Artilheiro do Brasileirão, Imperador é chamado pela primeira vez desde que deixou o Inter de Milão. Volante Lucas também retorna
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Adriano volta a ter chance na seleção
Adriano está de volta à seleção brasileira . O técnico Dunga divulgou nesta quinta-feira a lista de convocados para os jogos contra Argentina e Chile, pelas eliminatórias para a Copa de 2010, com a presença do Imperador do Flamengo .
O jogo contra os argentinos será no dia 5 de setembro, em Rosário. A partida diante dos chilenos está marcada para o dia 9 de setembro, no Estádio do Pituaçu, em Salvador.
A última vez que Adriano jogou pela seleção brasileira foi em fevereiro, na vitória por 2 a 0 sobre a Itália, em amistoso disputado em Londres. Depois disso, o Imperador chegou a ser convocado para os jogos contra Equador e Peru, pelas eliminatórias, mas não entrou em campo (ficou no banco contra os peruanos, dia 1º de abril e, depois do jogo, foi direto para o Rio de Janeiro e não se reapresentou ao Inter de Milão – semanas mais tarde, ele rescindiu seu contrato com o clube italiano).
De volta ao Flamengo, Adriano aos poucos recuperou a boa forma. Atualmente, é o artilheiro do Campeonato Brasileiro, com dez gols, ao lado de Marcelinho Paraíba, do Coritiba , e Val Baiano, do Barueri . O Imperador toma a vaga de Diego Tardelli na seleção. O atleticano havia sido convocado para o amistoso contra a Estônia, semana passada, mas ficou fora desta vez.
Outra novidade é a volta do volante Lucas à lista de convocados. O jogador, que não atuava pela seleção há quase um ano (10 de setembro de 2008, empate por 0 a 0 com a Bolívia, no Rio), vem sendo titular no Liverpool neste início de temporada europeia. Lucas entra na vaga de Kleberson, do Flamengo, que sofreu uma cirurgia no ombro.
Na lateral esquerda, Filipe Luís, do La Coruña, ganha nova chance de Dunga. O jogador, que foi convocado pela primeira vez na partida passada, contra a Estônia, porque o lesionado Marcelo foi cortado, será uma vez mais a sombra de André Santos. No gol, Victor, do Grêmio , foi o chamado da vez para a reserva de Julio César. Contra a Estônia, Gomes, do Tottenham, havia sido o dono da camisa 12, mas sofreu uma lesão e ficará até seis semanas fora.
Esquadrão de Aço volta a somar três pontos após cinco rodadas, enquanto Dragão pode perder o título simbólico do primeiro turno no sábado
Agência/Estado
Jael abriu o placar para o Bahia na vitória por 2 a 1 sobre o líder Atlético Goianiense
A secada cruzmaltina funcionou. Nesta terça-feira, pela 19ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o Bahia bateu o Atlético Goianiense por 2 a 1, em Pituaçu, e voltou a vencer depois de cinco rodadas. Jael e Rubens Cardoso garantiram a vitória tricolor diante de 12.994 pagantes, enquanto Robston descontou para a equipe goiana, que pode perder o título simbólico do primeiro turno para o Vasco, que recebe o Ipatinga, neste sábado, no Maracanã. Curiosamente, o último triunfo do Esquadrão de Aço havia sido contra a equipe carioca, em Salvador.
Na próxima rodada, o Bahia (em 13º com 24 pontos) encara o Paraná, em Curitiba, às 16h, enquanto o Atlético Goianiense (ainda na liderança com 36 pontos) recebe o América-RN, no Serra Dourada, às 20h30m. Os jogos acontecem na terça-feira, com horários de Brasília respectivamente.
Jael deixa o Esquadrão de Aço em vantagem sobre o líder
Sem vencer há cinco rodadas e com o apoio da torcida, o Bahia fez valer o mando de campo desde os primeiros minutos e não tomou conhecimento do líder do campeonato. Aos nove, Rubens Cardoso desceu pelo lado esquerdo e levantou para a área. Jael subiu mais que a zaga e testou firme, no canto esquerdo de Márcio, inaugurando o placar para o Tricolor.
Na frente, o Esquadrão de Aço recuou sem qualquer explicação. A partir dos 30, o Atlético Goianiense conseguiu se reorganizar, acertando o posicionamento principalmente do meia Elias, responsável pela criação das jogadas. Marcão chegou a perder um gol incrível, na pequena área, e mais tarde, Brazão invadiu pelo meio, chutando para fora.
Aos 41, o goleiro Marcelo, do Bahia, foi substituído por Fernando com dores no joelho. O jogo estava pegado, com muitas faltas, e o árbitro acrescentou mais cinco minutos além do tempo regulamentar. A equipe goiana ainda perdeu uma excelente oportunidade de empatar, com Rafael Cruz, novamente na pequena área.
