Timbu faz 3 a 0 e esboça reação para sair da zona de rebaixamento; Furacão ainda ronda a ponta de baixo
Carlinhos Bala abriu o caminho para a vitória do Náutico sobre o Atlético-PR (Crédito: Aldo Carneiro)
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O Náutico não tomou conhecimento do Atlético-PR e venceu o Furacão por 3 a 0 nos Aflitos, em partida válida pela 22ª rodada do Brasileiro. O clube pernambucano chegou aos 24 pontos e ocupa a 17ª posição na tabela – a primeira da zona de rebaixamento. Já os paranaenses estacionaram nos 27 pontos ganhos, em 14º lugar.
O Alvirrubro começou em cima, pressionando o Atlético-PR em seu campo. A ofensividade de seus alas – principalmente de Michel. O lateral, aliás, teve boa chance aos 8, fechando após cruzamento na área, mas não aproveitou. A partir daí, a marcação no meio-de-campo ficou apertada, deixando o jogo concentrado no setor.
O Atlético-PR, aos poucos, foi ganhando campo e passou a ser melhor em campo. Aos 24, Manoel recebeu cruzamento feito a partir de um escanteio e obrigou o goleiro Glédson a fazer excelente defesa. Cinco minutos depois, Alex Mineiro chutou sem goleiro e Cláudio Luis tirou em cima da linha.
Para o Timbu, entretanto, nada melhor do que um gol para evitar o sufoco. Foi o que aconteceu. Aos 32, Carlinhos Bala tentou o remate de longe e surpreendeu o goleiro Galatto, marcando o primeiro. A pressão mudou de lado e foi bem aproveitada pelo time da casa, com Michel, aos 37. Já nos acréscimos, Derley costurou a defesa adversária e marcou belo gol, cravando incríveis 3 a 0 em 15 minutos e fechando a primeira etapa.
A equipe de Geninho volto em cima na segunda etapa. Logo aos 5, Gilmar recebeu e bateu no canto, para boa intervenção de Galatto – que evitou o quarto gol do Timbu. A esta altura, era perceptível que o Atlético não conseguiria muita coisa na partida. Uma reação era improvável, já que o time rubro-negro sentia a falta do meia Paulo Baier.
O Náutico soube sustentar o placar até o fim e, apesar do susto com uma bola na trave de Marcinho, aos 40, venceu com autoridade e busca agora deixar a zona de rebaixamento. Resta saber se haverá, de fato, uma reação.
FICHA TÉCNICA
NÁUTICO 3×0 ATLÉTICO-PR
Estádio: Aflitos, Recife (PE)
Data/hora: 29/08/2009 – 18h30min
Árbitro: Alício Pena Júnior (MG)
Auxiliares: Márcio Santiago (MG) e Janette Arcanjo (MG)
Cartões amarelos: Derley (NAU); Márcio Azevedo, Manoel, Alex Sandro (APR)
Gols: Carlinhos Bala (1-0), aos 32′/1ºT;
NÁUTICO: Glédson, Patrick, Márcio, Cláudio Luiz e Michel; Nilson, Derley (Rudnei, 31′/2ºT), Acosta (Fernando, 19′/2ºT) e Juliano; Gilmar (Aílton, 37′/2ºT) e Carlinhos Bala.
Técnico: Geninho.
ATLÉTICO-PR: Galatto, Manoel, Nei e Chico; Wesley, Rafael Miranda, Wesley (Raul, 21′/2ºT), Marcinho e Márcio Azevedo (Alex Sandro, 12′/2ºT); Wallyson e Alex Mineiro (Zulu, 24′/2ºT).
Técnico: Antônio Lopes.
Equipe pernambucana luta para sair da zona de rebaixamento
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Lutando para sair da zona de rebaixamento, o Náutico recebe neste sábado o Atlético-PR, nos Aflitos, às 18h30. O time pernambucano está na 18ª colocação com 21 pontos. Por outro lado, o Furacão ocupa o 13º lugar com 27.
O grande desfalque do Náutico é Gilmar. O atacante negociava com o Guingamp, da França, e, por isso, foi afastado do time principal. A negociação naufragou por falta de acerto financeiro, mas, mesmo assim, ele seguirá fora. Em seu lugar, o técnico Geninho deve promover a entrada do uruguaio Acosta.
Além de Gilmar, Geninho não poderá contar com o atacante Anderson Lessa e com o lateral-esquerdo Anderson Santana, ambos lesionados. Já os zagueiros Vagner e Asprilla cumprirão suspensão por terem recebido três cartões amarelos. Em compensação, o técnico contará com o apoiador Ailton voltando de suspensão.
Para tentar surpreender o adversário, o técnico Geninho promete definir a escalação apenas minutos antes do jogo, pois ainda espera algumas informações sobre o Atlético-PR.
No Furacão, o técnico Antônio Lopes não faz mistérios e praticamente definiu a equipe. Sem poder contar com o volante Valencia e o armador Paulo Baier, suspensos, o treinador confirmou a entrada do atacante Alex Mineiro, recuando Marcinho para o meio-de-campo e colocando Wallyson na lateral.
Porém, para o lugar do colombiano ainda existe a dúvida entre Fransérgio, que atuou muito bem na vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo, e Renan, que está com a Seleção Brasileira sub-20. A outra mudança fica por conta da volta de Nei à defesa após cumprir suspensão.
E, apesar de o adversário estar na zona do rebaixamento, Lopes não espera um jogo tranquilo, uma vez que, para ele, o Timbu jogando em casa é quase uma equipe imbatível.
- O Náutico tem uma grande equipe, que vem em ascensão desde a chegada do Geninho. Vai ser uma parada difícil. Jogando dentro de casa, o Náutico se torna quase imbatível. Mas vamos para lá tentar repetir o que estamos fazendo nos últimos jogos para buscar um bom resultado – analisou o técnico do Furacão.
NÁUTICO: Glédson, Patrick, Márcio, Cláudio Luiz e Michel; Nilson, Derley, Juliano e Aílton; Acosta e Carlinhos Bala. Técnico: Geninho.
ATLÉTICO-PR: Galatto, Manoel, Nei e Chico; Wesley, Fransérgio (Renan), Rafael Miranda, Marcinho e Márcio Azevedo; Wallyson e Alex Mineiro. Técnico: Antônio Lopes.
Artilheiro do Brasileirão, Imperador é chamado pela primeira vez desde que deixou o Inter de Milão. Volante Lucas também retorna
GLOBOESPORTE.COM/GLOBOESPORTE.COM
Adriano volta a ter chance na seleção
Adriano está de volta à seleção brasileira . O técnico Dunga divulgou nesta quinta-feira a lista de convocados para os jogos contra Argentina e Chile, pelas eliminatórias para a Copa de 2010, com a presença do Imperador do Flamengo .
