para o ataque, mas seguiu sem conseguir ser objetivo. E o Vovô aproveitou para devolver o resultado do confronto de ida, quando perdeu por 2 a 0 em casa. Jorge Henrique fez cruzamento rasteiro pela esquerda do ataque e Mota, aos 40 minutos, fechou o placar.
PRÓXIMA RODADA
O Vasco volta a campo no próximo sábado, dia 5 de setembro, às 16h10, para enfrentar o Atlético-GO, no Serra Dourada, em Goiânia (GO). Já o Ceará, no mesmo dia e no mesmo horário recebe o Bahia, no Castelão, em Fortaleza (CE).
FICHA TÉCNICA:
VASCO 0 X 2 CEARÁ
Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 28/8/2009 – 21h
Árbitro: Devarly Lira do Rosário (ES)
Auxiliares: Katiuscia Mayer Berger Mendonça (Fifa-ES) e Antônio Carlos de Oliveira (ES)
Renda/público: R$ 399.758,00 / 25.360 pagante e 27.450 presentes
Cartões amarelos: Adriano, Philippe Coutinho e Souza (VAS); Careca, Heleno, Jorge Henrique e Anderson (CEA)
VASCO: Fernando Prass, Paulo Sérgio, Vilson, Gian e Ramon; Mateus, Souza, Enrico (Philippe Coutinho, 24′/2°T) e Alex Teixeira; Adriano (Robinho, 31′/2°T) e Alan Kardec (Rodrigo Pimpão, 16′/2°T). Técnico: Dorival Júnior.
CEARÁ: Lopes, Boiadeiro, Erivelton, Anderson e Fábio Vidal (Jorge Henrique, 15′/2°T); Heleno, João Marcos, Careca e Geraldo (Esley, 42′/2°T); Wellington Amorim (Misael, 36′/2°T) e Mota. Técnico: Paulo César Gusmão.
Após um jogo conturbado e disputado em Taguatinga, contra o Brasiliense, o Vasco trouxe na mala problemas para o técnico Dorival Júnior. Aloísio, que substituiu Elton na terça-feira, sofreu um traumatismo craniano, seguido de interrupção das vias respiratórias – causada por um chiclete -, não joga. O atacante passa bem, mas fica fora por uma semana. Carlos Alberto, com uma entorse no tornozelo direito, também desfalca o time. É assim, modificado, que o Vasco enfrenta o Ceará, nesta sexta-feira, às 21h, no Maracanã.
O Gigante da Colina continua na liderança da Série B, com 42 pontos, três a mais que o Atlético-GO, e firme no caminho do acesso à Primeira Divisão. Embalado também está o Ceará. No G4, o time do técnico PC Gusmão, tem 34 pontos, na quarta colocação.
Montar a equipe que entra em campo a cada rodada não tem sido tarefa fácil para Dorival Júnior. Agora, como se não bastasse a ausência de Elton, que recebeu um pisão no pé direito, na partida contra o Ipatinga, o treinador não conta com o substituto imediato, Aloísio. Carlos Alberto, rotineiramente caçado pelos marcadores, emfim sucumbiu à uma lesão. Em vista da situação do setor ofensivo, Adriano começa jogando e, pela primeira vez, será o protagonista do ataque cruzmaltino. Em nove jogos pelo Vasco, ele já marcou quatro gols. Ao seu lado, entra Alan Kardec, que volta de três jogos preparatórios da Seleção Brasileira sub-20, visando ao Mundial do Egito.
- Teremos um jogo dificílimo, daqueles que valem seis pontos para buscarmos a classificação. Espero que o nosso torcedor compareça, acredite e, acima de tudo, apoie – pediu o comandante Dorival Júnior.
Problemas na frente, mudança na defesa. Ramon, que voltou a ser o jogador importante do começo do ano, marcando inclusive o gol da vitória contra o Brasiliense, dá luga a Ernani.
O Ceará vai ao Maracanã tentar defender sua posição no G4 e, apesar de pegar o líder da competição, o técnico PC Gusmão não se intimida com o palco do jogo.
- Sabemos da nossa qualidade e temos condições de nos manter no G-4, por isso o time está focado no nosso objetivo, que é chegar no Maracanã e conseguir um resultado positivo. Estamos acostumados a enfrentar grandes jogos e o objetivo das duas equipes será o mesmo, que é a vitória – disse o técnico do Vovô, ao site oficial do clube.
Vindo de um empate ruim em casa com o Juventude, o Ceará contará com a volta de Lopes e Careca, que cumpriram suspensão automática na rodada passada. Já Michel segue em tratamento no departamento médico.