Rubens Cardoso garante a vitória tricolor em Pituaçu
Na volta do intervalo, o técnico Sérgio Guedes tirou o experiente Paulo Isidoro e pôs Juliano e, de acordo com o treinador, o objetivo foi dar mais dinâmica ao Bahia dentro de campo. Em contrapartida, irritado com a dupla de ataque Brazão/Marcão, Mauro Fernandes tirou os dois para as entradas de Juninho e André Leonel, respectivamente.
Aos 22, Juninho desceu pela direita, atraiu a marcação tricolor e rolou para a entrada da área. Robston, livre, soltou a bomba, indefensável para Fernando. Cinco minutos mais tarde, em uma saída de bola errada da zaga do Bahia, Juninho quase decretou a virada do Atlético Goianiense, mês tentou cavar um pênalti na saída de Fernando.
A noite parecia mesmo ser do Bahia. No lance seguinte, Helton Luiz – que substituiu Nadson – arriscou de fora da área, e a bola desviou na retaguarda goiana. No rebote, Rubens Cardoso, em posição legal, fuzilou, sem chance para o arqueiro Márcio – que completou 150 jogos pelo Dragão -, colocando novamente o Esquadrão de Aço em vantagem e decretando números finais à partida.
Lateral Marcelo é a outra novidade para amistoso contra a Estônia
Diego Tardelli é vice-artilheiro do Brasileirão, com oito gols (Crédito: Tom Dib)
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O técnico da Seleção Brasileira, Dunga, divulgou nesta terça-feira, na sede da CBF – Zona Oeste do Rio -, a lista de 22 jogadores convocados para o amistoso do dia 12 de agosto contra a Estônia, em Tallin.
O atacante Diego Tardelli, do Atlético Mineiro, é a grande surpresa da lista. O lateral-esquerdo Marcelo, do Real Madrid, é a outra novidade em relação ao grupo que conquistou a Copa das Confederações.
Entre os campeões, o atacante Alexandre Pato (Milan) e o lateral-esquerdo Kléber (Internacional) não foram chamados, assim como Victor (Grêmio), pois Dunga chamou apenas dois goleiros.
Esta partida do Brasil é a última antes do clássico contra a Argentina, dia 6 de setembro, em Rosário, pelas Eliminatórias. Três dias depois, a Seleção recebe o Chile em Pituaçu/BA.
Confira abaixo a lista completa de convocados:
GOLEIROS
Julio Cesar (Internazionale/ITA)
Gomes (Tottenham/ING)
ZAGUEIROS
Juan (Roma/ITA)
Lucio (Internazionale/ITA)
Luisão (Benfica/POR)
Miranda (São Paulo)
LATERAIS
Maicon (Internazionale/ITA)
André Santos (Fenerbahçe/TUR)
Daniel Alves (Barcelona/ESP)
Marcelo (Real Madrid/ESP)
Mesmo com um a mais clube perde para o Bahia por 2 a 1 em falhas de marcação
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Era uma boa chance para se aproximar do líder Guarani, mas o Vasco jogou mal e mesmo com um jogador a mais acabou punido com a derrota por 2 a 1 para o Bahia, pela 13ª rodada da Série B. O destaque negativo foi a atuação ruim da defesa, que errou muito e marcou mal as jogadas de bola parada. O resultado acabou sendo justo pela vontade dos baianos. De quebra o Cruzmaltino perdeu invencibilidade de nove jogos e caiu para a quinta posição na competição.
De bom para o Vasco foi a volta do capitão Carlos Alberto. O apoiador não jogava desde o dia 30 de junho, contra o Bragantino, por causa das negociações para renovação de contrato, além de suspensão de duas partidas pelo STJD. Ele entrou aos 31 minutos do segundo tempo e tentou algumas jogadas, sem sucesso.
O primeiro tempo do confronto foi marcado por muitos erros de ambos os lados e poucas chances claras de gol. Cada equipe só teve uma grande oportunidade e ambos pararam nos goleiros.
Logo aos dois minutos, Fernando Prass salvou em bom chute de Reinaldo Alagoano. A resposta do Vasco só apareceu no fim. Aos 37, Elton aproveitou boa troca de passes do ataque, recebeu na área e Marcelo defendeu com o rosto.
No intervalo entre esses dois lances o que se viu foi um jogado truncado, com muitas paralisações. Ponto forte do time na Série B, a defesa do Vasco estava irreconhecível, errando muito e dando chances ao Bahia, que não soube aproveitar e criar. O 0 a 0 ficou de bom tamanho.
Os jogadores do Vasco devem ter ouvido muito de Dorival Júnior no intervalo. A postura do time foi outra na volta para o segundo tempo e pressionou desde o primeiro minuto. Resultado: abriu o placar aos três. Alex Teixeira invadiu a área, passou pela marcação e chutou cruzado. A bola desviou em Rogério e entrou.