O jogo contra os argentinos será no dia 5 de setembro, em Rosário. A partida diante dos chilenos está marcada para o dia 9 de setembro, no Estádio do Pituaçu, em Salvador.
A última vez que Adriano jogou pela seleção brasileira foi em fevereiro, na vitória por 2 a 0 sobre a Itália, em amistoso disputado em Londres. Depois disso, o Imperador chegou a ser convocado para os jogos contra Equador e Peru, pelas eliminatórias, mas não entrou em campo (ficou no banco contra os peruanos, dia 1º de abril e, depois do jogo, foi direto para o Rio de Janeiro e não se reapresentou ao Inter de Milão – semanas mais tarde, ele rescindiu seu contrato com o clube italiano).
De volta ao Flamengo, Adriano aos poucos recuperou a boa forma. Atualmente, é o artilheiro do Campeonato Brasileiro, com dez gols, ao lado de Marcelinho Paraíba, do Coritiba , e Val Baiano, do Barueri . O Imperador toma a vaga de Diego Tardelli na seleção. O atleticano havia sido convocado para o amistoso contra a Estônia, semana passada, mas ficou fora desta vez.
Outra novidade é a volta do volante Lucas à lista de convocados. O jogador, que não atuava pela seleção há quase um ano (10 de setembro de 2008, empate por 0 a 0 com a Bolívia, no Rio), vem sendo titular no Liverpool neste início de temporada europeia. Lucas entra na vaga de Kleberson, do Flamengo, que sofreu uma cirurgia no ombro.
Na lateral esquerda, Filipe Luís, do La Coruña, ganha nova chance de Dunga. O jogador, que foi convocado pela primeira vez na partida passada, contra a Estônia, porque o lesionado Marcelo foi cortado, será uma vez mais a sombra de André Santos. No gol, Victor, do Grêmio , foi o chamado da vez para a reserva de Julio César. Contra a Estônia, Gomes, do Tottenham, havia sido o dono da camisa 12, mas sofreu uma lesão e ficará até seis semanas fora.
Derrota encerra sequência positiva de Lopes no Furacão
Leão levou a melhor jogando no Barradão (Crédito: Romildo de Jesus)
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O Vitória aproveitou o fato de jogar em casa e voltou a vencer no Brasileiro. Em duelo de rubro-negros, 2 a 1 para cima do Atlético-PR, que vinha de quatro vitórias consecutivas na competição. Ramon e Neto Berola marcaram os gols do Vitória e Wallyson descontou.
Na primeira etapa, o domínio do Vitória foi muito grande. Com Ramon fazendo boa partida, o Rubro-Negro baiano pressionava desde o início. Roger, referência na área, teve boa chance de abrir o placar aos 23, mas pegou mal na bola e ela saiu.
Pelo lado do Furacão, Paulo Baier era o mais perigoso, tentando organizar o time e criar chances para os companheiros de equipe, mas não obteve sucesso.
Com maior posse de bola, o Vitória conseguiu sair na frente. Aos 32, Willian passou para Ramon, que acertou belo chute da entrada da área, abrindo o placar no Barradão.
Mas parece que o gol marcado trouxe os baianos mais relaxados para a segunda etapa. E até demais. Tanto que aos quatro minutos, Wallyson aproveitou falha de Marco Aurélio e tocou na saída do goleiro Gléguer para deixar tudo igual no Barradão.
O Leão acordou com o empate e foi para cima do adversário. Ramon, em cobrança de falta e Neto Berola arriscando de fora, assustaram o goleiro Galatto. E de tanto pressionarem, os baianos voltaram a liderar o placar. Aos 23, Roger deu bola para Neto Berola, que invadiu a área e bateu para fazer 2 a 1.
O Furacão não teve forças para reagir depois do segundo gol e acabou encerrando a sequência de vitórias sob o comando de Antônio Lopes. Melhor para o Vitória, que agora tenta embalar para voltar a brigar entre os líderes.
FICHA TÉCNICA:
VITÓRIA 2 X 1 ATLÉTICO-PR
Local: Barradão, em Salvador (BA)
Data/Hora: 18/9/09 – 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Wilson Souza de Mendonça (PE)
Auxiliares: Cleriston Clay Barreto Rios (SE) e Ailton Farias da Silva (SE)
Cartões Amarelos: Uelliton (VIT); Nei, Wallyson e Rafael Miranda (APR)
Cartões Vermelhos: Nei (27′ 2ºT)
VITÓRIA: Gléguer, Apodi, Fábio Ferreira, Marco Aurélio e Leandro; Vanderson, Uelliton, Jackson, Ramon Menezes (Carlos Alberto, 42′ 2ºT) e Willian (Neto Berola, 42′ 1ºT); Roger (Elkesson, 38′ 2ºT). Técnico: Vagner Mancini.
ATLÉTICO-PR: Galatto, Nei, Manoel, Chico e Márcio Azevedo (Fransérgio, 33′ 2ºT); Rafael Miranda, Valencia, Paulo Baier e Marcinho (Gabriel, intervalo); Wesley e Zulu (Wallyson, intervalo). Técnico: Antonio Lopes.
Meia comanda o Furacão que chega a quarta vitória seguida
Paulo Baier comandou a vitória do Furacão com dois gols e com um pênalti sofrido (Crédito: Felipe Gabriel)
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Com dois gols de Paulo Baier e um de Marcinho, o Atlético-PR venceu o Barueri por 3 a 0, neste domingo, na Arena da Baixada e chegou a sua quarta vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Furacão chegou a 24 pontos e se afastou ainda mais da zona de rebaixamento. Já o time paulista parou nos 28 pontos e segue no meio da tabela.
PRIMEIRO TEMPO
Com mais posse de bola, o Atlético tinha o controle da partida e subia para o ataque principalmente pelo lado esquerdo, com o lateral Márcio Azevedo e com o atacante Marcinho. E foi o ala do Furacão que cruzou para o veterano Paulo Baier abrir o placar aos 20 minutos e marcar seu terceiro gol no Campeonato Basileiro – o primeiro de bola rolando.
Sem o veloz Fernandinho, que não renovou contrato com o time paulista, o Barueri encontrava dificuldades para penetrar na zaga rubro-negra. O time paranaense contava com a inspiração de Paulo Baier, que se não fosse pela intervenção do goleiro Renê, marcaria novamente após cruzamento de Wésley. E o veterano meia confirmou ainda mais a boa fase no Furacão, quando, de falta, aos 35 minutos, aumentou a vantagem atleticana, que permaneceu até o fim da primeira etapa.