FICHA TÉCNICA:
VASCO x CEARÁ
Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 28/8/2009 – 21h (horário de Brasília)
Árbitro: Devarly Lira do Rosário (ES)
Auxiliares: Katiuscia Mayer Berger Mendonça (FIFA – ES)
Antônio Carlos de Oliveira (ES)
VASCO: Fernando Prass, Paulo Sérgio, Vilson, Gian e Ernani; Mateus, Souza, Enrico e Alex Teixeira; Adriano e Alan Kardec. Técnico: Dorival Júnior.
CEARÁ: Lopes, Boiadeiro, Erivelton, Anderson e Fábio Vidal; João Marcos, Jorge Henrique, Careca e Geraldo; Wellington Amorim e Mota. Técnico: PC Gusmão
Artilheiro do Brasileirão, Imperador é chamado pela primeira vez desde que deixou o Inter de Milão. Volante Lucas também retorna
GLOBOESPORTE.COM/GLOBOESPORTE.COM
Adriano volta a ter chance na seleção
Adriano está de volta à seleção brasileira . O técnico Dunga divulgou nesta quinta-feira a lista de convocados para os jogos contra Argentina e Chile, pelas eliminatórias para a Copa de 2010, com a presença do Imperador do Flamengo .
O jogo contra os argentinos será no dia 5 de setembro, em Rosário. A partida diante dos chilenos está marcada para o dia 9 de setembro, no Estádio do Pituaçu, em Salvador.
A última vez que Adriano jogou pela seleção brasileira foi em fevereiro, na vitória por 2 a 0 sobre a Itália, em amistoso disputado em Londres. Depois disso, o Imperador chegou a ser convocado para os jogos contra Equador e Peru, pelas eliminatórias, mas não entrou em campo (ficou no banco contra os peruanos, dia 1º de abril e, depois do jogo, foi direto para o Rio de Janeiro e não se reapresentou ao Inter de Milão – semanas mais tarde, ele rescindiu seu contrato com o clube italiano).
De volta ao Flamengo, Adriano aos poucos recuperou a boa forma. Atualmente, é o artilheiro do Campeonato Brasileiro, com dez gols, ao lado de Marcelinho Paraíba, do Coritiba , e Val Baiano, do Barueri . O Imperador toma a vaga de Diego Tardelli na seleção. O atleticano havia sido convocado para o amistoso contra a Estônia, semana passada, mas ficou fora desta vez.
Outra novidade é a volta do volante Lucas à lista de convocados. O jogador, que não atuava pela seleção há quase um ano (10 de setembro de 2008, empate por 0 a 0 com a Bolívia, no Rio), vem sendo titular no Liverpool neste início de temporada europeia. Lucas entra na vaga de Kleberson, do Flamengo, que sofreu uma cirurgia no ombro.
Na lateral esquerda, Filipe Luís, do La Coruña, ganha nova chance de Dunga. O jogador, que foi convocado pela primeira vez na partida passada, contra a Estônia, porque o lesionado Marcelo foi cortado, será uma vez mais a sombra de André Santos. No gol, Victor, do Grêmio , foi o chamado da vez para a reserva de Julio César. Contra a Estônia, Gomes, do Tottenham, havia sido o dono da camisa 12, mas sofreu uma lesão e ficará até seis semanas fora.
Lateral Marcelo é a outra novidade para amistoso contra a Estônia
Diego Tardelli é vice-artilheiro do Brasileirão, com oito gols (Crédito: Tom Dib)
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O técnico da Seleção Brasileira, Dunga, divulgou nesta terça-feira, na sede da CBF – Zona Oeste do Rio -, a lista de 22 jogadores convocados para o amistoso do dia 12 de agosto contra a Estônia, em Tallin.
O atacante Diego Tardelli, do Atlético Mineiro, é a grande surpresa da lista. O lateral-esquerdo Marcelo, do Real Madrid, é a outra novidade em relação ao grupo que conquistou a Copa das Confederações.
Entre os campeões, o atacante Alexandre Pato (Milan) e o lateral-esquerdo Kléber (Internacional) não foram chamados, assim como Victor (Grêmio), pois Dunga chamou apenas dois goleiros.
Esta partida do Brasil é a última antes do clássico contra a Argentina, dia 6 de setembro, em Rosário, pelas Eliminatórias. Três dias depois, a Seleção recebe o Chile em Pituaçu/BA.
Confira abaixo a lista completa de convocados:
GOLEIROS
Julio Cesar (Internazionale/ITA)
Gomes (Tottenham/ING)
ZAGUEIROS
Juan (Roma/ITA)
Lucio (Internazionale/ITA)
Luisão (Benfica/POR)
Miranda (São Paulo)
LATERAIS
Maicon (Internazionale/ITA)
André Santos (Fenerbahçe/TUR)
Daniel Alves (Barcelona/ESP)
Marcelo (Real Madrid/ESP)
Seleção Brasileira vira o jogo e vence os EUA por 3 a 2
Luis Fabiano marcou dois gols e foi um dos destaques (Crédito: EFE)
A Seleção Brasileira passou por um susto no primeiro tempo, chegou a estar perdendo por 2 a 0, mas virou o jogo e conquistou o título da Copa das Confederações ao vencer os Estados Unidos por 3 a 2, neste domingo, na África do Sul.