O gol logo no início desestabilizou o Bahia e deu confiança ao Vasco. Mas o Cruzmaltino não soube aproveitar o momento psicológico melhor e acabou cedendo o empate em falha da defesa. Ainda desorganizados, os baianos conseguiram marcar aos 18 minutos em um escanteio. Nem subiu mais que todos dentro da pequena área e colocou para o fundo das redes.
O jogo ficou aberto e os 10 minutos finais foram eletrizantes depois da expulsão de Leandro. O Vasco se aproveitou e Adriano teve duas grandes chances seguidas: numa, a bola bateu na trave e noutra Rogério tirou em cima da linha. Mas foram os baianos que marcaram o segundo gol, novamente depois de escanteio. Em mais uma falha de marcação, Menezes subiu sozinho e marcou de cabeça aos 41.
O Vasco segue com 23 pontos, a cinco do Guarani. Já o Bahia ganhou nova vida na série B e chegou aos 19.
FICHA TÉCNICA:
BAHIA 2 X 1 VASCO
Estádio: Governador Roberto Santos (Pituaçu), Salvador (BA)
Data/hora: 25/7/2009 – 16h10
Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (AL)
Auxiliares: Carlos Jorge Titara da Rocha (AL) e Ticiana de Lucena Falcão Martins (AL)
BAHIA: Marcelo, Nem, Rogério e Menezes; Marcos, Leandro, Elton (Léo Medeiros, 30′/1ºT), Ananias (Evaldo, 33′/2ºT) e Alex Maranhão; Beto (Nádson, 12′/2ºT) e Reinaldo Alagoano. Técnico: Paulo Comelli.
VASCO: Fernando Prass, Paulo Sérgio, Vilson, Titi e Ramon; Nilton, Ernani (Paulinho, intervalo), Souza e Alex Teixeira; Robinho (Adriano, 14′/2ºT) e Elton (Carlos Alberto, 31′/2ºT). Técnico: Dorival Júnior.
Tricolor baiano busca o G4; já o Cruzmaltino almeja a liderança
O Bahia, em busca dos primeiros lugares na Série B, recebe o Vasco, que mira a liderança (Crédito: LANCENET!)
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Bahia e Vasco se enfrentam neste sábado, às 16h10, pela 13ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, com uma meta comum – engrenar um círculo virtuoso -, mas por motivos diferentes.
O Tricolor de Aço, após vencer o Campinense na rodada passada, espera entrar no caminho do G4 da competição; o Cruzmaltino, por sua vez, venceu suas últimas três partidas e mira a liderança.
O Bahia ocupa a 12ª posição na Série B, com 16 pontos. Para o confronto deste sábado, o técnico Paulo Comelli tem apenas um problema: o zagueiro Nen reclama de dores no tornozelo e, mesmo relacionado, não deve atuar.
Por outro lado, na lateral esquerda, Hélder, que veio do Grêmio, deve começar como titular. E o atacante Nadson, há pouco tempo estava no rival Vitória, foi regularizado e fica como opção no banco de reservas.
- Fui recebido com muito carinho pela torcida e por todos aqui no Bahia e estou bastante motivado para jogar e, se possível, já marcar um gol – afirmou Nadson.
No Vasco, em terceiro lugar na Série B, com 23 pontos, o desejo é consolidar o bom momento e alcançar o Guarani, líder da competição com 27 pontos.
Sem o volante Amaral, suspenso, o técnico Dorival Júnior escalou o também volante Ernani, enquanto Robinho volta ao ataque no lugar de Magno. O meia Carlos Alberto, de contrato renovado e suspensão cumprida, fica no banco de reservas.
- Estudamos o time deles com vídeos. Temos que saber que será uma partida muito difícil. O jogo será pegado – destacou o volante cruzmaltino Souza.
FICHA TÉCNICA:
BAHIA X VASCO
Estádio: Governador Roberto Santos (Pituaçu), Salvador (BA)
Data/hora: 25/7/2009 – 16h10
Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (AL)
Auxiliares: Carlos Jorge Titara da Rocha (AL) e Ticiana de Lucena Falcão Martins (AL)
BAHIA: Marcelo, Rogério, Evaldo e Menezes; Marcos, Leandro, Elton, Ananias e Hélder; Beto e Reinaldo Alagoano. Técnico: Paulo Comelli.
VASCO: Fernando Prass, Paulo Sérgio, Vilson, Titi e Ramon; Nilton, Ernani, Souza e Alex Teixeira; Robinho e Elton. Técnico: Dorival Júnior.
Seleção Brasileira vira o jogo e vence os EUA por 3 a 2
Luis Fabiano marcou dois gols e foi um dos destaques (Crédito: EFE)
A Seleção Brasileira passou por um susto no primeiro tempo, chegou a estar perdendo por 2 a 0, mas virou o jogo e conquistou o título da Copa das Confederações ao vencer os Estados Unidos por 3 a 2, neste domingo, na África do Sul.