SEGUNDO TEMPO
Os times voltaram sem modificações para a segunda etapa, o Furacão continuou mandando na partida e conseguiu aumentar ainda mais a vantagem com um pênalti em cima do iluminado Paulo Baier, que resultou na expulsão do goleiro Renê. Na cobrança, aos 15 minutos, o artilheiro Marcinho mandou para a rede.
Após o gol, o Atlético aumentou ainda mais o domínio do jogo e só não marcou mais gols por conta da falta de pontaria de seus jogadores. Marcinho e Zulu perderam duas oportunidades claras antes de Carlos Eugênio Simon terminar a partida na Arena da Baixada.
FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-PR 3 X 0 BARUERI
Estádio: Arena da Baixada, em Curitiba (PR). Data/hora: 16/8/2009 – 18h30 (de Brasília). Árbitro: Carlos Eugênio Simon (RS). Auxiliares: Altemir Hausmann (RS) e Jose Javel Silveira (RS). Renda/público: Não divulgados. Cartões amarelos: Manoel (CAP); Ewerton (BAR); Thiago Humberto (BAR). Cartões vermelhos: Renê (CAP, 13′/2ºT). Gols: Paulo Baier (1-0, 20′/1ºT); Paulo Baier (2-0, 35′/1ºT); Marcinho (3-0, 15′/2ºT).
ATLÉTICO-PR: Neto; Manoel (Renan, 18′/2ºT), Nei e Chico; Wésley, Rafael Miranda (Raul, 37′/2ºT), Valencia, Paulo Baier e Márcio Azevedo; Marcinho e Zulu (Wallyson, 24′/2ºT). Técnico: Antonio Lopes.
BARUERI: Renê; Daniel Marques, Xandão e Leandro Castan; Marcos Pimentel (João Vitor, 19′/2ºT), Ralf, Ewerton, Thiago Humberto (Flavinho, 26′/2ºT) e Márcio Careca; Otacílio Neto (Márcio, 14′/2ºT) e Val Baiano. Técnico: Diego Cerri.
Time de Antonio Lopes emplaca terceira vitória seguida e complica o rival
O Fogão errou muito e decepcionou diante do Furacão (Crédito: Julio Cesar Guimarães)
Há exatamente uma semana, André Lima deixava o Engenhão, palco do duelo com o Atlético Paranaense, neste sábado, como heroi, após marcar duas vezes na vitória sobre o Barueri. Desta vez, no entanto, o atacante saiu de campo chorando de tristeza. Além de perder um pênalti, furou duas vezes a conclusão e viu seu time ser derrotado por 1 a 0, gol de Patrick.
O Furacão, que nada tem a ver com isso tudo, voltou a sorrir, decolou sob o comando de Antonio Lopes e emplacou a terceira vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro, o que o alçou à 13ª posição, com 21 pontos. Já o Alvinegro parou nos 19, agora em 14º.
Vamos pular os 12 minutos inciais da partida, que em nada acrescentaram a esse relato. Como registro, vale apenas situar que o Botafogo teve mais posse de bola, no campo do adversário, mas não assustava. A partir daí, Lucio Flavio começou a criar algum perigo com bons cruzamentos. A pontaria dos atacantes, no entanto, não ajudava muito.
Razoável no meio, mas vulnerável atrás, o Atlético Paranaense contava com os habilidosos Wesley e Paulo Baier para reter a bola. Só que aos 18, depois de um escanteio, o zagueirão Chico puxou André Lima e cometeu pênalti claro. E, por mais curioso que pareça, foi quando a noite da equipe de Ney Franco começou a desandar, com uma dose danada de azar.
O camisa 9 pediu a bola a Lucio Flavio, cobrador oficial, que cedeu, sob pressão. A cobrança foi na trave e gerou críticas de Ney Franco. Logo em seguida, sem esmorecer com o erro, o Alvinegro ainda teve nova chance, com Victor Simões, que chutou duas vezes, mas só conseguiu acertar… a mesma trave!
Tudo isso deu brecha para que o Furacão crescesse no duelo da metade da etapa em diante. Quase sempre pelo lado direito, trocava passes e, vez por outra, até envolveu os cariocas. Mas nada que Castillo não afastasse da área. O grande problema do Botafogo, até neste mesmo setor, era a ineficiência de Batista, que não marcava tampouco apoiava.
Atento, o treinador alvinegro corrigiu o detalhe no intervalo ao tirar seu ala para pôr Léo Silva. Com isso, Eduardo foi adiantado e o volante compos o meio. O que deu muito certo. Em dez minutos, o time mostrou-se mais vibrante e recheado de opções, já que Jônatas, então sumido, também ganhou companhia.
Em contrapartida, o time dirigido por Antonio Lopes também soltou-se mais, e Marcinho se tornou o destaque ofensivo. Saindo com frequência e coragem, os espaços cresceram atrás. O jogo ficou bom e André Lima se consolidou como o personagem principal. Só que negativamente. Duas vezes ele furou em claríssimas chances de abrir o placar, irritando a torcida.
Poucas vezes, então, o velho jargão “quem não faz, leva” se aplicou tão bem. Em bola alçada na área, na primeira jogada de Flávio, que entrara na vaga do uruguaio, lesionado, saiu o gol paranaense, por meio de Patrick, com oportunismo, porém impedido. Sem alternativa, o Botafogo teve de ir para cima com tudo. Ney mandou Tony a campo, tirando Fahel.
Como de costume, o abafa desorganizado não funcionou. Tanto que nos 15 minutos finais, o Furacão foi até mais perigoso que o rival, em contragolpes rápidos. O tempo corria, os alvinegros ficavam impacientes e gritavam a plenos pulmões “time de m…”, encerrando a lua-de-mel com o grupo.
Antonio Lopes deixou para queimar suas mexidas perto do fim, atrasando os comandados de Ney Franco, que nada mais puderam fazer.
FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 0 x 1 ATLÉTICO-PR
Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 8/8/2009 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Francisco de Assis Almeida Filho (CE)
Auxiliares: Ednilson Corona (Fifa-SP) e Manuel Marcio Bezerra Torres (CE)
Renda/público: R$ 133,891,50/11.454 pagantes
Cartões amarelos: Jônatas, Wellington, Victor Simões, Alessandro e Léo Silva (BOT); Chico, Wesley e Galatto (ATL-PR)
Cartões vermelhos: - GOLS: Patrick, 24′/2ºT (0-1)
BOTAFOGO: Castillo (Flávio, 22′/2ºT), Wellington, Leandro Guerreiro e Eduardo; Alessandro, Fahel (Tony, 18′/2ºT), Jônatas, Lucio Flavio e Batista (Léo Silva, intervalo); Victor Simões e André Lima. Técnico: Ney Franco.