Na primeira etapa, um time irreconhecível, dominado facilmente pelos americanos. A Seleção entrou no segundo tempo com espírito renovado e bom futebol. Os americanos não aguentaram a pressão.
> 1º TEMPO
TIROS NO ESCURO
A Seleção Brasileira começou atacando, insistindo nos cruzamentos com Maicon, pela direita. As tentativas poderiam ter resultado em gols, caso Maicon olhasse para a área e não para a bola, antes de cruzar. Os cruzamentos saíam fortes ou paravam na cebaça de um zagueiro americano.
SURPRESA!
O Brasil, que antes da partida pregava calma para sair nos contra-ataques, provou do próprio veneno. Aos 10 minutos, cruzamento rasteiro pela esquerda, Dempsey surgiu livre no meio da área brasileira. Com um toque fraco, leve e despretensioso, em falha de posicionamento da defesa, o americano abriu o placar: 1 a 0.
INOFENSIVOS
O Brasil dominava a posse de bola, Robinho buscou jogo nos dois lados do campo mas não conseguia tabelar e as jogadas não funcionavam.
VOLANTE ACORDA O TIME
O primeiro chute realmente perigoso do Brasil saiu dos pés do volante Felipe Melo. Aos 24 minutos, um potente chute de fora da área. O goleiro Howard, um dos destaques americanos, defendeu.
Dois minutos depois, Kaká fez boa jogada e deixou Maicon perto do gol. Mais uma vez o goleirão americano salvou.
TIRANDO DOCE DE CRIANÇA
Aos 27, os americanos armaram um contra-ataque contra apenas dois marcadores brasileiros, Ramires era o último homem. Donovan não precisou fazer esforço para se livrar do meia, ficar de frente para o goleiro Julio Cesar e marcar. 2 a 0 EUA.
CORRENDO ATRÁS DO PREJUÍZO
A Seleção Brasileira começou a mostrar vestígios de bom futebol. 34 minutos, Robinho achou André Santos pela esquerda, o lateral chutou bem mas o goleiro americano defendeu.
O Brasil insistia mas não penetrava na área dos Estados Unidos.
Nos acrécimos, a última tentativa de gol: cruzamento rasteiro de Maicon, Luis Fabiano por pouco não empurrou a bola para dentro do gol.
> 2º TEMPO
DÁ PARA RECUPERAR
Logo no início do segundo tempo, Maicon tocou para Luis Fabiano que recebeu na área, girou o corpo e chutou sem chances para o goleiro Howard. 2 a 1.
UM NOVO BRASIL
A Seleção Brasileira voltou do intervalo com o sinal de alerta ligado, o que rapidamente gerou benefícios.
Com 12 minutos, Lúcio, de cabeça, quase empatou. O goleiro espalmou, a bola sobrou para Gilberto Silva que mandou do outro lado do Oceano Atlântico.
BUSCANDO A BOLA QUASE NO FUNDO DA REDE
Três minutos depois, Kaká tentou de cabeça, o goleiro tirou a bola dentro do gol. Os brasileiros pediram a confirmação. O juíz mandou seguir o lance. Dessa vez, desligaram a TV.
LÚCIO, O CÉREBRO DO TIME
Aos 25, Lúcio deixou Luis Fabiano na cara do gol, o goleiro Howard evitou o empate brasileiro antes do Fabuloso chutar.
HAJA CORAÇÃO!
29 minutos, Kaká recebeu na esquerda, pedalou, cruzou, Robinho sozinho perdeu um gol inacreditavel, chutando no travessão, a bola sobrou para o iluminado Luis Fabiano que, de cabeça, conseguiu balançar a rede. 2 a 2.
O Brasil voltou a ser o Brasil e seguiu insistindo. Aos 36, Robinho chutou por cima do gol.
LÚCIO, O CAMISA 9
Com o jogo nas mãos, o gol era questão de tempo. 39 minutos, cruzamento de Elano, Lúcio foi no 5º andar e fez o gol da virada: 3 a 2 para o Brasil.
BRASIL: Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos (Daniel Alves, 21′/2ºT); Gilberto Silva, Felipe Melo, Ramires (Elano, 22′/2ºT) e Kaká; Robinho e Luis Fabiano. Técnico: Dunga.
ESTADOS UNIDOS: Howard, Spector, Onyewu, Bocanegra e DeMerit; Clark, Feilhaber (Kljestan 30′/2ºT), Dempsey e Donovan; Altidore (Bornstein, 30′/2ºT) e Davies. Técnico: Bob Bradley.