Na primeira etapa, um time irreconhecível, dominado facilmente pelos americanos. A Seleção entrou no segundo tempo com espírito renovado e bom futebol. Os americanos não aguentaram a pressão.
> 1º TEMPO
TIROS NO ESCURO
A Seleção Brasileira começou atacando, insistindo nos cruzamentos com Maicon, pela direita. As tentativas poderiam ter resultado em gols, caso Maicon olhasse para a área e não para a bola, antes de cruzar. Os cruzamentos saíam fortes ou paravam na cebaça de um zagueiro americano.
SURPRESA!
O Brasil, que antes da partida pregava calma para sair nos contra-ataques, provou do próprio veneno. Aos 10 minutos, cruzamento rasteiro pela esquerda, Dempsey surgiu livre no meio da área brasileira. Com um toque fraco, leve e despretensioso, em falha de posicionamento da defesa, o americano abriu o placar: 1 a 0.
INOFENSIVOS
O Brasil dominava a posse de bola, Robinho buscou jogo nos dois lados do campo mas não conseguia tabelar e as jogadas não funcionavam.
VOLANTE ACORDA O TIME
O primeiro chute realmente perigoso do Brasil saiu dos pés do volante Felipe Melo. Aos 24 minutos, um potente chute de fora da área. O goleiro Howard, um dos destaques americanos, defendeu.
Dois minutos depois, Kaká fez boa jogada e deixou Maicon perto do gol. Mais uma vez o goleirão americano salvou.
TIRANDO DOCE DE CRIANÇA
Aos 27, os americanos armaram um contra-ataque contra apenas dois marcadores brasileiros, Ramires era o último homem. Donovan não precisou fazer esforço para se livrar do meia, ficar de frente para o goleiro Julio Cesar e marcar. 2 a 0 EUA.
CORRENDO ATRÁS DO PREJUÍZO
A Seleção Brasileira começou a mostrar vestígios de bom futebol. 34 minutos, Robinho achou André Santos pela esquerda, o lateral chutou bem mas o goleiro americano defendeu.
O Brasil insistia mas não penetrava na área dos Estados Unidos.
Nos acrécimos, a última tentativa de gol: cruzamento rasteiro de Maicon, Luis Fabiano por pouco não empurrou a bola para dentro do gol.
> 2º TEMPO
DÁ PARA RECUPERAR
Logo no início do segundo tempo, Maicon tocou para Luis Fabiano que recebeu na área, girou o corpo e chutou sem chances para o goleiro Howard. 2 a 1.
UM NOVO BRASIL
A Seleção Brasileira voltou do intervalo com o sinal de alerta ligado, o que rapidamente gerou benefícios.
Com 12 minutos, Lúcio, de cabeça, quase empatou. O goleiro espalmou, a bola sobrou para Gilberto Silva que mandou do outro lado do Oceano Atlântico.
BUSCANDO A BOLA QUASE NO FUNDO DA REDE
Três minutos depois, Kaká tentou de cabeça, o goleiro tirou a bola dentro do gol. Os brasileiros pediram a confirmação. O juíz mandou seguir o lance. Dessa vez, desligaram a TV.
LÚCIO, O CÉREBRO DO TIME
Aos 25, Lúcio deixou Luis Fabiano na cara do gol, o goleiro Howard evitou o empate brasileiro antes do Fabuloso chutar.
HAJA CORAÇÃO!
29 minutos, Kaká recebeu na esquerda, pedalou, cruzou, Robinho sozinho perdeu um gol inacreditavel, chutando no travessão, a bola sobrou para o iluminado Luis Fabiano que, de cabeça, conseguiu balançar a rede. 2 a 2.
O Brasil voltou a ser o Brasil e seguiu insistindo. Aos 36, Robinho chutou por cima do gol.
LÚCIO, O CAMISA 9
Com o jogo nas mãos, o gol era questão de tempo. 39 minutos, cruzamento de Elano, Lúcio foi no 5º andar e fez o gol da virada: 3 a 2 para o Brasil.
BRASIL: Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos (Daniel Alves, 21′/2ºT); Gilberto Silva, Felipe Melo, Ramires (Elano, 22′/2ºT) e Kaká; Robinho e Luis Fabiano. Técnico: Dunga.
ESTADOS UNIDOS: Howard, Spector, Onyewu, Bocanegra e DeMerit; Clark, Feilhaber (Kljestan 30′/2ºT), Dempsey e Donovan; Altidore (Bornstein, 30′/2ºT) e Davies. Técnico: Bob Bradley.
Contestado, técnico tenta redenção com caneco da Copa das Confederações
Dunga divide opiniões (Crédito: Reuters)
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O técnico Dunga pode conquistar neste domingo, contra os Estados Unidos, em Johanesburgo, seu segundo título à frente da Seleção. O caneco da Copa das Confederações é o carimbo definitivo para o treinador voltar à África do Sul no ano que vem, desta vez para a Copa do Mundo.