ATLÉTICO-PR: Galatto, Nei, Chico e Manoel; Wesley, Rafael Miranda, Valencia, Paulo Baier (Raul, 42′/2ºT) e Márcio Azevedo (Renan, 38′/2ºT); Marcinho (Gabriel Pimba, 43′/2ºT) e Patrick – Técnico: Antonio Lopes.
Alvinegro está em 13º enquanto paranenses estão em 14º. Diferença entre os dois é de apenas um ponto
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Botafogo e Atlético-PR se enfrentam neste sábado, ás 18h30, no Engenhão, para tentar se afastar ainda mais da incômoda zona de rebaixamento. Tanto os cariocas quanto os paranaenses estão em boa fase e saíram das últimas posições do Campeonato Brasileiro. Por isso, um resultado negativo de qualquer uma das equipes irá reacender o sinal de alerta nos clubes.
O Botafogo estava há sete jogos sem saber o que é perder, mas uma derrota para o São Paulo no meio de semana acabou com essa sequência. Além disso, o cartão amarelo recebido pelo capitão Juninho deixa a principal peça do Alvinegro fora dessa partida.
O técnico Ney Franco tem outros problemas. O lateral-esquerdo Michael e o atacante Reinaldo ficam fora da partida por estarem lesionados. Além deles, o meia Renato está praticamente vetado pelo departamento médico por problemas musculares.
O treinador alvinegro tem algumas dúvidas para montar a equipe. Na zaga, Emerson é o favorito para ficar com a vaga, mas Fahel corre por fora. Se Ney Franco optar pelo volante, Leandro Guerreiro será recuado para a zaga para fazer a função de Juninho. No meio de campo, Jônatas ganha a vaga de Renato enquanto Batista é deslocado novamente para a ala esquerda.
A única boa notícia no Alvinegro é no ataque, com o retorno de André Lima.
- É uma opção ofensiva que a equipe ganha. O atleta tem crescido, aprimorado a parte física e foi determinante na vitória contra o Barueri – admitiu o treinador.
Embalado com duas vitórias consecutivas e fora da zona do rebaixamento pela primeira vez desde a nona rodada, o Atlético-PR espera dar continuidade à boa sequência no Campeonato Brasileiro. Além disso, se vencer o Botafogo, o clube passará o adversário na tabela.
E para esse jogo, o técnico Antonio Lopes poderá contar com o retorno do lateral-direito Raul, que cumpriu suspensão na última rodada. Porém, o jogador deve ficar no banco de reservas. A única alteração será na defesa. O zagueiro Bruno Costa, expulso na vitória por 2 a 0 sobre o Cruzeiro, desfalca a equipe e dará lugar a Manoel. Dessa forma, o treinador irá armar o Furacão no 3-5-2, com Nei novamente fazendo a função de zagueiro.
Mas a principal arma do Furacão é a confiança. Para o comandante rubro-negro, o triunfo sobre o Cruzeiro mostrou para os jogadores que é possível conquistar mais pontos em cima do Alvinegro carioca.
- Essas duas vitórias serviram para levantar o astral do grupo. A parte motivacional nossa melhorou sem dúvida, pois ganhar do Cruzeiro não é fácil e conseguimos vencer. E o nosso time viu que pode chegar no Rio de Janeiro e pontuar em cima do Botafogo. Temos tudo para fazer um bom jogo e quem sabe sair com um resultado positivo – afirmou Lopes.
FICHA TÉCNICA BOTAFOGO x ATLÉTICO-PR
Local: Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 8/8/2009 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Francisco de Assis Almeida Filho (CE)
Auxiliares: Ednilson Corona (Fifa – SP) e Manuel Marcio Bezerra Torres (CE)
BOTAFOGO: Castillo, Wellington, Emerson (Fahel) e Eduardo; Alessandro, Leandro Guerreiro, Jônatas (Renato), Lucio Flavio e Batista; Victor Simões e André Lima. Técnico: Ney Franco.
ATLÉTICO-PR: Galatto, Nei, Rhodolfo e Manoel; Raul, Valencia, Paulo Baier, Wésley e Márcio Azevedo; Marcinho e Wallyson. Técnico: Antonio Lopes.
Contrastes: Paulo Baier deu o passe para o gol de Marcinho. Já Kléber, muito marcado, acabou expulso. (Crédito: Gil Leonardi)
No Mineirão com mais de 20 mil pessoas, o Atlético-PR surpreendeu o Cruzeiro e venceu por 2 a 0 – gols de Marcinho e Gabriel -, em partida válida pela 17ª rodada do Brasileirão, que marcou a estreia de Antonio Lopes à frente do Furacão. Com o resultado o Atlético deixa a zona de rebaixamento. Já o Cruzeiro está um ponto acima do Coritiba, que joga nesta quarta-feira contra o Santos e pode ultrapassar a Raposa, empurrando os mineiros para a zona da degola.
PRIMEIRO TEMPO
O time visitante foi para cima logo no início do jogo. Com dois minutos de partida, o Furacão teve um gol bem anulado: após falta cobrada por Paulo Baier, Fábio deu rebote e o zagueiro Rhodolfo empurrou para as redes, mas estava em posição irregular.
O Cruzeiro, com três volantes e apenas Bernardo na armação sentia dificuldades ao tentar chegar à frente. Já o Atlético parecia querer engrossar o jogo para cima da Raposa, e mantinha equilibradas as ações ofensivas. A expulsão do zagueiro Bruno Costa, aos 18, entretanto, foi crucial para a pressão celeste que estava por vir.
Dali até o fim da primeira etapa – à exceção de um contra-ataque desperdiçado por Marcinho -, o Cruzeiro foi só pressão. Adilson Batista trocou Elicarlos pelo atacante Soares: queria transformar o volume de jogo em gol. A equipe mineira, então, assustou com Bernardo e Kléber, em chutes de longe.
Embora desperdiçasse muitas chances, o time azul chegava bem e, principalmente, com frequência. O gol parecia amadurecer. No fim do primeiro tempo, entretanto, aos 44, Bernardo foi expulso, deixando os dois times com dez em campo. Desta forma, empatando em 0 a 0, eles foram para o intervalo.
SEGUNDO TEMPO
A segunda etapa começou bem mais animada. Assim como no primeiro tempo, o Atlético tentou pressionar e achou seu gol: Marcinho, aos quatro minutos, aproveitando cruzamento de Paulo Baier pela direita – e certa desatenção do zagueiro estreante Gil, do Cruzeiro – empurrou para as redes.