Contestado, técnico tenta redenção com caneco da Copa das Confederações
Dunga divide opiniões (Crédito: Reuters)
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O técnico Dunga pode conquistar neste domingo, contra os Estados Unidos, em Johanesburgo, seu segundo título à frente da Seleção. O caneco da Copa das Confederações é o carimbo definitivo para o treinador voltar à África do Sul no ano que vem, desta vez para a Copa do Mundo.
Contratado após o fracasso brasileiro no Mundial de 2006, Dunga chegou ao cargo questionado. Em sua primeira competição, não decepcionou: comandou a Seleção na conquista da Copa América de 2007, com direito a vitória por 3 a 0 sobre a Argentina na decisão.
Ainda assim, o treinador seguiu contestado. Agora, no entanto, tem a chance de calar os críticos e assegurar de vez sua permanência no cargo. O segredo para o sucesso, segundo ele, é a seriedade dentro do grupo brasileiro:
- Não posso reclamar. Todos (os jogadores) têm postura exemplar, bom comportamento e a briga por vaga no time titular é sadia.
Para a decisão contra os EUA, a Seleção manterá o time que bateu a África do Sul na semifinal. A única mudança possível é a entrada de Daniel Alves improvisado na lateral esquerda, no lugar de André Santos. Assim como Kleber, o jogador do Corinthians não convenceu.
Já os Estados Unidos terão desfalque certo: o apoiador Bradley, expulso na vitória sobre a Espanha, pela semifinal. Seu substituto deve ser o brasileiro naturalizado americano Benny Feilhaber, que não escondeu a emoção por enfrentar seu país natal.
- Estar na decisão já torna esse dia ainda mais especial. Mas enfrentar o país em que eu nasci provoca emoções a mais – afirmou o jogador em entrevista ao site da Fifa.
FICHA TÉCNICA:
ESTADOS UNIDOS X BRASIL
Estádio: Ellis Park, Johanesburgo (AFS)
Data/hora: 28/6/2009 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Martin Hansson (SUE)
Auxiliares: Henrik Andren (SUE) e Fredrik Nilsson (SUE)
ESTADOS UNIDOS: Howard, Spector, Onyewu, Bocanegra e DeMerit; Feilhaber (Beasley), Clark, Dempsey e Donovan; Davies e Altidore. Técnico: Bob Bradley.
BRASIL: Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos; Felipe Melo, Gilberto Silva, Ramires e Kaká; Robinho e Luis Fabiano. Técnico: Dunga.
Joel até complica, mas Seleção se garante na final
No fim, Daniel Alves marca gol da vitória sobre África do Sul
Kaká disputa bola durante a semifinal (Crédito: EFE)
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Joel Santana cumpriu a promessa de dificultar a vida da Seleção: somente aos 42 minutos do segundo tempo, o Brasil marcou o gol da vitória por 1 a 0 sobre a África do Sul, nesta quinta-feira, em Johanesburgo, pela semifinal da Copa das Confederações. Daniel Alves foi o heroi da partida.
A decisão contra os Estados Unidos acontece no domingo, às 15h30 (de Brasília), em Johanesburgo. Mais cedo, África do Sul e Espanha se enfrentam em Rustenburg pelo terceiro lugar da competição.
A prometida ofensividade de Joel não se concretizou – para a sorte dos sul-africanos. O técnico armou sua equipe na defesa, mas pensou também no ataque. Posicionou bem os apoiadores Pienaar e Tshabalala para os contragolpes.
Os brasileiros reagiram como de costume diante de retrancas: foram quase inofensivos. Os laterais André Santos e Maicon não tiveram espaços para subir. Ramires esteve perdido na ponta direita – posição muito bem ocupada por Kaká contra a Itália, dias antes.
A Seleção dependia de momentos de genialidade para chegar com perigo. Aos 15 minutos, Luis Fabiano ajeitou de letra para Ramires, que não pegou bem na bola. Enquanto isso, os sul-africanos assustavam nos chutes de longe.
A sorte também estava ao lado dos anfitriões. Aos 12 do segundo tempo, Modise arriscou de fora da área, a bola desviou em Luisão e se encaminhou para o canto esquerdo de Julio Cesar. O goleiro, no entanto, salvou com incrível defesa.
Apático, Dunga viu seu time tocar, tocar e tocar a bola. Sem qualquer mudança tática, a Seleção parecia entregue à retranca de Joel. Brilhou, então, a estrela do técnico, que tirou André Santos para improvisar Daniel Alves na esquerda.
O lateral do Barcelona não fez muito na nova posição. Mas, quando teve a chance, decidiu o jogo. Aos 42, Daniel cobrou falta com precisão, no ângulo esquerdo de Khune e garantiu a vitória brasileira.