Contratado após o fracasso brasileiro no Mundial de 2006, Dunga chegou ao cargo questionado. Em sua primeira competição, não decepcionou: comandou a Seleção na conquista da Copa América de 2007, com direito a vitória por 3 a 0 sobre a Argentina na decisão.
Ainda assim, o treinador seguiu contestado. Agora, no entanto, tem a chance de calar os críticos e assegurar de vez sua permanência no cargo. O segredo para o sucesso, segundo ele, é a seriedade dentro do grupo brasileiro:
- Não posso reclamar. Todos (os jogadores) têm postura exemplar, bom comportamento e a briga por vaga no time titular é sadia.
Para a decisão contra os EUA, a Seleção manterá o time que bateu a África do Sul na semifinal. A única mudança possível é a entrada de Daniel Alves improvisado na lateral esquerda, no lugar de André Santos. Assim como Kleber, o jogador do Corinthians não convenceu.
Já os Estados Unidos terão desfalque certo: o apoiador Bradley, expulso na vitória sobre a Espanha, pela semifinal. Seu substituto deve ser o brasileiro naturalizado americano Benny Feilhaber, que não escondeu a emoção por enfrentar seu país natal.
- Estar na decisão já torna esse dia ainda mais especial. Mas enfrentar o país em que eu nasci provoca emoções a mais – afirmou o jogador em entrevista ao site da Fifa.
FICHA TÉCNICA:
ESTADOS UNIDOS X BRASIL
Estádio: Ellis Park, Johanesburgo (AFS)
Data/hora: 28/6/2009 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Martin Hansson (SUE)
Auxiliares: Henrik Andren (SUE) e Fredrik Nilsson (SUE)
ESTADOS UNIDOS: Howard, Spector, Onyewu, Bocanegra e DeMerit; Feilhaber (Beasley), Clark, Dempsey e Donovan; Davies e Altidore. Técnico: Bob Bradley.
BRASIL: Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos; Felipe Melo, Gilberto Silva, Ramires e Kaká; Robinho e Luis Fabiano. Técnico: Dunga.
Joel até complica, mas Seleção se garante na final
No fim, Daniel Alves marca gol da vitória sobre África do Sul
Kaká disputa bola durante a semifinal (Crédito: EFE)
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Joel Santana cumpriu a promessa de dificultar a vida da Seleção: somente aos 42 minutos do segundo tempo, o Brasil marcou o gol da vitória por 1 a 0 sobre a África do Sul, nesta quinta-feira, em Johanesburgo, pela semifinal da Copa das Confederações. Daniel Alves foi o heroi da partida.
A decisão contra os Estados Unidos acontece no domingo, às 15h30 (de Brasília), em Johanesburgo. Mais cedo, África do Sul e Espanha se enfrentam em Rustenburg pelo terceiro lugar da competição.
A prometida ofensividade de Joel não se concretizou – para a sorte dos sul-africanos. O técnico armou sua equipe na defesa, mas pensou também no ataque. Posicionou bem os apoiadores Pienaar e Tshabalala para os contragolpes.
Os brasileiros reagiram como de costume diante de retrancas: foram quase inofensivos. Os laterais André Santos e Maicon não tiveram espaços para subir. Ramires esteve perdido na ponta direita – posição muito bem ocupada por Kaká contra a Itália, dias antes.
A Seleção dependia de momentos de genialidade para chegar com perigo. Aos 15 minutos, Luis Fabiano ajeitou de letra para Ramires, que não pegou bem na bola. Enquanto isso, os sul-africanos assustavam nos chutes de longe.
A sorte também estava ao lado dos anfitriões. Aos 12 do segundo tempo, Modise arriscou de fora da área, a bola desviou em Luisão e se encaminhou para o canto esquerdo de Julio Cesar. O goleiro, no entanto, salvou com incrível defesa.
Apático, Dunga viu seu time tocar, tocar e tocar a bola. Sem qualquer mudança tática, a Seleção parecia entregue à retranca de Joel. Brilhou, então, a estrela do técnico, que tirou André Santos para improvisar Daniel Alves na esquerda.
O lateral do Barcelona não fez muito na nova posição. Mas, quando teve a chance, decidiu o jogo. Aos 42, Daniel cobrou falta com precisão, no ângulo esquerdo de Khune e garantiu a vitória brasileira.