O Cruzeiro se lançou à frente e tentou com Diego Renan e Kléber em chutes de longe. Aos 14, Wellington Paulista recebeu cruzamento de Fabrício e bateu de primeira, para excelente defesa de Galatto. Soares, no rebote, isolou. O Cruzeiro esboçava nova blitz na defesa atleticana.
A tentativa de se lançar ao ataque, entretanto, foi novamente atrapalhada: Kléber, aos 25, levou o segundo amarelo e foi expulso de campo: a expulsão de número 11 do Cruzeiro em 17 rodadas.
A Raposa ficou nervosa – principalmente com o árbitro, que não deu sequer amarelo a Márcio Azevedo, que abusou das faltas em cima do Gladiador. O Furacão, recuado, só esperava os ataques cruzeirenses, que pouco assustavam. No fim da partida, aos 42, Gabriel fechou a conta para o Rubro-Negro: 2 a 0, vitória de Antonio Lopes no comando do time e princípio de crise na Toca da Raposa.
FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 0×2 ATLÉTICO-PR
Local: Mineirão, Belo Horizonte (MG)
Data/Hora: 5/8/2009, às 19h30
Árbitro: Salvio Spinolla Fagundes Filho (SP/Fifa)
Assistentes: Mácio Luiz Augusto (SP) e João Boulgarber Nobre Chaves (SP)
Renda e público: R$ 286.728,70 – 20.485 pagantes
Cartões amarelos: Bernardo, Kléber, Gil (CRU); Bruno Costa, Valencia, Patrick, Galatto (APR)
Cartões vermelhos: Bruno Costa (APR), aos 18′/1ºT; Bernardo (CRU), aos 43′/1ºT; Kléber (CRU), aos 25′/2ºT
Já o Atlético vem de vitória e espera sair da zona de rebaixamento
Cruzeiro e Atlético-PR se enfrentam nesta quarta-feira (Crédito: LANCEPRESS!)
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O Cruzeiro enfrenta o Atlético-PR nesta qyarta-feira, às 19h30, no Mineirão, tentando acabar com a má fase. A Raposa perdeu de goleada para o Grêmio na última rodada e ocupa a 15ª colocação, a dois pontos da zona de rebaixamento. Se a situação do Cruzeiro não é boa, a do Furacão é calamitante. Com apenas 15 pontos em 16 jogos, o clube paranaense luta para deixar a zona da degola.
De volta ao Mineirão, o Cruzeiro aposta no seu aproveitamento em casa para reencontrar a vitória contra o Atlético Paranaense após três jogos sem triunfar. Jogando sob os seus domínios, o Cruzeiro conquistou 13 dos 17 pontos somados no atual Campeonato Brasileiro.
Por outro lado, o time da Arena da Baixada só venceu uma vez em sete jogos fora de casa. Adilson Batista não contará com Jonathan e Thiago Heleno na defesa, suspensos. Diego Renan deve ocupar a lateral-direita. Na zaga, Gil pode estrear, ou Fabinho pode ser improvisado. No ataque, reforço de Kléber, que forma dupla com Wellington Paulista. Thiago Ribeiro está suspenso.
- Estamos falando em hora da arracanda há umas cinco rodadas. Mas temos de pensar nisso. Eles também tem a necessidade de vencer. Jogamos em casa, precisamos nos impor e buscar nosso objetivo, que é voltar a Libertadores no ano que vem. Não podemos perder este jogo – avisa o Gladiador.
A vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, no último domingo, melhorou o clima no Atlético Paranaense. Apesar de a equipe ainda estar na zona do rebaixamento, 17ª colocada, com 15 pontos, a chegada do técnico Antonio Lopes também mudou o ambiente no Furacão.
Como comandou apenas um treinamento, na manhã desta terça-feira, o treinador não mexeu muito no time. A única alteração em relação à partida contra o Tricolor carioca fica por conta da saída do lateral-direito Raul, expulso na última rodada, para a entrada do volante Rafael Miranda. Dessa forma, o esquema tático mudou do 3-5-2, para o 4-4-2.
Mesmo com pouco tempo para trabalhar com o elenco, Lopes acredita que já impôs sua filosofia de trabalho e confia na dedicação de seus atletas em campo.
- Conheço a maioria do grupo e senti que os jogadores estão muito tranquilos. A vitória sobre o Fluminense melhorou a parte psicológica. Treinamos bastante, com muita aplicação, e acredito que a dedicação deles foi muito boa. Vou manter o mesmo time, com exceção do Raul, mas com uma filosofia de jogo bem diferente – afirmou o técnico.
FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO X ATLÉTICO-PR
Local: Mineirão, Belo Horizonte (MG)
Data/Hora: 5/8/2009, às 19h30
Árbitro: Salvio Spinolla Fagundes Filho (SP/Fifa)
Assistentes: Mácio Luiz Augusto (SP) e João Boulgarber Nobre Chaves (SP)
CRUZEIRO: Fábio, Diego Renan, Leonardo Silva, Fabinho e Gérson Magrão; Fabrício, Marquinhos Paraná, Henrique e Bernardo; Kléber e Wellington Paulista . Técnico: Adilson Batista.
ATLÉTICO-PR: Galatto, Nei, Rhodolfo, Bruno Costa e Márcio Azevedo; Valencia, Rafael Miranda, Paulo Baier e Marcinho; Wésley e Wallyson. Técnico: Antonio Lopes.
Em jogo ruim, Paulo Baier dá a vitória ao Atlético Paranaense
Furacão bateu o Tricolor por 1 a 0 (Crédito: Photocâmera)
Para quem estava em casa já foi duro de assistir, e o torcedor que se dirigiu ao Estádio do Café, em Londrina, não deve ter gostado muito do que viu. Em um gramado péssimo, o Atlético Paranaense venceu o Fluminense por 1 a 0, com um gol de falta de Paulo Baier, e afundou o Tricolor para a lanterna do Campeonato Brasileiro.
PRIMEIRO TEMPO
Com um gramado em estado bisonho, Atlético Paranaense e Fluminense fizeram uma péssima partida no primeiro tempo do Estádio do Café, em Londrina.
O Fluminense se limitava a dar chutões para frente e o pobre-coitado Kieza tentava, em vão, duelar com os zagueiros pelo alto. Conca, talvez pelo estado do gramado não o favorecer, estava sumido, e os alas pouco avançavam.
Pelo lado do Atlético Paranaense apenas alguns lampejos de Marcinho e Márcio Azevedo, mas muito pouco para se considerar que o Furacão estava assustando.