FICHA TÉCNICA:
ÁFRICA DO SUL 0 X 1 BRASIL
Estádio: Ellis Park, Johanesburgo (AFS)
Data/hora: 25/6/2009 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Massimo Busacca (SUI)
Auxiliares: Matthias Arnet (SUI) e Francesco Buragina (SUI)
Cartões amarelos: Masilela (AFS); Felipe Melo, André Santos, Daniel Alves (BRA)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Daniel Alves, 41′/2ºT
ÁFRICA DO SUL: Khune, Gaxa, Mokoena, Booth e Masilela; Dikgacoi, Mhlongo, Pienaar (Van Heerden, 47′/2ºT) e Tshabalala (Mashego, 46′/2ºT); Modise (Mphela, 46′/2ºT) e Parker. Técnico: Joel Santana.
BRASIL: Julio César, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos (Daniel Alves, 36′/2ºT); Felipe Melo, Gilberto Silva, Ramires e Kaká; Robinho e Luis Fabiano (Kleberson, 46′/2ºT). Técnico: Dunga.
A Seleção Brasileira entra no campo do Estádio Ellis Park de Johanesburgo nesta quinta-feira, às 15h30 (de Brasília), para tentar confirmar seu favoritismo diante da África do Sul, pela semifinal da Copa das Confederações.
O confronto marcará o duelo de dois treinadores que já trabalharam juntos: Joel Santana comandou o então volante Dunga no Vasco em 1987.
O treinador do Brasil acredita que o jogo será uma festa para a torcida da casa, mas cobrou seus jogadores para que a zebra não apareça como na outra semifinal, em que os Estados Unidos derrotaram a Espanha por 2 a 0.
- Eles jogam em casa, chegarão motivados e já fizeram uma boa partida contra a Espanha. Mas estamos preparados para enfrentar uma equipe com características muito próprias do futebol africano, que atua em velocidade e chegou aqui por méritos próprios – afirmou Dunga.
O Brasil, que ainda não levou cartão amarelo na competição, conta com apenas o desfalque do zagueiro Lúcio, lesionado.
Já os anfitriões não poderão contar com o volante Sibaya, suspenso com dois cartões amarelos. Tshabalala jogará em seu lugar.
O técnico Joel Santana, que chegou a pedir todo o apoio possível da torcida sul-africana com as suas vuvuzelas (cornetas), acredita que sua seleção tem chances para superar os pentacampeões do mundo.
- Entraremos em campo sabendo que futebol é futebol, e por isso pode acontecer qualquer coisa. Nós faremos todo o possível para jogar bem contra o Brasil, sem medo e para criar espetáculo, que é do que se trata – garantiu.
FICHA TÉCNICA:
ÁFRICA DO SUL X BRASIL
Estádio: Ellis Park, Johanesburgo (AFS) Data/hora: 25/6/2007 – 15h30 (de Brasília) Árbitro: Massimo Busacca (SUI) Auxiliares: Matthias Arnet (SUI) e Francesco Buragina (SUI)
ÁFRICA DO SUL: Khune, Gaxa, Mokoena, Booth e Masilela; Dikgacoi, Mhlongo, Pienaar e Tshabalala; Modise e Parker. Técnico: Joel Santana.
BRASIL: Julio César, Maicon, Lúcio, Miranda (Luisão) e André Santos; Felipe Melo, Gilberto Silva, Ramires e Kaká; Robinho e Luís Fabiano. Técnico: Dunga.
No aniversário de 39 anos do tri, time de Dunga goleia Azzurra com três gols no primeiro tempo e fica em primeiro no Grupo B. Rival está fora
Toques rápidos, contra-ataques mortais, equilíbrio entre os setores. No dia do 39º aniversário da conquista do tricampeonato mundial, a seleção brasileira atropelou novamente a Itália neste domingo, venceu por 3 a 0 e garantiu o primeiro lugar do Grupo B da Copa das Confederações. Assim, vai enfrentar a África do Sul, treinada por Joel Santana, na semifinal, quinta-feira, às 15h30m, em Joanesburgo. A Azzurra, atual campeã mundial, está eliminada.
Ramires, Robinho, Kaká e Luis Fabiano comemoram o terceiro gol da seleção Brasileira
O time de Dunga precisou de apenas 45 minutos para liquidar a partida. Luís Fabiano, duas vezes, e Dossena, contra, marcaram os gols, ainda no primeiro tempo. Ramires, Maicon e André Santos foram bem contra os Estados Unidos e acabaram mantidos no time titular, nos lugares de Elano, Daniel Alves e Kleber. O zagueiro Juan começou jogando, mas saiu sentindo dores ainda na etapa inicial para a entrada de Luisão e pode ser problema para a semifinal.
Com a derrota, a seleção italiana fica com três pontos, empatada com o Egito e Estados Unidos. Mas os americanos, que venceram os egípicios por 3 a 0, avançam pelos critérios de desempate (número de gols pró melhor do que o da Azzurra: 4 a 3). Assim, os Estados Unidos vão enfrentar a Espanha na semifinal, quarta-feira, em Bloemfontein.