FICHA TÉCNICA:
ÁFRICA DO SUL 0 X 1 BRASIL
Estádio: Ellis Park, Johanesburgo (AFS)
Data/hora: 25/6/2009 – 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Massimo Busacca (SUI)
Auxiliares: Matthias Arnet (SUI) e Francesco Buragina (SUI)
Cartões amarelos: Masilela (AFS); Felipe Melo, André Santos, Daniel Alves (BRA)
Cartões vermelhos: Não houve
GOLS: Daniel Alves, 41′/2ºT
ÁFRICA DO SUL: Khune, Gaxa, Mokoena, Booth e Masilela; Dikgacoi, Mhlongo, Pienaar (Van Heerden, 47′/2ºT) e Tshabalala (Mashego, 46′/2ºT); Modise (Mphela, 46′/2ºT) e Parker. Técnico: Joel Santana.
BRASIL: Julio César, Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos (Daniel Alves, 36′/2ºT); Felipe Melo, Gilberto Silva, Ramires e Kaká; Robinho e Luis Fabiano (Kleberson, 46′/2ºT). Técnico: Dunga.
A Seleção Brasileira entra no campo do Estádio Ellis Park de Johanesburgo nesta quinta-feira, às 15h30 (de Brasília), para tentar confirmar seu favoritismo diante da África do Sul, pela semifinal da Copa das Confederações.
O confronto marcará o duelo de dois treinadores que já trabalharam juntos: Joel Santana comandou o então volante Dunga no Vasco em 1987.
O treinador do Brasil acredita que o jogo será uma festa para a torcida da casa, mas cobrou seus jogadores para que a zebra não apareça como na outra semifinal, em que os Estados Unidos derrotaram a Espanha por 2 a 0.
- Eles jogam em casa, chegarão motivados e já fizeram uma boa partida contra a Espanha. Mas estamos preparados para enfrentar uma equipe com características muito próprias do futebol africano, que atua em velocidade e chegou aqui por méritos próprios – afirmou Dunga.
O Brasil, que ainda não levou cartão amarelo na competição, conta com apenas o desfalque do zagueiro Lúcio, lesionado.
Já os anfitriões não poderão contar com o volante Sibaya, suspenso com dois cartões amarelos. Tshabalala jogará em seu lugar.
O técnico Joel Santana, que chegou a pedir todo o apoio possível da torcida sul-africana com as suas vuvuzelas (cornetas), acredita que sua seleção tem chances para superar os pentacampeões do mundo.
- Entraremos em campo sabendo que futebol é futebol, e por isso pode acontecer qualquer coisa. Nós faremos todo o possível para jogar bem contra o Brasil, sem medo e para criar espetáculo, que é do que se trata – garantiu.
FICHA TÉCNICA:
ÁFRICA DO SUL X BRASIL
Estádio: Ellis Park, Johanesburgo (AFS) Data/hora: 25/6/2007 – 15h30 (de Brasília) Árbitro: Massimo Busacca (SUI) Auxiliares: Matthias Arnet (SUI) e Francesco Buragina (SUI)
ÁFRICA DO SUL: Khune, Gaxa, Mokoena, Booth e Masilela; Dikgacoi, Mhlongo, Pienaar e Tshabalala; Modise e Parker. Técnico: Joel Santana.
BRASIL: Julio César, Maicon, Lúcio, Miranda (Luisão) e André Santos; Felipe Melo, Gilberto Silva, Ramires e Kaká; Robinho e Luís Fabiano. Técnico: Dunga.
No aniversário de 39 anos do tri, time de Dunga goleia Azzurra com três gols no primeiro tempo e fica em primeiro no Grupo B. Rival está fora
Toques rápidos, contra-ataques mortais, equilíbrio entre os setores. No dia do 39º aniversário da conquista do tricampeonato mundial, a seleção brasileira atropelou novamente a Itália neste domingo, venceu por 3 a 0 e garantiu o primeiro lugar do Grupo B da Copa das Confederações. Assim, vai enfrentar a África do Sul, treinada por Joel Santana, na semifinal, quinta-feira, às 15h30m, em Joanesburgo. A Azzurra, atual campeã mundial, está eliminada.
Ramires, Robinho, Kaká e Luis Fabiano comemoram o terceiro gol da seleção Brasileira
O time de Dunga precisou de apenas 45 minutos para liquidar a partida. Luís Fabiano, duas vezes, e Dossena, contra, marcaram os gols, ainda no primeiro tempo. Ramires, Maicon e André Santos foram bem contra os Estados Unidos e acabaram mantidos no time titular, nos lugares de Elano, Daniel Alves e Kleber. O zagueiro Juan começou jogando, mas saiu sentindo dores ainda na etapa inicial para a entrada de Luisão e pode ser problema para a semifinal.
Com a derrota, a seleção italiana fica com três pontos, empatada com o Egito e Estados Unidos. Mas os americanos, que venceram os egípicios por 3 a 0, avançam pelos critérios de desempate (número de gols pró melhor do que o da Azzurra: 4 a 3). Assim, os Estados Unidos vão enfrentar a Espanha na semifinal, quarta-feira, em Bloemfontein.