No fim, na sua especialidade, Paulo Baier bateu uma falta com perfeição, no ângulo do goleiro Fernando Henrique, para fazer o 1 a 0 para o Atlético Paranaense no primeiro tempo.
SEGUNDO TEMPO
Engano foi o de quem achou que o segundo tempo iria melhorar. O técnico Renato Gaúcho até tentou dar um gás na equipe colocando o jovem atacante Alan e o volante Maurício, mas o Fluminense continuou não criando nada assim como o Atlético Paranaense.
O Furacão tinha um pouquinho mais de brilho com Paulo Baier, mas mesmo assim era difícil ver uma jogada de maior efeito.
Com um jogo de tão baixo nível técnico, o placar só se alteraria caso saísse outra falta cobrada com perfeição ou então uma jogada de sorte. Fatos que não aconteceram.
Com o resultado, o Atlético Paranaense respira um pouco mais aliviado e o Fluminense segue seu calvário, agora na lanterna do Campeonato Brasileiro.
FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-PR 1 X 0 FLUMINENSE
Estádio: do Café, Londrina (PR)
Data/hora: 02/8/2009 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Auxiliares: Carlos Berkenbrosck (SC) e José Javel Silveira (RS)
Renda/público: não divulgado.
Cartões amarelos: Raul, Rhodolfo, Galatto (APR); Diguinho, Roni, Edcarlos (FLU)
Cartões vermelhos: Raul, 41′/1ºT (APR)
GOLS: Paulo Baier, 41′/1ºT (1-0)
ATLÉTICO-PR: Galatto, Nei, Rhodolfo e Bruno Costa; Raul, Valencia, Paulo Baier (Carlão, 42′/2ºT), Wésley e Márcio Azevedo; Marcinho e Wallyson (Rafael Miranda, 39′/2ºT). Técnico: Riva de Carli
FLUMINENSE: Fernando Henrique (Rafael, intervalo), Edcarlos, Luiz Alberto e Dalton (Maurício, intervalo); Ruy, Diguinho (Alan, 17′/2ºT), Wellington Monteiro, Conca e Dieguinho; Roni e Kieza. Técnico: Renato Gaúcho.
Equipes lutam para fugir da zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro
Atlético Paranaense e Fluminense se enfrentam em Londrina
LANCEPRESS!
O Campeonato Brasileiro ainda nem chegou na metade, mas o jogo deste domingo entre Atlético Paranaense e Fluminense, em Londrina (PR), já pode ser considerado o chamado jogo dos desesperados. Isso porque até agora as equipes vêm encontrando dificuldades para se livrarem da incômoda zona de rebaixamento.
Tendo que jogar no norte do estado, por ter perdido um mando de campo, o Atlético Paranaense também está sem treinador, após o pedido de demissão de Waldemar Lemos, antes mesmo da derrota por 3 a 0 para o Goiás, na última quinta-feira. Riva de Carli comandará a equipe interinamente
Para piorar a situação, a equipe não contará com os zagueiros Rafael Santos e Manoel, suspensos, e com o atacante Alex Mineiro, com uma contratura muscular. Wallyson, com dores no tornozelo direito, é dúvida. Além deles o lateral-direito Alberto, o zagueiro Antônio Carlos, também suspenso, o volante Zé Antônio, o armador Netinho e o atacante Rafael Moura, estão afastados para aprimorarem a forma física.
Dessa forma, o treinador terá que improvisar. O lateral-direito Nei entra na zaga e o armador Marcinho atuará como atacante.
- Esperamos que a nossa estrela brilhe e com uma vitória damos uma condição melhor para o treinador que chegará. Outras equipes também têm problemas. E nós temos condições de superar todas essas dificuldades para buscar o lugar que é do Atlético Paranaense – disse Riva Carli.
O Fluminense também tem seus problemas para enfrentar o Atlético Paranaense. O lateral-esquerdo João Paulo e o apoiador Marquinho estão suspensos por levarem o terceiro cartão amarelo. Além deles, o atacante Fred segue lesionado e Leandro Amaral continua apurando sua forma.
Ao menos o ala-direito Ruy e o volante Diguinho retornam à equipe. O esquema de jogo será o mesmo que Renato Gaúcho vem utilizando desde sua chegada: o 3-5-2.
- O meu grupo está preparado, não importa se vai ter muita ou pouca gente. O que importa é a minha equipe ter atitude – disse Renato Gaúcho referindo-se ao fato do jogo ser em Londrina.
FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-PR X FLUMINENSE
Estádio: do Café, Londrina (PR)
Data/hora: 02/8/2009 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Auxiliares: Carlos Berkenbrosck (SC) e José Javel Silveira (RS)
ATLÉTICO-PR: Galatto, Nei, Rhodolfo e Bruno Costa; Raul, Valencia, Paulo Baier, Wésley e Márcio Azevedo; Marcinho e Patrick (Wallyson). Técnico: Riva de Carli
FLUMINENSE: Fernando Henrique, Edcarlos, Luiz Alberto e Dalton; Ruy, Diguinho, Wellington Monteiro, Conca e Dieguinho; Roni (Maurício) e Kieza. Técnico: Renato Gaúcho.
Esmeraldino consegue quarto triunfo consecutivo na Série A
Goiás embalou e venceu mais uma no Brasileiro (Crédito: Carlos Costa)
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Sem dificuldades, o Goiás conquistou a quarta vitória consecutiva no Brasileiro. No Serra Dourada, 3 a 0 no Atlético-PR e vaga garantida no G4. Iarley, Amaral e Léo Lima marcaram os gols do triunfo esmeraldino.
O Goiás começou a partida disposto a não dar chances para o Atlético. Com a bola presa no ataque, o Esmeraldino logou chegou ao primeiro gol. Aos seis minutos, Iarley recebeu lançamento, cortou o zagueiro e bateu com categoria para abrir o placar.
Com muitos espaços no meio, o Goiás encontrava facilidade para armar as jogadas e o segundo gol foi só uma consequência. Aos 12 minutos, Iarley cobrou falta e Amaral desviou de cabeça, ampliando para os goianos.
Os gols no início do jogo fizeram o primeiro tempo esfriar. O Furacão era um time sem muito ânimo e mesmo com o recuo do Goiás, não conseguiu impor pressão ao adversário, tanto que o goleiro Harlei não precisou fazer defesas difíceis nos primeiros 45 minutos.
O panorama da partida não se alterou na segunda etapa. O Goiás seguia satisfeito com o resultado e o Atlético não mostrava qualidade para criar jogada alguma.
Até que aos 20 minutos, Léo Lima fez boa jogada pelo meio, encontrou o espaço e bateu forte, fazendo 3 a 0 e sepultando qualquer esperança de reação do Rubro-Negro. O goleiro Galatto ainda salvou o Atlético de uma goleada histórica com grandes defesas nos minutos finais.