Brasil e Espanha são as únicas seleções com 100% de aproveitamento nas três primeiras rodadas, mas a Fúria não sofreu nenhum gol. As duas entram como favoritas para irem à final do próximo domingo, no Ellis Park.
Contra a Azzurra, a seleção mostrou que não sabe atacar apenas pelo lado direito. Dois gols nasceram pela esquerda e o time demonstrou mais equilíbrio entre os lados. Tanto que Robinho, no segundo tempo, trocou com Ramires e passou a jogar pela direita, confundindo os italianos.
A etapa inicial foi dominada pelo Brasil, que teve 56% da posse de bola, chutou nove vezes, acertou duas na trave e marcou três vezes. A Azzurra não sofria três gols no primeiro tempo desde 1957, em uma partida contra a Iugoslávia. Em Pretória, a Itália foi a primeira a ir ao ataque. Aos três, Camoranesi cruzou e Lúcio cortou de carrinho. Um minuto depois, Pirlo chutou de longe e a zaga colocou para escanteio. A partir daí, só deu o time de Dunga.
Setor mais famoso da Itália, a defesa colaborou com o Brasil, que soube aproveitar as falhas dos italianos. Aos cinco, Cannavaro errou a saída de bola, Luís Fabiano ficou com ela e tocou para Ramires na área, que acertou a quina do travessão. Em seguida, foi a vez de Chiellini falhar em um cruzamento. Robinho dominou e rolou para Kaká bater em cima de um defensor. A pressão continou. O camisa 11 roubou outra bola pela direita e deu para o novo craque do Real Madrid, que achou Luís Fabiano na área. O Fabuloso, marcado por dois, ainda deu um toquinho na bola, mas Buffon salvou.
A seleção continuou bem, na defesa e no ataque. Felipe Melo se destacava no meio-campo como ladrão de bolas. Maicon, que ganhou a vaga de titular após a bela atuação contra os Estados Unidos, era a principal arma pela direita. Na esquerda, André Santos acatou a orientação de Dunga e passou a atacar mais também, com Gilberto Silva recuando para atuar ao lado de Lúcio e Juan. Boas opções, os laterais foram os jogadores brasileiros que mais tocaram na bola no primeiro tempo.
Dunga foi obrigado a mudar o time aos 23. Juan, atleta que mais reclamou de cansaço desde o início da concentração em 1o de junho, sentiu dores na coxa esquerda após um carrinho e foi substituído por Luisão. Três minutos depois, a Itália teve a principal chance: Camoranesi arriscou de fora da área e assustou Julio César, pelo alto.
Brasil responde sem perdão
A resposta brasileira foi rápida e perigosa, com Lúcio. Aos 32, o zagueiro recebeu de Ramires na área e chutou cruzado, a bola tocou em Cannavaro e foi na trave. Em seguida, o capitão dominou após escanteio e bateu forte para bela defesa de Buffon.
O gol finalmente saiu aos 37. Um gol não, logo três em sequência: aos 37, 43 e 45. No primeiro, Maicon arriscou de longe, a bola foi fraca e ficou nos pés de Luis Fabiano, que virou sozinho na área e bateu sem chances para Buffon. Seis minutos depois, contra-ataque mortal pela esquerda. Robinho arrancou, tocou para Kaká, que tentou devolver para o ex-santista na área, mas a bola passou direto e sobrou para o Fabuloso tocar e marcar o segundo: 2 a 0, o terceiro do atacante na Copa das Confederações, empatando com os espanhóis Fernando Torres e David Villa no topo da artilharia.
Agência/Reuters
Luis Fabiano vibra após marcar o segundo gol na vitória do Brasil sobre a Itália
O terceiro gol contou com ajuda italiana. Kaká lançou Robinho do meio, ele avançou pela esquerda e viu Ramires sozinho na área. O camisa 11 tentou tocar para o ex-cruzeirense, mas Dossena deu um carrinho e colocou a bola dentro do próprio gol: 3 a 0 para o Brasil.
O contra-ataque continuou sendo a arma mais perigosa da seleção no segundo tempo. Com 3 a 0 no placar, a Itália começou querendo ir para cima do time de Dunga, mas de forma desordenada. Abriu espaços e viu os brasileiros arrancarem em velocidade. Principalmente Robinho, que não ficou preso só pela esquerda. Aos 10, arrancou pela direita e bateu forte, para fora.
Com medo de ser eliminada, a Azzurra passou a arriscar mais e Julio César começou a trabalhar. Aos 18, Rossi chutou de longe e o goleiro fez grande defesa. Dois minutos depois, Gilardino chutou com perigo, dentro da área, e o camisa 1 defendeu de novo. Mais um minuto, Pepe tabelou com Rossi e tentou de voleio, para o ex-flamenguista voltar a salvar o Brasil.