Brasil e Espanha são as únicas seleções com 100% de aproveitamento nas três primeiras rodadas, mas a Fúria não sofreu nenhum gol. As duas entram como favoritas para irem à final do próximo domingo, no Ellis Park.
Contra a Azzurra, a seleção mostrou que não sabe atacar apenas pelo lado direito. Dois gols nasceram pela esquerda e o time demonstrou mais equilíbrio entre os lados. Tanto que Robinho, no segundo tempo, trocou com Ramires e passou a jogar pela direita, confundindo os italianos.
A etapa inicial foi dominada pelo Brasil, que teve 56% da posse de bola, chutou nove vezes, acertou duas na trave e marcou três vezes. A Azzurra não sofria três gols no primeiro tempo desde 1957, em uma partida contra a Iugoslávia. Em Pretória, a Itália foi a primeira a ir ao ataque. Aos três, Camoranesi cruzou e Lúcio cortou de carrinho. Um minuto depois, Pirlo chutou de longe e a zaga colocou para escanteio. A partir daí, só deu o time de Dunga.
Setor mais famoso da Itália, a defesa colaborou com o Brasil, que soube aproveitar as falhas dos italianos. Aos cinco, Cannavaro errou a saída de bola, Luís Fabiano ficou com ela e tocou para Ramires na área, que acertou a quina do travessão. Em seguida, foi a vez de Chiellini falhar em um cruzamento. Robinho dominou e rolou para Kaká bater em cima de um defensor. A pressão continou. O camisa 11 roubou outra bola pela direita e deu para o novo craque do Real Madrid, que achou Luís Fabiano na área. O Fabuloso, marcado por dois, ainda deu um toquinho na bola, mas Buffon salvou.
A seleção continuou bem, na defesa e no ataque. Felipe Melo se destacava no meio-campo como ladrão de bolas. Maicon, que ganhou a vaga de titular após a bela atuação contra os Estados Unidos, era a principal arma pela direita. Na esquerda, André Santos acatou a orientação de Dunga e passou a atacar mais também, com Gilberto Silva recuando para atuar ao lado de Lúcio e Juan. Boas opções, os laterais foram os jogadores brasileiros que mais tocaram na bola no primeiro tempo.
Dunga foi obrigado a mudar o time aos 23. Juan, atleta que mais reclamou de cansaço desde o início da concentração em 1o de junho, sentiu dores na coxa esquerda após um carrinho e foi substituído por Luisão. Três minutos depois, a Itália teve a principal chance: Camoranesi arriscou de fora da área e assustou Julio César, pelo alto.
Brasil responde sem perdão
A resposta brasileira foi rápida e perigosa, com Lúcio. Aos 32, o zagueiro recebeu de Ramires na área e chutou cruzado, a bola tocou em Cannavaro e foi na trave. Em seguida, o capitão dominou após escanteio e bateu forte para bela defesa de Buffon.
O gol finalmente saiu aos 37. Um gol não, logo três em sequência: aos 37, 43 e 45. No primeiro, Maicon arriscou de longe, a bola foi fraca e ficou nos pés de Luis Fabiano, que virou sozinho na área e bateu sem chances para Buffon. Seis minutos depois, contra-ataque mortal pela esquerda. Robinho arrancou, tocou para Kaká, que tentou devolver para o ex-santista na área, mas a bola passou direto e sobrou para o Fabuloso tocar e marcar o segundo: 2 a 0, o terceiro do atacante na Copa das Confederações, empatando com os espanhóis Fernando Torres e David Villa no topo da artilharia.
Agência/Reuters
Luis Fabiano vibra após marcar o segundo gol na vitória do Brasil sobre a Itália
O terceiro gol contou com ajuda italiana. Kaká lançou Robinho do meio, ele avançou pela esquerda e viu Ramires sozinho na área. O camisa 11 tentou tocar para o ex-cruzeirense, mas Dossena deu um carrinho e colocou a bola dentro do próprio gol: 3 a 0 para o Brasil.
O contra-ataque continuou sendo a arma mais perigosa da seleção no segundo tempo. Com 3 a 0 no placar, a Itália começou querendo ir para cima do time de Dunga, mas de forma desordenada. Abriu espaços e viu os brasileiros arrancarem em velocidade. Principalmente Robinho, que não ficou preso só pela esquerda. Aos 10, arrancou pela direita e bateu forte, para fora.
Com medo de ser eliminada, a Azzurra passou a arriscar mais e Julio César começou a trabalhar. Aos 18, Rossi chutou de longe e o goleiro fez grande defesa. Dois minutos depois, Gilardino chutou com perigo, dentro da área, e o camisa 1 defendeu de novo. Mais um minuto, Pepe tabelou com Rossi e tentou de voleio, para o ex-flamenguista voltar a salvar o Brasil.