FICHA TÉCNICA:
GOIÁS 3 X 0 ATLÉTICO-PR
Local: Serra Dourada, em Goiânia (GO). Data/hora: 29/07/2009, às 21h. Árbitro: Devarly Lira do Rosario (ES). Auxiliares: Ednilson Corona (SP) e Marcos Antônio Moreira Collodetti (ES).
Cartões amarelos: Rafael Santos, Antônio Carlos, Manoel e Alex Mineiro (APR); Léo Lima e Leandro Euzébio (GOI)
Cartões Vermehos: Rafael Santos (APR)
GOIÁS: Harlei; Ernando, Leandro Euzébio e Rafael Toloi; Douglas, Amaral, Fernando, Léo Lima (Bruno Meneghel, 27/2T), Felipe Menezes e Julio Cesar (Zé Carlos, 21/2T); Iarley (Raul, 35/2T).
Técnico: Hélio dos Anjos.
ATLÉTICO-PR: Galatto; Rhodolfo, Antônio Carlos e Rafael Santos; Raul (Manoel, 27/2T), Valencia, Zé Antônio (Wesley, 7/2T), Wallyson (Patrick, 7/2T) e Márcio Azevedo; Marcinho e Alex Mineiro.
Técnico: Waldemar Lemos.
Lateral Marcelo é a outra novidade para amistoso contra a Estônia
Diego Tardelli é vice-artilheiro do Brasileirão, com oito gols (Crédito: Tom Dib)
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O técnico da Seleção Brasileira, Dunga, divulgou nesta terça-feira, na sede da CBF – Zona Oeste do Rio -, a lista de 22 jogadores convocados para o amistoso do dia 12 de agosto contra a Estônia, em Tallin.
O atacante Diego Tardelli, do Atlético Mineiro, é a grande surpresa da lista. O lateral-esquerdo Marcelo, do Real Madrid, é a outra novidade em relação ao grupo que conquistou a Copa das Confederações.
Entre os campeões, o atacante Alexandre Pato (Milan) e o lateral-esquerdo Kléber (Internacional) não foram chamados, assim como Victor (Grêmio), pois Dunga chamou apenas dois goleiros.
Esta partida do Brasil é a última antes do clássico contra a Argentina, dia 6 de setembro, em Rosário, pelas Eliminatórias. Três dias depois, a Seleção recebe o Chile em Pituaçu/BA.
Confira abaixo a lista completa de convocados:
GOLEIROS
Julio Cesar (Internazionale/ITA)
Gomes (Tottenham/ING)
ZAGUEIROS
Juan (Roma/ITA)
Lucio (Internazionale/ITA)
Luisão (Benfica/POR)
Miranda (São Paulo)
LATERAIS
Maicon (Internazionale/ITA)
André Santos (Fenerbahçe/TUR)
Daniel Alves (Barcelona/ESP)
Marcelo (Real Madrid/ESP)
Equipe catarinense vence a quarta partida seguida neste Campeonato Brasileiro
Na estreia de Alex Mineiro, Atlético cai para o Avaí dentro de casa (Crédito: Felipe Gabriel)
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Debaixo de chuva e frio, o Avaí mostrou um excelente futebol e, na base da forte marcação e velocidade, venceu o Atlético-PR por 3 a 1, na Arena, pela 14ª rodada do Brasileirão. Com a vitória, a quarta seguida, o time catarinense tem 19 pontos e ocupa o nono lugar. Já o Rubro-Negro permanece com 12 pontos, mas caiu para a 18ª colocação.
Na próxima rodada, o Furacão enfrenta o Goiás, quarta-feira, às 21h, no Serra Dourada, enquanto o Leão recebe o Vitória, quinta-feira, às 21h, na Ressacada.
Empurrado pela torcida, o Atlético Paranaense começou mais ofensivo, tendo pela frente um Avaí muito fechado, praticamente só se defendendo, sem dar espaços a chutes do adversário. Parecia que ia ser um treino ataque x defesa. Mas aí o Leão mostrou suas garras, ou melhor, suas armas e disse a que veio. Explorando os contra-ataques, a equipe não demorou para abrir o placar.
Aos nove minutos, depois de uma roubada de bola, William recebeu, entrou na área e chutou, mas Galatto espalmou. Muriqui, sozinho, pegou o rebote e chutou para o fundo das redes. Mesmo atrás no placar, o Furacão, desorganizado, continuava com mais posse de bola e chegava mais ao ataque, mas a defesa do Avaí se mostrava uma parede.
Com apenas Willian na frente e seis jogadores no meio-de-campo, o time catarinense anulava as jogadas dos donos da casa e saia na velocidade, praticamente apenas pelo lado esquerdo, nas costas de Alberto. E a história se repetiu no segundo gol. Em novo contra-ataque, aos 29, Eltinho recebeu pela esquerda, pedalou em cima do marcador e cruzou rasteiro para William, que, sozinho, só teve o trabalho de esticar a perna para ampliar o placar.
Para a segunda etapa, o técnico Waldemar Lemos resolveu arriscar o tudo ou nada. Tirou os dois laterais para colocar o zagueiro Carlão e o meia Jhonatan, deixando a equipe no 3-5-2. O Furacão continuava atacando mais, dessa vez sem deixar espaços na defesa, mas não conseguia levar perigo ao goleiro Eduardo Martini.
Porém, quem fez o gol foi o Avaí. Aos 16, William recebeu de Muriqui passou a bola por baixo das pernas de Carlão e chutou na saída de Galatto. A partir daí, o Atlético-PR começou a ir para o ataque na base do desespero, dando ainda mais espaços para o Avaí. Só que a pressão acabou funcionando. Aos 20, Rafael Miranda cruzou pela direita e Marcinho, de cabeça, diminuiu.
O Avaí seguia abusando da velocidade e William encontrava vários buracos na defesa. Já o Furacão mostrava muito nervosismo em campo e atacava de qualquer maneira, na base de lançamentos. Só que a equipe errava muito e através desses erros, quase saiu o quarto gol do Avaí. Marquinhos recebeu sozinho, entrou na área e chutou. Galatto espalmou e a bola sobrou para William, que chutou por cima do gol.
No final, o Avaí se preocupou em ficar na defesa e levou sufoco, mas conseguiu segurar o resultado e levou para casa mais três pontos e a quarta vitória consecutiva.