No contra-ataque, o time de Dunga deu a resposta. Robinho, deslocado para a direita, deu para Kaká no meio, que chutou de longe e a bola saiu perto da trave de Buffon. A Itália teve sua melhor chance de descontar aos 30: Julio César saiu da área para disputar uma bola com Gilardino, perdeu, mas o ataque italiano demorou a chutar e a zaga brasileiro afastou.
A Itália continuou a pressão nos minutos finais. Ela precisava apenas de um gol para mudar o quadro, passar os Estados Unidos e avançar às semifinais, mas Julio César continuou bem, assim como toda a defesa, e o Brasil evitou o gol salvador italiano. No fim, a derrota mandou a campeã mundial para casa mais cedo.
Ficha técnica:
BRASIL 3 x 0 ITÁLIA
Júlio César, Maicon, Lúcio, Juan (Luisão) e André Santos; Gilberto Silva (Kleberson), Felipe Melo, Ramires (Josué) e Kaká; Robinho e Luís Fabiano.
Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Dossena; De Rossi, Montolivo (Pepe) e Pirlo; Camoranesi, Iaquinta (Rossi) e Toni (Gilardino).
Técnico: Dunga.
Técnico: Marcello Lippi.
Gols: Luis Fabiano, aos 37 e 43, e Dossena (gol contra) 45 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Chiellini e Dossena (Itália)
Estádio: Loftus Versfeld, em Pretória (África do Sul). Data: 21/06/2009. Árbitro: Benito Archundía (MEX). Auxiliares: Marvin Torrentera (MEX) e Hector Vergara (CAN)
Seleção de Dungaenfrenta aAzzurra no aniversário do Tri
Pelé sobe, momentos antes de marcar o gol de cabeça, que abriu caminho para goleada do Brasil em 1970 (Crédito: EFE)
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Precisando apenas de um empate para garantir o primeiro lugar do Grupo B da Copa das Confederações, a SeleçãoBrasileira enfrenta a Itália neste domingo, em Pretória. A data marca ainda o aniversário da conquista do Tri mundial, em 1970, quando a equipe nacional goleou a Azzurra por 4 a 1.
A Itália tem trazido boas recordações aos brasileiros. A Seleção não perde para a Azzurra há 27 anos. Foram quatro confrontos, com dois empates e duas vitórias. Um destes empates foi o resultado mais comemorado. Em 1994, após 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, o Brasil bateu a Itália por 3 a 2 nos pênaltis e levantou o tetra.
- A maior lembrança foi ter subido para levantar o troféu. Desde menino, a nossa geração não viu o Brasil ser campeão do mundo e ali foi a realização de um sonho de uma geração e também lembro da comemoração após o jogo. Tudo isso fica na memória – disse Dunga.
O técnico da Seleção nunca perdeu para a Itália. Como jogador, venceu um amistoso em 1989 e empatou em 1994 e 97. Já no comando do Brasil, venceu amistoso disputado em fevereiro em Londres.
Para a partida, Dunga deve voltar a escalar a equipe que derrotou o Egito, na estreia da Copa das Confederações. Ou seja, voltam à equipe o lateral Kléber, os zagueiros Lúcio e Juan, além do apoiador Elano. André Santos, Miranda, Luisão e Ramires, que começaram o jogo contra os Estados Unidos, ficam no banco.
Do lado italiano, a intenção é lembrar da vitória em 1982. Naquela oportunidade, a Azzurra precisava da vitória para avançar às semifinais da Copa do Mundo, enquanto ao Brasil bastava um empate. Os italianos, com três gols de Paolo Rossi, levaram a melhor por 3 a 2 e acabaram campeões.
O técnico Marcello Lippi fez diversas experiências no treino. Testou os laterais Santon e Dossena, o volante Palombo e o apoiador Montolivo. No entanto, deve fazer apenas uma mudança no time, depois da derrota para o Egito: o atacante Toni será titular na vaga de Quagliarella.
- Fomos chamados de múmias, depois de perder para o Egito. Mas até as múmias, às vezes, saem de suas bandagens. Esta equipe tem muita vontade de vencer e vamos lutar até o fim – respondeu o treinador.
Mesmo que a Azzurra não se classifique, um jogador terá motivos para festejar. O zagueiro e capitão Cannavaro completará 126 jogos com a camisa da Itália, igualando o recorde que pertence a Maldini.
FICHA TÉCNICA:
BRASIL X ITALIA
Estádio: Loftus Versfeld, em Pretória (AFS)
Data/horário: 21/06/2009, às 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Benito Archundia (Fifa-MEX)
Assistentes: Marvin Torrentera (Fifa-MEX) e Hector Vergara (Fifa-CAN)
ITÁLIA: Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Grosso; De Rossi, Gattuso e Pirlo; Iaquinta, Rossi e Toni. Técnico: Marcello Lippi.
BRASIL: Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Kléber; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Kaká; Robinho e Luis Fabiano. Técnico: Dunga.