No contra-ataque, o time de Dunga deu a resposta. Robinho, deslocado para a direita, deu para Kaká no meio, que chutou de longe e a bola saiu perto da trave de Buffon. A Itália teve sua melhor chance de descontar aos 30: Julio César saiu da área para disputar uma bola com Gilardino, perdeu, mas o ataque italiano demorou a chutar e a zaga brasileiro afastou.
A Itália continuou a pressão nos minutos finais. Ela precisava apenas de um gol para mudar o quadro, passar os Estados Unidos e avançar às semifinais, mas Julio César continuou bem, assim como toda a defesa, e o Brasil evitou o gol salvador italiano. No fim, a derrota mandou a campeã mundial para casa mais cedo.
Ficha técnica:
BRASIL 3 x 0 ITÁLIA
Júlio César, Maicon, Lúcio, Juan (Luisão) e André Santos; Gilberto Silva (Kleberson), Felipe Melo, Ramires (Josué) e Kaká; Robinho e Luís Fabiano.
Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Dossena; De Rossi, Montolivo (Pepe) e Pirlo; Camoranesi, Iaquinta (Rossi) e Toni (Gilardino).
Técnico: Dunga.
Técnico: Marcello Lippi.
Gols: Luis Fabiano, aos 37 e 43, e Dossena (gol contra) 45 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Chiellini e Dossena (Itália)
Estádio: Loftus Versfeld, em Pretória (África do Sul). Data: 21/06/2009. Árbitro: Benito Archundía (MEX). Auxiliares: Marvin Torrentera (MEX) e Hector Vergara (CAN)
Seleção de Dungaenfrenta aAzzurra no aniversário do Tri
Pelé sobe, momentos antes de marcar o gol de cabeça, que abriu caminho para goleada do Brasil em 1970 (Crédito: EFE)
LANCEPRESS!
Precisando apenas de um empate para garantir o primeiro lugar do Grupo B da Copa das Confederações, a SeleçãoBrasileira enfrenta a Itália neste domingo, em Pretória. A data marca ainda o aniversário da conquista do Tri mundial, em 1970, quando a equipe nacional goleou a Azzurra por 4 a 1.
A Itália tem trazido boas recordações aos brasileiros. A Seleção não perde para a Azzurra há 27 anos. Foram quatro confrontos, com dois empates e duas vitórias. Um destes empates foi o resultado mais comemorado. Em 1994, após 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, o Brasil bateu a Itália por 3 a 2 nos pênaltis e levantou o tetra.
- A maior lembrança foi ter subido para levantar o troféu. Desde menino, a nossa geração não viu o Brasil ser campeão do mundo e ali foi a realização de um sonho de uma geração e também lembro da comemoração após o jogo. Tudo isso fica na memória – disse Dunga.
O técnico da Seleção nunca perdeu para a Itália. Como jogador, venceu um amistoso em 1989 e empatou em 1994 e 97. Já no comando do Brasil, venceu amistoso disputado em fevereiro em Londres.
Para a partida, Dunga deve voltar a escalar a equipe que derrotou o Egito, na estreia da Copa das Confederações. Ou seja, voltam à equipe o lateral Kléber, os zagueiros Lúcio e Juan, além do apoiador Elano. André Santos, Miranda, Luisão e Ramires, que começaram o jogo contra os Estados Unidos, ficam no banco.
Do lado italiano, a intenção é lembrar da vitória em 1982. Naquela oportunidade, a Azzurra precisava da vitória para avançar às semifinais da Copa do Mundo, enquanto ao Brasil bastava um empate. Os italianos, com três gols de Paolo Rossi, levaram a melhor por 3 a 2 e acabaram campeões.
O técnico Marcello Lippi fez diversas experiências no treino. Testou os laterais Santon e Dossena, o volante Palombo e o apoiador Montolivo. No entanto, deve fazer apenas uma mudança no time, depois da derrota para o Egito: o atacante Toni será titular na vaga de Quagliarella.
- Fomos chamados de múmias, depois de perder para o Egito. Mas até as múmias, às vezes, saem de suas bandagens. Esta equipe tem muita vontade de vencer e vamos lutar até o fim – respondeu o treinador.
Mesmo que a Azzurra não se classifique, um jogador terá motivos para festejar. O zagueiro e capitão Cannavaro completará 126 jogos com a camisa da Itália, igualando o recorde que pertence a Maldini.
FICHA TÉCNICA:
BRASIL X ITALIA
Estádio: Loftus Versfeld, em Pretória (AFS)
Data/horário: 21/06/2009, às 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Benito Archundia (Fifa-MEX)
Assistentes: Marvin Torrentera (Fifa-MEX) e Hector Vergara (Fifa-CAN)
ITÁLIA: Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Grosso; De Rossi, Gattuso e Pirlo; Iaquinta, Rossi e Toni. Técnico: Marcello Lippi.
BRASIL: Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Kléber; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Kaká; Robinho e Luis Fabiano. Técnico: Dunga.