FICHA TÉCNICA :
ATLÉTICO-PR 1 X 3 AVAÍ
Local: Arena da Baixada, Curitiba (PR)
Data/Hora: 25/07/09 – 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Pericles Bassols Cortez (RJ)
Assistentes: Marco Aurelio dos Santos Pessanha (RJ) e Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ)
Público/Renda: 13.485/R$ 273.020,00
Cartões Amarelos: Rafael Miranda, Alberto, Jhonatan, Carlão (CAP); Émerson, Luís Ricardo, Bruno (AVA)
GOLS: Muriqui (9′/1ºT); William (29′/1ºT); William (16′/2ºT); Marcinho (20′/2ºT)
ATLÉTICO-PR: Galatto, Alberto (Carlão, intervalo), Manoel, Rafael Santos e Alex Sandro (Jhonatan, intervalo); Valencia, Rafael Miranda, Marcinho e Wésley; Wallyson (Rafael Moura, 15′/2ºT) e Alex Mineiro. Técnico: Waldemar Lemos.
AVAÍ: Eduardo Martini, Rafael, Augusto e Emerson; Luís Ricardo (Ânderson, 40′/2ºT), Marcos Vinícius (Bruno, 3′/2ºT), Léo Gago, Marquinhos, Muriqui (Caio, 23′/2ºT) e Eltinho; William. Técnico: Silas.
Jovem atacante entra no segundo tempo e marca o gol da quarta vitória santista no Brasileirão
Santos sofre mas consegue vencer na estréia de Luxemburgo (Foto: Ivan Storchi)
Bruno Arraes
O Santos venceu o Atlético-PR por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro. O jogo marcou a reestreia de Vanderlei Luxemburgo no comando da equipe alvinegra. O treinador inicia seu trabalhando cumprindo o primeiro passo da meta preestabelecida: vencer todas as partidas em casa para tentar garantir vaga na próxima Copa Libertadores.
O triunfo foi o quarto do grupo santista nesta edição da competição e a terceira na Vila Belmiro. E manteve a invencibilidade de Luxa em estreias no comando alvinegro. Nas outras três passagens, ele venceu uma partida e empatou as outras duas.
Em contrapartida, o Atlético Paranaense segue mal. A equipe perdeu sua sétima partida na competição e pode terminar a rodada na zona de rebaixamento.
O técnico Vanderlei Luxemburgo admitiu durante a semana que a equipe santista era muito vulnerável e sua primeira missão seria compactá-la. Com isso, o Peixe entrou em campo com uma formação diferente no meio-de-campo. Com a volta de Rodrigo Souto e a permanência de Germano e Roberto Brum, os anfitriões iniciaram a partida com três volantes. O preterido por Luxa foi o jovem Paulo Henrique Lima, o Ganso. Madson e Robson foram os encarregados da armação, deixando a equipe com cinco jogadores no meio.
O jogo começou muito disputado, com as duas equipes partindo para o ataque. O Atlético-PR iniciou marcando forte as jogadas santistas pelas laterais e impediu a pressão inicial do adversário. Por isso, o primeiro lance de perigo só aconteceu aos 17 minutos. Em cobrança de falta de Madson, a bola desviou na zaga atleticana e sobrou para Robson. O camisa 7 cabeceou e a ela passou rente à trave direita do goleiro Vinícius.
No primeiro vacilo da zaga do Furacão, o zagueiro Vinícius saiu mal e perdeu para Germano. O volante rolou para o meio da área para a chegada do baixinho Madson, mas o zagueiro Rafael Santos chegou a tempo e impediu o arremate. Aos 38, o lateral Luizinho rolou na entrada da área para Germano, o volante chutou forte e a bola passou muito perto do gol de Vinícius.
Madson, como sempre, foi quem mais incomodou a zaga atleticana na primeira etapa. A esperança do Furacão estava depositada em Rafael Moura, porém o jogador ficou isolado entre os zagueiros do Peixe e não oferecia perigo ao jovem goleiro Felipe.
O Santos voltou para o segundo tempo com duas modificações. Os jovens Neymar e Paulo Henrique entraram. Com isso, Luxemburgo abandonou o esquema com três volantes, retirando Roberto Brum e Robson. Porém, o primeiro lance de perigo foi do Furacão, com Rafael Moura. O atacante, em sua primeira boa jogada na partida, cabeceou perto do gol.
O Santos só voltou a ameaçar aos 13 minutos em mais uma jogada de Madson. Ele cruzou bem para Paulo Henrique, mas o meia não conseguiu dominar e a bola escapou para as mãos do goleiro Vinícius. A partir daí, a equipe do Peixe passou a dominar amplamente o jogo, porém pecava no último passe e não conseguia entrar na área rival em condições de finalizar.
Aos 27 minutos Neymar e Roni fizeram ótima tabela. O jovem atacante recebeu dentro da área, cortou o zagueiro e chutou sem chances para o goleiro Vinícius, do Atlético-PR. Com o gol, Neymar salvou o Santos pela segunda vez em uma semana. Há sete dias, contra o Barueri, o jovem marcou o gol de empate aos 44 minutos do segundo tempo e evitou a derrota santista.
Após o gol, o Atlético-PR acordou e tentou pressionar, mas o Santos conseguiu se segurar e garantiu a vitória na estréia de Luxemburgo.
Na próxima rodada, o Santos receberá o conturbado Flamengo, na Vila Belmiro. Os cariocas empataram com o Barueri, no Maracanã, e completaram três igualdades seguidas. Na Arena da Baixada, o Atlético-PR enfrentará o embalado Avaí, que nesta quarta-feira venceu o Grêmio em casa por 1 a 0.
FICHA TÉCNICA:
SANTOS 1 X 0 ATLÉTICO-PR
Estádio: Vila Belmiro, Santos (SP)
Data/hora: 22/07/2009 – 21h (de Brasília)
Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo (SC)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (Fifa-SC) e Marco Antônio Martins (SC)
Renda/público: R$ 190.325,00 / 7.375 pagantes
Cartões amarelos: Neymar (SAN); Nei, Márcio Azevedo, Rhodolfo e Rafael Miranda (ATL)
GOLS: Neymar, 27′/2ºT (1-0);
SANTOS: Felipe; Luizinho (Pará, 20′/2º), Fabão, Domingos e Léo; Germano, Rodrigo Souto, Roberto Brum (Neymar, Intervalo) e Róbson (Paulo Henrique, Intervalo); Madson e Roni. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
ATLÉTICO-PR: Vinícius; Nei (Manuel, 31′/2º), Rafael Santos, Rhodolfo e Márcio Azevedo; Valencia, Rafael Miranda, Paulo Baier e Marcinho; Wallyson (Patrick, 27′/2º) e Rafael Moura (Jhonatan, 31′/2º). Técnico: Waldemar Lemos.