Seleção mostra nova cara e acaba com o jogo no 1º tempo
Seleção Brasileiro dominou o jogo e poderia ter feito mais gols (Crédito: EFE)
A Seleção Brasileira venceu os Estados Unidos por 3 a 0 sem dificuldades e garantiu posição confortável no Grupo B da Copa das Confederações. A vitória praticamente garantiu a Seleção nas semifinais. Basta um empate da Itália, logo mais contra o Egito, para que o passaporte seja carimbado.
Com um time modificado (entraram Maicon, Miranda, André Santos e Ramires), o time brasileiro adotou uma postura mais ofensiva, apostou nas jogadas pelas ponta e se deu bem, conseguindo penetrar com facilidade na frágil defesa americana.
As quatro novidades estiveram entre os destaques do jogo. Miranda foi ajudado pela boa atuação de Lúcio, Maicon participou da maioria dos lances de ataque, André Santos, pouco exigido, não comprometeu quando foi acionado e Ramires deu nova mobilidade ao meio-de-campo.
1º TEMPO
BRIGA ENTRE LEÕES
Ramires mostrou seu característico vigor físico logo nos primeiros minutos, sendo parado apenas com falta em dois lances pelo raçudo volante Bradley, que raramente perdia um lance, seja na bola, seja na falta.
PRIMEIRO BOMBARDEIO NA ÁREA AMERICANA
Aos dois minutos, o primeiro de inúmeros cruzamentos de Maicon. Luis Fabiano estava na área pronto para receber. No entanto, o goleiro foi mais esperto.
O Brasil mostrou que não estava para brincadeiras e, logo aos 7 minutos abriu o placar. Excelente cruzamento de Maicon encontrou Felipe Melo que, de cabeça, marcou. 1 a 0 .
LÚCIO ABSOLUTO
Na defesa, o Brasil mostrou segurança. Lúcio ganhava todas e Miranda pouco tocou na bola. Lúcio chegou a tirar uma bola de calcanhar.
BRILHA O TALENTO BRASILEIRO
Kaká entra no jogo e, aos 13 minutos, pedala, chega na área mas o cruzamento é interrompido pela zaga.
Aos 18, o primeiro lance ofensivo americano. Foi pouco. Um minuto depois, em rápido contra-ataque brasileiro, Kaká, em passe magistral, deixa Ramires livre para seguir com a bola até a área. O volante, ex-Cruzeiro, toca para Robinho que faz o segundo, sozinho na área. 2 a 0 .
O Brasil não caiu de produção e manteve a força ofensiva. Aos 22 Kaká quase marcou um golaço, carregando a bola do círculo central, entrando na área mas chutando para fora.
No fim do primeiro tempo Robinho fez um show particular. Gingou, botou dois zagueiros para dançar e sofreu a falta.
2º TEMPO
POUCO FÔLEGO
Os americanos voltaram com novo espírito e começaram no ataque. Altindor recebeu na área, chutou bem mas a bola foi para fora.
As tentativas não duraram muito tempo. Aos 12, o tiro final: Kljestan foi expulso por falta em Ramires.
TRIO MARAVILHA E MAIS UM GOL
Aos 16, triangulação perfeita entre Ramires, Kaká e Maicon, que recebeu de Kaká para chutar com força e fazer o terceiro. 3 a 0 Brasil .
O Brasil tomou conta do jogo, dominando completamente as ações da segunda etapa. Aos 21 minutos começou um festival de chutes brasileiros. O goleirão teve trabalho.
HORA DE DESCANSAR
O Brasil atacou em boa parte do segundo tempo, porém, a partir dos 30, o time começou a tocar a bola com calma. O Brasil certamente “subiu posições” na lista dos times que mais correram durante a Copa das Confederações. A diminuída no ritmo foi justa.
AMERICANOS AINDA ESTÃO EM CAMPO?
Aos 37, o lance mais perigoso dos EUA. O carioca Feilharber chutou no travessão e a bola quase entrou.
A torcida sul-africana fez festa para a Seleção Brasileira. Festa justa. As incômodas cornetas sul-africanas nunca soaram tão agradáveis. Que venha a Itália!
GOLS : Felipe Melo, 7′/1ºT; Robinho 19′/1ºT e Maicon, 17′/2ºT
BRASIL : Julio Cesar, Maicon, Lúcio (Luisão 25′/2ºT), Miranda e André Santos; Felipe Melo, Gilberto Silva, Ramires e Kaká (Júlio Baptista 23′/2ºT); Robinho e Luis Fabiano (Nilmar 23′/2ºT) . Técnico: Dunga.
ESTADOS UNIDOS: Howard, Bornstein, Onyewu, Spector e DeMerit; Dempsey, Kljestan, Bradley e Beasley (Casey, intervalo); Altidore (Feilharber ‘15/2ºT) e Donovan. Técnico: Bob Bradley.